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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Bernanke admite “moderar” programa de estímulos no final de 2013

 
O presidente da Reserva Federal admitiu que o programa de estímulos poderá começar a ser “moderado” no final do ano mas sublinhou que a política da Fed não está “pré-determinada” e qualquer decisão irá depender da evolução da economia. O banco central aguarda por mais dados do mercado laboral.
 
“Se as previsões da Fed estiverem correctas, e eu acredito que estão, então o Comité [de Operações em Mercado Aberto] deverá abrandar a compra de activos no final de 2013”, disse Ben Bernanke na conferência de imprensa que se seguiu à reunião de dois dias do Comité de Operações em Mercado Aberto (FOMC).

Por agora, a Fed decidiu manter o programa de estímulos e a taxa de juro de referência inalterados, aguardando mais dados económicos, em especial referentes ao mercado laboral.

O governador da Fed fez, porém, questão de sublinhar que a política do banco não está “pré-determinada” e depende dos dados económicos. “Se as condições [económicas] melhorarem a redução pode começar mais cedo. Mas se piorarem, a redução pode ser adiada”, garantiu o presidente da Reserva Federal.

Quanto à taxa de juro de referência do país, a maioria dos membros do FOMC defende que esta deve começar a subir a partir de 2015.

No comunicado emitido no final da reunião, a Fed esclareceu que qualquer mudança à política do banco central depende da queda da taxa de desemprego – para valores inferiores a 6,5% - e à perspectiva de que a taxa de inflação continue a ser inferior a 2,5% num prazo de um a dois anos, ou que esteja “bem sustentada” no longo prazo.

“A política monetária vai continuar a suportar a recuperação económica até que o emprego volte a recuperar”, garantiu o presidente da Fed. 


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