segunda-feira, 22 de março de 2010

FMI e banca pressionam bolsas europeias

A maioria das bolsas europeias caíram pressionadas pela banca e pelas declarações do Fundo Monetário Internacional (FMI) de que as economias enfrentam “sérios” desafios. O FMI acabou também, por ofuscar a subida do sector da saúde.

No sector da banca, o ICAP, o maior corrector de títulos, teve a sua maior queda de um mês depois de ter anunciado que vai encerrar uma unidade de negociação de acções. O Allied Irish Banks caiu 4,5%, liderando a queda entre o sector financeiro.

No sector da saúde, as farmacêuticas Elekta AB e a Elan subiram mais de 2% depois da Casa dos Representantes dos EUA ter aprovado a reforma da saúde.



O Europe Stoxx cedeu 0,1% para 260,12 euros, depois de ter acumulado perdas nos dois primeiros meses do ano por causa da preocupação em relação à capacidade da Grécia em conter o défice público.

A subida inesperada das taxas de juros na Índia, anunciada na sexta-feira, é outra das razões que está a pressionar o Europe Stoxx.

A razão que hoje está a influenciar mais os mercados europeus, é o alerta do número dois do FMI, John Lipsky, para o facto das economias enfrentarem “sérios” desafios, para reduzirem os respectivos défices orçamentais e, ainda mais, as dívidas públicas que atingiram "níveis preocupantes" e duradouros na maioria dos países do Grupo dos 7 (G7).

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse aos investidores que não podem ter expectativas que esta semana sejam decididas medidas concretas de ajuda à Grécia. Os líderes da União Europeia não devem criar “ilusões” para os mercados. Estas declarações surgem depois do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, ter afirmado que a União Europeia deve ajudar a resgatar a Grécia.

Dos índices europeus, o espanhol IBEX foi o que mais cedeu com uma queda de 1,17% para 1.0861,90 pontos, pressionado pelo Banco Santander que caiu 1,70% para 9,859 euros e pela Telefónica que recuou 0,98% para 17,60 euros.

O inglês FTSE depreciou 0,10% para 5644,54 pontos e o holandês AEX depreciou 0,15% para 338,13 pontos.

Já o francês CAC valorizou 0,07% para 3928,00 pontos e o DAX avançou 0,08% para 5987,50 pontos, contrariando a tendência de queda dos principais congéneres. O alemão beneficiou da subida da Basf e da Saab e o francês foi impulsionado pelo Société Général e Air Liquide.


Fonte: Jornal de Negócios

domingo, 21 de março de 2010

Uma Igreja de dois pesos e duas medidas

Intolerante face aos desvios ao seu padrão moral, encobriu, até agora, abusos sexuais de padres.

Finalmente, Bento XVI falou sobre os abusos sexuais de menores cometidos por padres. Numa carta pastoral dirigida aos católicos irlandeses, expressou perdão e vergonha e prometeu uma investigação rigorosa de todos casos.

O Papa dirigiu-se à Irlanda, mas ignorou os milhares de queixas idênticas na Áustria, Holanda, Suíça, Espanha, Brasil e Alemanha, onde, só desde Janeiro, surgiram mais de 300 denúncias de abusos em escolas católicas.

A indignação atingiu tal dimensão que até o Governo já se insurgiu contra o "muro de silêncio" do Vaticano e alguns movimentos de leigos reclamam o afastamento de Bento XVI, que tarda em assumir responsabilidades e pedir perdão às vítimas que não as irlandesas – perdão, apesar de tudo, inédito por parte do Papa, mas que, enquanto arcebispo de Munique e Freising, autorizou a transferência de um padre abusador.

A história da Igreja Católica é pródiga em polémicas, crises e escândalos. Muitos crimes hediondos se acobertaram sob o manto denso de uma moralidade de duplo padrão, num passado não tão longínquo. Os casos agora divulgados constituem, assim, exemplos do cariz paradoxal de uma instituição que se mostra tão lesta a castigar os desvios ao padrão moral que advoga publicamente como a encobrir, demasiadas vezes, as transgressões secreDtimas que não as irlandesas – perdão, apesar de tudo, inédito por parte do Papa, mas que, enquanto arcebispo de Munique e Freising, autorizou a transferência de um padre abusador.

A história da Igreja Católica é pródiga em polémicas, crises e escândalos. Muitos crimes hediondos se acobertaram sob o manto denso de uma moralidade de duplo padrão, num passado não tão longínquo. Os casos agora divulgados constituem, assim, exemplos do cariz paradoxal de uma instituição que se mostra tão lesta a castigar os desvios ao padrão moral que advoga publicamente como a encobrir, demasiadas vezes, as transgressões secretas dos seus.

Se impressiona saber que elementos eclesiásticos molestam crianças, a política de ocultação seguida pelo Vaticano, para muitos, é igualmente chocante e censurável. Porque significa dissimular e proteger quem atenta contra aqueles que devia proteger.

Se é certo que a imagem da Igreja Católica está conjunturalmente beliscada, querer associar o escândalo da pedofilia a uma profunda crise, quer em temos organizacionais quer em termos de crédito dos seguidores, parece prematuro.

Escrutínio global obriga Igreja a confessar abusos

A Igreja Católica sobreviveu a dois milénios de muitos escândalos e controvérsias, mas nunca, como agora, esteve sob um escrutínio tão global e mediatizado como agora. Foi obrigada a admitir que, entre 2001 e 2010, a justiça do Vaticano tratou de três mil acusações de abusos sexuais contra padres, e tornou-se pública a cultura de encobrimento destas situações prosseguida durante décadas.


Se é certo que se assiste a uma crise de credibilidade da Igreja, é muito cedo para vaticinar rupturas ou mudanças de fundo, considera Helena Vilaça, professora de Sociologia das Religiões na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. "Da mesma forma que, mesmo com todas as mudanças sociais que têm ocorrido, não se pode falar do fim da família – a instituição mais antiga do Mundo –, mas de uma reconfiguração; em relação à Igreja Católica, o fenómeno é semelhante", defende a especialista em Religiões.

Por outro lado, não é possível estabelecer uma relação entre a grandeza de escândalos e a diminuição do número de fiéis. Veja-se o que aconteceu nos EUA: entre 1992 e 2008, mais de dez mil pessoas denunciaram abusos sexuais por padres, o que levou ao pagamento de indemnizações bilionárias. Ainda assim, a queda do número de católicos explica-se mais pela forte concorrência do mercado religioso americano do que pelo impacto dos escândalos, na opinião de Helena Vilaça.

Para Anselmo Borges, padre e professor de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade Coimbra, é "intolerável" que a gestão do Vaticano desta crise tenha remetido para segundo plano as vítimas, tanto mais que são crianças que devia proteger e cuidar.

Igreja esqueceu-se das vítimas

"Na Igreja, segue-se muito esta política do silêncio. Parece que o mais importante, por vezes, é que se não saiba. Pretende-se salvaguardar a todo o custo o bom nome da instituição. É mesmo possível que nalguns casos, com boa intenção, se tivesse querido ajudar os abusadores. Mas esqueceu-se o que é decisivo: as vítimas", sublinha o teólogo.

A Igreja, diz, "esqueceu a palavra de Jesus": "Mas qualquer que escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar" (Mateus 18, 6).

"A Igreja, que se apresentou no domínio sexual sempre tão moralista, tem agora de penitenciar-se e repensar muita coisa", como a admissão dos candidatos a padres, defende Anselmo Borges, para quem é inevitável que, mais cedo ou mais tarde, a Igreja Católica aceite "ordenar homens e mulheres casados". Mais uma vez, cita Cristo para opinar que "a Igreja não pode impor como lei aquilo que Jesus entregou à liberdade", alertando que, "enquanto se mantiver a lei do celibato, a Igreja estará sob o fogo da suspeita".

Inquisição e pedofilia: as nódoas

A pedofilia, a par da Inquisição, são as grandes nódoas da Igreja Católica, na opinião de Joaquim Carreira das Neves, padre e catedrático jubilado de Teologia Bíblica. Assumindo que "a imagem da Igreja fica muito prejudicada" e que há uma "perda de prestígio" associada a escândalos desta natureza, considera, porém, que está a dar "uma grande lição à sociedade" ao resolver os mais polémicos dossiês, ao contrário do que acontece, por exemplo, em Portugal, com o processo Casa Pia.

O teólogo questiona as motivações de "tão grande investida contra a Igreja", sabendo-se que "80% dos casos de abuso acontecem no seio da família", e também da justiça de incriminar actos que "há 30, 40 anos não eram crime". Dando como exemplo a escravatura que durante séculos foi legal, Joaquim Carreira das Neves afirma: "A pedofilia não era crime. Não sei se é justo incriminar quem a praticou, porque infelizmente não era crime". Anselmo Borges assume uma posição distinta – compete à Igreja vedar o ministério sacerdotal e colaborar com a Justiça do Estado para a punição de tais crimes.

Em Portugal, a Conferência Episcopal vai discutir eventuais casos de abusos sexuais por membros do Clero na próxima assembleia plenária, marcada para Abril. O anúncio dos bispos portugueses surgiu no mesmo dia em que o jornal "i" noticiou que, entre 2003 e 2007, dez padres foram indiciados por agressões sexuais a menores.

Ao JN, Jorge Ortiga, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, disse que "além da óbvia condenação, não há muito mais a dizer" sobre o assunto. Defendeu, porém, que o Vaticano tem "gerido bem" a questão e que "a imagem da Igreja Católica não sai afectada".

Recorde-se que um dos primeiros casos de abusos sexuais a menores julgados em Portugal envolveu um padre – Frederico Cunha, em 1993, na Madeira – que, mesmo depois de ser condenado por homicídio e práticas pedófilas e ter fugido da prisão, continuou a ser defendido pela hierarquia da Igreja Católica.


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Santos FC vs Ituano - Online

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Botafogo RJ vs Flamengo - Online

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São Paulo vs Mogi Mirim - Online

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Barueri Grémio vs Corinthians - Online

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sábado, 20 de março de 2010

Vacinação de grávidas contra gripe suína começa na segunda-feira

Grávidas, crianças de seis meses a dois anos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e cardiopatias, passam a ser vacinados a partir de segunda contra a gripe A (H1N1) --a gripe suína. Elas devem procurar unidades básicas de saúde. Na capital paulista, AMAs só atendem aos sábados e feriados.

Será o início da segunda etapa da campanha no país, que vai até 2 de abril. Na primeira, que começou no dia 8 e acabou ontem, foram vacinados indígenas e trabalhadores da saúde.

A meta do governo é vacinar 80% das pessoas em grupos de risco, ou seja, com mais chances de ter a forma grave da doença. São 73 milhões.

As grávidas e as crianças pequenas também entram no grupo de risco em razão de recomendações da OMS e com base na observação da morbidade da doença no seu primeiro ano --2009. No Brasil, pelo menos 156 gestantes morreram.

A vacinação ocorre antes do inverno, período em que as gripes aparecem de forma mais acentuada. A medida já ocorreu em boa parte dos países do hemisfério norte e agora começa no hemisfério sul. No mundo, ao menos 16 mil pessoas já morreram devido a doença. No Brasil foram cerca de 1.700.

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Empresas dos EUA pagam a americanos que economizarem energia

A ameaça de que os ursos polares desaparecerão diante do derretimento polar causado pelo aquecimento global não é um estímulo suficiente para os americanos reduzirem seu consumo de energia. Pensando nisso, algumas empresas encontraram uma solução tão tentadora quanto pragmática: pagar os que economizarem energia.

A americana MyEex, uma corretora de energia localizada em White Plains, no Estado de Nova York, acaba de lançar uma plataforma que permite comprar créditos de emissão de pessoas físicas que economizarem, ainda que isso signifique apenas apagar a luz ao sair de um cômodo da casa.

O primeiro crédito foi vendido em janeiro por US$ 21,50, com uma comissão de corretagem de US$ 4,30.

A ideia é simples: se muitas pessoas entrarem em jogo, isso teria um impacto real sobre as emissões de gases de efeito estufa e o corretor terá direito a comissões.

Por enquanto, em torno de 2.000 casas já se registraram na MyEex, que tenta certificar seu método que consiste em avaliar a economia de energia a partir do estudo de gastos nas contas de calefação e eletricidade.

Randy Wilson, que obteve o primeiro crédito de carbono emitido pela MyEex, considera a iniciativa excelente. Ele decidiu agir no ano passado, ao descobrir que sua companhia de eletricidade pretendia aumentar as tarifas em até 40%.

Junto com sua mulher, eles instalaram bombas elétricas de baixo consumo, decidiram tirar da tomada todos os aparelhos elétricos --como computadores-- quando não estavam em uso, e instalaram um sistema de painéis solares que lhes custou US$ 58 mil no teto de sua residência na Pensilvânia (leste do país). A conta de luz passou de US$ 120 por mês a zero.

Graças aos créditos, que reduziram em dois terços o custo de seus painéis solares, e à economia obtida, Randy Wilson acredita que seu investimento será amortizado em seis anos. "A ideia de economizar dinheiro e conseguir que paguem por isso é admirável", comentou à agência de notícias France Presse.

Aproximadamente 17% das emissões de gases de efeito estufa nos Estados Unidos provêm de residências, por conta da calefação, ar condicionado ou eletricidade. Isso representa, segundo a Agência de Proteção Ambiental (EPA), até quatro toneladas de equivalente a CO2 por pessoa ao ano.

Joanna Smith ficou surpresa ao constatar como era fácil reduzir o consumo de energia de seu apartamento nova-iorquino desde que se juntou à Earth Aid, sociedade que dá a seus membros pontos de acordo com a economia feita. Os pontos podem posteriormente serem trocados por prêmios como cursos de yoga, sessões de hidroterapia ou roupas ecológicas para crianças. "Antes, não tinha consciência do meu consumo", afirma Joanna.


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Com gols de Roger e Kléber, Cruzeiro mantém a liderança do Mineiro

O Cruzeiro conquistou a segunda vitória consecutiva no Campeonato Mineiro ao ganhar, de virada, do América de Teófilo Otoni, por 2 a 1, neste sábado, no Mineirão, na abertura da 10ª rodada do torneio.

Com o triunfo, o time do técnico Adilson Batista manteve a liderança da competição, com 24 pontos.

O América de Teófilo Otoni abriu o placar com Chrys, aos 26min do primeiro tempo. Na etapa complementar, Roger, aos 14min, e Kléber, aos 36min, marcaram para o Cruzeiro.

Agora, o Cruzeiro volta suas atenções para a Taça Libertadores da América, quando enfrenta Deportivo Italia, na quarta-feira, no Mineirão.


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Papa expressa 'vergonha' por crimes de pedofilia

O papa Bento 16, em uma carta aos fiéis irlandeses, se disse envergonhado pelos abusos cometidos no seio da Igreja Católica da Irlanda, criticou a postura das autoridades eclesiásticas dessa diocese e ordenou aos bispos que ajudem as autoridades civis.

Diante da "gravidade" dos pecados relacionados aos crimes de pedofilia cometidos na Irlanda, houve uma "resposta inadequada" por parte "das autoridades eclesiásticas", afirmou o Pontífice, em um texto divulgado hoje e que fora assinado por ele na tarde de ontem.

"Expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos provamos", complementou o Papa, esclarecendo às vítimas que este também é um "grande dano" à Igreja e "à pública percepção do sacerdócio e da vida religiosa".

"A Justiça de Deus exige que assumamos nossas ações sem ocultar nada", por isso, "reconheçam abertamente a sua culpa, submetam-se às exigências da Justiça", determinou aos envolvidos nas agressões.

Aos padres pedófilos, Bento 16 reiterou que estes devem responder por seus crimes, "perante ao Deus onipotente e também frente aos tribunais devidamente constituídos".

Dirigindo-se especificamente aos "sacerdotes e aos religiosos que abusaram das crianças", ele disse compartilhar do "temor" de tantos fieis, pela "traição" dos abusos e desejou "o renascimento" da Igreja Católica na Irlanda.

Às vítimas, que "sofreram muito" e "que nunca se poderá anular o mal que suportaram", Bento 16 reconheceu que "foi traída a vossa confiança, a vossa dignidade foi violada".

"Muitos de vocês experimentaram que, quando eram suficientemente corajosos para falar do que havia ocorrido, ninguém os ouvia", por isso, "é compreensível que, para vocês, seja difícil perdoar ou se reconciliar com a Igreja" e "sei que para alguns de vocês é difícil também entrar em uma igreja depois do que ocorreu", disse.

"Com humildade", o Pontífice pediu ainda que as pessoas que foram abusadas "não percam a esperança" e as convidou a confiarem "no poder do amor de Jesus", pois ele também "foi vítima da injustiça e do pecado", que leva "à libertação e à promessa de um novo começo".

Os casos de abusos contra crianças, cometidos por décadas por integrantes de instituições católicas irlandesas e que foram acobertados pela diocese de Dublin, vieram à tona em novembro do último ano com a divulgação do relatório da Comissão Murphy, elaborado pela juíza Yvonne Murphy.

Ao tomar conhecimento da denúncia, o Papa se disse "chocado e angustiado" e condenou qualquer tipo de abuso contra crianças. Depois disso, diversos bispos apontados pelo relatório renunciaram.

A carta divulgada hoje foi anunciada por Bento XVI após reuniões com os religiosos. O texto era aguardado com grande expectativa diante dos diversos casos denunciados recentemente em outros países.

Em 2002, foi descoberto que sacerdotes abusaram sexualmente de cerca de 14 mil crianças nos Estados Unidos. Atualmente, são investigadas denúncias em várias nações, como Alemanha, Áustria, Brasil, Holanda e México.

Fonte: UOL