terça-feira, 13 de abril de 2010

Portugal no topo das preferências dos estrangeiros à procura de casa de férias

O interesse na compra de casas de férias disparou em Março e Portugal lidera a lista dos destinos mais procurados, especialmente a Costa Verde, no norte do País.

Segundo a Press Association, que cita os dados do “website” Rightmove, que opera na área da venda e arrendamento de imobiliário, a procura de propriedades através da Internet aumentou 60% no mês passado face a Março de 2009.

O maior aumento deu-se no âmbito das propriedades na Costa Verde, em Portugal, cujas pesquisas “online” subiram 106%, de acordo com a mesma fonte. Lisboa e a Costa da Prata são também duas regiões com bastante procura.

Assim, Portugal substitui a Austrália no quarto lugar do “ranking” dos destinos mais populares para se ter uma casa de férias, salienta a Press Association, citando os dados do Righmove.

Entre outros destinos favoritos do Rightmove estão a Turquia, Ucrânia, EUA e Espanha, conforme se pode observar no “website”.

A empresa de intermediação monetária Moneycorp salienta o mesmo tipo de tendência, tendo referido que as pesquisas relacionadas com propriedades aumentaram para Portugal e Chipre e diminuíram para a Autrália.

“As propriedades da Zona Euro estiveram mais atractivas para os compradores em euros, no mês de Março”, comentou à Press Association o responsável do departamento de clientes privados da Moneycorp, David Kerns. Em contrapartida, “a libra esterlina desvalorizou fortemente face ao dólar australiano desde o início do ano, se bem que agora tenhamos assistido a uma paragem nessa tendência de queda”, acrescentou.

Costa da Prata também atrai muitas atenções

Em Outubro do ano passado, a Costa da Prata - que abrange a costa litoral entre Lisboa e o Porto - foi referida como a mais cobiçada por investidores imobiliários estrangeiros e por quem pretendia fixar em Portugal a sua casa de férias.

Se bem que o Algarve seja, historicamente, o local mais popular do país para os investidores e proprietários de uma segunda casa, a Costa da Prata está agora no centro das atenções, afirmou na ocasião Jeff Matthews, da IQ Property Invest, ao “Homesgofast.com”.

Matthews referiu haver inúmeras outras razões para apostar no mercado imobiliário em Portugal, como o facto de ser candidato a acolher o Mundial de Futebol de 2018, de ter uma nova pista de Fórmula 1 no Algarve e de Richard Branson (dono da Virgin) ter investido numa estação espacial e em novos “health clubs” no nosso país.

Recorde-se também que actualmente os investidores e compradores de propriedades em Portugal dispõem de um novo serviço para a zona da Costa da Prata, prestado à medida das necessidades de cada um. Trata-se da possibilidade de criar o “design” da sua própria casa, em conjunto com um arquitecto, e de lhe seleccionarem blocos de terreno com as características que pretende. Segundo a “Homesgofast.com”, este serviço – que está a ser gerido pela IQ Property Invest, está a ter bastante sucesso entre os britânicos.

O “site” da Homesgofast, promotora de imobiliário internacional em 55 países, salientou também o facto de o custo de vida ser barato na Costa da Prata e de os preços das propriedades nessa região representarem uma fracção daquilo que se paga no Algarve. Já para não referir os “impressionantes campos de golfe”.

O CEO da Homesgofast, Nicholas Marr, afirmou recentemente que Portugal é o lugar ideal para os britânicos mais idosos e para as famílias que queiram sair da habitual rota imobiliária escolhida pelos ingleses no estrangeiro.


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Tecnológicas levam Wall Street para terreno positivo

Os principais índices bolsistas dos EUA encerraram a sessão em alta, com os ganhos dos títulos tecnológicos e industriais a pesarem mais do que a decepção das vendas abaixo do esperado da Alcoa no primeiro trimestre.

O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,12%, fixando-se nos 11.019,50 pontos. Ontem, o Dow Jones fechou acima dos 11.000 pontos pela primeira vez desde Setembro de 2008.

O S&P 500 avançou 0,07% para se estabelecer nos 1.197,26 pontos. Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,33% para 2.465,99 pontos.

A Fastenal liderou as subidas dos títulos do sector industrial, animada pelos resultados superiores às estimativas dos analistas.

A Home Depot também terminou no verde, bem como a Goodyear Tire & Rubber – que hoje viu ser nomeado em AG o seu novo presidente executivo, Richard J. Cramer, que sucede a Robert J. Keegan. Na AG da empresa de pneus foi também aprovada a manutenção de Keegan no cargo de “chairman”.

A Alcoa, em contrapartida, cedeu terreno, depois de ter apresentado ontem os seus resultados após o fecho das praças do outro lado do Atlântico - tendo sido a primeira listada do Dow Jones a reportar as contas do primeiro trimestre.

Apesar de a maior produtora de alumínio dos EUA ter anunciado uma redução das perdas, em termos homólogos, o volume de negócios foi inferior ao esperado: 4,89 mil milhões de dólares, contra uma estimativa média dos analistas de 5,23 mil milhões de dólares.

A Harley-Davidson também negociou no vermelho, depois de o Deutsche Bank ter cortado a recomendação para as suas acções, de “comprar” para “manter”.

Segundo as estimativas dos analistas inquiridos pela Bloomberg, os lucros totais das empresas listadas no Standard & Poor’s 500 deverão ter aumentado 30% no primeiro trimestre face ao período homólogo de 2009.


Fonte: Jornal de Negócios

Eleições no Sudão

Mulheres do Sudão recebem instruções sobre os procedimentos para votar no terceiro dia das eleições, em Oum Dom, próximo de Cartum.




Foto@EPA/Mike Nelson

Lehman escondeu investimentos de risco

O Lehman Brothers utilizou uma pequena empresa para esconder milhares de milhões de dólares de investimentos arriscados antes da crise financeira que levou o banco ao colapso em Setembro de 2008.

De acordo com o “The New York Times”, a empresa de investimentos, Hudson Castle, “funcionava como uma passagem secreta que possibilitou a transferência de milhares de milhões de dólares que circulavam através do Lehman Brothers”.

Anos antes do colapso financeiro do banco, a Hudson Castle era como o “alter ego” do Lehman Brothers, segundo afirmou um funcionário do banco. A empresa de investimentos teve um papel crucial “por trás” do banco, apurou o jornal em entrevistas feitas a empregados e com base em informações a que teve acesso através de um documento interno do banco.

Esta relação entre o banco e a empresa suscita novas questões sobre a verdadeira situação financeira em que o banco se encontrava antes de se declarar em falência.

A Hudson Castle aparecia como uma empresa independente que “mantinha profundos laços com o Lehman. Durante anos, o seu conselho de administração foi controlado pelo Lehman, que detinha 25% da empresa”, referiu o funcionário.

“Entidades como a Hudson Castle fazem parte de um vasto sistema financeiro que opera na ‘sombra’ de Wall Street e longe dos reguladores bancários. São estas entidades que permitem aos bancos trocar investimentos por dinheiro, de modo a financiarem as suas operações e, por vezes, a manipularem as suas finanças para que elas aparentem estar em melhor situação do que realmente estão”, explica o NYT.

Os críticos dizem que estes acordos ajudaram o Lehman e outros bancos a transferirem temporariamente a sua exposição aos investimentos de risco associados aos empréstimos “subprime” e imobiliário comercial.

A Securities and Exchange Commission (SEC), autoridade reguladora do mercado de capitais dos EUA, está a investigar as diversas técnicas de empréstimo utilizadas por cerca de 20 empresas financeiras e uma comissão parlamentar pondera analisar detalhadamente no próximo mês de Maio as causas que levaram o Lehman Brothers e o Bear Stearns a entrar em crise, afirmaram ao “The New York Times” duas pessoas familiarizadas com os planos da comissão parlamentar.

Fonte: Jornal de Negócios

Natação - Open de França: Diana Gomes vence final B

A vitória de Diana Gomes na final B do Open de França, que se disputa em Saint-Raphael até domingo, foi o melhor resultado dos nadadores portugueses no primeiro dia da competição.

Diana Gomes venceu a final B dos 50 metros bruços com a marca de 33.23 segundos, enquanto Sara Oliveira terminou em 28.36, que correspondeu ao 4.º lugar na final B, e Jorge Maia classificou-se na 8.ª posição (4:02.72) na final B dos 400 metros livres.

Já Adriano Niz competiu nas meias-finais dos 100 metros costas e acabou em 13.º, com o tempo de 57.59 s.

Nas eliminatórias realizadas de manhã, Simão Morgado classificou-se no 6.º lugar nos 50 metros mariposa, com 24.63 s, mas não nadou a final A, por ser o terceiro nadador estrangeiro apurado.

Nas eliminatórias dos 400 livres nadaram mais dois portugueses: César Faria, que ficou em 17.º (3:59.90), e Fábio Pereira, em 20.º (4:02.82). Nenhum conseguiu o apuramento.

O Open de França é a prova selectiva para o Europeu de Budapeste, motivo pelo qual os regulamentos apenas permitem a participação de um nadador estrangeiro nas finais e dois nadadores nas meias-finais. No caso das provas com finais A e B apenas pode participar um nadador estrangeiro. Nas provas de 100 e 200 metros livres não pode haver nadadores estrangeiros na final e apenas um na meia-final, devido à qualificação dos nadadores franceses para as estafetas.


Fonte: O Jogo

Ténis: Derrota de Neuza Silva colocou um ponto final na participação lusa em Joanesburgo

A tenista Portuguesa Neuza Silva, número 202 do ranking mundial, foi eliminada hoje na primeira ronda do torneio de Joanesburgo pela luxemburguesa Mandy Minella, 179ª, pelos parciais de 7-5 e 6-3.

Com esta derrota, a participação lusa na prova sul-africana terminou, já que ontem, Magali de Lattre também tinha perdido na última ronda da fase de qualificação.

Real Valladolid vs Sevilla - Online

O jogo entre as equipas Espanholas do Real Valladolid e o Sevilla, pode ser visto Online, para isso, siga o link abaixo indicado.

Transmissão agendada para as 19:00 (Hora Portuguesa)

Link: Real Valladolid vs Sevilla

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sky cobra posicionamento da Anatel para banda larga móvel

A Sky, operadora de TV por assinatura via satélite, cobrou da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) uma definição em relação à regras para uso de faixa de frequência que permita maior concorrência no mercado de banda larga sem fio.

A empresa pretende oferecer o serviço por meio da tecnologia Wimax, mas para isso depende que a agência reguladora defina qual a faixa de frequência para esse serviço, quais as regras e certifique os equipamentos.

A discussão sobre o uso da faixa de frequência de 2,5 GHz (gigahertz) para acesso a banda larga sem fio se arrasta há vários anos na agência reguladora. Agora, acontece em meio às discussões do governo sobre um plano nacional para massificar o acesso a internet em alta velocidade.

Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, a Anatel não comentou.

"O consumidor hoje quer uma oferta combinada de serviços. Há uma demanda crescente e queremos um produto complementar à TV por assinatura", disse Roger Haick, diretor da Sky. "A Sky tem interesse em participar desse mercado, que é muito concentrado", afirmou o executivo. "Estamos com a tecnologia pronta para começar", disse.

A operadora realizou testes em Brasília com a tecnologia Wimax e apresentou o resultado para jornalistas e políticos.

A demora da Anatel em regulamentar o uso da faixa e em certificar equipamentos está inserida no contexto da disputa entre as operadoras de TV por assinatura que não usam cabo (como a Sky) e as empresas de telefonia móvel por mais espaço no espectro de faixas de frequência. Quem tiver mais espaço tem condições de oferecer mais serviços a mais clientes, como acesso a internet em alta velocidade.

De acordo com Carlos André Albuquerque, presidente da Neotec, entidade que reúne os operadores de TV por assinatura por meio de MMDS (micro-ondas), a atitude da Anatel, de não tomar decisão sobre o assunto, apenas fortalece a situação as operadoras de telefonia celular, únicas empresas que conseguem fornecer acesso a internet em banda larga sem fio. "É um risco concentrar o poder de uso do espectro em um serviço só", disse o executivo.


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Chimpanzés reconhecem injustiças contra colegas, mostra estudo

Chimpanzés reconhecem injustiças mesmo quando não dizem respeito a eles mesmos. Esta percepção em relação aos outros pode ser uma forma rudimentar da justiça social que caracteriza as sociedades humanas.

Em estudos anteriores, diversos primatas de grande e pequeno porte --e até cães-- responderam mal ao receberem recompensas menores para a mesma tarefa que deu a outros prêmios melhores. Mas nenhum desses animais aparentemente reconheceu injustiças em relação a outros.

Sarah Brosnan, primatologista da Universidade de Geórgia, em Atlanta (EUA), e seus colegas treinaram chimpanzés em cativeiro para trocar fichas por petiscos. Depois, avaliaram como pares do mesmo sexo reagiam a diversos níveis de compensação.

Como esperado, os primatas tenderam mais a rejeitar uma cenoura sem graça quando seu parceiro ganhava uma deliciosa uva pela mesma ficha. E, surpreendentemente, eles também se mostraram mais inclinados a rejeitar a uva se seus parceiros ganhavam apenas uma cenoura.

Nos experimentos anteriores, outros grupos de chimpanzés não se mostraram sensíveis a injustiças contra outros indivíduos. É possível que os animais do estudo de Brosnan tenham rejeitados as uvas em parte devido à proximidade física dos menos afortunados --ou seja, por temerem algum tipo de retaliação--, sugerem os pesquisadores.


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Novos testes podem confirmar eficácia de vacina contra câncer de pele

Cientistas dos Estados Unidos estão iniciando novos testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de câncer de pele.

Os especialistas do centro médico da Rush University, em Chicago, já realizaram duas fases de testes com a vacina, chamada OncoVex.

Na segunda fase, dos 50 pacientes submetidos ao tratamento, oito se recuperaram completamente do câncer, enquanto outros quatro tiveram uma reação positiva parcial e puderam se curar com uma cirurgia.

Pacientes com estágios avançados do câncer de pele costumam ter um prognóstico ruim de sobrevivência. Por isso, tal resultado foi considerado bom pelos cientistas.

"Atualmente existem poucas alternativas de tratamento para pacientes com melanoma avançado, nenhuma delas satisfatórias. Por isso oncologistas ficaram muito animados com os resultados obtidos", disse Howard Kaufman, diretor do programa de câncer da Rush University e chefe da equipe que realiza os testes.

Descoberta acidental

Cientistas descobriram que a OncoVex tinha efeito sobre tecido canceroso quando a vacina foi acidentalmente aplicada em uma amostra de células de tumor.

A vacina inclui um vírus que foi modificado e convertido em um agente que atinge essas células sem afetar células saudáveis.

A droga também possui agentes biológicos que ajudariam a resposta do sistema imunológico ao melanoma.

Segundo, a Rush University, a vacina é injetada diretamente nas lesões.

"O que nos surpreendeu e incentivou foi o fato de a vacina ter funcionado não somente nas células injetadas, mas também em lesões em outras partes do corpo que não poderíamos alcançar", afirmou Kaufman.

"A vacina gerou uma resposta imunológica que circulou pela corrente sanguínea até locais remotos."

A terceira fase dos testes deve envolver 430 pacientes em todos os Estados Unidos. Cada um vai receber uma injeção nos tumores a cada duas semanas por até 24 sessões, e será acompanhado por dois anos.

O melanoma é o tipo mais raro, mas mais letal de câncer de pele, por causa da alta possibilidade de metástase.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer brasileiro, em 2008 houve uma média de aproximadamente 6.000 novos casos, entre homens e mulheres.


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