A Microsoft lançou o programa Fix It Center, criado para que o usuário atue como técnico de seu computador pessoal, localizando e corrigindo problemas que as máquinas possam ter.
Uma versão de testes do programa gratuito está disponível na internet em fixitcenter.support.microsoft.com e promete "ferramentas que ajudem a solucionar os problemas de agora e prevenir os novos".
O Fix It Center escaneia os computadores para diagnosticar e reparar seus problemas, garantiu a companhia.
Na semana passada, a Microsoft anunciou um pacote com 11 atualizações para solucionar 25 falhas relativas aos programas da companhia na terça-feira (13). Cinco das 11 têm caráter urgente.
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terça-feira, 20 de abril de 2010
Médico é investigado por extrair testículo de paciente por engano
Um médico jordaniano que trabalhava temporariamente em um hospital no norte da Inglaterra está sob investigação por haver removido um dos testículos de um paciente em vez de retirar um pequeno cisto que estava no órgão.
O doutor Sulieman Ahmad Sulieman Al Hourani, formado pela Universidade de Ciência e Tecnologia da Jordânia, também é acusado de roubar remédios do Fairfield General Hospital, na cidade de Bury, nas imediações de Manchester.
Leia mais na BBC Brasil
O doutor Sulieman Ahmad Sulieman Al Hourani, formado pela Universidade de Ciência e Tecnologia da Jordânia, também é acusado de roubar remédios do Fairfield General Hospital, na cidade de Bury, nas imediações de Manchester.
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Energias renováveis vão satisfazer 100% das necessidades da Europa em 2050
Em 2050, todas as necessidades energéticas da Europa podem ser satisfeitas pelas energias renováveis e o vento pode, só por si, colmatar 50% dessa procura. A conclusão é da Associação Europeia da Energia Eólica (EWEA), que está a realizar uma conferência em Varsóvia.
“O potencial existe e a indústria está preparada para isso. A única coisa que temos de fazer é manter as actuais taxas de crescimento [da energia eólica] em terra e no mar”, comentou o presidente executivo da EWEA, Christian Kjaer, citado pela Dow Jones Newswire. “As outras energias renováveis podem ‘facilmente’ satisfazer a outra metade das necessidades energéticas da Europa em 2050”, salientou o mesmo responsável.
“Realisticamente, o vento pode fornecer 50% da oferta de energia em 2050 se forem feitas as necessárias alterações nas infraestruturas e nos mercados”, declarou Kjaer, citado pelo “Renewable Energy World”.
Para Arthouros Zervos, presidente da EWEA e presidente do Conselho Europeu para as Energias Renováveis, “os potenciais benefícios de um futuro baseado na energia renovável são múltiplos: mitigar as alterações climáticas, garantir a segurança energética e criar postos de trabalho sustentáveis, orientados para o futuro”.
Zervos salientou que 2050 poderá parecer ainda muito distante, mas que as decisões que forem tomadas hoje terão um grande impacto no nosso fornecimento de energia dentro de 40 anos.
Segundo a EWEA, capacidade eólica instalada na União Europeia em finais de 2009 produzirá, num ano normal, 163 terawatts/hora de electricidade, colmatando assim 4,8% da procura de energia na UE.
De acordo com os dados da Associação Europeia da Energia Eólica, foi adicionada uma capacidade em energia eólica “offshore” de 577 MW no ano passado, que foi conectada
à rede europeia. Trata-se de um aumento de 54% face aos 373 MW acrescentados em 2008 e eleva o total para 2.056 MW. A capacidade extra de 577 MW de 2009 foi instalada em oito novos parques eólicos no mar, constituídos por 199 turbinas eólicas, refere a “EvWind” citando os dados da EWEA.
Para 2010, a EWEA espera a conclusão de mais 10 parques eólicos “offshore” na Europa, que adicionarão 1.000 MW à capacidade instalada – o que corresponderá a um crescimento de 75% face a 2009.
A Europa é líder mundial em parques éolicos “offshore”, com 828 turbinas eólicas e uma capacidade acumulada de 2.056 MW em 38 parques eólicos existentes em nove países europeus.
Confiança da Coroa Inglesa na EDP Renováveis
A EWEA salienta que, em inícios de Janeiro deste ano, foi dado mais um grande passo pelo Reino Unido, quando o governo deu luz verde ao desenvolvimento de parques eólicos no mar com uma capacidade de 32 GW (que é 15 vezes maior do que a actual capacidade eólica “offshore” da Europa).
Um dos principais desenvolvimentos no Reino Unido está no parque eólico de Moray Firth, na Escócia, cuja construção foi atribuída à EDP Renováveis em consórcio com a SeaEnergy, sublinha a “ProactiveInvestors”.
Actualmente, estão a ser construídos 17 parques eólicos “offshore” no Velho Continente, totalizando mais de 3.500 MW. Oito deles estão a ser construídos em águas britânicas. Além disso, há mais 52 parques eólicos no mar que obtiveram autorização para serem desenvolvidos em águas europeias, totalizando mais de 16.000 MW – estando mais de metade dessa capacidade planeada para a Alemanha, salienta o “EvWind”, citando os dados da EWEA.
Em suma, mais de 100 GW de projectos estão actualmente em várias etapas de planeamento e poderão fornecer energia suficiente para atender a 10% da procura de electricidade na Europa.
Visite a fonte da informação clicando aqui
“O potencial existe e a indústria está preparada para isso. A única coisa que temos de fazer é manter as actuais taxas de crescimento [da energia eólica] em terra e no mar”, comentou o presidente executivo da EWEA, Christian Kjaer, citado pela Dow Jones Newswire. “As outras energias renováveis podem ‘facilmente’ satisfazer a outra metade das necessidades energéticas da Europa em 2050”, salientou o mesmo responsável.
“Realisticamente, o vento pode fornecer 50% da oferta de energia em 2050 se forem feitas as necessárias alterações nas infraestruturas e nos mercados”, declarou Kjaer, citado pelo “Renewable Energy World”.
Para Arthouros Zervos, presidente da EWEA e presidente do Conselho Europeu para as Energias Renováveis, “os potenciais benefícios de um futuro baseado na energia renovável são múltiplos: mitigar as alterações climáticas, garantir a segurança energética e criar postos de trabalho sustentáveis, orientados para o futuro”.
Zervos salientou que 2050 poderá parecer ainda muito distante, mas que as decisões que forem tomadas hoje terão um grande impacto no nosso fornecimento de energia dentro de 40 anos.
Segundo a EWEA, capacidade eólica instalada na União Europeia em finais de 2009 produzirá, num ano normal, 163 terawatts/hora de electricidade, colmatando assim 4,8% da procura de energia na UE.
De acordo com os dados da Associação Europeia da Energia Eólica, foi adicionada uma capacidade em energia eólica “offshore” de 577 MW no ano passado, que foi conectada
à rede europeia. Trata-se de um aumento de 54% face aos 373 MW acrescentados em 2008 e eleva o total para 2.056 MW. A capacidade extra de 577 MW de 2009 foi instalada em oito novos parques eólicos no mar, constituídos por 199 turbinas eólicas, refere a “EvWind” citando os dados da EWEA.
Para 2010, a EWEA espera a conclusão de mais 10 parques eólicos “offshore” na Europa, que adicionarão 1.000 MW à capacidade instalada – o que corresponderá a um crescimento de 75% face a 2009.
A Europa é líder mundial em parques éolicos “offshore”, com 828 turbinas eólicas e uma capacidade acumulada de 2.056 MW em 38 parques eólicos existentes em nove países europeus.
Confiança da Coroa Inglesa na EDP Renováveis
A EWEA salienta que, em inícios de Janeiro deste ano, foi dado mais um grande passo pelo Reino Unido, quando o governo deu luz verde ao desenvolvimento de parques eólicos no mar com uma capacidade de 32 GW (que é 15 vezes maior do que a actual capacidade eólica “offshore” da Europa).
Um dos principais desenvolvimentos no Reino Unido está no parque eólico de Moray Firth, na Escócia, cuja construção foi atribuída à EDP Renováveis em consórcio com a SeaEnergy, sublinha a “ProactiveInvestors”.
Actualmente, estão a ser construídos 17 parques eólicos “offshore” no Velho Continente, totalizando mais de 3.500 MW. Oito deles estão a ser construídos em águas britânicas. Além disso, há mais 52 parques eólicos no mar que obtiveram autorização para serem desenvolvidos em águas europeias, totalizando mais de 16.000 MW – estando mais de metade dessa capacidade planeada para a Alemanha, salienta o “EvWind”, citando os dados da EWEA.
Em suma, mais de 100 GW de projectos estão actualmente em várias etapas de planeamento e poderão fornecer energia suficiente para atender a 10% da procura de electricidade na Europa.
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Galp dispara 3,5% e leva bolsa nacional a valorizar quase 1,5%
A bolsa nacional encerrou a subir, num dia em que a Galp Energia disparou 3,5%, a beneficiar de uma nota de análise e da subida dos preços do petróleo. O PSI-20 subiu 1,43%, acompanhando a evolução dos congéneres europeus.
O PSI-20 avançou para 8.139,96 pontos, com 18 acções em alta e duas em queda. Os principais congéneres europeus também valorizaram, animados pela emissão de dívida por parte da Grécia, com o país a conseguir colocar no mercado dívida com um juro inferior ao esperado e que registou uma procura quatro vezes superior à oferta.
Os principais índices europeus estão a beneficiar também da notícia de que a Securities and Exchange Committee (SEC) teve de recorrer a um voto de desempate para tomar a decisão de processar o Goldman Sachs. Os investidores estão agora mais focados nos resultados animadores do banco de investimento.
A Galp Energia subiu hoje 3,45% para 13,33 euros, no dia em que o Goldman Sachs aumentou o preço-alvo da petrolífera de 14,80 euros para 16,40 euros, sendo a recomendação “neutral”.
A contribuir para a evolução da bolsa esteve também a Portugal Telecom, que avançou 1,33% para 8,325 euros, num dia em que o “Financial Times” noticiou que nas próximas semanas, o grupo espanhol deverá manter conversações com a PT para uma maior integração entre as operadoras brasileiras Telesp e Vivo.
A banca também se destacou, beneficiando dos desenvolvimentos na Grécia, que acabam por colocar menos pressão nos juros. O BCP subiu 1,61% para 0,819 euros, o BPI cresceu 1,80% para 1,92 euros e o BES ganhou 0,26% para 3,90 euros.
A travar maiores ganhos esteve a Mota-Engil, ao ceder 0,54% para 3,157 euros, num dia em que o Negócios noticiou que o Ministério Público avançou com uma acção no Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa contra a Administração do Porto de Lisboa e a Liscont, que pertence à Mota-Engil através da Tertir.
A Sonaecom foi a outra cotada do PSI-20 a descer 0,45% para 1,548 euros, contrariando assim a tendência de ganhos que se verificou na generalidade das cotadas.
No sector da energia, a EDP subiu 0,99% para 2,971 euros e a EDP Renováveis cresceu 1,05% para 5,75 euros.
Fonte: Jornal de Negócios
O PSI-20 avançou para 8.139,96 pontos, com 18 acções em alta e duas em queda. Os principais congéneres europeus também valorizaram, animados pela emissão de dívida por parte da Grécia, com o país a conseguir colocar no mercado dívida com um juro inferior ao esperado e que registou uma procura quatro vezes superior à oferta.
Os principais índices europeus estão a beneficiar também da notícia de que a Securities and Exchange Committee (SEC) teve de recorrer a um voto de desempate para tomar a decisão de processar o Goldman Sachs. Os investidores estão agora mais focados nos resultados animadores do banco de investimento.
A Galp Energia subiu hoje 3,45% para 13,33 euros, no dia em que o Goldman Sachs aumentou o preço-alvo da petrolífera de 14,80 euros para 16,40 euros, sendo a recomendação “neutral”.
A contribuir para a evolução da bolsa esteve também a Portugal Telecom, que avançou 1,33% para 8,325 euros, num dia em que o “Financial Times” noticiou que nas próximas semanas, o grupo espanhol deverá manter conversações com a PT para uma maior integração entre as operadoras brasileiras Telesp e Vivo.
A banca também se destacou, beneficiando dos desenvolvimentos na Grécia, que acabam por colocar menos pressão nos juros. O BCP subiu 1,61% para 0,819 euros, o BPI cresceu 1,80% para 1,92 euros e o BES ganhou 0,26% para 3,90 euros.
A travar maiores ganhos esteve a Mota-Engil, ao ceder 0,54% para 3,157 euros, num dia em que o Negócios noticiou que o Ministério Público avançou com uma acção no Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa contra a Administração do Porto de Lisboa e a Liscont, que pertence à Mota-Engil através da Tertir.
A Sonaecom foi a outra cotada do PSI-20 a descer 0,45% para 1,548 euros, contrariando assim a tendência de ganhos que se verificou na generalidade das cotadas.
No sector da energia, a EDP subiu 0,99% para 2,971 euros e a EDP Renováveis cresceu 1,05% para 5,75 euros.
Fonte: Jornal de Negócios
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Browser permite navegação na TV
Tem gente que não consegue ficar no monitor de 14 polegadas, ainda mais se for para assistir a um vídeo. Para estas pessoas, uma boa notícia. Há pouco mais de 2 meses foi lançado, com o apoio do Mozilla, o browser Kylo, criado especialmente para as telas de televisão.
Mas ao contrário de um navegador para o computador, no Kylo não é preciso digitar nada porque aparece um teclado virtual para clicar o endereço com um "controle remoto" específico para o programa. A Hillcrest Labs, empresa desenvolvedora do browser, fez um mouse que funciona no ar para ser usado com o Kylo. Batizado por Loop, o mouse lembra uma pulseira e apresenta um scrool e um botão.
No Kylo aparece mais de 128 opções de sites dividos em categorias como Movies, Music, Sport, News, Games, etc. Existe na parte de baixo uma barra de ferramentas com espaço para digitação de um site, além de um botão de busca e de favoritos.
O risco de imcompatibilidade com websites é mínimo mas existe. De acordo com o site MacWorld, o Hulu (site onde está hospedado canais de TV dos Estados Unidos), por exemplo, não funciona lá.
No Youtube você encontra uma demonstração do browser (veja aqui). O download é gratuito mas o mouse custa $99. Agora sim o episódio de Lost, que você via no monitor do seu pequeno computador, ficará bem mais emocionante.
Faça uma visita à fonte da informação
Fonte: AdNews
Mas ao contrário de um navegador para o computador, no Kylo não é preciso digitar nada porque aparece um teclado virtual para clicar o endereço com um "controle remoto" específico para o programa. A Hillcrest Labs, empresa desenvolvedora do browser, fez um mouse que funciona no ar para ser usado com o Kylo. Batizado por Loop, o mouse lembra uma pulseira e apresenta um scrool e um botão.
No Kylo aparece mais de 128 opções de sites dividos em categorias como Movies, Music, Sport, News, Games, etc. Existe na parte de baixo uma barra de ferramentas com espaço para digitação de um site, além de um botão de busca e de favoritos.
O risco de imcompatibilidade com websites é mínimo mas existe. De acordo com o site MacWorld, o Hulu (site onde está hospedado canais de TV dos Estados Unidos), por exemplo, não funciona lá.
No Youtube você encontra uma demonstração do browser (veja aqui). O download é gratuito mas o mouse custa $99. Agora sim o episódio de Lost, que você via no monitor do seu pequeno computador, ficará bem mais emocionante.
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Fonte: AdNews
Microsoft anuncia lançamento do Office 2010 para 12 de maio
A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (19) que o Office 2010 está pronto e será lançado no dia 12 de maio, durante evento em Nova York.
De acordo com o post publicado no blog oficial da companhia, assinado pelo vice-presidente Takeshi Numoto, mais de 5 mil clientes e parceiros de todo o mundo testaram o produto, além dos mais 7,5 milhões de downloads efetuados da versão beta, liberada em novembro de 2009.
Os clientes corporativos terão acesso à versão no dia 12 de maio. Nas lojas dos Estados Unidos, a previsão é para junho – os produtos já estão em pré-venda no site americano. O pacote para usuário doméstico, com Word, Excel, PowerPoint e OneNote, custará US$ 149,99. A versão profissional, com mais Outlook, Publisher e Access e sairá por US$ 499,99.
Visite a fonte da informação aqui
De acordo com o post publicado no blog oficial da companhia, assinado pelo vice-presidente Takeshi Numoto, mais de 5 mil clientes e parceiros de todo o mundo testaram o produto, além dos mais 7,5 milhões de downloads efetuados da versão beta, liberada em novembro de 2009.
Os clientes corporativos terão acesso à versão no dia 12 de maio. Nas lojas dos Estados Unidos, a previsão é para junho – os produtos já estão em pré-venda no site americano. O pacote para usuário doméstico, com Word, Excel, PowerPoint e OneNote, custará US$ 149,99. A versão profissional, com mais Outlook, Publisher e Access e sairá por US$ 499,99.
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Processadores Core i5-680 e Pentium E5500 já estão disponíveis
A Intel acabou de actualizar a sua linha de processadores ao lançar hoje o Core i5-680, bem como o Pentium E5500.
Assim, o dual-core Core i5-680 custa cerca de US$ 300, é compatível com o socket LGA1156, possuindo clock de 3,60GHz, 4 threads, cache L3 de 4MB, chip gráfico integrado e TDP de 73W.
Por sua vez, o Pentium E5500 é compatível com o socket LGA775 e contém clock de 2,80GHz, 2 threads, cache L2 de 2MB e FSB de 800MHz e deve ser vendido por cerca de US$ 80.
Ambos já estão disponíveis nos EUA.
Assim, o dual-core Core i5-680 custa cerca de US$ 300, é compatível com o socket LGA1156, possuindo clock de 3,60GHz, 4 threads, cache L3 de 4MB, chip gráfico integrado e TDP de 73W.
Por sua vez, o Pentium E5500 é compatível com o socket LGA775 e contém clock de 2,80GHz, 2 threads, cache L2 de 2MB e FSB de 800MHz e deve ser vendido por cerca de US$ 80.
Ambos já estão disponíveis nos EUA.
AVG Internet Security v9.0.814a2810
Se você tem o AVG como o seu protector favorito, então este post/ vai inteirinho pa si, pois a AVG Technologies acabou de lançar uma nova versão do AVG Internet Security. Esta nova versão, combina antivírus, firewall, anti-spam, detector de rootkits e spyware e ferramentas para optimização do sistema em um só produto.
Download: AVG Internet Security v9.0.814a2810
Download: AVG Internet Security v9.0.814a2810
Norton Antivírus e Internet Security 2011 Beta disponibilizados pela Symantec
Se você quiser, já pode aceder às versões de teste do Norton Antivírus 2011 e do Norton Internet Security 2011, produto este, disponibilizado hoje pela Symantec.
O Norton Antivírus 2011 Beta inclui alguns recursos como o Norton Download Insight, que vai ajudar o usuário a fazer o download bem como o compartilhamento de arquivos de forma mais segura. Na versão 2011, o Norton Download Insight inclui ainda suporte os usuários que prefiram o Chrome ou o Opera, suportando ainda diversos clientes de e-mail, mensagens instantâneas, bem como de redes P2P.
Download: Norton AntiVirus 2011 Beta
Download: Norton Internet Security 2011 Beta
O Norton Antivírus 2011 Beta inclui alguns recursos como o Norton Download Insight, que vai ajudar o usuário a fazer o download bem como o compartilhamento de arquivos de forma mais segura. Na versão 2011, o Norton Download Insight inclui ainda suporte os usuários que prefiram o Chrome ou o Opera, suportando ainda diversos clientes de e-mail, mensagens instantâneas, bem como de redes P2P.
Download: Norton AntiVirus 2011 Beta
Download: Norton Internet Security 2011 Beta
Crise orçamental: Reino Unido pode seguir-se à Grécia
Há quem diga que a Grécia é um caso de excepção. Que como não conseguiu sanear as suas finanças públicas, precisa agora de inundar o mercado com obrigações do tesouro para financiar o seu excessivo défice orçamental. Mas há muitas vozes que apontam outros nomes no mapa como sendo os sucessores de Atenas. As opiniões dividem-se.
Portugal, Espanha, Irlanda, Reino Unido, Hungria... e vários outros países têm sido identificados como potenciais seguidores da Grécia no pódio das dificuldades. Com efeito, “quem será o próximo?” é uma das perguntas mais ouvidas nos últimos tempos e que é de imediato associada ao país que poderá seguir-se à Grécia no aperto das contas públicas e na eventual necessidade de um resgate.
E hoje, além da Hungria e Portugal (que Stiglitz diz que pode ser o próximo Lehman Brothers), também o Reino Unido esteve sob as luzes dos holofotes.
O “The Guardian” publica hoje um trabalho sobre as dificuldades com que o Reino Unido – às portas de eleições – se depara actualmente. E além das medidas que poderão, ou não, ser adoptadas depois de conhecida a composição do Parlamento, já em inícios de Maio, são também salientadas questões como a possibilidade de o país enfrentar um longo período de retoma lenta ou de ser... a próxima Grécia.
Esta não é a primeira vez que se fala na possibilidade de os britânicos serem quem está actualmente na pior situação depois de Atenas. Ainda na semana passada, Pierre-Olivier Beffy, do Exane BNP, disse que o Reino Unido poderá ser “a próxima preocupação do mercado”.
“A situação britânica é pior do que a de Portugal, Espanha ou Itália. O défice orçamental no Reino Unido está nos 11,8% do PIB – quase tão elevado como os 12,9% da Grécia”, sublinhou Beffy, citado pelo “London Evening Standard”.
Economia britânica repleta de incertezas
As incertezas em torno das perspectivas para a economia britânica são passadas a pente fino num estudo publicado este mês por Bill Martin, do Centre for Business Research da Universidade de Cambridge, e citadas hoje pelo “The Guardian”.
O estudo, intitulado “Reequilibrar a economia britânica”, analisa o desempenho da economia do Reino Unido entre 1995 e 2010 e traça dois cenários possíveis. No primeiro, tudo irá correr bem: o país sairá rapidamente da recessão, com as exportações a beneficiarem da desvalorização de cerca de 30% da libra esterlina desde 2007. Além disso, as subidas modestas dos preços das acções e das casas, bem como a crise da banca em processo de dissipação, contribuirão para sustentar este panorama.
Mas há um outro cenário bem menos cor-de-rosa, que realça as fraquezas do lado da oferta, incluindo a falta de crédito, o que impedirá que o Reino Unido aproveite o facto de ter uma moeda mais barata. Neste cenário apresentado por Bill Martin e divulgado pelo “The Guardian”, a economia britânica crescerá apenas a uma média de 0,9% e o défice orçamental manter-se-á nos 11% do PIB em 2014.
Grécia não é assim tão diferente...
E o jornal britânico cita uma outra voz preocupada: a de Dylan Grice, estratega do Société Générale. De acordo com uma nota de análise de Grice, nenhum governo calculou ainda o verdadeiro custo do fornecimento de cuidados de saúde e do pagamento de pensões a uma população em envelhecimento, ou sabe qual o encargo para as futuras gerações das parcerias público-privadas.
Segundo Grice, a maturidade da dívida grega é tanto um problema como o é esta questão para outros países ocidentais. Além disso, está previsto que o défice orçamental da Grécia em 2010 seja inferior ao dos EUA, Irlanda ou Reino Unido, por exemplo.
Apesar de o Reino Unido beneficiar de uma longa maturidade para a sua dívida, o que elimina parte das pressões de curto prazo que se colocam às obrigações governamentais, o certo é que o seu défice orçamental é muito elevado e a economia está bastante desequilibrada, num contexto de um sistema financeiro disfuncional, salienta o estratega, citado pelo “The Guardian”.
Mas a verdade é que o pressuposto de que os EUA, Japão e Reino Unido são demasiado grandes para irem abaixo pode... ir por água abaixo. “Se pode acontecer na Grécia, também pode acontecer em qualquer outro lugar, pois a Grécia não é um país assim tão diferente dos restantes”, advertiu Dylan Grice na sua análise.
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Portugal, Espanha, Irlanda, Reino Unido, Hungria... e vários outros países têm sido identificados como potenciais seguidores da Grécia no pódio das dificuldades. Com efeito, “quem será o próximo?” é uma das perguntas mais ouvidas nos últimos tempos e que é de imediato associada ao país que poderá seguir-se à Grécia no aperto das contas públicas e na eventual necessidade de um resgate.
E hoje, além da Hungria e Portugal (que Stiglitz diz que pode ser o próximo Lehman Brothers), também o Reino Unido esteve sob as luzes dos holofotes.
O “The Guardian” publica hoje um trabalho sobre as dificuldades com que o Reino Unido – às portas de eleições – se depara actualmente. E além das medidas que poderão, ou não, ser adoptadas depois de conhecida a composição do Parlamento, já em inícios de Maio, são também salientadas questões como a possibilidade de o país enfrentar um longo período de retoma lenta ou de ser... a próxima Grécia.
Esta não é a primeira vez que se fala na possibilidade de os britânicos serem quem está actualmente na pior situação depois de Atenas. Ainda na semana passada, Pierre-Olivier Beffy, do Exane BNP, disse que o Reino Unido poderá ser “a próxima preocupação do mercado”.
“A situação britânica é pior do que a de Portugal, Espanha ou Itália. O défice orçamental no Reino Unido está nos 11,8% do PIB – quase tão elevado como os 12,9% da Grécia”, sublinhou Beffy, citado pelo “London Evening Standard”.
Economia britânica repleta de incertezas
As incertezas em torno das perspectivas para a economia britânica são passadas a pente fino num estudo publicado este mês por Bill Martin, do Centre for Business Research da Universidade de Cambridge, e citadas hoje pelo “The Guardian”.
O estudo, intitulado “Reequilibrar a economia britânica”, analisa o desempenho da economia do Reino Unido entre 1995 e 2010 e traça dois cenários possíveis. No primeiro, tudo irá correr bem: o país sairá rapidamente da recessão, com as exportações a beneficiarem da desvalorização de cerca de 30% da libra esterlina desde 2007. Além disso, as subidas modestas dos preços das acções e das casas, bem como a crise da banca em processo de dissipação, contribuirão para sustentar este panorama.
Mas há um outro cenário bem menos cor-de-rosa, que realça as fraquezas do lado da oferta, incluindo a falta de crédito, o que impedirá que o Reino Unido aproveite o facto de ter uma moeda mais barata. Neste cenário apresentado por Bill Martin e divulgado pelo “The Guardian”, a economia britânica crescerá apenas a uma média de 0,9% e o défice orçamental manter-se-á nos 11% do PIB em 2014.
Grécia não é assim tão diferente...
E o jornal britânico cita uma outra voz preocupada: a de Dylan Grice, estratega do Société Générale. De acordo com uma nota de análise de Grice, nenhum governo calculou ainda o verdadeiro custo do fornecimento de cuidados de saúde e do pagamento de pensões a uma população em envelhecimento, ou sabe qual o encargo para as futuras gerações das parcerias público-privadas.
Segundo Grice, a maturidade da dívida grega é tanto um problema como o é esta questão para outros países ocidentais. Além disso, está previsto que o défice orçamental da Grécia em 2010 seja inferior ao dos EUA, Irlanda ou Reino Unido, por exemplo.
Apesar de o Reino Unido beneficiar de uma longa maturidade para a sua dívida, o que elimina parte das pressões de curto prazo que se colocam às obrigações governamentais, o certo é que o seu défice orçamental é muito elevado e a economia está bastante desequilibrada, num contexto de um sistema financeiro disfuncional, salienta o estratega, citado pelo “The Guardian”.
Mas a verdade é que o pressuposto de que os EUA, Japão e Reino Unido são demasiado grandes para irem abaixo pode... ir por água abaixo. “Se pode acontecer na Grécia, também pode acontecer em qualquer outro lugar, pois a Grécia não é um país assim tão diferente dos restantes”, advertiu Dylan Grice na sua análise.
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