O ouro está hoje a negociar num novo máximo histórico. Depois de ontem ter superado pela primeira vez a fasquia dos 1.400 dólares por onça, o metal precioso alcançou um novo recorde, com os investidores a refugiarem-se na matéria-prima à medida que aumentam os receios em relação à dívida pública de vários países europeus.
O ouro está hoje a negociar num novo máximo histórico. Depois de ontem ter superado pela primeira vez a fasquia dos 1.400 dólares por onça, o metal precioso alcançou um novo recorde, com os investidores a refugiarem-se na matéria-prima à medida que aumentam os receios em relação à dívida pública de vários países europeus.
As cotações de ouro para entrega imediata valorizam 0,4% para um máximo de 1.414,85 dólares por onça. Também o contrato para entrega em Dezembro, negociado no Comex, em Nova Iorque, subiu para um recorde de 1.414,60 dólares por onça.
A impulsionar o metal dourado estão os novos receios em torno dos elevados défices de alguns países europeus, com os investidores a procurarem refúgio no ouro.
A Irlanda está a procurar apoio da União Europeia esta semana, para evitar ter que recorrer a um resgate, tal como aconteceu com a Grécia, num momento em que os investidores continuam a castigar a dívida pública do país.
O Citigroup aumentou as suas estimativas para 2011 para o metal precioso, antecipando um aumento dos preços do ouro de cerca de 18% para 1.444 dólares por onça.
O ouro tem estado assim a reafirmar o seu estatuto de valor-refúgio, até mesmo paradoxalmente, pois se há quem esteja a comprar este metal precioso como cobertura contra uma eventual inflação, também há quem esteja a investir nele como segurança perante uma desaceleração do crescimento económico mundial. Isto porque o ouro funciona simultaneamente como uma matéria-prima e como uma moeda.
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