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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Facebook poderá perder 80% dos utilizadores até 2017

Investigadores da universidade norte-americana de Princeton compararam a rede social Facebook a uma doença infecciosa que se espalhou e está agora em vias de desaparecer, podendo perder até 80% dos utilizadores até 2017.
A conclusão é de dois estudantes de doutoramento em engenharia mecânica e aeroespacial daquela universidade e os resultados estão agora abertos a avaliação pelos pares antes de serem oficialmente publicados.

Baseando-se na expansão e posterior desaparecimento do MySpace, precursor do Facebook, John Cannarella e Joshua Spechlere estimam que a rede social mais importante do mundo, que  reuniu mais de 1,1 mil milhões de utilizadores nos seus quase dez anos de existência, dirige-se hoje para uma queda brutal.

"Está provado que as ideias, como as doenças, se propagam de forma infecciosa entre as pessoas, antes de morrerem, e isso foi descrito com sucesso pelos modelos epidemiológicos", escreveram os investigadores.

Os cientistas aplicaram um modelo epidemiológico modificado para descrever a dinâmica dos utilizadores das redes sociais, utilizando dados do Google que são do domínio público.

A conclusão do estudo é que o Facebook, cujas acções alcançaram na terça-feira os 58,51 dólares, alcançou o seu pico em 2012, e deverá agora "conhecer um rápido declínio", corroborando estudos segundo os quais os mais jovens utilizadores da rede social começaram a deixá-la em 2013.

"O Facebook deverá conhecer um declínio rápido nos próximos anos, diminuindo 20% face à sua dimensão máxima até Dezembro de 2014", escrevem os autores do estudo. Segundo os investigadores, a rede social deverá perder "80% da sua base de utilizadores máxima entre 2015 e 2017".

Até agora, a rede parece estar de boa saúde e o aumento do preço das acções do Facebook fez de Sheryl Sandberg, a directora de operações da empresa, uma milionária. Mark Zuckerberg, de 29 anos, criador e presidente da empresa, tem uma fortuna estimada em 19 mil milhões de dólares (cerca de 14 mil milhões de euros).


In' Jornal de Negócios

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