sábado, 21 de novembro de 2009

Adiada votação de proposta que trata como criminoso quem se opor ao homossexualismo

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) decidiu nesta quarta-feira (18) adiar a decisão sobre o substitutivo da senadora Fátima Cleide (PT-RO) a projeto da Câmara dos Deputados, que pune com pena de um a três anos de prisão a discriminação contra pessoa idosa ou com deficiência e ainda em razão da orientação sexual. O acerto foi para que o texto (PLC 122/06) só seja votado depois da realização de audiência pública.

O debate será mais uma tentativa para se chegar a um consenso em torno do conteúdo da proposta, motivo de controvérsia nos últimos dias, tendo sido inclusive objeto de fortes discursos em Plenário. O presidente da CDH, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), concedeu pedido de vista coletiva, para abrir espaço para o debate.

Os críticos do projeto argumentam que, se ele for aprovado, pais e líderes religiosos podem até ser presos por dizer que a homossexualidade é pecado. Na reunião, com grande presença dos membros da comissão, a relatora sustentou que as reações ao projeto levam em conta o texto que saiu da Câmara dos Deputados, e não o seu substitutivo, segundo ela com redação mais simples e objetiva e que atende às diferentes demandas.

A relatora reafirmou, no entanto, a necessidade de medidas para punir condutas que apresentam a intenção explícita, motivada por preconceito, de vitimar pessoas. Segundo ela, essa situação ainda permeia o dia-a-dia de milhões de brasileiros, atingidos em seus direitos básicos, até no direito à vida. Em relação aos homossexuais, ela afirmou que a intolerância é evidente e deixou como saldo, somente no último ano, de 122 assassinatos.

- Se essas vidas não importam, nós poderemos dizer que não existe homofobia no país – declarou a relatora.

Pelo texto do substitutivo, a lei que define e pune atos de preconceito de raça ou de cor (Lei 7.716, de 1989), e que também aborda a intolerância em razão da etnia, religião ou origem, passa a também tratar da discriminação contra pessoa idosa ou com deficiência, por orientação sexual, sexo ou identidade de gênero. Em relação ao projeto da Câmara, houve a inclusão dos idosos e das pessoas com deficiência.

Um dos artigos prevê pena, de um a três anos, para quem impedir, a pessoas desses grupos, o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares ou locais semelhantes abertos ao público. Outro dispositivo fixa a mesma pena a quem impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos e privados abertos ao público entre pessoas desses mesmos grupos.

O dispositivo que mais preocupa os parlamentares opositores ao projeto é o que define pena de até três anos de prisão para quem praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceitos semelhantes. Depois de observar que os livros sagrados de diversos credos condenam o homossexualismo, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) avaliou que, nos termos previstos no projeto, os religiosos estariam impedidos de fazer qualquer menção a isso.

- Eu não posso ensinar o que está na Bíblia a alguém de minha igreja? Serei proibido? O texto diz que o homossexualismo é uma abominação, mas estarei incitando o ódio se fizer tal menção? – indagou Crivella.

Clareza em questão

Já no início da reunião, o senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que o substitutivo havia sido aprovado antes na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) de maneira “inexplicável”, tendo sido colocado em votação sem divulgação e acordo prévio, o que foi negado pela senadora Fátima Cleide. Tanto ele quanto Crivella fizeram questão de assinalar que são contrários à discriminação contra os homossexuais. A discordância seria apenas com relação à falta de clareza da proposta, que daria margem a interpretações e punições exageradas.

- Não adianta tentarem passar o recado de que somos homofóbicos, pois não somos – reagiu Magno Malta.

Serys Slhessarenko (PT-MT) concordou com o novo debate, contanto que depois disso o projeto não permaneça engavetado. Conforme a senadora, o país precisa avançar no combate à intolerância e à violência contra os homossexuais. Na defesa do substitutivo, Patrícia Saboya (PDT-CE) leu artigo assinado pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), em que ele destaca que o Brasil está no quinto lugar no ranking da homofobia, com os mais de cem assassinatos de homossexuais. De acordo com o ministro, os homossexuais pagam impostos, votam, sujeitam-se a normas legais, mas, ainda são “vítimas de preconceitos, discriminações, insultos e chacotas”.

O senador Valter Pereira (PMDB-MS) condenou a discriminação e apontou avanços no substitutivo, mas considerou que ainda há pontos muito subjetivos, que demandam ajustes. Para Mão Santa (PSC-PI), o projeto em exame é desnecessário, pois a Constituição e a legislação penal já oferecem recursos para a defesa jurídica das pessoas que se sintam ofendidas por atos de discriminação.

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Popularidade de Barack Obama nos 49%

Pois è, segundo a última sondagem realizada pelo instituto Gallup, a popularidade de Barack Obama não chega aos 50 por cento!..

Será que este resultado foi ao encontro daquilo que se tem notado na grande dificuldade que Obama está tendo referente à reforma da saúde e ao estado da economia americana?

Começa-se a acreditar que sim!
O sorteio do Concurso nº47/2009 do Euromilhões deu a seguinte chave

5 - 9 - 28 - 43 - 47

As estrelas são 2 e 9

Metade das 110 mil vacinas está por usar

Ao contrário de outros países, em que houve uma corrida às vacinas, os portugueses demoraram a aderir à campanha, reconhece ministra. Até ontem tinham sido vacinados 50 mil.

Metade das 110 mil vacinas que já chegaram a Portugal ainda não foi utilizada. Ao contrário de outros países, em que houve uma corrida às vacinas, os portugueses continuam reticentes e apenas 50 mil foram aos centros de saúde para serem imunizados contra ao H1N1, revelou ontem a ministra da Saúde, Ana Jorge.

Este número é muito inferior ao que o Ministério da Saúde esperava, já que tinha previsto usar 54 mil doses logo nas primeiras duas semanas da campanha de vacinação que começou a 26 de Outubro. Mas a adesão foi pouca, tendo sobrado milhares de vacinas, a que se juntaram mais 50 mil doses que entretanto chegaram a Portugal. De fora destas contas fica o pessoal médico e de enfermagem que se vacinou em hospitais. No entanto, a adesão destes profissionais parece estar aquém do desejado.

Para Libério Bonifácio Ribeiro, antigo presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, a falta de adesão à campanha deve-se a "um problema de comunicação". "A mensagem não passou como era preciso", disse ao DN, acrescentando que o Ministério devia ter começado por vacinar as crianças.

A própria ministra Ana Jorge admitiu que "o número esperado [de vacinados] podia ser maior dado que o número de vacinas que já existe é maior", mas garantiu que a adesão tem vindo a aumentar. Aliás, notou-se que a vacinação das crianças veio dinamizar muito a campanha, acrescenta fonte do Ministério.

O infecciologista Fernando Maltez, por seu, justifica a hesitação dos portugueses com a interiorização de ideias erradas sobre a vacina e a falta de "educação para saúde e prevenção"

Entretanto, a Agência Europeia do Medicamento (EMEA) confirmou ontem que uma dose da vacina Pandemrix, usada em Portugal, é suficiente para proteger jovens a partir dos 10 anos e adultos. Isto significa que os adultos não precisam de ir levar uma segunda dose, como estava previsto, e que Portugal fica com vacinas para seis milhões de pessoas, mais de metade da população.

Com a decisão da EMEA, o ministério pondera ainda alargar a vacinação a jovens adultos, depois dos grupos de risco que já tinham sido identificados, conforme a subdirectora-geral da Saúde, Graça Freitas, tinha dito ao DN na semana passada.

Mas as vacinas que não servem de muito se os portugueses não aproveitarem a oportunidade o mais rapidamente possível, antes do pico da epidemia, alerta o infecciologista Fernando Maltez.

A EMEA revelou ainda que já foram vacinados cinco milhões de europeus e que está a analisar toda a informação sobre o "número muito reduzido" de casos de síndrome de Guillian-Barré e mortes fetais reportadas depois da imunização. Salienta, no entanto, que a informação disponível aponta para que não haja relação entre estes casos e a vacina.

O mesmo disse Ana Jorge sobre os três casos de morte fetal. "Não há nada que nos faça dizer que há uma relação de causa-efeito, além da relação temporal".

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Pamela Diaz



Em que estará pensando Pamela Diaz?

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pamela Diaz


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Ficheiros roubados colocam em causa alarme do aquecimento global

"Climategate"

Mais de mil ficheiros roubados, onde se incluem 1079 emails e 72 documentos trocados ao longo dos últimos 13 anos entre cientistas ligados a um dos principais órgãos britânicos de estudo das alterações climáticas, foram apanhados por "hackers" e estão a ser veiculados por toda a Internet.

Crime cibernáutico, concluímos. Mas há muito mais. Esses documentos e emails privados, cuja veracidade ainda não está totalmente esclarecida, estão a fazer as delícias dos cépticos do aquecimento global antropogénico (AGA). Isto porque há frases atribuídas a cientistas que podem deitar por terra as “teorias” mais alarmistas relacionadas com o aquecimento global.

Numa dessas frases, alegadamente escrita por Phil Jones, responsável pela unidade de estudos climáticos da Universidade de East Anglia (de onde foram roubados os ficheiros), pode ler-se sobre a necessidade de “esconder a descida das temperaturas”.

Em entrevista à revista australiana “Investigate”, Jones disse que não se recorda exactamente do que quereria dizer há 10 anos com aquela expressão, mas que não estava a tentar enganar ninguém. Segundo aquele responsável, o mais provável é que estivesse a falar sobre a forma de acrescentar dados úteis dos últimos anos a dados muito mais antigos.

O certo é que aqueles que não acreditam que seja o Homem o responsável pelo aquecimento global estão já em campo, sobretudo na blogosfera, a gritar “traição”. Há quem considere que tudo isto não passa de uma manobra de desacreditação da comunidade científica que se desdobra em alertas sobre o AGA e que não é coincidência acontecer a apenas 16 dias da Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, que vai decorrer em Copenhaga.

Jones e outros cientistas já reconheceram alguns documentos como autênticos, mas ainda estão todos a ser analisados para se apurar a sua veracidade. Phil Jones referiu não ter chamado a polícia por não saber ainda que ficheiros é que ficaram comprometidos, diz o “Examiner.com”.

“Centenas de emails e documentos privados, alegadamente trocados entre alguns dos principais cientistas do clima de todo o mundo nos últimos 13 anos, foram roubados por ‘hackers’ e disseminados ‘online’. Os ficheiros de computador foram aparentemente acedidos no início desta semana a partir dos servidores da Climate Research Unit da Universidade de East Anglia, um centro mundialmente reconhecido, focalizado no estudo das alterações climáticas naturais e antropogénicas”, relatou o “The Guardian”.

Pelo que a imprensa internacional tem estado a noticiar, terá sido um blogue ‘ambientalista-céptico’ chamado “The Air Vent” que ontem divulgou o material, através de um ficheiro “zippado”, com 61 megabites. O blogue opera a partir de um servidor russo e foi encerrado algumas horas depois, mas nessa altura já a informação estava a ser distribuída por toda a Internet, refere o “Nature News”.

O “The Telegraph” chama a este caso “Climategate” e considera preocupante para os investidores em energia verde, caso a veracidade da informação divulgada seja confirmada. “Se você detém quaisquer acções de empresas ligadas a energias alternativas, deve começar a livrar-se delas imediatamente”, aconselha.


Fonte: Jornal de Negócios

Quer trabalhar em Wall Street? Torne-se primeiro um ás no "Poker"

Alguns dos melhores candidatos a empregos de operador de mercados, em Wall Street, são jogadores profissionais de póquer “online”. Quem o diz é o professor de finanças comportamentais da Universidade de Harvard, Brandon Adams que explicou as razões à Bloomberg.

Um número crescente de “hedge funds” e empresas que operam no mercado estão a monitorizar jogadores profissionais de póquer procurando talento e capacidades analíticas, segundo a Bloomberg que cita empresas de recrutamento para clientes de Wall Street. Várias casas de investimento utilizam o póquer, para ensinar os seus “trainees” a pensarem em termos estratégicos, avança a Bloomberg.

“Eles são na essência, sobreviventes do sistema. Um sistema difícil, onde 95% das pessoas perdem dinheiro”, segundo disse Adams em entrevista à Bloomberg. “Alguém suficientemente esperto e disciplinado para sobreviver nesse sitema, vai provavelmente sair-se muito bem no mundo da bolsa”, explicou.

Além disso, o conjunto de capacidades necessárias a um bom “trader”, faz parte das competências de um jogador de póquer que ganha dinheiro.

A capacidade de abordar o risco de forma racional, de decidir depressa e sob pressão, bem como um memória bem treinada, são enumeradas pelas empresas que recrutam para as firmas financeiras de Wall-Street, como necessárias a um bom “trader”.

Mas essas são também as características que distinguem um bom jogador de póquer, de um que perde dinheiro consistentemente, disseram à Bloomberg.

“Alguém que conseguiu viver do seu desempenho no póquer durante uns anos, tem mais probabilidade de ser um bom operador de bolsa do que alguém que não o fez”, disse o antigo jogador de póquer e actual gestor de risco da AQR Capital Management, Aaron Brown. “Eles sabem ir mais longe quando têm vantagem e sabem como não exagerar. Essa é uma combinação difícil de encontrar”, acrescentou.

Brown é também exemplo disso. Sendo o autor do livro “The Poker Face of Wall Street”, o gestor de risco que jogou ao longo póquer ao longo da vida e que deixou de tentar ser profissional ao fim de uns dois anos a tentar, explica sua decisão: “Acabei por perceber que [trabalhar em] finanças era mais fácil”.

Fonte: Jornal de Negócios

Cientistas encontram sete rinocerontes de Java em parque nacional do Vietnã

Um grupo de cientistas encontrou, com a ajuda de cães adestrados, sete rinocerontes de Java em uma selva do Vietnã, uma espécie que era considerada extinta desde 1998, quando um caçador matou o que seria o último exemplar nesse país, informou nesta sexta-feira (20) o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês).

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Air France estreia 'avião gigante' com voo para Nova York

Um Airbus A380 da Air France decolou nesta sexta-feira (20) do aeroporto parisiense de Roissy com destino a Nova York com mais de 500 passageiros a bordo, marcando o início da utilização comercial do avião gigante por uma companhia europeia.

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