Prostitutas dinamarquesas anunciaram hoje que vão oferecer «sexo grátis» aos participantes na cimeira da ONU sobre alterações climáticas, em Copenhaga, em protesto contra a atitude da câmara local de desincentivar o recurso ao sexo pago por parte dos conferencistas.
A informação foi avançada pelo jornal «The Copenhagen Post», que escreve que a autarquia local apelou a uma centena de hotéis da cidade para que não facilitem o encontro entre hóspedes e prostitutas, tendo ainda, em parceria com as entidades não-governamentais, distribuído panfletos em que se pode ler: «Seja responsável. Não compre sexo».
A iniciativa autárquica não agradou a uma associação que defende os direitos das trabalhadoras de sexo dinamarquesas.
[Diário Digital]
domingo, 6 de dezembro de 2009
Estudo diz que aquecimento global vai provocar mais guerras em África
O aquecimento global vai aumentar em 54 por cento o número de conflitos nos países da África Subsaariana e provocar até 393 mil mortos mais, revela um estudo recente feito por investigadores de várias universidades norte-americanas.
Os cientistas analisaram dados históricos do período de 1981 a 2002 e introduziram nos seus modelos de cálculo os indicadores da importância das colheitas agrícolas, já que 90 por cento da população destes países trabalha na agricultura.
"A subida da temperatura em um grau Celsius provoca um aumento de 4,5 por cento no número de conflitos civis no mesmo ano e 0,9 por cento no ano seguinte", refere o estudo, publicado na revista científica "Proceeding of the National Academy of Science".
Todos os modelos de cálculo matemático utilizados pelos cientistas que colaboraram, - das universidades de Harvard, Cambridge, Stanford, Califórnia e Nova Iorque - demonstram a correlação entre subida da temperatura e aumento de guerras civis.
"Quando associados com os modelos das projecções de alterações climáticas no futuro, esta resposta histórica aos aumentos da temperatura sugere um aumento de 54 por cento do número de conflitos armados até 2030", refere o estudo.
Outra conclusão é que o número de mortos nos conflitos potenciados por estas alterações climáticas é superior ao verificado em guerras motivadas por outros factores. Os cálculos indicam um número adicional de 393 mil mortos até 2030.
"Se as alterações climáticas se repercutem nos conflitos sobretudo pelos efeitos que têm nas produções agrícolas, então, e dada a importância da agricultura para os países africanos, os governos desses países e os dadores podem contribuir para a redução desses riscos de conflito sobretudo ajudando o sector agrícola a lidar com os aumentos da temperatura", defendem os autores do estudo.
Por exemplo, sugerem "desenvolver variedades de produtos agrícolas mais adaptados às alterações de temperatura e ajudar esses países a construir infra-estruturas que permitam o regadio".
[Jornal de Notícias]
Os cientistas analisaram dados históricos do período de 1981 a 2002 e introduziram nos seus modelos de cálculo os indicadores da importância das colheitas agrícolas, já que 90 por cento da população destes países trabalha na agricultura.
"A subida da temperatura em um grau Celsius provoca um aumento de 4,5 por cento no número de conflitos civis no mesmo ano e 0,9 por cento no ano seguinte", refere o estudo, publicado na revista científica "Proceeding of the National Academy of Science".
Todos os modelos de cálculo matemático utilizados pelos cientistas que colaboraram, - das universidades de Harvard, Cambridge, Stanford, Califórnia e Nova Iorque - demonstram a correlação entre subida da temperatura e aumento de guerras civis.
"Quando associados com os modelos das projecções de alterações climáticas no futuro, esta resposta histórica aos aumentos da temperatura sugere um aumento de 54 por cento do número de conflitos armados até 2030", refere o estudo.
Outra conclusão é que o número de mortos nos conflitos potenciados por estas alterações climáticas é superior ao verificado em guerras motivadas por outros factores. Os cálculos indicam um número adicional de 393 mil mortos até 2030.
"Se as alterações climáticas se repercutem nos conflitos sobretudo pelos efeitos que têm nas produções agrícolas, então, e dada a importância da agricultura para os países africanos, os governos desses países e os dadores podem contribuir para a redução desses riscos de conflito sobretudo ajudando o sector agrícola a lidar com os aumentos da temperatura", defendem os autores do estudo.
Por exemplo, sugerem "desenvolver variedades de produtos agrícolas mais adaptados às alterações de temperatura e ajudar esses países a construir infra-estruturas que permitam o regadio".
[Jornal de Notícias]
Isabel II farta dos paparazzis
A rainha Isabel II avisou os directores dos jornais ingleses para não publicarem fotos não autorizadas da família real tiradas por paparazzis.
O Palácio Buckingham disse que um advogado da soberana escreveu aos directores dos jornais há seis semanas pedindo-lhes para não publicarem fotos intrusivas da família real.
O Palácio diz que a carta foi enviada "em resposta aos muitos anos de perseguição à família real por fotógrafos nas propriedades privadas da rainha".
A família real tem uma longa e desconfortável relação com os fotógrafos. Alguns analistas acreditam que a perseguição da imprensa contribuiu para a morte da princesa Diana num acidente de carro em 1997.
Mais recentemente, o príncipe William e o príncipe Harry foram fotografados a sair de nightclubs e a namorada de William Kate Middleton teria sido perseguida à porta de sua casa.
Em 2007, o porta-voz de William queixou-se de "comportamento ameaçador" por parte de um fotógrafo.
O porta-voz do príncipe Carlos, Paddy Harverson, disse ao Sunday Telegraph que membros da família real "entendem ter direito à privacidade nas suas actividades quotidianas".
«Eles reconhecem que há um interesse público neles e no que fazem, mas não pensam que isso inclua verem fotografadas as suas actividades privadas e dos seus amigos", disse.
O teste da privacidade vai ser aferido este mês quando a família real se reunir no castelo de Sandringham para passar as férias do Natal. No passado, a propriedade real de Sandringham tem servido como um autêntico imã para os fotógrafos ansiosos por captar imagens da família em poses descontraídas.
Visite a fonte da informação aqui
O Palácio Buckingham disse que um advogado da soberana escreveu aos directores dos jornais há seis semanas pedindo-lhes para não publicarem fotos intrusivas da família real.
O Palácio diz que a carta foi enviada "em resposta aos muitos anos de perseguição à família real por fotógrafos nas propriedades privadas da rainha".
A família real tem uma longa e desconfortável relação com os fotógrafos. Alguns analistas acreditam que a perseguição da imprensa contribuiu para a morte da princesa Diana num acidente de carro em 1997.
Mais recentemente, o príncipe William e o príncipe Harry foram fotografados a sair de nightclubs e a namorada de William Kate Middleton teria sido perseguida à porta de sua casa.
Em 2007, o porta-voz de William queixou-se de "comportamento ameaçador" por parte de um fotógrafo.
O porta-voz do príncipe Carlos, Paddy Harverson, disse ao Sunday Telegraph que membros da família real "entendem ter direito à privacidade nas suas actividades quotidianas".
«Eles reconhecem que há um interesse público neles e no que fazem, mas não pensam que isso inclua verem fotografadas as suas actividades privadas e dos seus amigos", disse.
O teste da privacidade vai ser aferido este mês quando a família real se reunir no castelo de Sandringham para passar as férias do Natal. No passado, a propriedade real de Sandringham tem servido como um autêntico imã para os fotógrafos ansiosos por captar imagens da família em poses descontraídas.
Visite a fonte da informação aqui
Guatemala: Lincharam alegado homicida
Aldeões guatemaltecos capturaram um homem acusado de ter cometido um homicídio, arrastaram-no para o centro da aldeia e executaram-no pegando-lhe fogo.
Tratou-se do segundo linchamento realizado em dois dias por uma milícia de 'vigilantes' e o quarto num mês na Guatemala.
O chefe local da polícia, Daniel Rivas, disse no sábado que os aldeões da comunidade oriental de Las Pozas acusavam Ronaldo Reyno de ter roubado e matado um idoso. Bateram no suspeito, de 34 anos, regaram-no com gasolina e pegaram-lhe fogo.
Na sexta-feira, uma multidão em Huehuetenango, no noroeste do país, executou três homens acusados de terem matado uma mulher e, no mês passado, dois ataques semelhantes levaram três pessoas à morte.
É frequente as multidões no interior da Guatemala fazerem justiça por suas mãos.
[Jornal de Notícias]
Tratou-se do segundo linchamento realizado em dois dias por uma milícia de 'vigilantes' e o quarto num mês na Guatemala.
O chefe local da polícia, Daniel Rivas, disse no sábado que os aldeões da comunidade oriental de Las Pozas acusavam Ronaldo Reyno de ter roubado e matado um idoso. Bateram no suspeito, de 34 anos, regaram-no com gasolina e pegaram-lhe fogo.
Na sexta-feira, uma multidão em Huehuetenango, no noroeste do país, executou três homens acusados de terem matado uma mulher e, no mês passado, dois ataques semelhantes levaram três pessoas à morte.
É frequente as multidões no interior da Guatemala fazerem justiça por suas mãos.
[Jornal de Notícias]
Timor-Leste: Encontro de Quadros da FRETILIN afasta "para já" abandono do Parlamento
FRETILIN decidiu hoje, na sua II Conferência Geral de Quadros, não abandonar "para já" o Parlamento de Timor-Leste, mas admite vir a fazê-lo "no momento certo" para provocar eleições antecipadas.
No tocante à renúncia de mandato do Parlamento Nacional, a Conferência concluiu ser necessário "manter esta vertente de combate como forma de reafirmar uma linha de coerência na posição da FRETILIN", revela o texto das conclusões da conferência, que decorreu em Díli.
De acordo com o mesmo documento, a que a Lusa teve acesso, "os conferencistas aconselham maior ponderação de modo a não se usar este instrumento (a bancada parlamentar) isoladamente de todas as outras formas de luta, contra o governo de facto da AMP".
[Diário de Notícias]
No tocante à renúncia de mandato do Parlamento Nacional, a Conferência concluiu ser necessário "manter esta vertente de combate como forma de reafirmar uma linha de coerência na posição da FRETILIN", revela o texto das conclusões da conferência, que decorreu em Díli.
De acordo com o mesmo documento, a que a Lusa teve acesso, "os conferencistas aconselham maior ponderação de modo a não se usar este instrumento (a bancada parlamentar) isoladamente de todas as outras formas de luta, contra o governo de facto da AMP".
[Diário de Notícias]
Médio Oriente: Médicos franceses visitaram soldado Shalit na Faixa de Gaza
Quatro médicos franceses visitaram há dias em Gaza o soldado israelita Guilad Shalit, pela primeira vez desde a sua captura por milícias palestinianas em Junho de 2006, escreve hoje o jornal internacional em árabe Al Hayat.
Os clínicos, de diferentes especialidades, fizeram um controlo médico ao militar, segundo o periódico, tendo sido acompanhados pelo mediador alemão nas negociações para a troca de prisioneiros.
Trata-se da primeira vez que Shalit foi visitado por observadores estrangeiros.
[Diário de Notícias]
Os clínicos, de diferentes especialidades, fizeram um controlo médico ao militar, segundo o periódico, tendo sido acompanhados pelo mediador alemão nas negociações para a troca de prisioneiros.
Trata-se da primeira vez que Shalit foi visitado por observadores estrangeiros.
[Diário de Notícias]
Segurança | AppRemover 2.1.0.4
AppRemover é um software desenvolvido pela OPSWAT, Inc., que permite desinstalar as aplicações de segurança como antivírus e antispywares de seu computador.
Download: AppRemover 2.1.0.4
Download: AppRemover 2.1.0.4
Máquina distribui hóstias durante a comunhão
Por causa da gripe A foi criado um novo artefacto religioso: um 'distribuidor de hóstias'. A Conferência Episcopal autoriza os padres portugueses a comprar.
A ideia surgiu nos Estados Unidos e está a provocar polémica em Itália: os padres podem usar uma máquina para não tocar nas hóstias. A Conferência Episcopal Portuguesa conhece a invenção e deixa a compra ao critério dos padres portugueses.
A utilização de um 'distribuidor de hóstias' durante a comunhão está a lançar a discussão entre os católicos italianos e começa a ter adeptos entre os párocos portugueses.
O objecto, criado e comercializado numa primeira fase por uma empresa americana, está a ter forte procura entre os sacerdotes de todo o mundo por causa da gripe A para evitar eventuais contágios no manuseamento.
O 'distribuidor' é um utensílio, em ouro ou prata, onde são introduzidas diversas hóstias para depois serem distribuídas durante a comunhão. Com o aparelho, o sacerdote deixa de pegar na hóstia com a mão. Em vez disso, pressiona um manipulo que faz sair uma hóstia para a mão ou para a boca de que vai comungar.
"Se a liturgia for bem celebrada, não há qualquer problema de higiene e não há necessidade de recorrer a nenhum objecto para a distribuição da Sagrada Comunhão", disse ao JN, D. Jorge Ortiga, bispo de Braga e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
Contudo, os responsáveis pela Igreja não proíbem nem desaconselham a compra do "distribuidor de hóstias", à venda, com preço sob consulta, em vários catálogos 'on line' de artefactos religiosos. Deixam a decisão ao critério dos padres.
Em Itália, o Cardeal Bagnasco, arcebispo de Génova e presidente da Conferência Episcopal italiana também respondeu 'nim' quando confrontado com as perguntas dos jornalistas.
"O ministério da saúde não deu directivas no sentido de que fosse necessário usar um distribuidor de hóstias durante a comunhão", referiu. E acrescentou que os padres são livres de comprarem o objecto, se assim o decidirem.
"Estou convencido que não há necessidade e que os párocos podem continuar a usar as mãos durante a comunhão mas cada um pode fazer o que quiser", continuou D. Jorge Ortiga. "O aparelho está à venda e se alguém quiser, pode comprar", disse.
No catálogo 'on line' onde é apresentado o 'distribuidor de hóstias', a Purity Solutions, a empresa que apresenta uma maior variedade de modelos, o objecto é apontado como eficaz no combate à propagação da gripe A.
Entre as características, a empresa afirma que, como as mãos não são utilizadas, é também reduzido o contacto entre as pessoas e, logo, a propagação da gripe.
"A Comissão Nacional da Pastoral da Saúde já deu ás comunidades cristãs as orientações necessárias para prevenir a propagação da gripe A", salientou o presidente da CEP.
Entre as recomendações da comissão da Pastoral da Saúde, a principal vai para a necessidade dos "ministros da comunhão, sacerdotes e ministros extraordinários" purificarem as mãos com uma solução anticéptica antes da distribuição da comunhão.
Aos fiéis, é pedido que, "tanto quanto possível, recebam a comunhão na mão e não na boca, aliás, segundo prática secular na Igreja", pode ler-se na carta enviada aos párocos.
Visite a fonte da informação aqui
A ideia surgiu nos Estados Unidos e está a provocar polémica em Itália: os padres podem usar uma máquina para não tocar nas hóstias. A Conferência Episcopal Portuguesa conhece a invenção e deixa a compra ao critério dos padres portugueses.
A utilização de um 'distribuidor de hóstias' durante a comunhão está a lançar a discussão entre os católicos italianos e começa a ter adeptos entre os párocos portugueses.
O objecto, criado e comercializado numa primeira fase por uma empresa americana, está a ter forte procura entre os sacerdotes de todo o mundo por causa da gripe A para evitar eventuais contágios no manuseamento.
O 'distribuidor' é um utensílio, em ouro ou prata, onde são introduzidas diversas hóstias para depois serem distribuídas durante a comunhão. Com o aparelho, o sacerdote deixa de pegar na hóstia com a mão. Em vez disso, pressiona um manipulo que faz sair uma hóstia para a mão ou para a boca de que vai comungar.
"Se a liturgia for bem celebrada, não há qualquer problema de higiene e não há necessidade de recorrer a nenhum objecto para a distribuição da Sagrada Comunhão", disse ao JN, D. Jorge Ortiga, bispo de Braga e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
Contudo, os responsáveis pela Igreja não proíbem nem desaconselham a compra do "distribuidor de hóstias", à venda, com preço sob consulta, em vários catálogos 'on line' de artefactos religiosos. Deixam a decisão ao critério dos padres.
Em Itália, o Cardeal Bagnasco, arcebispo de Génova e presidente da Conferência Episcopal italiana também respondeu 'nim' quando confrontado com as perguntas dos jornalistas.
"O ministério da saúde não deu directivas no sentido de que fosse necessário usar um distribuidor de hóstias durante a comunhão", referiu. E acrescentou que os padres são livres de comprarem o objecto, se assim o decidirem.
"Estou convencido que não há necessidade e que os párocos podem continuar a usar as mãos durante a comunhão mas cada um pode fazer o que quiser", continuou D. Jorge Ortiga. "O aparelho está à venda e se alguém quiser, pode comprar", disse.
No catálogo 'on line' onde é apresentado o 'distribuidor de hóstias', a Purity Solutions, a empresa que apresenta uma maior variedade de modelos, o objecto é apontado como eficaz no combate à propagação da gripe A.
Entre as características, a empresa afirma que, como as mãos não são utilizadas, é também reduzido o contacto entre as pessoas e, logo, a propagação da gripe.
"A Comissão Nacional da Pastoral da Saúde já deu ás comunidades cristãs as orientações necessárias para prevenir a propagação da gripe A", salientou o presidente da CEP.
Entre as recomendações da comissão da Pastoral da Saúde, a principal vai para a necessidade dos "ministros da comunhão, sacerdotes e ministros extraordinários" purificarem as mãos com uma solução anticéptica antes da distribuição da comunhão.
Aos fiéis, é pedido que, "tanto quanto possível, recebam a comunhão na mão e não na boca, aliás, segundo prática secular na Igreja", pode ler-se na carta enviada aos párocos.
Visite a fonte da informação aqui
Irã precisa de 20 usinas de enriquecimento de urânio
O Irã precisará de 20 usinas de enriquecimento de urânio do tamanho da que possui atualmente em Natanz (centro) para satisfazer suas futuras necessidades de energia nuclear, indicou neste sábado Ali Salehi, chefe da OEA (Organização de Energia Atômica iraniana).
Em entrevista à rede de televisão estatal em inglês Press-TV, Salehi destacou que Teerã não pensa em abandonar o TNP (Tratado de Nçao-Proliferação Nuclear).
Além disso, explicou que o Irã "precisa produzir 20 mil megawatts (de eletricidade nuclear), o que exige 20 vezes (a quantidade de urânio enriquecido em) Natanz".
A capacidade final da usina de Natanz deve ser de 30 toneladas de urânio enriquecido por ano, o suficiente para alimentar uma central nuclear, disse Salehi.
O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, anunciou esta semana sua decisão de construir dez novas usinas de enriquecimento de urânio, em resposta à condenação da AEIA (Agência Internacional de Energia Atômica) contra a política da República Islâmica, o que pode abrir o caminho para novas sanções da ONU (Organização das Nações Unidas).
Visite a fonte da informação aqui
Em entrevista à rede de televisão estatal em inglês Press-TV, Salehi destacou que Teerã não pensa em abandonar o TNP (Tratado de Nçao-Proliferação Nuclear).
Além disso, explicou que o Irã "precisa produzir 20 mil megawatts (de eletricidade nuclear), o que exige 20 vezes (a quantidade de urânio enriquecido em) Natanz".
A capacidade final da usina de Natanz deve ser de 30 toneladas de urânio enriquecido por ano, o suficiente para alimentar uma central nuclear, disse Salehi.
O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, anunciou esta semana sua decisão de construir dez novas usinas de enriquecimento de urânio, em resposta à condenação da AEIA (Agência Internacional de Energia Atômica) contra a política da República Islâmica, o que pode abrir o caminho para novas sanções da ONU (Organização das Nações Unidas).
Visite a fonte da informação aqui
Brasil: Maçonaria abre processo para expulsar Arruda, diz revista
Além dos processos de impeachment e de expulsão do partido, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM) também enfrenta um processo de expulsão da maçonaria, informa reportagem da revista "Época" deste domingo (6).
Segundo a reportagem, um integrante da assembleia federal da entidade fez um pedido de expulsão na última quarta-feira (2). Arruda participa da maçonaria com o grau de mestre e a decisão deve sair em 15 dias, sem possibilidade de recurso.
A "Época" afirma que Arruda teve uma ascensão considerada meteórica na hierarquia da organização, passando, em apenas um ano, do grau mais baixo para uma posição de influência. Segundo as regras da maçonaria, os novos membros são aceitos somente após uma investigação, e não podem cometer deslizes éticos.
Arruda é suspeito de participar de um esquema de corrupção, que consistiria na distribuição de recursos para a base aliada na Câmara Legislativa do DF. De acordo com investigações da Procuradoria, a suspeita é de que os recursos tenham vindo de empresas que prestam serviços ao governo.
As investigações vieram à tona no dia 27 de novembro, depois que a Polícia Federal realizou buscas e apreensões nas casas e gabinetes de diversas autoridades do Distrito Federal.
A base das investigações são gravações feitas por Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais de Arruda. Em troca de redução de pena, ele fez um acordo de delação de pena e flagrou supostos pagamentos de propina a políticos do DF.
Arruda questiona as gravações e diz que elas foram deturpadas por Durval. O governador afirma ainda que o dinheiro que ele recebeu do ex-secretário, em 2006, foi declarado à Justiça Eleitoral.
Visite a fonte da informação aqui
Segundo a reportagem, um integrante da assembleia federal da entidade fez um pedido de expulsão na última quarta-feira (2). Arruda participa da maçonaria com o grau de mestre e a decisão deve sair em 15 dias, sem possibilidade de recurso.
A "Época" afirma que Arruda teve uma ascensão considerada meteórica na hierarquia da organização, passando, em apenas um ano, do grau mais baixo para uma posição de influência. Segundo as regras da maçonaria, os novos membros são aceitos somente após uma investigação, e não podem cometer deslizes éticos.
Arruda é suspeito de participar de um esquema de corrupção, que consistiria na distribuição de recursos para a base aliada na Câmara Legislativa do DF. De acordo com investigações da Procuradoria, a suspeita é de que os recursos tenham vindo de empresas que prestam serviços ao governo.
As investigações vieram à tona no dia 27 de novembro, depois que a Polícia Federal realizou buscas e apreensões nas casas e gabinetes de diversas autoridades do Distrito Federal.
A base das investigações são gravações feitas por Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais de Arruda. Em troca de redução de pena, ele fez um acordo de delação de pena e flagrou supostos pagamentos de propina a políticos do DF.
Arruda questiona as gravações e diz que elas foram deturpadas por Durval. O governador afirma ainda que o dinheiro que ele recebeu do ex-secretário, em 2006, foi declarado à Justiça Eleitoral.
Visite a fonte da informação aqui
Subscrever:
Mensagens (Atom)