O Governo brasileiro anunciou hoje medidas de estímulo à economia, como diminuição de impostos e incentivos para áreas de petróleo, energia eólica e o aumento de crédito ao sector produtivo.
A diminuição de impostos, nomeadamente para computadores, máquinas e equipamentos, representará cerca de 1,15 mil milhões de euros, em 2010, segundo o ministro da Economia, Guido Mantega.
As medidas incluem a concessão de créditos de cerca de 31 mil milhões de euros para financiar investimentos do sector produtivo, nos próximos dois anos, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES), o banco estatal de fomento.
Fonte: Jornal de Notícias
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
EUA prometem bom senso para controlar emissões poluentes
A directora da Agência de Protecção Ambiental (EPA) norte-americana afirmou hoje, em Copenhaga, que os Estados Unidos vão adoptar medidas de "bom senso" para conter as emissões poluentes e proteger a saúde dos seus cidadãos.
Durante o terceiro dia de trabalho na conferência da ONU sobre alterações climáticas, que decorre na capital dinamarquesa, Lisa Jackson afirmou que a possível regulação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) pela EPA, anunciada na segunda-feira, será usada de maneira "complementar" a um projecto de lei em tramitação no Congresso norte-americano, e não para substituí-lo.
"Precisamos de legislação" para eliminar qualquer incerteza que possa existir sobre a matéria, salientou a responsável norte-americana, garantindo que aquela entidade vai trabalhar "em estreita colaboração com o Congresso para aprovar legislação que reduza as emissões de GEE em mais de 80% até 2050".
Segundo Jackson, Washington vai desenvolver "esforços consideráveis" e tomar decisões de "senso comum significativas" para atingir esse objectivo.
Os Estados Unidos, que juntamente com a China são responsáveis por 40% das emissões globais de carbono, têm sido criticados devido à lentidão da aprovação do seu pacote climático, previsto para 2010, e sem o qual será muito difícil um avanço real nas negociações para encontrar um novo acordo vinculativo sobre o clima que substitua o Protocolo de Quioto.
O anúncio feito na segunda-feira pela entidade liderada por Jackson - de que as emissões de GEE são responsáveis pelo aquecimento global e constituem uma ameaça à saúde pública -, abriu caminho para que a Agência de Protecção Ambiental pudesse vir a aprovar ela própria a regulação das emissões, sem a aprovação do Congresso.
Uma decisão que foi saudada com satisfação pelos 192 delegados presentes na conferência de Copenhaga e encarada como um sinal positivo da nova administração do presidente norte-americano, Barack Obama, especialmente após os oito anos de resistência em relação à causa climática durante os mandatos de George W. Bush.
Nas discussões de hoje, os negociadores tentavam aproximar as posições entre os 192 países participantes no sentido de reduzir a clara falta de entendimento entre as nações ricas e os países em desenvolvimento sobre o financiamento, a longo prazo, dos 100 mil milhões de dólares necessários para ajudar os Estados mais pobres a enfrentarem o fenómeno climático.
Outra dificuldade é também a falta de consenso sobre a redução das emissões. Enquanto todas as nações desenvolvidas, especialmente as grandes potências, não assumirem compromissos significativos de corte de emissões, os países em desenvolvimento, menos poluidores, dificilmente aceitarão metas de redução numéricas, vistas como entraves à industrialização.
"Não temos a ilusão de que isto vá ser fácil. Mas penso que um acordo pode ser alcançado se fizermos isto como deve ser", considerou o enviado norte-americano para as alterações climáticas, Todd Stern.
Fonte: Jornal de Negócios
Durante o terceiro dia de trabalho na conferência da ONU sobre alterações climáticas, que decorre na capital dinamarquesa, Lisa Jackson afirmou que a possível regulação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) pela EPA, anunciada na segunda-feira, será usada de maneira "complementar" a um projecto de lei em tramitação no Congresso norte-americano, e não para substituí-lo.
"Precisamos de legislação" para eliminar qualquer incerteza que possa existir sobre a matéria, salientou a responsável norte-americana, garantindo que aquela entidade vai trabalhar "em estreita colaboração com o Congresso para aprovar legislação que reduza as emissões de GEE em mais de 80% até 2050".
Segundo Jackson, Washington vai desenvolver "esforços consideráveis" e tomar decisões de "senso comum significativas" para atingir esse objectivo.
Os Estados Unidos, que juntamente com a China são responsáveis por 40% das emissões globais de carbono, têm sido criticados devido à lentidão da aprovação do seu pacote climático, previsto para 2010, e sem o qual será muito difícil um avanço real nas negociações para encontrar um novo acordo vinculativo sobre o clima que substitua o Protocolo de Quioto.
O anúncio feito na segunda-feira pela entidade liderada por Jackson - de que as emissões de GEE são responsáveis pelo aquecimento global e constituem uma ameaça à saúde pública -, abriu caminho para que a Agência de Protecção Ambiental pudesse vir a aprovar ela própria a regulação das emissões, sem a aprovação do Congresso.
Uma decisão que foi saudada com satisfação pelos 192 delegados presentes na conferência de Copenhaga e encarada como um sinal positivo da nova administração do presidente norte-americano, Barack Obama, especialmente após os oito anos de resistência em relação à causa climática durante os mandatos de George W. Bush.
Nas discussões de hoje, os negociadores tentavam aproximar as posições entre os 192 países participantes no sentido de reduzir a clara falta de entendimento entre as nações ricas e os países em desenvolvimento sobre o financiamento, a longo prazo, dos 100 mil milhões de dólares necessários para ajudar os Estados mais pobres a enfrentarem o fenómeno climático.
Outra dificuldade é também a falta de consenso sobre a redução das emissões. Enquanto todas as nações desenvolvidas, especialmente as grandes potências, não assumirem compromissos significativos de corte de emissões, os países em desenvolvimento, menos poluidores, dificilmente aceitarão metas de redução numéricas, vistas como entraves à industrialização.
"Não temos a ilusão de que isto vá ser fácil. Mas penso que um acordo pode ser alcançado se fizermos isto como deve ser", considerou o enviado norte-americano para as alterações climáticas, Todd Stern.
Fonte: Jornal de Negócios
Abaixo dos 71 dólares em Nova Iorque: Petróleo cai mais de 3% em Londres com aumento das reservas de gasolina
Os preços do crude seguiam em baixa, a negociar abaixo dos 71 dólares em Nova Iorque, penalizados pelo aumento superior ao estimado dos inventários de gasolina e destilados nos EUA na semana passada.
O contrato de Janeiro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os EUA, seguia a ceder 2,55% em Nova Iorque, para 70,77 dólares por barril. As cotações tinham já estado a subir 1,7%, animadas pela inesperada queda dos “stocks” de crude, mas os dados para a gasolina e destilados acabaram por pesar mais. No entanto, antes disso estavam a cair devido ao "mergulho" das bolsas e à valorização do dólar.
Em Londres, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, perdia 3,39%, para 72,64 dólares por barril, depois de ter estado também em terreno positivo.
De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude caíram3,823 milhões de barris na semana passada, quando os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um acréscimo de 250.000 barris.
Em contrapartida, os inventários da gasolina subiram em 2,253 milhões de barris, para o nível mais alto desde Abril, quando se estimava um aumento de 1,6 milhões. Em três semanas de acréscimo dos inventários, as reservas registaram um avanço de 3,5%.
Quanto aos “stocks” de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 1,619 milhões de barris, contra a projecção de uma queda de 750.000 barris.
A forte subida dos inventários da gasolina também está a penalizar este produto petrolífero no mercado nova-iorquino. As cotações da gasolina para entrega em Janeiro seguem a negociar nos 1,8908 dólares por galão, o valor mais baixo desde 27 de Novembro.
Visite a fonte da informação aqui
O contrato de Janeiro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os EUA, seguia a ceder 2,55% em Nova Iorque, para 70,77 dólares por barril. As cotações tinham já estado a subir 1,7%, animadas pela inesperada queda dos “stocks” de crude, mas os dados para a gasolina e destilados acabaram por pesar mais. No entanto, antes disso estavam a cair devido ao "mergulho" das bolsas e à valorização do dólar.
Em Londres, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, perdia 3,39%, para 72,64 dólares por barril, depois de ter estado também em terreno positivo.
De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude caíram3,823 milhões de barris na semana passada, quando os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um acréscimo de 250.000 barris.
Em contrapartida, os inventários da gasolina subiram em 2,253 milhões de barris, para o nível mais alto desde Abril, quando se estimava um aumento de 1,6 milhões. Em três semanas de acréscimo dos inventários, as reservas registaram um avanço de 3,5%.
Quanto aos “stocks” de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 1,619 milhões de barris, contra a projecção de uma queda de 750.000 barris.
A forte subida dos inventários da gasolina também está a penalizar este produto petrolífero no mercado nova-iorquino. As cotações da gasolina para entrega em Janeiro seguem a negociar nos 1,8908 dólares por galão, o valor mais baixo desde 27 de Novembro.
Visite a fonte da informação aqui
Mota-Engil prevê investir até 30 milhões na compra de posições no Brasil e México
A Mota-Engil avançou à CMVM, em novo comunicado sobre a possível compra de posições em empresas do Brasil e México, que os potenciais investimentos naqueles dois países representarão um máximo de 30 milhões de euros e que serão realizados em 2010.
“Reitera-se no entanto que estes investimentos estão ainda em curso de negociações com os parceiros, pelo que os montantes finais poderão vir a ser alterados”, ressalva a empresa liderada por Jorge Coelho.
“Assim, a relevância destas operações relaciona-se com o facto de serem um sinal adicional de confirmação da estratégia de internacionalização e diversificação do grupo, não decorrendo dos montantes envolvidos nos respectivos processos negociais”, salienta o documento.
Num outro comunicado, a empresa confirmou as notícias veiculadas ontem sobre o interesse da construtora na aquisição de participações em duas sociedades na América Latina.
No que diz respeito ao mercado brasileiro, “a Mota-Engil Ambiente e Serviços está a ultimar negociações para aquisição de uma participação de 50% numa sociedade que opera no mercado de recolha e tratamento de resíduos”, referia o documento.
“A confirmar-se, tratar-se-á de um investimento que marca definitivamente a concretização da estratégia de diversificação do grupo neste mercado, onde o primeiro investimento decorreu, e ainda decorre, na área de concessões de transportes”, dizia o comunicado da empresa liderada por Jorge Coelho.
O CEO da Mota-Engil, tinha já referido ontem à agência Lusa, em São Paulo, que iria concluir esta aquisição, mas sem adiantar o nome da empresa em questão. Mas afirmou que a compra deveria estar concluída já no próximo mês.
Jorge Coelho afirmou também que a Mota-Engil está a ponderar participar num concurso público para a concessão de um terminal portuário no Recife.
Na área das concessões rodoviárias, a empresa está já presente no Brasil através da Ascendi, detida em parceria com o Grupo Espírito Santo.
Alargamento no México
A Mota-Engil sublinhou ainda, no comunicado de hoje, que a potencial aquisição de uma empresa de construção no México (país onde já detém a concessão de uma autoestrada) “marca o alargamento do tipo de actividades do grupo neste país”. Neste caso, “o ‘target’ é uma empresa local com marcada presença no sector, sendo objectivo da Mota-Engil Engenharia adquirir 50% da sociedade em parceria com a Opway”, avançou a empresa.
“Confirma-se desta forma o dinamismo do grupo neste mercado de internacionalização após alguns anos em que apenas através do Peru se realizava um volume de negócios residual. Se se concretizarem estas aquisições, as três áreas de negócio ficarão representadas na América Latina”, concluía o comunicado desta tarde da Mota-Engil.
O grupo Mota-Engil está estruturado em três grandes áreas de negócio: engenharia e construção, ambiente e serviços e concessões de transportes. Através da sua participada Martifer, actua ainda no sector da indústria e energia. Desenvolve também actividades na área do turismo, nos sectores do desporto e lazer e hotelaria e restauração.
Além de Portugal, a Mota-Engil opera em mais 19 países. A construtora encerrou a sessão de hoje em queda de 3,73%, para 3,539 euros.
Visite a fonte da informação aqui
“Reitera-se no entanto que estes investimentos estão ainda em curso de negociações com os parceiros, pelo que os montantes finais poderão vir a ser alterados”, ressalva a empresa liderada por Jorge Coelho.
“Assim, a relevância destas operações relaciona-se com o facto de serem um sinal adicional de confirmação da estratégia de internacionalização e diversificação do grupo, não decorrendo dos montantes envolvidos nos respectivos processos negociais”, salienta o documento.
Num outro comunicado, a empresa confirmou as notícias veiculadas ontem sobre o interesse da construtora na aquisição de participações em duas sociedades na América Latina.
No que diz respeito ao mercado brasileiro, “a Mota-Engil Ambiente e Serviços está a ultimar negociações para aquisição de uma participação de 50% numa sociedade que opera no mercado de recolha e tratamento de resíduos”, referia o documento.
“A confirmar-se, tratar-se-á de um investimento que marca definitivamente a concretização da estratégia de diversificação do grupo neste mercado, onde o primeiro investimento decorreu, e ainda decorre, na área de concessões de transportes”, dizia o comunicado da empresa liderada por Jorge Coelho.
O CEO da Mota-Engil, tinha já referido ontem à agência Lusa, em São Paulo, que iria concluir esta aquisição, mas sem adiantar o nome da empresa em questão. Mas afirmou que a compra deveria estar concluída já no próximo mês.
Jorge Coelho afirmou também que a Mota-Engil está a ponderar participar num concurso público para a concessão de um terminal portuário no Recife.
Na área das concessões rodoviárias, a empresa está já presente no Brasil através da Ascendi, detida em parceria com o Grupo Espírito Santo.
Alargamento no México
A Mota-Engil sublinhou ainda, no comunicado de hoje, que a potencial aquisição de uma empresa de construção no México (país onde já detém a concessão de uma autoestrada) “marca o alargamento do tipo de actividades do grupo neste país”. Neste caso, “o ‘target’ é uma empresa local com marcada presença no sector, sendo objectivo da Mota-Engil Engenharia adquirir 50% da sociedade em parceria com a Opway”, avançou a empresa.
“Confirma-se desta forma o dinamismo do grupo neste mercado de internacionalização após alguns anos em que apenas através do Peru se realizava um volume de negócios residual. Se se concretizarem estas aquisições, as três áreas de negócio ficarão representadas na América Latina”, concluía o comunicado desta tarde da Mota-Engil.
O grupo Mota-Engil está estruturado em três grandes áreas de negócio: engenharia e construção, ambiente e serviços e concessões de transportes. Através da sua participada Martifer, actua ainda no sector da indústria e energia. Desenvolve também actividades na área do turismo, nos sectores do desporto e lazer e hotelaria e restauração.
Além de Portugal, a Mota-Engil opera em mais 19 países. A construtora encerrou a sessão de hoje em queda de 3,73%, para 3,539 euros.
Visite a fonte da informação aqui
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Cristãos são pressionados para que se reconvertam ao islamismo
No dia 15 de novembro, 175 pessoas em Chhattisgarh, Índia, renunciaram sua fé cristã e retornaram para sua religião anterior, como parte de um evento de reconversões promovido por um membro do parlamento indiano, Dilip Singh Judev.
Respondendo à reclamações de que os cristãos estavam convertendo os aldeões à força, Judev realizou esses eventos em diversos vilarejos em Chhattisgarh.
“Não sigam o cristianismo”, dizia ele. “Voltem para sua antiga religião.”
Como um incentivo para que os aldeões atendessem a esse pedido, as mulheres receberam saris e os homens, dhotis, vestimentas tradicionais indianas.
Alguns dias depois, em outra ocasião, um pastor que servia em Chhattisgarh foi agredido enquanto realizava uma reunião de oração na casa de um recém-convertido. Um grupo de 50 pessoas invadiu o local e o agrediram, deixando o pastor quase morto, e gravemente ferido. Os cristãos locais e outro pastor foram para o hospital, onde ele permanece em estado crítico.
No dia 22 de novembro, extremistas anticristãos revistaram as casas de todos os cristãos do mesmo vilarejo, e pintaram frases nas paredes que louvavam a seus próprios deuses ou diziam “deixem este lugar. Parem com o trabalho de conversão”.
Cristãos de diversas igrejas pediram ajuda para a polícia local, mas as autoridades só disseram para os cristãos continuarem em suas casas ou igreja enquanto cultuassem, e não nas casas de não cristãos.
Fonte: Missão Portas Abertas
Respondendo à reclamações de que os cristãos estavam convertendo os aldeões à força, Judev realizou esses eventos em diversos vilarejos em Chhattisgarh.
“Não sigam o cristianismo”, dizia ele. “Voltem para sua antiga religião.”
Como um incentivo para que os aldeões atendessem a esse pedido, as mulheres receberam saris e os homens, dhotis, vestimentas tradicionais indianas.
Alguns dias depois, em outra ocasião, um pastor que servia em Chhattisgarh foi agredido enquanto realizava uma reunião de oração na casa de um recém-convertido. Um grupo de 50 pessoas invadiu o local e o agrediram, deixando o pastor quase morto, e gravemente ferido. Os cristãos locais e outro pastor foram para o hospital, onde ele permanece em estado crítico.
No dia 22 de novembro, extremistas anticristãos revistaram as casas de todos os cristãos do mesmo vilarejo, e pintaram frases nas paredes que louvavam a seus próprios deuses ou diziam “deixem este lugar. Parem com o trabalho de conversão”.
Cristãos de diversas igrejas pediram ajuda para a polícia local, mas as autoridades só disseram para os cristãos continuarem em suas casas ou igreja enquanto cultuassem, e não nas casas de não cristãos.
Fonte: Missão Portas Abertas
Cristão paquistanês foge de ameaça de morte por parte do Talibã
Um jovem cristão está escondido de membros do Talibã no Paquistão que tentam matá-lo por “blasfêmia” porque defendeu sua fé.
Em fevereiro, Jehanzaib Asher, de 22 anos, trabalhava na barbearia que sua família possui com seus primos em Wana, localizada em Waziristan do Sul – uma fortaleza do Talibã dentro das áreas tribais administradas pelo Governo Federal, no nordeste do Paquistão – quando militantes tentaram convertê-lo ao islamismo.
Não foi a primeira vez que Noor Hassan pregara sobre o Talibã para ele e seus familiares, mas daquela vez, Jehanzaib decidira não ouvir calado. Ele defendeu o cristianismo citando versículos bíblicos. Então Hassan e outro militante islâmico bateram em Jehanzaib – quebraram sua perna, algumas costelas e mutilaram sua mão.
Jehanzaib contou ao Compass que ele apenas defendera o cristianismo sem fazer nenhuma menção ao islã.
“Podemos tolerar a morte de um pai ou de uma mãe, mas podemos ficar ouvindo insultos contra nossa religião?”, perguntou Jehanzaib.
Alguns vizinhos muçulmanos ajudaram o rapaz e dois de seus primos a acabarem com o ataque. Lodo depois, alguns militantes talibãs começaram a espalhar um boato na vizinhança de que Jehanzaib e seu primo Christopher Masih tinham blasfemado contra Maomé, o profeta do islamismo.
O rapaz conta que antes da recente ofensiva do exército paquistanês contra a fortaleza talibã em Waziristan do Sul, sua foto fora colocada em vários pontos como uma tentativa de ajudar o talibã e outros extremistas islâmicos a identificá-lo e matá-lo.
O primo de Jehanzaib, Zaib Masih, conseguiu uma maneira de esconder o rapaz e Christopher (irmão de Zaib) em um carro e eles fugiram para a área onde suas barbearias estão localizadas. Por serem barbeiros, os dois são alvos de repressão e ataque por parte de muçulmanos por causa da oposição talibã em raspar a barba, conta Jehanzaib.
Zaib Masih disse ao Compass que seu irmão também ficou machucado no ataque, mas não tanto quanto Jehanzaib. Eles levaram o rapaz para um hospital militar, protegido dos talibãs. Mas quando os médicos perguntaram como Jehanzaib havia se machucado, eles disseram que tinha sido “uma briga de família” para não irar os soldados muçulmanos que poderiam atacá-los pela alegação de blasfêmia.
Jehanzaib ficou dentro de casa durante meses; nem mesmo os vizinhos sabam que ele ainda estava em Wana, conta Zaib.
“Nós moramos em um condomínio do exército, mas mesmo assim temíamos que o talibã avisasse a alguém e fossemos atacados por blasfêmia”, contou Zaib.
Zaib continua, dizendo que eles nasceram e foram criados em Wana e que conhecem vários membros do talibã. Com a ajuda de algumas dessas pessoas, eles conseguiram chegar a um grão-mufti (posição clerical dentro do islã) para obter um decreto que considerasse Jehanzaib inocente.
“Levei um cordeiro comigo como presente ao mufti para apaziguar sua raiva, mas ele não me ouviu e queria saber onde Jehanzaib estava”, acrescentou Zaib.
Jehanzaib ainda estava mancando e o Talibã estava determinado a matá-lo, conta Zaib. Então, eles planejaram esconder o rapaz em uma casa que sua família possui em Sialkot.
Ele também conta que, como o grão-mufti não estava presente quando o Talibã tentou matar seu primo, nenhum pedido de fatwa, um decreto islâmico, ordenou sua morte.
“Se isso tivesse acontecido, eu teria sido morto, com toda certeza”, ele conta. “O talibã estava matando até mesmo soldados do exército, que chance teríamos de nos defender?”
No início do mês, Jehanzaib contou ao Compass que se disfarçara de muçulmano com uma longa barba e deixara Wana.
Ele foi, a princípio para Sialkot, na província de Punjab. Entretanto, logo ficou sabendo que notícias de sua fuga se espalharam por Wana e que havia um rumor de que três membros do Talibã tinham sido despachados para Sialkot para caçá-lo. Abatido, Jehanzaib fugiu para outra cidade.
Jehanzaib relatou que havia se recuperado de todos os machucados, com exceção de seu joelho, que continuava inchado. Ele conta que estava recebendo tratamento em um hospital. “Só Deus poderia me salvar dessa calamidade”, disse, “de outra maneira, ninguém poderia ter me salvado”.
A barbearia da família fechou desde o problema com o Talibã. Zaib Masih disse que dois familiares têm empregos públicos como zeladores e que toda a família está sobrevivendo apenas com esses salários.
Desde que as barbearias foram fechadas, a família mal sequer consegue fazer duas refeições por dia.
Fonte: Portas Abertas
Em fevereiro, Jehanzaib Asher, de 22 anos, trabalhava na barbearia que sua família possui com seus primos em Wana, localizada em Waziristan do Sul – uma fortaleza do Talibã dentro das áreas tribais administradas pelo Governo Federal, no nordeste do Paquistão – quando militantes tentaram convertê-lo ao islamismo.
Não foi a primeira vez que Noor Hassan pregara sobre o Talibã para ele e seus familiares, mas daquela vez, Jehanzaib decidira não ouvir calado. Ele defendeu o cristianismo citando versículos bíblicos. Então Hassan e outro militante islâmico bateram em Jehanzaib – quebraram sua perna, algumas costelas e mutilaram sua mão.
Jehanzaib contou ao Compass que ele apenas defendera o cristianismo sem fazer nenhuma menção ao islã.
“Podemos tolerar a morte de um pai ou de uma mãe, mas podemos ficar ouvindo insultos contra nossa religião?”, perguntou Jehanzaib.
Alguns vizinhos muçulmanos ajudaram o rapaz e dois de seus primos a acabarem com o ataque. Lodo depois, alguns militantes talibãs começaram a espalhar um boato na vizinhança de que Jehanzaib e seu primo Christopher Masih tinham blasfemado contra Maomé, o profeta do islamismo.
O rapaz conta que antes da recente ofensiva do exército paquistanês contra a fortaleza talibã em Waziristan do Sul, sua foto fora colocada em vários pontos como uma tentativa de ajudar o talibã e outros extremistas islâmicos a identificá-lo e matá-lo.
O primo de Jehanzaib, Zaib Masih, conseguiu uma maneira de esconder o rapaz e Christopher (irmão de Zaib) em um carro e eles fugiram para a área onde suas barbearias estão localizadas. Por serem barbeiros, os dois são alvos de repressão e ataque por parte de muçulmanos por causa da oposição talibã em raspar a barba, conta Jehanzaib.
Zaib Masih disse ao Compass que seu irmão também ficou machucado no ataque, mas não tanto quanto Jehanzaib. Eles levaram o rapaz para um hospital militar, protegido dos talibãs. Mas quando os médicos perguntaram como Jehanzaib havia se machucado, eles disseram que tinha sido “uma briga de família” para não irar os soldados muçulmanos que poderiam atacá-los pela alegação de blasfêmia.
Jehanzaib ficou dentro de casa durante meses; nem mesmo os vizinhos sabam que ele ainda estava em Wana, conta Zaib.
“Nós moramos em um condomínio do exército, mas mesmo assim temíamos que o talibã avisasse a alguém e fossemos atacados por blasfêmia”, contou Zaib.
Zaib continua, dizendo que eles nasceram e foram criados em Wana e que conhecem vários membros do talibã. Com a ajuda de algumas dessas pessoas, eles conseguiram chegar a um grão-mufti (posição clerical dentro do islã) para obter um decreto que considerasse Jehanzaib inocente.
“Levei um cordeiro comigo como presente ao mufti para apaziguar sua raiva, mas ele não me ouviu e queria saber onde Jehanzaib estava”, acrescentou Zaib.
Jehanzaib ainda estava mancando e o Talibã estava determinado a matá-lo, conta Zaib. Então, eles planejaram esconder o rapaz em uma casa que sua família possui em Sialkot.
Ele também conta que, como o grão-mufti não estava presente quando o Talibã tentou matar seu primo, nenhum pedido de fatwa, um decreto islâmico, ordenou sua morte.
“Se isso tivesse acontecido, eu teria sido morto, com toda certeza”, ele conta. “O talibã estava matando até mesmo soldados do exército, que chance teríamos de nos defender?”
No início do mês, Jehanzaib contou ao Compass que se disfarçara de muçulmano com uma longa barba e deixara Wana.
Ele foi, a princípio para Sialkot, na província de Punjab. Entretanto, logo ficou sabendo que notícias de sua fuga se espalharam por Wana e que havia um rumor de que três membros do Talibã tinham sido despachados para Sialkot para caçá-lo. Abatido, Jehanzaib fugiu para outra cidade.
Jehanzaib relatou que havia se recuperado de todos os machucados, com exceção de seu joelho, que continuava inchado. Ele conta que estava recebendo tratamento em um hospital. “Só Deus poderia me salvar dessa calamidade”, disse, “de outra maneira, ninguém poderia ter me salvado”.
A barbearia da família fechou desde o problema com o Talibã. Zaib Masih disse que dois familiares têm empregos públicos como zeladores e que toda a família está sobrevivendo apenas com esses salários.
Desde que as barbearias foram fechadas, a família mal sequer consegue fazer duas refeições por dia.
Fonte: Portas Abertas
Guiné Conacri: Paris "desmente energicamente" os "rumores absurdos" sobre alegada preparação de golpe de estado
A França "desmente energicamente" os "rumores absurdos" que relacionam o seu ministro dos Negócios Estrangeiros e serviços franceses com uma alegada tentativa de golpe de estado na República da Guiné, frisou hoje o porta-voz do Quai d'Orsay.
"Tratam-se de rumores absurdos que desmentimos energicamente. Nem vale a pena perder mais tempo com polémicas estéreis", acrescentou o porta-voz Bernard Valero.
O desmentido surgiu em resposta à alegação propalada horas antes, em Conacri, pelo porta-voz da Junta Militar no poder, Idrisa Cherif, que acusou o ministro Bernard Kouchner e "serviços franceses" de envolvimento na preparação de um golpe de estado.
Fonte: Lusa
"Tratam-se de rumores absurdos que desmentimos energicamente. Nem vale a pena perder mais tempo com polémicas estéreis", acrescentou o porta-voz Bernard Valero.
O desmentido surgiu em resposta à alegação propalada horas antes, em Conacri, pelo porta-voz da Junta Militar no poder, Idrisa Cherif, que acusou o ministro Bernard Kouchner e "serviços franceses" de envolvimento na preparação de um golpe de estado.
Fonte: Lusa
Turista alemão é detido com 44 lagartos na cueca na Nova Zelândia
Um turista alemão foi detido na Nova Zelândia quando tentava deixar o país com 44 exemplares de sete espécies protegidas de lagartos escondidos na cueca, informou a justiça do país da Oceania.
Hans Kubus, de 58 anos, foi abordado no domingo no aeroporto de Christchurch, sul da Nova Zelândia.
Funcionários da alfândega encontraram nas roupas íntimas um pequeno pacote com os répteis. O alemão já compareceu a uma audiência em um tribunal.
Kubus admitiu ter retirado os répteis da natureza sem autorização com o objetivo de comercializar os animais. Existe un mercado negro de pequenos répteis na Europa. Os animais que o alemão pretendia tirar da Nova Zelândia são avaliados em quase 30 mil euros.
Visite a fonte da informação aqui
Hans Kubus, de 58 anos, foi abordado no domingo no aeroporto de Christchurch, sul da Nova Zelândia.
Funcionários da alfândega encontraram nas roupas íntimas um pequeno pacote com os répteis. O alemão já compareceu a uma audiência em um tribunal.
Kubus admitiu ter retirado os répteis da natureza sem autorização com o objetivo de comercializar os animais. Existe un mercado negro de pequenos répteis na Europa. Os animais que o alemão pretendia tirar da Nova Zelândia são avaliados em quase 30 mil euros.
Visite a fonte da informação aqui
Mais famílias europeias a navegar na internet
Duas em cada três famílias (65%) da União Europeia (UE) usaram a internet no primeiro trimestre de 2009, um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o Eurostat, citado pela agência Lusa.
Dados divulgados pelo gabinete de estatísticas da UE mostram que o número de famílias com acesso à internet varia dos 30% na Bulgária até aos 90% na Holanda, passando pelos 48% em Portugal (46% em 2008).
No nosso país, a banda larga é utilizada pela quase totalidade dos agregados familiares: 46% (39% em 2008), enquanto a média dos 27 países da união é de 56% (49% em 2008).
A Internet é maioritariamente usada pelos jovens, sendo que mais de metade (73%) dos utilizadores diários na UE 27 têm idades entre 16 e os 24 anos. Entre os 16 e os 74 anos, são 48% os utilizadores diários.
Os jovens portugueses estão a apenas dois pontos percentuais da média europeia, com uma taxa de utilização diária da Net de 71 %. Já na faixa etária dos 16 aos 74 anos, apenas 33% dizem estar on-line todos os dias.
Fonte: Jornal de Notícias
Dados divulgados pelo gabinete de estatísticas da UE mostram que o número de famílias com acesso à internet varia dos 30% na Bulgária até aos 90% na Holanda, passando pelos 48% em Portugal (46% em 2008).
No nosso país, a banda larga é utilizada pela quase totalidade dos agregados familiares: 46% (39% em 2008), enquanto a média dos 27 países da união é de 56% (49% em 2008).
A Internet é maioritariamente usada pelos jovens, sendo que mais de metade (73%) dos utilizadores diários na UE 27 têm idades entre 16 e os 24 anos. Entre os 16 e os 74 anos, são 48% os utilizadores diários.
Os jovens portugueses estão a apenas dois pontos percentuais da média europeia, com uma taxa de utilização diária da Net de 71 %. Já na faixa etária dos 16 aos 74 anos, apenas 33% dizem estar on-line todos os dias.
Fonte: Jornal de Notícias
Congresso Nacional para publicação Outorgas 32 Emissoras de Radiodifusão
O Congresso Nacional publicou nenhuma Diário Oficial desta terça-feira, 8 de dezembro 32 novas Outorgas de Radiodifusão. São 29 Autorizações para Rádio Comunitária, duas emissoras em Frequência Modulada e uma onda em média.
Com a publicação dos Decretos Legislativos, 29 novas Rádios Comunitárias ganharam Outorgas para funcionarem por dez anos. Contempladas Foram cidades dos estados do Maranhão, Goiás, Rio Grande do Sul, Bahia, Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Alagoas, Pará e Ceará.
Também o Congresso Nacional publicou duas permissões para rádios FM e uma Concessão de onda média. A Rede Jornal de Comunicação e Publicidade, de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) ea Amazônia Comunicações, de Leme (SP), ganharam Outorgas para transmitirem em Frequência Modulada. A Rádio 910, da cidade de São Fidélis (RJ), teve aprovada transmissão em onda média.
Na mesma edição do Diário Oficial, o Ministério das Comunicações publica autorização para o Sistema Tropical de Radiodifusão, de Caxias (MA), retransmitir a programação da Rádio e Televisão OM Ltda-CNT, de Curitiba (PR). Também há uma consignação para a Rádio e Televisão OM, de Curitiba (PR), para transmitir sinais de TV Digital para a cidade de Londrina, também no Paraná.
O Ministério traz portaria de renovação de permissão por dez anos para a Rádio Itaimbé, de São Francisco de Paula (RS), a transmitir em Frequência Modulada. A renovação vai ainda ao Congresso Nacional para decisão final. Também foram publicados dois contratos de Radiodifusão. Um com uma TV Nova Conexão, com prazo de 15 anos, para Gerar sinais de TV para a cidade de Francisco Beltrão (PR). Outro contrato foi assinado com o Sistema Zanon de Telecomunicações, para colocar em funcionamento por dez anos uma rádio em Frequência Modulada na cidade de Espigão D'Oeste (RO.
Com a publicação dos Decretos Legislativos, 29 novas Rádios Comunitárias ganharam Outorgas para funcionarem por dez anos. Contempladas Foram cidades dos estados do Maranhão, Goiás, Rio Grande do Sul, Bahia, Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Alagoas, Pará e Ceará.
Também o Congresso Nacional publicou duas permissões para rádios FM e uma Concessão de onda média. A Rede Jornal de Comunicação e Publicidade, de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) ea Amazônia Comunicações, de Leme (SP), ganharam Outorgas para transmitirem em Frequência Modulada. A Rádio 910, da cidade de São Fidélis (RJ), teve aprovada transmissão em onda média.
Na mesma edição do Diário Oficial, o Ministério das Comunicações publica autorização para o Sistema Tropical de Radiodifusão, de Caxias (MA), retransmitir a programação da Rádio e Televisão OM Ltda-CNT, de Curitiba (PR). Também há uma consignação para a Rádio e Televisão OM, de Curitiba (PR), para transmitir sinais de TV Digital para a cidade de Londrina, também no Paraná.
O Ministério traz portaria de renovação de permissão por dez anos para a Rádio Itaimbé, de São Francisco de Paula (RS), a transmitir em Frequência Modulada. A renovação vai ainda ao Congresso Nacional para decisão final. Também foram publicados dois contratos de Radiodifusão. Um com uma TV Nova Conexão, com prazo de 15 anos, para Gerar sinais de TV para a cidade de Francisco Beltrão (PR). Outro contrato foi assinado com o Sistema Zanon de Telecomunicações, para colocar em funcionamento por dez anos uma rádio em Frequência Modulada na cidade de Espigão D'Oeste (RO.
Etiquetas:
Brasil,
Média,
Operadores,
Tecnologia,
Televisão
Subscrever:
Mensagens (Atom)