O presidente da Comissão Europeia salientou hoje a necessidade de os Estados Unidos (EUA) e a China darem "passos em frente" para que na conferência da ONU sobre alterações climáticas possa ser alcançado um acordo bem sucedido.
Falando no plenário da conferência de Copenhaga, José Manuel Durão Barroso exortou os 192 países participantes, mas sobretudo os dois grandes poluidores mundiais, EUA e China, a darem "passos em frente" para que seja alcançado um acordo "transparente e extenso" com o objectivo de resolver o problema do fenómeno do aquecimento global.
Barroso destacou a importância de concretizar na conferência de Copenhaga acções para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, assim como o apoio financeiro "necessário" para que os países em desenvolvimento se possam adaptar aos efeitos das alterações climáticas.
Referindo-se aos bloqueios das negociações pelas diferentes partes, que hoje voltaram a marcar o dia de trabalhos, Durão Barroso salientou que é preciso "parar com a retórica" e lembrou que é "mais barato proteger o planeta agora do que ter que repará-lo mais tarde".
O presidente do Executivo comunitário lembrou que os líderes dos 27 Estados-membros da União Europeia disponibilizaram, na semana passada, um montante global de 7,2 mil milhões de euros ao longo dos próximos três anos para ajudar os países mais pobres no combate ao aquecimento global.
A ajuda financeira anual que os países ricos deverão fornecer a partir de 2020 rondará os cem mil milhões de dólares (cerca de 66 mil milhões de euros) destacou Durão Barroso, garantindo que a UE está "absolutamente preparada" para assumir a parte "justa" dessa contribuição a longo prazo.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Fed mantém juros "excepcionalmente baixos" por "período alargado"
A Reserva Federal decidiu manter as taxas de juro "excepcionalmente baixas" durante "um período alargado" e salientou que a economia norte-americana está a recuperar.
As bolsas dos EUA estão a travar os ganhos, uma vez que esta decisão já era esperada
“Os gastos das famílias parecem estar a aumentar a um ritmo moderado, apesar de continuarem a ser condicionados por um fraco mercado laboral, pelo modesto crescimento dos rendimentos, pela menor riqueza imobiliária e pelo aperto do crédito” refere o comunicado do Comité Federal do Open Market (FOMC, na sigla em inglês), citado pela Bloomberg, depois de uma reunião de dois dias em Washington.
Assim, os membros do FOMC mantiveram as taxas de juro inalteradas, entre 0% e 0,25%, nível onde se encontram desde Dezembro do ano passado.
“A deterioração do mercado laboral está a diminuir”, diz o comunicado do FOMC, que foi unânime na sua decisão de manutenção dos juros directores. “A inflação continuará controlada durante algum tempo”, refere ainda o documento.
O presidente da Fed, Ben Bernanke, que amanhã saberá se o Comité da Banca no Senado vai recomendar a sua nomeação para um segundo mandato de quatro anos, tem estado a combater aquilo a que chamou de “substanciais ventos adversos” do declínio do crédito e da contínua perda de empregos, salienta a Bloomberg.
Se bem que a economia tenha regressado ao crescimento depois da mais profunda recessão desde a década de 30, a maioria dos economistas inquiridos pela Bloomberg prevê que a taxa de desemprego exceda os 10% até Junho do ano que vem. Os gastos dos consumidores também estão ainda abaixo do seu nível de há dois anos.
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As bolsas dos EUA estão a travar os ganhos, uma vez que esta decisão já era esperada
“Os gastos das famílias parecem estar a aumentar a um ritmo moderado, apesar de continuarem a ser condicionados por um fraco mercado laboral, pelo modesto crescimento dos rendimentos, pela menor riqueza imobiliária e pelo aperto do crédito” refere o comunicado do Comité Federal do Open Market (FOMC, na sigla em inglês), citado pela Bloomberg, depois de uma reunião de dois dias em Washington.
Assim, os membros do FOMC mantiveram as taxas de juro inalteradas, entre 0% e 0,25%, nível onde se encontram desde Dezembro do ano passado.
“A deterioração do mercado laboral está a diminuir”, diz o comunicado do FOMC, que foi unânime na sua decisão de manutenção dos juros directores. “A inflação continuará controlada durante algum tempo”, refere ainda o documento.
O presidente da Fed, Ben Bernanke, que amanhã saberá se o Comité da Banca no Senado vai recomendar a sua nomeação para um segundo mandato de quatro anos, tem estado a combater aquilo a que chamou de “substanciais ventos adversos” do declínio do crédito e da contínua perda de empregos, salienta a Bloomberg.
Se bem que a economia tenha regressado ao crescimento depois da mais profunda recessão desde a década de 30, a maioria dos economistas inquiridos pela Bloomberg prevê que a taxa de desemprego exceda os 10% até Junho do ano que vem. Os gastos dos consumidores também estão ainda abaixo do seu nível de há dois anos.
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S&P corta "rating" da Grécia
O "rating" da dívida soberana de longo prazo da Grécia foi cortada pela agência de notação financeira Standard & Poor's, podendo sofrer mais revisões em baixa.
A notícia está a ser avançada pela Bloomberg, que diz que a notação foi reduzida de A- para BBB+, tal como fez a Fitch Ratings, uma medida que na altura gerou fortes perdas na Bolsa de Atenas e também pressionou em baixa os mercados europeus.
A S&P informou que a dívida da Grécia permanece com a perspectiva negativa que lhe foi atribuída no passado dia 7 de Dezembro. Os “ratings” de curto prazo A-2 foram também colocados em “credit watch negative”.
“Este ‘downgrade’ reflecte a nossa opinião de que as medidas que as autoridades gregas anunciaram recentemente para reduzir o elevado défice orçamental não deverão, só por si, levar a um corte sustentável do encargo da dívida pública”, refere o comunicado da Standard & Poor’s, citando o seu analista de crédito Marko Mrsnik.
“Além disso, estamos convictos de que os esforços do governo para reestruturar as finanças públicas se deparam com obstáculos internos que deverão exigir esforços sustentados durante mais alguns anos”, sublinha o comunicado.
Dadas as revisões em alta para as nossas projecções dos níveis de défice e da dívida do governo grego, bem como o custo previsto para o governo honrar essas obrigações, vemos a flexibilidade orçamental da Grécia diminuir mais do que previmos anteriormente, diz o mesmo documento.
“Estimamos que os défices gerais do Estado de dois dígitos, em percentagem do PIB, este ano e no próximo, aumentem fortemente o encargo da dívida do governo da Grécia, para 126% do PIB em 2010 e para perto de 138% do PIB em 2012”, salienta o comunicado da S&P.
“Na nossa opinião, o crescente encargo do serviço da dívida diminui a margem para uma estabilização da dívida, especialmente numa altura em que prevemos um ambiente de crescimento económico de curto prazo significativamente mais fraco”, comenta o mesmo analista no documento daquela agência de notação financeira.
Quanto à perspectiva negativa para a dívida, esta reflecte a opinião da S&P de que os “ratings” poderão ser cortados ainda mais se o governo se revelar incapaz de obter suficiente apoio político para implementar um programa credível de consolidação orçamental para o médio prazo.
“Esperamos determinar a colocação do ‘credit watch’ nos próximos três a quatro meses, período durante o qual antecipamos que o governo irá fornecer mais detalhes sobre a sua estratégia de consolidação orçamental, incluindo os planos de implementação”, refere ainda o comunicado.
Hoje, o ministro grego das Finanças, George Papaconstantinou (na foto), afirmou que a Grécia vai reduzir o seu défice orçamental de 2010 em quatro pontos percentuais, mais do que a meta anteriormente definida. Este novo objectivo inclui-se nos novos planos de redução dos custos operacionais do governo.
A Grécia viu na semana passada o seu “rating” da dívida soberana ser cortado pela Fitch Ratings, que anunciou também um “downgrade” para cinco bancos gregos. Depois disso, também Espanha foi alvo de uma revisão em baixa da notação da sua dívida.
Fonte: Jornal de Negócios
A notícia está a ser avançada pela Bloomberg, que diz que a notação foi reduzida de A- para BBB+, tal como fez a Fitch Ratings, uma medida que na altura gerou fortes perdas na Bolsa de Atenas e também pressionou em baixa os mercados europeus.
A S&P informou que a dívida da Grécia permanece com a perspectiva negativa que lhe foi atribuída no passado dia 7 de Dezembro. Os “ratings” de curto prazo A-2 foram também colocados em “credit watch negative”.
“Este ‘downgrade’ reflecte a nossa opinião de que as medidas que as autoridades gregas anunciaram recentemente para reduzir o elevado défice orçamental não deverão, só por si, levar a um corte sustentável do encargo da dívida pública”, refere o comunicado da Standard & Poor’s, citando o seu analista de crédito Marko Mrsnik.
“Além disso, estamos convictos de que os esforços do governo para reestruturar as finanças públicas se deparam com obstáculos internos que deverão exigir esforços sustentados durante mais alguns anos”, sublinha o comunicado.
Dadas as revisões em alta para as nossas projecções dos níveis de défice e da dívida do governo grego, bem como o custo previsto para o governo honrar essas obrigações, vemos a flexibilidade orçamental da Grécia diminuir mais do que previmos anteriormente, diz o mesmo documento.
“Estimamos que os défices gerais do Estado de dois dígitos, em percentagem do PIB, este ano e no próximo, aumentem fortemente o encargo da dívida do governo da Grécia, para 126% do PIB em 2010 e para perto de 138% do PIB em 2012”, salienta o comunicado da S&P.
“Na nossa opinião, o crescente encargo do serviço da dívida diminui a margem para uma estabilização da dívida, especialmente numa altura em que prevemos um ambiente de crescimento económico de curto prazo significativamente mais fraco”, comenta o mesmo analista no documento daquela agência de notação financeira.
Quanto à perspectiva negativa para a dívida, esta reflecte a opinião da S&P de que os “ratings” poderão ser cortados ainda mais se o governo se revelar incapaz de obter suficiente apoio político para implementar um programa credível de consolidação orçamental para o médio prazo.
“Esperamos determinar a colocação do ‘credit watch’ nos próximos três a quatro meses, período durante o qual antecipamos que o governo irá fornecer mais detalhes sobre a sua estratégia de consolidação orçamental, incluindo os planos de implementação”, refere ainda o comunicado.
Hoje, o ministro grego das Finanças, George Papaconstantinou (na foto), afirmou que a Grécia vai reduzir o seu défice orçamental de 2010 em quatro pontos percentuais, mais do que a meta anteriormente definida. Este novo objectivo inclui-se nos novos planos de redução dos custos operacionais do governo.
A Grécia viu na semana passada o seu “rating” da dívida soberana ser cortado pela Fitch Ratings, que anunciou também um “downgrade” para cinco bancos gregos. Depois disso, também Espanha foi alvo de uma revisão em baixa da notação da sua dívida.
Fonte: Jornal de Negócios
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
´Bolsa gás´ pode fazer com que famílias deixem de usar fogão a lenha
O programa do Governo federal para baratear o botijão de gás pode fazer com que famílias brasileiras deixem de usar fogão a lenha, afirma o do presidente do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), Sérgio Bandeira de Mello. “A matriz energética residencial brasileira ainda tem 36% de consumo de lenha. É um número inacreditável”, afirmou Mello em entrevista à Rádio Bandeirantes nesta terça-feira.
De acordo com a proposta do governo, os beneficiários do Bolsa Família receberiam uma ajuda de custo de R$ 10 para a compra do botijão de gás. Atualmente, o preço do produto está entre R$ 38 e R$ 40.
“Haverá alocação efetiva de recursos para quem realmente precisa, e não um subsídio generalizado”, afirmou Mello. Ele, no entanto, não sabe precisar como o programa será custeado. “Inicialmente se falou no custo vir do próprio botijão, ou seja, o consumidor pagar mais caro para cobrir o gasto. Mas acredito que os custos virão de outros impostos”, disse.
Alta do preço
De acordo com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o preço do gás de botijão teve alta de 3,48% em outubro. Segundo Mello, a logística é a culpada pelo aumento. “Nós vendemos botijão – que eu chamo de ‘energia em lata’ –, de porta em porta, e o preço do diesel, do aço e dos veículos tem um impacto gigantesco sobre nosso negócio”, afirmou.
Fonte: eBand
De acordo com a proposta do governo, os beneficiários do Bolsa Família receberiam uma ajuda de custo de R$ 10 para a compra do botijão de gás. Atualmente, o preço do produto está entre R$ 38 e R$ 40.
“Haverá alocação efetiva de recursos para quem realmente precisa, e não um subsídio generalizado”, afirmou Mello. Ele, no entanto, não sabe precisar como o programa será custeado. “Inicialmente se falou no custo vir do próprio botijão, ou seja, o consumidor pagar mais caro para cobrir o gasto. Mas acredito que os custos virão de outros impostos”, disse.
Alta do preço
De acordo com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o preço do gás de botijão teve alta de 3,48% em outubro. Segundo Mello, a logística é a culpada pelo aumento. “Nós vendemos botijão – que eu chamo de ‘energia em lata’ –, de porta em porta, e o preço do diesel, do aço e dos veículos tem um impacto gigantesco sobre nosso negócio”, afirmou.
Fonte: eBand
Obama manda comprar prisão para detidos de Guantánamo
Presidente deixa claro que não irá libertar nenhum dos detidos
O presidente norte-americano, Barack Obama, ordenou que o governo dos Estados Unidos adquira uma prisão no Estado de Illinois para abrigar alguns dos acusados de terrorismo detidos em Guantánamo, de acordo com uma carta do governo divulgada esta terça-feira.
A carta deixou claro que Obama não tem intenção de libertar nenhum dos detidos nos Estados Unidos. O documento foi assinado pela secretária de Estado, Hillary Clinton, e pelo secretário da Defesa, Robert Gates, e foi endereçado ao governador de Illinois, Pat Quinn.
Fonte: TVI 24
O presidente norte-americano, Barack Obama, ordenou que o governo dos Estados Unidos adquira uma prisão no Estado de Illinois para abrigar alguns dos acusados de terrorismo detidos em Guantánamo, de acordo com uma carta do governo divulgada esta terça-feira.
A carta deixou claro que Obama não tem intenção de libertar nenhum dos detidos nos Estados Unidos. O documento foi assinado pela secretária de Estado, Hillary Clinton, e pelo secretário da Defesa, Robert Gates, e foi endereçado ao governador de Illinois, Pat Quinn.
Fonte: TVI 24
Gripe A: EUA retiram 800 mil lotes de vacina
Em causa estão lotes infantis do fármaco da Sanofi que não era suficientemente fortes
O Centro de Controlo e Prevenção das Doenças dos Estados Unidos ordenou, esta terça-feira, a retirada de 800 mil doses da vacina contra a gripe A fabricada pela farmacêutica Sanofi Pasteur, por alegadamente não ser suficientemente forte.
As doses da vacina são seringas pré-carregadas e sem conservantes pensadas para crianças com entre 6 meses e 3 anos, que constituem um dos principais grupos de risco de contágio e que devem tomar duas doses da vacina.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção das Doenças, que não sabe quantas doses da vacina já foram aplicadas, as crianças que as tomaram devem voltar a ser vacinadas.
Tendo por base testes laboratoriais, as autoridades sanitárias informaram que os lotes da vacina passaram nas provas para ser comercializados mas a sua potência enfraqueceu, posteriormente, entre 10 e 12 por cento.
Segundo o Centro de Controlo e Prevenção das Doenças, uma vez devolvidos os lotes não utilizados da vacina, não serão encomendadas mais doses sem conservantes.
A farmacêutica Sanofi, que começou a distribuir a vacina da gripe A nos Estados Unidos em Setembro, fez 67 milhões de dólares com a sua venda no terceiro trimestre do ano e anunciou, em Outubro, que espera aumentar as vendas deste produto no quatro trimestre, encaixando 500 milhões de dólares. A vacina da Sanofi não está à venda em Portugal.
A gripe A já afectou cerca de 50 milhões de pessoas nos Estados Unidos, causando 10 mil mortes e perto de 213 mil internamentos entre Abril e 14 de Novembro, de acordo com o último balanço.
Visite a fonte da informação aqui
O Centro de Controlo e Prevenção das Doenças dos Estados Unidos ordenou, esta terça-feira, a retirada de 800 mil doses da vacina contra a gripe A fabricada pela farmacêutica Sanofi Pasteur, por alegadamente não ser suficientemente forte.
As doses da vacina são seringas pré-carregadas e sem conservantes pensadas para crianças com entre 6 meses e 3 anos, que constituem um dos principais grupos de risco de contágio e que devem tomar duas doses da vacina.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção das Doenças, que não sabe quantas doses da vacina já foram aplicadas, as crianças que as tomaram devem voltar a ser vacinadas.
Tendo por base testes laboratoriais, as autoridades sanitárias informaram que os lotes da vacina passaram nas provas para ser comercializados mas a sua potência enfraqueceu, posteriormente, entre 10 e 12 por cento.
Segundo o Centro de Controlo e Prevenção das Doenças, uma vez devolvidos os lotes não utilizados da vacina, não serão encomendadas mais doses sem conservantes.
A farmacêutica Sanofi, que começou a distribuir a vacina da gripe A nos Estados Unidos em Setembro, fez 67 milhões de dólares com a sua venda no terceiro trimestre do ano e anunciou, em Outubro, que espera aumentar as vendas deste produto no quatro trimestre, encaixando 500 milhões de dólares. A vacina da Sanofi não está à venda em Portugal.
A gripe A já afectou cerca de 50 milhões de pessoas nos Estados Unidos, causando 10 mil mortes e perto de 213 mil internamentos entre Abril e 14 de Novembro, de acordo com o último balanço.
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U2, Paul McCartney e Leona Lewis candidatos a um Globo de Ouro
U2, Paul McCartney, Leona Lewis concorrem aos Globos de Ouro na categoria de Melhor Canção Original.
«I See You», de Leona Lewis, foi extraído de «Avatar», o novo filme de James Cameron. «Winter», dos U2, faz parte do remake de «Em Nome do Pai», de Jim Sheridan.
A canção de Paul McCartney, «I Want To Come Home», pertence ao filme «Everybody`s Fine», de Robert De Niro. «The Weary Kind (Theme From Crazy Heart» e «Cinema Italiano» do filme «Nine» também estão nomeados.
A cerimónia de entrega acontecerá a 17 de Janeiro em Los Angeles e será conduzida pelo actor e humorista Ricky Gervais.
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«I See You», de Leona Lewis, foi extraído de «Avatar», o novo filme de James Cameron. «Winter», dos U2, faz parte do remake de «Em Nome do Pai», de Jim Sheridan.
A canção de Paul McCartney, «I Want To Come Home», pertence ao filme «Everybody`s Fine», de Robert De Niro. «The Weary Kind (Theme From Crazy Heart» e «Cinema Italiano» do filme «Nine» também estão nomeados.
A cerimónia de entrega acontecerá a 17 de Janeiro em Los Angeles e será conduzida pelo actor e humorista Ricky Gervais.
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Luzes vão apagar-se por um novo acordo climático
A cidade de Copenhaga vai ficar às escuras durante uma hora na próxima quarta-feira, numa iniciativa da associação ambientalista WWF para pressionar os líderes mundiais a alcançarem um novo acordo climático.
Este apagão simbólico decorre apenas na cidade dinamarquesa onde decorre a Cimeira das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas e pretende ser um alerta para a importância de um novo acordo que combata eficazmente o problema do aquecimento global, que afecta a vida de todos os seres vivos do Planeta, anunciou hoje a associação ambientalista WWF.
Antecipando a Hora do Planeta 2010, o apagão ocorrerá apenas nesta cidade no dia 16 de Dezembro pelas 19:00 (hora local) durante um período de uma hora.
Trata-se de uma iniciativa conjunta de dois movimentos: a campanha da WWF - Hora do Planeta e o movimento Hopenhagen, a que a organização global de conservação apelidou de Earth Hour Hopenhagen (Hora do Planeta de Esperança em Copenhaga, numa tradução mais livre).
Na base desta aliança está o crescendo de movimentos que têm surgido um pouco por todo o mundo, "verdadeiros barómetros da forte vontade do mundo em fazer face ao problema das alterações climáticas, a favor da vida no Planeta", explica a WWF em comunicado.
Além do apagão, está prevista uma série de outras iniciativas para quarta-feira na cidade de Copenhaga.
"s 16:00 decorre um workshop para crianças de execução de lanternas, no Planetário da cidade dinamarquesa, seguido de um concerto infantil, uma hora depois.
"s 18:00 há um desfile de lanternas e cinco minutos antes das 19:00 começa a contagem decrescente para o apagão, que poderá ser visto da praça principal, seguido da apresentação do "The People's Orb", uma esfera metálica com as mensagens de todo o mundo a favor de um Planeta Vivo.
Apesar desta iniciativa, mantém-se para 2010 a iniciativa Hora do Planeta, como acontece todos os anos.
No dia 27 de Março, em todo o mundo, Portugal incluído, a WWF encorajará cidadãos, governos, empresas e comunidades a desligarem as luzes durante uma hora, como uma forma de luta contra o aquecimento global e uma sequência do que se espera vir a ser um momento histórico decisivo: a Cimeira de Copenhaga.
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Este apagão simbólico decorre apenas na cidade dinamarquesa onde decorre a Cimeira das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas e pretende ser um alerta para a importância de um novo acordo que combata eficazmente o problema do aquecimento global, que afecta a vida de todos os seres vivos do Planeta, anunciou hoje a associação ambientalista WWF.
Antecipando a Hora do Planeta 2010, o apagão ocorrerá apenas nesta cidade no dia 16 de Dezembro pelas 19:00 (hora local) durante um período de uma hora.
Trata-se de uma iniciativa conjunta de dois movimentos: a campanha da WWF - Hora do Planeta e o movimento Hopenhagen, a que a organização global de conservação apelidou de Earth Hour Hopenhagen (Hora do Planeta de Esperança em Copenhaga, numa tradução mais livre).
Na base desta aliança está o crescendo de movimentos que têm surgido um pouco por todo o mundo, "verdadeiros barómetros da forte vontade do mundo em fazer face ao problema das alterações climáticas, a favor da vida no Planeta", explica a WWF em comunicado.
Além do apagão, está prevista uma série de outras iniciativas para quarta-feira na cidade de Copenhaga.
"s 16:00 decorre um workshop para crianças de execução de lanternas, no Planetário da cidade dinamarquesa, seguido de um concerto infantil, uma hora depois.
"s 18:00 há um desfile de lanternas e cinco minutos antes das 19:00 começa a contagem decrescente para o apagão, que poderá ser visto da praça principal, seguido da apresentação do "The People's Orb", uma esfera metálica com as mensagens de todo o mundo a favor de um Planeta Vivo.
Apesar desta iniciativa, mantém-se para 2010 a iniciativa Hora do Planeta, como acontece todos os anos.
No dia 27 de Março, em todo o mundo, Portugal incluído, a WWF encorajará cidadãos, governos, empresas e comunidades a desligarem as luzes durante uma hora, como uma forma de luta contra o aquecimento global e uma sequência do que se espera vir a ser um momento histórico decisivo: a Cimeira de Copenhaga.
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Ásia a caminho de uma "recuperação mais rápida"
O Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) reviu hoje em alta as suas previsões de crescimento para o conjunto das economias da região, mostrando-se confiante numa “recuperação mais rápida” do que a esperada, quer para este ano quer para o próximo.
As novas previsões apontam para que as 14 economias emergentes do leste asiático, onde se encaixam, por exemplo, a China, a Coreia do Sul e Singapura (esta última duramente castigada pela crise financeira), cresçam em média 4,2% neste ano e 6,8% em 2010. Estes valores comparam com 3,6% e 6,5%, respectivamente, antecipados pelo BAD em Setembro.
“O Leste asiático está a recuperar fortemente e as taxas de crescimento no próximo ano deverão mesmo ultrapassar, ainda que ligeiramente, as registadas em 2008 na maioria dos seus países”, sustenta Jong-Wha Lee, economista-chefe do BAD.
No caso da China, as previsões mantiveram-se inalteradas em 8,2% e 8,9% para 2009 e 2010, respectivamente. O Banco prevê ainda que os 45 países asiáticos classificados como estando em fase desenvolvimento façam igualmente melhor do que o esperado, tendo revisto em alta as previsões de crescimento para 4,5% neste ano e 6,6% em 2010.
"Não obstante parecer estarmos numa recessão do tipo ‘V’ (com uma queda acentuada da actividade, seguida de uma rápida e robusta recuperação), é fundamental que as políticas orçamentais e monetárias permaneçam acomodatícias”, adverte Jong-Wha Lee.
“O maior desafio é escolher o momento e o ritmo adequados para retirar progressivamente os estímulos, assegurando que a trajectória de um crescimento sustentado está lançada e evitando, em simultâneo, taxas excessivas de inflação ou défices orçamentais pesados”, acrescenta o economista-chefe do BAD.
Fonte: Jornal de Negócios
As novas previsões apontam para que as 14 economias emergentes do leste asiático, onde se encaixam, por exemplo, a China, a Coreia do Sul e Singapura (esta última duramente castigada pela crise financeira), cresçam em média 4,2% neste ano e 6,8% em 2010. Estes valores comparam com 3,6% e 6,5%, respectivamente, antecipados pelo BAD em Setembro.
“O Leste asiático está a recuperar fortemente e as taxas de crescimento no próximo ano deverão mesmo ultrapassar, ainda que ligeiramente, as registadas em 2008 na maioria dos seus países”, sustenta Jong-Wha Lee, economista-chefe do BAD.
No caso da China, as previsões mantiveram-se inalteradas em 8,2% e 8,9% para 2009 e 2010, respectivamente. O Banco prevê ainda que os 45 países asiáticos classificados como estando em fase desenvolvimento façam igualmente melhor do que o esperado, tendo revisto em alta as previsões de crescimento para 4,5% neste ano e 6,6% em 2010.
"Não obstante parecer estarmos numa recessão do tipo ‘V’ (com uma queda acentuada da actividade, seguida de uma rápida e robusta recuperação), é fundamental que as políticas orçamentais e monetárias permaneçam acomodatícias”, adverte Jong-Wha Lee.
“O maior desafio é escolher o momento e o ritmo adequados para retirar progressivamente os estímulos, assegurando que a trajectória de um crescimento sustentado está lançada e evitando, em simultâneo, taxas excessivas de inflação ou défices orçamentais pesados”, acrescenta o economista-chefe do BAD.
Fonte: Jornal de Negócios
Ban Ki-moon: "Selem um acordo" porque "a natureza não negoceia connosco"
“Selem um acordo”. Foi este o apelo deixado por Ban Ki-moon, o director-geral das Nações Unidas, aos países que estão em conversações sobre as alterações climáticas em Copenhaga, salientando que “a natureza não negoceia connosco”.
Ban Ki-moon recorreu a um “slogan” já popularizado numa campanha para apelar a que os países cheguem a um acordo sobre as medidas a tomar para reduzir emissões de CO2.
O responsável afirmou aos delegados que estes têm a oportunidade de fazer história, mas salientou que “não temos outro ano para deliberar; a natureza não negoceia connosco”, de acordo com a BBC online.
Este apelo chega numa altura em que o impasse impera. Os países ainda não chegaram a acordo sobre nenhum texto, numa altura em que os chefes de Estado começam a chegar a Copenhaga, limitando assim o tempo disponível para se conseguir chegar a acordo.
“Durante três anos, tentei trazer os líderes mundiais para a mesa”, afirmou Ban Ki-moon que acrescentou que “três anos de esforço convergem em três dias de acção”.
“Ninguém vai conseguir tudo o que quer. Mas se trabalharmos juntos, então todos vão ter o que precisam”, alertou.
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Ban Ki-moon recorreu a um “slogan” já popularizado numa campanha para apelar a que os países cheguem a um acordo sobre as medidas a tomar para reduzir emissões de CO2.
O responsável afirmou aos delegados que estes têm a oportunidade de fazer história, mas salientou que “não temos outro ano para deliberar; a natureza não negoceia connosco”, de acordo com a BBC online.
Este apelo chega numa altura em que o impasse impera. Os países ainda não chegaram a acordo sobre nenhum texto, numa altura em que os chefes de Estado começam a chegar a Copenhaga, limitando assim o tempo disponível para se conseguir chegar a acordo.
“Durante três anos, tentei trazer os líderes mundiais para a mesa”, afirmou Ban Ki-moon que acrescentou que “três anos de esforço convergem em três dias de acção”.
“Ninguém vai conseguir tudo o que quer. Mas se trabalharmos juntos, então todos vão ter o que precisam”, alertou.
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