segunda-feira, 1 de julho de 2013

Bolsas dos EUA sobem após indicadores económicos

A actividade industrial está a dar sinais de recuperar um pouco por todo o mundo, nomeadamente nos EUA, o que levou os principais índices bolsistas norte-americanos a fecharem em terreno positivo.
 
O Dow Jones subiu 0,44% para 14.974,96 pontos, o Nasdaq avançou 0,92% para 3.434,49 pontos e o S&P500 cresceu 0,54% para 1.614,96 pontos.
 
A contribuir para esta evolução positiva esteve a divulgação de dados económicos relativos à actividade industrial nos EUA, Europa e Japão. A produção industrial na Zona Euro contraiu menos do que o previsto, em Junho, os industriais no Japão revelaram estar mais optimistas em relação à economia pela primeira vez desde Setembro de 2011 e, nos EUA, foi divulgado que a actividade industrial melhorou mais do que o esperado pelos economistas.
 
Estes dados estão a aumentar a expectativa em torno da recuperação da economia mundial, anulando assim o pessimismo gerado em torno da retirada de alguns estímulos por parte da Fed. E contribuíram para que as bolsas Europeias tenham fechado com ganhos superiores a 1%.
 
A marcar os próximos dias estará a apresentação de resultados do segundo trimestre por parte das cotadas americanas. A Alcoa será a empresa a dar o tiro de partida. Os analistas consultados pela Bloomberg prevêem que as 500 empresas que compõem o S&P500 apresentem um aumento médio de 2,4% dos lucros trimestrais.
 
 
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PSI-20 ganha mais de 1% em quinta sessão de ganhos consecutiva

A bolsa nacional avançou pela quinta sessão consecutiva num dia em que os sectores da energia e da banca foram os que mais contribuíram positivamente.
 
O índice PSI-20 avançou 1,04% para 5.614,46 pontos, com 14 cotadas a subir, cinco a descer e uma a negociar inalterada. Trata-se da quinta sessão consecutiva de ganhos e o índice acumula um avanço de 4,1% desde a passada segunda-feira. Entre as principais praças europeias a tendência também com o índice de referência para a Europa Stoxx 600 a apreciar 1,08% para 288,11 pontos.
 
A marcar a sessão estão os resultados do indicador da produção industrial para a Zona Euro, que contraiu menos do que esperado, bem como o indicador de confiança dos produtores industriais do Japão, que passou a positivo pela primeira vez desde Setembro de 2011.
 
Por cá, a cotada que mais impulsiona é a Galp Energia ao avançar 2,11% para 11,615 euros. Já a eléctrica EDP perde 0,65% para 2,495 euros, enquanto a EDP Renováveis avança 1,45% para 4,00 euros. A REN, que gere a rede eléctrica nacional avança 1,63% para 2,239 euros.
 
Destaque ainda para os títulos da Zon Multimédia, que ganharam 4,04% para 3,86 euros. O presidente da Autoridade da Concorrência, Manuel Sebastião, disse esta manhã que a fusão entre a Zon e a Optimus pode ficar decidida ainda antes do final do seu mandato. Isto, se o regulador não decidir analisar em profundidade a operação.
 
A Sonaecom valorizou 2,83% para 1,601 euros, enquanto a Portugal Telecom recuou 1,34% para 2,95 euros e foi a que mais contrariou uma maior subida do índice.
 
Também a contribuir positivamente está o sector da banca, com o BES a progredir 3,41% para 0,636 euros e o BCP a avançar 3,12% ara 0,099 euros. Já o BPI sobe 2,97% para 0,935 euros e o Banif encerrou inalterado nos 0,093 euros.
 
 
 
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Vilanova tenta convencer Thiago Silva

 
O defesa brasileiro Thiago Silva (PSG) reconheceu que conversou com treinador do Barcelona, Tito Vilanova, sobre a possibilidade de jogar no colosso catalão.
 
«Vilanova é um excelente treinador e uma pessoa que tem a minha admiração. Ele disse para eu ir para o Barcelona. Sei pela Imprensa que eles trabalhar para tentarem garantir a minha contratação», afirmou Thiago Silva.
 
O internacional brasileiro reconheceu que será complicado, isto porque o PSG não estará interessado em negociar o seu passe.


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Demissão de Gaspar trava alívio nos juros da dívida pública

Saída do ministro das Finanças reduziu queda das taxas de juro das obrigações do Tesouro no mercado.
 
A sessão de hoje está a ser marcada por uma queda nas “yields” da dívida pública portuguesa, em todos os prazos. Mas o alívio já foi maior, com a tendência a inverter após a notícia da demissão de Vítor Gaspar.
 
Olhando para o gráfico da Bloomberg é evidente uma alteração no sentido da negociação após a notícia divulgada pela TSF, pelas 16h00. Os juros exigidos para comprar obrigações portuguesas atingiu o mínimo da sessão minutos antes daquela hora, começando depois a subir e a aproximarem-se no máximo do dia.
 
A linha a cinco anos é disso um exemplo, com a “yield” a baixar até aos 5,143% pouco antes das 16h00, para recuperar depois para os 5,211%.
 
Apesar desta alteração, a notícia não parece estar a criar grande nervosismos junto dos investidores. Às 17h00 as taxas aliviavam em todos os prazos, recuando pelo quarta sessão consecutiva, depois dos máximos de Abril a que chegaram no início da semana passada, em reacção à mudança de política monetária pela Reserva Federal. 
 
Terça-feira será o momento certo para avaliar o impacto da notícia no mercado secundário de dívida pública.
 
 
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Maria Luís Albuquerque substitui Vítor Gaspar nas Finanças

Maria Luís Albuquerque sobe de Secretária de Estado a Ministra das Finanças, anunciou a Presidência da República. Será a segunda mulher em Portugal a ocupar o cargo.
 
Vítor Gaspar sai do Governo e será substituído pela sua secretária de Estado. Maria Luís Albuquerque, que tem a pasta do Tesouro, será amanhã empossada Ministro das Finanças
 
“O Presidente da República aceitou a proposta, apresentada pelo Primeiro-Ministro, de nomeação da Dra. Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque para o mesmo cargo”, diz uma nota da Presidência da República, adiantando que Cavaco Silva aceitou a “proposta, apresentada pelo Primeiro-Ministro, de exoneração, a seu pedido, do Ministro de Estado e das Finanças, Prof. Doutor Vítor Louçã Rabaça Gaspar”.
 
A nota da Presidência não é explícita, mas sugere que Maria Luís Albuquerque será também ministra de Estado. Certo é que Paulo Portas, com a saída de Vítor Gaspar, passa a número dois do Governo de Passos Coelho, disse à Lusa fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro.
 
A posse do novo membro do Governo será conferida amanhã, terça-feira dia 2 de Julho, pelas 17h00 no Palácio de Belém. Maria Luís Albuquerque será a segunda Ministra das Finanças de Portugal, depois de Ferreira Leite ter ocupado a pasta entre Abril de 2002 e a tomada de posse do Governo de Sócrates, em Julho de 2004.
 
A notícia da saída de Gaspar foi avançada esta tarde, primeiro pela TSF e depois pela generalidade dos meios de comunicação social, dando conta que o primeiro-ministro iria esta tarde ao Palácio de Belém para comunicar a decisão ao Presidente da República.    
 
Paulo Macedo, actual ministro da Saúde, foi avançado por várias fontes como o sucessor de Gaspar, mas Passos Coelho escolheu um nome do próprio ministério, que ganhou visibilidade nos últimos tempos com as privatizações e a polémica dos “swaps”.
 
A saída de Vítor Gaspar era já do conhecimento do primeiro-ministro e do Presidente da República "há alguma semanas", disse uma fonte conhecedora do processo ao Negócios.
 
Oriundo do Banco Central Europeu, Vítor Gaspar esteve dois anos no Governo de Passos Coelho, tendo nos últimos tempos sido mais contestado, inclusivé dentro do Governo e dos partidos que apoiam o Executivo.
 
Esta foi a segunda saída de um ministro do XIX Governo Constitucional, depois da demissão de Miguel Relvas do cargo de ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, em Abril deste ano.
 
Com a exoneração de Vítor Gaspar, como relata a Lusa, caem automaticamente os restantes secretários de Estado do Ministério das Finanças: Luís Morais Sarmento, secretário de Estado do Orçamento, Manuel Rodrigues, secretário de Estado das Finanças, Paulo Núncio, dos Assuntos Fiscais, e Hélder Rosalino, da Administração Pública.
 
 
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domingo, 30 de junho de 2013

Lyon vende Anthony Martial ao AS Monaco

O Lyon anunciou hoje ter vendido ao AS Mónaco o jovem avançado Anthony Martial, de 17 anos, por cinco milhões de euros, num comunicado publicado no sítio oficial na Internet do clube francês de futebol.
 
No comunicado, o Lyon diz ter dado prioridade ao AS Mónaco, de regresso ao primeiro escalão gaulês, em detrimento do interesse de vários clubes estrangeiros, tendo garantido uma percentagem (não determinada) numa futura transferência de Anthony Martial.
 
Martial, que tinha chegado ao Lyon com 14 anos, vai juntar-se a dois portugueses, também contratados pelo clube monegasco para a próxima temporada: João Moutinho e Ricardo Carvalho.
 
 
 
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sábado, 29 de junho de 2013

BES encaixa 25 milhões de euros com venda de 2,3% da Zon

Avistar deixou de ter acções da operadora e o BES passou a ter uma posição directa de apenas 0,97% da empresa liderada por Rodrigo Costa.
 
A Zon Multimédia anunciou este Sábado, em comunicado à CMVM, que a Avistar, “holding” controlada pelo BES, alienou todas as acções que detinha na operadora de telecomunicações.

A Avistar alienou 7.260.000 acções, a 3,449 euros cada uma, totalizando um encaixe de 25,04 milhões de euros com a operação, realizada a 25 de Junho através da venda de três blocos de acções da Zon.

Após esta operação o BES passou a deter apenas 0,97% do capital da Zon. Contudo, empresas lideradas ao Grupo BES são também accionistas da empresa que está em processo de fusão com a Optimus.

De acordo com a estrutura accionista da Zon, que a empresa disponibiliza no seu site, a Espírito Santo Irmãos controla 5% da Zon, a ESAF 1,97% e a BES Vida mais 1,85%. Antes desta operação o BES detinha 3,45% da operadora.

As acções da Zon fecharam sexta-feira a valer 3,71 euros, 7,5% acima do preço a que o BES vendeu os títulos.



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sexta-feira, 28 de junho de 2013

BESA aumenta capital em 500 milhões de dólares e confirma Kassoma como “chairman”

A Assembleia Geral de Accionistas do Banco Espírito Santo Angola (BESA) aprovou um aumento de capital de 500 milhões de dólares (383,7 milhões de euros).
 
“Os accionistas aprovaram um aumento de capital para o BESA de 500 milhões de dólares. A decisão dos accionistas para a realização deste plano de reforço do capital representa um aporte ímpar, e sem paralelo, no mercado angolano, que faz do BESA o banco com maior capitalização em Angola”, refere o comunicado do banco, acrescentando que “este aumento de capital foi efectuado para permitir a implementação do plano estratégico de crescimento 2012-2017”.

Nesta AG, onde esteve representado 100% do capital accionista do banco, foi também aprovada a constituição do novo conselho de administração do banco, tendo sido decidida, “por indicação dos accionistas angolanos”, a nomeação de António Paulo Kassoma, que foi primeiro-ministro de Angola – tal como o Negócios ontem noticiou.

“O accionista maioritário, por sua vez, nomeou Rui Guerra para vice-presidente do Conselho de Administração”.

Foram também aprovadas as contas do exercício anterior do BESA, bem como o Relatório de prestação de contas, relativo ao exercício de 2012.


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Jerónimo, Grupo EDP e BCP dão quarta sessão positiva para o PSI-20

A praça de Lisboa voltou a ganhar terreno na sexta-feira, apesar de dez empresas terem perdido terreno. A EDP Renováveis subiu mais de 3% e foi a maior subida, num dia em que o BES voltou a recuar. Na Europa, o dia foi misto.
 
A bolsa nacional voltou a encerrar em terreno positivo, num comportamento que se deveu, sobretudo, às subidas da EDP e da Jerónimo Martins. Depois de seis semanas consecutivas a perder terreno, o PSI-20 voltou a avançar esta semana. A valorização do índice de referência ficou-se nos 1,9% durante a semana, com quatro sessões em alta e apenas uma em baixa.

Especificamente na sexta-feira, o PSI-20 somou 0,44% para os 5.556,80 pontos. Das 20 cotadas que o compõem, até foram mais as empresas que perderam terreno do que as que ganharam: oito em relação a dez. Duas (Cofina e Semapa) ficaram inalteradas.

Na Europa e em Wall Street, o dia foi misto. As bolsas europeias e americanas seguem uma tendência indefinida, seguindo os dados económicos mistos que foram divulgados esta tarde nos EUA. Os investidores continuam sem tomar grandes decisões antes de ser estabelecida uma estratégia clara do papel da Reserva Federal norte-americana no que diz respeito aos estímulos monetários à maior economia do mundo.

Nas bolsas europeias, o dia foi, em parte, de perdas mas algumas inverteram para terreno positivo a meio da tarde. Contudo, os recuos foram mesmo predominantes na Europa, com o Stoxx Europe 600 a ceder 0,5%.

Grupo EDP anima PSI-20
 
Também no índice nacional, houve alguma variação entre ganhos e perdas durante o dia, com um avanço intenso no fecho. A justificação para a subida do PSI-20 na última fase da sessão deveu-se, essencialmente, ao comportamento do Grupo EDP. Tanto a EDP como a Renováveis ganharam força pelas 15h30 e marcaram algumas das maiores subidas em Lisboa.

A eléctrica liderada por António Mexia somou 1,19% para fechar nos 2,475 euros. Já a EDP Renováveis encerrou nos 3,943 euros, ganhando 3,19%. Como parte da parceria com a China Three Gorges, a EDP Renováveis anunciou a venda de participações minoritárias em parques eólicos nacionais à CITIC CWEI Renewables.

A Jerónimo Martins somou 2,66% para os 16,19 euros e esteve a liderar as valorizações em Lisboa, contrariando a outra cotada do retalho, Sonae, cuja descida de 0,54% conduziu as acções aos 0,731 euros.

BCP soma terreno, BES desvaloriza-se

A banca continuou sob pressão, apesar do alívio que se verificou esta sexta-feira nas taxas de juro associadas à dívida pública nacional. O BCP foi a grande excepção. O banco liderado por Nuno Amado subiu 2,13% para encerrar nos 9,6 cêntimos, acumulando um ganho de 4% na semana.

Já o BES evidenciou-se no sentido contrário, ao cair pelo segundo dia seguido. O banco sob o comando de Ricardo Salgado caiu 2,84% e está nos 0,615 euros. O BPI também recuou 1,52% para os 0,908 euros.

O Banif terminou a valer 9,3 cêntimos por acção, com uma quebra de 2,11%. Foi o elemento do PSI-20 que mais recuou esta semana. O Estado perdeu a sua participação superior a 99% no Banif, alcançada depois do processo de capitalização, com os accionistas de referencia Rentipar Financeira e Auto Industrial a injectarem 100 milhões de euros no banco. A posição estatal deslizou para 87% ao passo que estes accionistas passaram a ter 13%. A instituição dirigida por Jorge Tomé ainda precisa de um investimento de 350 milhões de euros, que espera conseguir, nomeadamente, com um novo investidor de referência (banco sul-americano).
 
Galp impede maior subida do PSI-20
 
A empresa que mais impediu uma subida expressiva da praça nacional foi a Galp Energia. Com os preços do petróleo sem uma tendência definida nos mercados internacionais, a petrolífera resvalou 1,69% para cada acção cotar nos 11,375 euros. A descida ocorreu apesar de o Société Générale ter emitido uma nota em que manteve a recomendação de “comprar” os títulos da Galp Energia, a que atribuem um preço-alvo de 14,44 euros para os próximos 12 meses.

A contribuir para as perdas esteve, igualmente, a Portugal Telecom, apesar de um declínio ligeiro. A operadora cedeu 0,10% para fechar nos 2,99 euros.


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Três empresas portuguesas estão entre as melhores da Europa para trabalhar

Conheça as empresas portuguesas ou em que os resultados obtidos em Portugal contaram para estarem entre as melhores da Europa para trabalhar.
 
A lista das 100 melhores empresas para trabalhar na Europa inclui três empresas portuguesas e nove reconhecidas em Portugal (mínimo de 50 trabalhadores). O estudo foi realizado pela empresa de consultoria Great Place to Work, empresa de consultoria e gestão.

Entre as empresas portuguesas, a Roff ocupou a melhor posição, sexto lugar, na categoria de empresas com mais de 500 trabalhadores. Seguiram-se o grupo de consultoria CH Consulting e a tecnológica Gatewit que conquistaram, entre as Pequenas e Médias Empresas (PME), os 13º e 35º lugares, respectivamente.

Os resultados portugueses foram considerados para a escolha de nove das empresas que ocupam os 25 primeiros lugares das melhores empresas para trabalhar na Europa. Microsoft e SAS Institute foram as melhor posicionadas, nas primeira e quarta posição, respectivamente. Medtronic (15ª), Mars e Royal Canin (16ª), Cisco Systems (17ª), Novartis Farma (20ª), Accor (24) e Unilever Jerónimo Martins (25º), ocuparam os restantes lugares da lista.

Um perfil conjunto destas empresas mostra que 50% localiza-se em Lisboa e emprega menos de 100 colaboradores e que se situam, principalmente, nos sectores da Tecnologia de Informação (quatro em 12) e Comércio e Distribuição (quatro em 12). Duas das 12 organizações são lideradas por mulheres.

A Microsoft ficou no topo da tabela na categoria de melhor multinacional para trabalhar na Europa. Já a Capital One, empresa de serviços financeiros do Reino Unido está no primeiro lugar entre as grandes empresa. Entre as pequenas e grandes empresas, a distinção coube à Futurice.


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