Nem mais, o bicharoco do presidente Russo, Putin, está destruindo o mundo.
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
quarta-feira, 25 de janeiro de 2023
Deputada critica palco da JMJ e palavras do Papa sobre homossexualidade
Isabel Moreira juntou-se às críticas à Câmara de Lisboa pelo investimento avultado no altar-palco no qual discursará o Papa Francisco aquando da Jornada Mundial da Juventude.
Adeputada socialista Isabel Moreira juntou as críticas ao palco da Jornada Mundial da Juventude (JMJ2023) às palavras do Papa Francisco que, numa entrevista à Associated Press, criticou leis anti-LGBTQ+ mas reiterou que a homossexualidade é um "pecado".
Através do Twitter, a deputada do PS deu os "parabéns" irónicos a Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito do investimento no polémico palco que custará, no total, mais de cinco milhões de euros.
"Para a próxima pedia que fossem empresários católicos a tratar disto ou coisa que o valha. Também podiam pagar ingressos. Ninguém pediu isto", afirmou Isabel Moreira.
Na terça-feira, o Sumo Pontífice criticou as leis homofóbicas e a criminalização da homossexualidade, assim como as posturas discriminatórias contra a comunidade LGBTQ+ por parte de membros do clero. No entanto, o Papa deixou claro que, para si, a homossexualidade "não é um crime, mas é um pecado".
A deputada junta-se assim às criticas feitas um pouco por toda a oposição. Inês de Sousa Real, do PAN, disse também no Twitter que "gastar 4,2 milhões de euros do erário público num palco para receber as Jornadas Mundiais da Igreja ou mesmo que lhe venha a ser atribuído outro uso é não ter noção das prioridades".
Já Pedro Filipe Soares, do Bloco de Esquerda, criticou que Moedas tenha dito que a construção do altar-palco será realizada com as especificações da Igreja. "O dinheiro é público mas o presidente da Câmara de Lisboa diz que são os outros que decidem?! Quem é que coloca a assinatura do cheque? É o Papa ou o senhor presidente da Câmara?", questionou o deputado.
Até do Chega surgiram críticas. André Ventura, que é assumidamente católico e que inclui as suas crenças várias vezes nos seus discursos - tendo inclusive feito campanha numa igreja durante a sua candidatura à Presidência da República -, questionou o ajuste direto feito com a Mota Engil para a obra e o destino que será dado à estrutura, após o Papa Francisco voltar ao Vaticano.
O investimento total no Parque Tejo deverá superar os 20 milhões de euros, segundo as previsões anunciadas pela Câmara Municipal de Lisboa. A autarquia, através do presidente, Carlos Moedas, garante que o palco e muitas das estruturas serão reutilizadas para outros eventos.
A Jornada Mundial da Juventude, considerado o maior encontro de jovens católicos de todo o mundo e que conta com a presença do Papa, irá realizar-se no início de agosto. A escolha para que Lisboa acolhesse o evento surgiu em 2019, sendo que estava inicialmente previsto que decorresse em 2022 (no entanto, a pandemia obrigou a um adiamento para este ano).
In' noticiasaominuto
quarta-feira, 4 de abril de 2018
"Que se lixe [a forma como] Wall Street" encara as tensões comerciais, atira Bannon
A Steve Bannon – o principal estratega de Donald Trump na campanha das eleições presidenciais de 2016, e que foi dispensado em Agosto do ano passado – pouco importa a reacção das bolsas ao escalar das tensões comerciais Washington-Pequim.
Bannon, cuja saída da Administração Trump foi aplaudida pelas bolsas norte-americanas com fortes subidas, veio dar a sua alfinetada a Wall Street. E foi peremptório: "’To hell with Wall Street’ view on trade moves".
Recorde-se que 11 horas depois de a Administração Trump ter apresentado a lista de cerca de 1.300 produtos chineses [como tecnologia industrial, produtos médicos e ligados aos transportes] que serão taxados com tarifas de 25% à entrada nos EUA, Pequim retaliou e apresentou a sua lista [como soja, milho, aviões, automóveis, carne de bovino e produtos químicos] – incidindo sobre o mesmo valor: 50 mil milhões de dólares.
A reacção dos mercados não se fez esperar: nas bolsas asiáticas e europeias, a queda foi quase generalizada [excepção feita, no Velho Continente, à praça de Atenas].
Também nos EUA a abertura das bolsas foi marcada por números vermelhos, com os principais índices de Wall Street a reagirem negativamente a este intensificar das tensões. Neste momento, o S&P 500 continua a recuar, ao passo que o Dow Jones e o Nasdaq Composite registam subidas tímidas, numa sessão de alta volatilidade.
O polémico Bannon
Quando foi dispensado, Steve Bannon, antigo editor do Breitbart, um site noticioso conotado com a direita nacionalista, estava na equipa do presidente norte-americano há sete meses, desde a sua tomada de posse, depois de ter integrado a sua campanha numa fase já tardia. Com a saída da Administração, regressou ao Breitbart News.
Bannon já tinha sido afastado do Conselho de Segurança Nacional em Abril, depois de em Fevereiro também Michael Flynn - igualmente conselheiro de segurança - ter saído devido aos seus contactos não declarados com responsáveis russos. Em Agosto foi a gota de água para Trump, já que Bannon o contradisse relativamente à sua posição sobre a Coreia do Norte.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
"MARCELO REBELO DE SOUSA É UMA CRIATURA DE MARCELLO CAETANO"
- Marcelo Rebelo de Sousa é uma Criatura de Marcelo Caetano
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quinta-feira, 12 de março de 2015
Libertação de Sócrates será apreciada na segunda-feira
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Carlos Silva defende "rápida clarificação" da prisão preventiva de Sócrates
O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, disse esta quinta-feira que o caso que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates o entristece, considerando que se exige uma "rápida clarificação dos motivos" que levaram à sua detenção preventiva.
"A justiça tem que ser célere, transparente, rigorosa, e, portanto, ela tem que fazer o seu caminho", afirmou à agência Lusa, no final da cerimónia de inauguração do Training Center de Lamego. Na sua opinião, a acusação deve rapidamente ser "fundamentada e dada a conhecer aos portugueses, porque a transparência da democracia e da liberdade também se fazem com os três pilares", nomeadamente o executivo, o legislativo e o judicial.
Carlos Silva lembrou ser habitual dizer-se que "ninguém está acima da lei", realçando que tal também se aplica aos juízes e magistrados do Ministério Público. "Não há nenhum juiz, nem nenhum magistrado do Ministério Público que esteja acima da lei. Portanto, também tem que dar contas ao país das razões, dos fundamentos, desta situação", acrescentou.
Acusações têm de ser "provadas e fundamentadas"
O secretário-geral da UGT fez votos para que "rapidamente o assunto se esclareça por via da justiça e não façam outras interpretações, nem considerandos políticos". O socialista admitiu que este caso é "uma nódoa" para a credibilidade do país, mas frisou que "as acusações que estão feitas de corrupção, de tráfico de influências e de branqueamento de capitais são graves e têm que ser provadas e fundamentadas".
"O engenheiro José Sócrates não está condenado, ainda não está acusado, é uma medida de coação. E, portanto, não acho que estejam reunidos os pressupostos para haver já uma condenação", acrescentou, lamentando que, no entanto, já esteja feita "uma condenação na praça pública".
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Governo alarga cortes nas pensões e sobe descontos para a ADSE
terça-feira, 17 de setembro de 2013
“Swaps” em Portugal chegam ao Parlamento alemão
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
PS entrega no Tribunal Constitucional fiscalização do diploma das 40 horas de trabalho
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Alegre acusa Presidente de querer tutelar os partidos
terça-feira, 16 de julho de 2013
PSD entende que BdP reforça convicção de que Portugal está num “ponto de viragem”
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Maria Luís Albuquerque substitui Vítor Gaspar nas Finanças
quinta-feira, 6 de junho de 2013
PSD diz-se orgulhoso e sem medo de ir a votos, PCP e BE acusam Governo de servir a banca
A oposição contestou este balanço, reiterando a defesa de eleições legislativas antecipadas. O CDS-PP declarou estar de acordo com o diagnóstico feito pelo PSD, sem desenvolver o tema.
"Se temos uma convicção profunda que equivale ao orgulho naquilo que estamos a fazer? Temos, sim senhor", afirmou Luís Montenegro.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Ana Drago defende que Maria Luís Albuquerque deveria ter-se demitido
Os deputados do Bloco e do PCP criticaram a secretária de Estado por estar a tutelar uma investigação que a envolve. Maria Luís Albuquerque reitera que todas as operações que fez na Refer “foram inteiramente adequadas e transparentes”. O PCP perguntou se não seria isso que diriam os secretários de Estado que saíram do Governo por conta deste escândalo.
Ana Drago considera que Maria Luís Albuquerque se devia ter demitido do seu cargo pelo seu envolvimento naquele que considera ser o “maior escândalo financeiro no sector empresarial do Estado de que há memória”. A secretária de Estado do Tesouro defende que os produtos que contratou na Refer, enquanto foi directora financeira, não contêm “qualquer inadequação de custos”.
“A senhora secretária de Estado deveria ter-se afastado. Não sei se conduziu bem ou mal os contratos da Refer mas deveria ter-se afastado”, defendeu a deputada do Bloco de Esquerda na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, que se realizou na tarde desta terça-feira, 29 de Abril, na Assembleia da República.
Para Ana Drago, a governante deveria ter abandonado o cargo porque não deveria ter sido ela a definir quais os critérios de avaliação da análise do IGCP aos contratos assumidos pelas empresas do sector empresarial do Estado. A secretária de Estado revelou os critérios que foram tidos em conta, nomeadamente o custo inicial ou o grau de alavancagem.
Maria Luís Albuquerque dirigiu o departamento financeiro da Refer entre 2001 e 2007 e defendeu, na comissão, que os contratos que fez para proteger títulos de dívida da empresa de uma evolução desfavorável das taxas de juro foram “sempre inteiramente adequados e transparentes”, acrescentando que trouxeram “benefícios duradouros para a empresa”.
Sobre as perdas potenciais da Refer, de 40 milhões de euros no terceiro trimestre, Ana Drago referiu que o montante não é reduzido. “Bem sei que em Portugal se compra um banco [por esse valor]”, ironizou a bloquista com referência implícita à venda do BPN ao angolano BIC. O valor de mercado desceu para -28,7 milhões de euros no final do ano.
“A Refer não tem qualquer cláusula de vencimento antecipado”, garantiram os membros do Governo na comissão. Ou seja, o contrato chega ao fim se a gestora da rede de infra-estruturas ferroviárias quiser ou porque chega ao seu vencimento, explicou a secretária de Estado aos deputados.
“Quando se fazem contratações de ‘swaps’, tem de se ter em atenção a forma como se liga ao comportamento de toda a carteira de dívida”, afirmou Maria Luís Albuquerque ao acrescentar que é necessário olhar para o “bolo global” de dívida para avaliar o risco.
Bruno Dias, do PCP, também criticou esta posição da secretária de Estado em que se avalia a si própria - as Finanças tutelam o IGCP, que fez a análise aos produtos financeiros derivados. E perguntou se, quando diz que as transacções tinham sido “adequadas e transparentes”, o fazia enquanto ex-directora financeira da Refer ou como secretária de Estado.
Para o deputado comunista, os dois secretários de Estado que abandonaram o Governo na sequência deste escândalo - Paulo Braga Lino e Juvenal Silva, que estiveram na liderança do Metro do Porto quando foram contratados alguns produtos - também iriam fazer, ali na Assembleia da República, uma avaliação idêntica à de Maria Luís Albuquerque.
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
“A Europa e o mundo estão de olhos postos em nós”
Passos Coelho considera que a forma como Portugal e Irlanda conseguirem cumprir e fechar os programas de assistência poderá ser determinante para criar uma arquitectura mais solidária no seio do euro.
O êxito de Portugal e da Irlanda na conclusão dos programas de ajustamento a que estão submetidos pode ser um "contributo decisivo" para uma arquitectura institucional mais solidária no seio do euro, defendeu esta segunda-feira o primeiro-ministro português.
"A Europa toda, bem como o mundo, estão com os olhos postos na forma como conseguimos cumprir e fechar esses programas", disse Pedro Passos Coelho numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo irlandês, Enda Kenny.
Para o primeiro-ministro português, o êxito dos dois países no cumprimento dos programas de ajustamento pode ser "uma ponte muito importante entre diversas perspectivas" quanto ao futuro da moeda comum e da própria União Europeia. "A maneira como conseguirmos fechar estes programas pode ser muito importante para criar um novo impulso e uma nova coesão e solidariedade no quadro europeu", acrescentou.
Enda Kenny, cujo país assegura neste semestre a presidência rotativa do conselho europeu, elogiou a "grande paciência" com que o povo de Portugal, como o da Irlanda, suportaram as consequências de "decisões muito difíceis". "As pessoas são práticas e pragmáticas e compreendem que têm de ser tomadas decisões difíceis para corrigir a situação dos países", disse.
Kenny e Passos Coelho repetiram ambos, por outro lado, a importância de um acordo com o Parlamento Europeu sobre o orçamento europeu. O primeiro-ministro irlandês afirmou esperar que um tal acordo seja fechado nas semanas que faltam para terminar a presidência (semestral) irlandesa e destacou a importância do quadro financeiro plurianual para a criação de emprego, designadamente emprego jovem.
Ambos os chefes de governo frisaram também, mais uma vez, a necessidade de se avançar na aplicação das decisões já tomadas pelo Conselho Europeu para a criação de uma união bancária.
“É muito importante que conclusões já anunciadas possam ser efectivas dentro do calendário que foi previamente estabelecido”, afirmou Passos Coelho, sublinhando que o estabelecimento de uma supervisão bancária comum, centralizada no BCE e prevista para meados de 2014, é um primeiro passo essencial para travar a fragmentação no crédito que tem penalizado “de forma muito especial as PME dos mais periféricos” para quem o financiamento se tornou “mais raro e mais caro”.
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quarta-feira, 10 de abril de 2013
Reforma da Defesa prevê redução de entre seis e oito mil efectivos das Forças Armadas
A reforma estrutural das Forças Armadas prevê que o efectivo máximo dos ramos se situe entre os 30 e os 32 mil militares, o que significará uma redução de entre seis a oito mil homens, indicou hoje o ministro da Defesa.
Numa conferência de imprensa realizada no Forte de São Julião da Barra e onde estiveram também presentes o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas e os Chefes de Estado-Maior do Exército, Armadas e Força Aérea, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, apresentou as "linhas mestras" do documento enquadrador da reforma das Forças Armadas, intitulado "Defesa 2020".
"A reforma tem a ver com uma capacidade das Forças Armadas e do Ministério da Defesa se reestruturarem de forma a poderem ser mais sustentáveis, a poderem ter mais produto operacional, de terem a eliminação de redundâncias, evitar tarefas acessórias, concentrar naquilo que é mais essencial, ter uma dimensão operacional mais forte e ela aconteceria com ou sem esse objectivo definido", sintetizou o ministro da Defesa.
Entre outras matérias, o documento, que será discutido na reunião de quinta-feira do Conselho de Ministros, prevê que se "adequará tendencialmente o efectivo máximo das Forças Armadas entre 30 e 32 mil militares, incluindo os militares na situação de reserva na efectividade de serviço".
Actualmente, o número de militares, incluindo os que estão na situação de reserva, ronda os 38 mil. Ainda segundo Aguiar-Branco, a redução de 4 mil militares deverá acontecer até 2015.
Por outro lado, acrescentou o ministro, "o dispositivo territorial deve ser redimensionado, tendo como objectivo final uma redução efectiva de 30% ao nível dos comandos, unidades, estabelecimentos e demais órgãos das Forças Armadas".
Relativamente ao investimento a realizar, "define-se em 1,1% do PIB como o compromisso orçamental estável para a defesa nacional".
Questionado se o 'chumbo' do Tribunal Constitucional a quatro normas do Orçamento do Estado poderá implicar um corte superior ao número de 218 milhões de euros que já tinha sido avançado, o ministro da Defesa não respondeu directamente, afirmando apenas que esta reforma "não se insere na actualidade de cortes" e que resulta de um trabalho realizado ao longo do último ano pelo Ministério, em conjunto com as Forças Armadas.
Há dois meses, Aguiar-Branco disse que o objectivo é a partir de 2014 cortar 218 milhões de euros, "sendo que, se houver a necessidade de haver ainda alguma expressão (dos cortes) em 2013, não é superior a 40 milhões de euros".
O documento enquadrador da reforma das Forças Armadas estabelece ainda que o sistema de forças nacional deve privilegiar uma estrutura baseada em capacidades de natureza conjunta, num modelo de organização modular e flexível, assente em requisitos de prontidão e de continuidade, que se integram de modo a constituir três conjuntos de forças e meios, com a seguinte ordem de prioridade: uma força de reacção imediata (FIR), um conjunto de forças permanentes em acção de soberania (FPAS) e um conjunto modular de forças (FND).
A nível dos ramos prevê-se a criação "a médio prazo" de um Instituto Universitário Militar, que integrará os atuais Instituto de Estudos Superiores Militares, Escola Naval, Academia Militar e Academia da Força Aérea.
No âmbito do Ministério da Defesa, os serviços centrais devem ser reestruturados e redimensionados, com a concentração da direcção-geral de pessoal e recrutamento militar e a direcção-geral de armamento e infra-estruturas de defesa num único serviço.
Além disso, os quadros do pessoal civil do conjunto da defesa nacional devem ser redimensionados para cerca de 70 por cento do actual, até final de 2015.
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terça-feira, 9 de abril de 2013
Europa dá mais sete anos para pagar empréstimos se Lisboa tapar “buraco” do Constitucional
A União Europeia prepara-se para voltar a estender os prazos dos empréstimos concedidos a Portugal e à Irlanda, agora por mais sete anos. Mas a oferta a Lisboa ficará condicionada à implementação de um plano B para compensar o impacto no Orçamento dos “chumbos” do Tribunal Constitucional.
Os ministros europeus das Finanças (Ecofin) preparam-se para voltar a estender os prazos de reembolso dos empréstimos concedidos a Portugal e à Irlanda, no caso por mais sete anos, aproximando as condições oferecidas aos dois países às concessões que foram feitas em Novembro último à Grécia.
Segundo a Reuters é esse o valor recomendado no documento do grupo de trabalho que integra representantes da troika e do fundo europeu de resgate, e que prepara as decisões dos ministros das Finanças, que se reúnem nesta sexta-feira, 12 de Abril, na capital irlandesa para um encontro informal.
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terça-feira, 19 de março de 2013
Seguro convoca para quinta-feira reunião extraordinária da Comissão Política do PS
"O que vai dizer o líder do PS está fechado a sete chaves e nem os mais próximos do secretário-geral sabem o que vai na sua cabeça", referiu à agência Lusa fonte socialista.
Nos últimos dias, de acordo com a mesma fonte, António José Seguro tem ouvido dirigentes do partido, personalidades da sociedade civil e, durante a tarde de hoje, aproveitou uma pausa no seu périplo pelo país para convocar a reunião da Comissão Política Nacional do PS.
A reunião da Comissão Política Nacional do PS acontecerá num momento em que os socialistas têm elevado o tom das suas críticas ao ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, após a apresentação das conclusões da sétima avaliação da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia).
Face aos resultados alcançados no âmbito desta sétima avaliação da 'troika', António José Seguro falou mesmo em "ruptura" com o Governo.
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Ségolène Royal: Alternativa em Portugal "está pronta"
Em declarações aos jornalistas após uma reunião de cerca de meia hora com António José Seguro, a ex-candidata socialista à presidência francesa disse ter ficado "muito impressionada" com a credibilidade das propostas do líder socialista português, a quem se referiu sempre pelo nome próprio.
"António tem uma visão global do desenvolvimento económico, da alternativa possível", disse Ségolène Royal, garantindo que, tal como ela, também "o conjunto das delegações" presentes no Conselho da Internacional Socialista, a decorrer em Cascais, "ficou muito impressionado" com o dirigente português.
Com Seguro ao lado, Ségolène Royal afirmou que o discurso do líder do PS na sessão de abertura dos trabalhos do Conselho da Internacional Socialista "fez bem aos socialistas" das cerca de 90 delegações de partidos filiados na organização que estarão reunidos até terça-feira.
Para a dirigente socialista francesa, a alternativa representada pelo Partido Socialista português "não só é credível, mas é sólida, é sustentada em convicções fortes e valores fortes".
"Temos vontade de apresentar juntos uma alternativa e sentimos que nesta altura, em Portugal, a alternativa está pronta", declarou.
Ségolène Royal afirmou mesmo que a credibilidade de António José Seguro e a necessidade de alternância no governo português "é essencial para o futuro da Europa".
"Os governos socialistas estão isolados e são minoritários na Europa e precisamos de uma nova energia para demonstrar que a lógica da austeridade para sair da crise é um impasse e é muito perigosa", defendeu.
A política actual, sublinhou, só conduz ao empobrecimento dos cidadãos, e dos cidadãos já de si mais debilitados, acrescentou.
Os socialistas, apontou a dirigente francesa, inventaram outro modelo económico, social e ecológico.
"Sairemos da crise económica com outro modelo", disse, citando propostas concretas: "Como diz o António [José Seguro], com o investimento na massa cinzenta, na formação profissional, esse é o primeiro pilar; na mutação ecológica, (...) e o terceiro pilar é a reforma financeira: pôr a banca ao serviço da economia".
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
RTP1 entrevista Angela Merkel no domingo
A entrevista será conduzida por Isabel Silva Costa, «na única entrevista da Chanceler alemã a um órgão de informação português», revela a RTP1.
(Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação)
