A Defesa do Consumidor reuniu as aplicações seguras que poderá utilizar para pagar compras ou levantar dinheiro no multibanco sem a necessidade do cartão.
O futuro dos pagamentos eletrónicos passa pela utilização do smartphone nas operações, seja para pagar contas, transferir dinheiro para outras pessoas em poucos segundos, ou mesmo levantar dinheiro nos terminais de multibanco sem ter um cartão. Os portugueses têm vindo a aderir ao sistema e a aplicação mais utilizada é o MB Way da SIBS (iOS e Android), que em novembro ultrapassou o primeiro milhão de utilizadores. A aplicação tem vindo a inserir novidades, tais como opções para “dividir contas” ou “pedir dinheiro”, para além da possibilidade de fazer transferências imediatas, compras online, gerar cartões virtuais ou levantar dinheiro sem cartão. Mais novidades estão previstas para 2019.
A DECO salienta a popularidade do MB Way, mas destaca outras aplicações bancárias que os portugueses poderão confiar. Entre elas a Glase, uma app da empresa sueca SEQR, disponível para terminais Android e iOS. É referido que depois de instalada, a aplicação terá de ser associada a uma conta bancária, mas também pode ser utilizada através de uma conta pré-paga com um cartão de crédito ou débito, embora obrigue sempre a ter saldo.
Uma das soluções mais conhecidas e antigas de pagamento é o PayPal, criado pelo magnata Elon Musk, antes de se “aventurar” pela Tesla e SpaceX. Através dos smartphones (iOS ou Android) poderá pagar ou enviar dinheiro a outros utilizadores de forma quase instantânea. Pode associar a sua conta PayPal a uma conta bancária ou a um cartão de crédito ou débito. Poderá depois enviar dinheiro a outros utilizadores através de um endereço de email que esteja associado à conta PayPal.
Por fim, a quarta aplicação recomendada pela Defesa do Consumidor é a MEO Wallet (iOS e Android), que também permite fazer pagamentos, através de uma conta virtual pré-paga.
A DECO deixa ainda o alerta aos utilizadores acautelarem a segurança das transações, não facilitando os códigos PIN nas escolhas de combinações fáceis de encontrar em documentos de identificação, em caso de roubo. Algumas das aplicações permitem operações offline e sincronizá-las mais tarde, caso não esteja ligado a uma rede wi-fi segura.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
BPI mexe no target de 15 cotadas do PSI-20. Semapa e Mota-Engil com maior potencial
O BPI/Caixa Bank reviu os preços-alvo e as recomendações de várias cotadas da bolsa nacional. A Semapa e a Mota-Engil lideram a lista das que têm maior potencial de valorização.
O BPI/Caixa Bank fez uma revisão à avaliação de 15 cotadas do PSI-20. De acordo com a análise do banco, a Semapa e a Mota-Engil são as duas cotadas com maior potencial de valorização (mais de 70%). As que têm menos são a Cofina (fora do PSI-20), empresa que detém o Jornal de Negócios, e a EDP (pouco mais de 16%). Esta é a primeira vez este ano que o BPI/Caixa Bank analisa também o próximo ano, traçando as perspectivas que tem para cada cotada em 2019.
A revisão é datada desta terça-feira, 27 de Novembro, mas o Negócios só teve acesso hoje aos documentos. Destacam-se aqui essas 15 cotadas, mais duas fora do principal índice nacional.
Navigator
O preço-alvo da cotada subiu ligeiramente de 5,20 para 5,25 euros, uma subida implícita de 0,96%. A Navigator está neste momento a cotar nos 3,716 euros pelo que o potencial de valorização é de 41,28%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação de "comprar". Um menor impacto das tarifas norte-americanas, a subida do preço do papel e dois novos projectos da empresa mantêm a cotada como apetecível aos olhos do banco.
Semapa
O preço-alvo da cotada subiu dos 24,45 euros para os 24,8 euros, uma subida implícita de 1,43%. A Semapa está neste momento a cotar 13,82 euros pelo que o potencial de valorização é de 79,45% - é a cotada que apresenta um maior potencial na avaliação do BPI/Caixa Bank, que mantém a recomendação de "comprar". O banco refere que a baixa liquidez da Semapa é um constrangimento, mas considera que a queda que registou desde o pico deste ano foi superior à da Navigator (cotada que detém) e do PSI-20, pelo que o potencial de recuperação é grande.
Altri
O preço-alvo da cotada baixou dos 9,4 euros para os 8,45 euros, uma descida implícita de 10%. A Altri está neste momento a cotar nos 6,51 euros pelo que, ainda assim, o potencial de valorização é de 29,8%. O corte do preço-alvo é justificado pelo BPI/Caixa Bank pelo mais baixo volume de negócios face ao esperado e a subida dos custos. A recomendação mantém-se em "neutral".
Cofina
O preço-alvo da cotada subiu dos 50 cêntimos para os 77 cêntimos, uma subida implícita de 54%. No entanto, a Cofina, que detém o Jornal de Negócios, é uma das cotadas com menor potencial de valorização (16,7%) face à cotação actual de 66 cêntimos. O BPI/Caixa Bank assinala que os desafios do sector dos media continuam a gerar preocupações, mas destaca pela positiva o desempenho da CMTV e a redução da dívida da empresa. O banco mantém a avaliação de "underperform".
Corticeira Amorim
O preço-alvo da cotada baixou de 12 euros para 11 euros, uma descida implícita de 8,3%. A Corticeira Amorim está neste momento a cotar nos 9,15 euros pelo que o potencial de valorização é de 20,22%. A recomendação do BPI/Caixa Bank mantém-se em "neutral". Em causa estão as receitas que começam a ser impactadas pelo aumento dos preços dos materiais não transformados.
CTT
O preço-alvo da cotada subiu de 4,2 euros para os 4,5 euros, uma subida implícita de 7,14%. Os CTT estão neste momento a cotar 3,454 euros pelo que o potencial de valorização é de 30,28%. A recomendação do BPI/Caixa Bank continua a ser "comprar". O banco expressa preocupações sobre a capacidade da empresa de atingir os padrões regulatórios.
Mota-Engil
O preço-alvo da cotada desceu de 4 euros para 3,1 euros, uma descida implícita de 22,5%. A Mota-Engil está neste momento a cotar nos 1,742 euros pelo que o potencial de valorização é de 77,96%. O BPI/Caixa Bank mudou a recomendação de "neutral" para "comprar". A cotada está em mínimos de Janeiro de 2017, mas o banco considera que há espaço para valorização dada a exposição "única" ao sector das infraestruturas em África, que está a crescer a um ritmo elevado.
Nos
O preço-alvo da cotada subiu de 6,25 euros para os 6,35 euros, uma subida implícita de 1,6%. A Nos está neste momento a cotar nos 5,185 euros pelo que o potencial de valorização é de 22,47%. O BPI/Caixa Bank mantém a recomendação de "comprar", antecipando um aumento das margens da empresa e uma maior distribuição de dividendos aos accionistas.
Sonae Capital
O preço-alvo da cotada baixou de 1,35 euros para 1,25 euros, uma descida implícita de 7,41%. A Sonae Capital está neste momento a cotar nos 74 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 68,92%. O BPI/Caixa Bank mantém a recomendação de "comprar". O banco antecipa que a cotada continue a beneficiar do bom momento do mercado imobiliário em Portugal, "o que poderá accionar dividendos extraordinários em 2019".
Impresa
O preço-alvo da cotada baixou de 33 cêntimos para 22 cêntimos, uma descida implícita de 33,33%. A Impresa está neste momento a cotar nos 17,2 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 27,91%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação "neutral", expondo preocupações sobre a dívida da empresa e a evolução das tendências da publicidade.
EDP
O preço-alvo da cotada baixou de 3,6 euros para 3,55 euros, uma descida implícita de 1,39%. A EDP está neste momento a cotar nos 3,06 euros pelo que o potencial de valorização é de 16,01%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação "neutral". O banco diz que, assumindo que a OPA da CTG avança, a oferta deverá melhorar dado que tanto o mercado como a administração da empresa consideram o valor oferecido baixo.
REN
O preço-alvo da cotada baixou de 2,9 euros para 2,85 euros, uma descida implícita de 1,72%. A REN está neste momento a cotar nos 2,384 euros pelo que o potencial de valorização é de 19,55%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação de "comprar". O banco elogia os ganhos de eficiência na actividade regulada da empresa.
EDP Renováveis
O preço-alvo da cotada subiu de 9,15 para os 9,7 euros, uma subida implícita de 6,01%. A EDP Renováveis está neste momento a cotar nos 7,625 euros pelo que o potencial de valorização é de 27,21%. O BPI/Caixa Bank mudou a recomendação de "neutral" para "comprar". O banco considera que a estratégia da empresa está num bom caminho, mas aguarda mais detalhes no primeiro semestre do próximo ano dado que a apresentação dos planos foi adiada por causa da OPA da CTG.
Galp
O preço-alvo da cotada desceu de 17,2 euros para 17,1 euros, uma descida implícita de 0,58%. A Galp está neste momento a cotar nos 14,435 euros pelo que o potencial de valorização é de 18,46%. O BPI/Caixa Bank melhorou a avaliação de "underperform" para "neutral". O banco refere que vê espaço para uma melhoria dos dividendos distribuídos aos accionistas.
Sonae
O BPI/CaixaBank reiniciou a cobertura das acções da Sonae atribuindo-lhes um preço-alvo de 1,2 euros, um valor que não tem comparação uma vez que os analistas suspenderam a avaliação da empresa por causa da ida para a bolsa do segmento de retalho. A cotada negoceia actualmente nos 83,4 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 43,88%. A recomendação do banco é de "comprar". O BPI/Caixa Bank considera que a cotação da Sonae representa uma "avaliação barata", reflectindo várias preocupações com o grupo.
Jerónimo Martins
O preço-alvo da cotada baixou de 16,9 euros para os 15,85 euros, uma descida implícita de 6,21%. A Jerónimo Martins está neste momento a cotar nos 10,55 euros pelo que o potencial de valorização é de 50,24%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação de "comprar". O banco espera que o mercado da Colômbia traga um impacto positivo no próximo ano, numa altura em que o mercado polaco está em desaceleração.
BCP
O preço-alvo da cotada baixou de 37 cêntimos para 34 cêntimos, uma descida implícita de 8,1%. O BCP está neste momento a cotar nos 24,3 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 39,92%. O BPI/Caixa Bank melhorou a recomendação de "neutral" para "comprar". O banco considera que o BCP está a reduzir a sua exposição a activos não produtivos. Um aumento dos juros poderá beneficiar o banco no próximo ano.
Fonte: Jornal de Negócios
O BPI/Caixa Bank fez uma revisão à avaliação de 15 cotadas do PSI-20. De acordo com a análise do banco, a Semapa e a Mota-Engil são as duas cotadas com maior potencial de valorização (mais de 70%). As que têm menos são a Cofina (fora do PSI-20), empresa que detém o Jornal de Negócios, e a EDP (pouco mais de 16%). Esta é a primeira vez este ano que o BPI/Caixa Bank analisa também o próximo ano, traçando as perspectivas que tem para cada cotada em 2019.
A revisão é datada desta terça-feira, 27 de Novembro, mas o Negócios só teve acesso hoje aos documentos. Destacam-se aqui essas 15 cotadas, mais duas fora do principal índice nacional.
Navigator
O preço-alvo da cotada subiu ligeiramente de 5,20 para 5,25 euros, uma subida implícita de 0,96%. A Navigator está neste momento a cotar nos 3,716 euros pelo que o potencial de valorização é de 41,28%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação de "comprar". Um menor impacto das tarifas norte-americanas, a subida do preço do papel e dois novos projectos da empresa mantêm a cotada como apetecível aos olhos do banco.
Semapa
O preço-alvo da cotada subiu dos 24,45 euros para os 24,8 euros, uma subida implícita de 1,43%. A Semapa está neste momento a cotar 13,82 euros pelo que o potencial de valorização é de 79,45% - é a cotada que apresenta um maior potencial na avaliação do BPI/Caixa Bank, que mantém a recomendação de "comprar". O banco refere que a baixa liquidez da Semapa é um constrangimento, mas considera que a queda que registou desde o pico deste ano foi superior à da Navigator (cotada que detém) e do PSI-20, pelo que o potencial de recuperação é grande.
Altri
O preço-alvo da cotada baixou dos 9,4 euros para os 8,45 euros, uma descida implícita de 10%. A Altri está neste momento a cotar nos 6,51 euros pelo que, ainda assim, o potencial de valorização é de 29,8%. O corte do preço-alvo é justificado pelo BPI/Caixa Bank pelo mais baixo volume de negócios face ao esperado e a subida dos custos. A recomendação mantém-se em "neutral".
Cofina
O preço-alvo da cotada subiu dos 50 cêntimos para os 77 cêntimos, uma subida implícita de 54%. No entanto, a Cofina, que detém o Jornal de Negócios, é uma das cotadas com menor potencial de valorização (16,7%) face à cotação actual de 66 cêntimos. O BPI/Caixa Bank assinala que os desafios do sector dos media continuam a gerar preocupações, mas destaca pela positiva o desempenho da CMTV e a redução da dívida da empresa. O banco mantém a avaliação de "underperform".
Corticeira Amorim
O preço-alvo da cotada baixou de 12 euros para 11 euros, uma descida implícita de 8,3%. A Corticeira Amorim está neste momento a cotar nos 9,15 euros pelo que o potencial de valorização é de 20,22%. A recomendação do BPI/Caixa Bank mantém-se em "neutral". Em causa estão as receitas que começam a ser impactadas pelo aumento dos preços dos materiais não transformados.
CTT
O preço-alvo da cotada subiu de 4,2 euros para os 4,5 euros, uma subida implícita de 7,14%. Os CTT estão neste momento a cotar 3,454 euros pelo que o potencial de valorização é de 30,28%. A recomendação do BPI/Caixa Bank continua a ser "comprar". O banco expressa preocupações sobre a capacidade da empresa de atingir os padrões regulatórios.
Mota-Engil
O preço-alvo da cotada desceu de 4 euros para 3,1 euros, uma descida implícita de 22,5%. A Mota-Engil está neste momento a cotar nos 1,742 euros pelo que o potencial de valorização é de 77,96%. O BPI/Caixa Bank mudou a recomendação de "neutral" para "comprar". A cotada está em mínimos de Janeiro de 2017, mas o banco considera que há espaço para valorização dada a exposição "única" ao sector das infraestruturas em África, que está a crescer a um ritmo elevado.
Nos
O preço-alvo da cotada subiu de 6,25 euros para os 6,35 euros, uma subida implícita de 1,6%. A Nos está neste momento a cotar nos 5,185 euros pelo que o potencial de valorização é de 22,47%. O BPI/Caixa Bank mantém a recomendação de "comprar", antecipando um aumento das margens da empresa e uma maior distribuição de dividendos aos accionistas.
Sonae Capital
O preço-alvo da cotada baixou de 1,35 euros para 1,25 euros, uma descida implícita de 7,41%. A Sonae Capital está neste momento a cotar nos 74 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 68,92%. O BPI/Caixa Bank mantém a recomendação de "comprar". O banco antecipa que a cotada continue a beneficiar do bom momento do mercado imobiliário em Portugal, "o que poderá accionar dividendos extraordinários em 2019".
Impresa
O preço-alvo da cotada baixou de 33 cêntimos para 22 cêntimos, uma descida implícita de 33,33%. A Impresa está neste momento a cotar nos 17,2 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 27,91%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação "neutral", expondo preocupações sobre a dívida da empresa e a evolução das tendências da publicidade.
EDP
O preço-alvo da cotada baixou de 3,6 euros para 3,55 euros, uma descida implícita de 1,39%. A EDP está neste momento a cotar nos 3,06 euros pelo que o potencial de valorização é de 16,01%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação "neutral". O banco diz que, assumindo que a OPA da CTG avança, a oferta deverá melhorar dado que tanto o mercado como a administração da empresa consideram o valor oferecido baixo.
REN
O preço-alvo da cotada baixou de 2,9 euros para 2,85 euros, uma descida implícita de 1,72%. A REN está neste momento a cotar nos 2,384 euros pelo que o potencial de valorização é de 19,55%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação de "comprar". O banco elogia os ganhos de eficiência na actividade regulada da empresa.
EDP Renováveis
O preço-alvo da cotada subiu de 9,15 para os 9,7 euros, uma subida implícita de 6,01%. A EDP Renováveis está neste momento a cotar nos 7,625 euros pelo que o potencial de valorização é de 27,21%. O BPI/Caixa Bank mudou a recomendação de "neutral" para "comprar". O banco considera que a estratégia da empresa está num bom caminho, mas aguarda mais detalhes no primeiro semestre do próximo ano dado que a apresentação dos planos foi adiada por causa da OPA da CTG.
Galp
O preço-alvo da cotada desceu de 17,2 euros para 17,1 euros, uma descida implícita de 0,58%. A Galp está neste momento a cotar nos 14,435 euros pelo que o potencial de valorização é de 18,46%. O BPI/Caixa Bank melhorou a avaliação de "underperform" para "neutral". O banco refere que vê espaço para uma melhoria dos dividendos distribuídos aos accionistas.
Sonae
O BPI/CaixaBank reiniciou a cobertura das acções da Sonae atribuindo-lhes um preço-alvo de 1,2 euros, um valor que não tem comparação uma vez que os analistas suspenderam a avaliação da empresa por causa da ida para a bolsa do segmento de retalho. A cotada negoceia actualmente nos 83,4 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 43,88%. A recomendação do banco é de "comprar". O BPI/Caixa Bank considera que a cotação da Sonae representa uma "avaliação barata", reflectindo várias preocupações com o grupo.
Jerónimo Martins
O preço-alvo da cotada baixou de 16,9 euros para os 15,85 euros, uma descida implícita de 6,21%. A Jerónimo Martins está neste momento a cotar nos 10,55 euros pelo que o potencial de valorização é de 50,24%. O BPI/Caixa Bank manteve a recomendação de "comprar". O banco espera que o mercado da Colômbia traga um impacto positivo no próximo ano, numa altura em que o mercado polaco está em desaceleração.
BCP
O preço-alvo da cotada baixou de 37 cêntimos para 34 cêntimos, uma descida implícita de 8,1%. O BCP está neste momento a cotar nos 24,3 cêntimos pelo que o potencial de valorização é de 39,92%. O BPI/Caixa Bank melhorou a recomendação de "neutral" para "comprar". O banco considera que o BCP está a reduzir a sua exposição a activos não produtivos. Um aumento dos juros poderá beneficiar o banco no próximo ano.
Fonte: Jornal de Negócios
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Júlia Palha arrasa comentadora da SIC Joana Latino que criticou as maminhas grandes da atriz num vestido de gala
A atriz respondeu à letra ao tom jocoso que ouviu da comentadora do 'Passadeira Vermelha', da SIC. Em causa estava o vestido que Júlia Palha levou aos prémios 'Men of the Year'.
Júlia Palha não gostou do que viu e ouviu no mais recente episódio de 'Passadeira Vermelha', da SIC, e fez questão de responder nas redes sociais.
A jovem atriz, de 20 anos, explica que os comentadores estavam a falar do vestido que levou à gala 'Men of The Year' da GQ, que expunha as suas curvas voluptuosas, e descreve o que disse Joana Latino:
"Júlia Palha, tenho que falar contigo amor (...) Eu também adoraria por-me nesse vestido, mas iam chegar as minhas maminhas primeiro e depois eu. Foi exatamente o que aconteceu contigo, chegaram as maminhas e depois chegaste tu. E a gente já não viu mais nada do teu look", disse Joana Latino, assegurando que via "um brilho estranho em cima da prateleira" e que tinha vontade de "posar a cerveja, o telemóvel" nas maminhas da atriz.
Júlia escreve então, em jeito de resposta: "Assim começou esta análise no melhor que o seu português lhe permitiu. Que vergonha alheia do que ouvi. Que triste, em pleno 2018, um comentário destes ser tecido por uma mulher. Principalmente alguém que diz também ter bastante peito".
A sensual atriz e modelo afirma que as mulheres lidam diariamente com inseguranças em relação ao seu aspeto físico e que "é difícil sentirmo-nos bem com o nosso corpo-
"Não é suposto sermos perfeitas. Ser perfeito é horroroso!", conclui.
Fonte: FLASH!
De Bill Gates a Elton John, 10 personalidades que não vão deixar dinheiro aos filhos
Gordon Ramsay | É o chef mais conhecido da televisão e da cozinha britânica e a sua fortuna já está avaliada em 132 milhões de euros. Porém, e em declarações ao The Sun, o chef escocês não vai deixar esta herança aos seus quatro filhos, mas sim doá-la a instituições de solidariedade. Apesar de ter deixado acordado que cada um dos filhos receberá um depósito equivalente a 25% de um financiamento imobiliário, todos terão de assumir as responsabilidades financeiras da vida em geral. Ramsay é pai de três raparigas e de um rapaz.
Jackie Chan | De acordo com uma publicação do jornal Los Angeles Times em 2011, o conhecido ator de filmes de ação não pretende deixar quase nada dos seus cerca de 130 milhões de dólares a um dos filhos, Jaycee. Depois da sua morte, metade desta fortuna será doada a instituições de solidariedade e a outra metade não irá para a conta bancária do filho que já teve vários problemas relacionados com drogas. Em 2009, Jackie Chan, Embaixador Antidrogas na China, teve mesmo de fazer um pedido de desculpas público em nome do filho. O ator tem ainda uma filha, Etta Ng Chok Lam.
Sting | Segundo noticiou o The Telegraph em 2014, o cantor inglês Sting não irá deixar a sua fortuna – avaliada em cerca de 216 milhões de euros pela revista Forbes – aos seus seis filhos. Referiu à publicação que "é preciso trabalhar" e por isso não pretende facilitar a vida dos seus três rapazes e três raparigas. Sting nasceu numa família com poucos recursos financeiros – o pai era revendedor de leite e a mãe cabeleireira – e começou desde muito cedo a trabalhar e talvez por isso queira incutir o mesmo sentido de responsabilidade aos filhos.
Ver mais aqui
Jackie Chan | De acordo com uma publicação do jornal Los Angeles Times em 2011, o conhecido ator de filmes de ação não pretende deixar quase nada dos seus cerca de 130 milhões de dólares a um dos filhos, Jaycee. Depois da sua morte, metade desta fortuna será doada a instituições de solidariedade e a outra metade não irá para a conta bancária do filho que já teve vários problemas relacionados com drogas. Em 2009, Jackie Chan, Embaixador Antidrogas na China, teve mesmo de fazer um pedido de desculpas público em nome do filho. O ator tem ainda uma filha, Etta Ng Chok Lam.
Sting | Segundo noticiou o The Telegraph em 2014, o cantor inglês Sting não irá deixar a sua fortuna – avaliada em cerca de 216 milhões de euros pela revista Forbes – aos seus seis filhos. Referiu à publicação que "é preciso trabalhar" e por isso não pretende facilitar a vida dos seus três rapazes e três raparigas. Sting nasceu numa família com poucos recursos financeiros – o pai era revendedor de leite e a mãe cabeleireira – e começou desde muito cedo a trabalhar e talvez por isso queira incutir o mesmo sentido de responsabilidade aos filhos.
Ver mais aqui
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Orçamento de Centeno não convence Bruxelas. Comissão pede medidas
A Comissão Europeia já tinha avisado que o Plano de Orçamento do Estado submetido por Portugal corre o risco de se desviar significativamente das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento. Mas Moscovici desvaloriza.
A Comissão Europeia avaliou esta quarta-feira o plano de Orçamento do Estado para 2019 de Portugal como estando em risco de incumprimento das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento. A decisão foi comunicada pelo vice-presidente da Comissão, Valdis Dombrovskis, depois da reunião do colégio de comissários.
Depois de citar Portugal como um dos países cujo Orçamento corre o risco de falhar as metas, Dombrovskis sublinhou que a Comissão pede aos países nestas circunstâncias para "tomar as medidas necessárias para assegurar que o orçamento cumprirá as regras." Bélgica, Eslovénia e França estão na mesma situação que o Executivo português, tendo apresentado projectos de Orçamento do Estado também considerados como correndo o risco de desrespeitar as regras comunitárias.
Apesar da opinião negativa de Bruxelas, Pierre Moscovici, comissário para os Assuntos Económicos e Financeiros, desvalorizou a questão. "As finanças públicas de Portugal melhoraram muito nos últimos anos", sublinhou, argumentando que "as políticas certas produzem crescimentos económicos" e que os efeitos até "podem ser rápidos a materializar-se".
O comissário lembrou apenas que "as melhorias duradouras têm de ser feitas tanto nos bons como nos maus tempos" e que "é por isso que o défice estrutural importa". "Portugal fez muito, mas as nossas regras exigem que sejam feitos mais esforços", reconheceu. Moscovici destacou que para 2019 a Comissão não espera qualquer melhoria do saldo estrutural, mas admitiu que "podem haver variações entre as projecções" e sublinhou que a precisão das estimativas europeias é idêntica à de instituições como o FMI ou a OCDE.
Comissão já tinha avisado
Assim que Mário Centeno submeteu o seu projecto de Orçamento do Estado para o próximo ano em Bruxelas, a Comissão avisou que Portugal corre o risco de se desviar de forma significativa das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento. Numa carta enviada apenas quatro dias depois, a direcção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros frisou que, pelas suas contas, a despesa líquida primária vai crescer 3,4% em termos nominais, "o que excede a recomendação de aumento máximo de 0,7%".
Além disso, avisou que embora o ministro das Finanças estime um ajustamento estrutural de 0,3% do PIB, os cálculos dos peritos da Comissão apontam apenas para 0,2%, o que faz com que o país não cumpra também o ajustamento estrutural mínimo exigido.
Na sequência desta carta, Portugal respondeu que o Orçamento "mantém um controlo apertado da despesa", mas não apresentou novas medidas. Lembrou que, entre 2016 e 2018, o país já fez um esforço de ajustamento de 1,7 pontos percentuais do PIB, reafirmou que haverá uma melhoria de 0,3% do saldo estrutural e notou que a regra da despesa deve ser avaliada tendo em conta as revisões constantes do esforço estrutural feito pelo país – correcções estas que atingem já 2,2 pontos percentuais do PIB.
Ainda assim, segundo informa a Comissão Europeia, acabou por corrigir a tabela que identifica as medidas discricionárias a tomar no próximo ano, passando agora a assumir perante Bruxelas, tal como já constava da proposta de Orçamento entregue no Parlamento português, que o impacto da acção política no próximo ano será negativo para o saldo orçamental.
Fonte: Jornal de negócios
A Comissão Europeia avaliou esta quarta-feira o plano de Orçamento do Estado para 2019 de Portugal como estando em risco de incumprimento das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento. A decisão foi comunicada pelo vice-presidente da Comissão, Valdis Dombrovskis, depois da reunião do colégio de comissários.
Depois de citar Portugal como um dos países cujo Orçamento corre o risco de falhar as metas, Dombrovskis sublinhou que a Comissão pede aos países nestas circunstâncias para "tomar as medidas necessárias para assegurar que o orçamento cumprirá as regras." Bélgica, Eslovénia e França estão na mesma situação que o Executivo português, tendo apresentado projectos de Orçamento do Estado também considerados como correndo o risco de desrespeitar as regras comunitárias.
Apesar da opinião negativa de Bruxelas, Pierre Moscovici, comissário para os Assuntos Económicos e Financeiros, desvalorizou a questão. "As finanças públicas de Portugal melhoraram muito nos últimos anos", sublinhou, argumentando que "as políticas certas produzem crescimentos económicos" e que os efeitos até "podem ser rápidos a materializar-se".
O comissário lembrou apenas que "as melhorias duradouras têm de ser feitas tanto nos bons como nos maus tempos" e que "é por isso que o défice estrutural importa". "Portugal fez muito, mas as nossas regras exigem que sejam feitos mais esforços", reconheceu. Moscovici destacou que para 2019 a Comissão não espera qualquer melhoria do saldo estrutural, mas admitiu que "podem haver variações entre as projecções" e sublinhou que a precisão das estimativas europeias é idêntica à de instituições como o FMI ou a OCDE.
Comissão já tinha avisado
Assim que Mário Centeno submeteu o seu projecto de Orçamento do Estado para o próximo ano em Bruxelas, a Comissão avisou que Portugal corre o risco de se desviar de forma significativa das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento. Numa carta enviada apenas quatro dias depois, a direcção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros frisou que, pelas suas contas, a despesa líquida primária vai crescer 3,4% em termos nominais, "o que excede a recomendação de aumento máximo de 0,7%".
Além disso, avisou que embora o ministro das Finanças estime um ajustamento estrutural de 0,3% do PIB, os cálculos dos peritos da Comissão apontam apenas para 0,2%, o que faz com que o país não cumpra também o ajustamento estrutural mínimo exigido.
Na sequência desta carta, Portugal respondeu que o Orçamento "mantém um controlo apertado da despesa", mas não apresentou novas medidas. Lembrou que, entre 2016 e 2018, o país já fez um esforço de ajustamento de 1,7 pontos percentuais do PIB, reafirmou que haverá uma melhoria de 0,3% do saldo estrutural e notou que a regra da despesa deve ser avaliada tendo em conta as revisões constantes do esforço estrutural feito pelo país – correcções estas que atingem já 2,2 pontos percentuais do PIB.
Ainda assim, segundo informa a Comissão Europeia, acabou por corrigir a tabela que identifica as medidas discricionárias a tomar no próximo ano, passando agora a assumir perante Bruxelas, tal como já constava da proposta de Orçamento entregue no Parlamento português, que o impacto da acção política no próximo ano será negativo para o saldo orçamental.
Fonte: Jornal de negócios
Grazi cogita interromper carreira e se diz vítima de macumba na Globo
Grazi Massafera Foto:Reprodução via internet
Grazi Massafera fez algumas revelações inusitadas sobre sua carreira como atriz, durante o “Lady Night”, do Multishow, na última terça-feira (20). Além de dizer que já foi vítima de macumba nos Estúdios Globo, a loira contou que em algum momento pretende parar de trabalhar a área.
Fonte: terra
Detetive britânico defende que Maddie continua viva e está em Portugal
"É muito provável que esteja aprisionada num sítio qualquer, sem ter noção de quem realmente é e que foi alvo de uma operação de busca mundial"
Um antigo detetive privado que trabalhou no caso do desaparecimento de Madeleine McCann, em 2007, acredita que a criança foi raptada por um grupo com ligações ao tráfico sexual e que ainda está viva.
"Estamos a aproximar-nos do 12º aniversário [do desaparecimento] e é um intervalo de tempo significativo. Mas acredito que Maddie pode estar viva e que alguém está a proteger os seus raptores", disse o detetive David Edgar ao The Sun que acredita que Maddie – agora com 15 anos – terá sido escondida em Portugal ou até mesmo em Espanha.
Edgar acredita que "as hipóteses de terem retirado [a criança] do país sem serem detetados são extremamente baixas" e, por isso, "é muito provável que esteja aprisionada num sítio qualquer, sem ter noção de quem realmente é e que foi alvo de uma operação de busca mundial", acrescenta.
Recentemente o ministério do Interior britânico atribuiu 150 mil libras (perto de 172 mil euros) para continuara investigação do desaparecimento de Maddie até 31 de março de 2019. Na investigação – denominada “Operação Grange” – estão envolvidos quatro dos 29 detetives que inicialmente investigaram o caso.
Fonte: Jornal i
Um antigo detetive privado que trabalhou no caso do desaparecimento de Madeleine McCann, em 2007, acredita que a criança foi raptada por um grupo com ligações ao tráfico sexual e que ainda está viva.
"Estamos a aproximar-nos do 12º aniversário [do desaparecimento] e é um intervalo de tempo significativo. Mas acredito que Maddie pode estar viva e que alguém está a proteger os seus raptores", disse o detetive David Edgar ao The Sun que acredita que Maddie – agora com 15 anos – terá sido escondida em Portugal ou até mesmo em Espanha.
Edgar acredita que "as hipóteses de terem retirado [a criança] do país sem serem detetados são extremamente baixas" e, por isso, "é muito provável que esteja aprisionada num sítio qualquer, sem ter noção de quem realmente é e que foi alvo de uma operação de busca mundial", acrescenta.
Recentemente o ministério do Interior britânico atribuiu 150 mil libras (perto de 172 mil euros) para continuara investigação do desaparecimento de Maddie até 31 de março de 2019. Na investigação – denominada “Operação Grange” – estão envolvidos quatro dos 29 detetives que inicialmente investigaram o caso.
Fonte: Jornal i
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Pensamentos
As pessoas quietas e silenciosas são as que têm as mentes mais fortes e eloquentes”
-
O grupo de hackers Anonymous anunciou um novo ataque, desta vez contra uma loja especializada em artigos militares. O saldo: milhares d...
-
Samuel Lino para o Flamengo, lá vamos nós! Acordo verbal firmado com o Atlético de Madrid. Acreditamos que a taxa de transferência será de ...
-
António Costa, através de uma mensagem publicada na rede social Twitter,felicitou hoje os encarnados pela conquista do campeonato nacional...



