O técnico do Flamengo, Andrade, entrou para a história neste domingo ao se tornar o primeiro treinador negro campeão do Campeonato Brasileiro. O título foi conquistado após a equipe carioca derrotar o Grêmio por 2 a 1, neste domingo, no estádio do Maracanã, pela última rodada da competição.
Andrade já havia levantado o caneco como jogador atuando pelo Flamengo nos anos de 1980, 1982, 1983 e 1987 (Módulo Verde da Copa União), além do título de 1989, com o Vasco.
O treinador assumiu a equipe rubro-negra em julho, após a demissão do técnico Cuca. A princípio, foi colocado no cargo interinamente, enquanto os diretores da equipe carioca procuravam um técnico no mercado. Depois de vitórias diante do Santos, na Vila Belmiro, e do Atlético-MG, no Maracanã, o ex-jogador foi efetivado.
Anteriormente, Andrade foi chamado várias vezes para assumir a equipe principal interinamente. Desde 2004, o ex-volante assumiu por sete vezes o time carioca --cinco de forma interina.
Auxiliar técnico do clube, ele livrou a equipe da Série B com uma série de bons resultados nas rodadas finais no Brasileiro-2004. Mesmo assim, foi sub de nove técnicos até ser efetivado neste ano.
Em 2004, o ex-jogador Junior, então gerente de futebol, tentou efetivar Andrade. Ele conta ter ouvido, em meio aos comentários sobre a inexperiência do treinador, argumentos racistas contra a efetivação de Andrade.
"No momento de colocações de virtudes e defeitos, vieram comentários deste tipo. Além da inexperiência no cargo, diziam que era um negro sem boa dicção", relembrou Junior.
Acostumado a servir ao Flamengo, o treinador não entra na polêmica. "Isso vem de pessoas ignorantes, que ainda têm um pensamento desse no século em que nós estamos. Não merece nem comentário".
Para o pesquisador Luciano Cerqueira, coordenador da campanha "Mande um cartão vermelho para o racismo no futebol", o título de Andrade vai chamar a atenção para a falta de técnicos negros no futebol.
"No futebol, reina o mesmo pensamento da sociedade em geral. O negro pode ocupar determinados espaços, mas não outros. Pode jogar, estar na comissão técnica, mas não ser o comandante, o cara que tem as ideias", afirmou.
Fonte: Folha Online
domingo, 6 de dezembro de 2009
EUA ignoram por completo paradeiro de Bin Laden
Os Estados Unidos ignoram por completo o paradeiro do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, e há vários anos que não dispõem de informações fiáveis para o localizar.
O secretário da Defesa norte-americano, Robert Gates, afirmou à cadeia de televisão ABC que os EUA "não sabem onde Osama bin Laden possa estar", caso contrário as autoridades norte-americanas iriam no seu encalço.
Instado a especificar qual a última vez que os serviços secretos dos Estados Unidos souberam do paradeiro do líder terrorista, Gates afirmou que isso "foi há anos atrás".
Uma recompensa de 50 milhões de dólares (33 milhões de euros) é concedida pelos Estados Unidos para a captura, morte ou qualquer informação relativa ao paradeiro do homem mais procurado pelos serviços secretos mundiais.
A maioria dos peritos considera que ele pode estar escondido nas zonas tribais do Paquistão, embora outros pensem que uma grande cidade deste país poderia constituir um melhor refúgio.
A única certeza é que fugiu do Afeganistão em finais de 2001 e entrou no Paquistão pelo Waziristão do Norte, uma das zonas tribais que escapa ao controlo do governo de Islamabad.
Visite a fonte da informação aqui
O secretário da Defesa norte-americano, Robert Gates, afirmou à cadeia de televisão ABC que os EUA "não sabem onde Osama bin Laden possa estar", caso contrário as autoridades norte-americanas iriam no seu encalço.
Instado a especificar qual a última vez que os serviços secretos dos Estados Unidos souberam do paradeiro do líder terrorista, Gates afirmou que isso "foi há anos atrás".
Uma recompensa de 50 milhões de dólares (33 milhões de euros) é concedida pelos Estados Unidos para a captura, morte ou qualquer informação relativa ao paradeiro do homem mais procurado pelos serviços secretos mundiais.
A maioria dos peritos considera que ele pode estar escondido nas zonas tribais do Paquistão, embora outros pensem que uma grande cidade deste país poderia constituir um melhor refúgio.
A única certeza é que fugiu do Afeganistão em finais de 2001 e entrou no Paquistão pelo Waziristão do Norte, uma das zonas tribais que escapa ao controlo do governo de Islamabad.
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De Bin Laden a Leonardo DiCaprio, todos querem palpitar sobre o clima
A primeira década do século 21 foi marcada por discussões sobre as mudanças climáticas e suas consequências. Enquanto ambientalistas pedem mais e mais atenção para o tema, artistas, políticos, jornalistas e até terroristas não perdem chance para dar sua contribuição ao debate.
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México inaugura árvore de Natal de 112 metros e bate recorde do Rio
As autoridades da Cidade do México inauguraram na noite deste sábado uma árvore de Natal de 112 metros de altura e 35 metros de diâmetro, batendo assim o recorde de altura estabelecido pelo Rio de Janeiro, que inaugurou uma árvore de Natal de 85 metros.
O prefeito da capital mexicana, Marcelo Ebrard, coordenou a festa popular, que contou com milhares de pessoas nas ruas. Ele acendeu as luzes que dão forma e cor à enorme estrutura --erguida sobre o turístico Paseo de la Reforma, a poucos passos do Angel, monumento-símbolo da cidade.
Ao todo, são 72 km de cabos com lâmpadas azuis, brancas, vermelhas e amarelas, que acenderam acompanhadas por uma apresentação de fogos de artifício.
O governo da Cidade do México espera que a árvore marque um novo recorde, embora a árvore carioca seja flutuante --instalada sobre as águas da lagoa Rodrigo de Freitas.

A árvore gigantesca carioca tem 2,9 milhões de luzes, 1.600 esferas de efeitos e 52 km de cabos e foi iluminada ao compasso das canções interpretadas por um coral de 40 jovens da Fundação Bradesco, acompanhando 56 músicos da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa.
O próprio sistema de som da árvore tem um repertório de canções natalinas gravadas na Itália, que serão reproduzidas nas noites até o dia 6 de janeiro, no Dia de Reies. A árvore de 520 toneladas de peso já foi reconhecida pelo Livro Guinness dos Recordes como a maior de seu tipo no mundo.
[Folha Online]
O prefeito da capital mexicana, Marcelo Ebrard, coordenou a festa popular, que contou com milhares de pessoas nas ruas. Ele acendeu as luzes que dão forma e cor à enorme estrutura --erguida sobre o turístico Paseo de la Reforma, a poucos passos do Angel, monumento-símbolo da cidade.
Ao todo, são 72 km de cabos com lâmpadas azuis, brancas, vermelhas e amarelas, que acenderam acompanhadas por uma apresentação de fogos de artifício.
O governo da Cidade do México espera que a árvore marque um novo recorde, embora a árvore carioca seja flutuante --instalada sobre as águas da lagoa Rodrigo de Freitas.
A árvore gigantesca carioca tem 2,9 milhões de luzes, 1.600 esferas de efeitos e 52 km de cabos e foi iluminada ao compasso das canções interpretadas por um coral de 40 jovens da Fundação Bradesco, acompanhando 56 músicos da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa.
O próprio sistema de som da árvore tem um repertório de canções natalinas gravadas na Itália, que serão reproduzidas nas noites até o dia 6 de janeiro, no Dia de Reies. A árvore de 520 toneladas de peso já foi reconhecida pelo Livro Guinness dos Recordes como a maior de seu tipo no mundo.
[Folha Online]
Atletismo: Maratona de Lisboa - Vasco Azevedo vence corrida de nível reduzido
O português Vasco Azevedo ganhou hoje a 24.ª edição da Maratona de Lisboa, repetindo o triunfo alcançado há dois anos, enquanto russa Yuliia Molchanov ganhou no sector feminino, numa corrida de nível inferior ao esperado, devido à ausência dos etíopes.
Entre os homens, as "baixas" de Teshome Gelana (recorde pessoal 2:11.50) e Gidey Kidane (2:13.32) "abrandaram" o ritmo da corrida e o atleta do Boavista, de 35 anos, impôs-se 2:20.42 horas, depois de se ter isoaldo ao km 10.
O ucraniano Oleksiy Rybalchenko foi segundo, com 2:22.16, e o britânico Mark Dalkins terceiro, com 2:30.25.
[Diário de Notícias]
Entre os homens, as "baixas" de Teshome Gelana (recorde pessoal 2:11.50) e Gidey Kidane (2:13.32) "abrandaram" o ritmo da corrida e o atleta do Boavista, de 35 anos, impôs-se 2:20.42 horas, depois de se ter isoaldo ao km 10.
O ucraniano Oleksiy Rybalchenko foi segundo, com 2:22.16, e o britânico Mark Dalkins terceiro, com 2:30.25.
[Diário de Notícias]
Passagem de ano lisboeta com Xutos & Pontapés
Os Xutos & Pontapés têm agendado um concerto para a Torre de Belém para a noite que marca a passagem de ano.
A banda vai actuar depois da meia-noite
Antes das doze badaladas, vão estar em palco o espectáculo Get Back, um tributo aos Beatles.
A banda vai actuar depois da meia-noite
Antes das doze badaladas, vão estar em palco o espectáculo Get Back, um tributo aos Beatles.
Prostitutas dinamarquesas com sexo grátis durante cimeira
Prostitutas dinamarquesas anunciaram hoje que vão oferecer «sexo grátis» aos participantes na cimeira da ONU sobre alterações climáticas, em Copenhaga, em protesto contra a atitude da câmara local de desincentivar o recurso ao sexo pago por parte dos conferencistas.
A informação foi avançada pelo jornal «The Copenhagen Post», que escreve que a autarquia local apelou a uma centena de hotéis da cidade para que não facilitem o encontro entre hóspedes e prostitutas, tendo ainda, em parceria com as entidades não-governamentais, distribuído panfletos em que se pode ler: «Seja responsável. Não compre sexo».
A iniciativa autárquica não agradou a uma associação que defende os direitos das trabalhadoras de sexo dinamarquesas.
[Diário Digital]
A informação foi avançada pelo jornal «The Copenhagen Post», que escreve que a autarquia local apelou a uma centena de hotéis da cidade para que não facilitem o encontro entre hóspedes e prostitutas, tendo ainda, em parceria com as entidades não-governamentais, distribuído panfletos em que se pode ler: «Seja responsável. Não compre sexo».
A iniciativa autárquica não agradou a uma associação que defende os direitos das trabalhadoras de sexo dinamarquesas.
[Diário Digital]
Estudo diz que aquecimento global vai provocar mais guerras em África
O aquecimento global vai aumentar em 54 por cento o número de conflitos nos países da África Subsaariana e provocar até 393 mil mortos mais, revela um estudo recente feito por investigadores de várias universidades norte-americanas.
Os cientistas analisaram dados históricos do período de 1981 a 2002 e introduziram nos seus modelos de cálculo os indicadores da importância das colheitas agrícolas, já que 90 por cento da população destes países trabalha na agricultura.
"A subida da temperatura em um grau Celsius provoca um aumento de 4,5 por cento no número de conflitos civis no mesmo ano e 0,9 por cento no ano seguinte", refere o estudo, publicado na revista científica "Proceeding of the National Academy of Science".
Todos os modelos de cálculo matemático utilizados pelos cientistas que colaboraram, - das universidades de Harvard, Cambridge, Stanford, Califórnia e Nova Iorque - demonstram a correlação entre subida da temperatura e aumento de guerras civis.
"Quando associados com os modelos das projecções de alterações climáticas no futuro, esta resposta histórica aos aumentos da temperatura sugere um aumento de 54 por cento do número de conflitos armados até 2030", refere o estudo.
Outra conclusão é que o número de mortos nos conflitos potenciados por estas alterações climáticas é superior ao verificado em guerras motivadas por outros factores. Os cálculos indicam um número adicional de 393 mil mortos até 2030.
"Se as alterações climáticas se repercutem nos conflitos sobretudo pelos efeitos que têm nas produções agrícolas, então, e dada a importância da agricultura para os países africanos, os governos desses países e os dadores podem contribuir para a redução desses riscos de conflito sobretudo ajudando o sector agrícola a lidar com os aumentos da temperatura", defendem os autores do estudo.
Por exemplo, sugerem "desenvolver variedades de produtos agrícolas mais adaptados às alterações de temperatura e ajudar esses países a construir infra-estruturas que permitam o regadio".
[Jornal de Notícias]
Os cientistas analisaram dados históricos do período de 1981 a 2002 e introduziram nos seus modelos de cálculo os indicadores da importância das colheitas agrícolas, já que 90 por cento da população destes países trabalha na agricultura.
"A subida da temperatura em um grau Celsius provoca um aumento de 4,5 por cento no número de conflitos civis no mesmo ano e 0,9 por cento no ano seguinte", refere o estudo, publicado na revista científica "Proceeding of the National Academy of Science".
Todos os modelos de cálculo matemático utilizados pelos cientistas que colaboraram, - das universidades de Harvard, Cambridge, Stanford, Califórnia e Nova Iorque - demonstram a correlação entre subida da temperatura e aumento de guerras civis.
"Quando associados com os modelos das projecções de alterações climáticas no futuro, esta resposta histórica aos aumentos da temperatura sugere um aumento de 54 por cento do número de conflitos armados até 2030", refere o estudo.
Outra conclusão é que o número de mortos nos conflitos potenciados por estas alterações climáticas é superior ao verificado em guerras motivadas por outros factores. Os cálculos indicam um número adicional de 393 mil mortos até 2030.
"Se as alterações climáticas se repercutem nos conflitos sobretudo pelos efeitos que têm nas produções agrícolas, então, e dada a importância da agricultura para os países africanos, os governos desses países e os dadores podem contribuir para a redução desses riscos de conflito sobretudo ajudando o sector agrícola a lidar com os aumentos da temperatura", defendem os autores do estudo.
Por exemplo, sugerem "desenvolver variedades de produtos agrícolas mais adaptados às alterações de temperatura e ajudar esses países a construir infra-estruturas que permitam o regadio".
[Jornal de Notícias]
Isabel II farta dos paparazzis
A rainha Isabel II avisou os directores dos jornais ingleses para não publicarem fotos não autorizadas da família real tiradas por paparazzis.
O Palácio Buckingham disse que um advogado da soberana escreveu aos directores dos jornais há seis semanas pedindo-lhes para não publicarem fotos intrusivas da família real.
O Palácio diz que a carta foi enviada "em resposta aos muitos anos de perseguição à família real por fotógrafos nas propriedades privadas da rainha".
A família real tem uma longa e desconfortável relação com os fotógrafos. Alguns analistas acreditam que a perseguição da imprensa contribuiu para a morte da princesa Diana num acidente de carro em 1997.
Mais recentemente, o príncipe William e o príncipe Harry foram fotografados a sair de nightclubs e a namorada de William Kate Middleton teria sido perseguida à porta de sua casa.
Em 2007, o porta-voz de William queixou-se de "comportamento ameaçador" por parte de um fotógrafo.
O porta-voz do príncipe Carlos, Paddy Harverson, disse ao Sunday Telegraph que membros da família real "entendem ter direito à privacidade nas suas actividades quotidianas".
«Eles reconhecem que há um interesse público neles e no que fazem, mas não pensam que isso inclua verem fotografadas as suas actividades privadas e dos seus amigos", disse.
O teste da privacidade vai ser aferido este mês quando a família real se reunir no castelo de Sandringham para passar as férias do Natal. No passado, a propriedade real de Sandringham tem servido como um autêntico imã para os fotógrafos ansiosos por captar imagens da família em poses descontraídas.
Visite a fonte da informação aqui
O Palácio Buckingham disse que um advogado da soberana escreveu aos directores dos jornais há seis semanas pedindo-lhes para não publicarem fotos intrusivas da família real.
O Palácio diz que a carta foi enviada "em resposta aos muitos anos de perseguição à família real por fotógrafos nas propriedades privadas da rainha".
A família real tem uma longa e desconfortável relação com os fotógrafos. Alguns analistas acreditam que a perseguição da imprensa contribuiu para a morte da princesa Diana num acidente de carro em 1997.
Mais recentemente, o príncipe William e o príncipe Harry foram fotografados a sair de nightclubs e a namorada de William Kate Middleton teria sido perseguida à porta de sua casa.
Em 2007, o porta-voz de William queixou-se de "comportamento ameaçador" por parte de um fotógrafo.
O porta-voz do príncipe Carlos, Paddy Harverson, disse ao Sunday Telegraph que membros da família real "entendem ter direito à privacidade nas suas actividades quotidianas".
«Eles reconhecem que há um interesse público neles e no que fazem, mas não pensam que isso inclua verem fotografadas as suas actividades privadas e dos seus amigos", disse.
O teste da privacidade vai ser aferido este mês quando a família real se reunir no castelo de Sandringham para passar as férias do Natal. No passado, a propriedade real de Sandringham tem servido como um autêntico imã para os fotógrafos ansiosos por captar imagens da família em poses descontraídas.
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Guatemala: Lincharam alegado homicida
Aldeões guatemaltecos capturaram um homem acusado de ter cometido um homicídio, arrastaram-no para o centro da aldeia e executaram-no pegando-lhe fogo.
Tratou-se do segundo linchamento realizado em dois dias por uma milícia de 'vigilantes' e o quarto num mês na Guatemala.
O chefe local da polícia, Daniel Rivas, disse no sábado que os aldeões da comunidade oriental de Las Pozas acusavam Ronaldo Reyno de ter roubado e matado um idoso. Bateram no suspeito, de 34 anos, regaram-no com gasolina e pegaram-lhe fogo.
Na sexta-feira, uma multidão em Huehuetenango, no noroeste do país, executou três homens acusados de terem matado uma mulher e, no mês passado, dois ataques semelhantes levaram três pessoas à morte.
É frequente as multidões no interior da Guatemala fazerem justiça por suas mãos.
[Jornal de Notícias]
Tratou-se do segundo linchamento realizado em dois dias por uma milícia de 'vigilantes' e o quarto num mês na Guatemala.
O chefe local da polícia, Daniel Rivas, disse no sábado que os aldeões da comunidade oriental de Las Pozas acusavam Ronaldo Reyno de ter roubado e matado um idoso. Bateram no suspeito, de 34 anos, regaram-no com gasolina e pegaram-lhe fogo.
Na sexta-feira, uma multidão em Huehuetenango, no noroeste do país, executou três homens acusados de terem matado uma mulher e, no mês passado, dois ataques semelhantes levaram três pessoas à morte.
É frequente as multidões no interior da Guatemala fazerem justiça por suas mãos.
[Jornal de Notícias]
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