terça-feira, 15 de dezembro de 2009

China fecha 530 sites de compartilhamento de arquivos

Nos últimos dias, as autoridades chinesas fecharam 530 sites de compartilhamento de arquivos que utilizavam o programa BitTorrent, entre estes o popular BTChina.net, informou nesta segunda-feira (14) o jornal oficial "China Daily".

Conforme a Administração Estatal de Rádio, Cinema e Televisão, os sites não tinham autorização para funcionar.

Segundo as fontes da administração, responsável pela censura chinesa, os sites ofereciam, sobretudo filmes, séries de televisão e outros programas, "alguns de conteúdo erótico".

A instituição estatal destacou que dará continuidade à campanha de investigação de páginas de compartilhamento de arquivos, P2P (peer to peer), e ressaltou que a regulação dos conteúdos audiovisuais na internet é "uma tarefa de longo prazo".

O jornal "China Daily" assinalou que a campanha contra os sites que utilizam o sistema BitTorrent gerou o aumento da venda de filmes e discos piratas na rua.

A China é um dos países que maior censura e controle exerce sobre os conteúdos na internet, embora seja a nação com maior número de internautas, mais de 300 milhões.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Abert adere a movimento para proteção de conteúdo na web

A Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) informou hoje que aderiu à Declaração de Hamburgo, documento internacional que defende o respeito às leis de propriedade intelectual para conteúdo jornalístico reproduzido na internet. Segundo a entidade, a manifestação foi lançada em junho deste ano, após encontro do Conselho Europeu de Publishers e da associação Mundial de Jornais, e já conta com 221 signatários em todo o mundo entre empresas de comunicação e associações representativas de rádio e televisão, jornais e revistas.

Para o presidente da Abert, Daniel Slaviero, a liberdade que caracteriza a web não deve significar a ausência completa de normas e o desrespeito a leis já existentes para outros meios. Ele afirma que a proteção da propriedade intelectual na rede é essencial para garantir a qualidade do conteúdo oferecido à sociedade, principalmente, quando se trata de jornalismo.

A Declaração de Hamburgo afirma que o equilíbrio econômico-financeiro das empresas jornalísticas em todo o mundo está sendo prejudicado pela atuação de vários agregadores de conteúdo que utilizam a produção de jornalistas, editores e empresas de comunicação sem pagar por seu uso. O tema já foi discutido em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara e deve ser debatido novamente na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que acontece de hoje a quinta-feira, em Brasília.

Fonte: TeleSíntese

Cosan compra rede de postos da Petrosul em São Paulo

A Cosan, maior empresa do setor sucroalcooleiro do Brasil, comprou a rede de postos de combustíveis da Petrosul no Estado de São Paulo, informou a companhia nesta segunda-feira, conforme havia antecipado o colunista do iG Guilherme Barros. Segundo curto comunicado da Cosan distribuído à imprensa, o negócio inclui a compra de 83 postos de serviço da Petrosul no Estado, que terão a bandeira mudada para Esso.

A compra não inclui os negócios de distribuição e armazenamento de combustíveis da Petrosul. Não foram informados os valores envolvidos na operação.

"A decisão faz parte da estratégia da empresa de realizar investimentos nas marcas Esso e Mobil e seguir crescendo sua participação nos mercados de combustíveis e lubrificantes", informou a empresa.

A Cosan comprou a rede de postos da Esso no ano passado por aproximadamente US$ 1 bilhão, incluindo as dívidas da operação brasileira da gigante norte-americana ExxonMobil.

Desde então, ela tem sido ativa na promoção do etanol nos postos da Esso em São Paulo, maior mercado consumidor do produto no Brasil.

O etanol hidratado, utilizado nos veículos bicombustíveis, se tornou o principal combustível consumido no Estado de São Paulo, com vendas totais quase 30% superiores às da gasolina.


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Schumacher ganhará R$ 57 milhões por temporada na Mercedes, diz jornal

O diário inglês "Daily Mirror" repetiu os alemães da "Focus" e do "Bild" e garantiu que Michael Schumacher já aceitou a proposta da Mercedes para disputar a temporada 2010 da F1

A contratação de Michael Schumacher pela Mercedes foi cravada por outra publicação europeia. Depois da revista “Focus” e do jornal “Bild”, ambas alemãs, agora o diário inglês “Daily Mirror” garantiu que o heptacampeão mundial disse sim para a proposta do time chefiado por Ross Brawn para voltar à F1 em 2010 e ser companheiro de Nico Rosberg.

A maior diferença entre a notícia publicada pelo jornal inglês e pela imprensa alemã é sobre o salário que será pago a Schumacher. Segundo o “Daily Mirror”, o germânico vai receber £ 20 milhões (em torno de R$ 57 milhões) por apenas uma temporada – ao contrário do valor de € 3,5 milhões (aproximadamente R$ 9 milhões) veiculado pela “Focus” e de € 7 milhões (quase R$ 18 milhões) publicado pelo “Bild”.

Ainda assim, é menos do que Schumi ganhava na Ferrari, por volta de £ 30 milhões (em torno de R$ 85 milhões), e muito mais do que Jenson Button pediu para ficar na Mercedes (ex-Brawn): £ 8,5 milhões (aproximadamente R$ 24 milhões).

A volta de Schumacher vem sendo especulada desde o acidente de Felipe Massa no treino de classificação do GP da Hungria, em julho. Na época, o veterano concordou em substituir o brasileiro na Ferrari, mas desistiu da ideia por causa de uma lesão no pescoço decorrente de uma queda sofrida durante uma competição de moto no início do ano. Contudo, o empresário do germânico, Willi Weber, declarou que Michael já está curado da lesão no pescoço.

Uma fonte próxima ao ex-piloto garantiu ao “Bild” que "o alemão se sente em forma e saudável, os últimos testes foram positivos, e ele mal pode esperar para trabalhar com Ross Brawn novamente". Para isso, teve de rescindir o contrato de um ano que tinha para prestar consultoria para a Ferrari. Segundo o "Bild", o rompimento foi amigável, mas o "Daily Mirror" informou que os integrantes da equipe italiana ficaram surpresos com o fato.

Procurada pela agência de notícias alemã “DPA”, a porta-voz de Schumacher, Sabine Kehm, não quis falar sobre o assunto. A assessoria da Mercedes também não fez maiores comentários, mas não chegou a desmentir o acordo.

O possível retorno do heptacampeão já provocou repercussões de algumas personalidades da F1 na atualidade. Button afirmou que Schumi pode arriscar sua reputação adquirida durante sua carreira se resolver voltar. Já Adrian Sutil pensa que seu compatriota deveria se manter aposentado para dar chance à entrada de jovens pilotos na categoria.


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Obama pressiona banca para emprestar mais dinheiro às empresas

Barack Obama afirmou hoje que o sistema bancário norte-americano recebeu ajudas “extraordinárias” do Estado e que agora, que a banca já começa a registar lucros e a economia a recuperar, é hora de retribuir. Por isso os bancos têm agora a obrigação de “ajudar”.

O presidente dos EUA reuniu hoje com os presidentes executivos das 12 maiores instituições financeiras norte-americanas. Obama afirmou, em conferência de imprensa, que lhes pediu para irem a Washington para “discutir onde estivemos, o que esperamos deles daqui para a frente, e como podemos trabalhar para acelerar a recuperação económica”, pode ler-se no discurso publicado no “site” oficial da Casa da Branca.

“Hoje, devido aos empréstimos dos americanos, o nosso sistema financeiro estabilizou, o mercado bolsista regressou à vida, a nossa economia está a crescer, e os nossos bancos voltaram a registar lucros”, salientou Barack Obama, que acrescentou que “há um ano, muitos duvidavam que conseguíssemos recuperar estes investimentos”.

Obama recordou que o Citigroup juntou-se hoje a outras instituições financeiras ao anunciar que vai pagar os empréstimos concedidos pela Administração para evitarem a falência, aumentando para 60% a percentagem de dinheiro já recuperado das ajudadas dadas à banca. E “com juros”, salientou.

“Por isso, a minha principal mensagem na reunião de hoje foi muito simples: os bancos americanos receberam uma assistência extraordinária dos contribuintes americanos para reconstruírem a sua indústria”, e agora que recuperaram “esperamos um compromisso extraordinário deles para ajudarem a reconstruir a nossa economia”, adiantou.

E “isso começa com encontrar formas de ajudar pequenas e médias empresas a conseguir empréstimos de que precisam para abrir as suas portas, crescer as suas operações, e criar novos postos de trabalho”, sublinhou, acrescentando que uma das queixas dos empresários é precisamente, “apesar dos melhores esforços, não conseguirem conseguir empréstimos”.

Obama salientou esperar que “eles [bancos] explorem todas as formas responsáveis para ajudar a nossa economia a mexer outra vez”.

Fonte: Jornal de Negócios

Cadbury diz que OPA da Kfrat tem rivais

A Cadbury, ao fazer hoje a sua defesa da rejeição da OPA hostil de que foi alvo por parte da Kraft Foods, no valor de cerca de 11 mil milhões de euros, revelou que há outros potenciais interessados, sem referir nomes. Mas sabe-se que a empresa terá sido abordada pela Hershey e pela Ferrero International.

O “chairman” da Cadbury, Roger Carr, afirmou que as declarações de intenções da Hershey e da Ferrero são ainda demasiado preliminares para serem iniciadas as devidas conversações e alertou os seus accionistas para não deixarem que a Kraft “roube a empresa com uma oferta irrisória”, salienta a Associated Press (AP).

A fabricante britânica de chocolate e pastilhas elásticas (como o Dairy Milk e a Trident) aproveitou também para rever em alta as suas metas de desempenho no longo prazo, a nível de lucros e vendas, sublinha a “Business Week”.

Recorde-se que a perspectiva de a empresa, com 195 anos, poder cair em mãos de estrangeiros causou alguma consternação no Reino Unido, onde é uma marca muito apreciada, refere a AP. Mas Carr deixou em aberto a possibilidade de se dar alguma ligação, dizendo que a Cadbury está receptiva a conversações com qualquer potencial comprador – Kfrat incluída – que faça uma oferta atractiva que avalie devidamente a empresa.

“Até ao momento, apenas tivemos uma oferta, que está longe de ser atractiva (...), é irrisória (...) e recebemos uma declaração de intenções por parte de duas pessoas que ainda vão apresentar as suas ofertas”, declarou Carr, citado pela AP.

A oferta lançada pela Kraft Foods avalia a Cadbury em 727 pence por acção. As acções da empresa britânica seguiam em alta, nos 794 pence por acção, o que corresponde a mais 9,2% do que o valor da oferta.

A Kfrat tem até 19 de Janeiro para elevar a sua oferta e até 2 de Fevereiro para ser aceite por uma maioria de investidores da Cadbury. A maioria dos analistas considera que a Kfrat terá de pagar entre 820 e 850 pence para conseguir comprar a Cadbury.

A norte-americana Hershey e a italiana Ferrero referiram que estão a rever as opções para a Cadbury, apesar de nenhuma das empresas ter ainda lançado uma oferta, diz a “Business Week”. A Hershey e um fundo de beneficência que a controla estão perto de decidir se vão lançar uma oferta isolada, revelou na semana passada o “The Wall Street Journal”. Segundo duas fontes próximas do assunto, a Hershey terá mantido contactos com a Nestlé a propósito da Cadbury.

Fonte: Jornal de Negócios

Energia eólica nos EUA deverá parar de crescer em 2015

O Governo dos Estados Unidos da América (EUA) estima que as fontes de energia limpa irão corresponder a 40% da nova capacidade energética a instalar no país até 2035, mas o crescimento da potência eólica deverá parar daqui a cinco anos.

São estimativas que constam das projecções mais recentes do Departamento de Energia dos EUA, hoje apresentadas pela US Energy Information Administration. Segundo o documento “Annual Energy Outlook 2010”, a potência eólica, que hoje soma nos EUA cerca de 31 gigawatts (GW), deverá crescer nos próximos anos, atingindo 64,9 GW em 2013 e 65,7 GW em 2015. Mas entre 2016 e 2023 não deverá sair da casa dos 66 GW.

A estabilização do recurso eólico será a nota dominante das próximas duas décadas e meia. De acordo com o documento hoje apresentado, depois do elevado crescimento dos próximos cinco anos, o reforço de capacidade eólica nos EUA será ligeiro, chegando a potência eléctrica a partir do vento a 71 GW em 2035.

A EDP Renováveis, através da Horizon Wind Energy, é hoje um dos ‘players’ de referência no mercado norte-americano. No mês passado o presidente da EDP, António Mexia, levou a Washington o compromisso do grupo de investir 4 mil milhões de dólares nos EUA até 2012. Isto porque a EDP Renováveis prevê passar dos actuais 2,5 GW de capacidade instalada neste mercado para 4,5 GW em 2012 (para esse ano o estudo estima uma capacidade nacional de 59,5 GW em parques eólicos).

Embora seja o terceiro operador eólico dos EUA (atrás da NextEra Energy Resources e da espanhola Iberdrola), a EDP não tenciona manter-se única e exclusivamente na energia eólica. O recurso solar está também nos planos do grupo, que tem dois projectos em estudo para os EUA.

Nas projecções agora reveladas pela US Energy Information Administration, a energia solar será a que apresentará maior crescimento relativo entre as fontes renováveis, até 2035. Mas o seu peso no sistema continuará a ser diminuto. O organismo vinculado ao Governo de Barack Obama prevê que em 2035 a energia solar tenha uma potência instalada de 14,5 GW (abaixo dos 78 GW da energia hídrica, dos 71 GW da eólica e dos 36 GW da biomassa). Actualmente o recurso solar não chega aos 2 GW de potência nos EUA.

No seu panorama até 2035, as autoridades norte-americanas prevêem a adição de 250 GW à capacidade dos EUA (que estava em 2008 nos 1.008 GW). Desse acréscimo de potência o carvão responderá por 12%, o gás natural assumirá 46%, o nuclear 3% e as outras renováveis 37%.

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domingo, 13 de dezembro de 2009

Uma avó bailarina deixa Espanha de boca aberta

Com 75 anos, Sarah Paddy Jones, de origem inglesa, mas residente em Espanha, mais especificamente em Marbella, sagrou-se vencedora do concurso, transmitido pela Telecinco.

Alça a perna e rodopia com uma bailarina profissional, sem descurar a coreografia, e foi assim que surpreendeu o público espanhol que assistia ao programa "Tú sí que vales", versão do inglês "Britain's got talent", onde se deu a conhecer Susan Boyle.

Na sua décima edição, o popular programa premiou agora a salsa executada com acrobacias à mistura da invulgar concorrente. Avó de sete netos, Sarah Paddy Jones nem sequer pratica este género de dança há muito tempo. Vai para quatro, cinco anos que resolveu aventurar-se neste ritmo mais mexido.

"A dança mantém-me jovem e muita gente me diz que pareço mais nova do que realmente sou", declarou à Imprensa. "Como muita fruta e não tenho hipertensão, o baile mantém-me em forma e muita gente jovem assinala que sou uma inspiração para eles".

Video: http://www.youtube.com/watch?v=_ETKnG7rzhg

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Outro Canal: Globo dá mais espaço para atuação de Alinne Moraes

A direção da novela "Viver a Vida", da Globo, resolveu dar mais destaque para as cenas de recuperação da personagem Luciana, interpretada por Alinne Moraes. A atriz, que dá vida a uma modelo que está tetraplégica, tem feito uma interpretação "magistral", na opinião do autor, Manoel Carlos.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Sílvia Corrêa e publicada na Folha deste domingo --a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

Segundo a colunista, "Viver a Vida" aumentou o tempo de reprise do capítulo anterior no início da novela em alguns dias da semana passada. O tempo de reprise, que gira em torno de um minuto, chegou a quase quatro.

Manoel Carlos explicou à Folha que "houve uma repetição longa porque achamos que a cena da Luciana sentando-se na cama e depois exibindo mais um grande progresso merecia ser reprisada, pois foi presa de grande emoção e comoveu as pessoas". "Foi um trabalho magistral da Alinne [Moraes] e quisemos mesmo enfatizá-lo", afirmou o novelista.

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Igreja quer fazer tocar 350 sinos no mundo por causa do clima

A Igreja Católica pretende fazer tocar 350 sinos por todo o mundo por causa do clima às 14:00 de Lisboa. Os toques, que surgem durante a cimeira do clima, de Copenhaga, simbolizam o máximo de 350 partes por milhão de dióxido de carbono que podem ser lançados para a atmosfera.
A Igreja Católica quer fazer tocar 350 sinos um pouco por todo o mundo por causa do clima exactamente às 14:00 (hora de Lisboa), algo que se pode assemelha ao toque a rebate dos sinos quando a morte se aproxima ou o perigo espreita.

Os 350 toques, que surgem numa altura em que decorre a cimeira do clima, em Copenhaga, simbolizam as 350 partes por milhão que os cientistas dizem ser a medida máxima aceitável para o dióxido de carbono a lançar na atmosfera.

Com esta iniciativa, a Igreja pretende ser cúmplice do combate contra as alterações climáticas, que se não for vencido vai ensombrar a felicidade de todos.

A Igreja Católica diz que as pessoas que não tenham um sino se poderão juntar a esta iniciativa tocando tambores, apitos ou outros instrumentos.

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