Os membros da Reserva Federal dos Estados Unidos discutiram, na última reunião, o aumento e extensão do programa de compra de activos associados ao crédito hipotecário para ajudar a estimular a economia. Esta medida não reúne, no entanto, consenso dentro da autoridade monetária norte-americana.
Os responsáveis da Reserva Federal também divergiram quanto aos riscos de uma aceleração da inflação ou, pelo contrário, do seu abrandamento, revelam as minutas da última reunião da Fed, citadas pela Bloomberg. Alguns membros da Fed consideram que existem riscos de uma aceleração da taxa de inflação devido aos estímulos económicos extraordinários.
Entre as principais preocupações da Reserva Federal está, actualmente, a melhor forma e a melhor altura para retirar os programas de estímulo económico e os programas de empréstimos de emergência sem que isso afecte a recuperação da economia.
"Para manter as expectativas de inflação estáveis, todos os membros concordaram que a política monetária deve responder a qualquer melhoria ou deterioração das previsões económicas. A Fed vai continuar a comunicar claramente a sua capacidade e intenção de começar a retirar as medidas de estímulo económico na hora e no local apropriado", referem as minutas da Fed.
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Remax apresenta campanha de saldos 2010
Depois do sucesso alcançado nos últimos três anos, a imobiliária Remax voltou a lançar mais uma campanha de saldos que se estende até ao final de Fevereiro. Os descontos variam entre os 5% e os 71%.
Este ano a campanha de saldos da Remax conta com 4011 imóveis para venda e arrendamento, que correspondem a 9% do total de imóveis que a empresa dispõe em carteira. As principais tipologias com descontos são os apartamentos, mas também existem terrenos, moradias, garagens, quintas, entre outros.
“Temos um mix de imóveis que vão desde os 100 mil aos 4 milhões de euros”, afirmou Beatriz Rubio, presidente-executiva da Remax, durante o lançamento da campanha de descontos.
A campanha de saldos “entra em vigor numa época do ano em que as vendas normalmente caem”, referiu Beatriz Rubio, salientando que em 2007 esta campanha fez disparar em 47% as vendas da empresa e em 2008 o crescimento foi de 17%. Já no inicio do ano passado, altura em que o sector apresentava uma quebra acentuada, os descontos abrandaram o ritmo de queda dos negócios da empresa.
O sucesso dos saldos entre os vendedores e compradores já levou a que a ideia fosse exportada para outros países. “As Remax de Espanha e Itália já aderiram a esta campanha de saldos e a República Checa também a quer lançar”, disse ainda responsável.
Do número total de imóveis que aderiram à campanha, 1296 encontram-se na Grande Lisboa, 559 no Algarve e 492 no Grande Porto, os restantes imóveis encontram-se espalhados por todos o país.
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Este ano a campanha de saldos da Remax conta com 4011 imóveis para venda e arrendamento, que correspondem a 9% do total de imóveis que a empresa dispõe em carteira. As principais tipologias com descontos são os apartamentos, mas também existem terrenos, moradias, garagens, quintas, entre outros.
“Temos um mix de imóveis que vão desde os 100 mil aos 4 milhões de euros”, afirmou Beatriz Rubio, presidente-executiva da Remax, durante o lançamento da campanha de descontos.
A campanha de saldos “entra em vigor numa época do ano em que as vendas normalmente caem”, referiu Beatriz Rubio, salientando que em 2007 esta campanha fez disparar em 47% as vendas da empresa e em 2008 o crescimento foi de 17%. Já no inicio do ano passado, altura em que o sector apresentava uma quebra acentuada, os descontos abrandaram o ritmo de queda dos negócios da empresa.
O sucesso dos saldos entre os vendedores e compradores já levou a que a ideia fosse exportada para outros países. “As Remax de Espanha e Itália já aderiram a esta campanha de saldos e a República Checa também a quer lançar”, disse ainda responsável.
Do número total de imóveis que aderiram à campanha, 1296 encontram-se na Grande Lisboa, 559 no Algarve e 492 no Grande Porto, os restantes imóveis encontram-se espalhados por todos o país.
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Administrador do BES aliena 5 mil acções do banco
O administrador do Banco Espírito Santo, Amílcar Morais Pires, alienou, em bolsa, cinco mil acções por 4,55 euros, o que representa um encaixe de 22.750 euros.
O administrador Amílcar Morais Pires alienou, no passado dia 31 de Dezembro, cinco mil acções do BES ao preço unitário de 4,55 euros.
Após esta operação, o administrador passou a deter de 42.889 acções do BES, de acordo com o comunicado enviado pelo banco à CMVM.
As acções do BES encerraram a subir 1,06% para os 4,75 euros.
Fonte: Jornal de Negócios
O administrador Amílcar Morais Pires alienou, no passado dia 31 de Dezembro, cinco mil acções do BES ao preço unitário de 4,55 euros.
Após esta operação, o administrador passou a deter de 42.889 acções do BES, de acordo com o comunicado enviado pelo banco à CMVM.
As acções do BES encerraram a subir 1,06% para os 4,75 euros.
Fonte: Jornal de Negócios
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Descoberto túmulo gigante perto do Cairo
Arqueólogos acreditam que túmulo tem mais de 2500 anos e contém artefactos importantes.
Um novo túmulo gigante foi descoberto na antiga necrópole de Sakkara, perto do Cairo.
Um novo túmulo gigante foi descoberto na antiga necrópole de Sakkara, perto do Cairo.
Os arqueólogos egípcios garantem que o túmulo tem mais de 2500 anos e contém artefactos importantes, entre os quais águias mumificadas.
Este é um dos dois túmulos descobertos recentemente por esta equipa de arqueólogos que está a trabalhar junto à entrada de Sakkara.
O túmulo consiste num longo corredor escavado na pedra. Tem ainda inúmeras salas e passagens onde foram descobertos caixões, esqueletos e vasos bem conservados, bem como as águias mumificadas.
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O tempo todo numa imagem
O Hubble obteve uma sensacional imagem que abrange 12 mil milhões de anos da História cósmica
O telescópio espacial Hubble obteve uma imagem panorâmica do céu que resume 12 mil milhões de anos de História do cosmos. A foto, apresentada ontem na reunião da Sociedade Astronómica Americana, mostra 7500 galáxias.Imagine-se um museu de História natural onde todo o tempo pode ser visto em simultâneo.
O telescópio espacial Hubble obteve uma imagem panorâmica do céu que resume 12 mil milhões de anos de História do cosmos. A foto, apresentada ontem na reunião da Sociedade Astronómica Americana, mostra 7500 galáxias.Imagine-se um museu de História natural onde todo o tempo pode ser visto em simultâneo.
O universo está em expansão e, por isso, quanto mais longínquo o objecto, mais antigo ele será. Este é o caso da imagem acima: as galáxias que se avistam nesta parte do céu (um campo tão profundo que corresponde apenas a 600 mil anos depois do Big Bang) eram tão jovens que tinham ainda uma forma relativamente difusa. As galáxias mais próximas, portanto mais recentes, possuem espirais ou elípses bem desenhadas.
Os astrónomos calculam que o universo tenha mais de 13,7 mil milhões de anos e a imagem agora divulgada ilustra o passado de forma inédita.
O telescópio espacial está agora a estudar estes campos ultra-profundos do universo e espera-se a obtenção de novas imagens sobre o passado distante.
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Lucian Bebchuk e Jesse Fried: Como dominar o jogo de opções sobre acções
As remunerações dos executivos são, actualmente, uma preocupação central dos conselhos de administração e dos reguladores. Mas há, no entanto, um aspecto deste debate que merece um maior escrutínio: a liberdade dos executivos para escolherem o momento...
As remunerações dos executivos são, actualmente, uma preocupação central dos conselhos de administração e dos reguladores. Mas há, no entanto, um aspecto deste debate que merece um maior escrutínio: a liberdade dos executivos para escolherem o momento em que querem vender a parte da sua remuneração composta por acções. Os acordos de remuneração normais oferecem aos executivos uma grande liberdade sobre o momento de vender acções e exercer o direito de opção que lhes foi concedido. Tal liberdade é desnecessária e indesejável.
A liberdade para escolher o momento de liquidar as suas acções permite aos executivos usar a informação que têm sobre as suas empresas e vender antes dos preços caírem. Apesar das leis sobre o uso de informação privilegiada impedirem os executivos de usarem informação "concreta", estes têm ao seu dispor outro tipo de informação que lhes dá vantagem sobre o mercado. É um facto bem documentado que os executivos têm lucros "anormais" consideráveis - ou seja, acima do retorno do mercado - quando transaccionam as acções próprias da empresa.
Em segundo lugar, esta liberdade é um incentivo para os executivos influenciarem a informação divulgada sobre a empresa para manipularem o preço das acções antes de realizarem as suas operações. Estudos empíricos identificaram uma relação entre o nível de transacções e a manipulação de receitas - tanto legais como ilegais.
O que deve ser feito? Para começar, as remunerações em acções não devem depender de um preço único das acções mas, sim, de uma média do preço das acções durante um período significativo.
Primeira hipótese: os executivos que quisessem liquidar as suas participações poderiam vendê-las à empresa em troca de um preço baseado no preço médio, por exemplo, dos seis meses subsequentes. Em alternativa, os executivos que quisessem liquidar as suas acções podiam vendê-las no mercado gradualmente, de acordo com um plano automático de auto-execução pré-definido (vender um sexto das acções no primeiro dia de operações de cada um dos seis meses subsequentes).
Esta opção permitiria, ainda assim, que os executivos escolhessem o período de venda das acções mas não o dia exacto. Para melhorar ainda mais a relação entre pagamento e desempenho e limitar a capacidade dos executivos de a enfraquecerem usando o seu acesso a informação privilegiada e o controlo sobre a informação que é revelada, os executivos deviam ser obrigados a anunciar, com muita antecipação, o período escolhido.
Com um acordo de divulgação prévio, um executivo que quisesse vender um determinado número de acções teria que o anunciar com antecedência. Por exemplo, mais de seis meses antes. Assim, para um executivo poder vender 100 mil acções entre Julho e Dezembro de um determinado ano e receber o preço médio das acções durante esse período, teria que anunciar a venda antes do ano começar.
Com esta divulgação antecipada, qualquer informação privilegiada que o executivo tenha no momento em que decide vender será incorporada no preço das acções antes de ser determinado o retorno da venda. Além disso, o preço do mercado incluiria as deduções feitas a partir da notificação de venda prevista pelo executivo. Assim, o preço médio das acções durante o período de pagamento reflectirá com mais precisão o valor real das acções, melhorando a relação entre pagamento e desempenho.
Uma alternativa a esta opção passa por adoptar um acordo de "não intervenção" que impeça os executivos de decidir quando é que as acções vão ser liquidadas. Com este acordo, as participações e as opções sobre acções dadas num determinado ano só serão liquidadas em anos futuros de acordo com um calendário fixo, gradual e previamente anunciado, estabelecido no momento em que as participações e as opções sobre acções são concedidas.
O conselho de administração deveria estabelecer o calendário de forma a que o executivo conserve sempre o nível desejado de propriedade das acções. Dado que a opção de "não intervenção" deixa o executivo sem hipótese de decidir quando liquidar a sua compensação composta por acções, é o método mais eficaz para evitar que os executivos manipulem o mercado e para garantir que não recebem benefícios pela informação privilegiada de que dispõem.
Não há nenhuma razão para permitir que os retornos dos executivos se baseiem nos caprichos dos preços das acções num determinado dia e muito menos na sua capacidade de usar informação privilegiada e controlar a informação divulgada. Ao acabar com essa possibilidade, melhoramos substancialmente os benefícios das remunerações compostas por acções para o desempenho das empresas - e para os seus accionistas.
Lucian Bebchuk e Jesse Fried são professores da Harvard Law School e co-autores de "Pay without Performance: The Unfulfilled Promise of Executive Compensation". Este artigo baseia-se no seu estudo "Equity Compensation for Long-term Performance." Apesar de Bebchuk ser conselheiro do organismo de remunerações da administração dos Estados Unidos, as opiniões expressas neste artigo não reflectem necessariamente as deste organismo ou as de outros indivíduos ligados a este organismo.
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As remunerações dos executivos são, actualmente, uma preocupação central dos conselhos de administração e dos reguladores. Mas há, no entanto, um aspecto deste debate que merece um maior escrutínio: a liberdade dos executivos para escolherem o momento em que querem vender a parte da sua remuneração composta por acções. Os acordos de remuneração normais oferecem aos executivos uma grande liberdade sobre o momento de vender acções e exercer o direito de opção que lhes foi concedido. Tal liberdade é desnecessária e indesejável.
A liberdade para escolher o momento de liquidar as suas acções permite aos executivos usar a informação que têm sobre as suas empresas e vender antes dos preços caírem. Apesar das leis sobre o uso de informação privilegiada impedirem os executivos de usarem informação "concreta", estes têm ao seu dispor outro tipo de informação que lhes dá vantagem sobre o mercado. É um facto bem documentado que os executivos têm lucros "anormais" consideráveis - ou seja, acima do retorno do mercado - quando transaccionam as acções próprias da empresa.
Em segundo lugar, esta liberdade é um incentivo para os executivos influenciarem a informação divulgada sobre a empresa para manipularem o preço das acções antes de realizarem as suas operações. Estudos empíricos identificaram uma relação entre o nível de transacções e a manipulação de receitas - tanto legais como ilegais.
O que deve ser feito? Para começar, as remunerações em acções não devem depender de um preço único das acções mas, sim, de uma média do preço das acções durante um período significativo.
Primeira hipótese: os executivos que quisessem liquidar as suas participações poderiam vendê-las à empresa em troca de um preço baseado no preço médio, por exemplo, dos seis meses subsequentes. Em alternativa, os executivos que quisessem liquidar as suas acções podiam vendê-las no mercado gradualmente, de acordo com um plano automático de auto-execução pré-definido (vender um sexto das acções no primeiro dia de operações de cada um dos seis meses subsequentes).
Esta opção permitiria, ainda assim, que os executivos escolhessem o período de venda das acções mas não o dia exacto. Para melhorar ainda mais a relação entre pagamento e desempenho e limitar a capacidade dos executivos de a enfraquecerem usando o seu acesso a informação privilegiada e o controlo sobre a informação que é revelada, os executivos deviam ser obrigados a anunciar, com muita antecipação, o período escolhido.
Com um acordo de divulgação prévio, um executivo que quisesse vender um determinado número de acções teria que o anunciar com antecedência. Por exemplo, mais de seis meses antes. Assim, para um executivo poder vender 100 mil acções entre Julho e Dezembro de um determinado ano e receber o preço médio das acções durante esse período, teria que anunciar a venda antes do ano começar.
Com esta divulgação antecipada, qualquer informação privilegiada que o executivo tenha no momento em que decide vender será incorporada no preço das acções antes de ser determinado o retorno da venda. Além disso, o preço do mercado incluiria as deduções feitas a partir da notificação de venda prevista pelo executivo. Assim, o preço médio das acções durante o período de pagamento reflectirá com mais precisão o valor real das acções, melhorando a relação entre pagamento e desempenho.
Uma alternativa a esta opção passa por adoptar um acordo de "não intervenção" que impeça os executivos de decidir quando é que as acções vão ser liquidadas. Com este acordo, as participações e as opções sobre acções dadas num determinado ano só serão liquidadas em anos futuros de acordo com um calendário fixo, gradual e previamente anunciado, estabelecido no momento em que as participações e as opções sobre acções são concedidas.
O conselho de administração deveria estabelecer o calendário de forma a que o executivo conserve sempre o nível desejado de propriedade das acções. Dado que a opção de "não intervenção" deixa o executivo sem hipótese de decidir quando liquidar a sua compensação composta por acções, é o método mais eficaz para evitar que os executivos manipulem o mercado e para garantir que não recebem benefícios pela informação privilegiada de que dispõem.
Não há nenhuma razão para permitir que os retornos dos executivos se baseiem nos caprichos dos preços das acções num determinado dia e muito menos na sua capacidade de usar informação privilegiada e controlar a informação divulgada. Ao acabar com essa possibilidade, melhoramos substancialmente os benefícios das remunerações compostas por acções para o desempenho das empresas - e para os seus accionistas.
Lucian Bebchuk e Jesse Fried são professores da Harvard Law School e co-autores de "Pay without Performance: The Unfulfilled Promise of Executive Compensation". Este artigo baseia-se no seu estudo "Equity Compensation for Long-term Performance." Apesar de Bebchuk ser conselheiro do organismo de remunerações da administração dos Estados Unidos, as opiniões expressas neste artigo não reflectem necessariamente as deste organismo ou as de outros indivíduos ligados a este organismo.
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Sete mortos em queda de ponte
Segundo as informações avançadas pelos media brasileiros, cerca de 20 pessoas estariam na ponte, sobre o rio Jacuí, quando esta desabou. Oito pessoas foram resgatadas, havendo ainda outras 12 desaparecidas.
Entre os desaparecidos estará o vice-prefeito da cidade de Agudo e coordenador da Protecção Civil local, Hilberto Boeck.
A ponte tem 300 metros e de acordo com as autoridades pelo menos cem metros terão caído. O rio apresenta um caudal superior ao normal, devido ao mau tempo que tem atingido a região.
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Telescópio descobre cinco novos planetas extra-solares
O telescópio espacial da NASA Kepler, concebido para encontrar planetas do tamanho da Terra, descobriu cinco novos planetas extra-solares (planetas fora do nosso sistema solar).
«Estas observações contribuem para compreendermos como é que os sistemas planetários se formam e evoluem de gás e discos de poeira para estrelas e planetas», explicou William Borucki do Centro de Investigação da NASA em Moffett Field, no Estado da Califórnia.
«A descoberta também mostra que o nosso instrumento [o telescópio Kepler] está a trabalhar bem. E indica que o Kepler vai alcançar todos os objectivos científicos», acrescentou Borucki, que é o principal investigador da missão.
A descoberta foi anunciada ontem durante uma conferência de imprensa num encontro da Sociedade Astronómica Americana, em Washington.
Os planetas extra-solares chamam-se Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b. Também conhecidos como «hot Jupiters», pela elevada densidade e temperatura extrema, os novos astros variam em tamanhos, que vão desde a dimensão de Neptuno a áreas superiores à de Júpiter.
As temperaturas situam-se entre os 2.200 (1204 graus Célsius) e 3.000 graus Fahrenheit (1648º C.) – superiores à temperatura da lava e quente demais para a existência de vida. Mas a missão do Kelpler está longe de terminar.
«As descobertas de hoje são uma contribuição significativa para um objectivo», disse Borucki.
«As observações do Kepler vão dizer-nos se existem muitas estrelas e planetas que podem acolher vida, ou se estamos sozinhos na galáxia».
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«Estas observações contribuem para compreendermos como é que os sistemas planetários se formam e evoluem de gás e discos de poeira para estrelas e planetas», explicou William Borucki do Centro de Investigação da NASA em Moffett Field, no Estado da Califórnia.
«A descoberta também mostra que o nosso instrumento [o telescópio Kepler] está a trabalhar bem. E indica que o Kepler vai alcançar todos os objectivos científicos», acrescentou Borucki, que é o principal investigador da missão.
A descoberta foi anunciada ontem durante uma conferência de imprensa num encontro da Sociedade Astronómica Americana, em Washington.
Os planetas extra-solares chamam-se Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b. Também conhecidos como «hot Jupiters», pela elevada densidade e temperatura extrema, os novos astros variam em tamanhos, que vão desde a dimensão de Neptuno a áreas superiores à de Júpiter.
As temperaturas situam-se entre os 2.200 (1204 graus Célsius) e 3.000 graus Fahrenheit (1648º C.) – superiores à temperatura da lava e quente demais para a existência de vida. Mas a missão do Kelpler está longe de terminar.
«As descobertas de hoje são uma contribuição significativa para um objectivo», disse Borucki.
«As observações do Kepler vão dizer-nos se existem muitas estrelas e planetas que podem acolher vida, ou se estamos sozinhos na galáxia».
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Skype oferece chamadas de vídeo em alta-definição
O Skype lançou a possibilidade de fazer vídeos em alta-definição com webcams HD, acrecentando que, ainda durante este ano, serão lançadas HDTVs com softwares de ligação via VoIP, uma função que já se encontra na versão beta da edição 4.2 do programa, lançada para PC em Dezembro.
O anúncio foi realizado esta semana na Consumer Eletronics Show (CES), que está a decorrer em Las Vegas. O Skype explicou que o software pode gravar vídeos em resolução 720p, com uma taxa de 30 frames por segundo, mas, entretanto, as informações sobre os recursos HD devem ser actualizadas.
A empresa também pretende incluir aplicações de Internet em televisões, com a LG Eletronics e a Panasonic a mostrar HDTVs durante o evento que serão lançadas já com o Skype, o que permite que os utilizadores falam chamadas em HD em ecrãs maiores que os dos computadores.
As televisões com Skype devem chegar ao mercado em meados deste ano, com webcams HD que podem ser ligadas ao aparelho, para «capturar som e vídeo à distância de um sofá», anunciou a companhia, sem, contudo, anunciar preços e pormenores.
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O anúncio foi realizado esta semana na Consumer Eletronics Show (CES), que está a decorrer em Las Vegas. O Skype explicou que o software pode gravar vídeos em resolução 720p, com uma taxa de 30 frames por segundo, mas, entretanto, as informações sobre os recursos HD devem ser actualizadas.
A empresa também pretende incluir aplicações de Internet em televisões, com a LG Eletronics e a Panasonic a mostrar HDTVs durante o evento que serão lançadas já com o Skype, o que permite que os utilizadores falam chamadas em HD em ecrãs maiores que os dos computadores.
As televisões com Skype devem chegar ao mercado em meados deste ano, com webcams HD que podem ser ligadas ao aparelho, para «capturar som e vídeo à distância de um sofá», anunciou a companhia, sem, contudo, anunciar preços e pormenores.
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Telemóvel da Google chega à Europa na Primavera
O primeiro telemóvel da Google, o Nexus One, chega ao mercado europeu esta Primavera pela mão da Vodafone.
Durante a apresentação do aparelho na sede da empresa, na Califórnia, foi anunciado que o telemóvel vai ser vendido na Europa já esta Primavera com o apoio da Vodafone.
Nos EUA o parceiro é a T-Mobile. No entanto será possível comprar o aparelho desbloqueado de qualquer operadora.
No mercado norte-americano o preço do Nexus One sem contrato é de 529 dólares. Com ligação a uma operadora, os preços começam nos 179 dólares.
O telemóvel, hoje apresentado oficialmente, tem como principal rival o iPhone da Apple.
As acções do Google seguiam a cair 0,24% para 625,27 dólares em Wall Street. Já as acções da Apple avançavam 0,46% para 214,99 dólares.
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Durante a apresentação do aparelho na sede da empresa, na Califórnia, foi anunciado que o telemóvel vai ser vendido na Europa já esta Primavera com o apoio da Vodafone.
Nos EUA o parceiro é a T-Mobile. No entanto será possível comprar o aparelho desbloqueado de qualquer operadora.
No mercado norte-americano o preço do Nexus One sem contrato é de 529 dólares. Com ligação a uma operadora, os preços começam nos 179 dólares.
O telemóvel, hoje apresentado oficialmente, tem como principal rival o iPhone da Apple.
As acções do Google seguiam a cair 0,24% para 625,27 dólares em Wall Street. Já as acções da Apple avançavam 0,46% para 214,99 dólares.
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