A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou hoje que a pandemia de gripe A retrocedeu na maior parte dos países e que foram superados os níveis máximos de transmissão na Europa e na América do Norte.
Também foi superado o nível mais alto de propagação do vírus H1N1 no Norte de África e na Ásia, acrescentou a OMS.
Segundo um relatório publicado hoje pelo organismo, a pandemia causou a morte de 14.711 pessoas desde Abril passado, quando os primeiros casos foram detectados.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Optimus com "roaming" de dados em Angola
A Optimus fechou o acordo com a Unitel para a disponibilização aos seus clientes de "roaming" de dados em Angola, anunciou hoje a operadora da Sonaecom.
Em comunicado, a Optimus anuncia o acordo com a Unitel, operadora móvel angolana participada pela Portugal Telecom.
"A partir de hoje os clientes da Optimus passam a ser os primeiros do mundo a poder aceder à Internet em roaming em Angola, quer através do telemóvel, quer através das placas Kanguru", diz a empresa em comunicado.
O acordo é para o sistema GPRS (segunda geração e meia).
Com este acordo, a Optimus passou a ter mais de 150 países com serviço de roaming de dados.
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Em comunicado, a Optimus anuncia o acordo com a Unitel, operadora móvel angolana participada pela Portugal Telecom.
"A partir de hoje os clientes da Optimus passam a ser os primeiros do mundo a poder aceder à Internet em roaming em Angola, quer através do telemóvel, quer através das placas Kanguru", diz a empresa em comunicado.
O acordo é para o sistema GPRS (segunda geração e meia).
Com este acordo, a Optimus passou a ter mais de 150 países com serviço de roaming de dados.
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Camargo Corrêa retira proposta de fusão à Cimpor
A Camargo Corrêa anunciou esta tarde que decidiu retirar a proposta de fusão, preliminar e não vinculativa, que apresentou a 13 de Janeiro à Cimpor. A decisão da empresa brasileira surge depois de a CMVM ter obrigado a Camargo a tomar esta decisão ou lançar uma OPA concorrente.
Apesar da desistência, a empresa brasileira diz que quer ser parte integrante da solução que venha a ser encontrada.
O prazo de 10 dias dado pela CMVM terminava hoje e a Camargo anunciou assim a retirada da sua proposta. Se avançasse com uma oferta pública de aquisição concorrente à da Companhia Siderúrgia Nacional, esta teria de ser pelo menos 2% superior aos 5,75 euros oferecidos pela CSN, ou seja, de 5,865 euros por acção.
“A Camargo Corrêa justifica esta decisão por entender que, nalguns sectores, a manutenção daquela proposta de fusão constituiria um elemento tido por perturbador dos processos em curso, facto que segundo a mesma contraria os pressupostos do seu projecto e do modelo de intervenção adoptado pela Camargo Corrêa nos mercados internacionais em que actua”, salienta o comunicado emitido pela Cimpor.
Na mesma carta, a Camargo Corrêa mostra-se convicta de que “os altos interesses da Cimpor e dos seus accionistas prevalecerão na busca de soluções de crescimento e afirmação do grupo Cimpor”, manifestando a sua vontade de “envidar todos os esforços para, neste quadro, ser parte integrante da solução que venha a ser encontrada”.
Recorde-se que a brasileira CSN lançou a 18 de Dezembro uma OPA sobre a Cimpor no valor de 3,86 mil milhões de euros (5,75 euros por acção). A cimenteira liderada por Bayão Horta rejeitou a 8 de Janeiro esta oferta de compra, por a considerar “significativamente” subavaliada, e a brasileira Camargo Corrêa fez uma proposta alternativa cinco dias depois, visando uma fusão com a Cimpor.
No entanto, a CMVM disse que a Camargo teria de lançar uma OPA concorrente à da CSN ou então abandonar a proposta. Isto porque a CSN considerou que a Camargo estava a tentar obter o controlo da Cimpor sem lançar uma OPA e solicitou uma intervenção da entidade reguladora.
A Votorantim, por seu lado, afastou oficialmente a intenção de lançar uma oferta de compra sobre a cimenteira portuguesa mas continua atenta aos desenvolvimentos.
Na semana passada, o presidente da Caixa Geral de Depósitos defendeu que a Cimpor deveria fazer uma "aliança estratégica", em vez da cedência do controlo. Desta forma conseguir-se-ia "manter o centro de decisão da Cimpor em mãos nacionais", salientou Faria de Oliveira.
A proposta da Camargo era de uma fusão da sua unidade de cimentos com a Cimpor e a distribuição de um dividendo extraordinário aos accionistas de 350 milhões de euros, ficando a empresa brasileira com menos de 50% do capital.
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Apesar da desistência, a empresa brasileira diz que quer ser parte integrante da solução que venha a ser encontrada.
O prazo de 10 dias dado pela CMVM terminava hoje e a Camargo anunciou assim a retirada da sua proposta. Se avançasse com uma oferta pública de aquisição concorrente à da Companhia Siderúrgia Nacional, esta teria de ser pelo menos 2% superior aos 5,75 euros oferecidos pela CSN, ou seja, de 5,865 euros por acção.
“A Camargo Corrêa justifica esta decisão por entender que, nalguns sectores, a manutenção daquela proposta de fusão constituiria um elemento tido por perturbador dos processos em curso, facto que segundo a mesma contraria os pressupostos do seu projecto e do modelo de intervenção adoptado pela Camargo Corrêa nos mercados internacionais em que actua”, salienta o comunicado emitido pela Cimpor.
Na mesma carta, a Camargo Corrêa mostra-se convicta de que “os altos interesses da Cimpor e dos seus accionistas prevalecerão na busca de soluções de crescimento e afirmação do grupo Cimpor”, manifestando a sua vontade de “envidar todos os esforços para, neste quadro, ser parte integrante da solução que venha a ser encontrada”.
Recorde-se que a brasileira CSN lançou a 18 de Dezembro uma OPA sobre a Cimpor no valor de 3,86 mil milhões de euros (5,75 euros por acção). A cimenteira liderada por Bayão Horta rejeitou a 8 de Janeiro esta oferta de compra, por a considerar “significativamente” subavaliada, e a brasileira Camargo Corrêa fez uma proposta alternativa cinco dias depois, visando uma fusão com a Cimpor.
No entanto, a CMVM disse que a Camargo teria de lançar uma OPA concorrente à da CSN ou então abandonar a proposta. Isto porque a CSN considerou que a Camargo estava a tentar obter o controlo da Cimpor sem lançar uma OPA e solicitou uma intervenção da entidade reguladora.
A Votorantim, por seu lado, afastou oficialmente a intenção de lançar uma oferta de compra sobre a cimenteira portuguesa mas continua atenta aos desenvolvimentos.
Na semana passada, o presidente da Caixa Geral de Depósitos defendeu que a Cimpor deveria fazer uma "aliança estratégica", em vez da cedência do controlo. Desta forma conseguir-se-ia "manter o centro de decisão da Cimpor em mãos nacionais", salientou Faria de Oliveira.
A proposta da Camargo era de uma fusão da sua unidade de cimentos com a Cimpor e a distribuição de um dividendo extraordinário aos accionistas de 350 milhões de euros, ficando a empresa brasileira com menos de 50% do capital.
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Petrobras quer comprar posição da Tullow no "offshore" alentejano
A estatal brasileira Petrobras está em negociações para comprar uma posição nos blocos "offshore" de exploração de petróleo em Portugal à Tullow Oil.
A notícia está a ser avançada pelo “The Wall Street Journal”, que cita a Agência Estado. O CEO da Petrobras, José Fernando de Freitas, declarou que a decisão final sobre um acordo deverá ser tomada em Março.
A Petrobras quer comprar a participação de 50% da Tullow no Alentejo, referiu Fernando de Freitas, citado pela Estado.
A ideia é obter sinergias com as actuais actividades de exploração da Petrobras em Portugal, que está a prospeccionar na bacia de Peniche com a Partex e a Galp Energia. “Convenientemente, a Partex e a Galp são também parceiras da Tullow na exploração no Alentejo”, salienta o “WSJ”.
“Os parceiros são os mesmos com os quais colaboramos na Bacia de Peniche”, afirmou o CEO da petrolífera brasileira. “Tratam-se de empresas com as quais temos experiência de colaboração na perfuração no Brasil”, acrescentou.
Fernando de Freitas disse ainda que as regiões das bacias de Peniche e do Alentejo são de “elevado risco e forte potencial”, refere o “WSJ”.
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A notícia está a ser avançada pelo “The Wall Street Journal”, que cita a Agência Estado. O CEO da Petrobras, José Fernando de Freitas, declarou que a decisão final sobre um acordo deverá ser tomada em Março.
A Petrobras quer comprar a participação de 50% da Tullow no Alentejo, referiu Fernando de Freitas, citado pela Estado.
A ideia é obter sinergias com as actuais actividades de exploração da Petrobras em Portugal, que está a prospeccionar na bacia de Peniche com a Partex e a Galp Energia. “Convenientemente, a Partex e a Galp são também parceiras da Tullow na exploração no Alentejo”, salienta o “WSJ”.
“Os parceiros são os mesmos com os quais colaboramos na Bacia de Peniche”, afirmou o CEO da petrolífera brasileira. “Tratam-se de empresas com as quais temos experiência de colaboração na perfuração no Brasil”, acrescentou.
Fernando de Freitas disse ainda que as regiões das bacias de Peniche e do Alentejo são de “elevado risco e forte potencial”, refere o “WSJ”.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Península Ibérica recebe primeiro centro Microsoft para I&D na saúde
Espanha é o país escolhido pela Microsoft para acolher o seu primeiro centro mundial de inovação em tecnologias da saúde. Na imprensa do país vizinho é notícia a assinatura do acordo entre o responsável do governo regional de Valência e a Microsoft, na semana passada nos Estados Unidos. Por definir está ainda a localização concreta do centro, com várias cidades na lista de candidatas.
Segundo a Microsoft, citada na imprensa espanhola, o centro mundial de inovação para tecnologias na área da saúde "pretende desenvolver as bases para a medicina do século XXII".
A Microsoft garante querer fazer da estrutura - que ocupará uma área de 300 metros quadrados e empregará 10 pessoas, numa fase inicial - uma referência a nível mundial. Os responsáveis do Governo regional acrescentam que será uma oportunidade para as empresas da regiões atraírem novos investimentos.
A criação de pequenos centros de inovação em parceria com entidades governamentais é uma estratégia da Microsoft que usa as estruturas para desenvolver tecnologia, que será depois comercializada por outras empresas.
Entre centros em desenvolvimento e projectados estão a caminho 10 novos centros com estas características, em vários mercados, refere o El País.
Fonte: TeK
Segundo a Microsoft, citada na imprensa espanhola, o centro mundial de inovação para tecnologias na área da saúde "pretende desenvolver as bases para a medicina do século XXII".
A Microsoft garante querer fazer da estrutura - que ocupará uma área de 300 metros quadrados e empregará 10 pessoas, numa fase inicial - uma referência a nível mundial. Os responsáveis do Governo regional acrescentam que será uma oportunidade para as empresas da regiões atraírem novos investimentos.
A criação de pequenos centros de inovação em parceria com entidades governamentais é uma estratégia da Microsoft que usa as estruturas para desenvolver tecnologia, que será depois comercializada por outras empresas.
Entre centros em desenvolvimento e projectados estão a caminho 10 novos centros com estas características, em vários mercados, refere o El País.
Fonte: TeK
Brasil está entre os países mais vulneráveis a ciberataques
Uma pesquisa mundial com 600 executivos de segurança de TI que trabalham em empresas de infraestruturas críticas mostrou que mais da metade (54%) já sofreu ataques de grande escala ou infiltrações clandestinas de grupos de crime organizado, terroristas ou de nações. O custo médio estimado por inatividade associado a um incidente de grandes proporções é de US$ 6,3 milhões por dia. O levantamento foi apresentado hoje pela McAfee, na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, que acontece em Davos, na Suíça.
No Brasil, país citado no relatório como um dos mais vulneráveis, quase 60% dos participantes acreditam que governos estrangeiros estiveram envolvidos em ataques cibernéticos contra infraestruturas críticas locais, como redes de transmissão de energia elétrica, refinarias de petróleo e gás, empresas de telecomunicações e redes de transporte. Na pesquisa, o país apresenta taxas de 40% a 49% de adoção de medidas de segurança, embora apenas 20% relate a proibição de pen drives USB e de outras mídias do gênero. A pesquisa também evidencia que os brasileiros consideram as leis nacionais inadequadas para identificar e punir crimes cibernéticos.
P relatório "Sob fogo cruzado: infraestruturas críticas na era da ciberguerra", encomendado pela McAfee e de autoria do Center for Strategic and International Studies (CSIS), também revelou que o risco de ciberataques está aumentando. Apesar do crescente volume de leis e regulamentações, mais de um terço dos executivos de TI (37%) declarou que a vulnerabilidade de seu setor ficou maior no decorrer dos últimos 12 meses, enquanto 40% esperam um incidente grave de segurança em seu setor durante este ano. Apenas 20% acham que seu setor está a salvo de ciberataques graves no decorrer dos próximos cinco anos.
Visite a fonte da informação aqui
No Brasil, país citado no relatório como um dos mais vulneráveis, quase 60% dos participantes acreditam que governos estrangeiros estiveram envolvidos em ataques cibernéticos contra infraestruturas críticas locais, como redes de transmissão de energia elétrica, refinarias de petróleo e gás, empresas de telecomunicações e redes de transporte. Na pesquisa, o país apresenta taxas de 40% a 49% de adoção de medidas de segurança, embora apenas 20% relate a proibição de pen drives USB e de outras mídias do gênero. A pesquisa também evidencia que os brasileiros consideram as leis nacionais inadequadas para identificar e punir crimes cibernéticos.
P relatório "Sob fogo cruzado: infraestruturas críticas na era da ciberguerra", encomendado pela McAfee e de autoria do Center for Strategic and International Studies (CSIS), também revelou que o risco de ciberataques está aumentando. Apesar do crescente volume de leis e regulamentações, mais de um terço dos executivos de TI (37%) declarou que a vulnerabilidade de seu setor ficou maior no decorrer dos últimos 12 meses, enquanto 40% esperam um incidente grave de segurança em seu setor durante este ano. Apenas 20% acham que seu setor está a salvo de ciberataques graves no decorrer dos próximos cinco anos.
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Bolsas perdem mais de 1% pressionadas pelas tecnológicas
As bolsas norte-americanas desvalorizaram mais de 1% pressionadas essencialmente pelo sector tecnológico, penalizado pelo facto da Qualcomm ter revisto em baixa estimativas de vendas e um dia depois do lançamento de ontem do novo “tablet PC” da Apple. O Dow Jones depreciou 1,13%, o Nasdaq perdeu 1,91% e o S&P 500 escorregou 1,18%.
A Qualcomm afundou 14% depois do presidente executivo, Paul Jacobs ter revisto em baixa estimativas de vendas para este ano devido a um abrandamento da recuperação económica.
Já a Apple cai 4,13% para os 199,29 dólares no dia em que Fujitsu, depois do lançamento de ontem do novo “tablet PC” da Apple, veio dizer que já havia registado o nome “iPad” em 2003. A tecnológica anula, assim, os ganhos registados na sessão de ontem.
Fonte: Jornal de Negócios
A Qualcomm afundou 14% depois do presidente executivo, Paul Jacobs ter revisto em baixa estimativas de vendas para este ano devido a um abrandamento da recuperação económica.
Já a Apple cai 4,13% para os 199,29 dólares no dia em que Fujitsu, depois do lançamento de ontem do novo “tablet PC” da Apple, veio dizer que já havia registado o nome “iPad” em 2003. A tecnológica anula, assim, os ganhos registados na sessão de ontem.
Fonte: Jornal de Negócios
Cameron Douglas condenado a dez anos de prisão
Cameron, de 31 anos, já estava em prisão preventiva há vários meses, desde que foi detido pela polícia à saída de um hotel em Nova Iorque na posse de cinco quilos de cocaína, 500 gramas de metanfetaminas e uma quantidade não divulgada de heroína.
De acordo com as alegações da acusação, as drogas foram recepcionadas por Cameron na Califórnia e destinavam-se ao mercado de Nova Iorque, um esquema de transporte de estupefacientes em que o filho de Michael Douglas andava envolvido há alguns anos.
Desconhece-se em que prisão Cameron Douglas vai agora cumprir a pena, a terceira a que já foi condenado.
Visite aqui a fonte da informação
Irão executa dois activistas
O Governo do Irão anunciou esta quinta-feira a execução de dois presos durante os protestos políticos de Junho do ano passado, no rescaldo da reeleição presidencial de Mahmud Ahmadinejad.
"Após os confrontos e eventos anti-revolucionários dos últimos meses, um tribunal islâmico revolucionário considerou que os casos de alguns acusados e determinou a sentença de morte para 11 deles", informa a agência de notícias iraniana Isna.
"As sentenças contra dois destes indivíduos foram cumpridas ao amanhecer e os acusados foram enforcados", acrescenta a mesma agência.
Mohammad Reza Ali-Zamani e Arash Rahmanipour perderam os recursos que tinham apresentado contra a decisão. Os restantes nove condenados aguardam ainda pela reavaliação dos seus processos.
Para condenar os dois activistas, o governo iraniano acusou-se de serem "inimigos de Deus" e de pertencerem a grupos armados.
Nasrin Sotoudeh, advogada de Rahmanipour, de 19 anos, afirmou que o seu cliente "confessou (os crimes) por causa de ameaças feitas à sua família".
As execuções dos dois activistas já foram condenadas pela Amnistia Internacional, que considerou que "os dois homens foram condenados injustamente e injustamente mortos". A mesma organização de defesa dos direitos humanos considerou que as "execuções chocantes mostram que as autoridades iranianas não vão parar diante de nada para reprimir os protestos pacíficos que ocorrem desde as eleições".
Desde as eleições de Junho, pelo menos 30 manifestantes já foram mortos em confrontos, mas a Oposição afirma que o número ultrapassa os 70. Milhares de pessoas foram detidas na sequência dos confrontos, dos quais 200 continuam presos.
Fonte: CM
"Após os confrontos e eventos anti-revolucionários dos últimos meses, um tribunal islâmico revolucionário considerou que os casos de alguns acusados e determinou a sentença de morte para 11 deles", informa a agência de notícias iraniana Isna.
"As sentenças contra dois destes indivíduos foram cumpridas ao amanhecer e os acusados foram enforcados", acrescenta a mesma agência.
Mohammad Reza Ali-Zamani e Arash Rahmanipour perderam os recursos que tinham apresentado contra a decisão. Os restantes nove condenados aguardam ainda pela reavaliação dos seus processos.
Para condenar os dois activistas, o governo iraniano acusou-se de serem "inimigos de Deus" e de pertencerem a grupos armados.
Nasrin Sotoudeh, advogada de Rahmanipour, de 19 anos, afirmou que o seu cliente "confessou (os crimes) por causa de ameaças feitas à sua família".
As execuções dos dois activistas já foram condenadas pela Amnistia Internacional, que considerou que "os dois homens foram condenados injustamente e injustamente mortos". A mesma organização de defesa dos direitos humanos considerou que as "execuções chocantes mostram que as autoridades iranianas não vão parar diante de nada para reprimir os protestos pacíficos que ocorrem desde as eleições".
Desde as eleições de Junho, pelo menos 30 manifestantes já foram mortos em confrontos, mas a Oposição afirma que o número ultrapassa os 70. Milhares de pessoas foram detidas na sequência dos confrontos, dos quais 200 continuam presos.
Fonte: CM
Homicida confessa que matou filha
"A menina deitou-se de barriga para baixo no sofá, eu inclinei-me e puxei as pontas do cinto para o lado". Foi desta forma que João Cerqueira Pinto confessou hoje de manhã, no Tribunal de Matosinhos, ter estrangulado a filha Maria João a 28 de Maio do ano passado. O homem, de 46 anos, afirma no entanto não saber por que o fez e garante que a morte não foi premeditada.
'Não tinha pensado nisso antes. Estava com ela no sofá e aquilo passou-me pela cabeça. Queria parar de puxar mas não conseguia', explicou o homicida.
João recordou ainda que ao puxar o cinto do roupão a menina 'agitou os braços e as pernas.
'Não sei o que me deu. Eu gostava muito dela. Ia suicidar-me e não a queria deixar sozinha', disse João.
Dentro da sala de audiências, as irmãs gémeas de Maria João e uma tia assistiram emocionadas e sem conseguir conter as lágrimas a todo o discurso do homem.
Na primeira sessão de julgamento foram ainda ouvidos um agente da PSP e dois elementos da PJ que estiveram no local do crime.
No próximo dia 4 será ouvida Maria Rosa, mãe da menina.
Fonte: CM
'Não tinha pensado nisso antes. Estava com ela no sofá e aquilo passou-me pela cabeça. Queria parar de puxar mas não conseguia', explicou o homicida.
João recordou ainda que ao puxar o cinto do roupão a menina 'agitou os braços e as pernas.
'Não sei o que me deu. Eu gostava muito dela. Ia suicidar-me e não a queria deixar sozinha', disse João.
Dentro da sala de audiências, as irmãs gémeas de Maria João e uma tia assistiram emocionadas e sem conseguir conter as lágrimas a todo o discurso do homem.
Na primeira sessão de julgamento foram ainda ouvidos um agente da PSP e dois elementos da PJ que estiveram no local do crime.
No próximo dia 4 será ouvida Maria Rosa, mãe da menina.
Fonte: CM
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