sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Professora é acusada de fazer sexo e dar maconha a aluno

Um professora do estado americano do Maine está sendo processada por supostamente manter relações sexuais com um estudante de 15 anos e fornecer drogas ao menino. Jessica Pomerleau, de 36 anos, se entregou à polícia e foi liberada após pagar fiança de US$ 10 mil.

De acordo com as investigações, o relacionamento entre os dois já dura alguns meses. O caso foi descoberto após a mãe  de um aluno realizar uma denuncia. Jessica foi afastada da escola em 29 de setembro, mas ainda recebe o salário pois não é considerada culpadam, as informações são do jornal inglês Daily Mail.

Segundo a advogada de Jessica, sua cliente é casada, não manteve relações com o aluno. Agentes revistaram a casa da professoram e coletaram provas para análise. O aluno que teria sofrido o abuso não estuda mais na instituição.


Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação

Instrutor de paraquedas é demitido após transar com mulher em salto

O instrutor de paraquedismo e ator pornô Alex Torres foi demitido após divulgar um vídeo em seu blog, em que aparece fazia sexo com a recepcionista da escola de paraquedismo Hope Howell durante um salto.

Instrutor foi demitido após divulgar vídeo de sexo durante salto de paraquedas 

A Polícia de Taft decidiu investigar o caso porque o salto foi realizado próximo a um colégio.

O dono da escola de paraquedismo, Dave Chrouch, só soube do ocorrido com a chegada da polícia. Ele decidiu demitir Torres e vai conversar com Hope para decidir sua posição.


Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação

Merkel responde a críticas sobre gestão da crise na Europa

A chanceler alemã quer respostas por parte de quem critica a actuação na Zona Euro, criticando os Estados Unidos e a China por rejeitarem a aplicação de um imposto global sobre transacções financeiras.

Angela Merkel deixou hoje um recado aos países de fora da Zona Euro que têm instado a UE a tomar mais medidas contra a crise da dívida.

Numa intervenção no congresso do sindicato IG Metall, a chanceler alemã disse que todos aqueles que têm pedido mais respostas contra a crise – como os EUA ou a China – podem começar por participar também, não se negando à criação de um imposto sobre as transacções financeiras, refere o “El País”.

Recorde-se que a União Europeia propõe esse imposto com o objectivo de arrecadar 57 mil milhões de euros a partir de 2014, data em que está previsto entrar em vigor. No entanto, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, já veio advertir para o facto de este tipo de imposto só ter êxito se for global, relembra a mesma fonte.

Mas, conforme sublinha o “El País”, na própria União Europeia há quem não apoie este imposto sobre as transacções financeiras. É o caso do Reino Unido, um “opting-out” do euro (não faz parte da união monetária por decisão própria), que receia que o seu sector financeiro fuja para países menos regulados.

Dentro do G-20, os EUA e a China também se opõem a este imposto. Assim, uma vez que os Estados Unidos têm interpelado a UE vezes sem conta para aplicar mais medidas contra a crise – ainda hoje o secretário norte-americano do Tesouro, Timothy Geithner, disse que a Europa tem de aplicar mais recursos e impor níveis de capital mais duros para a banca -, Merkel veio responder com este desafio lançado aos países que não apoiam o imposto global sobre transacções financeiras.

Recorde-se que os ministros da Economia do G-20 estão hoje reunidos em Paris, a preparar a cimeira de 3 e 4 de Novembro, que terá lugar em Cannes, sendo a “regulação dos mercados financeiros” e “a situação dos bancos em risco sistémico” os temas prioritários do encontro, sublinhou Merkel.

Hoje, na reunião do G-20, os Estados Unidos rejeitaram a ideia de duplicar os fundos disponíveis no Fundo Monetário Internacional.



Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Banca alemã preparada para assumir perdas de 60% sobre dívida pública grega

Na próxima semana, o presidente executivo do Deutsche Bank estará em Bruxelas para discutir um "haircut" superior aos 21% acordados a 21 de Julho na Cimeira Europeia.


Os bancos alemães estão a preparar-se para assumir perdas até 60% sobre os títulos de dívida soberana grega que têm em mãos.

A informação foi avançada à Bloomberg por várias fontes ligadas ao processo, que dizem ser esse o “haircut” que está a ser ponderado pela banca alemã, numa altura em que as autoridades europeias apelam a um maior envolvimento do sector privado no segundo resgate da Grécia.

Esta semana, os bancos alemães realizaram uma teleconferência e os participantes debateram a possibilidade de as perdas sobre as obrigações públicas gregas poderem ser de 50% a 60%, ainda que não tenha ficado definida qualquer percentagem final, referem as mesmas fontes.

O CEO do Deutsche Bank, Josef Ackermann - que liderou as conversações em Julho, quando os bancos e seguradoras da Europa concordaram com um “haircut” voluntário de 21% - já disse que irá a Bruxelas na próxima semana para debater o potencial de uma maior redução.

Há um mês, o governo de Atenas disse estar satisfeito com o interesse demonstrado pelo sector financeiro na participação voluntária à troca de dívida grega, no âmbito do segundo resgate da república helénica. Esta troca de dívida – a chamada “debt swap” – pressupõe termos menos favoráveis para os credores do sector privado.

Com efeito, a troca das obrigações soberanas - por obrigações com prazos mais longos - que o sector privado detém implicará taxas muito menos atractivas para os obrigacionistas do que aquelas que poderiam pedir se fosse directamente ao mercado secundário.

As entidades financeiras que aceitarem estes termos de troca terão de assumir imparidades devido à exposição à dívida grega, já que o facto de serem signatários do acordo de “debt swap” implicará uma perda sobre o valor dos títulos que detêm. Essa perda tem o nome de “haircut”.

In'  Jornal de Negócios

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

‘Complô’ iraniano é parte de ‘escalada perigosa’, diz Hillary

O suposto complô iraniano para assassinar um diplomata saudita nos EUA "viola leis internacionais" e é parte de uma "perigosa escalada" no apoio ao extremismo, afirmou nesta quarta-feira a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Dois iranianos (um deles com cidadania também americana) ligados ao governo do Irã foram indiciados na última terça-feira, acusados de estarem por trás de um plano para assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington, Adel al-Jubeir, com o uso de explosivos.
 Leia mais aqui

Nova actualização do iTunes inclui acesso a serviço na Cloud



A Apple começou a disponibilizar o acesso a um serviço de Cloud, através de uma actualização do iTunes

A chegada oficial do iCloud, o serviço de cloud da Apple, apenas está prevista para hoje, mas a empresa resolveu antecipar algumas funcionalidades ontem ao final do dia quando lançou uma nova actualização do iTunes, necessária para sincronizar o iPhone, iPad ou iPod Touch com o iOS 5, o mais recente sistema operativo móvel da empresa, cujo lançamento também está previsto para hoje sob a forma de actualização automática.

«iTunes in the Cloud», assim se chama a principal novidade da actualização, foi um dos últimos anúncios feitos por Steve Jobs no passado mês de Junho.

Segundo a Apple com esta funcionalidade «o iTunes agora guarda a sua música ou programas de TV no iCloud e torna-os disponíveis nos seus dispositivos em qualquer lugar, em qualquer altura, sem custos adicionais».

Esta nova actualização do iTunes, denominada 10.5, surge também com 79 patches de segurança que incidem nas versões do serviço da Apple para Windows Vista e Windows 7.


Para visitar a fonte da informação, click aqui

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Acção terrorista travada em Washington

Plano visava embaixadas de Israel e da Arábia Saudita.

As autoridades norte-americanas travaram uma alegada acção terrorista contra vários alvos em Washington. Foram detidos dois suspeitos.

O plano tinha como objectivo assassinar o embaixador da Arábia Saudita, nos Estados Unidos, e a colocação de bombas nas embaixadas saudita e israelita.

Em preparação estava também a colocação de engenhos explosivos nas embaixadas dos dois países em Buenos Aires, na Argentina.

A identidade dos dois suspeitos já foi divulgada pelas autoridades norte-americanas. Os alegados autores do plano são Manssor Arbabsiar e Gholam Shakuri, ambos naturais do Irão. Arbabsiar tinha cidadania norte-americana.

Obama apoiou investigação ao "plano iraniano"

A Casa Branca elogiou a operação dos serviços secretos e da polícia que levou ao desmantelamento do plano terrorista e revelou que o Presidente Barack Obama ordenou total colaboração na investigação.

“O Presidente foi informado sobre este assunto em Junho e ordenou à administração para providenciar todo o apoio necessário a esta investigação”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Tommy Vietor.

Para visitar a fonte da informação, click aqui

Operadoras britânicas bloqueiam acesso a conteúdos pornográficos

Quatro das maiores empresas de Internet do Reino Unido decidiram bloquear, por defeito, o acesso a conteúdos de carácter pornográfico

A partir de agora os clientes da BT, da Sky, da TalkTalk e da Virgin terão que decidir, no momento da contratação do serviço, se querem aceder a sites com conteúdos de sexo explícito. Se não o fizerem o acesso a esse tipo de sites fica bloqueado.

As operadoras em causa já dispunham de ferramentas para bloquear o acesso a este tipo de conteúdos mas as mesmas não eram oferecidas aos clientes aquando da celebração do contrato, o que condicionava o acesso às mesmas por parte dos pais que o pretendessem fazer.

A iniciativa faz parte de um pacote de medidas do governo britânico que visa proteger os menores do acesso a conteúdos de natureza sexual, e que abrange também a proibição de colocação de imagens publicitárias consideradas impróprias para menores junto de escolas.

O governo está ainda a disponibilizar uma página Web, a Parentport, para que os pais possam apresentar queixa sobre programas de televisão, anúncios, produtos e serviços que considerem inapropriados para crianças.
 
Para visitar a fonte da informação, click aqui

Europa encerra em queda a aguardar decisão da Eslováquia sobre o FEEF


Os mercados europeus fecharam a sessão em terreno negativo, penalizados pelas expectativas dos investidores em torno da votação no Parlamento da Eslováquia sobre se o país irá apoiar o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF).

Os principais índices europeus encerraram o dia em queda, pressionados pelos receios dos investidores de que o alargamento do FEEF seja chumbado no parlamento eslovaco. Um dos partidos da coligação no poder ameaçou votar contra, o que está também a gerar maiores receios.

Os deputados eslovacos estão hoje a debater o apoio do país ao FEEF, um apoio que é fundamental para que este mecanismo de ajuda financeira a países em dificuldades possa ser efectivo. E há especulação de que possa ser chumbado pelos partidos da oposição.

O debate teve início esta manhã e foi seguido de um intervalo de uma hora. A esta altura o debate já foi retomado, e a votação deverá ser vai ser feita no seu final. O ministro das Finanças, Ivan Miklos, afirmou já esta tarde que “é provável que o fundo de resgate acabe por ser aprovado esta semana, de uma maneira ou de outra.”

Prevê-se que o Parlamento eslovaco chumbe hoje o FEEF através de uma moção de censura contra a primeira-ministra Iveta Radicova.

A queda dos mercados aconteceu mesmo apesar da Comissão Europeia, do BCE, e do Fundo Monetário Internacional (FMI) terem aprovado a libertação da próxima tranche de ajuda à Grécia. A troika anunciou hoje que a ajuda, no valor de oito mil milhões de euros, chegará a Atenas no início de Novembro.

Também as acentuadas quedas dos bancos gregos contribuíram para as perdas nos mercados europeus.

O principal índice de referência europeu cedeu 0,28% para 235,28 pontos, e o português PSI-20 perdeu 1,25% para 5.986,95 pontos.

O espanhol IBEX-35 diminuiu 0,53% para 8.845,5 euros, e o londrino Footsie desceu 0,06% para 5.395,7 euros.

O índice francês CAC-40 depreciou 0,25% para 3.153,52 pontos, e o alemão DAX foi o único a subir e somou 0,3% para 5.865,01 pontos.

O grego ASE/FTSE tombou 3,92% para 282,16 pontos, e o holandês AEX caiu 0,16% para 292,88 pontos. O italiano MIBTEL desvalorizou 0,39% para 16.036,14 pontos.

O National Bank of Greece e o EFG Eurobank Ergasias afundaram hoje mais de 16% para níveis mínimos recorde. A ASML Holding e a STMicroelectronics lideraram as quedas das empresas de semicondutores após as revisões em baixa dos analistas.

A Remy Cointreau, fabricante do brandy Remy Martin, avançou após o Berenberg Bank ter recomendado a compra das suas acções.

O BBVA cedeu 1,07% para 6,45 euros, e o BNP Paribas perdeu 2,96% para 33,445 euros. O ING desvalorizou 1,13% para 5,8 euros, e o Santander depreciou 0,93% para 6,291 euros.

Para visitar a fonte da informação, click aqui

Standard & Poor’s cortou o "rating" a 10 bancos espanhóis


A deterioração das condições da economia espanhola, do mercado imobiliário e dos mercados de capitais levou a agência de notação a cortar os "ratings" da banca de Espanha, que ficaram todos com perspectiva "negativa"

A deterioração das condições da economia espanhola, do mercado imobiliário e dos mercados de capitais levou a agência de notação a cortar os “ratings” da banca de Espanha, que ficaram todos com perspectiva "negativa".

A Standard & Poor’s reduziu a notação da dívida de 10 bancos, incluindo os dois maiores que são o Banco Santander e o BBVA.

Todos os “ratings” da dívida da banca espanhola estão agora com perspectiva “negativa”.
Para dois bancos (Sabadell e Banco Popular) foi cortado o “rating” individual e não da sua dívida, salienta a nota de investimento. No total, a agência de notação financeira tomou 15 medidas negativas para o “rating” dos bancos espanhóis e da sua dívida, esclarece a nota divulgada hoje.

Rating das "cajas" desceu para um nível mais baixo

O “rating” da dívida de longo prazo do Banco Santander e do BBVA desceu de “AA” para “AA-”, enquanto o das Confederación Espanola de Cajas de Ahorros e do Caja de Ahorros y Monte Piedad de Zaragoza, Aragon y Rioja (IberCaja) passou de “A” para “A-”.

À semelhança destes, também a dívida de longo prazo do Caja de Ahorros y Monte Piedad de Gipuzkoa y San Sebastian e o Biblbao Bizkaia Kutsxa também foram cortados de “A” para “A-”, refere o comunicado.

A dívida de longo prazo do Bankinter e o Banco de Sabadell S.A. também foi cortada de “A” para “A-”, referem a nota da Standard & Poor’s divulgada pela Bloomberg.

Além disso, a dívida dos bancos espanhóis ficou toda em perspectiva “negativa”, sendo que as obrigações de longo prazo do Banco Popular Espanhol ficou “sob revisão com implicações negativas”.

Bancos esgotaram reservas de capital

“Na nossa opinião, os bancos que acompanhamos em Espanha demonstraram, no geral, resiliência durante a recessão, mas ao longo do tempo os perfis de risco deles enfraqueceram”, dizem os economistas da Standard & Poor’s.

“Os bancos acumularam elevados níveis de activos problemáticos e esgotaram a maior parte das almofadas financeiras que tinham acumulado antes”, referem.

Para visitar a fonte da informação, click aqui