sábado, 9 de fevereiro de 2013
Manchester United de olho em Mangala
Eliaquim Mangala tem dado tanto nas vistas esta temporada com a camisola portista que a corte de pretendentes se alarga semana a semana. Relata a imprensa da Bélgica, país onde o defesa evoluiu antes de se transferir para o Dragão, que o departamento de prospeção do Manchester United começa a seguir com grande atenção todos os movimentos de Mangala e que as exibições do francês estão a agradar.
A presença de emissários do clube inglês em Portugal são uma realidade, mas na órbita de Sir Alex Ferguson tem estado sobretudo James Rodriguez, embora seja natural que o defesa-central comece a ganhar alta consideração junto dos gigantes europeus. «Diversos clubes têm seguido a carreira de Mangala», sublinhou agente do francês, Fabrizio Ferrari, que destaca o crescimento do defesa-central no FC Porto. «Ele sente-se muito bem em Portugal e neste momento não equaciona uma saída», revelou.
Mangala tem uma supercláusula de rescisão (50 milhões de euros), cinco milhões acima daquela que o dragão estabeleceu para James e superior em 10 milhões ao valor de mercado atribuído ao passe de João Moutinho.
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
«Há um jogador do Real Madrid que gostava de ver no Barcelona» - Rosell
O presidente do Barcelona falou de vários assuntos relacionados com o clube catalão, entre eles, a rivalidade com o Real Madrid.
«Há um jogador que me encanta mas não direi qual porque montávamos um circo. Joga no Real Madrid e gostava que viesse para o Barcelona», disse em declarações à Punto Radio, admitindo que o clássico de 26 de fevereiro, a contar para a segunda “mão” da Taça do Rei o deixa tenso sem deixar de sonhar com a presença do Barça na final.
«Fizemos uma primeira volta histórica, todos trabalharam de forma excelente», prosseguiu, recordando a passagem de Pep Guardiola pelo Camp Nou, uma parceira «que será recordada para toda a vida».
Sobre a situação financeira do Barcelona, Sandro Rosell assegurou que o clube tem «a dívida controlada»: «Em dois anos e meio reduzidos a dívida. Temos de continuar com esta política de austeridade. A dívida é de 300 milhões de euros mas, com os lucros previstos, vamos pagá-la sem problemas.»
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«Há um jogador que me encanta mas não direi qual porque montávamos um circo. Joga no Real Madrid e gostava que viesse para o Barcelona», disse em declarações à Punto Radio, admitindo que o clássico de 26 de fevereiro, a contar para a segunda “mão” da Taça do Rei o deixa tenso sem deixar de sonhar com a presença do Barça na final.
«Fizemos uma primeira volta histórica, todos trabalharam de forma excelente», prosseguiu, recordando a passagem de Pep Guardiola pelo Camp Nou, uma parceira «que será recordada para toda a vida».
Sobre a situação financeira do Barcelona, Sandro Rosell assegurou que o clube tem «a dívida controlada»: «Em dois anos e meio reduzidos a dívida. Temos de continuar com esta política de austeridade. A dívida é de 300 milhões de euros mas, com os lucros previstos, vamos pagá-la sem problemas.»
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Vítor Pereira rejeita comparações ao Barcelona
Alex, defesa do V. Guimarães, disse no passado fim de semana que «o FC
Porto está para o Campeonato português como o Barcelona está para o
espanhol». Vítor Pereira registou o comentário mas lembra que, ao
contrário da equipa catalã, os dragões estão ainda «num processo
evolutivo».
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Linha ferroviária para Madrid vai custar 700 milhões e será exclusiva para mercadorias
Sérgio Monteiro assegurou hoje que o fim do projecto do TGV tal como
estava planeado pelo anterior Governo é uma “decisão irreversível”. O
novo projecto exclui o transporte de passageiros na linha que vai ser
construída até Madrid e representa uma redução de 80% no investimento
previsto.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Lucros da BP em queda no último trimestre de 2012
A BP anunciou que no último trimestre do ano passado registou uma queda nos seus lucros, numa altura em que a produção de gás e petróleo diminuiu na segunda maior empresa energética da Europa.
Os ganhos da BP deslizaram para 1,6 mil milhões de dólares, cerca de 1,17 mil milhões de euros, face aos 7,7 mil milhões de dólares do ano anterior, segundo afirmou a empresa comunicado. Excluindo os itens extraordinários, os lucros foram de 4 mil milhões de dólares, o que superou as expectativas dos analistas que apontavam para os 3,7 mil milhões de dólares, segundo noticia a Bloomberg.
O presidente executivo Bob Dudley está focado em produzir o petróleo e o gás mais rentáveis depois da produção ter encolhido em 2010, após o derramamento de petróleo no Golfo do México. A BP está a lutar para combater o declínio da produção depois de vender 38 mil milhões de dólares em activos e alienar a sua participação na TNK-BP.
“Caminhámos muitas milhas em 2012, reposicionando a BP através de alienações e novos projectos”, confessou Dudley. “Estamos a criar bases para crescer a longo prazo”.
A BP informou que os seus investimentos em 2013 vão aumentar cerca de 2 mil milhões de dólares para a fasquia dos 25 mil milhões, tentando obter maiores margens de lucro, com 4 novos projectos na Austrália, Angola, Azerbeijão e no Golfo do México.
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Os ganhos da BP deslizaram para 1,6 mil milhões de dólares, cerca de 1,17 mil milhões de euros, face aos 7,7 mil milhões de dólares do ano anterior, segundo afirmou a empresa comunicado. Excluindo os itens extraordinários, os lucros foram de 4 mil milhões de dólares, o que superou as expectativas dos analistas que apontavam para os 3,7 mil milhões de dólares, segundo noticia a Bloomberg.
O presidente executivo Bob Dudley está focado em produzir o petróleo e o gás mais rentáveis depois da produção ter encolhido em 2010, após o derramamento de petróleo no Golfo do México. A BP está a lutar para combater o declínio da produção depois de vender 38 mil milhões de dólares em activos e alienar a sua participação na TNK-BP.
“Caminhámos muitas milhas em 2012, reposicionando a BP através de alienações e novos projectos”, confessou Dudley. “Estamos a criar bases para crescer a longo prazo”.
A BP informou que os seus investimentos em 2013 vão aumentar cerca de 2 mil milhões de dólares para a fasquia dos 25 mil milhões, tentando obter maiores margens de lucro, com 4 novos projectos na Austrália, Angola, Azerbeijão e no Golfo do México.
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Ségolène Royal: Alternativa em Portugal "está pronta"
A socialista francesa Ségolène Royal defendeu hoje que a alternativa em Portugal "está pronta" e afirmou que a Europa precisa de "uma nova energia" no governo de Lisboa, mostrando-se impressionada com o secretário-geral do PS.
Em declarações aos jornalistas após uma reunião de cerca de meia hora com António José Seguro, a ex-candidata socialista à presidência francesa disse ter ficado "muito impressionada" com a credibilidade das propostas do líder socialista português, a quem se referiu sempre pelo nome próprio.
"António tem uma visão global do desenvolvimento económico, da alternativa possível", disse Ségolène Royal, garantindo que, tal como ela, também "o conjunto das delegações" presentes no Conselho da Internacional Socialista, a decorrer em Cascais, "ficou muito impressionado" com o dirigente português.
Com Seguro ao lado, Ségolène Royal afirmou que o discurso do líder do PS na sessão de abertura dos trabalhos do Conselho da Internacional Socialista "fez bem aos socialistas" das cerca de 90 delegações de partidos filiados na organização que estarão reunidos até terça-feira.
Para a dirigente socialista francesa, a alternativa representada pelo Partido Socialista português "não só é credível, mas é sólida, é sustentada em convicções fortes e valores fortes".
"Temos vontade de apresentar juntos uma alternativa e sentimos que nesta altura, em Portugal, a alternativa está pronta", declarou.
Ségolène Royal afirmou mesmo que a credibilidade de António José Seguro e a necessidade de alternância no governo português "é essencial para o futuro da Europa".
"Os governos socialistas estão isolados e são minoritários na Europa e precisamos de uma nova energia para demonstrar que a lógica da austeridade para sair da crise é um impasse e é muito perigosa", defendeu.
A política actual, sublinhou, só conduz ao empobrecimento dos cidadãos, e dos cidadãos já de si mais debilitados, acrescentou.
Os socialistas, apontou a dirigente francesa, inventaram outro modelo económico, social e ecológico.
"Sairemos da crise económica com outro modelo", disse, citando propostas concretas: "Como diz o António [José Seguro], com o investimento na massa cinzenta, na formação profissional, esse é o primeiro pilar; na mutação ecológica, (...) e o terceiro pilar é a reforma financeira: pôr a banca ao serviço da economia".
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Em declarações aos jornalistas após uma reunião de cerca de meia hora com António José Seguro, a ex-candidata socialista à presidência francesa disse ter ficado "muito impressionada" com a credibilidade das propostas do líder socialista português, a quem se referiu sempre pelo nome próprio.
"António tem uma visão global do desenvolvimento económico, da alternativa possível", disse Ségolène Royal, garantindo que, tal como ela, também "o conjunto das delegações" presentes no Conselho da Internacional Socialista, a decorrer em Cascais, "ficou muito impressionado" com o dirigente português.
Com Seguro ao lado, Ségolène Royal afirmou que o discurso do líder do PS na sessão de abertura dos trabalhos do Conselho da Internacional Socialista "fez bem aos socialistas" das cerca de 90 delegações de partidos filiados na organização que estarão reunidos até terça-feira.
Para a dirigente socialista francesa, a alternativa representada pelo Partido Socialista português "não só é credível, mas é sólida, é sustentada em convicções fortes e valores fortes".
"Temos vontade de apresentar juntos uma alternativa e sentimos que nesta altura, em Portugal, a alternativa está pronta", declarou.
Ségolène Royal afirmou mesmo que a credibilidade de António José Seguro e a necessidade de alternância no governo português "é essencial para o futuro da Europa".
"Os governos socialistas estão isolados e são minoritários na Europa e precisamos de uma nova energia para demonstrar que a lógica da austeridade para sair da crise é um impasse e é muito perigosa", defendeu.
A política actual, sublinhou, só conduz ao empobrecimento dos cidadãos, e dos cidadãos já de si mais debilitados, acrescentou.
Os socialistas, apontou a dirigente francesa, inventaram outro modelo económico, social e ecológico.
"Sairemos da crise económica com outro modelo", disse, citando propostas concretas: "Como diz o António [José Seguro], com o investimento na massa cinzenta, na formação profissional, esse é o primeiro pilar; na mutação ecológica, (...) e o terceiro pilar é a reforma financeira: pôr a banca ao serviço da economia".
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Ossada humana encontrada em terreno agrícola em Gaia
Os Sapadores de Gaia e a PSP foram
chamados quinta-feira, ao final do dia, para levantar uma ossada humana
encontrada num terreno agrícola, na travessa da Baiza, em Vilar da
Andorinho.
Em declarações à Lusa, fontes dos bombeiros e
da PSP contaram que os ossos foram encontrados quando um trabalhador
procedia à limpeza do terreno.
"O terreno já não era limpo há anos, pelo que não se sabe há quanto tempo os ossos humanos ali estariam", disse fonte da PSP.
De acordo com a mesma fonte, a ossada foi encontrada no meio do mato.
Ao local foram também chamados técnicos do Instituto de Medicina Legal (IML) do Porto e a Polícia Judiciária que está a investigar o caso.
O achado foi transportado para o IML para se proceder às análises necessárias para tentar perceber há quanto tempo a pessoa terá morrido e outros aspetos fundamentais à investigação.
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"O terreno já não era limpo há anos, pelo que não se sabe há quanto tempo os ossos humanos ali estariam", disse fonte da PSP.
De acordo com a mesma fonte, a ossada foi encontrada no meio do mato.
Ao local foram também chamados técnicos do Instituto de Medicina Legal (IML) do Porto e a Polícia Judiciária que está a investigar o caso.
O achado foi transportado para o IML para se proceder às análises necessárias para tentar perceber há quanto tempo a pessoa terá morrido e outros aspetos fundamentais à investigação.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Museu britânico recebe 'tesouro' em antiguidades de prata
O Museu Ashmolean, de Oxford, recebeu a maior doação de objetos antigos de prata já feita a uma instituição do tipo na Grã-Bretanha em mais de cem anos. São 480 peças colecionadas pelo comerciante de antiguidades Michael Welby.
A reportagem da BBC visitou a sala do tesouro junto com o curador da coleção, Tim Wilson, que mostrou uma parte do acervo.
Entre os objetos, todos da época da Renascença, estão taças feitas em prata e com conchas e até patas de águia, painéis encomendados pelos Médici, na Itália e peças com o brasão real de Portugal. Com tantas obras raras e antigas, é difícil calcular um valor para a coleção, mas, para o curador, a soma pode chegar a milhões de libras.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Portucel lucra 211,2 milhões em 2012
Vendas da produtora de pasta e papel ultrapassaram os 1,5 mil milhões de euros. Custos energéticos subiram 36 milhões e custos de logística foram agravados pelas greves nos portos.
A Portucel fechou o ano de 2012 com um resultado líquido consolidado de 211,2 milhões de euros, o que representa um crescimento de 7,6% em relação ao ano anterior.
Em comunicado, a produtora de pasta e papel adianta que o volume de negócios aumentou 0,9% para 1.501,6 milhões de euros, tendo as exportações atingido os 1.249 milhões de euros, ou seja, 95% das vendas do grupo.
Como refere, a penetração no mercado europeu continuou a reforçar-se, permitindo uma conquista adicional superior a 85 mil toneladas, sendo que o grupo tem ganho “quota nos seus mercados tradicionais e aumentado significativamente a sua presença em novos mercados, nomeadamente no Leste da Europa, no Norte de África e no Médio Oriente”.
O crescimento no volume de negócios da Portucel foi sustentado, diz a empresa, “no bom desempenho do negócio do papel, assim como na evolução positiva da área de energia”, a qual registou um crescimento nas vendas de cerca de 8%, apesar de ter “sido negativamente afectado pelo grande agravamento de custos registado nesta rubrica”.
O grupo refere que ao longo de 2012 “assistiu-se a uma evolução positiva de alguns custos de produção, nomeadamente ao nível de algumas das matérias-primas e dos produtos químicos”, o que não foi, contudo, suficiente “para compensar o acréscimo significativo do custo da electricidade e do gás natural, de cerca de 36 milhões de euros, tendo por isso o grupo registado um agravamento global nos custos totais de produção”.
Greve nos portos com impacto
Por outro lado, a Portucel aponta “o aumento dos custos de logística, associado a uma maior dispersão dos pontos de venda, ao aumento dos combustíveis, à menor disponibilidade de meios de transporte (devido à alteração verificada entre os fluxos de importação e de exportação) e à evolução cambial desfavorável”.
“O aumento dos custos das operações logísticas foi muito agravado pelas greves ocorridas na actividade portuária, que afectaram os portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro, nos últimos cinco meses do ano”, realça a produtora de pasta e papel, salientando ser “o maior exportador de carga contentorizada na Península Ibérica, representando cerca de 10% do total da carga contentorizada e convencional exportada pelos portos nacionais”.
O EBITDA do grupo ficou-se, assim, pelos 385,4 milhões de euros em 2012, valor em linha com o de 2011.
Os resultados operacionais situaram-se em 286,2 milhões de euros, evidenciando um crescimento de 7,5% face a 2011.
Já os resultados financeiros foram negativos em 16,3 milhões, em linha com o registado em 2011. “Esta evolução resulta essencialmente da significativa diminuição das taxas de juro das operações activas ocorrida durante o ano, que contrariou em certa medida o efeito da redução da dívida líquida do Grupo, assim como do resultado negativo das operações de cobertura cambial”, refere a Portucel.
A dívida líquida remunerada no final de 2012 totalizava 363,6 milhões de euros, o que representou uma redução de 99,8 milhões em relação ao final do ano de 2011. O grupo realça que a “variação significativa da dívida líquida reflecte a forte capacidade de geração de cash-flow, num ano em que a geração de caixa foi afectada pela intensificação da política de apoio a fornecedores de matéria-prima, pelo desembolso dos pagamentos finais de investimentos efectuados em períodos anteriores e pela adopção de uma política de pagamento a fornecedores que tem em conta as actuais dificuldades de recurso a crédito bancário”.
A autonomia financeira no final de Dezembro era de 54,4 %, tendo o rácio dívida líquida/EBITDA evoluído para 0,9.
Em 31 de Dezembro de 2012, a dívida bruta de longo prazo do grupo situava-se em 473,3 milhões, ascendendo a dívida com prazo de vencimento inferior a um ano a 219,7 milhões de euros, na qual se inclui o empréstimo obrigacionista “Portucel 2005/2013” de 200 milhões, cujo reembolso irá ocorrer em Maio de 2013.
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A Portucel fechou o ano de 2012 com um resultado líquido consolidado de 211,2 milhões de euros, o que representa um crescimento de 7,6% em relação ao ano anterior.
Em comunicado, a produtora de pasta e papel adianta que o volume de negócios aumentou 0,9% para 1.501,6 milhões de euros, tendo as exportações atingido os 1.249 milhões de euros, ou seja, 95% das vendas do grupo.
Como refere, a penetração no mercado europeu continuou a reforçar-se, permitindo uma conquista adicional superior a 85 mil toneladas, sendo que o grupo tem ganho “quota nos seus mercados tradicionais e aumentado significativamente a sua presença em novos mercados, nomeadamente no Leste da Europa, no Norte de África e no Médio Oriente”.
O crescimento no volume de negócios da Portucel foi sustentado, diz a empresa, “no bom desempenho do negócio do papel, assim como na evolução positiva da área de energia”, a qual registou um crescimento nas vendas de cerca de 8%, apesar de ter “sido negativamente afectado pelo grande agravamento de custos registado nesta rubrica”.
O grupo refere que ao longo de 2012 “assistiu-se a uma evolução positiva de alguns custos de produção, nomeadamente ao nível de algumas das matérias-primas e dos produtos químicos”, o que não foi, contudo, suficiente “para compensar o acréscimo significativo do custo da electricidade e do gás natural, de cerca de 36 milhões de euros, tendo por isso o grupo registado um agravamento global nos custos totais de produção”.
Greve nos portos com impacto
Por outro lado, a Portucel aponta “o aumento dos custos de logística, associado a uma maior dispersão dos pontos de venda, ao aumento dos combustíveis, à menor disponibilidade de meios de transporte (devido à alteração verificada entre os fluxos de importação e de exportação) e à evolução cambial desfavorável”.
“O aumento dos custos das operações logísticas foi muito agravado pelas greves ocorridas na actividade portuária, que afectaram os portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro, nos últimos cinco meses do ano”, realça a produtora de pasta e papel, salientando ser “o maior exportador de carga contentorizada na Península Ibérica, representando cerca de 10% do total da carga contentorizada e convencional exportada pelos portos nacionais”.
O EBITDA do grupo ficou-se, assim, pelos 385,4 milhões de euros em 2012, valor em linha com o de 2011.
Os resultados operacionais situaram-se em 286,2 milhões de euros, evidenciando um crescimento de 7,5% face a 2011.
Já os resultados financeiros foram negativos em 16,3 milhões, em linha com o registado em 2011. “Esta evolução resulta essencialmente da significativa diminuição das taxas de juro das operações activas ocorrida durante o ano, que contrariou em certa medida o efeito da redução da dívida líquida do Grupo, assim como do resultado negativo das operações de cobertura cambial”, refere a Portucel.
A dívida líquida remunerada no final de 2012 totalizava 363,6 milhões de euros, o que representou uma redução de 99,8 milhões em relação ao final do ano de 2011. O grupo realça que a “variação significativa da dívida líquida reflecte a forte capacidade de geração de cash-flow, num ano em que a geração de caixa foi afectada pela intensificação da política de apoio a fornecedores de matéria-prima, pelo desembolso dos pagamentos finais de investimentos efectuados em períodos anteriores e pela adopção de uma política de pagamento a fornecedores que tem em conta as actuais dificuldades de recurso a crédito bancário”.
A autonomia financeira no final de Dezembro era de 54,4 %, tendo o rácio dívida líquida/EBITDA evoluído para 0,9.
Em 31 de Dezembro de 2012, a dívida bruta de longo prazo do grupo situava-se em 473,3 milhões, ascendendo a dívida com prazo de vencimento inferior a um ano a 219,7 milhões de euros, na qual se inclui o empréstimo obrigacionista “Portucel 2005/2013” de 200 milhões, cujo reembolso irá ocorrer em Maio de 2013.
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Apple perde título de cotada mais valiosa do mundo para a Exxon Mobil
Exxon Mobil volta a ser a cotada mais valiosa do mundo, depois das quedas recentes da Apple.
As quedas recentes da Apple reduzem, assim, a capitalização de mercado da tecnológica para 413,7 mil milhões de dólares (310,3 mil milhões de euros) abaixo dos 416,5 mil milhões de dólares da Exxon Mobil.
A troca no “ranking” das maiores cotadas acontece depois da quebra de confiança na Apple por parte dos investidores e do crescimento lento da gigante, que levou as acções à maior descida na sessão de quinta-feira no índice da Standars & Poor’s 500.
Durante a sessão desta sexta-feira a Apple perdeu 2,16% para os 440,75 dólares por título. Ao longo do dia as acções atingiram o mínimo de 24 de Janeiro de 2012 ao tocarem nos 440,36 dólares.
Já a Exxon Mobil segue nos 91,44 dólares. Ao longo da sessão, as acções da petrolífera variaram entre os 91,13 dólares e os 91,80 dólares.
Desde o início do ano as acções da fabricante do iPad e IPhone já caíram 17,2%, já os títulos da petrolífera cresceram 5,65% desde o começo do ano.
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As quedas recentes da Apple reduzem, assim, a capitalização de mercado da tecnológica para 413,7 mil milhões de dólares (310,3 mil milhões de euros) abaixo dos 416,5 mil milhões de dólares da Exxon Mobil.
A troca no “ranking” das maiores cotadas acontece depois da quebra de confiança na Apple por parte dos investidores e do crescimento lento da gigante, que levou as acções à maior descida na sessão de quinta-feira no índice da Standars & Poor’s 500.
Durante a sessão desta sexta-feira a Apple perdeu 2,16% para os 440,75 dólares por título. Ao longo do dia as acções atingiram o mínimo de 24 de Janeiro de 2012 ao tocarem nos 440,36 dólares.
Já a Exxon Mobil segue nos 91,44 dólares. Ao longo da sessão, as acções da petrolífera variaram entre os 91,13 dólares e os 91,80 dólares.
Desde o início do ano as acções da fabricante do iPad e IPhone já caíram 17,2%, já os títulos da petrolífera cresceram 5,65% desde o começo do ano.
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