Veja o Sporting vs Benfica online a contar para a 11ª jornada da Liga Sagres, marcado para este sábado, dia 28, a partir das 21h15.
Link: Sporting vs Benfica Online
sábado, 28 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Bolsas europeias sobem mais de 1% indiferentes à situação no Dubai
A situação no Dubai acabou por não afectar o desempenho dos mercados europeus. Apesar de terem iniciado a sessão com fortes quedas, as praças do Velho Continente fecharam a subir mais de 1%, com todos os sectores em alta.
O índice Stoxx 50 subiu 1,03% para os 2.465,28 pontos, com 44 dos 50 títulos em alta. A maioria dos mercados, à excepção do PSI-20, do FTSE e do AEX, avançaram mais de 1%.
Os mercados abriram a sessão em forte queda, após terem atingido o nível mais baixo dos últimos sete meses na sessão, devido aos receios provocados pela situação no Dubai.
Deste emirado surgiram ontem sinais de alarme depois da Dubai World ter solicitado a recalendarização do pagamento da dívida.
No entanto, a partir do meio da manhã os mercados começaram a aliviar das quedas tendo encerrado a subir mais de 1%. Esta tendência não está, no entanto, a ser acompanhada do outro lado do Atlântico. Os mercados norte-americanos continuam a perder mais de 1%.
Um dos sectores mais penalizados no início da sessão foi o bancário, em especial o britânico devido à sua exposição ao Dubai. Os títulos do Royal Bank of Scotland, um dos bancos que mais empréstimos subscreveu à Dubai World, segundo dados do JP Morgan, chegou a cair mais de 10%. No entanto, acabou por encerrar a sessão a subir 5,24% para os 34,725 pences.
O HSBC, um dos mais expostos aos Emirados Árabes Unidos, caiu 4,24% no início da sessão mas fechou com um ganho ligeiro de 0,10%. O Lloyds, que caiu mais de 7%, fechou o dia com uma queda ligeira de 0,93%.
Para um analista contactado pela Bloomberg, o caso do Dubai, analisado individualmente, "não representa um risco sistémico". "No entanto, do ponto de vista do sentimento dos investidores, isto pode renovar os receios de um incumprimento do pagamento da dívida" por parte do governo do Dubai, à semelhança do que aconteceu com a Argentina em 2001.
Gordon Brown também comentou a situação no Dubai, tendo garantido que o presidente do Conselho de Estabilidade Financeira está confiante que a situação está "controlada".
"Duvidamos que a situação do Dubai se espalhe. Há fortes indícios que Abu Dhabi vai intervir nesta situação”, comentou um analista do Credit Suisse, citado pela Bloomberg.
Visite aqui a fonte da informação
O índice Stoxx 50 subiu 1,03% para os 2.465,28 pontos, com 44 dos 50 títulos em alta. A maioria dos mercados, à excepção do PSI-20, do FTSE e do AEX, avançaram mais de 1%.
Os mercados abriram a sessão em forte queda, após terem atingido o nível mais baixo dos últimos sete meses na sessão, devido aos receios provocados pela situação no Dubai.
Deste emirado surgiram ontem sinais de alarme depois da Dubai World ter solicitado a recalendarização do pagamento da dívida.
No entanto, a partir do meio da manhã os mercados começaram a aliviar das quedas tendo encerrado a subir mais de 1%. Esta tendência não está, no entanto, a ser acompanhada do outro lado do Atlântico. Os mercados norte-americanos continuam a perder mais de 1%.
Um dos sectores mais penalizados no início da sessão foi o bancário, em especial o britânico devido à sua exposição ao Dubai. Os títulos do Royal Bank of Scotland, um dos bancos que mais empréstimos subscreveu à Dubai World, segundo dados do JP Morgan, chegou a cair mais de 10%. No entanto, acabou por encerrar a sessão a subir 5,24% para os 34,725 pences.
O HSBC, um dos mais expostos aos Emirados Árabes Unidos, caiu 4,24% no início da sessão mas fechou com um ganho ligeiro de 0,10%. O Lloyds, que caiu mais de 7%, fechou o dia com uma queda ligeira de 0,93%.
Para um analista contactado pela Bloomberg, o caso do Dubai, analisado individualmente, "não representa um risco sistémico". "No entanto, do ponto de vista do sentimento dos investidores, isto pode renovar os receios de um incumprimento do pagamento da dívida" por parte do governo do Dubai, à semelhança do que aconteceu com a Argentina em 2001.
Gordon Brown também comentou a situação no Dubai, tendo garantido que o presidente do Conselho de Estabilidade Financeira está confiante que a situação está "controlada".
"Duvidamos que a situação do Dubai se espalhe. Há fortes indícios que Abu Dhabi vai intervir nesta situação”, comentou um analista do Credit Suisse, citado pela Bloomberg.
Visite aqui a fonte da informação
Queda contida em Wall Street apesar de situação do Dubai
Os mercados norte-americanos reflectiram hoje a situação do Dubai, já que ontem estiveram fechados devido ao feriado de Acção de Graças. Apesar de se esperar uma forte queda, Wall Street acabou por encerrar com quedas inferiores a 2%. Os analistas acreditam mesmo que o sector bancário do país pode beneficiar com a crise no Dubai.
O Dow Jones perdeu 1,48% para os 10.309,85 pontos, o Nasdaq recuou 1,73% para os 2.138,44 pontos e o S&P 500 desvalorizou 1,72% para os 1.091,50 pontos. Os futuros norte-americanos apontavam para uma queda mais acentuada dos mercados mas esta acabou por ser contida, tendo em conta que Wall Street esteve fechado na sessão de ontem.
Foi precisamente no dia de ontem que soaram os primeiros sinais de alarme do Dubai. Isto depois da Dubai World ter solicitado a recalendarização do pagamento da dívida. Na sessão de ontem, os mercados europeus atingiram os nível mais baixo dos últimos sete meses mas hoje fecharam a ganhar mais de 1% indiferentes à situação no Dubai.
Segundo os dados conhecidos, os bancos norte-americanos não estão muito expostos à Dubai World. Ao contrário do que acontece com instituições britânicas como o HSBC, o Barclays, o Royal Bank of Scotland e o Lloyds.
Richard Bove, analista da Rochdale Securities, afirmou que os bancos têm uma exposição “mínima” ao Dubai. Bove acredita que o dólar e as acções do sector bancário podem vir a beneficiar com a situação que se vive neste emirado.
“O dólar beneficia porque continua a ser um refúgio. O sistema bancário também pode beneficiar já que o dinheiro procura refúgio em instituições altamente reguladas”, afirmou Bove.
A sessão de hoje foi mais curta, com a negociação a terminar às 18h00 de Lisboa.
Fonte: Jornal de Negócios
O Dow Jones perdeu 1,48% para os 10.309,85 pontos, o Nasdaq recuou 1,73% para os 2.138,44 pontos e o S&P 500 desvalorizou 1,72% para os 1.091,50 pontos. Os futuros norte-americanos apontavam para uma queda mais acentuada dos mercados mas esta acabou por ser contida, tendo em conta que Wall Street esteve fechado na sessão de ontem.
Foi precisamente no dia de ontem que soaram os primeiros sinais de alarme do Dubai. Isto depois da Dubai World ter solicitado a recalendarização do pagamento da dívida. Na sessão de ontem, os mercados europeus atingiram os nível mais baixo dos últimos sete meses mas hoje fecharam a ganhar mais de 1% indiferentes à situação no Dubai.
Segundo os dados conhecidos, os bancos norte-americanos não estão muito expostos à Dubai World. Ao contrário do que acontece com instituições britânicas como o HSBC, o Barclays, o Royal Bank of Scotland e o Lloyds.
Richard Bove, analista da Rochdale Securities, afirmou que os bancos têm uma exposição “mínima” ao Dubai. Bove acredita que o dólar e as acções do sector bancário podem vir a beneficiar com a situação que se vive neste emirado.
“O dólar beneficia porque continua a ser um refúgio. O sistema bancário também pode beneficiar já que o dinheiro procura refúgio em instituições altamente reguladas”, afirmou Bove.
A sessão de hoje foi mais curta, com a negociação a terminar às 18h00 de Lisboa.
Fonte: Jornal de Negócios
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Oi vai oferecer iPhones desbloqueados no Brasil
A operadora Oi informou que fechou acordo para oferecer o iPhone, smartphone da Apple, no Brasil, a partir dos próximos meses.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (26), a Oi informa que a venda de aparelhos desbloqueados engloba tanto o modelo iPhone 3G quanto o iPhone 3GS, a última geração do smartphone.
De acordo com a empresa, o cadastro para informações acerca dos iPhones desbloqueados começam no dia 28 de novembro por intermédio do site da empresa, cujo endereço é www.oi.com.br.
Não há, contudo, uma data definida para que o aparelho esteja nas gôndolas das lojas.
A assessoria de imprensa da Oi disse à Folha Online que ainda não há preços definidos para os modelos iPhones desbloqueados.
O iPhone 3G e o iPhone 3GS já são distribuídos no Brasil pelas operadoras Claro, TIM e Vivo.
Viste a fonte da informação aqui
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (26), a Oi informa que a venda de aparelhos desbloqueados engloba tanto o modelo iPhone 3G quanto o iPhone 3GS, a última geração do smartphone.
De acordo com a empresa, o cadastro para informações acerca dos iPhones desbloqueados começam no dia 28 de novembro por intermédio do site da empresa, cujo endereço é www.oi.com.br.
Não há, contudo, uma data definida para que o aparelho esteja nas gôndolas das lojas.
A assessoria de imprensa da Oi disse à Folha Online que ainda não há preços definidos para os modelos iPhones desbloqueados.
O iPhone 3G e o iPhone 3GS já são distribuídos no Brasil pelas operadoras Claro, TIM e Vivo.
Viste a fonte da informação aqui
Comer menos carne ajuda o planeta e o coração, afirma estudo
Passar por cima da terceira porção de carne assada, salvar o planeta e fazer um favor ao seu coração, simultaneamente.
Esse é o conselho de Alan Dangour, da London School of Hygiene and Tropical Medicine e colegas que, juntos, exploraram o potencial da indústria do gado no Reino Unido, a fim de ajudar a reduzir as emissões de carbono pela metade até 2030, em relação aos níveis de 1990, além de fazer uma avaliação sobre os efeitos na saúde da nação.
Eles descobriram que a indústria poderia reduzir as suas emissões, mas apenas se o gado consumido e produzido no Reino Unido fosse reduzido em 30%. Fazendas também poderiam otimizar a eficiência energética, por exemplo, capturando carbono em adubos.
Os cortes nos gastos de saúde seriam consideráveis: 18 mil pessoas deixariam de morrer prematuramente em decorrência de ataques cardíacos --uma redução de 17%--, assim como haveria menos ingestão de gorduras saturadas, tipicamente encontradas nas gorduras da carne.
Os efeitos não se limitariam apenas às nações ricas. A equipe descobriu que o Brasil poderia alcançar os mesmos benefícios de saúde. "Nós não estamos dizendo para que sejam vegetarianos, estamos falando em reduzir a quantidade de produção e de consumo", diz Dangour. A poupança poderia ser ainda maior, se as taxas de morte por câncer colorretal e obesidade forem incluídas, diz ele.
O agrônomo Kenneth Cassman, da Universidade de Nebraska, alerta que o corte na produção em uma região pode impulsioná-la em outro lugar, causando o efeito reverso: um aumento nas emissões globais.
"Reduzir a produção de produtos de origem animal em um país desenvolvido como o Reino Unido faz pouco para influenciar as tendências mundiais na produção e consumo, onde a maior parte do aumento na demanda, daqui e até 2050, virá de países em desenvolvimento", diz ele.
Fonte: Folha Online
Esse é o conselho de Alan Dangour, da London School of Hygiene and Tropical Medicine e colegas que, juntos, exploraram o potencial da indústria do gado no Reino Unido, a fim de ajudar a reduzir as emissões de carbono pela metade até 2030, em relação aos níveis de 1990, além de fazer uma avaliação sobre os efeitos na saúde da nação.
Eles descobriram que a indústria poderia reduzir as suas emissões, mas apenas se o gado consumido e produzido no Reino Unido fosse reduzido em 30%. Fazendas também poderiam otimizar a eficiência energética, por exemplo, capturando carbono em adubos.
Os cortes nos gastos de saúde seriam consideráveis: 18 mil pessoas deixariam de morrer prematuramente em decorrência de ataques cardíacos --uma redução de 17%--, assim como haveria menos ingestão de gorduras saturadas, tipicamente encontradas nas gorduras da carne.
Os efeitos não se limitariam apenas às nações ricas. A equipe descobriu que o Brasil poderia alcançar os mesmos benefícios de saúde. "Nós não estamos dizendo para que sejam vegetarianos, estamos falando em reduzir a quantidade de produção e de consumo", diz Dangour. A poupança poderia ser ainda maior, se as taxas de morte por câncer colorretal e obesidade forem incluídas, diz ele.
O agrônomo Kenneth Cassman, da Universidade de Nebraska, alerta que o corte na produção em uma região pode impulsioná-la em outro lugar, causando o efeito reverso: um aumento nas emissões globais.
"Reduzir a produção de produtos de origem animal em um país desenvolvido como o Reino Unido faz pouco para influenciar as tendências mundiais na produção e consumo, onde a maior parte do aumento na demanda, daqui e até 2050, virá de países em desenvolvimento", diz ele.
Fonte: Folha Online
Galãs poderão virar costureiros
A Globo já escolheu a novela das sete que substituirá "Tempos Modernos".Será uma adaptação que está sendo feita por Maria Adelaide Amaral de duas histórias de Cassiano Gabus Mendes: "Plumas e Paetês" e "Ti Ti Ti".Para interpretar os dois costureiros Vitor Valentim e Jaques Leclair, que são rivais, os nomes mais cotados são Murilo Benício e Fabio Assunção.Na história original, esses papéis foram, respectivamente de Luis Gustavo e Reginaldo Farias.
Fonte: Portal do Leão Lobo
Fonte: Portal do Leão Lobo
Britney Spears terá sido molestada pelo pai

A sempre controversa cantora e actriz americana Courtney Love, de 45 anos, saiu a público para sugerir que o pai de Britney Spears terá molestado sexualmente a filha. A polémica foi lançada pela viúva do músico Kurt Cobain, dos Nirvana (que se suicidou em Abril de 1994), na sua página no Facebook.
Num 'post' um tanto ao quanto confuso, Courtney escreveu taxativamente que Jamie Parnell Spears abusou da 'princesa do pop', hoje com 27 anos.
'Imaginem o que será um pai a escravizar uma filha enquanto a molesta, a forçá-la todas as noites a cantar temas escolhidos pelo seu conteúdo sexual? É de loucos, não é? Britney ainda não usou essa 'arma' e isso é para mim algo de que ela se deve orgulhar e com o qual eu posso identificar-me', afirma Love, acrescentando que não tem medo de processos nem de ninguém. 'Mas eles estão a jogar de uma forma muito suja', remata.
Courtney Love é conhecida pelos seus problemas relacionados com o uso de drogas e um comportamento tempestuoso, que já a levou a destruir vários quartos de hotel. De resto, a cantora deve responder em breve mais uma vez em tribunal devido a uma acção judicial interposta por uma entidade bancária por dívidas com cartões de crédito.
Viste a fonte da informação aqui
Rodrigo Costa diz que Panda Biggs não é resposta a SIC K
A Zon anunciou hoje o lançamento do Panda Biggs, cujas emissões começam a partir de 1 de Dezembro na posição 43 do operador por cabo. À margem da conferência de imprensa, Rodrigo Costa garantiu que este lançamento não é uma resposta à entrada no mercado do SIC K, que é dirigido ao mesmo público.
A directora do projecto, Isabel Mimoso, referiu que o novo canal é sobretudo dirigido a um “target” masculino que vai dos 8 aos 14 anos, para o qual a oferta está “bastante dividida”.
Nesse sentido, o canal vai apostar em programas musicais, em magazines nacionais sobre novas tendências e em séries, como as Tartarugas Ninja, Blue Dragon ou 4 Kids. Em Live Action, uma das propostas é o Mundo de Patty. A responsável faz ainda um balanço “bastante positivo” da presença do canal Panda no cabo, onde ocupa a terceira posição dos mais vistos.
Rodrigo Costa, presidente executivo da Zon, escusou-se a revelar os valores dos custos de grelha, assim como as expectativas de audiências para o canal. À margem da conferência de imprensa, o responsável garantiu que este lançamento não é uma resposta à entrada no mercado do SIC K, que é dirigido ao mesmo público.
“Estamos a trabalhar no canal há 18 meses. O mercado é muito dinâmico e é positivo que existam empresas a investir nele”, referiu. Quanto às negociações com o canal Benfica anunciadas pelo clube encarnado, Rodrigo Costa não quis tecer qualquer comentário.
O projecto do novo canal surge no âmbito de criação de joint venture entre a Zon e a Chello Multicanal. As duas empresas têm uma participação de 50% no capital da Dreamia, que vai produzir e distribuir canais infantis, de séries e de filmes.
A esta empresa, que será presidida por João Antunes, ficam agregados os canais o Panda Biggs, o MOV, o Panda e o Hollywood. Estes dois últimos passam a ficar sedeados em Portugal, o que “permite uma maior proximidade com as necessidades do público local”, referiu Eduardo Zuleta, CEO da Chello.
Este projecto é dirigido ainda aos mercados lusófonos, sobretudo o angolano, onde a ZON já distribui conteúdos. Rodrigo Costa afirmou ainda que a Dreamia é uma oportunidade para acrescentar valor ao mercado nacional.
Se assim o desejar, consulte a fonte da informação aqui
A directora do projecto, Isabel Mimoso, referiu que o novo canal é sobretudo dirigido a um “target” masculino que vai dos 8 aos 14 anos, para o qual a oferta está “bastante dividida”.
Nesse sentido, o canal vai apostar em programas musicais, em magazines nacionais sobre novas tendências e em séries, como as Tartarugas Ninja, Blue Dragon ou 4 Kids. Em Live Action, uma das propostas é o Mundo de Patty. A responsável faz ainda um balanço “bastante positivo” da presença do canal Panda no cabo, onde ocupa a terceira posição dos mais vistos.
Rodrigo Costa, presidente executivo da Zon, escusou-se a revelar os valores dos custos de grelha, assim como as expectativas de audiências para o canal. À margem da conferência de imprensa, o responsável garantiu que este lançamento não é uma resposta à entrada no mercado do SIC K, que é dirigido ao mesmo público.
“Estamos a trabalhar no canal há 18 meses. O mercado é muito dinâmico e é positivo que existam empresas a investir nele”, referiu. Quanto às negociações com o canal Benfica anunciadas pelo clube encarnado, Rodrigo Costa não quis tecer qualquer comentário.
O projecto do novo canal surge no âmbito de criação de joint venture entre a Zon e a Chello Multicanal. As duas empresas têm uma participação de 50% no capital da Dreamia, que vai produzir e distribuir canais infantis, de séries e de filmes.
A esta empresa, que será presidida por João Antunes, ficam agregados os canais o Panda Biggs, o MOV, o Panda e o Hollywood. Estes dois últimos passam a ficar sedeados em Portugal, o que “permite uma maior proximidade com as necessidades do público local”, referiu Eduardo Zuleta, CEO da Chello.
Este projecto é dirigido ainda aos mercados lusófonos, sobretudo o angolano, onde a ZON já distribui conteúdos. Rodrigo Costa afirmou ainda que a Dreamia é uma oportunidade para acrescentar valor ao mercado nacional.
Se assim o desejar, consulte a fonte da informação aqui
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Teixeira Duarte passa de prejuízos a lucros de 58 milhões
A Teixeira Duarte registou lucros de 58 milhões de euros nos primeiros nove meses, contra prejuízos de 275,2 milhões de euros de igual período do ano anterior, informou a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, o volume de negócios registou uma quebra de 3,6% relativamente ao terceiro trimestre de 2008, atingindo 910,665 milhões de euros.
A variação negativa “deve-se, essencialmente, ao facto da descida verificada em Portugal ter sido superior à expansão conseguida no mercado externo, o qual passou a representar 61,4% do total do Grupo Teixeira Duarte”, explica a empresa.
A mesma fonte sublinha que a carteira de encomendas do Grupo Teixeira Duarte para o sector de construção acima dos 2 mil milhões de euros “sustenta boas perspectivas para actividade”.
O EBITDA subiu 8,8% em relação ao ano passado para 131,9 milhões de euros, influenciado por operações não recorrentes em 23,9 milhões de euros.
Quase todos os mercados da empresa foram penalizados, com excepção do de Angola e Moçambique que cresceram 14,0% e 174,2% respectivamente. A Ucrânia caiu mais de 60%. Paralelamente, os proveitos operacionais consolidados registaram um decréscimo de 2,4% face a 2008, atingindo nos nove primeiros meses de 2009 o montante de 976 milhões de euros, diz a empresa.
A construtora explica ainda que “o total dos proveitos operacionais alcançado no sector dos combustíveis em Portugal diminuiu sobretudo em resultado da estratégia de optimização de resultados em detrimento do volume de negócios”.
O mercado de cimentos e betão também caiu prejudicado pela Ucrânia, tal como a comercialização de viaturas. A Teixeira Duarte adianta ainda que registou “boas prestações” nas concessões e serviços, na hotelaria, no comércio alimentar, na construção e no imobiliário.
69% do endividamento corresponde a participações no BCP e Cimpor
Os resultados financeiros atingiram o valor negativo de 15,7 milhões de euros, com o endividamento líquido do grupo a ser de 1,978 mil milhões de euros, registando um aumento de 126,3 milhões de euros.
A empresa explica que as participações sociais detidas no BCP e Cimpor "valorizadas em 1,15 mil milhões de euros de acordo com as respectivas cotações de mercado a 30 de Setembro de 2009, somadas ao empreendimento de “Lagoas Park”, valorizado em 283,5 milhões de euros, representam 69,2% do valor de endividamento”.
Fonte: Jornal de Negócios
Segundo a mesma fonte, o volume de negócios registou uma quebra de 3,6% relativamente ao terceiro trimestre de 2008, atingindo 910,665 milhões de euros.
A variação negativa “deve-se, essencialmente, ao facto da descida verificada em Portugal ter sido superior à expansão conseguida no mercado externo, o qual passou a representar 61,4% do total do Grupo Teixeira Duarte”, explica a empresa.
A mesma fonte sublinha que a carteira de encomendas do Grupo Teixeira Duarte para o sector de construção acima dos 2 mil milhões de euros “sustenta boas perspectivas para actividade”.
O EBITDA subiu 8,8% em relação ao ano passado para 131,9 milhões de euros, influenciado por operações não recorrentes em 23,9 milhões de euros.
Quase todos os mercados da empresa foram penalizados, com excepção do de Angola e Moçambique que cresceram 14,0% e 174,2% respectivamente. A Ucrânia caiu mais de 60%. Paralelamente, os proveitos operacionais consolidados registaram um decréscimo de 2,4% face a 2008, atingindo nos nove primeiros meses de 2009 o montante de 976 milhões de euros, diz a empresa.
A construtora explica ainda que “o total dos proveitos operacionais alcançado no sector dos combustíveis em Portugal diminuiu sobretudo em resultado da estratégia de optimização de resultados em detrimento do volume de negócios”.
O mercado de cimentos e betão também caiu prejudicado pela Ucrânia, tal como a comercialização de viaturas. A Teixeira Duarte adianta ainda que registou “boas prestações” nas concessões e serviços, na hotelaria, no comércio alimentar, na construção e no imobiliário.
69% do endividamento corresponde a participações no BCP e Cimpor
Os resultados financeiros atingiram o valor negativo de 15,7 milhões de euros, com o endividamento líquido do grupo a ser de 1,978 mil milhões de euros, registando um aumento de 126,3 milhões de euros.
A empresa explica que as participações sociais detidas no BCP e Cimpor "valorizadas em 1,15 mil milhões de euros de acordo com as respectivas cotações de mercado a 30 de Setembro de 2009, somadas ao empreendimento de “Lagoas Park”, valorizado em 283,5 milhões de euros, representam 69,2% do valor de endividamento”.
Fonte: Jornal de Negócios
Brasil vai receber supercomputador doado por escola Suíça
Brasília - O Brasil vai receber em 2010 o supercomputador Blue Gene, com capacidade de efetuar um trilhão de operações por segundo. A máquina, que equivale a alguns milhares de computadores comuns atuando em rede, foi doada pela Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), na Suíça. O supercomputador vai ser instalado no Campus do Cérebro, em Macaíba (RN). O projeto de pesquisa em neurociência é coordenado pela Associação Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (Aasdap) em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Segundo o presidente da Aasdap, o neurocientista Miguel Nicolelis, será o primeiro supercomputador do Hemisfério Sul. A previsão é que ele comece a funcionar em meados de 2010. De acordo com o pesquisador, a máquina poderá ser usada para trabalhos em várias áreas do conhecimento. “São como milhares de computadores operando em rede, mas tudo em uma máquina só. O supercomputador poderá ser usado para análises de mudanças climáticas, modelos biológicos, genômicas, geológicas e de análises cerebrais”, explicou.
Com a formalização da doação, o governo da Suíça e o Ministério da Educação brasileiro estudam a logística para trazer a máquina para o Brasil. O computador de 2 toneladas precisa ser transportado ligado. O MEC vai arcar com os custos de instalação da nova infraestrutura que precisará ser construída em Macaíba para receber a máquina.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, ressaltou que os projetos desenvolvidos pelo Campus do Cérebro têm atraído pesquisadores internacionais para o Brasil. “A previsão de investimento do MEC no Campus do Cérebro, ao longo dos próximos anos, é de R$ 100 milhões”, disse. Cientistas e técnicos brasileiros vão à Suíça para receber treinamento para operar e cuidar da manutenção do supercomputador.
Visite a fonte da informação aqui
Segundo o presidente da Aasdap, o neurocientista Miguel Nicolelis, será o primeiro supercomputador do Hemisfério Sul. A previsão é que ele comece a funcionar em meados de 2010. De acordo com o pesquisador, a máquina poderá ser usada para trabalhos em várias áreas do conhecimento. “São como milhares de computadores operando em rede, mas tudo em uma máquina só. O supercomputador poderá ser usado para análises de mudanças climáticas, modelos biológicos, genômicas, geológicas e de análises cerebrais”, explicou.
Com a formalização da doação, o governo da Suíça e o Ministério da Educação brasileiro estudam a logística para trazer a máquina para o Brasil. O computador de 2 toneladas precisa ser transportado ligado. O MEC vai arcar com os custos de instalação da nova infraestrutura que precisará ser construída em Macaíba para receber a máquina.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, ressaltou que os projetos desenvolvidos pelo Campus do Cérebro têm atraído pesquisadores internacionais para o Brasil. “A previsão de investimento do MEC no Campus do Cérebro, ao longo dos próximos anos, é de R$ 100 milhões”, disse. Cientistas e técnicos brasileiros vão à Suíça para receber treinamento para operar e cuidar da manutenção do supercomputador.
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