Maior companhia aérea britânica adota a Progress Software como parte de seu programa de atualização dos sistemas de controle de passageiros e aeroportos em todo o mundo.
A companhia aérea British Airways (BA) está adotando um conjunto de soluções de negócio da Progress Software, baseadas em tecnologia SOA (Arquitetura Orientada a Serviços), para atualizar a infra-estrutura de suporte a seus programas de viagem e otimizar suas ferramentas de atendimento nos aeroportos.
O projeto irá se estender até 2014 e deverá revolucionar o controle das viagens, através da integração de 600 diferentes sistemas eletrônicos e processos envolvidos nas atividades da BA orientadas para manter seus passageiros no ar.
“Com 300 locações ao redor do globo, além de 25 mil usuários e mais de 250 aplicações chaves, o objetivo da BA é transformar a experiência de viagem para os seus passageiros. A flexibilidade das soluções Progress SOA possibilitará à BA estender os recursos de seu site de e-commerce diretamente para os aeroportos em que opera, levando aos clientes as melhores funcionalidades de auto-serviço e facilidades “plug and play” de interação com nossa companhia” explica Gordon Penfold, CTO da BA.
O resultado, de acordo com o executivo, será ampliar a agilidade e eficiência das operações, ao garantir um processamento mais fácil a menor custo e em menor tempo. “O ambiente dos aeroportos é complexo e os sistemas se caracterizam por serem de missão altamente crítica”, acrescenta. Segundo o executivo, “a migração para este ambiente novo, altamente automatizado, é um grande desafio, mas a arquitetura SOA rapidamente vem se provando a melhor abordagem para se atingir um ambiente de grande agilidade”.
“A nova infraestrutura SOA apresenta um nível de flexibilidade que nos permite buscar a ativação de novos serviços com muito mais rapidez. Ao mesmo tempo, a sincronização em tempo real significa maior qualidade de informações com otimização certa de custos, graças à redução da necessidade de replicação de dados.”
Inicialmente a BA usará o Progress Sonic ESB, associado ao Progress Actional SOA Management e ao Progress® DataXtend Semantic Integrator (SI), que são integrantes do portfolio de aplicações SOA da Progress Software. Rick Reidy, presidente e CEO da Progress Software, afirma que “com a Progress, a BA está conduzindo a infra-estrutura de TI de suas linhas aéreas em direção à máxima performance e facilidade de uso.
Vivemos um momento crítico para esta indústria e os investimentos da BA representam um inegável ganho competitivo, enquanto as demais operadoras partem para uma política de cortes”.
Numa visão mais à frente, uma infraestrutura de TI integrada e mais flexível irá representar para a BA, por exemplo, um aproveitamento ainda melhor das informações do portal “ba.com” que passará a figurar como lugar de clara manifestação dos passageiros.
“As viagens aéreas dependem cada vez mais do uso inteligente da tecnologia, e os usuários da BA serão os primeiros a sentir estes benefícios, afirma Reidy.
Perfil da BA - A BA é a maior companhia aérea internacional do Reino Unido com uma lista de vôos para mais de 300 destinos, nos horários de maior comodidade, e para os mais bem localizados aeroportos.
Perfil da Progress Software Corporation - A Progress Software Corporation (NASDAQ: PRGS) é uma companhia global de software que garante às empresas infra-estruturas com eficiência operacional diante de situações de permanente mudanças e interações com os clientes no instante em que elas ocorrem – o que permite capitalizar novas oportunidades e obter maior eficiência com redução de riscos. A empresa oferece um abrangente portfolio de software de infra-estrutura “best-in-class”, oferecendo visibilidade orientada a eventos e resposta em tempo real, além de integração aberta de acesso e de dados, e funcionalidades de desenvolvimento e construção – com total suporte, seja em premissas locais ou em estruturas SassS/Cloud. A Progress maximiza os benefícios da eficiência operacional ao mesmo tempo em que minimize a complexidade da TI e seus custos de totais propriedade.
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sábado, 5 de dezembro de 2009
Sergipe e Santa Catarina ganham duas novas rádios comunitárias
O Diário Oficial da União desta sexta-feira, (04 de dezembro), traz portarias do Ministério das Comunicações autorizações para duas novas rádios comunitárias. A Associação Comunitária de Radiodifusão Xaxinense, de Xaxim (SC), bem como a Associação de Radiodifusão Comunitária da cidade de Feira Nova (SE) ganharam outorgas, que ainda necessitam passar pelo Congresso Nacional para deliberação final. Atualmente, existem no país 3.864 rádios comunitárias.
Na mesma edição do Diário Oficial da União, o ministério traz portaria que autoriza a transferência de permissão da Rede Meridional de Radiodifusão para a TV Capital a retransmitir sinais de sua programação televisão para a cidade de Sinop (MT). Entre janeiro e novembro, o ministério autorizou 113 retransmissoras de televisão.
O ministério também publica extrato de contrato com a rádio Dourado para dar início às transmissões em FM para a cidade de Formosa do Oeste (PR). O contrato, que é válido por dez anos, entra em vigor com a publicação no Diário Oficial.
Na mesma edição do Diário Oficial da União, o ministério traz portaria que autoriza a transferência de permissão da Rede Meridional de Radiodifusão para a TV Capital a retransmitir sinais de sua programação televisão para a cidade de Sinop (MT). Entre janeiro e novembro, o ministério autorizou 113 retransmissoras de televisão.
O ministério também publica extrato de contrato com a rádio Dourado para dar início às transmissões em FM para a cidade de Formosa do Oeste (PR). O contrato, que é válido por dez anos, entra em vigor com a publicação no Diário Oficial.
Sony firma parceria com Fifa para exibir jogos da Copa em 3D
A Sony e a Fifa anunciaram nesta quinta-feira (3) um acordo para exibir a Copa do Mundo 2010 em imagens 3D. De acordo com anúncio conjunto, a companhia japonesa irá utilizar câmeras profissionais capazes de gravar com a tecnologia em "mais de 25 partidas". A estratégia da empresa visa consolidar o investimento em televisores e aparelhos capazes de reproduzir imagens tridimensionais.
As câmeras irão produzir "cobertura da ação em uma profundidade, vivacidade e empolgação sem precedentes pelo mundo". A Fifa irá utilizar a experiência e estrutura da Sony, que já pretende incorporar o 3D em produtos como as TVs LCD da série Bravia, além de gravadores e tocadores Blu-ray, computadores da linha Vaio e no console PlayStation 3 para conteúdo em filmes e games.
"A transição para o 3D está a caminho e, nós, da Sony, pretendemos ser líderes em todos os aspectos", diz Howard Stringer, presidente da Sony Corporation, em comunicado à imprensa. "Nosso apoio à Copa Mundial da Fifa nos permite entregar nossa tecnologia de ponta em 3D e apresentar produtos com conteúdo deslumbrante para produzir experiência única e totalmente convincente", completa.
"Os telespectadores em 3D pelo mundo vão sentir como se estivessem dentro dos estádios na África do Sul, vendo os jogos em pessoa", empolga-se Stringer. "Isso vai proporcionar ao fã do futebol uma dimensão totalmente nova de visualização e marca o começo de uma nova era na transmissão de esportes", disse Jerome Valcke, secretário geral da Fifa.
Exibições públicas
A nova tecnologia terá ainda amostras de visualizações públicas (chamadas de "International Fifa Fan Fest") durante a Copa em sete países, incluindo o Brasil. As cidades do Rio de Janeiro, Berlim, Londres, Cidade do México, Paris, Roma e Sidney terão televisores em pontos comercias exibindo trailers dos jogos em 3D.
Um filme oficial, produzido pela Fifa e contando toda a história da Copa, será exibido também em 3D nos cinemas e também terá trailers exibidos em lojas que vendem os produtos da Sony. A produção irá ainda ser lançada no formato Blu-ray.
Fonte: eBand
As câmeras irão produzir "cobertura da ação em uma profundidade, vivacidade e empolgação sem precedentes pelo mundo". A Fifa irá utilizar a experiência e estrutura da Sony, que já pretende incorporar o 3D em produtos como as TVs LCD da série Bravia, além de gravadores e tocadores Blu-ray, computadores da linha Vaio e no console PlayStation 3 para conteúdo em filmes e games.
"A transição para o 3D está a caminho e, nós, da Sony, pretendemos ser líderes em todos os aspectos", diz Howard Stringer, presidente da Sony Corporation, em comunicado à imprensa. "Nosso apoio à Copa Mundial da Fifa nos permite entregar nossa tecnologia de ponta em 3D e apresentar produtos com conteúdo deslumbrante para produzir experiência única e totalmente convincente", completa.
"Os telespectadores em 3D pelo mundo vão sentir como se estivessem dentro dos estádios na África do Sul, vendo os jogos em pessoa", empolga-se Stringer. "Isso vai proporcionar ao fã do futebol uma dimensão totalmente nova de visualização e marca o começo de uma nova era na transmissão de esportes", disse Jerome Valcke, secretário geral da Fifa.
Exibições públicas
A nova tecnologia terá ainda amostras de visualizações públicas (chamadas de "International Fifa Fan Fest") durante a Copa em sete países, incluindo o Brasil. As cidades do Rio de Janeiro, Berlim, Londres, Cidade do México, Paris, Roma e Sidney terão televisores em pontos comercias exibindo trailers dos jogos em 3D.
Um filme oficial, produzido pela Fifa e contando toda a história da Copa, será exibido também em 3D nos cinemas e também terá trailers exibidos em lojas que vendem os produtos da Sony. A produção irá ainda ser lançada no formato Blu-ray.
Fonte: eBand
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Mundial2010: Altitude poderá aumentar velocidade da bola
A altitude poderá aumentar em cinco por cento a velocidade da bola no Mundial2010 de futebol da África do Sul, revela um estudo da marca Adidas, hoje revelado pela Associated Press.
De acordo com o estudo, um livre apontado a 20 metros da baliza, num encontro disputado em Joanesburgo, que está a uma altitude de 1753 metros acima da linha do mar, chegará cinco por cento mais rápido à baliza do que no Estádio Moses Mabhida, em Durban, ao nível do mar.
Em termos de velocidade, o livre apontado em Joanesburgo teria uma velocidade de 126 km/h, mais seis do que ao nível do mar.
Contudo, a altitude também traz alguns benefícios para os guarda-redes, uma vez que um alívio de bola poderá percorrer mais três metros.
Os especialistas na marcação de livres também terão algumas dificuldades, uma vez que não poderão colocar tanto efeito na bola, porque o ar oferece menos aderência à bola para mudar o rumo.
Os jogadores das 32 selecções terão igualmente de se adaptar à altitude, embora José Manuel Soares, professor de Fisiologia do Exercício da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, considere que o clima na África do Sul poderá ser mais adverso do que a altitude.
Em declarações à Agência Lusa, José Manuel Soares disse que, "do ponto de vista fisiológico, não há praticamente alterações", lembrando que "muitas vezes não é a altitude, mas as condições atmosféricas naquela zona que podem ter influência".
Para o Mundial2010, a Adidas vai apresentar uma bola com o nome de Jabulani, que significa "celebrar" em Zulu, com onze cores, que representam os "onzes" iniciais das equipas e as 11 comunidades do país organizador.
Visite a fonte da informação aqui
De acordo com o estudo, um livre apontado a 20 metros da baliza, num encontro disputado em Joanesburgo, que está a uma altitude de 1753 metros acima da linha do mar, chegará cinco por cento mais rápido à baliza do que no Estádio Moses Mabhida, em Durban, ao nível do mar.
Em termos de velocidade, o livre apontado em Joanesburgo teria uma velocidade de 126 km/h, mais seis do que ao nível do mar.
Contudo, a altitude também traz alguns benefícios para os guarda-redes, uma vez que um alívio de bola poderá percorrer mais três metros.
Os especialistas na marcação de livres também terão algumas dificuldades, uma vez que não poderão colocar tanto efeito na bola, porque o ar oferece menos aderência à bola para mudar o rumo.
Os jogadores das 32 selecções terão igualmente de se adaptar à altitude, embora José Manuel Soares, professor de Fisiologia do Exercício da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, considere que o clima na África do Sul poderá ser mais adverso do que a altitude.
Em declarações à Agência Lusa, José Manuel Soares disse que, "do ponto de vista fisiológico, não há praticamente alterações", lembrando que "muitas vezes não é a altitude, mas as condições atmosféricas naquela zona que podem ter influência".
Para o Mundial2010, a Adidas vai apresentar uma bola com o nome de Jabulani, que significa "celebrar" em Zulu, com onze cores, que representam os "onzes" iniciais das equipas e as 11 comunidades do país organizador.
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Sousa Tavares confirma troca TVI pela SIC
"Estive 9 anos na TVI, é natural que me apeteça fazer outra coisa", diz o jornalista
Miguel Sousa Tavares vai deixar a estação da Media Capital, onde era comentador do Jornal Nacional há nove anos e regressar à SIC, estação de onde saiu em 1999. "Estou na TVI há nove anos, é natural que me apeteça fazer outra coisa", disse ao DN.
O jornalista vai conduzir um programa de informação no canal de Pinto Balsemão.
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Acções contra alterações climáticas podem estimular economia
As acções contra as alterações climáticas podem estimular a economia global, segundo o Fundo Monetário Internacional(FMI), que adverte, contudo, que aumentos «agressivos» de custos de produção podem pôr em perigo a retoma económica.
Apesar da urgência no combate às alterações climáticas, «o ambiente actual de debilidade económica é sem dúvida um argumento a favor de uma conjugação mais alargada e de um aumento menos agressivo dos custos das emissões» de carbono, afirmou hoje Benjamin Jones, economista do FMI, em conferência telefónica com a imprensa.
Um custo demasiado alto das licenças, que serão negociadas em mercados de direitos de emissões, pode provocar «pressões indesejáveis sobre os custos de produção e sobre os rendimentos das famílias e portanto reduzir as perspectivas de retoma».
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Apesar da urgência no combate às alterações climáticas, «o ambiente actual de debilidade económica é sem dúvida um argumento a favor de uma conjugação mais alargada e de um aumento menos agressivo dos custos das emissões» de carbono, afirmou hoje Benjamin Jones, economista do FMI, em conferência telefónica com a imprensa.
Um custo demasiado alto das licenças, que serão negociadas em mercados de direitos de emissões, pode provocar «pressões indesejáveis sobre os custos de produção e sobre os rendimentos das famílias e portanto reduzir as perspectivas de retoma».
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ANMP quer que Espanha cumpra limites nos caudais dos rios
O dirigente da Associação Municipal de Municípios responsável pelo sector da água, Fernando Campos, defendeu hoje uma posição mais firme de Portugal junto do Governo espanhol para que sejam cumpridos os limites dos caudais dos rios internacionais.
«Soubemos há poucos dias que o caudal mínimo que Espanha se obriga a deixar passar nos caudais espanhóis não foi atingido e isso causa obviamente um problema a um país como Portugal, que está a jusante» dos grandes cursos de água da Península, afirmou à Lusa Fernando Campos, que é também presidente da Câmara de Boticas.
Segundo o autarca, o acordo celebrado com Espanha quanto ao regime de caudais foi o «possível» mas é necessário «reequacionar toda a situação».
Fonte: Diário Digital
«Soubemos há poucos dias que o caudal mínimo que Espanha se obriga a deixar passar nos caudais espanhóis não foi atingido e isso causa obviamente um problema a um país como Portugal, que está a jusante» dos grandes cursos de água da Península, afirmou à Lusa Fernando Campos, que é também presidente da Câmara de Boticas.
Segundo o autarca, o acordo celebrado com Espanha quanto ao regime de caudais foi o «possível» mas é necessário «reequacionar toda a situação».
Fonte: Diário Digital
Portugal no grupo do Brasil para o Mundial 2010
O sorteio ditou que Portugal irá jogar com o Brasil, Costa do Marfim e Coreia do Norte na fase de grupos do Mundial 2010.
O primeiro jogo da selecção Nacional Portuguesa é com a Costa do Marfim com estreia marcada para o dia 15 de Junho, enquanto o primeiro jogo do Mundial 2010, no dia 11 de Junho, será entre África do Sul e México, em Joanesburgo.
O sorteio ditou o seguinte resultado:
Grupo A: África do Sul, México, Uruguai e França
Grupo B: Argentina, Nigéria, Coreia do Sul e Grécia
Grupo C: Inglaterra, Estados Unidos, Argélia e Eslovénia
Grupo D: Alemanha, Austrália, Sérvia e Gana
Grupo E: Holanda, Dinamarca, Japão e Camarões
Grupo F: Itália, Paraguai, Nova Zelândia e Eslováquia
Grupo G: Brasil, Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal
Grupo H: Espanha, Suíça, Honduras e Chile
O primeiro jogo da selecção Nacional Portuguesa é com a Costa do Marfim com estreia marcada para o dia 15 de Junho, enquanto o primeiro jogo do Mundial 2010, no dia 11 de Junho, será entre África do Sul e México, em Joanesburgo.
O sorteio ditou o seguinte resultado:
Grupo A: África do Sul, México, Uruguai e França
Grupo B: Argentina, Nigéria, Coreia do Sul e Grécia
Grupo C: Inglaterra, Estados Unidos, Argélia e Eslovénia
Grupo D: Alemanha, Austrália, Sérvia e Gana
Grupo E: Holanda, Dinamarca, Japão e Camarões
Grupo F: Itália, Paraguai, Nova Zelândia e Eslováquia
Grupo G: Brasil, Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal
Grupo H: Espanha, Suíça, Honduras e Chile
Lima de Carvalho diz que dinheiro da UNI serviu para financiar campanha do PSD
Lima de Carvalho, arguido no caso da Universidade Independente (UNI), revelou hoje em tribunal que o dinheiro da UNI serviu para financiar uma campanha política do PSD, a eleição de um bastonário dos advogados e pagar viagens de deputados.
Amadeu Lima de Carvalho, accionista maioritário da SIDES (empresa detentora da extinta UNI), falava no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), na instrução do caso UNI, em que é acusado de 46 crimes, incluindo branqueamento de capitais, burla qualificada, corrupção e fraude fiscal.
Questionado sobre o alegado desvio de dinheiro da SIDES, Lima de Carvalho denunciou que 90 mil euros serviram para financiar a campanha do ex-bastonário da Ordem dos Advogados Rogério Alves, uma campanha da Associação Sindical dos Juízes através da então mulher do também arguido Rui Verde e para pagar viagens a deputados da Assembleia da República a Inglaterra para aprenderem inglês.
Das verbas supostamente desviadas da UNI, o arguido revelou também que 150 mil euros serviram para financiar uma campanha eleitoral do PSD em Santarém, por intermédio do então vice-reitor Rui Verde, sem adiantar mais pormenores.
Lima de Carvalho acusou ainda vários funcionários do BCP de terem falsificado uma garantia bancária de um milhão de euros para beneficiar Rui Verde, de forma a que este lhe pagasse dívidas pessoais e da então mulher (a juíza Isabel Magalhães).
Este assunto, garantiu, está a ser objecto de uma acção executiva (cobrança de dívidas).
O arguido afirmou ainda que os empréstimos feitos em nome da SIDES no BES e na Caixa de Crédito Agrícola de Sintra, no valor de vários milhões de euros, "não foram para benefício daquela sociedade", detentora da UNI.
Garantindo não ter dívidas à banca enquanto accionista da SIDES, Amadeu Lima de Carvalho revelou que, a título pessoal e já após a sua detenção em Março de 2007, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) lhe emprestou um milhão de euros, mediante hipoteca da sua casa, tendo admitido em tribunal que há cinco anos que não declara rendimentos, nem paga IRS.
Quanto ao encerramento compulsivo da UNI, Lima de Carvalho garantiu que a instituição foi encerrada por ordem do primeiro-ministro, José Sócrates, entendendo que este antigo aluno da UNI "foi enganado".
Quanto à polémica sobre a credibilidade das licenciaturas na extinta UNI, o arguido chamou "ingrato" a Armando Vara, alegadamente por este ter dito publicamente que estava arrependido de se ter licenciado na UNI, e lembrou que o ex-ministro socialista "dois dias depois de ter terminado a licenciatura era administrador da CGD".
A audição de Lima de Carvalho prossegue no dia 15, sendo sua intenção pedir a nulidade do processo, alegando que "corrupção, branqueamento e fraude fiscal não são crimes da competência do Tribunal de Instrução Criminal, que ordenou a sua prisão preventiva durante noves meses, mas sim do TCIC".
Em Fevereiro último, após uma investigação iniciada em 2006, o Ministério Público deduziu acusação contra 26 arguidos (pessoas singulares e colectivas) por crimes de associação criminosa, fraude fiscal qualificada, abuso de confiança qualificada, falsificação de documento, burla qualificada, corrupção activa/passiva e branqueamento de capitais, entre outros ilícitos.
Na sequência do caso, a UNI foi encerrada compulsivamente a 02 de Agosto de 2007 pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago.
Fonte: Jornal de Negócios
Amadeu Lima de Carvalho, accionista maioritário da SIDES (empresa detentora da extinta UNI), falava no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), na instrução do caso UNI, em que é acusado de 46 crimes, incluindo branqueamento de capitais, burla qualificada, corrupção e fraude fiscal.
Questionado sobre o alegado desvio de dinheiro da SIDES, Lima de Carvalho denunciou que 90 mil euros serviram para financiar a campanha do ex-bastonário da Ordem dos Advogados Rogério Alves, uma campanha da Associação Sindical dos Juízes através da então mulher do também arguido Rui Verde e para pagar viagens a deputados da Assembleia da República a Inglaterra para aprenderem inglês.
Das verbas supostamente desviadas da UNI, o arguido revelou também que 150 mil euros serviram para financiar uma campanha eleitoral do PSD em Santarém, por intermédio do então vice-reitor Rui Verde, sem adiantar mais pormenores.
Lima de Carvalho acusou ainda vários funcionários do BCP de terem falsificado uma garantia bancária de um milhão de euros para beneficiar Rui Verde, de forma a que este lhe pagasse dívidas pessoais e da então mulher (a juíza Isabel Magalhães).
Este assunto, garantiu, está a ser objecto de uma acção executiva (cobrança de dívidas).
O arguido afirmou ainda que os empréstimos feitos em nome da SIDES no BES e na Caixa de Crédito Agrícola de Sintra, no valor de vários milhões de euros, "não foram para benefício daquela sociedade", detentora da UNI.
Garantindo não ter dívidas à banca enquanto accionista da SIDES, Amadeu Lima de Carvalho revelou que, a título pessoal e já após a sua detenção em Março de 2007, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) lhe emprestou um milhão de euros, mediante hipoteca da sua casa, tendo admitido em tribunal que há cinco anos que não declara rendimentos, nem paga IRS.
Quanto ao encerramento compulsivo da UNI, Lima de Carvalho garantiu que a instituição foi encerrada por ordem do primeiro-ministro, José Sócrates, entendendo que este antigo aluno da UNI "foi enganado".
Quanto à polémica sobre a credibilidade das licenciaturas na extinta UNI, o arguido chamou "ingrato" a Armando Vara, alegadamente por este ter dito publicamente que estava arrependido de se ter licenciado na UNI, e lembrou que o ex-ministro socialista "dois dias depois de ter terminado a licenciatura era administrador da CGD".
A audição de Lima de Carvalho prossegue no dia 15, sendo sua intenção pedir a nulidade do processo, alegando que "corrupção, branqueamento e fraude fiscal não são crimes da competência do Tribunal de Instrução Criminal, que ordenou a sua prisão preventiva durante noves meses, mas sim do TCIC".
Em Fevereiro último, após uma investigação iniciada em 2006, o Ministério Público deduziu acusação contra 26 arguidos (pessoas singulares e colectivas) por crimes de associação criminosa, fraude fiscal qualificada, abuso de confiança qualificada, falsificação de documento, burla qualificada, corrupção activa/passiva e branqueamento de capitais, entre outros ilícitos.
Na sequência do caso, a UNI foi encerrada compulsivamente a 02 de Agosto de 2007 pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago.
Fonte: Jornal de Negócios
Banco de Portugal suspende averiguações a Armando Vara
O Banco de Portugal suspendeu as averiguações a Armando Vara no âmbito do envolvimento do administrador com funções suspensas no BCP no processo Face Oculta, informou a instituição em comunicado.
Segundo a mesma fonte, na sequência das averiguações preliminares que o BdP abriu relativamente à situação de Armando Vara, o “solicitou informações ao Ministério Público que pudessem ser relevantes para a apreciação do caso”.
No entanto, o Banco foi informado que uma vez que o processo se encontra em segredo de justiça, “não era possível o envio de quaisquer informações. O conhecimento disponível da situação confirma que os factos alegadamente atribuídos ao Armando Vara não se referem à sua actividade bancária, pelo que o Banco de Portugal se viu forçado a suspender as averiguações, dada a ausência de competência legal para o fazer”.
O Banco de Portugal estava a investigar os contornos da situação que envolviam o anterior vice-presidente do Millennium BCP Armando Vara no processo “Face Oculta”. A iniciativa tinha como objectivo avaliar se existia matéria para abrir um processo. No entanto, as características do caso limitam a actuação do supervisor, o que não acontece com o próprio banco e com os seus accionistas.
Em causa poderia estar o não cumprimento de critérios de idoneidade, exigidos pela lei , designadamente no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF), para exercer funções de administração numa instituição de crédito.
O supervisor não tem poderes para suspender administradores dos bancos num quadro como este, mas esse poder pode ser exercido pela administração e accionistas.
Pouco tempo depois de ser sabido que o BdP estava a investigar o caso, Armando Vara pediu a suspensão de funções, aceite pela administração do BCP.
Entretanto, o Banco de Portugal “continua em estreito contacto com os órgãos de gestão do Millenium BCP sobre o assunto”, conclui o comunicado.
Recorde-se que esta decisão do Banco de Portugal acontece poucos dias depois de Armando Vara ter conhecido as medidas de coacção como arguido neste processo, indiciado de um crime de tráfico de influências.
Ao contrário de outros arguidos, Armando Vara não foi suspenso de funções pelo juíz, dado que os casos que é acusado não dizem respeito à actividade de vara no banco.
Fonte: Jornal de Negócios
Segundo a mesma fonte, na sequência das averiguações preliminares que o BdP abriu relativamente à situação de Armando Vara, o “solicitou informações ao Ministério Público que pudessem ser relevantes para a apreciação do caso”.
No entanto, o Banco foi informado que uma vez que o processo se encontra em segredo de justiça, “não era possível o envio de quaisquer informações. O conhecimento disponível da situação confirma que os factos alegadamente atribuídos ao Armando Vara não se referem à sua actividade bancária, pelo que o Banco de Portugal se viu forçado a suspender as averiguações, dada a ausência de competência legal para o fazer”.
O Banco de Portugal estava a investigar os contornos da situação que envolviam o anterior vice-presidente do Millennium BCP Armando Vara no processo “Face Oculta”. A iniciativa tinha como objectivo avaliar se existia matéria para abrir um processo. No entanto, as características do caso limitam a actuação do supervisor, o que não acontece com o próprio banco e com os seus accionistas.
Em causa poderia estar o não cumprimento de critérios de idoneidade, exigidos pela lei , designadamente no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF), para exercer funções de administração numa instituição de crédito.
O supervisor não tem poderes para suspender administradores dos bancos num quadro como este, mas esse poder pode ser exercido pela administração e accionistas.
Pouco tempo depois de ser sabido que o BdP estava a investigar o caso, Armando Vara pediu a suspensão de funções, aceite pela administração do BCP.
Entretanto, o Banco de Portugal “continua em estreito contacto com os órgãos de gestão do Millenium BCP sobre o assunto”, conclui o comunicado.
Recorde-se que esta decisão do Banco de Portugal acontece poucos dias depois de Armando Vara ter conhecido as medidas de coacção como arguido neste processo, indiciado de um crime de tráfico de influências.
Ao contrário de outros arguidos, Armando Vara não foi suspenso de funções pelo juíz, dado que os casos que é acusado não dizem respeito à actividade de vara no banco.
Fonte: Jornal de Negócios
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