quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Vodafone Casa TV na Xbox 360

A Vodafone Portugal disponibiliza, a partir desta quinta-feira dia 17, em parceria com a Microsoft, o serviço de televisão digital Vodafone Casa TV integrado na consola de jogos Xbox 360. Este serviço inclui as funcionalidades do serviço Vodafone Casa TV e da Xbox 360, entre as quais a ligação à comunidade Xbox Live, permitindo dessa forma ver televisão e estar ligado ao mesmo tempo com os amigos para fazer chat de voz ou de texto, ou aceder às principais redes sociais (Facebook, Twitter, MSN). Esta integração (sem qualquer custo adicional ao serviço Vodafone Casa TV) permite, por exemplo, que o cliente acompanhe um jogo de futebol na televisão e celebre simultaneamente os golos da sua equipa com os seus amigos através do chat de voz ou texto, ou receber ainda mensagens com convites para jogar na Xbox 360. Os clientes Vodafone Casa TV podem optar por adquirir o pack de lançamento Vodafone Casa TV Xbox 360, disponível ao preço promocional de 259 euros e que inclui, para além do software, a consola Xbox 360, um comando adicional para televisão, 12 meses de subscrição Xbox live Gold e ainda 4 jogos exclusivos para a Xbox 360: Lego Batman, Pure, Fabble 2 e Halo 3. Para os clientes que já possuem a Xbox 360 poderem utilizar o serviço, necessitam apenas de realizar a instalação do software Vodafone Casa TV Xbox 360, disponível por apenas 9,90 euros.

Fonte: Tele Satélite

Vodafone Casa TV na Xbox 360

A Vodafone Portugal disponibiliza, a partir desta quinta-feira dia 17, em parceria com a Microsoft, o serviço de televisão digital Vodafone Casa TV integrado na consola de jogos Xbox 360. Este serviço inclui as funcionalidades do serviço Vodafone Casa TV e da Xbox 360, entre as quais a ligação à comunidade Xbox Live, permitindo dessa forma ver televisão e estar ligado ao mesmo tempo com os amigos para fazer chat de voz ou de texto, ou aceder às principais redes sociais (Facebook, Twitter, MSN). Esta integração (sem qualquer custo adicional ao serviço Vodafone Casa TV) permite, por exemplo, que o cliente acompanhe um jogo de futebol na televisão e celebre simultaneamente os golos da sua equipa com os seus amigos através do chat de voz ou texto, ou receber ainda mensagens com convites para jogar na Xbox 360. Os clientes Vodafone Casa TV podem optar por adquirir o pack de lançamento Vodafone Casa TV Xbox 360, disponível ao preço promocional de 259 euros e que inclui, para além do software, a consola Xbox 360, um comando adicional para televisão, 12 meses de subscrição Xbox live Gold e ainda 4 jogos exclusivos para a Xbox 360: Lego Batman, Pure, Fabble 2 e Halo 3. Para os clientes que já possuem a Xbox 360 poderem utilizar o serviço, necessitam apenas de realizar a instalação do software Vodafone Casa TV Xbox 360, disponível por apenas 9,90 euros.



Fonte: Tele Satélite

Rio de Janeiro inaugura dois grandes símbolos para as festividades de Natal

Dois dos principais símbolos natalinos foram inaugurados, em tamanho gigante, na cidade do Rio de Janeiro. No forte de Copacabana, um presépio de 11 metros de altura, todo feito de ferro e alumínio, relembra o nascimento de Jesus Cristo. A obra, feita pela escultura Marly Crespo Azeredo, foi inaugurada na última segunda-feira, dia 14, pelo arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta.

Na Lagoa Rodrigo de Freitas, uma árvore de 85 metros de altura - o equivalente a um prédio de 28 andares - anuncia a chegada de mais um Natal. Patrocinada pela Bradesco Seguros e Previdência, a árvore de Natal da Lagoa já consta no Livro Guiness dos Recordes como a maior árvore flutuante do mundo. "O verde do pinheiro reforça a necessidade de continuar a buscar, sempre, ‘aquilo que é do alto'", afirmou dom Orani João Tempesta. Por iniciativa da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio, o presépio gigante do Forte de Copacabana ficará exposto à visitação pública até o final do mês de janeiro. Ao todo, nove mil e seiscentas micro-lâmpadas iluminarão as figuras de Jesus, José e Maria, e a Estrela de Belém. "O local é estratégico porque todos os que passeiam pela orla de Copacabana, ponto turístico da cidade, poderão ver componentes essenciais desta data", disse dom Orani.

Já a árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas ficará exposta até o dia 6 de janeiro, quando será comemorado o Dia de Reis. Até lá, haverá apresentações diárias de composições natalinas, como "Jingle Bells", "Adeste Fidelis" e "Noite Feliz", sempre às 20h, 21h e 21h50. Criado pelo artista plástico Abel Gomes, o espetáculo de luzes e cores da árvore de natal inclui 150 guirlandas luminosas e 2,9 milhões de micro-lâmpadas. O tema deste ano é "Árvore de Natal: A União de Nossos Melhores Desejos".

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Ney Matogrosso traz novo espectáculo aos coliseus

Ney Matogrosso traz um novo disco aos coliseus de Lisboa e Porto.
O artista brasileiro vai apresentar «Beijo Bandido» a 30 de Abril no Porto. No primeiro dia de Maio, é a vez de Lisboa assistir ao seu regresso.

Com direcção musical e arranjos de Leandro Braga, “Beijo Bandido” mergulha numa atmosfera de recital - quase um contraponto a sonoridade roqueira do projecto anterior. O título, inspirado na letra de «Invento« (Vitor Ramil), demonstra as intenções de Ney em realizar um projecto no qual a selecção de reportório é sublinhada pela sua capacidade como intérprete. «Inicialmente, achei que seria um disco de músicas românticas - depois, de pronto, me dei conta de que se trata de um álbum pop de canções brasileiras», conta Ney Matogrosso.

A banda que o acompanha em palco reúne Leandro Braga (piano), Lui Coimbra (violoncelo e violão), Ricardo Amado (violino e bandolim) e Felipe Roseno (percussão).

O preço dos bilhetes varia entre os 20 e os 50 euros para o Porto. Em Lisboa, a diferença está no bilhete mais caro que vale 55 euros.

Fonte: DD

Missão leva 25 empresas aos EUA para conhecer Silicon Valley

Uma missão de 25 empresas portuguesas vai visitar Silicon Valley, nos EUA, em Março de 2010, para conhecer o "ecossistema local de inovação" e observar a rede de conhecimento internacional, disse hoje à Lusa fonte da organização.
"A missão vai permitir às empresas, na sua maioria de pequena e média dimensão, interiorizar o conceito estratégico de inovação, fazer um upgrade [actualização e modernização] da sua actividade e tomar contacto com a rede de conhecimento internacional" disse o vice-presidente da ANEMM - Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Electrónicas, em Lisboa.

João Reis, que falava à margem do seminário Global Strategic Innovation, no auditório da Aicep Portugal, explicou que a visita que se realizará durante oito dias, (dois em Boston e seis em Silicon Valley, permitirá, posteriormente, a este grupo de empresas, sobretudo PME, "entrarem na nova vaga da inovação e de crescimento económico, que vai emergir da crise internacional".

"Estas empresas vão poder posicionar-se de forma mais competitiva, subindo na cadeia de valor, e avançar para os mercados externos com uma oferta de produtos e serviços de alta qualidade que possam enfrentar a concorrência global", acrescentou.

De acordo com Carlos Oliveira, da consultora Leadership, empresa que teve a ideia de organizar esta missão empresarial aos Estados Unidos entre 13 e 21 de Março do próximo ano, disse à Lusa que "as vagas de crescimento económico estão normalmente associadas à inovação, aberta e em cooperação, e que é global".

Neste sentido, explicou que esta missão empresarial aos EUA "não visa qualquer deslocalização [das PME], mas sim tentar que adoptem o conceito de inovação estratégico e adiram à rede de conhecimento internacional", para que tenham sucesso na saída da crise e quando a retoma económica ocorrer, para aumentarem as exportações e contribuírem para a recuperação económica de Portugal.

As empresas que se posicionarem em novos sectores como os das energias renováveis, biotecnologia, tecnologias da informação, metalurgia e metalomecânica, utilizem um design industrial inteligente serão as vencedoras no futuro próximo.

"No terceiro trimestre deste ano 49% do investimento em capital de risco nos Estados Unidos foi aplicado em Silicon Valley", garantiu Carlos Oliveira, adiantando que o que se pretende com esta visita é "ligar as empresas e a economia à nova vaga do desenvolvimento".

No fundo, a Leadership, ANEMM, Aicep - Associação para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, a APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações e a CCAP - Câmara de Comércio América Portugal querem, com esta missão, que se criem novos produtos e serviços e se dinamize o surgimento de uma nova geração de negócios, bem como de empresas.

O secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho, participará também, em Março do próximo ano, nesta missão empresarial.

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Bolsas dos EUA fecham a cair mais de 1%

As bolsas dos EUA encerraram a sessão desta quinta-feira (17) a descer mais de 1%, sendo pressionadas pela venda de acções por parte do Citigroup, bem como pelo aumento inesperado no número de novos pedidos de subsídio de desemprego.

O Dow Jones caiu 1,27%, para os 10.308,26 pontos, enquanto o Nasdaq desceu 1,22% fechando nos 2.180,05 pontos.

O índice alargado S&P 500 recuou 1,18%, terminando o dia nos 1.096,10 pontos.

Portugal preparado para reduzir emissões em 30% até 2020

O primeiro-ministro, José Sócrates, declarou hoje que Portugal está preparado para reduzir as suas emissões de 20% a 30% até 2020, caso a União Europeia aceite esta meta ambiental.

"Portugal chegou aqui a Copenhaga com o trabalho feito no que diz respeito à utilização de energias renováveis - e isso é já visível na redução das nossas emissões", sustentou José Sócrates em declarações aos jornalistas, após ter discursado na cimeira mundial do clima.

Segundo o primeiro-ministro, em 2004, Portugal tinha um nível de emissões "muito acima do que estipulava o protocolo de Quioto, mas em 2008 as emissões do país já estavam muito próximas das metas previstas no protocolo".

"Tenho esperança que, entre 2008 e 2012, a média de Portugal seja muito próxima dos compromissos assumidos. Fizemos um esforço verdadeiramente significativo, razão pela qual, em 57 países, Portugal foi o 12º na adopção de políticas contra o aquecimento global", referiu José Sócrates.

De acordo com o primeiro-ministro, análises independentes "demonstram bem o esforço que Portugal tem feito no domínio das energias renováveis, na redução de emissões, na eficiência energética e na utilização do fundo de carbono para a promoção de uma economia mais verde".

"Muitos falaram no fundo de carbono, mas foi o anterior Governo que o fez sair do papel. O fundo de carbono era um compromisso nosso e tínhamos de o pôr em vigor, disponibilizando-o como um instrumento para a promoção de uma economia mais amiga do ambiente", declarou.

José Sócrates acrescentou depois estar "tranquilo" face ao cumprimento do protocolo de Quioto por Portugal, alegando que os dados disponíveis indiciam essa conclusão.

EUA e China devem dar novos passos

Sócrates afirmou que espera que Estados Unidos e China "acompanhem a liderança" europeia na luta contra as alterações climáticas e permitam bons resultados em Copenhaga, indo mais além nas propostas que apresentaram.

"Estados Unidos e China têm de ir mais além nas propostas que já apresentaram", sustentou José Sócrates, que manifestou a sua confiança de que da cimeira de Copenhaga ainda possam sair "bons resultados".

"Tenho esperança que a China e os Estados Unidos acompanhem o esforço europeu para que o mundo passa chegar a um acordo que permita responder à mais séria ameaça ambiental dos nossos dias", declarou o primeiro-ministro, que se referiu em particular a alguns dos obstáculos que têm sido levantados pelo regime de Pequim.

"A China tem de ter em consideração aquilo que representa em termos de emissões para a atmosfera para a escala global e deve compreender que o objectivo desta conferência deve ser fixar limites de emissões, para que todo o mundo possa fiscalizar o cumprimento por parte de cada um dos países. Esse passo a China ainda não deu, mas tenho esperança que o possa dar nas próximas horas", disse o líder do executivo português.

Em contraste com a China, Sócrates defendeu que a União Europeia "chegou a Copenhaga com as propostas mais ambiciosas de todas, liderando pelo exemplo".

"A Europa é o bloco que mais reduziu as suas emissões nos últimos anos e também o que tem mais vontade política para chegar a um acordo mundial. A União Europeia tem as mais altas propostas de redução desta conferência, com uma diminuição de 20% das emissões até 2020", apontou.

Interrogado sobre se a União Europeia poderá aceitar aumentar as reduções de 20 para 30% nesse prazo, o primeiro-ministro português argumentou que essa questão se coloca sobretudo em relação à administração de Washington e ao regime de Pequim.

"A União Europeia já disse que, no âmbito de um acordo mais ambicioso, está disponível para chegar aos 30 por cento. Essa questão de metas mais ambiciosas tem mais sentido de se fazer aos Estados Unidos e à China, que precisam de dar um passo em frente", defendeu.

De acordo com Sócrates, em matéria ambiental, "quem tem apresentado as propostas mais generosas, quem tem mostrado maior empenhamento, tem sido a Europa".

Questionado sobre o anúncio dos Estados Unidos em relação à criação de um fundo no valor de 100 mil milhões de dólares, Sócrates disse tratar-se "de um passo em frente".

"Os Estados Unidos quiseram dizer que estarão disponíveis para contribuírem com a sua parte do esforço. Mas resta ainda a questão das emissões, ponto em que também acredito que dêem outro passo em frente. O esforço que os Estados Unidos devem fazer na redução das emissões deve ser proporcional à sua contribuição para os gases com efeito de estufa", observou Sócrates.

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Governo não cede ao patronato e fixa salário mínimo em 475 euros para 2010

A ministra do Trabalho reafirmou hoje que o salário mínimo nacional para 2010 será de 475 euros e entrará em vigor a 1 de Janeiro, contrariando assim as pretensões das confederações patronais que defendiam um valor de 460 euros.

"O Governo ouviu os parceiros em concertação social em duas reuniões e decidiu que a proposta se mantinha nos 475 euros no cumprimento integral do acordo tripartido de 2006 [que prevê a progressão do salário mínimo nacional para 500 euros em 2011], afirmou Helena André aos jornalistas no final da reunião da concertação social.

A ministra anunciou ainda que a proposta será aprovada em Conselho de Ministros antes do final do ano.

Os parceiros sociais estiveram hoje reunidos com o Governo para discutir o valor da actualização para 2010 do salário mínimo nacional (SMN), com o Governo a propor a fixação do valor nos 475 euros.

As confederações patronais, excluindo a CAP -Confederação dos Agricultores de Portugal, levaram para esta reunião uma proposta de aumento do SMN para 460 euros, mais 10 euros que o praticado em 2009.

O Governo acordou com os parceiros sociais um aumento gradual do salário mínimo nacional de 450 euros em 2009, para os 500 euros em 2011.

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Abraço de Leão cheio de ternura.

È mesmo muito lindo!

Veja o vídeo, pois ele mostra o quanto os animais também são capazes de mexer com os nossos sentimentos.

Link: Leão bem feliz

Novas regras na banca limitam dividendos

Os reguladores mundiais apertaram as regras de supervisão à banca e defendem limites aos bónus e dividendos pagos por bancos debilitados.

"Não é aceitável que bancos em dificuldade tentem usar a distribuição de capital como forma de simular que atravessam uma situação financeira confortável", explica o Comité de Supervisão Financeira de Basileia em comunicado.

Os grandes bancos vão ter por isso de aumentar as provisões ou mesmo realizar aumentos de capital para se protegerem das dificuldades financeiras já a partir de 2012, decidiram hoje os supervisores financeiros mundiais.

As novas regras do Comité vão introduzir limites mais exigentes para os rácios de capital dos bancos, regras mais apertadas para definir o que são considerados activos de qualidade e activos de risco, nomeadamente no que respeita a negociação de títulos financeiros e de derivados.

Segundo o Comité, o rácio de capital tier 1, indicador que mede a saúde financeira das instituições, terá de excluir acções ou instrumentos financeiros que possam exigir aos bancos a obrigatoriedade de pagamentos a terceiros.

Os reguladores apelam ainda aos Governos nacionais que limitem os bónus e dividendos pagos pelos bancos com dificuldades, de forma a evitar situações que ponham em risco o sistema financeiro mundial.


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