O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) afirmou nesta terça-feira (29) que o governo não tem a intenção de substituir a iniciativa privada como provedor de internet de alta velocidade no interior do país. Há cerca de duas semanas, a União conseguiu na Justiça a posse da rede de fibras óticas da Eletronet.
"Nós não queremos ocupar o espaço das empresas, queremos é que a banda larga seja oferecida para todo o país", disse o ministro. Bernardo criticou a banda larga fornecida hoje no Brasil, que segundo ele é "só meio larga, caríssima e não é oferecida em todo o território".
Mas, ponderou, a rede de fibra ótica já instalada não seria capaz de realizar essa cobertura. Bernardo afirmou que o governo pretende começar a estruturar e conectar as linhas já no primeiro semestre do próximo ano.
"A ideia é colocar essa banda larga à disposição de instalações públicas e também abrir para provedores privados de internet que queiram explorar, evidentemente pagando pelo uso da rede."
O ministro, no entanto, não descartou a possibilidade de o serviço ser oferecido por meio de uma estatal nas localidades não contempladas pelo sistema privado.
Orçamento
Bernardo também comentou o atraso do Congresso no envio da Lei Orçamentária para a sanção presidencial. O ministro descartou que o texto aprovado pelos parlamentares seja entregue até amanhã. "Ainda há uma divergência sobre a forma final de alguns recursos, algumas emendas", disse.
Assim, o governo terá que trabalhar com uma autorização especial para o pagamento de parte das despesas enquanto aguarda a sanção.
Caso pretenda, visite a fonte da informação aqui
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Celular do Google custará US$ 530 desbloqueado, diz blog
Documentos que vazaram e foram obtidos pelo blog especializado em tecnologia GizModo confirmam que seu nome será Nexus One e revelam que o Google vai vendê-lo por US$ 530, no modo desbloqueado e sem subsídios.
Outra opção seria a venda por US$ 180 e contrato obrigatório de 2 anos. Neste caso, a única opção de plano seria de US$ 80.
Será possível comprar no máximo cinco celulares por conta Google, diz o documento.
O texto também menciona a possibilidade de envio do aparelho para fora dos Estados Unidos.
Outra informação disponível é que o aparelho será vendido pelo site google.com/phone, por enquanto fora do ar.
Fonte: Folha Online
Outra opção seria a venda por US$ 180 e contrato obrigatório de 2 anos. Neste caso, a única opção de plano seria de US$ 80.
Será possível comprar no máximo cinco celulares por conta Google, diz o documento.
O texto também menciona a possibilidade de envio do aparelho para fora dos Estados Unidos.
Outra informação disponível é que o aparelho será vendido pelo site google.com/phone, por enquanto fora do ar.
Fonte: Folha Online
Bovespa foi investimento mais rentável do ano; dólar foi o pior
O mercado de ações brasileiro foi, com folga, a aplicação mais rentável do ano de 2009, enquanto que investimentos vinculados ao dólar amargaram as piores perdas do período.
O chamado "termômetro" da Bolsa, o índice Ibovespa, teve variação de 82,66% neste ano, cobrindo as perdas verificadas em 2008 (queda de 41,22%), ano da crise mundial. Trata-se do maior ganho desde 2003, quando esse indicador quase dobrou (97,33%).
No extremo do "ranking" de investimentos, o dólar teve o pior desempenho: a moeda americana ficou 25,32% mais barata neste ano, em sua pior queda de todo o período do Plano Real. A commodity ouro também não favoreceu seus investidores: a cotação negociada na BM&F caiu 3% ao longo deste ano.
Aplicações de corte mais conservador, se não chegaram perto dos ganhos proporcionados pela Bolsa de Valores, pelo menos bateram a inflação do período.
Os fundos de investimentos do tipo DI e Renda Fixa apresentaram rentabilidade, em média, de 10,06% e 10,35% neste ano, segundo os cálculos da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com dados atualizados até o dia 24.
Já a popular caderneta de poupança tem um retorno estimado de 6,92% para este ano.
A inflação de 2009 foi calculada em 4,18%, pela referência do IPCA-E, que leva em conta uma cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, nas principais regiões metropolitanas do país. Pelo IGP-M (utilizado para o reajuste dos aluguéis), houve deflação de 1,72%.
Dezembro
A Bolsa de Valores também foi o investimento mais rentável de dezembro. O Ibovespa, referência para boa parte dos fundos de renda variável na praça, teve variação de 2,30% neste mês.
Essa oscilação bateu os retornos dos investimentos mais conservadores, como os fundos DI (0,61%), de Renda Fixa (0,65%) e a poupança (0,55%). E mais uma vez, dólar e ouro não foram as melhores apostas no período: a taxa de câmbio ficou 0,63% mais baixa em dezembro, enquanto a cotação da commodity (referência BM&F) perdeu 9,10%.
Em dezembro, o IPCA-E apontou inflação de 0,38%, enquanto o IGP-M registrou deflação de 0,26%.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
O chamado "termômetro" da Bolsa, o índice Ibovespa, teve variação de 82,66% neste ano, cobrindo as perdas verificadas em 2008 (queda de 41,22%), ano da crise mundial. Trata-se do maior ganho desde 2003, quando esse indicador quase dobrou (97,33%).
No extremo do "ranking" de investimentos, o dólar teve o pior desempenho: a moeda americana ficou 25,32% mais barata neste ano, em sua pior queda de todo o período do Plano Real. A commodity ouro também não favoreceu seus investidores: a cotação negociada na BM&F caiu 3% ao longo deste ano.
Aplicações de corte mais conservador, se não chegaram perto dos ganhos proporcionados pela Bolsa de Valores, pelo menos bateram a inflação do período.
Os fundos de investimentos do tipo DI e Renda Fixa apresentaram rentabilidade, em média, de 10,06% e 10,35% neste ano, segundo os cálculos da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), com dados atualizados até o dia 24.
Já a popular caderneta de poupança tem um retorno estimado de 6,92% para este ano.
A inflação de 2009 foi calculada em 4,18%, pela referência do IPCA-E, que leva em conta uma cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, nas principais regiões metropolitanas do país. Pelo IGP-M (utilizado para o reajuste dos aluguéis), houve deflação de 1,72%.
Dezembro
A Bolsa de Valores também foi o investimento mais rentável de dezembro. O Ibovespa, referência para boa parte dos fundos de renda variável na praça, teve variação de 2,30% neste mês.
Essa oscilação bateu os retornos dos investimentos mais conservadores, como os fundos DI (0,61%), de Renda Fixa (0,65%) e a poupança (0,55%). E mais uma vez, dólar e ouro não foram as melhores apostas no período: a taxa de câmbio ficou 0,63% mais baixa em dezembro, enquanto a cotação da commodity (referência BM&F) perdeu 9,10%.
Em dezembro, o IPCA-E apontou inflação de 0,38%, enquanto o IGP-M registrou deflação de 0,26%.
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Governo cede e dilui meta para fabricação de celulares com TV digital
Portaria interministerial publicada na terça-feira (29/12) adia para 2013 meta de 5% da produção de aparelhos com sintonia de TV.
O governo federal tornou mais flexível a obrigatoriedade, pela indústria eletrônica nacional, de produzir celulares capazes de sintonizar os canais do sistema brasileiro de TV digital.
De acordo com a portaria interministerial 224, publicada na terça-feira (29/12) no Diário Oficial da União e que define os termos do Processo Produtivo Básico para terminais portáteis de telefonia celular, os fabricantes estão dispensados de cumprir metas de produção de celulares com TV de 1.º janeiro de 2010 a 31 de dezembro de 2011.
Além disso, os fabricantes têm todo o ano de 2012 para atingir um porcentual de 3% de aparelhos com recepção de TV digital.
A partir de 2013, esse porcentual deverá ser de 5%. Mas, caso os fabricantes a partir de 2012 não possam atingir os porcentuais determinados, eles serão obrigados a investir a metade do porcentual determinado, aplicado sobre o faturamento bruto no mercado interno, em atividades de pesquisa e desenvolvimento.
As primeiras portarias interministeriais sobre o tema foram publicadas há exatamente um ano, em 30/12/2008, e previam que as empresas que produzem celulares no Brasil teriam de fabricar modelos capazes de sintonizar a TV digital brasileira. A meta, na época, era que já no primeiro mês de 2010 5% dos aparelhos tivessem o recurso.
Em agosto de 2009, no entanto, representantes da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e de fabricantes como LG, Samsung e Nokia, entre outros, procuraram o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para avisar de que não haveria como cumprir a meta de 5%, já que estimativas de mercado apontavam que a demanda era de 0,5%.
Faça uma visita à fonte da informação clicando aqui
O governo federal tornou mais flexível a obrigatoriedade, pela indústria eletrônica nacional, de produzir celulares capazes de sintonizar os canais do sistema brasileiro de TV digital.
De acordo com a portaria interministerial 224, publicada na terça-feira (29/12) no Diário Oficial da União e que define os termos do Processo Produtivo Básico para terminais portáteis de telefonia celular, os fabricantes estão dispensados de cumprir metas de produção de celulares com TV de 1.º janeiro de 2010 a 31 de dezembro de 2011.
Além disso, os fabricantes têm todo o ano de 2012 para atingir um porcentual de 3% de aparelhos com recepção de TV digital.
A partir de 2013, esse porcentual deverá ser de 5%. Mas, caso os fabricantes a partir de 2012 não possam atingir os porcentuais determinados, eles serão obrigados a investir a metade do porcentual determinado, aplicado sobre o faturamento bruto no mercado interno, em atividades de pesquisa e desenvolvimento.
As primeiras portarias interministeriais sobre o tema foram publicadas há exatamente um ano, em 30/12/2008, e previam que as empresas que produzem celulares no Brasil teriam de fabricar modelos capazes de sintonizar a TV digital brasileira. A meta, na época, era que já no primeiro mês de 2010 5% dos aparelhos tivessem o recurso.
Em agosto de 2009, no entanto, representantes da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e de fabricantes como LG, Samsung e Nokia, entre outros, procuraram o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para avisar de que não haveria como cumprir a meta de 5%, já que estimativas de mercado apontavam que a demanda era de 0,5%.
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Tecnológicas e actividade industrial animam praças americanas
Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos encerraram em alta, sustentados pelos títulos tecnológicos e por bons dados relativos à actividade industrial.
As praças do outro lado do Atlântico estiveram toda a sessão no vermelho, se bem que com perdas pouco acentuadas, penalizadas pelos títulos das matérias-primas, sobretudo devido à desvalorização dos metais, decorrente da subida do dólar face ao euro. No entanto, nos últimos minutos de negociação conseguiram inverter e fechar positivas.
O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,03%, fixando-se nos 10.548,14 pontos. O S&P 500 avançou 0,02%, para se estabelecer nos 1.126,37 pontos
O índice tecnológico Nasdaq fixou-se nos 2.291,28 pontos, com uma valorização de 0,13%.
A Apple encerrou em terreno positivo, liderando os ganhos das tecnológicas, depois de a Kaufman Borthers rever em alta as estimativas para o seu preço-alvo.
As bolsas também conseguiram acabar por dar mais peso ao bom dado económico hoje divulgado do que às perdas dos metais preciosos e industriais.
As empresas norte-americanas cresceram mais do que o previsto em Dezembro, animadas pelo aumento das encomendas e do emprego. Com efeito, o Institute for Supply Management-Chicago anunciou hoje que o seu barómetro da actividade empresarial subiu para 60 pontos, o mais alto nível desde Janeiro de 2006, contra 56,1 em Novembro. As leituras acima de 50 pontos indicam expansão.
Alimentada pelos incentivos governamentais e queda dos preços, o aumento procura fez reduzir os inventários, o que poderá levar as empresas do sector transformador a impulsionarem a produção em 2010, referiu a Bloomberg.
A Barrick Gold, maior produtora mundial de ouro, perdeu terreno devido à queda do ouro para o mínimo de uma semana.
A Pfizer também transaccionou em baixa, depois de de anunciar que acabou com os testes a um medicamento experimental contra o cancro dos pulmões, já que uma comissão de segurança independente determinou ser altamente improvável que esse tratamento melhorasse a taxa de sobrevivência dos doentes.
Amanhã é a última sessão do ano para as bolsas norte-americanas, que negoceiam em horário normal, encerrando às 21h de Lisboa.
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As praças do outro lado do Atlântico estiveram toda a sessão no vermelho, se bem que com perdas pouco acentuadas, penalizadas pelos títulos das matérias-primas, sobretudo devido à desvalorização dos metais, decorrente da subida do dólar face ao euro. No entanto, nos últimos minutos de negociação conseguiram inverter e fechar positivas.
O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,03%, fixando-se nos 10.548,14 pontos. O S&P 500 avançou 0,02%, para se estabelecer nos 1.126,37 pontos
O índice tecnológico Nasdaq fixou-se nos 2.291,28 pontos, com uma valorização de 0,13%.
A Apple encerrou em terreno positivo, liderando os ganhos das tecnológicas, depois de a Kaufman Borthers rever em alta as estimativas para o seu preço-alvo.
As bolsas também conseguiram acabar por dar mais peso ao bom dado económico hoje divulgado do que às perdas dos metais preciosos e industriais.
As empresas norte-americanas cresceram mais do que o previsto em Dezembro, animadas pelo aumento das encomendas e do emprego. Com efeito, o Institute for Supply Management-Chicago anunciou hoje que o seu barómetro da actividade empresarial subiu para 60 pontos, o mais alto nível desde Janeiro de 2006, contra 56,1 em Novembro. As leituras acima de 50 pontos indicam expansão.
Alimentada pelos incentivos governamentais e queda dos preços, o aumento procura fez reduzir os inventários, o que poderá levar as empresas do sector transformador a impulsionarem a produção em 2010, referiu a Bloomberg.
A Barrick Gold, maior produtora mundial de ouro, perdeu terreno devido à queda do ouro para o mínimo de uma semana.
A Pfizer também transaccionou em baixa, depois de de anunciar que acabou com os testes a um medicamento experimental contra o cancro dos pulmões, já que uma comissão de segurança independente determinou ser altamente improvável que esse tratamento melhorasse a taxa de sobrevivência dos doentes.
Amanhã é a última sessão do ano para as bolsas norte-americanas, que negoceiam em horário normal, encerrando às 21h de Lisboa.
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Morreram e renasceram em quatro minutos
Médicos não conseguem explicar o que aconteceu. Grávida «morreu» durante o parto, tal como o filho, mas ao fim de quatro minutos «acordaram»
Uma mulher norte-americana grávida entrou em trabalho de parto e, durante o mesmo, o coração parou durante cerca de quatro minutos. Os médicos deram-na como morte, tal como ao recém-nascido. No entanto, sem que ninguém consiga explicar, o coração da mãe recomeçou a bater e o do bebé também.
Tudo aconteceu na noite de Natal, de 24 para 25 de Dezembro, e muitos já chamam este caso um «milagre de natal». A mãe e o filho ressuscitam após quatro minutos «mortos».
Esta era a terceira gravidez de Tracy e tudo parecia correr bem até ao parto. Quando o seu coração parou de bater, os médicos fizeram uma cesariana para tentar salvar o bebé, mas também este não respirava. Sem que ninguém consiga explicar, ambos «renasceram», já estão em casa e não apresentam qualquer complicação de saúde.
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Uma mulher norte-americana grávida entrou em trabalho de parto e, durante o mesmo, o coração parou durante cerca de quatro minutos. Os médicos deram-na como morte, tal como ao recém-nascido. No entanto, sem que ninguém consiga explicar, o coração da mãe recomeçou a bater e o do bebé também.
Tudo aconteceu na noite de Natal, de 24 para 25 de Dezembro, e muitos já chamam este caso um «milagre de natal». A mãe e o filho ressuscitam após quatro minutos «mortos».
Esta era a terceira gravidez de Tracy e tudo parecia correr bem até ao parto. Quando o seu coração parou de bater, os médicos fizeram uma cesariana para tentar salvar o bebé, mas também este não respirava. Sem que ninguém consiga explicar, ambos «renasceram», já estão em casa e não apresentam qualquer complicação de saúde.
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Reditus adquire Panda Portugal a Pais do Amaral por 7,5 milhões
A Reditus adquiriu a totalidade do capital da Partblack, representante exclusivo da Panda Security em Portugal, pelo valor de 7,5 milhões de euros, na sequência de uma avaliação efectuada aos activos envolvidos, refere a tecnológica em comunicado. Recorde-se que a Eurocarisma, até Julho representante exclusivo da Panda Security, havia sido comprada por Miguel Pais do Amaral, também administrador da Reditus, em Fevereiro deste ano. Em Julho, a Eurocarisma fundiu-se com a empresa já de Pais de Amaral, a Partblack.O volume de negócios e o EBITDA estimado para esta empresa comprada agora pela Reditus, em 2009, é de cerca de 5,0 e 1,4 milhões de euros, respectivamente.“Esta aquisição vai permitir à Reditus aumentar competências e reforçar a sua oferta de serviços na área de outsourcing de Infra-estruturas Informáticas, promovendo a entrada em segmentos de mercado onde a Reditus não está ainda presente”.
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BES passa a deter 7,97% do capital da SAD do Benfica
O Banco Espírito Santo (BES) passou a deter 7,97% do capital da SAD do Benfica, depois da empresa ter efectuado um aumento de capital.
Em comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a SAD do Benfica revelou que “em consequência do aumento de capital efectuado pela Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, divulgado em 28 do corrente no sistema de difusão de informação da CMVM, a participação qualificada imputada ao BES, nos termos do artigo 20º do CVM, passou a ser de cerca de 7,97%”.
Fonte: Jornal de Negócios
Em comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a SAD do Benfica revelou que “em consequência do aumento de capital efectuado pela Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, divulgado em 28 do corrente no sistema de difusão de informação da CMVM, a participação qualificada imputada ao BES, nos termos do artigo 20º do CVM, passou a ser de cerca de 7,97%”.
Fonte: Jornal de Negócios
Mota-Engil investe 10,4 milhões de euros na compra de uma empresa em Angola
A Mota-Engil vai efectuar um investimento inicial superior a 15 milhões de dólares (10,4 milhões de euros) na aquisição da maioria do capital da empresa FATRA, que opera no sector trefilaria. A compra foi feita à Fapricela, para colmatar a carência de oferta de rede electrossoldada e de pregos naquele mercado.
Em comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Mota-Engil revela ter formalizado hoje “uma parceria com a sociedade Fapricela, S.A., para a implementação de uma unidade industrial de trefilaria na província de Benguela, em Angola. A Fapricela é líder de mercado em Portugal no sector da indústria de trefilaria e alienou a maioria do capital da sua empresa que detinha em Angola, a FATRA”.
A Mota-Engil Angola passa assim a deter 70% do capital da FATRA , “estando previsto, para uma primeira fase, um volume de investimento superior a 15 milhões de dólares”.
A empresa acrescenta que a primeira fase deverá ser concluída durante 2010 e vai criar 75 postos de trabalho. A operação visa produzir “rede electrossoldada e pregos, produtos com muito pouca oferta local, obrigando por isso à importação recorrente destes artigos pelo mercado. Numa fase posterior, estão previstos novos investimentos, com o objectivo da FATRA alargar a sua oferta de produtos de trefilaria e assumir-se como uma empresa de referência em Angola”.
Caso pretenda, visite a fonte da informação aqui
Em comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Mota-Engil revela ter formalizado hoje “uma parceria com a sociedade Fapricela, S.A., para a implementação de uma unidade industrial de trefilaria na província de Benguela, em Angola. A Fapricela é líder de mercado em Portugal no sector da indústria de trefilaria e alienou a maioria do capital da sua empresa que detinha em Angola, a FATRA”.
A Mota-Engil Angola passa assim a deter 70% do capital da FATRA , “estando previsto, para uma primeira fase, um volume de investimento superior a 15 milhões de dólares”.
A empresa acrescenta que a primeira fase deverá ser concluída durante 2010 e vai criar 75 postos de trabalho. A operação visa produzir “rede electrossoldada e pregos, produtos com muito pouca oferta local, obrigando por isso à importação recorrente destes artigos pelo mercado. Numa fase posterior, estão previstos novos investimentos, com o objectivo da FATRA alargar a sua oferta de produtos de trefilaria e assumir-se como uma empresa de referência em Angola”.
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Rússia lança satélite de telecomunicações dos EUA
Rússia lançou nesta terça-feira (29) um satélite norte-americano de telecomunicações a partir do Cazaquistão, informaram duas agências de notícias oficiais.
"O lançamento aconteceu de acordo com as previsões e o satélite alcançará sua órbita às 12h32 locais (7h32 de Brasília)", afirmou uma fonte da agência espacial russa Roskosmos, citada pela RIA Novosti.
O satélite DirectTV-12, lançado com o foguete Proton-M, deve fornecer acesso à internet e a operadoras de TV fechada a clientes norte-americanos.
Em julho de 1975, ocorreu o encontro espacial entre as naves norte-americana Apollo e a soviética Soyuz, que encerrou a corrida espacial de quase 20 anos que opunha EUA e Rússia (então União Soviética) durante a Guerra Fria.
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"O lançamento aconteceu de acordo com as previsões e o satélite alcançará sua órbita às 12h32 locais (7h32 de Brasília)", afirmou uma fonte da agência espacial russa Roskosmos, citada pela RIA Novosti.
O satélite DirectTV-12, lançado com o foguete Proton-M, deve fornecer acesso à internet e a operadoras de TV fechada a clientes norte-americanos.
Em julho de 1975, ocorreu o encontro espacial entre as naves norte-americana Apollo e a soviética Soyuz, que encerrou a corrida espacial de quase 20 anos que opunha EUA e Rússia (então União Soviética) durante a Guerra Fria.
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