Companhia homenageia cidades brasileiras.
Recentemente a TAP celebrou datas importantes de uma forma diferenciada com os contagiantes "flash mobs". Diferente de uma apresentação de dança comum ou de um ritmo, os "flash mobs" se diferenciam por que começam de repente. E a TAP utilizou para homenagear determinados momentos.
A companhia fez um tributo à cidade de São Paulo que completou 456 anos de fundação, além dos 25 anos do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Com uma demonstração singular de bailarinos e funcionários que dançaram ao som de canções italianas, armênias, indianas, portuguesas e finalizaram com "Pelados Em Santos", da banda Mamonas Assassinas, mostrando a cara cosmopolita de São Paulo.
Já, na última quarta-feira, dia de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro, a TAP fez ação semelhante no Aeroporto Internacional do Galeão. Dançarinos se juntaram espontaneamente a diversos passageiros e trabalhadores participando de coreografias em pleno aeroporto, embalados aos som de variados hits nacionais e internacionais.
"O objetivo é proporcionar momentos de descontração aos passageiros que estão tensos, pegando filas e preocupados com a alfândega, além de mostrar que a companhia é diferente e jovem ", diz Francisco Guarisa, diretor de comunicação e marketing da TAP para o Brasil.
Posteriormente as apresentações serão exibidas a bordo, além disso, os “flash mobs” podem ser acessados pelo YouTube. Ação Rio de Janeiro: http://www.youtube.com/watch?v=oqMrZ83T4FI | Ação São Paulo: http://www.youtube.com/watch?v=_skpsg4qCRg
Perfil - A TAP é atualmente a companhia aérea com as melhores ligações entre o Brasil e a Europa, partindo de oito capitais brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo para Lisboa. A Companhia cobre atualmente 64 destinos em 30 países a nível mundial. Operando em média mais de 1.850 vôos por semana, a TAP dispõe de uma moderna frota de 55 aviões Airbus, aos quais acrescem mais 16 aviões ao serviço da PGA, companhia regional adquirida em 2007, totalizando assim uma frota global de 71 aeronaves. Eleita, em 2009, a Companhia Aérea Líder Mundial para a América do Sul, pelos WTA, World Travel Awards.
Fonte: Portal Fator Brasil
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Jovialidade da TAP contagia aeroportos
CMVM aprova registo da OPA sobre a Cimpor
O conselho directivo da CMVM aprovou hoje o registo da OPA da Companhia Siderúrgica Nacional sobre a Cimpor. A empresa brasileira mantém a contrapartida em 5,75 euros por acção. A oferta vai decorrer entre 28 de Janeiro e 17 de Fevereiro.
A CSN entregou o pedido de registo à CMVM no dia 30 de Dezembro. O prazo de oito dias corridos foi logo parado pelo regulador, que solicitou informação adicional à empresa brasileira, nomeadamente sobre quais as autoridades da concorrência que teriam de se pronunciar, por forma a determinar o prazo da oferta.
Uma semana depois o conselho de administração da Cimpor considerou a proposta “hostil”, classificando-a de “oportunística, irrelevante e perturbadora da actividade da empresa". A cimenteira portuguesa disse também que a contrapartida oferecida subavaliava “significativamente” os seus activos e a sua forte presença nos mercados emergentes.
Entretanto surgiram outras ofertas para a Cimpor. A Camargo Correia avançou com uma proposta de fusão, em que ficaria, pelo menos, com 25% do capital da nova empresa. Além disso, prometia pagar um dividendo extraordinário de 0,52 euros por acção. A CMVM obrigou entretanto a Camargo a lançar uma OPA ou retirar a proposta de fusão.
Nos últimos dias surgiu o interesse da também brasileira Votorantim em comprar uma participação de até 33% no capital da Cimpor aos accionistas interessados em sair da cimenteira portuguesa.
Apesar destas propostas “concorrentes” e da rejeição pela administração, a CSN manteve a contrapartida em 5,75 euros por acção, o que avalia a Cimpor em 3,86 mil milhões de euros. As acções da Cimpor fecharam hoje a valer 6,05 euros, o que equivale a uma capitalização de 4,06 mil milhões.
A oferta vai decorrer entre 28 de Janeiro e 17 de Fevereiro. A CSN terá até cinco dias antes do fim do prazo da oferta para rever as condições da OPA, nomeadamente a contrapartida, que terá de ser, pelos menos, superior em 2% à oferta inicial.
O lançamento de uma OPA concorrente terá também de ser realizado até cinco dias antes do fim do prazo e a contrapartida também superior em 2%.
Fonte: Jornal de Negócios
A CSN entregou o pedido de registo à CMVM no dia 30 de Dezembro. O prazo de oito dias corridos foi logo parado pelo regulador, que solicitou informação adicional à empresa brasileira, nomeadamente sobre quais as autoridades da concorrência que teriam de se pronunciar, por forma a determinar o prazo da oferta.
Uma semana depois o conselho de administração da Cimpor considerou a proposta “hostil”, classificando-a de “oportunística, irrelevante e perturbadora da actividade da empresa". A cimenteira portuguesa disse também que a contrapartida oferecida subavaliava “significativamente” os seus activos e a sua forte presença nos mercados emergentes.
Entretanto surgiram outras ofertas para a Cimpor. A Camargo Correia avançou com uma proposta de fusão, em que ficaria, pelo menos, com 25% do capital da nova empresa. Além disso, prometia pagar um dividendo extraordinário de 0,52 euros por acção. A CMVM obrigou entretanto a Camargo a lançar uma OPA ou retirar a proposta de fusão.
Nos últimos dias surgiu o interesse da também brasileira Votorantim em comprar uma participação de até 33% no capital da Cimpor aos accionistas interessados em sair da cimenteira portuguesa.
Apesar destas propostas “concorrentes” e da rejeição pela administração, a CSN manteve a contrapartida em 5,75 euros por acção, o que avalia a Cimpor em 3,86 mil milhões de euros. As acções da Cimpor fecharam hoje a valer 6,05 euros, o que equivale a uma capitalização de 4,06 mil milhões.
A oferta vai decorrer entre 28 de Janeiro e 17 de Fevereiro. A CSN terá até cinco dias antes do fim do prazo da oferta para rever as condições da OPA, nomeadamente a contrapartida, que terá de ser, pelos menos, superior em 2% à oferta inicial.
O lançamento de uma OPA concorrente terá também de ser realizado até cinco dias antes do fim do prazo e a contrapartida também superior em 2%.
Fonte: Jornal de Negócios
Lula e ministros definem plano para banda larga em 10 de fevereiro
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, vai esperar até o dia 10 de fevereiro para comentar o Plano Nacional de Banda Larga, em gestação na Presidência da República. Será a data em que o presidente Lula reunirá seus ministros envolvidos no tema para resolver o formato do programa de universalização de internet em alta velocidade no país.
Nesta quarta-feira, Costa mostrou-se incomodado com o vazamento da minuta do decreto presidencial que trata do projeto. Disse que não há definição do texto, que ainda deve receber alterações, por isso ainda não vai discutir o assunto. "Não é o texto final, não tem nenhuma decisão", disse.
A minuta do decreto presidencial trata de temas como a reativação da Telebrás, estatal extinta em 1998 com as privatizações do setor de telefonia. De acordo com o texto, a Telebrás atuaria fornecendo capacidade de transmissão de dados a outras empresas e oferecendo serviço para o consumidor final. A reativação da estatal é um dos pontos que o Ministério das Comunicações mostrou ter resistência.
Empresas
O ministro esteve presente na cerimônia de posse do novo conselheiro da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Jarbas Valente. Presidentes de empresas de telefonia presentes na ocasião também evitaram falar do texto editado pela Presidência, mas afirmaram querer condições iguais de atuação.
De acordo com João Cox, presidente da Claro, não há problema em o governo entrar no mercado de banda larga, mas que haja condições iguais, com mesma carga de impostos e incentivos para atuação. "O governo não pode criar assimetria", afirmou.
Para Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica, o mercado deve aceitar o uso de fundos públicos para aproximar algumas camadas da população à tecnologia. Mas engrossa o coro do empresariado, afirmando que não devem ser postas condições desiguais para setor privado e público.
Cox e Valente afirmaram não ter sido convidados pelo governo para discutir o Plano Nacional de Banda Larga.
Fonte: Folha Online
Nesta quarta-feira, Costa mostrou-se incomodado com o vazamento da minuta do decreto presidencial que trata do projeto. Disse que não há definição do texto, que ainda deve receber alterações, por isso ainda não vai discutir o assunto. "Não é o texto final, não tem nenhuma decisão", disse.
A minuta do decreto presidencial trata de temas como a reativação da Telebrás, estatal extinta em 1998 com as privatizações do setor de telefonia. De acordo com o texto, a Telebrás atuaria fornecendo capacidade de transmissão de dados a outras empresas e oferecendo serviço para o consumidor final. A reativação da estatal é um dos pontos que o Ministério das Comunicações mostrou ter resistência.
Empresas
O ministro esteve presente na cerimônia de posse do novo conselheiro da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Jarbas Valente. Presidentes de empresas de telefonia presentes na ocasião também evitaram falar do texto editado pela Presidência, mas afirmaram querer condições iguais de atuação.
De acordo com João Cox, presidente da Claro, não há problema em o governo entrar no mercado de banda larga, mas que haja condições iguais, com mesma carga de impostos e incentivos para atuação. "O governo não pode criar assimetria", afirmou.
Para Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica, o mercado deve aceitar o uso de fundos públicos para aproximar algumas camadas da população à tecnologia. Mas engrossa o coro do empresariado, afirmando que não devem ser postas condições desiguais para setor privado e público.
Cox e Valente afirmaram não ter sido convidados pelo governo para discutir o Plano Nacional de Banda Larga.
Fonte: Folha Online
«Evolução tecnológica gerou preocupantes intrusões na privacidade»
Comissão Nacional de Protecção de Dados propõe que se estude o impacto e as consequências das medidas de vigilância
A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) alertou para a crescente intromissão na vida privada das pessoas, sintoma de uma sociedade vigiada, e propõe que se estude o impacto e as consequências das medidas de vigilância.
O alerta surge numa declaração divulgada na véspera do Dia Europeu da Protecção de Dados, instituído pelo Conselho da Europa, numa altura em que o uso de scanners corporais nos aeroportos europeus, por razões de segurança, tem gerado controvérsia, nomeadamente pelos efeitos na intimidade dos passageiros.
A declaração foi enviada à Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, revela a CNPD em comunicado.
Na declaração, a comissão sustenta que, apesar de a evolução tecnológica ter trazido «inegáveis benefícios à vida das pessoas e das sociedades», tem gerado «preocupantes intrusões na privacidade de todos e de cada um».
«É com extrema apreensão que verificamos acentuarem-se as tendências para recolher cada vez mais informação pessoal sobre os cidadãos, para controlar os seus movimentos, para conhecer os seus hábitos e as suas preferências, para vigiar as suas opções individuais», alerta a mesma entidade.
Segundo a CNPD, a «profusão» de sistemas biométricos, de videovigilância e de geolocalização, bem como o registo «em larga escala» da actividade dos internautas, a realização de perfis individuais «detalhados» ¿ e a «consequente rotulagem discriminatória de pessoas» ¿ e as numerosas listas negras e de índex «são sintomas de uma sociedade vigiada».
Uma sociedade «que pode caminhar para um verdadeiro controlo social do indivíduo», adverte a comissão, realçando que «o tratamento maciço de informação pessoal é feito, não raramente, de modo pouco transparente e quase imperceptível para as pessoas».
«Cenário inquietante»
Perante um «cenário inquietante», que «tem sido agravado por razões de segurança», a CNPD considera «imprescindível» que «se façam estudos de impacto ao nível da privacidade e se avalie de modo integrado, e não avulso, as consequências de tais medidas na vida dos cidadãos».
«Não se pode continuar a alimentar o medo das pessoas para que mais facilmente aceitem renunciar a direitos fundamentais», como a liberdade de expressão, a não discriminação, a livre circulação, o anonimato e a dignidade humana, sublinha a Comissão Nacional de Protecção de Dados.
Faça uma visita à fonte da informação, clicando aqui
A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) alertou para a crescente intromissão na vida privada das pessoas, sintoma de uma sociedade vigiada, e propõe que se estude o impacto e as consequências das medidas de vigilância.
O alerta surge numa declaração divulgada na véspera do Dia Europeu da Protecção de Dados, instituído pelo Conselho da Europa, numa altura em que o uso de scanners corporais nos aeroportos europeus, por razões de segurança, tem gerado controvérsia, nomeadamente pelos efeitos na intimidade dos passageiros.
A declaração foi enviada à Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, revela a CNPD em comunicado.
Na declaração, a comissão sustenta que, apesar de a evolução tecnológica ter trazido «inegáveis benefícios à vida das pessoas e das sociedades», tem gerado «preocupantes intrusões na privacidade de todos e de cada um».
«É com extrema apreensão que verificamos acentuarem-se as tendências para recolher cada vez mais informação pessoal sobre os cidadãos, para controlar os seus movimentos, para conhecer os seus hábitos e as suas preferências, para vigiar as suas opções individuais», alerta a mesma entidade.
Segundo a CNPD, a «profusão» de sistemas biométricos, de videovigilância e de geolocalização, bem como o registo «em larga escala» da actividade dos internautas, a realização de perfis individuais «detalhados» ¿ e a «consequente rotulagem discriminatória de pessoas» ¿ e as numerosas listas negras e de índex «são sintomas de uma sociedade vigiada».
Uma sociedade «que pode caminhar para um verdadeiro controlo social do indivíduo», adverte a comissão, realçando que «o tratamento maciço de informação pessoal é feito, não raramente, de modo pouco transparente e quase imperceptível para as pessoas».
«Cenário inquietante»
Perante um «cenário inquietante», que «tem sido agravado por razões de segurança», a CNPD considera «imprescindível» que «se façam estudos de impacto ao nível da privacidade e se avalie de modo integrado, e não avulso, as consequências de tais medidas na vida dos cidadãos».
«Não se pode continuar a alimentar o medo das pessoas para que mais facilmente aceitem renunciar a direitos fundamentais», como a liberdade de expressão, a não discriminação, a livre circulação, o anonimato e a dignidade humana, sublinha a Comissão Nacional de Protecção de Dados.
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Teixeira dos Santos: "Não afasto o cenário" de cortes de salários do Governo
Teixeira dos Santos admitiu esta noite “abdicar de parte do [seu] salário” caso a evolução da economia e das contas públicas não seja a “necessária”. O ministro, em entrevista à SIC, disse que caso seja necessário os governantes poderão ver os seus salários reduzidos.
Depois de ontem ter apresentado o Orçamento do Estado para 2010, Teixeira dos Santos reiterou esta noite que “temos que prosseguir uma política orçamental que exige de nós um grande rigor”.
Confrontado com as críticas dos trabalhadores da função pública, que vão ver as suas remunerações congeladas este ano, o ministro salientou que é preciso ter uma política orçamental rigorosa e “e por isso o Governo vai controlar as despesas que tem ao seu alcance”.
Questionado sobre se o seu próprio ordenado foi congelado disse: “Sem dúvida. Não sou excepção”.
Na entrevista, foi ainda questionado sobre a possibilidade de implementar medidas como as que foram introduzidas na Irlanda, com o primeiro-ministro a reduzir os salários do seu Executivo de forma a reduzir a despesa do Estado, naquela que é a pior crise de que o País tem memória.
“Se de facto a situação não evoluir conforme é necessário temos de estar dispostos” a implementar medidas que dêem um sinal de controlo das contas.
“Não afasto esse cenário.” Teixeira dos Santos admite “abdicar de parte do [seu] salário se isso fosse necessário”
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Depois de ontem ter apresentado o Orçamento do Estado para 2010, Teixeira dos Santos reiterou esta noite que “temos que prosseguir uma política orçamental que exige de nós um grande rigor”.
Confrontado com as críticas dos trabalhadores da função pública, que vão ver as suas remunerações congeladas este ano, o ministro salientou que é preciso ter uma política orçamental rigorosa e “e por isso o Governo vai controlar as despesas que tem ao seu alcance”.
Questionado sobre se o seu próprio ordenado foi congelado disse: “Sem dúvida. Não sou excepção”.
Na entrevista, foi ainda questionado sobre a possibilidade de implementar medidas como as que foram introduzidas na Irlanda, com o primeiro-ministro a reduzir os salários do seu Executivo de forma a reduzir a despesa do Estado, naquela que é a pior crise de que o País tem memória.
“Se de facto a situação não evoluir conforme é necessário temos de estar dispostos” a implementar medidas que dêem um sinal de controlo das contas.
“Não afasto esse cenário.” Teixeira dos Santos admite “abdicar de parte do [seu] salário se isso fosse necessário”
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Bob Dylan dá música à Casa Branca
Bob Dylan vai dar um concerto na Casa Branca já no mês de Fevereiro. O espectáculo será apresentado por Morgan Freeman e Queen Latifah, noticia a revista «Rolling Stone».
Além de Bob Dylan, também Natalie Cole, Jennifer Hudson, John Legend, Smokey Robinson e Seal participarão na cerimónia de 10 de Fevereiro. A notícia foi avançada pela presidência, que adianta ainda que Barack Obama fará um discurso de inauguração. Em debate estarão os direitos civis e a história da comunidade negra.
Fonte: tvi 24
EDP Renováveis entra em Itália
A EDP Renováveis comprou 85% da Italian Wind, do grupo italiano Co-Ver, numa aquisição que lhe dará acesso a uma carteira de projectos eólicos de 520 megawatts (MW) no mercado italiano.
A participação custou à EDP Renováveis 12 milhões de euros, valor que será acrescido futuramente de verbas que dependerão do sucesso dos parques eólicos projectados.
"A entrada no mercado eólico italiano irá permitir à EDPR operar num dos países mais atractivos da Europa, dado o seu sólido esquema remuneratório, e possibilita uma diversificação criteriosa das opções de crescimento e expansão da actividade no continente europeu", nota a empresa liderada por Ana Maria Fernandes em comunicado.
O esquema remuneratório italiano, além do preço da electricidade, prevê a atribuição, nos primeiros 15 anos da operação de cada parque eólico, de certificados verdes que podem ser transaccionados. Em 2009 o preço médio de mercado foi de 152 euros por megawatt hora (MWh), sendo 64 euros da tarifa de electricidade e 88 euros do valor do certificado.
A EDP Renováveis refere ainda que com esta aquisição "aumenta o seu leque de alternativas para promover um crescimento sustentável de longo prazo, capaz de gerar valor para o accionista".
Da carteira adquirida pela EDP Renováveis há quatro projectos eólicos em fase mais avançada, correspondentes a uma potência de 108 MW.
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A participação custou à EDP Renováveis 12 milhões de euros, valor que será acrescido futuramente de verbas que dependerão do sucesso dos parques eólicos projectados.
"A entrada no mercado eólico italiano irá permitir à EDPR operar num dos países mais atractivos da Europa, dado o seu sólido esquema remuneratório, e possibilita uma diversificação criteriosa das opções de crescimento e expansão da actividade no continente europeu", nota a empresa liderada por Ana Maria Fernandes em comunicado.
O esquema remuneratório italiano, além do preço da electricidade, prevê a atribuição, nos primeiros 15 anos da operação de cada parque eólico, de certificados verdes que podem ser transaccionados. Em 2009 o preço médio de mercado foi de 152 euros por megawatt hora (MWh), sendo 64 euros da tarifa de electricidade e 88 euros do valor do certificado.
A EDP Renováveis refere ainda que com esta aquisição "aumenta o seu leque de alternativas para promover um crescimento sustentável de longo prazo, capaz de gerar valor para o accionista".
Da carteira adquirida pela EDP Renováveis há quatro projectos eólicos em fase mais avançada, correspondentes a uma potência de 108 MW.
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Grécia atira risco da dívida púbica dos países da Zona Euro para recorde
O seguro para os investidores se protegerem contra o incumprimento no pagamento de dívida pública dos países da Zona Euro atingiu hoje o nível mais elevado de sempre. A culpa é da Grécia, com a crise nas finanças públicas helénicas a contagiar outros países, sobretudo Portugal.
O “credit default swap” da dívida grega a 10 anos está hoje a subir 48 pontos base para 373 pontos base, o nível mais elevado de sempre desde que são transaccionados estes títulos que os investidores utilizam para se protegerem do incumprimento.
O mercado está hoje ainda mais apreensivo com as contas públicas da Grécia, um receio que foi acentuado depois da Comissão Europeia ter emitido um comunicado onde comenta a debilidade do Governo no combate ao défice.
“No caso da Grécia, o Conselho de Ministros das Finanças [Ecofin] concorda que o país não tomou medidas suficientes para corrigir o défice em 2010, tal como acordado no início de 2009. A Comissão vai propor acelerar o processo, com uma recomendação [ao país], tal como foi assinalado recentemente pelo comissário Almunia”.
Com um défice de 12,7% do PIB em 2009, a Grécia parece cada vez mais incapaz de convencer os investidores de que será capaz de reduzir o défice para 3% do PIB até 2013.
O mercado teme um risco de contágio aos outros países da Zona Euro. O que se reflecte nos CDS dos restantes países que utilizam o euro.
O CDS de Portugal sobe 18,5 pontos base para 149 pontos base (perto de recorde), o da Espanha avança 17 pontos base para 127 e o de Itália sobe 10 pontos base para 114, de acordo com a Bloomberg, que cita dados da CMA.
A subida está a ocorrer em todos os países da Zona Euro, levando o índice da Markit que reúne os CDS dos 15 países que utilizam o euro para um máximo histórico de 87,25 pontos base. Quer isto dizer que o custo para um investidor se proteger do incumprimento terá que pagar 87.250 dólares por um total de 10 mil milhões de dólares de dívida a cinco anos.
“Quem lhes vai emprestar dinheiro da próxima vez e a que preço”, questiona um analista à Bloomberg, acrescentando que “o que está a acontecer é muito negativo e pode levar-nos a um ciclo vicioso”.
A Grécia concluiu esta semana uma emissão de 8 mil milhões de euros em obrigações a cinco anos. Hoje os preços estão em forte queda, levando a “yield” para o valor mais elevado em 11 anos.
A rentabilidade das obrigações a 10 anos da Grécia está hoje a subir 44 pontos base para 6,68%, o juro mais elevado desde 1999, ano da introdução do euro. O “spread” face à dívida alemã atingiu um recorde desde 1998 nos 350 pontos base.
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O “credit default swap” da dívida grega a 10 anos está hoje a subir 48 pontos base para 373 pontos base, o nível mais elevado de sempre desde que são transaccionados estes títulos que os investidores utilizam para se protegerem do incumprimento.
O mercado está hoje ainda mais apreensivo com as contas públicas da Grécia, um receio que foi acentuado depois da Comissão Europeia ter emitido um comunicado onde comenta a debilidade do Governo no combate ao défice.
“No caso da Grécia, o Conselho de Ministros das Finanças [Ecofin] concorda que o país não tomou medidas suficientes para corrigir o défice em 2010, tal como acordado no início de 2009. A Comissão vai propor acelerar o processo, com uma recomendação [ao país], tal como foi assinalado recentemente pelo comissário Almunia”.
Com um défice de 12,7% do PIB em 2009, a Grécia parece cada vez mais incapaz de convencer os investidores de que será capaz de reduzir o défice para 3% do PIB até 2013.
O mercado teme um risco de contágio aos outros países da Zona Euro. O que se reflecte nos CDS dos restantes países que utilizam o euro.
O CDS de Portugal sobe 18,5 pontos base para 149 pontos base (perto de recorde), o da Espanha avança 17 pontos base para 127 e o de Itália sobe 10 pontos base para 114, de acordo com a Bloomberg, que cita dados da CMA.
A subida está a ocorrer em todos os países da Zona Euro, levando o índice da Markit que reúne os CDS dos 15 países que utilizam o euro para um máximo histórico de 87,25 pontos base. Quer isto dizer que o custo para um investidor se proteger do incumprimento terá que pagar 87.250 dólares por um total de 10 mil milhões de dólares de dívida a cinco anos.
“Quem lhes vai emprestar dinheiro da próxima vez e a que preço”, questiona um analista à Bloomberg, acrescentando que “o que está a acontecer é muito negativo e pode levar-nos a um ciclo vicioso”.
A Grécia concluiu esta semana uma emissão de 8 mil milhões de euros em obrigações a cinco anos. Hoje os preços estão em forte queda, levando a “yield” para o valor mais elevado em 11 anos.
A rentabilidade das obrigações a 10 anos da Grécia está hoje a subir 44 pontos base para 6,68%, o juro mais elevado desde 1999, ano da introdução do euro. O “spread” face à dívida alemã atingiu um recorde desde 1998 nos 350 pontos base.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Brasil se compromete a dar US$ 230 milhões ao Haiti
O Brasil está disposto a dar mais de US$ 230 milhões em ajuda ao Haiti, mas a reconstrução do país deve ser feita pelo próprio governo haitiano, disse nesta segunda-feira o chanceler Celso Amorim.
"Não temos que perder de vista que o centro de todo o esforço de reconstrução é um governo haitiano com capacidade para governar", disse Amorim em uma coletiva de imprensa em Montreal.
Os "países amigos" do Haiti iniciaram nesta segunda-feira uma conferência na cidade canadense para definir um plano de reconstrução do país caribenho, o mais pobre do continente, devastado por um terremoto no dia 12 de janeiro.
Segundo o chanceler, o total de ajuda prometida pelo Brasil é de cerca de US$ 230 milhões, incluindo a militar enviada para a missão da ONU, além de US$ 15 milhões de fundos de emergência.
Amorim, chanceler do país que envia mais soldados para a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), disse que a estratégia geral de uma reconstrução haitiana deve ser "fazer mais e melhor".
"Não é questão de fazer tudo diferente", insistiu. "São projetos que funcionam a longo prazo como, por exemplo o reflorestamento que o Brasil está desenvolvendo. São planos que levam anos".
Soldados
O Brasil disse estar disposto a aumentar de 1.300 para 2.600 seu número de soldados no Haiti, após a recente decisão da ONU de aumentar para 12.650 os efetivo da Minustah.
"A Minustah não deve ter uma presença ofensiva como se fosse uma força de ocupação", falou o chanceler.
Ele negou que os soldados enviados pelos Estados Unidos após o terremoto tenham criado problemas no território. "Falei muito com os comandantes brasileiros (no Haiti) e nenhum deles se queixou (...). Os Estados Unidos estão ajudando e cada grupo tem seu papel", explicou.
Cuba, Venezuela e Nicarágua acusaram os Estados Unidos de enviarem 20 mil soldados para o Haiti com o objetivo de tirar proveito da situação humanitária no país e aumentar sua presença militar na área.
Além de Celso Amorim, estão presentes na reunião de Montreal o primeiro-ministro haitiano, Jean Max Bellerive, a secretária de estado americana, Hillary Clinton, o chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner, e representantes da Argentina, Chile, Costa Rica, Espanha, Japão, México, Peru e Uruguai.
Fonte: eBand
"Não temos que perder de vista que o centro de todo o esforço de reconstrução é um governo haitiano com capacidade para governar", disse Amorim em uma coletiva de imprensa em Montreal.
Os "países amigos" do Haiti iniciaram nesta segunda-feira uma conferência na cidade canadense para definir um plano de reconstrução do país caribenho, o mais pobre do continente, devastado por um terremoto no dia 12 de janeiro.
Segundo o chanceler, o total de ajuda prometida pelo Brasil é de cerca de US$ 230 milhões, incluindo a militar enviada para a missão da ONU, além de US$ 15 milhões de fundos de emergência.
Amorim, chanceler do país que envia mais soldados para a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), disse que a estratégia geral de uma reconstrução haitiana deve ser "fazer mais e melhor".
"Não é questão de fazer tudo diferente", insistiu. "São projetos que funcionam a longo prazo como, por exemplo o reflorestamento que o Brasil está desenvolvendo. São planos que levam anos".
Soldados
O Brasil disse estar disposto a aumentar de 1.300 para 2.600 seu número de soldados no Haiti, após a recente decisão da ONU de aumentar para 12.650 os efetivo da Minustah.
"A Minustah não deve ter uma presença ofensiva como se fosse uma força de ocupação", falou o chanceler.
Ele negou que os soldados enviados pelos Estados Unidos após o terremoto tenham criado problemas no território. "Falei muito com os comandantes brasileiros (no Haiti) e nenhum deles se queixou (...). Os Estados Unidos estão ajudando e cada grupo tem seu papel", explicou.
Cuba, Venezuela e Nicarágua acusaram os Estados Unidos de enviarem 20 mil soldados para o Haiti com o objetivo de tirar proveito da situação humanitária no país e aumentar sua presença militar na área.
Além de Celso Amorim, estão presentes na reunião de Montreal o primeiro-ministro haitiano, Jean Max Bellerive, a secretária de estado americana, Hillary Clinton, o chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner, e representantes da Argentina, Chile, Costa Rica, Espanha, Japão, México, Peru e Uruguai.
Fonte: eBand
Jornalista morre após fazer lipoaspiração em Brasília
A jornalista Lanusse Martins, de 27 anos, morreu na tarde de ontem em uma clínica particular na Asa Sul, em Brasília, após realizar uma cirurgia de lipoaspiração, segundo informações da TV Justiça, canal em que trabalhava como repórter havia cerca de três anos. Ainda não há informações sobre o que teria causado a morte da jornalista, que deixa um filho de 6 anos. O velório será às 10 horas na Capela 1 do Cemitério Campo da Esperança.
Fonte: G1
Fonte: G1
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