A estatal brasileira Petrobras está em negociações para comprar uma posição nos blocos "offshore" de exploração de petróleo em Portugal à Tullow Oil.
A notícia está a ser avançada pelo “The Wall Street Journal”, que cita a Agência Estado. O CEO da Petrobras, José Fernando de Freitas, declarou que a decisão final sobre um acordo deverá ser tomada em Março.
A Petrobras quer comprar a participação de 50% da Tullow no Alentejo, referiu Fernando de Freitas, citado pela Estado.
A ideia é obter sinergias com as actuais actividades de exploração da Petrobras em Portugal, que está a prospeccionar na bacia de Peniche com a Partex e a Galp Energia. “Convenientemente, a Partex e a Galp são também parceiras da Tullow na exploração no Alentejo”, salienta o “WSJ”.
“Os parceiros são os mesmos com os quais colaboramos na Bacia de Peniche”, afirmou o CEO da petrolífera brasileira. “Tratam-se de empresas com as quais temos experiência de colaboração na perfuração no Brasil”, acrescentou.
Fernando de Freitas disse ainda que as regiões das bacias de Peniche e do Alentejo são de “elevado risco e forte potencial”, refere o “WSJ”.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Península Ibérica recebe primeiro centro Microsoft para I&D na saúde
Espanha é o país escolhido pela Microsoft para acolher o seu primeiro centro mundial de inovação em tecnologias da saúde. Na imprensa do país vizinho é notícia a assinatura do acordo entre o responsável do governo regional de Valência e a Microsoft, na semana passada nos Estados Unidos. Por definir está ainda a localização concreta do centro, com várias cidades na lista de candidatas.
Segundo a Microsoft, citada na imprensa espanhola, o centro mundial de inovação para tecnologias na área da saúde "pretende desenvolver as bases para a medicina do século XXII".
A Microsoft garante querer fazer da estrutura - que ocupará uma área de 300 metros quadrados e empregará 10 pessoas, numa fase inicial - uma referência a nível mundial. Os responsáveis do Governo regional acrescentam que será uma oportunidade para as empresas da regiões atraírem novos investimentos.
A criação de pequenos centros de inovação em parceria com entidades governamentais é uma estratégia da Microsoft que usa as estruturas para desenvolver tecnologia, que será depois comercializada por outras empresas.
Entre centros em desenvolvimento e projectados estão a caminho 10 novos centros com estas características, em vários mercados, refere o El País.
Fonte: TeK
Segundo a Microsoft, citada na imprensa espanhola, o centro mundial de inovação para tecnologias na área da saúde "pretende desenvolver as bases para a medicina do século XXII".
A Microsoft garante querer fazer da estrutura - que ocupará uma área de 300 metros quadrados e empregará 10 pessoas, numa fase inicial - uma referência a nível mundial. Os responsáveis do Governo regional acrescentam que será uma oportunidade para as empresas da regiões atraírem novos investimentos.
A criação de pequenos centros de inovação em parceria com entidades governamentais é uma estratégia da Microsoft que usa as estruturas para desenvolver tecnologia, que será depois comercializada por outras empresas.
Entre centros em desenvolvimento e projectados estão a caminho 10 novos centros com estas características, em vários mercados, refere o El País.
Fonte: TeK
Brasil está entre os países mais vulneráveis a ciberataques
Uma pesquisa mundial com 600 executivos de segurança de TI que trabalham em empresas de infraestruturas críticas mostrou que mais da metade (54%) já sofreu ataques de grande escala ou infiltrações clandestinas de grupos de crime organizado, terroristas ou de nações. O custo médio estimado por inatividade associado a um incidente de grandes proporções é de US$ 6,3 milhões por dia. O levantamento foi apresentado hoje pela McAfee, na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, que acontece em Davos, na Suíça.
No Brasil, país citado no relatório como um dos mais vulneráveis, quase 60% dos participantes acreditam que governos estrangeiros estiveram envolvidos em ataques cibernéticos contra infraestruturas críticas locais, como redes de transmissão de energia elétrica, refinarias de petróleo e gás, empresas de telecomunicações e redes de transporte. Na pesquisa, o país apresenta taxas de 40% a 49% de adoção de medidas de segurança, embora apenas 20% relate a proibição de pen drives USB e de outras mídias do gênero. A pesquisa também evidencia que os brasileiros consideram as leis nacionais inadequadas para identificar e punir crimes cibernéticos.
P relatório "Sob fogo cruzado: infraestruturas críticas na era da ciberguerra", encomendado pela McAfee e de autoria do Center for Strategic and International Studies (CSIS), também revelou que o risco de ciberataques está aumentando. Apesar do crescente volume de leis e regulamentações, mais de um terço dos executivos de TI (37%) declarou que a vulnerabilidade de seu setor ficou maior no decorrer dos últimos 12 meses, enquanto 40% esperam um incidente grave de segurança em seu setor durante este ano. Apenas 20% acham que seu setor está a salvo de ciberataques graves no decorrer dos próximos cinco anos.
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No Brasil, país citado no relatório como um dos mais vulneráveis, quase 60% dos participantes acreditam que governos estrangeiros estiveram envolvidos em ataques cibernéticos contra infraestruturas críticas locais, como redes de transmissão de energia elétrica, refinarias de petróleo e gás, empresas de telecomunicações e redes de transporte. Na pesquisa, o país apresenta taxas de 40% a 49% de adoção de medidas de segurança, embora apenas 20% relate a proibição de pen drives USB e de outras mídias do gênero. A pesquisa também evidencia que os brasileiros consideram as leis nacionais inadequadas para identificar e punir crimes cibernéticos.
P relatório "Sob fogo cruzado: infraestruturas críticas na era da ciberguerra", encomendado pela McAfee e de autoria do Center for Strategic and International Studies (CSIS), também revelou que o risco de ciberataques está aumentando. Apesar do crescente volume de leis e regulamentações, mais de um terço dos executivos de TI (37%) declarou que a vulnerabilidade de seu setor ficou maior no decorrer dos últimos 12 meses, enquanto 40% esperam um incidente grave de segurança em seu setor durante este ano. Apenas 20% acham que seu setor está a salvo de ciberataques graves no decorrer dos próximos cinco anos.
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Bolsas perdem mais de 1% pressionadas pelas tecnológicas
As bolsas norte-americanas desvalorizaram mais de 1% pressionadas essencialmente pelo sector tecnológico, penalizado pelo facto da Qualcomm ter revisto em baixa estimativas de vendas e um dia depois do lançamento de ontem do novo “tablet PC” da Apple. O Dow Jones depreciou 1,13%, o Nasdaq perdeu 1,91% e o S&P 500 escorregou 1,18%.
A Qualcomm afundou 14% depois do presidente executivo, Paul Jacobs ter revisto em baixa estimativas de vendas para este ano devido a um abrandamento da recuperação económica.
Já a Apple cai 4,13% para os 199,29 dólares no dia em que Fujitsu, depois do lançamento de ontem do novo “tablet PC” da Apple, veio dizer que já havia registado o nome “iPad” em 2003. A tecnológica anula, assim, os ganhos registados na sessão de ontem.
Fonte: Jornal de Negócios
A Qualcomm afundou 14% depois do presidente executivo, Paul Jacobs ter revisto em baixa estimativas de vendas para este ano devido a um abrandamento da recuperação económica.
Já a Apple cai 4,13% para os 199,29 dólares no dia em que Fujitsu, depois do lançamento de ontem do novo “tablet PC” da Apple, veio dizer que já havia registado o nome “iPad” em 2003. A tecnológica anula, assim, os ganhos registados na sessão de ontem.
Fonte: Jornal de Negócios
Cameron Douglas condenado a dez anos de prisão
Cameron, de 31 anos, já estava em prisão preventiva há vários meses, desde que foi detido pela polícia à saída de um hotel em Nova Iorque na posse de cinco quilos de cocaína, 500 gramas de metanfetaminas e uma quantidade não divulgada de heroína.
De acordo com as alegações da acusação, as drogas foram recepcionadas por Cameron na Califórnia e destinavam-se ao mercado de Nova Iorque, um esquema de transporte de estupefacientes em que o filho de Michael Douglas andava envolvido há alguns anos.
Desconhece-se em que prisão Cameron Douglas vai agora cumprir a pena, a terceira a que já foi condenado.
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Irão executa dois activistas
O Governo do Irão anunciou esta quinta-feira a execução de dois presos durante os protestos políticos de Junho do ano passado, no rescaldo da reeleição presidencial de Mahmud Ahmadinejad.
"Após os confrontos e eventos anti-revolucionários dos últimos meses, um tribunal islâmico revolucionário considerou que os casos de alguns acusados e determinou a sentença de morte para 11 deles", informa a agência de notícias iraniana Isna.
"As sentenças contra dois destes indivíduos foram cumpridas ao amanhecer e os acusados foram enforcados", acrescenta a mesma agência.
Mohammad Reza Ali-Zamani e Arash Rahmanipour perderam os recursos que tinham apresentado contra a decisão. Os restantes nove condenados aguardam ainda pela reavaliação dos seus processos.
Para condenar os dois activistas, o governo iraniano acusou-se de serem "inimigos de Deus" e de pertencerem a grupos armados.
Nasrin Sotoudeh, advogada de Rahmanipour, de 19 anos, afirmou que o seu cliente "confessou (os crimes) por causa de ameaças feitas à sua família".
As execuções dos dois activistas já foram condenadas pela Amnistia Internacional, que considerou que "os dois homens foram condenados injustamente e injustamente mortos". A mesma organização de defesa dos direitos humanos considerou que as "execuções chocantes mostram que as autoridades iranianas não vão parar diante de nada para reprimir os protestos pacíficos que ocorrem desde as eleições".
Desde as eleições de Junho, pelo menos 30 manifestantes já foram mortos em confrontos, mas a Oposição afirma que o número ultrapassa os 70. Milhares de pessoas foram detidas na sequência dos confrontos, dos quais 200 continuam presos.
Fonte: CM
"Após os confrontos e eventos anti-revolucionários dos últimos meses, um tribunal islâmico revolucionário considerou que os casos de alguns acusados e determinou a sentença de morte para 11 deles", informa a agência de notícias iraniana Isna.
"As sentenças contra dois destes indivíduos foram cumpridas ao amanhecer e os acusados foram enforcados", acrescenta a mesma agência.
Mohammad Reza Ali-Zamani e Arash Rahmanipour perderam os recursos que tinham apresentado contra a decisão. Os restantes nove condenados aguardam ainda pela reavaliação dos seus processos.
Para condenar os dois activistas, o governo iraniano acusou-se de serem "inimigos de Deus" e de pertencerem a grupos armados.
Nasrin Sotoudeh, advogada de Rahmanipour, de 19 anos, afirmou que o seu cliente "confessou (os crimes) por causa de ameaças feitas à sua família".
As execuções dos dois activistas já foram condenadas pela Amnistia Internacional, que considerou que "os dois homens foram condenados injustamente e injustamente mortos". A mesma organização de defesa dos direitos humanos considerou que as "execuções chocantes mostram que as autoridades iranianas não vão parar diante de nada para reprimir os protestos pacíficos que ocorrem desde as eleições".
Desde as eleições de Junho, pelo menos 30 manifestantes já foram mortos em confrontos, mas a Oposição afirma que o número ultrapassa os 70. Milhares de pessoas foram detidas na sequência dos confrontos, dos quais 200 continuam presos.
Fonte: CM
Homicida confessa que matou filha
"A menina deitou-se de barriga para baixo no sofá, eu inclinei-me e puxei as pontas do cinto para o lado". Foi desta forma que João Cerqueira Pinto confessou hoje de manhã, no Tribunal de Matosinhos, ter estrangulado a filha Maria João a 28 de Maio do ano passado. O homem, de 46 anos, afirma no entanto não saber por que o fez e garante que a morte não foi premeditada.
'Não tinha pensado nisso antes. Estava com ela no sofá e aquilo passou-me pela cabeça. Queria parar de puxar mas não conseguia', explicou o homicida.
João recordou ainda que ao puxar o cinto do roupão a menina 'agitou os braços e as pernas.
'Não sei o que me deu. Eu gostava muito dela. Ia suicidar-me e não a queria deixar sozinha', disse João.
Dentro da sala de audiências, as irmãs gémeas de Maria João e uma tia assistiram emocionadas e sem conseguir conter as lágrimas a todo o discurso do homem.
Na primeira sessão de julgamento foram ainda ouvidos um agente da PSP e dois elementos da PJ que estiveram no local do crime.
No próximo dia 4 será ouvida Maria Rosa, mãe da menina.
Fonte: CM
'Não tinha pensado nisso antes. Estava com ela no sofá e aquilo passou-me pela cabeça. Queria parar de puxar mas não conseguia', explicou o homicida.
João recordou ainda que ao puxar o cinto do roupão a menina 'agitou os braços e as pernas.
'Não sei o que me deu. Eu gostava muito dela. Ia suicidar-me e não a queria deixar sozinha', disse João.
Dentro da sala de audiências, as irmãs gémeas de Maria João e uma tia assistiram emocionadas e sem conseguir conter as lágrimas a todo o discurso do homem.
Na primeira sessão de julgamento foram ainda ouvidos um agente da PSP e dois elementos da PJ que estiveram no local do crime.
No próximo dia 4 será ouvida Maria Rosa, mãe da menina.
Fonte: CM
Parlamento aprova Dia de Memória do Holocausto
Para «não deixar esquecer uma tragédia sem dimensão» e «a opressão contra os judeus e as minorias»
A Assembleia da República aprovou por unanimidade a instituição do dia 27 de Janeiro como o Dia de Memória do Holocausto para «não deixar esquecer uma tragédia sem dimensão» e «a opressão contra os judeus e as minorias».
A iniciativa, subscrita por todos os partidos com representação parlamentar, mereceu também o apoio do Governo, pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.
Lacão apontou o Holocausto como um acontecimento da História contemporânea que merece «um convicto e determinado nunca mais».
«Recordar o Holocausto é algo a que as sociedades actuais não se podem furtar», para que não se esqueçam os «fenómenos de intolerância, racismo, homofobia e xenofobia» que «recrudescem em vários pontos do mundo», afirmou o ministro dos Assuntos Parlamentares.
«A luta da liberdade contra a tirania é também a luta da memória contra o esquecimento», referiu.
O deputado do CDS-PP João Rebelo salientou a «tragédia sem dimensão» do Holocausto e manifestou o desejo de que os campos de concentração nazis «não possam encontrar o esquecimento da História».
Pelo PS, a deputada Rosas Albernaz apontou este acontecimento como «um período de trevas» que «atingiu as dimensões da loucura» e defendeu que a consagração deste dia «honra os princípios humanistas e progressistas em que se fundou o Portugal democrático».
Já Luís Campos Ferreira, do PSD, disse que este Dia de Memória do Holocausto é um «combate ao branqueamento e ao silêncio» e «um grito intemporal» para que a História não se repita.
O BE considerou o Holocausto «uma vergonha para a condição humana» e o «grotesco resultado das teses segundo as quais há pessoas supérfluas».
«O direito a ter direitos é a expressão da dignidade intrínseca de todos e de todas, independentemente da raça, do sexo, da orientação política, da religião», afirmou o líder parlamentar José Manuel Pureza.
O deputado do PEV José Luís Ferreira sublinhou que os partidos devem ter um papel de «responsabilidade de estarem atentos aos fenómenos do racismo e da xenofobia».
Finalmente, o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, criticou «as atrocidades do nazi-fascismo» na «opressão contra o povo judeu e as minorias».
Visite a fonte da informação aqui
A Assembleia da República aprovou por unanimidade a instituição do dia 27 de Janeiro como o Dia de Memória do Holocausto para «não deixar esquecer uma tragédia sem dimensão» e «a opressão contra os judeus e as minorias».
A iniciativa, subscrita por todos os partidos com representação parlamentar, mereceu também o apoio do Governo, pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.
Lacão apontou o Holocausto como um acontecimento da História contemporânea que merece «um convicto e determinado nunca mais».
«Recordar o Holocausto é algo a que as sociedades actuais não se podem furtar», para que não se esqueçam os «fenómenos de intolerância, racismo, homofobia e xenofobia» que «recrudescem em vários pontos do mundo», afirmou o ministro dos Assuntos Parlamentares.
«A luta da liberdade contra a tirania é também a luta da memória contra o esquecimento», referiu.
O deputado do CDS-PP João Rebelo salientou a «tragédia sem dimensão» do Holocausto e manifestou o desejo de que os campos de concentração nazis «não possam encontrar o esquecimento da História».
Pelo PS, a deputada Rosas Albernaz apontou este acontecimento como «um período de trevas» que «atingiu as dimensões da loucura» e defendeu que a consagração deste dia «honra os princípios humanistas e progressistas em que se fundou o Portugal democrático».
Já Luís Campos Ferreira, do PSD, disse que este Dia de Memória do Holocausto é um «combate ao branqueamento e ao silêncio» e «um grito intemporal» para que a História não se repita.
O BE considerou o Holocausto «uma vergonha para a condição humana» e o «grotesco resultado das teses segundo as quais há pessoas supérfluas».
«O direito a ter direitos é a expressão da dignidade intrínseca de todos e de todas, independentemente da raça, do sexo, da orientação política, da religião», afirmou o líder parlamentar José Manuel Pureza.
O deputado do PEV José Luís Ferreira sublinhou que os partidos devem ter um papel de «responsabilidade de estarem atentos aos fenómenos do racismo e da xenofobia».
Finalmente, o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, criticou «as atrocidades do nazi-fascismo» na «opressão contra o povo judeu e as minorias».
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Portugal entrega PEC em Bruxelas dentro de duas semanas
Portugal vai entregar o Programa de Estabilidade e Crescimento, com a definição da política orçamental para os próximos quatro anos, dentro de duas semanas, anunciou o ministro das Finanças.
Neste documento, que as agências de notação financeira vão avaliar para determinar se cortam o “rating” de Portugal, o Governo irá definir a política orçamental para os próximos anos e dizer a Bruxelas como vai reduzir o défice para 3% do PIB em 2013, contra os 9,3% do PIB em 2009.
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Neste documento, que as agências de notação financeira vão avaliar para determinar se cortam o “rating” de Portugal, o Governo irá definir a política orçamental para os próximos anos e dizer a Bruxelas como vai reduzir o défice para 3% do PIB em 2013, contra os 9,3% do PIB em 2009.
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Ministro das Finanças russo: Economia mundial pode voltar a mergulhar numa recessão
A economia mundial não está a salvo de mergulhar numa segunda recessão, porque os bancos das economias avançadas poderão ter de limpar dos seus balanços mais 1,5 biliões de dólares (cerca de 1,1 biliões de euros). A advertência foi feita esta tarde pelo ministro russo das Finanças, Alexei Kudrin, durante o Fórum Económico Mundial que decorre em Davos.
“Não é de excluir uma segunda vaga de crise”, avisou, acrescentando que mesmo os países onde o crescimento aparentemente já regressou com os dois pés, como é o caso da China, Índia e Brasil, estão ameaçados de “bolhas especulativas” que podem explodir logo que as taxas de juro nos Estados Unidos e na Europa voltem a subir.
Quanto ao seu país, Kudrin admitiu estar igualmente apreensivo, na medida em que depende largamento da evolução do contexto internacional e dos preços do petróleo e do gás, dos quais é um dos principais exportadores mundiais.
“Estamos muito dependentes do exterior. Se a Reserva Federal norte-americana subir as taxas de juro muito rapidamente, podemos também assistir a uma nova fuga de capitais”.
A economia russa terá sido das mais castigadas pela recessão. O seu PIB, segundo os mais recentes cálculos do FMI, afundou 9% em 2009, depois de ter crescido 5,6% em 2008. Para este ano, o Fundo prevê o regresso do crescimento a taxas na ordem dos 4%.
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“Não é de excluir uma segunda vaga de crise”, avisou, acrescentando que mesmo os países onde o crescimento aparentemente já regressou com os dois pés, como é o caso da China, Índia e Brasil, estão ameaçados de “bolhas especulativas” que podem explodir logo que as taxas de juro nos Estados Unidos e na Europa voltem a subir.
Quanto ao seu país, Kudrin admitiu estar igualmente apreensivo, na medida em que depende largamento da evolução do contexto internacional e dos preços do petróleo e do gás, dos quais é um dos principais exportadores mundiais.
“Estamos muito dependentes do exterior. Se a Reserva Federal norte-americana subir as taxas de juro muito rapidamente, podemos também assistir a uma nova fuga de capitais”.
A economia russa terá sido das mais castigadas pela recessão. O seu PIB, segundo os mais recentes cálculos do FMI, afundou 9% em 2009, depois de ter crescido 5,6% em 2008. Para este ano, o Fundo prevê o regresso do crescimento a taxas na ordem dos 4%.
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