A PT inaugurou esta sexta-feira, no Funchal, um novo centro de atendimento. As instalações dispõem actualmente de 72 postos de trabalho, mas o número poderá crescer para 200 até ao final do ano.
A funcionar desde Novembro de 2009, o novo centro destina-se a assegurar welcome calls, agendamento e reagendamento de serviços MEO, refere a operadora num comunicado enviado à imprensa.
Segundo declarações do presidente da Portugal Telecom, o arquipélago da Madeira será uma região para continuar a investir. "Vamos continuar a reforçar a nossa aposta no arquipélago (...) e, acima de tudo, vamos manter-nos fiéis àquilo que é o nosso desígnio estratégico da empresa, que é continuar a crescer", disse à agência Lusa.
A PT tem actualmente 22 call centers distribuídos por todo o país, com especial enfoque nas zonas do interior. A estratégia de descentralização da empresa tem-se traduzido no aumento das posições de atendimento fora dos grandes centros urbanos, mas também na criação de postos de trabalho.
Em 2005, 33 por cento dos colaboradores nestes centros de atendimento estavam fora dos grandes centros urbanos, quando actualmente esse número já se situa nos 53 por cento, salienta-se na nota de imprensa.
Fonte: TeK
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
PT inaugura novo call center na Madeira
Vendas de smartphones disparam 39% no último trimestre de 2009
Entre Outubro e Dezembro do ano passado foram vendidos em todo o mundo 54,5 milhões de telemóveis inteligentes. O número representa um crescimento de 39 por cento face ao mesmo período do ano anterior, segundo a IDC.
A Nokia mantém a liderança do mercado (com uma quota de 38,2 por cento) e a RIM, fabricante do Blackberry, segue no rasto (com 20 por cento) mas a Apple torna-se uma ameaça cada vez mais séria a estes actores mais tradicionais. Nos últimos três meses do ano a empresa aumentou as vendas do iPhone em 98 por cento, face ao período homólogo, passando a deter uma quota de 16 por cento nas vendas globais de smartphones.
De acordo com a empresa de estudos de mercado o sucesso dos telefones inteligentes neste último trimestre do ano deveu-se em grande parte à descida dos preços dos equipamentos, que acabou por aumentar a preferência dos utilizadores por este tipo de dispositivos.
Outro aspecto destacado é a consolidação de um conjunto de novas opções de software, ao nível dos sistemas operativos e das funcionalidades dos equipamentos, que tornam as ofertas mais apelativa. É sublinhada a importância do Android da Google na dinamização do mercado ou do novo Palm WebOS.
A tendência positiva que fechou o ano no segmento de smartphones, e que já se tinha evidenciado ao longo de todo o ano de 2009 tem, na perspectiva da consultora, condições para se estender a 2010, sobretudo tendo em conta alguns lançamentos agendados, como a chegada do novo Windows Mobile ou de uma nova versão do Symbian.
Ao longo de todo o ano passado foram vendidos 174 milhões de smartphones, mais 15 por cento que no ano anterior, permitindo aumentar a quota do segmento na totalidade do mercado móvel, de 12,7 por cento para 15 por cento.
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A Nokia mantém a liderança do mercado (com uma quota de 38,2 por cento) e a RIM, fabricante do Blackberry, segue no rasto (com 20 por cento) mas a Apple torna-se uma ameaça cada vez mais séria a estes actores mais tradicionais. Nos últimos três meses do ano a empresa aumentou as vendas do iPhone em 98 por cento, face ao período homólogo, passando a deter uma quota de 16 por cento nas vendas globais de smartphones.
De acordo com a empresa de estudos de mercado o sucesso dos telefones inteligentes neste último trimestre do ano deveu-se em grande parte à descida dos preços dos equipamentos, que acabou por aumentar a preferência dos utilizadores por este tipo de dispositivos.
Outro aspecto destacado é a consolidação de um conjunto de novas opções de software, ao nível dos sistemas operativos e das funcionalidades dos equipamentos, que tornam as ofertas mais apelativa. É sublinhada a importância do Android da Google na dinamização do mercado ou do novo Palm WebOS.
A tendência positiva que fechou o ano no segmento de smartphones, e que já se tinha evidenciado ao longo de todo o ano de 2009 tem, na perspectiva da consultora, condições para se estender a 2010, sobretudo tendo em conta alguns lançamentos agendados, como a chegada do novo Windows Mobile ou de uma nova versão do Symbian.
Ao longo de todo o ano passado foram vendidos 174 milhões de smartphones, mais 15 por cento que no ano anterior, permitindo aumentar a quota do segmento na totalidade do mercado móvel, de 12,7 por cento para 15 por cento.
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CEO do JP Morgan recebe bónus de 17 milhões de dólares
Jamie Dimon, presidente executivo do JP Morgan, vai receber um bónus de 17 milhões de dólares, cerca de 12,3 milhões de euros, em acções restritas e em opções sobre acções.
Dimon (na foto) vai receber 8,5 milhões de acções restritas (acções que não podem ser vendidas sem um pré-aviso ao regulador do mercado, neste caso a SEC) e 563.562 opções sobre acções referentes ao bónus de 2009. Ao contrário do que aconteceu em 2007, desta vez Dimon não vai receber nenhum bónus em dinheiro.
Nesse ano, o CEO do JP Morgan recebeu um bónus de 27,8 milhões de dólares em dinheiro, acções e opções sobre acções.
No ano passado, o segundo maior banco dos Estados Unidos "reservou" 9,3 mil milhões de dólares para pagar remunerações e bónus aos colaboradores da unidade de banca de investimento.
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Dimon (na foto) vai receber 8,5 milhões de acções restritas (acções que não podem ser vendidas sem um pré-aviso ao regulador do mercado, neste caso a SEC) e 563.562 opções sobre acções referentes ao bónus de 2009. Ao contrário do que aconteceu em 2007, desta vez Dimon não vai receber nenhum bónus em dinheiro.
Nesse ano, o CEO do JP Morgan recebeu um bónus de 27,8 milhões de dólares em dinheiro, acções e opções sobre acções.
No ano passado, o segundo maior banco dos Estados Unidos "reservou" 9,3 mil milhões de dólares para pagar remunerações e bónus aos colaboradores da unidade de banca de investimento.
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Taxa de desemprego nos EUA surpreende com descida para 9,7% em Janeiro
Os EUA surpreenderam o mercado ao revelar uma queda da taxa de desemprego, em Janeiro, para 9,7%, o valor mais baixo desde Agosto. Ao mesmo tempo que a taxa de desemprego diminuiu, o número de postos de trabalho também caiu.
A taxa de desemprego recuou de 10%, em Dezembro, para 9,7% no mês anterior, de acordo com o Departamento do Trabalho. Os economistas consultados pela Bloomberg estimavam que a taxa se mantivesse nos 10%.
Já o número de postos de trabalho registaram uma queda de 22 mil, em Janeiro, uma descida que reflecte os problemas do sector da construção e a queda das contratações feitas pelas administrações locais, segundo a Bloomberg.
Os economistas estimavam uma redução de 15 mil postos de trabalho.
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A taxa de desemprego recuou de 10%, em Dezembro, para 9,7% no mês anterior, de acordo com o Departamento do Trabalho. Os economistas consultados pela Bloomberg estimavam que a taxa se mantivesse nos 10%.
Já o número de postos de trabalho registaram uma queda de 22 mil, em Janeiro, uma descida que reflecte os problemas do sector da construção e a queda das contratações feitas pelas administrações locais, segundo a Bloomberg.
Os economistas estimavam uma redução de 15 mil postos de trabalho.
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Preocupações com dívida portuguesa acalmam
Os investidores estão agora a demonstrar alguma calma, no que respeita à dívida pública portuguesa. Os CDS, seguros contra o incumprimento do país, que atingiram esta manhã máximos históricos estão agora a descer, bem como os juros das obrigações do Tesouro.
Os “credit default swaps” (CDS) da dívida pública portuguesa a 10 anos nesta altura a desce para 210,25 pontos base, depois de já terem estado a subir para máximos históricos.
As Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos também inverteram da tendência de subida, com as “yields” a descerem para 4,713%.
Já as obrigações da Grécia estão a aumentar. As “yields” das obrigações a 10 anos da Grécia estão a disparar nove pontos base para os 6,758%, enquanto os juros das obrigações da dívida espanhola estão estáveis nos 4,123%, anulando assim a subida registada esta manhã.
Os CDS de Espanha, instrumentos que permitem aos investidores protegerem-se contra incumprimento da dívida do emitente, também já estão a descer para 154,75 pontos base.
Nos últimos dias, os receios de derrapagem do défice português têm colocado as Obrigações do Tesouro sob pressão, com as “yields” a dispararem, enquanto o risco de crédito também tem aumentado.
O pessimismo dos investidores, devido aos receios quanto à dívida pública portuguesa está também a ter reflexo na negociação da bolsa de Lisboa. A praça portuguesa mantém a tendência negativa das últimas sessões e está a recuar mais de 2%, para o valor mais baixo desde Agosto.
Os mercados têm revelado um receio cada vez maior face à capacidade destes países controlarem as suas finanças públicas. Um receio que aumentou depois do comissário do euro, Joaquín Almunía, ter afirmado que os problemas da Grécia ocorrem também noutros países, como Portugal e Espanha.
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Os “credit default swaps” (CDS) da dívida pública portuguesa a 10 anos nesta altura a desce para 210,25 pontos base, depois de já terem estado a subir para máximos históricos.
As Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos também inverteram da tendência de subida, com as “yields” a descerem para 4,713%.
Já as obrigações da Grécia estão a aumentar. As “yields” das obrigações a 10 anos da Grécia estão a disparar nove pontos base para os 6,758%, enquanto os juros das obrigações da dívida espanhola estão estáveis nos 4,123%, anulando assim a subida registada esta manhã.
Os CDS de Espanha, instrumentos que permitem aos investidores protegerem-se contra incumprimento da dívida do emitente, também já estão a descer para 154,75 pontos base.
Nos últimos dias, os receios de derrapagem do défice português têm colocado as Obrigações do Tesouro sob pressão, com as “yields” a dispararem, enquanto o risco de crédito também tem aumentado.
O pessimismo dos investidores, devido aos receios quanto à dívida pública portuguesa está também a ter reflexo na negociação da bolsa de Lisboa. A praça portuguesa mantém a tendência negativa das últimas sessões e está a recuar mais de 2%, para o valor mais baixo desde Agosto.
Os mercados têm revelado um receio cada vez maior face à capacidade destes países controlarem as suas finanças públicas. Um receio que aumentou depois do comissário do euro, Joaquín Almunía, ter afirmado que os problemas da Grécia ocorrem também noutros países, como Portugal e Espanha.
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Sinais de retoma reforçam em Portugal ao contrário da Grécia
Portugal está a acompanhar a generalidade das economias europeias no reforço dos sinais que sugerem um fortalecimento da actividade económica. A Grécia é a excepção no panorama europeu, revelam os indicadores avançados hoje actualizados pela OCDE.
De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o indicador avançado para Portugal subiu em Dezembro pelo nono mês consecutivo e ultrapassou pela primeira vez, desde pelo menos há um ano, a barreira dos 100 pontos, que corresponde à média de longo prazo, apontando para o prosseguimento de uma trajectória de recuperação económica.
O indicador avançado da OCDE – que tenta antecipar como a economia evoluirá nos próximos seis meses, antecipando inversões prováveis do ciclo económico – subiu, no caso de Portugal, de 99,90 em Novembro para 100,92 em Dezembro (último mês para o qual há dados disponíveis). Em Dezembro de 2008, o indicador cifrava-se em 93,47 pontos.
A variação mensal do indicador perdeu, no entanto, alguma amplitude entre Novembro (mais 1,09) e Dezembro (mais 1,02), numa tendência seguida pela média dos países da Zona Euro.
Já em termos homólogos, a variação foi amplificada, com o indicador a subir 7,45 pontos face a Dezembro de 2008, quase duplicando a subida homóloga observada em Novembro (4,85).
Grécia derrapa
A grande excepção no panorama de melhoria das perspectivas de retoma verifica-se na Grécia, sendo este o único dos países europeus membros da OCDE onde se registou, em Dezembro – e pelo segundo mês consecutivo – um recuo do indicador avançado.
No caso grego, a actividade económica parece ter perdido “pulso”, com o indicador avançado a recuar de 98,70 em Novembro para 98,58 em Dezembro, depois de ter atingido 98,74 em Outubro.
Em Espanha e na Irlanda, os sinais de restabelecimento da actividade económica continuaram, por seu turno, a fortalecer-se, mas com variações mensais mais ténues (0,57 e 0,16, respectivamente) do que as observadas em Portugal e no conjunto da Zona Euro.
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De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o indicador avançado para Portugal subiu em Dezembro pelo nono mês consecutivo e ultrapassou pela primeira vez, desde pelo menos há um ano, a barreira dos 100 pontos, que corresponde à média de longo prazo, apontando para o prosseguimento de uma trajectória de recuperação económica.
O indicador avançado da OCDE – que tenta antecipar como a economia evoluirá nos próximos seis meses, antecipando inversões prováveis do ciclo económico – subiu, no caso de Portugal, de 99,90 em Novembro para 100,92 em Dezembro (último mês para o qual há dados disponíveis). Em Dezembro de 2008, o indicador cifrava-se em 93,47 pontos.
A variação mensal do indicador perdeu, no entanto, alguma amplitude entre Novembro (mais 1,09) e Dezembro (mais 1,02), numa tendência seguida pela média dos países da Zona Euro.
Já em termos homólogos, a variação foi amplificada, com o indicador a subir 7,45 pontos face a Dezembro de 2008, quase duplicando a subida homóloga observada em Novembro (4,85).
Grécia derrapa
A grande excepção no panorama de melhoria das perspectivas de retoma verifica-se na Grécia, sendo este o único dos países europeus membros da OCDE onde se registou, em Dezembro – e pelo segundo mês consecutivo – um recuo do indicador avançado.
No caso grego, a actividade económica parece ter perdido “pulso”, com o indicador avançado a recuar de 98,70 em Novembro para 98,58 em Dezembro, depois de ter atingido 98,74 em Outubro.
Em Espanha e na Irlanda, os sinais de restabelecimento da actividade económica continuaram, por seu turno, a fortalecer-se, mas com variações mensais mais ténues (0,57 e 0,16, respectivamente) do que as observadas em Portugal e no conjunto da Zona Euro.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
EUA/Sismo: Abalo de magnitude 6 a norte de São Francisco
Um forte sismo de magnitude 6 foi hoje sentido ao largo das costas californianas (Oeste dos Estados Unidos), numa região a 400 quilómetros a norte de São Francisco, informou o Instituto Geofísico Norte-Americano.
O epicentro do terramoto ocorreu no Oceano Pacífico, pouco depois do meio-dia, hora local (20:20 GMT), a 11 quilómetros de profundidade.
O abalo foi suficientemente forte para ser sentido pelos habitantes de São Francisco, a 440 quilómetros do epicentro.
Fonte: Jornal de Notícias
O epicentro do terramoto ocorreu no Oceano Pacífico, pouco depois do meio-dia, hora local (20:20 GMT), a 11 quilómetros de profundidade.
O abalo foi suficientemente forte para ser sentido pelos habitantes de São Francisco, a 440 quilómetros do epicentro.
Fonte: Jornal de Notícias
Nelson Mandela livre há 20 anos
O último Presidente do apartheid na África do Sul, Frederik de Klerk, foi lembrado, na terça-feira, 20 anos depois, de ter proferido o discurso histórico, no Parlamento, anunciando a libertação dos prisioneiros políticos, entre eles Nelson Mandela, e a legalização dos partidos que lutavam contra o regime de segregação racial.“Este discurso foi um marco na história da África do Sul. Para os sul-africanos brancos, ele marcou a vontade de acabar com séculos de humilhação e dissensões e abandonar a posição dominante que ocupavam há 300 anos”, declarou Dave Steward, director da Fundação FW (Frederik Willem) de Klerk.“Para os sul-africanos negros, os acontecimentos de Fevereiro de 1990, o discurso de FW e a libertação de Mandela anunciaram uma nova era de dignidade, de igualdade e de direitos políticos”, prosseguiu.Para marcar este aniversário, a Fundação organizou, na terça-feira, na Cidade do Cabo uma conferência intitulada “20 anos após o dia 2 de Fevereiro de 1990: olhar para trás, olhar para a frente”. Várias personalidades, entre elas o próprio De Klerk, deviam discursar.O último presidente branco da África do Sul pronunciou o famoso discurso no dia 2 de Fevereiro de 1990, cinco meses depois da sua eleição, num momento em que a tensão nos guetos estava no auge e a economia sofria as consequências das sanções internacionais.“Foi um gesto corajoso, para evitar que o país mergulhasse no caos”, disse Paul Graham, director do Instituto para a Democracia na África Austral. Nove dias depois do discurso, Nelson Mandela, o herói da luta contra o apartheid, saiu da prisão, depois de passar 27 anos atrás das grades.A libertação de Mandela surpreendeu muitos sul-africanos. “Sempre tive a certeza de que Mandela seria libertado um dia, mas não pensava que estaria vivo para ver isso”, declarou, à AFP, o ex-arcebispo da Cidade do Cabo e militante contra o regime de segregação racial Desmond Tutu.As negociações entre Mandela e De Klerk, iniciadas quando o primeiro ainda estava preso, levaram o país, então à beira da guerra civil, para a democracia.“Nelson Mandela foi um dos primeiros a dar-se conta da necessidade de uma solução pacífica e negociada”, disse De Klerk, 73 anos, à AFP.“Ele trouxe uma contribuição indispensável às negociações e à promoção da reconciliação nacional da nossa nova sociedade”, acrescentou o ex-militante do Partido Nacional, responsável pela criação do quadro legal do apartheid.Em 1993, os dois dirigentes receberam o Prémio Nobel da Paz. Um ano depois, Mandela foi eleito Presidente da África do Sul, tornando-se o primeiro chefe de Estado negro do país.“O duplo aniversário dá-nos a possibilidade de reflectir se conseguimos tirar proveito das oportunidades que nos foram oferecidas”, concluiu Graham.
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Euro desliza 1% para mínimos de 2009 e petróleo afunda mais de 5%
As fortes quedas que registaram nos mercados bolsistas reflectiram-se no sector das matérias-primas. O preço do petróleo está a cair mais de 5%. A influenciar o desempenho das matérias-primas está a subida do dólar face ao euro. A moeda da Zona Euro já atingiu o nível mais baixo dos últimos sete meses, negociando abaixo de 1,38 dólares.Neste momento, a moeda da Zona Euro recua 1,00% para os 1,3754 dólares, tendo já estado a negociar nos 1,3728 dólares – o nível mais baixo desde 22 de Maio do ano passado - penalizada pela situação das contas públicas de alguns países da região, em particular da Grécia e Portugal.A divisa acentuou as quedas após o presidente do Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que as previsões económicas da região são "incertas". A subida do dólar face ao euro acaba por penalizar a negociação das matérias-primas transaccionadas em dólares, como é o caso do petróleo. O preço do petróleo recua mais de 5% tanto em Londres, como em Nova Iorque. O West Texas Intermediate perde 5,04% para os 73,10 dólares, registando assim a maior queda desde 29 de Julho de 2009. O barril de Brent recua 5,04% para os 72,09 dólares, verificando a maior descida desde 20 de Abril de 2009.
Fonte: Jornal de Negócios
Fonte: Jornal de Negócios
Banco Japão usa exemplo da Grécia e Portugal para pressionar Governo
O Japão tem de olhar com atenção para o que está a acontecer nas finanças públicas da Grécia, nomeadamente no mercado da dívida, disse hoje um administração do Banco central nipónico, citado pela Bloomberg.
Os problemas financeiros sobre a qualidade do crédito da Grécia e de outros países como Portugal e Espanha "não podem ser encarados como uma casa a arder do outro do rio", disse Seiji Nakamura, num discurso feito em Fukuoka.
O mesmo responsável rejeitou ainda a ideia de que uma injecção adicional de liquidez poderia terminar o problema da deflação.
O Governo nipónico ainda não apresentou um plano para reduzir a dívida japonesa, depois da agência de notação financeira Standard & Poor's ter cortado o 'outlook' para o rating da dívida soberana, em Dezembro.
Os comentários de Nakamura tornam clara a tensão entre o banco central e o Governo japonês, e surgem como resposta ao repto do ministro das Finanças, que encorajou a instituição a ser "flexível" na guerra contra a descida dos preços.
"Os estrategas do banco central japonês sentem que têm de proclamar a sua independência", disse o economista-chefe da Calyon Securities, em Tóquio, citado pela Bloomberg, concluindo que "uma redução do défice orçamental não é muito prioritária na agenda política do Executivo".
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Os problemas financeiros sobre a qualidade do crédito da Grécia e de outros países como Portugal e Espanha "não podem ser encarados como uma casa a arder do outro do rio", disse Seiji Nakamura, num discurso feito em Fukuoka.
O mesmo responsável rejeitou ainda a ideia de que uma injecção adicional de liquidez poderia terminar o problema da deflação.
O Governo nipónico ainda não apresentou um plano para reduzir a dívida japonesa, depois da agência de notação financeira Standard & Poor's ter cortado o 'outlook' para o rating da dívida soberana, em Dezembro.
Os comentários de Nakamura tornam clara a tensão entre o banco central e o Governo japonês, e surgem como resposta ao repto do ministro das Finanças, que encorajou a instituição a ser "flexível" na guerra contra a descida dos preços.
"Os estrategas do banco central japonês sentem que têm de proclamar a sua independência", disse o economista-chefe da Calyon Securities, em Tóquio, citado pela Bloomberg, concluindo que "uma redução do défice orçamental não é muito prioritária na agenda política do Executivo".
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