terça-feira, 23 de março de 2010

Bill Gates e Toshiba se unem para criar reatores nucleares pessoais

Bill Gates se juntou à Toshiba e resolveu investir sua quantia infinita de dinheiro em uma tecnologia que deixa as pessoas com os cabelos em pé: reatores nucleares. E o objetivo deles é que tenhamos pequenos reatores capazes de alimentar nossas casas e automóveis. Assustador.

O objetivo de Gates, com sua empresa Terranova, é exatamente acabar com o estigma que temos hoje da energia nuclear como algo prejudicial ao ambiente e perigosa para os humanos. Para isso eles pretendem desenvolver um reator mais eficiente e seguro do que os que existem hoje.

O chamado reator de ondas seria capaz de gerar energia por 60 anos (a média hoje é de 4 a 5 anos somente) utilizando urânio empobrecido, o que permitiria a criação de pequenos reatores que poderiam ser utilizados nas casas das pessoas.

É uma visão empolgante para qualquer fã de ficção científica, mas mesmo com essa eficiência maior, com certeza esses reatores se tornariam um problema se adotados em larga escala (ou será que eu estou sendo só preconceituoso?).


Link: Toshiba and Bill Gates-backed TerraPower discussing small-scale nuclear reactors

43% dos portugueses já sofreu perturbações mentais

Quase 23 por cento dos portugueses tiveram uma doença mental nos 12 meses anteriores ao inquérito que deu origem ao primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, apresentado hoje e cujos resultados surpreenderam o responsável pelo documento.

Caldas de Almeida referiu ainda uma "prevalência altíssima" de quase 43 por cento de portugueses que sofreram de perturbações mentais ao longo da vida.

O mesmo responsável sublinhou que 33,6 por cento de perturbações graves não tiveram qualquer tratamento e que das acompanhadas, 38,9 por cento ocorreram em serviços especializados em Saúde Mental, enquanto 47,1 por cento foram acompanhadas em Medicina Geral.

"Estes dados têm implicações políticas. Têm de ser pensados e aprofundados", afirmou Caldas de Almeida, na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, onde decorreu a apresentação do estudo.

O também Coordenador Nacional das Doenças Mentais admitiu que estava à espera de uma percentagem alta, mas não de 23 por cento, um valor que coloca Portugal no topo entre os países europeus e próximo dos Estados Unidos (26,4 por cento).

Este estudo insere-se num consórcio internacional, que inclui a Organização Mundial de Saúde e a Universidade de Harvard, responsável pela realização de inquéritos semelhantes em diversos países, para comparação de resultados e desenvolvimento de um estudo genético internacional.


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Família Bin Laden procura um país que a acolha

Um dos filhos de Osama bin Laden, Omar, apelou hoje, terça-feira, através de um comunicado, a que países como o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos acolham uma vintena de membros da sua família que estão em residência vigiada no Irão desde 2001.

As autoridades iranianas libertaram nos últimos meses um dos seus irmãos e uma das suas irmãs, que partiram para a Síria, onde reside a sua mãe, que tem nacionalidade síria.

Omar, que assina o comunicado com a sua esposa, a britânica Zaina, afirma que "o governo iraniano não sabe para onde enviar as outras irmãs e os outros irmãos", qualificando-os de "vítimas inocentes".

"Pedimos a não importa qual país que nos ajude, seja oriental ou ocidental (...), pedimos nomeadamente aos Emirados e ao Qatar que os ajudem", especificam, referindo-se aos dois ricos países petrolíferos do Golfo.

O documento enumera os nomes de 23 pessoas residentes num complexo em Teerão onde a família está retida desde a sua fuga do Afeganistão em 2001, no seguimento dos atentados de 11 de setembro de 2001, reivindicados pela Al-Qaida.

O grupo inclui os filhos de Osama bin Laden, as suas esposas e as suas crianças, entre os quais alguns nascidos no Afeganistão ou, mais tarde, em Teerão.

Fonte: JN

Médico mata oito crianças na China

Um médico matou, com uma faca, oito crianças e feriu outras cinco numa escola primária da região sudeste da China. O ataque ocorreu, hoje, terça-feira, e o médico já foi preso.

O médico atacou as crianças no momento em que elas chegavam à escola e só parou quando foi interrompido pelos seguranças da escola, informa a agência oficial de notícias Xinhua.

Três crianças tiveram morte imediata e cinco faleceram já no hospital. As idades das vítimas não foram divulgadas, mas as escolas primárias na China costumam receber crianças de idade entre os seis e os 12 anos.

As cinco crianças feridas estão em situação grave.

Zheng Minsheng, de 41anos, trabalhava como médico numa clínica comunitária até ser demitido, em Junho do ano passado, segundo dados do porta-voz do Comité de Segurança Pública da cidade de Nanping, na Província de Fujian.

Segundo autoridades locais, Zheng sofre de transtornos psiquiátricos.

A China foi cenário de vários ataques contra escolas nos últimos anos, normalmente cometidos por desavenças pessoais ou pessoas com problemas psiquiátricos, o que tem levado a pedidos insistentes de melhor segurança nos estabelecimentos de ensino.


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Bolsas europeias impulsionadas pelo sector turístico e seguradoras

As bolsas europeias fecharam a subir, pela primeira vez em quatro dias, impulsionadas pelo sector de seguros e pelo sector turístico.

A Legal & General, a quarta maior seguradora do Reino Unido, subiu 4,8% depois de ter tido um resultado líquido, em 2009, de 863 milhões libras, superior às estimativas dos analistas.

No sector turístico, a Carnival Plc valorizou 2,1% depois de ter aumentado a sua previsão de lucro.

A exploradora de petróleo, Cairn Energy sobe para máximos de 21 anos, a valorizar 7,7%, depois da maior exploradora de petróleo na Índia ter anunciado que vai iniciar a perfuração no solo da Gronelândia e ter aumentado a sua previsão de saída do Rajasthan.

O Europe Stoxx apreciou 0,4% para os 261,03 dólares, impulsionado pelo optimismo de que a União Europeia vai ajudar a conter o défice da Grécia.

O espanhol IBEX e o holandês AEX, foram os índices que mais de se destacaram dos restantes índices europeus.

O IBEX avançou 1,24% para 1.0996,20 pontos, com o Banco Santander a valorizar 1,84% para 10,04 euros e a Telefónica a subir 0,85% para 17,75 euros.

O AEX apreciou 1,00% para 341,51 pontos com o ING Groep a ganhar 2,27% para 7,289 euros e a *Arcelormittal* a valorizar 1,74% para 31,55 euros.

O inglês FTSE progrediu 0,52% para 5673,63 pontos. O francês CAC avançou 0,63% para 3952,55 pontos. O DAX ganhou 0,50% para 6017,27 pontos.


Fonte: Jornal de Negócios

PT e Galp ajudam bolsa lisboeta a consolidar-se acima dos 8.000 pontos

A bolsa nacional encerrou em alta, a acompanhar a tendência do resto da Europa, estimulada sobretudo pela Portugal Telecom e pela Galp. A contribuir para travar os ganhos estiveram as duas empresas do universo EDP.

O PSI-20 fechou a ganhar 0,98%, para se fixar nos 8.080,23 pontos, com apenas quatro títulos em baixa, numa sessão em que mudaram de mãos 38,9 milhões de acções.

No resto do Velho Continente, cuja negociação termina pelas 17h de Lisboa, o movimento é igualmente positivo, pela primeira vez em quatro sessões.

Depois da queda de ontem, muito à conta da incerteza que paira em torno da ajuda financeira à Grécia, as praças europeias estão a ser sustentadas pelos lucros acima do esperado do Legal & General Group e pela revisão em alta das estimativas dos resultados da Carnival. Além disso, o Banco da China reportou ganhos superiores ao previsto pelos analistas, o que também está a contribuir para a tendência.

Por cá, a Portugal Telecom foi a empresa que mais sustentou o índice de referência, ao fechar em alta de 1,91% para 8,357 euros.

O CEO da PT, Zeinal Bava, esteve hoje reunido com o Goldman Sachs e, após o encontro, o banco emitiu uma nota de análise reforçando a sua visão positiva para a operadora, mantendo a recomendação de “comprar” e o preço-alvo de 8,20 euros para as acções. Bava está actualmente em Londres, num “road-show” de promoção da empresa.

No mesmo sector, a Zon registou uma subida de 0,80% para 3,777 euros, ao passo que a Sonaecom cedeu 1,26% para 1,642 euros.

Na restante família Sonae, a tónica foi mista. A Sonae SGPS fechou a ganhar 0,45% para 0,885 euros, a Sonae Indústria avançou 1,02% para 2,38 euros e a Sonae Capital manteve-se inalterada nos 0,63 euros – cotação que mantém desde a passada quinta-feira.

Outro dos títulos que mais ajudou à subida do PSI-20 foi a Galp Energia. A empresa comandada por Ferreira de Oliveira terminou a valorizar 1,34% para 12,865 euros, num dia em que o banco nipónico Nomura elegeu a Galp como uma das suas petrolíferas preferidas na Europa.

No restante sector energético, a tendência foi mista. Tal como ontem, a EDP foi o título que mais pesou do lado das perdas. A empresa liderada por António Mexia cedeu 0,11% para 2,852 euros. A EDP Renováveis não fugiu ao movimento e resvalou 0,07% para 5,739 euros. A REN, por seu lado, conseguiu terminar em alta de 0,13% para 3 euros, anulando assim o efeito de queda de ontem.

A banca foi outro dos sectores em destaque, num dia em que o BES anunciou o lançamento de uma emissão de obrigações convertíveis em acções do Bradesco, no valor de 950 milhões de dólares (700 milhões de euros), e em que o BCP referiu que pretende realizar uma emissão de títulos de dívida em euros com uma maturidade de três anos.

O BCP fechou a ganhar 0,24% para 0,821 euros, o BES terminou a pular 0,65% para 4,017 euros e o BPI escalou 1,50% para nos 1,96 euros.

Na construção, o bom desempenho foi generalizado . A cimenteira Cimpor avançou 0,39% para 5,534 euros, depois de o ministro dos Transportes da Índia, Kamal Nath, ter dito que o país quer atrair investimentos de 41 mil milhões de dólares nos próximos três a quatro anos. Os analistas do Caixa BI consideraram esta notícia “potencialmente positiva” para a cimenteira.

Recorde-se também que o conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos vai decidir amanhã quem irá substituir Bayão Horta como “chairman” da Cimpor. Em cima da mesa estão dois nomes: Mário Lino e Eduardo Catroga.

Por seu lado, a Mota-Engil valorizou 0,40%, para 3,253 euros. Fora do PSI-20, a Teixeira Duarte registou um acréscimo de 1%, para 1,01 euros, e a Soares da Costa apreciou-se 0,95% para 1,06 euros.

Consenso não parece haver no sector da pasta e papel, que continua a revelar-se bastante díspar. A Portucel, que ontem disparou 3,40%, fechou a ganhar 0,64% para 2,048 euros, tendência em que foi seguida pela Semapa, que subiu 2,02% para 7,87 euros. “Performance” muito diferente teve a Altri, que registou um decréscimo de 1,06% para 5,04 euros. Ainda no papel, a Inapa recuperou 1,45%para 0,631 euros.

A Brisa foi o terceiro título que mais contribuiu para o bom desempenho da bolsa lisboeta, animada pelas perspectivas de recuperação económica. A concessionária de autoestradas pulou 2,70% para 6,418 euros.

A Impresa, que está entre as “small e mid caps” europeias “menos favoritas” para o UBS, avançou 0,71% para 1,41 euros. A 15 de Março, o UBS tinha actualizado as estimativas para a Impresa, após conhecer os resultados de 2009. O “target” foi revisto em alta, praticamente duplicando até 1 euro, mas a recomendação para a empresa liderada por Pinto Balsemão manteve-se em “vender”.


Fonte: Jornal de Negócios

segunda-feira, 22 de março de 2010

Maior cobertura de saúde nos EUA anima farmacêuticas em Wall Street

As principais bolsas dos Estados Unidos encerraram a sessão de hoje em alta, sustentadas pela forte valorização dos títulos associados aos cuidados de saúde, depois da maior reforma em quatro décadas no sistema de saúde norte-americano.

O índice industrial Dow Jones terminou a ganhar 0,41%, fixando-se nos 10.785,74 pontos. O S&P 500 avançou 0,51% para se estabelecer nos 1.165,80 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,88% para 2.395,40 pontos.

A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou a mais profunda reforma dos cuidados de saúde das últimas quatro décadas, assegurando que dezenas de milhões de norte-americanos sem seguro de saúde possam ter cobertura médica.

Este factor contribuiu para o bom desempenho dos índices norte-americanos, que tinham aberto a sessão em baixa devido aos receios em torno da crescente dívida pública de muitos países e dos aumentos das taxas de juro (conforme aconteceu na Índia na semana passada), que poderão fazer descarrilar a economia global.

A Merck e a Pfizer subiram perto de 2% e a Tenet Healthcare disparou 10%, liderando os ganhos dos títulos farmacêuticos no Standard & Poor’s 500.

As seguradoras, por seu turno, registaram uma queda generalizada, com destaque para a WellPoint e a Humana Inc.

A Boeing avançou 1,8%, ajudando às subidas do Dow Jones.

O Citigroup fechou em alta de 3,3%, animado por um “upgrade” das suas acções por parte da Rochdale Securities.


Fonte: Jornal de Negócios

Natal 2 já em produção?

É estranho termos uma notícia onde fala sobre uma nova tecnologia que está em produção, quando a anterior está ainda a meses do seu lançamento.

É assim mesmo o mundo da tecnologia.

O Natal, da Microsoft, será lançado já no próximo Outono, mas de acordo com o director do departamento de investigação da Microsoft na Ásia, Hsiao-Wuen Hon, já existe um grupo de pessoas a investigar sobre um possível Natal 2.

Em conversa com o site Smh.com.au, Hsiao-Wuen Hon, admite que a Microsoft foi lenta a adoptar a tecnologia de consumo.

Mas as coisas parecem estar a mudar, e Hsiao-Wuen Hon continua, "Quando inventamos algo como o Natal, enquanto temos um pesquisador a trabalhar com o grupo de produtos da primeira versão, já temos outro pesquisador a pensar na segunda versão. E certamente espero que continuemos a explorar essa tecnologia. Eu realmente adoro o que a Microsoft está a fazer"

Como referido o Natal será lançado já neste Outono, e iremos poder ver os primeiros jogos já na próxima E3 em Junho, onde iremos acompanhar directamente desde Los Angeles.



Fonte: Eurogamer

Carta de Bento XVI sobre pedofilia "mostra coragem"

A carta pastoral que o Papa enviou aos católicos irlandeses sobre o escândalo de pedofilia envolvendo sacerdotes daquele país "mostra coragem", afirmou hoje, segunda-feira, o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa. Manuel Morujão considera ainda que este não é um "assunto incómodo" para a Igreja Católica portuguesa.

"É um assunto que mostra a coragem do nosso santo padre que nós louvamos", disse o padre Manuel Morujão, considerando que este não é um assunto incómodo para a Igreja portuguesa. O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) explicou que os bispos vão estar reunidos em Fátima em abril, no âmbito da assembleia plenária, e nesta ocasião ou noutra "reflectirão sobre a carta do santo padre e em geral as linhas que a lei promove, como sejam o clarificar a verdade, o fazer a justiça às vítimas, o reforço da prevenção e o colaborar construtivamente com as autoridades".

"A agenda já foi enviada há oito dias para os senhores bispos. Não vem lá, mas os senhores bispos têm toda a liberdade de reflectir sobre este assunto, e o que foi concluído com o presidente e o senhor presidente da Conferência é que seria levado a uma das próximas reuniões, não a dizer que era a reunião de Abril", esclareceu em declarações aos jornalistas no final da reunião do Grupo de Reflexão Pastoral da CEP, em Fátima.

Por outro lado, o padre Manuel Morujão explicou que durante o ano e meio em que está a trabalhar na CEP "nunca" foram abordadas questões de pedofilia. "Nem dossier, nem sequer uma simples carta", disse, considerando que este é um assunto completamente novo para a Igreja Católica portuguesa.

O Papa Bento XVI exprimiu "vergonha" e "remorso" de toda a Igreja face ao escândalo de pedofilia no clero irlandês, anunciando iniciativas para promover "a cicatrização e a renovação", numa carta aos católicos irlandeses publicada na passada sexta-feira.

Na carta, destinada a ser lida no próximo domingo a todos os paroquianos irlandeses, Bento XVI afirmou que os homens da Igreja culpados dos actos de pedofilia deverão responder não só diante de Deus, mas também diante da Justiça comum.

Entre as medidas anunciadas pelo Papa na carta, figura o anúncio de uma "visita apostólica", isto é, uma investigação "em várias dioceses da Irlanda", assim como "nos seminários e congregações religiosas".

Fonte: JN

Grécia reitera que não pediu ajuda financeira à UE

O primeiro-ministro grego, George Papandreou, afirmou hoje que o seu país não pediu para ser resgatado, mas salientou que a União Europeia deve dispor das ferramentas necessárias para travar os ataques especulativos contra um dos seus Estados-membros. Nomeadamente, "uma arma carregada em cima da mesa".

Papandreou (na foto) sublinhou que deseja um apoio sólido da UE, não de dinheiro. “Seria muito útil se fosse evidente que a União Europeia tem uma arma carregada em cima da mesa, capaz de travar os especuladores e a especulação, algo que vai além dos nossos poderes, dos poderes de uma economia com a nossa dimensão”, afirmou o primeiro-ministro grego, citado pela Reuters, ao salientar que a UE tem de deter os ataques dos especuladores contra os Estados-membros com forte nível de endividamento.

A chanceler alemã, Angela Merkel, voltou hoje a dizer que não há necessidade de debater uma eventual ajuda financeira à Grécia, pois não foi feito qualquer pedido formal de resgate. A Alemanha tem-se mostrado contra a eventualidade deste tipo de resgates, aludindo à possibilidade de o FMI dar essa ajuda, refere a Reuters

As incertezas em torno da necessidade de ajuda financeira da Grécia e de quem, nesse caso, a financiará, têm estado a penalizar os mercados accionistas, que hoje perderam generalizadamente terreno em toda a Europa.

Recorde-se que a Grécia tem estado sob forte pressão por parte da UE e dos mercados financeiros para reduzir o seu défice orçamental que, de acordo com os dados do seu banco central, atingiu 12,9% do PIB no ano passado – ligeiramente acima dos 12,7% estimados pelo governo, relembra o "The Wall Street Journal".

A Grécia, que culpa os especuladores pelo aumento dos seus custos com a obtenção de empréstimos, aludiu à possibilidade de a UE ponderar, na cimeira desta semana, sobre a criação de um pacote de resgate – a ser utilizado com qualquer Estado-membro em apuros.


Fonte: Jornal de Negócios