A assembleia geral (AG) da EDP já aprovou os primeiros três pontos da ordem de trabalhos com mais de 99% dos votos do capital presente, validando, assim, as contas de 2009, a proposta de dividendos e a apreciação geral da administração.
A AG começou às 15h e tem na agenda sete pontos, sendo o sexto, o relativo à política de remuneração, o que deverá gerar uma votação mais dividida, pois a Parpública e a CGD (que somam 25,6% dos direitos) já prometeram votar contra.
Fonte: Jornal de Negócios
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Colaboradores da PT em Portugal "custam" o triplo dos de outros países
Portugal Telecom empregava, a 31 de Dezembro de 2009, 37 mil trabalhadores: 11 mil em Portugal, 26 mil noutros países. Um crescimento de 15,8%, face a 2008. Os custos com o pessoal por trabalhador em Portugal são o triplo dos do resto do mundo.
Os dados foram dados por Henrique Granadeiro, na sua intervenção de hoje na Assembleia Geral da empresa: "No final de 2009, o número de trabalhadores da PT era de 37.021, tendo este importante número subido 15,8%, face a 2008."
"Em Portugal a PT empregava, no final de 2009, 10.978 colaboradores (29,7% dos colaboradores da PT), tendo este número crescido 5,2% apesar da maturidade do mercado doméstico".
As receitas por trabalhador atingiram 329 mil euros no negócio doméstico e 147 mil euros no negócio internacional, acrescentou.
Já do lado dos custos de pessoal, cada trabalhador representou, em média, um custo de 19 mil euros em 2009, valor semelhante ao de 2008. "Em Portugal esse valor cresceu de 35 mil euros para 37 mil euros por trabalhador, em consequência de reajustamentos salariais." O que significa que, em média, cada trabalhador da PT fora de Portugal (ou seja, sobretudo Brasil e África) custa à empresa 11,4 mil euros por ano: um terço do custo em Portugal.
"Apesar do enquadramento difícil", concluiu Granadeiro, "a PT continuou a seguir a sua política de aumentar os salários dos trabalhadores de menor rendimento em linha ou acima da inflação. Estando congelados os salários dos escalões mais elevados e descendo os salários e prémios dos órgãos sociais verificou-se, por isso, uma contracção do leque salarial a favor dos trabalhadores de menores rendimentos."
Visite a fonte da informação aqui
Os dados foram dados por Henrique Granadeiro, na sua intervenção de hoje na Assembleia Geral da empresa: "No final de 2009, o número de trabalhadores da PT era de 37.021, tendo este importante número subido 15,8%, face a 2008."
"Em Portugal a PT empregava, no final de 2009, 10.978 colaboradores (29,7% dos colaboradores da PT), tendo este número crescido 5,2% apesar da maturidade do mercado doméstico".
As receitas por trabalhador atingiram 329 mil euros no negócio doméstico e 147 mil euros no negócio internacional, acrescentou.
Já do lado dos custos de pessoal, cada trabalhador representou, em média, um custo de 19 mil euros em 2009, valor semelhante ao de 2008. "Em Portugal esse valor cresceu de 35 mil euros para 37 mil euros por trabalhador, em consequência de reajustamentos salariais." O que significa que, em média, cada trabalhador da PT fora de Portugal (ou seja, sobretudo Brasil e África) custa à empresa 11,4 mil euros por ano: um terço do custo em Portugal.
"Apesar do enquadramento difícil", concluiu Granadeiro, "a PT continuou a seguir a sua política de aumentar os salários dos trabalhadores de menor rendimento em linha ou acima da inflação. Estando congelados os salários dos escalões mais elevados e descendo os salários e prémios dos órgãos sociais verificou-se, por isso, uma contracção do leque salarial a favor dos trabalhadores de menores rendimentos."
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
UBS ultrapassa os 2% na Glintt
O UBS adquiriu 84.219 acções da Glintt ultrapassando, assim, os 2% no seu capital, revelou o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, no dia 9 de Abril de 2010, a UBS AG adquiriu em mercado 84.219 acções da Glintt.
“Com esta aquisição, a UBS AG constituiu uma participação qualificada composta por 1.785.937 acções, representativas de 2,05% do capital social da Glintt e dos respectivos direitos de voto”, conclui o comunicado.
Visite a fonte da informação aqui
Segundo a mesma fonte, no dia 9 de Abril de 2010, a UBS AG adquiriu em mercado 84.219 acções da Glintt.
“Com esta aquisição, a UBS AG constituiu uma participação qualificada composta por 1.785.937 acções, representativas de 2,05% do capital social da Glintt e dos respectivos direitos de voto”, conclui o comunicado.
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Bolsas europeias sobem para máximos de 19 meses
As praças europeias subiram para máximos de 19 meses sustentadas pelo forte crescimento do PIB da China, que animou a confiança na retoma económica, e pelos resultados da Roche que superaram as previsões dos analistas. O pedido de ajuda internacional da Grécia também contribuiu para o optimismo.
O Europe Stoxx apreciou 0,5% para 271,68 pontos, atingindo máximos de 19 meses.
A fabricante de medicamentos, Roche, apreciou para máximos de dois meses, tenho ganho 2,6% para 177,1 francos suíços. No primeiro trimestre, a empresa teve um resultado liquido de 12,2 mil milhões de francos suíços, o que superou as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg.
A China teve um crescimento mais rápido em quase três anos no primeiro trimestre, o que aumenta a especulação de que o governo chinês pode acalmar a economia. O Produto Interno Bruto (PIB) do país aumentou 11,9% em comparação com o Ana anterior, segundo o instituto de estatística da China.
“Temos bons dados da Ásia e um crescimento forte da economia chinesa, no entanto o problema é a perspectiva de um aumento das taxas”, disse o gestor de fundos da Ofi Patrimoine, em Paris.
A época de apresentação dos resultados das empresas no primeiro trimestre arrancou esta semana, e os analistas consultados pela Bloomberg prevêem um crescimento de 30% nos resultados líquidos das empresas que fazem parte do S&P500.
A Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos disse no “Beige Book”, que a economia expandiu-se em Março “um pouco” por tudo o mundo mas mais nos Estados Unidos com o aumento do consumo e da actividade industrial.
Outro dos factores que está a impulsionar as bolsas europeias, foi o facto da Grécia ter hoje pedido uma reunião com o Banco Central Europeu, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e com o comissário europeu responsável pelos Assuntos Económicos e Monetários, para falar de que forma “o programa político plurianual” poderá ser “suportado por assistência financeira dos países da Zona Euro e do FMI, se as autoridades gregas o solicitarem”.
Em resposta, o FMI e Comissão Europeia vão enviar missões a Atenas já na próxima segunda-feira
O governo grego pediu este encontro na sequência do acordo político alcançado neste domingo sobre a eventual ajuda dos países da Zona Euro à Grécia.
O grego FTSE/ASE20 apreciou 2,98% para 1004,02 pontos.
O espanhol IBEX avançou 0,175 para 1.1523,50 pontos.O inglês FTSE ganhou 0,50% para 5825,01 pontos. O francês CAC subiu 0,20% para 4065,65 pontos.
O DAX valorizou 0,21% para 6291,45 pontos. O AEX depreciou 0,31% para 355,57 pontos.
Fonte: Jornal de Negócios
O Europe Stoxx apreciou 0,5% para 271,68 pontos, atingindo máximos de 19 meses.
A fabricante de medicamentos, Roche, apreciou para máximos de dois meses, tenho ganho 2,6% para 177,1 francos suíços. No primeiro trimestre, a empresa teve um resultado liquido de 12,2 mil milhões de francos suíços, o que superou as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg.
A China teve um crescimento mais rápido em quase três anos no primeiro trimestre, o que aumenta a especulação de que o governo chinês pode acalmar a economia. O Produto Interno Bruto (PIB) do país aumentou 11,9% em comparação com o Ana anterior, segundo o instituto de estatística da China.
“Temos bons dados da Ásia e um crescimento forte da economia chinesa, no entanto o problema é a perspectiva de um aumento das taxas”, disse o gestor de fundos da Ofi Patrimoine, em Paris.
A época de apresentação dos resultados das empresas no primeiro trimestre arrancou esta semana, e os analistas consultados pela Bloomberg prevêem um crescimento de 30% nos resultados líquidos das empresas que fazem parte do S&P500.
A Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos disse no “Beige Book”, que a economia expandiu-se em Março “um pouco” por tudo o mundo mas mais nos Estados Unidos com o aumento do consumo e da actividade industrial.
Outro dos factores que está a impulsionar as bolsas europeias, foi o facto da Grécia ter hoje pedido uma reunião com o Banco Central Europeu, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e com o comissário europeu responsável pelos Assuntos Económicos e Monetários, para falar de que forma “o programa político plurianual” poderá ser “suportado por assistência financeira dos países da Zona Euro e do FMI, se as autoridades gregas o solicitarem”.
Em resposta, o FMI e Comissão Europeia vão enviar missões a Atenas já na próxima segunda-feira
O governo grego pediu este encontro na sequência do acordo político alcançado neste domingo sobre a eventual ajuda dos países da Zona Euro à Grécia.
O grego FTSE/ASE20 apreciou 2,98% para 1004,02 pontos.
O espanhol IBEX avançou 0,175 para 1.1523,50 pontos.O inglês FTSE ganhou 0,50% para 5825,01 pontos. O francês CAC subiu 0,20% para 4065,65 pontos.
O DAX valorizou 0,21% para 6291,45 pontos. O AEX depreciou 0,31% para 355,57 pontos.
Fonte: Jornal de Negócios
Juristas alemães tentam travar empréstimo à Grécia
A iniciativa não é nova e promete converter-se numa nova dor de cabeça para a Grécia: dois juristas alemães estão a recolher apoios para desafiar no Tribunal Constitucional do país a legalidade de um eventual envolvimento da Alemanha num empréstimo ao Estado helénico.
Joachim Starbatty, professor de Direito da Universidade de Tubingen, e Karl Albrecht Schachtschneider, professor reformado da Universidade de Nuremberga, vieram a público avisar que consideram um resgate a um país do euro uma violação dos Tratados europeus.
Ambos querem que o Tribunal Constitucional alemão se pronuncie sobre a matéria, antes de Berlim se envolver num empréstimo à Grécia. Atenas formalizou hoje o pedido para o início de consultas com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional (FMI), sinalizando que a ajuda internacional terá passado de uma eventualidade a uma iminência.
Bruxelas e Washington responderam afirmativamente, tendo ambos anunciado que enviarão missões à capital grega já na próxima segunda-feira. A Grécia quererá que na segunda-feira fiquem preto no branco todos os detalhes do plano de ajuda prometido pelos países da Zona Euro e pelo FMI para evitar que hesitações, entre um pedido formal de ajuda e a sua concretização, possam aproveitadas por especuladores para castigar ainda mais a dívida grega.
Os países da Zona Euro anunciaram no domingo a disposição de emprestar, neste ano, até 30 mil milhões de euros, a uma taxa em torno de 5%. O acordo abre a porta a um crédito que poderá estender-se por três anos e ao qual será sempre associado o FMI, que entrará com um terço das verbas que venham a ser pedidas por Atenas, para além de fornecer “assistência técnica”.
Ainda há muitas pontas soltas
Ao todo, tudo estará a postos para emprestar neste ano até 45 mil milhões de euros à Grécia. Mas nada ficou escrito quanto aos montantes que poderão ser emprestados ao longo dos três anos – 80 ou mesmo 90 mil milhões de euros têm sido valores referidos pela Imprensa alemã – nem em relação ao momento em que, na apreciação dos parceiros europeus, uma ajuda internacional passa a ser o “último recurso”.
Isso exigirá que, por unanimidade, os países do euro considerem que a Grécia não está mais a conseguir financiar-se através dos mercados e que é a estabilidade da Zona Euro, como um todo, que está em risco.
Um primeiro cheque a ser eventualmente passado aos gregos deverá ser do FMI, já que muitos países europeus, designadamente a Alemanha – que ficará responsável por garantir a fatia-leão (mais de 8 mil milhões de euros) –, terão ainda de consultar os seus Parlamentos.
Estes dois juristas alemães querem agora também intentar uma acção para obrigar o Tribunal Constitucional a pronunciar-se sobre a legalidade da operação, antes de a Alemanha se comprometer com qualquer empréstimo à Grécia.
Fonte: Jornal de Negócios
Joachim Starbatty, professor de Direito da Universidade de Tubingen, e Karl Albrecht Schachtschneider, professor reformado da Universidade de Nuremberga, vieram a público avisar que consideram um resgate a um país do euro uma violação dos Tratados europeus.
Ambos querem que o Tribunal Constitucional alemão se pronuncie sobre a matéria, antes de Berlim se envolver num empréstimo à Grécia. Atenas formalizou hoje o pedido para o início de consultas com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional (FMI), sinalizando que a ajuda internacional terá passado de uma eventualidade a uma iminência.
Bruxelas e Washington responderam afirmativamente, tendo ambos anunciado que enviarão missões à capital grega já na próxima segunda-feira. A Grécia quererá que na segunda-feira fiquem preto no branco todos os detalhes do plano de ajuda prometido pelos países da Zona Euro e pelo FMI para evitar que hesitações, entre um pedido formal de ajuda e a sua concretização, possam aproveitadas por especuladores para castigar ainda mais a dívida grega.
Os países da Zona Euro anunciaram no domingo a disposição de emprestar, neste ano, até 30 mil milhões de euros, a uma taxa em torno de 5%. O acordo abre a porta a um crédito que poderá estender-se por três anos e ao qual será sempre associado o FMI, que entrará com um terço das verbas que venham a ser pedidas por Atenas, para além de fornecer “assistência técnica”.
Ainda há muitas pontas soltas
Ao todo, tudo estará a postos para emprestar neste ano até 45 mil milhões de euros à Grécia. Mas nada ficou escrito quanto aos montantes que poderão ser emprestados ao longo dos três anos – 80 ou mesmo 90 mil milhões de euros têm sido valores referidos pela Imprensa alemã – nem em relação ao momento em que, na apreciação dos parceiros europeus, uma ajuda internacional passa a ser o “último recurso”.
Isso exigirá que, por unanimidade, os países do euro considerem que a Grécia não está mais a conseguir financiar-se através dos mercados e que é a estabilidade da Zona Euro, como um todo, que está em risco.
Um primeiro cheque a ser eventualmente passado aos gregos deverá ser do FMI, já que muitos países europeus, designadamente a Alemanha – que ficará responsável por garantir a fatia-leão (mais de 8 mil milhões de euros) –, terão ainda de consultar os seus Parlamentos.
Estes dois juristas alemães querem agora também intentar uma acção para obrigar o Tribunal Constitucional a pronunciar-se sobre a legalidade da operação, antes de a Alemanha se comprometer com qualquer empréstimo à Grécia.
Fonte: Jornal de Negócios
Presidente checo critica países com défices inimagináveis
O presidente checo, Václav Klaus, criticou hoje os países que deixaram o défice a níveis muito elevados, dizendo que têm de suportar as consequências.
Lembrando já ter sido primeiro-ministro e ministro das Finanças, o presidente checo diz que "para mim é inimaginável que os países possam ter défices tão elevados", como o grego. Por isso, declarou aos jornalistas portugueses, no âmbito da visita de Cavaco Silva à República Checa, "se alguém admitiu tal défice tem de suportar as consequências dos seus actos".
Mais comedido, Cavaco Silva, presidente da República portuguesa, apelou à solidariedade europeia, como a manifestada em relação à Grécia.
Visite a Fonte da informação aqui
Lembrando já ter sido primeiro-ministro e ministro das Finanças, o presidente checo diz que "para mim é inimaginável que os países possam ter défices tão elevados", como o grego. Por isso, declarou aos jornalistas portugueses, no âmbito da visita de Cavaco Silva à República Checa, "se alguém admitiu tal défice tem de suportar as consequências dos seus actos".
Mais comedido, Cavaco Silva, presidente da República portuguesa, apelou à solidariedade europeia, como a manifestada em relação à Grécia.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Avião caiu e matou seis pessoas
Um avião caiu sobre uma avenida, junto ao Aeroporto de Monterrey, provocando a morte de cinco tripulantes e um motorista de um automóvel, confirmaram as autoridades mexicanas. Veja o vídeo.
O avião de carga, um Airbus A-300, da AeroUnion, despenhou-se nas imediações do Aeroporto Internacional de Monterrey, no México, junto a uma estrada principal e de grande tráfego.
Segundo os média internacionais, pelo menos uma das vítimas mortais seguia de carro na estrada de acesso ao aeroporto. Por sua vez, a Defesa Civil de Nuevo Léon, no Norte do México, alerta para a possibilidade de existência de mais vítimas.
Os primeiros relatórios dão conta da queda do aparelho, poucos minutos depois da descolagem, tendo-se incendiado logo a seguir.
A Polícia Federal informou que as vítimas do acidente eram o comandante, os dois copilotos, o mecânico e uma outra pessoa identificada da tripulação. Está também confirmada a morte de uma pessoa que conduzia um automóvel.
Estão por esclarecer as causas do acidente, que espalhou destroços na estrada e imediações de vários hotéis que existem nas cercanias do aeroporto. Segundo testemunhos citados pela Agência Reuters, há destroços do avião, também, no aeroporto. A área do acidente está interditada.
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O avião de carga, um Airbus A-300, da AeroUnion, despenhou-se nas imediações do Aeroporto Internacional de Monterrey, no México, junto a uma estrada principal e de grande tráfego.
Segundo os média internacionais, pelo menos uma das vítimas mortais seguia de carro na estrada de acesso ao aeroporto. Por sua vez, a Defesa Civil de Nuevo Léon, no Norte do México, alerta para a possibilidade de existência de mais vítimas.
Os primeiros relatórios dão conta da queda do aparelho, poucos minutos depois da descolagem, tendo-se incendiado logo a seguir.
A Polícia Federal informou que as vítimas do acidente eram o comandante, os dois copilotos, o mecânico e uma outra pessoa identificada da tripulação. Está também confirmada a morte de uma pessoa que conduzia um automóvel.
Estão por esclarecer as causas do acidente, que espalhou destroços na estrada e imediações de vários hotéis que existem nas cercanias do aeroporto. Segundo testemunhos citados pela Agência Reuters, há destroços do avião, também, no aeroporto. A área do acidente está interditada.
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Pacote da Microsoft abrange 25 falhas do sistema Windows
A Microsoft anunciou um pacote com 11 atualizações para solucionar 25 falhas relativas aos programas da companhia na terça-feira (13). Cinco das 11 têm caráter urgente.
Todas elas abrangem o Windows, o Microsoft Office e o Microsoft Exchange Server.
Usuários cuja configuração dos computadores é definida para instalar as atualizações de segurança terão a correção automaticamente.
Quem não recebe automaticamente as atualizações deve ir em www.microsoft.com/security e baixar o pacote.
As falhas mais graves são relacionadas a invasões de computadores --ou "códigos de execução remota", nas palavras da companhia.
Todas as vulnerabilidades estão relatadas no site de segurança da empresa, cujo endereço é www.microsoft.com/technet/security/current.aspx.
Visite aqui a fonte da informação
Todas elas abrangem o Windows, o Microsoft Office e o Microsoft Exchange Server.
Usuários cuja configuração dos computadores é definida para instalar as atualizações de segurança terão a correção automaticamente.
Quem não recebe automaticamente as atualizações deve ir em www.microsoft.com/security e baixar o pacote.
As falhas mais graves são relacionadas a invasões de computadores --ou "códigos de execução remota", nas palavras da companhia.
Todas as vulnerabilidades estão relatadas no site de segurança da empresa, cujo endereço é www.microsoft.com/technet/security/current.aspx.
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Roubados dados bancários de 127 mil contas do HSBC Private Bank
França investiga evasão fiscal
O Ministério Público francês está a investigar uma evasão fiscal com base em documentos roubados do HSBC Private Bank por um ex-funcionário do banco na Suíça.
Os documentos roubados continham dados de cerca de 127 mil contas bancárias pertencentes a 79 mil pessoas, segundo o Ministério Público, citado pela “BBC News”. O roubo aconteceu há três anos.
“O número de contas afectadas é maior do que se pensava”, uma vez que em Dezembro do ano passado o HSBC pensava inicialmente que teriam sido apenas roubados dados de 10 contas bancárias. Em Março, o banco admitiu que afinal tinham sido afectadas 24 mil contas, 15 mil das quais estavam ainda activas. As restantes nove mil já tinham sido fechadas depois do roubo.
O porta-voz do banco referiu que o número das contas bancárias afectadas avançado pelas autoridades francesas é exagerado.
Contudo, o promotor público Eric de Montgolfier afirmou à imprensa que o departamento de investigação identificou 8.231 titulares franceses dessas contas, de milhares de pessoas de outros países.
Os investigadores têm conhecimento que o funcionário do HSBC fugiu para França enquanto a investigação decorria na Suíça.
Estas informações provenientes de França surgem entre uma tomada de posição por parte dos EUA e de alguns países europeus no que diz respeito à evasão fiscal resultante do recurso a contas “offshore”.
Nos últimos anos, tem havido pressão sobre a Suíça eo Liechtenstein para se tornarem mais transparentes em relação aos estrangeiros que têm contas nesses países.
As autoridades fiscais alemãs e britânicas pagaram para poderem ter acesso a dados roubados sobre detentores de contas. E os EUA estão a investigar o banco suíço UBS devido às suas práticas de evasão fiscal, refere ainda a “BBC News”.
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O Ministério Público francês está a investigar uma evasão fiscal com base em documentos roubados do HSBC Private Bank por um ex-funcionário do banco na Suíça.
Os documentos roubados continham dados de cerca de 127 mil contas bancárias pertencentes a 79 mil pessoas, segundo o Ministério Público, citado pela “BBC News”. O roubo aconteceu há três anos.
“O número de contas afectadas é maior do que se pensava”, uma vez que em Dezembro do ano passado o HSBC pensava inicialmente que teriam sido apenas roubados dados de 10 contas bancárias. Em Março, o banco admitiu que afinal tinham sido afectadas 24 mil contas, 15 mil das quais estavam ainda activas. As restantes nove mil já tinham sido fechadas depois do roubo.
O porta-voz do banco referiu que o número das contas bancárias afectadas avançado pelas autoridades francesas é exagerado.
Contudo, o promotor público Eric de Montgolfier afirmou à imprensa que o departamento de investigação identificou 8.231 titulares franceses dessas contas, de milhares de pessoas de outros países.
Os investigadores têm conhecimento que o funcionário do HSBC fugiu para França enquanto a investigação decorria na Suíça.
Estas informações provenientes de França surgem entre uma tomada de posição por parte dos EUA e de alguns países europeus no que diz respeito à evasão fiscal resultante do recurso a contas “offshore”.
Nos últimos anos, tem havido pressão sobre a Suíça eo Liechtenstein para se tornarem mais transparentes em relação aos estrangeiros que têm contas nesses países.
As autoridades fiscais alemãs e britânicas pagaram para poderem ter acesso a dados roubados sobre detentores de contas. E os EUA estão a investigar o banco suíço UBS devido às suas práticas de evasão fiscal, refere ainda a “BBC News”.
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Platini insurge-se contra "liberalismo desenfreado" que ameaça clubes europeus
O presidente da UEFA, Michel Platini, denunciou hoje, perante o Comité de Regiões da União Europeia, o "liberalismo desenfreado" que ameaça numerosos clubes de futebol profissionais, especialmente britânicos.
"Quando o futebol é gerido pelas 'regras' do liberalismo desenfreado, a sua saúde financeira fica ameaçada", disse o "patrão" do futebol europeu, para quem muitos destes clubes, que "pertencem a investidores privados", acabam por se ver obrigados a solicitar "ajuda aos municípios e às entidades públicas regionais para escapar à falência".
Por essa razão, sugeriu que os próprios clubes assumam a sua gestão segundo um plano que batizou de "fair-play financeiro" e que prevê que um clube que acumule dívidas e não apresente um equilíbrio financeiro durante um prazo de três anos deva "ser excluído da Liga dos Campeões".
"Há muita gente que vive da desordem económica actual e que beneficia disso", denunciou Platini, que defende uma alteração profunda no sistema vigente, que passaria a basear-se, "não na generosidade dos mecenas, mas sim nos princípios e nos orçamentos financeiros equilibrados e autosuficientes", nos quais "não se pode gastar mais do que aquilo que se ganha".
Segundo o presidente da UEFA, os grandes clubes europeus "já perceberam que o futebol profissional está à beira da falência" e querem aproveitar a oportunidade para "desenvolver um modelo económico mais viável".
De acordo com um relatório da UEFA publicado em Fevereiro, a dívida dos clubes da Premier League ascende a 3,8 biliões de euros e supera a dívida de todos os outros clubes que competem nas outras Ligas europeias.
O Comité das Regiões Europeias é uma instituição que congrega os representantes dos poderes locais de regionais da União Europeia (UE), conta com 344 membros originários dos 27 estados da EU, e tem um papel consultivo em relação à Comissão Europeia e ao Parlamento Europeu.
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"Quando o futebol é gerido pelas 'regras' do liberalismo desenfreado, a sua saúde financeira fica ameaçada", disse o "patrão" do futebol europeu, para quem muitos destes clubes, que "pertencem a investidores privados", acabam por se ver obrigados a solicitar "ajuda aos municípios e às entidades públicas regionais para escapar à falência".
Por essa razão, sugeriu que os próprios clubes assumam a sua gestão segundo um plano que batizou de "fair-play financeiro" e que prevê que um clube que acumule dívidas e não apresente um equilíbrio financeiro durante um prazo de três anos deva "ser excluído da Liga dos Campeões".
"Há muita gente que vive da desordem económica actual e que beneficia disso", denunciou Platini, que defende uma alteração profunda no sistema vigente, que passaria a basear-se, "não na generosidade dos mecenas, mas sim nos princípios e nos orçamentos financeiros equilibrados e autosuficientes", nos quais "não se pode gastar mais do que aquilo que se ganha".
Segundo o presidente da UEFA, os grandes clubes europeus "já perceberam que o futebol profissional está à beira da falência" e querem aproveitar a oportunidade para "desenvolver um modelo económico mais viável".
De acordo com um relatório da UEFA publicado em Fevereiro, a dívida dos clubes da Premier League ascende a 3,8 biliões de euros e supera a dívida de todos os outros clubes que competem nas outras Ligas europeias.
O Comité das Regiões Europeias é uma instituição que congrega os representantes dos poderes locais de regionais da União Europeia (UE), conta com 344 membros originários dos 27 estados da EU, e tem um papel consultivo em relação à Comissão Europeia e ao Parlamento Europeu.
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