sexta-feira, 14 de maio de 2010

HP anuncia o seu primeiro mini computador táctil


Com apenas 1,2 kg, o Mini 5120 é o primeiro computador com ecrã táctil a ser lançado por esta marca.

Com esta opção de ecrã táctil aos utilizadores vão poder navegar por aplicações, menus e sites mediante um simples toque do dedo. Depois de aplicar esta característica nos seus computadores de secretária, é agora a vez da HP alargar esta opção aos modelos da série mini, um sucesso de vendas desta marca. A HP teve um volume de vendas de 371 milhões de euros em 2008, sendo a sua quota de mercado de de 39,7% no que toca a computadores de secretária e 20,4% no que toca aos portáteis.


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Aumento do IVA é a medida adicional que terá mais peso na redução do défice até 2011

O Governo anunciou ontem uma série de medidas adicionais para “reforçar e acelerar” a redução do défice excessivo e o controlo do crescimento da dívida pública. Em comunicado, o Executivo quantifica hoje o impacto das mesmas, sendo que o maior contributo virá da subida do IVA, que contribuirá com um ponto percentual até 2011.

As novas metas para o défice público passam a ser de 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB) já este ano, em vez dos anteriores 8,3% e de 4,6% em 2011, em vez da anterior previsão de 6,6%.

Do lado do aumento da receita, no PEC, o Governo propôs-se a aumentar o IRS aos "ricos", portajar SCUTS e tributar mais-valias. Ontem, as medidas endureceram: o IRC e o IVA sobem, tal como o IRS, tanto para trabalhadores, como reformados. São mais 1.050 milhões.

O IVA aumenta para 21%, voltando ao nível que tinha sido atingido antes de o Governo o baixar, no ano passado. Esta medida contribuirá com 0,3 pontos percentuais no PIB já este ano e 0,7 pontos percentuais em 2011, o que perfaz um total de um p.p, sendo, por isso, a medida imposta com maior impacto para atingir as novas metas.

No IRS foi estabelecida uma tributação adicional sobre o rendimento das pessoas singulares de um aumento de um ponto percentual nas taxas aplicáveis até ao 3º escalão de rendimentos e uma subida de 1,5 pontos percentuais a partir do 4º escalão e ainda um aumento de 1,5 p.p das taxas liberatórias. O impacto desta medida é de 0,6 pontos percentuais até 2011.

No IRC, com as novas medidas terão um impacto de 0,3 p.p.

O contributo total das novas medidas do lado da receita é de 2 pontos percentuais. Do lado da despesa, que terá um impacto de 1,4 pontos percentuais na redução do PIB. Ou seja, no total, as medidas adicionais terão um contributo de 3,4 pontos percentuais.

O comunicado do Ministério das Finanças salienta que “a adopção destas medidas e o consequente reforço da consolidação orçamental e do controlo do crescimento da dívida pública, têm o apoio político do principal partido da oposição, o PSD, que assim contribuirá decisivamente para uma rápida e efectiva implementação e para potenciar os efeitos positivos sobre as condições de financiamento da economia portuguesa”.


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Bolsa espanhola afunda mais de 6% e regista maior queda desde Outubro de 2008

A bolsa espanhola afundou mais de 6% registando, assim, a maior queda desde Outubro de 2008. O índice IBEX liderou, assim, as perdas na Europa, numa altura em que os receios de que a dívida soberana dos países da Zona Euro penalize o crescimento económico mundial voltou a pressionar as praças da região.

“Estou muito preocupado acerca da crise dos défices”, afirmou o responsável pelo departamento de investimentos, Dariusz Kowalczyk, em Hong-Kong, em entrevista à Bloomberg.

“Têm de promover uma consolidação orçamental ainda mais profunda nos países do euro, porque a região tende a entrar novamente na recessão”, acrescentou.

Também o CEO do Deutsche Bank, Josef Ackermann, disse que a Grécia poderá não ser capaz de pagar a dívida na totalidade, argumentando que vai precisar fazer “esforços incríveis”.

As restantes bolsas europeias encerraram a cair mais 3%, com Portugal e Grécia a atingirem as maiores perdas a seguir à Espanha.

O Europe Stoxx 600 caiu 3% para 249,58 pontos. O espanhol IBEX, registou a maior queda desde Outubro de 2008, a afundar 6,64% para 9314,70 pontos. A banca madrilena foi a principal responsável, com o banco Santander a desvalorizar 8,98% para 8,32 euros, a Telefónica a recuar 5,53% para 14,87 euros e o banco BBVA a cair 7,58% para 8,78 euros.

O índice grego afundou 4,10% para 805,15 pontos enquanto que o português PSI-20 4,27% para 7011,62 pontos com as energias e banca a pressionarem.

O inglês FTSE desvalorizou 3,14% para 5262,85 pontos. O francês CAC perdeu 4,59% para 3560,36 pontos. O AEX caiu 3,13% para 327,24 pontos.

O alemão DAX depreciou 3,12% para 6056,71 pontos.

As principais praças norte-americanas também foram afectadas pelos receios da dívida excessiva da Zona Euro.

O índice industrial Dow Jones cai 1,85% para 10582,98 pontos. O índice tecnológico Nasdaq está a desvalorizar 2,65% para 2330,99 pontos, com a Apple e a Intel a pressionarem.


Fonte

F. C. Porto impedido pela Câmara de saudar Bento XVI

O F. C. Porto anunciou hoje, quinta-feira, em comunicado, que foi impedido pela Câmara Municipal do Porto de exibir uma mensagem de saudação a Bento XVI, durante a passagem do Papa pela Avenida dos Aliados, marcada para a manhã de sexta-feira.

No comunicado, os dragões afirmam que, hoje à tarde, fiscais da autarquia portuense compareceram na antiga sede do clube e ordenaram a remoção da mensagem, ameaçando até com a chamada do corpo de bombeiros, caso a ordem não fosse cumprida de imediato.

"O F. C. Porto saúda o Papa Bento XVI", era o pendão que o clube das Antas tencionava exibir na sede.


Fonte: Jornal de Notícias

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Bento XVI lamenta existência de «crentes envergonhados»

No encontro com os Bispos de Portugal, o Papa retomou o tema da necessidade de uma nova evangelização. Lamentou a existência de “crentes envergonhados” na Igreja Católica, dirigindo-se em concreto a grupos sociais, como politicos, intelectuais e jornalistas, “onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo”.

“Os tempos que vivemos exigem um novo vigor missionário dos cristãos chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja, solidário com a complexa transformação do mundo. Há necessidade de verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo, sobretudo nos meios humanos onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo: politicos, intelectuais, profissionais da comunicação que professam e promovem uma proposta mono-cultural com menosprezo pela dimensão religiosa e contemplativa da vida. (…) Não faltam crentes envergonhados que dão as mãos ao secularismo, construtor de barreiras à inspiração cristã”.

Perante os Bispos de Portugal, o Papa Bento XVI apelou ao seu papel de “primeiros evangelizadores” num momento em que “a fé católica deixa de ser património comum da sociedade (…) ofuscada por “divindades” e senhores deste mundo”.

Na linha de intervenções anteriores o Papa voltou a reforçar a necessidade de uma nova “acção” da Igreja e dos católicos porque “a mera enunciação da mensagem não chega ao mais fundo do coração da pessoa”.

Citando João Paulo II, sobre a necessidade de “grandes correntes, movimentos e testemunhos de santidade entre os fiéis”, Bento XVI falou do momento de “fadiga da Igreja” e da “agradável surpresa” que teve por contactar com novos movimentos e comunidades eclesiais.

Incentivando os bispos a assumirem a “responsabilidade da autoridade”, que, considerou, “durante demasiado tempo se relegou para segundo plano”, o Papa deixou uma mensagem concreta de alerta da Igreja e para as “graves carênciais sociais”, mencionando as dioceses mais necessitadas e os países lusófonos.


Visite a fonte da informação No encontro com os Bispos de Portugal, o Papa retomou o tema da necessidade de uma nova evangelização. Lamentou a existência de “crentes envergonhados” na Igreja Católica, dirigindo-se em concreto a grupos sociais, como politicos, intelectuais e jornalistas, “onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo”.

“Os tempos que vivemos exigem um novo vigor missionário dos cristãos chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja, solidário com a complexa transformação do mundo. Há necessidade de verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo, sobretudo nos meios humanos onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo: politicos, intelectuais, profissionais da comunicação que professam e promovem uma proposta mono-cultural com menosprezo pela dimensão religiosa e contemplativa da vida. (…) Não faltam crentes envergonhados que dão as mãos ao secularismo, construtor de barreiras à inspiração cristã”.

Perante os Bispos de Portugal, o Papa Bento XVI apelou ao seu papel de “primeiros evangelizadores” num momento em que “a fé católica deixa de ser património comum da sociedade (…) ofuscada por “divindades” e senhores deste mundo”.

Na linha de intervenções anteriores o Papa voltou a reforçar a necessidade de uma nova “acção” da Igreja e dos católicos porque “a mera enunciação da mensagem não chega ao mais fundo do coração da pessoa”.

Citando João Paulo II, sobre a necessidade de “grandes correntes, movimentos e testemunhos de santidade entre os fiéis”, Bento XVI falou do momento de “fadiga da Igreja” e da “agradável surpresa” que teve por contactar com novos movimentos e comunidades eclesiais.

Incentivando os bispos a assumirem a “responsabilidade da autoridade”, que, considerou, “durante demasiado tempo se relegou para segundo plano”, o Papa deixou uma mensagem concreta de alerta da Igreja e para as “graves carênciais sociais”, mencionando as dioceses mais necessitadas e os países lusófonos.


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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Office 2010 lançado pela MS

A Microsoft anunciou hoje o lançamento do Office 2010, SharePoint 2010, Visio 2010 e Project 2010.

O Office 2010 já está disponível em 14 idiomas para as empresas e inclui versões 32 e 64 bits de aplicativos como o Word, Excel, PowerPoint, Outlook, Publisher, Access, InfoPath (Designer e Filler), Communicator, SharePoint incluindo ainda o Office Web Apps (versões online do Word, Excel, PowerPoint e OneNote).

Além do Office 2010, a Microsoft anunciou ainda o lançamento do Office Mobile 2010, sendo que, esta versão já se encontra disponível gratuitamente a partir de hoje para usuários de celulares com o Windows Mobile 6.5.

Ainda de acordo com a Microsoft, o Office 2010 para usuários domésticos será lançado apenas no próximo mês de junho.

Bruxelas e Washington trabalham em conjunto para o fortalecimento do sistema financeiro global

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, e o comissário europeu, Michel Barnier, reafirmaram a sua firme determinação em cooperarem estreitamente no fortalecimento do sistema financeiro global e destacaram como prioridade a reforma financeira para a reunião do G-20.

Na reunião realizada hoje, Geithner e Barnier acordaram que os Estados Unidos e a União Europeia têm uma responsabilidade adicional em promover e implementar um sistema financeiro mundial “standard” e que seja sólido, assim como trabalharem em conjunto para a convergência de medidas reguladoras.

Além destes assuntos, Geithner e Barnier reviram o progresso da execução dos compromissos financeiros do G-20, assumidos na regulação de Londres e São Petersburgo.

Entre outras coisas, os dois responsáveis acordaram a importância de reduzir o risco no sistema financeiro

Na reunião entre Geithner e Barnier estabeleceram-se questões prioritárias, que inclui um Fundo de Investimento Alternativo, além de terem reafirmado o apoio ao princípio da não-descriminação e a importância de manter um nível competitivo.


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Lyon prestes a avançar com 20 milhões por Bruno Alves

Olympique Lyon deverá avançar com uma nova proposta por Bruno Alves. Depois do 'não' do FC Porto aos 15 milhões de euros, os franceses esperam agora adquirir o passe do central por um valor a rondar os 20 milhões.

Embora os nomes de Koscielny (Lorient) e de Pape Diakhaté (Saint-Etienne/Dínamo Kiev) também estejam na lista do clube gaulês, a prioridade é a contratação do internacional português, de acordo com o site francês Mercato 365.

Os ‘azuis-e-brancos’ não deverão, no entanto, aceitar qualquer proposta pelo capitão antes da participação da Selecção Nacional no Mundial da África do Sul.


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Lula e Sócrates encontram-se duas vezes este mês

Lula da Silva e José Sócrates vão encontrar-se duas vezes este mês. A primeira, a 19 de Maio em Lisboa, e a segunda entre 27 e 28 no Rio de Janeiro. Os dossiês Vivo/Portugal Telecom/Telefónica, Galp/Petrobrás/Eni e Cimpor/Camargo Côrrea/Votorantim deverão ser abordados, embora de forma informal, pelo Presidente da República brasileiro e o primeiro-ministro português.

Lula da Silva vai estar presente entre 16 e 18 de Maio, em Madrid, na cimeira União Europeia/América Latina, onde José Sócrates estará também presente, e no dia seguinte voa até Lisboa para um encontro informal com o primeiro-ministro. A passagem pela capital portuguesa, aliás, não durará mais cinco a seis horas.

Uma semana depois José Sócrates viajará para o Rio de Janeiro para um encontro da “Aliança das Civilizações” uma iniciativa das Nações Unidas que tem como Alto Representante o ex-presidente da República, Jorge Sampaio, cujo objectivo é o de apoiar, através de uma rede de parcerias, o desenvolvimento de projectos que promovam o entendimento e a reconciliação entre culturas a nível global, em particular, entre as sociedades muçulmanas e ocidentais.

Durante estes encontros, Lula da Silva e José Sócrates não deixarão de abordar a proposta que a Telefónica fez à Portugal Telecom para a compra da participação desta na empresa brasileira Vivo, a qual promete uma guerra dura entre as operadoras ibéricas. A entrada da Petrobras no capital da Galp, substituindo os italianos da Eni, será outro dos assuntos de abordagem inevitável, o mesmo sucedendo em relação à entrada dos brasileiros a Camargo Corrêa e da Votorantim no capital da Cimpor.

Após a sua estada no Brasil, José Sócrates deverá visitar a Venezuela, para acompanhar a evolução do negócios feitos entre as empresas portugueses e o Governo daquele país, os quais necessitam de acompanhamento permanente e de um empurrão político.


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Analistas aplaudem colocação de dívida portuguesa

Portugal foi hoje bem sucedido na colocação de mil milhões de euros de dívida pública. Analistas consideram que o êxito ultrapassa as fronteiras portuguesas: é um bom sinal da eficácia do anúncio da Europa de que não deixará cair nenhum dos seus numa situação de incumprimento, e uma boa notícia para os países da periferia do euro.

“Os resultados da operação de hoje são globalmente positivos”. Esta emissão “representou um teste muito importante para Portugal e, de modo mais geral, para os países da periferia” do euro, considera Chiara Cremonesi, estratega de aplicações de rendimento fixo do Unicredit em Londres.

Também em declarações à agência Bloomberg, Wilson Chin, estratega do ING em Amesterdão, diz que se tratou de um “leilão forte”. “O facto de (Portugal) ter conseguido o montante máximo pretendido, e àquela taxa de juro, sugere que os investidores estão confiantes nos títulos. O ‘timming’ foi perfeito”.

Portugal colocou hoje mil milhões de títulos de dívida pública a dez anos, ou seja, o montante máximo previsto, com a procura a quase duplicar a oferta. Conseguiu um juro anual de 4,523%, ligeiramente acima do cupão na emissão realizada em Abril.

Estava previsto que o montante por Portugal se situasse entre os 300 e os 1.000 milhões de euros.

Esta foi a primeira emissão desde que a União Europeia e o Banco Central Europeu formalizaram um acordo para a criação de um fundo de resgates no valor de 750 mil milhões de euros, medida essa que teve impacto imediato nos mercados de dívida. As “yields” das obrigações dos Estados do Sul da Europa registaram quedas acentuadas.

Hoje, volta a assistir-se um aumento dos juros exigidos pelos investidores. Na maturidade a 10 anos, a “yield” das Obrigações do Tesouro está a subir 4 pontos base para 4,534%. Ainda assim, está substancialmente mais baixa do que os 6% exigidos pelos investidores no final da semana passada.

Nesta emissão, em que a procura quase duplicou a oferta, Portugal vai pagar um juro anual de 4,523%, segundo o IGCP. É uma taxa ligeiramente mais elevada do que aquela que foi conseguida em Abril (4,340%), numa emissão a 10 anos na qual foram vendidos títulos de dívida no valor de 1.195 milhões de euros.


Fonte: Jornal de Negócios