Os super e hipermercados poderão vender testes de paternidade, depois da autoridade que regula o sector do medicamento ter proibido a comercialização nas farmácias, disse à Lusa o responsável da empresa produtora.
O único teste de paternidade que esteve à venda nas farmácias chama-se UNODNA Trust e é um dispositivo que compara os perfis de ADN do homem e da criança, através de dois kits para recolha de amostras de saliva que são posteriormente enviados para um laboratório.
Os resultados finais chegam por meio informático, depois de o cliente instalar um programa no computador, que é enviado com o teste.
Mário Mendes, responsável da empresa UNODNA, que comercializa o teste, disse que as vendas têm estado «a correr bem» e que o objetivo da empresa era disponibilizar o produto em pelo menos 1800 farmácias.
Contudo, o Infarmed decidiu na terça-feira impedir a venda deste teste nas farmácias, alegando que «os testes de paternidade não são considerados dispositivos médicos para diagnóstico in vitro por não se destinarem a um fim médico».
Em declarações à agência Lusa, Mário Mendes concorda com o argumento do Infarmed, sendo o primeiro a lembrar que o teste «não é um dispositivo médico».
Mário Mendes lamenta, no entanto, esta postura da autoridade que regula o setor do medicamento que, segundo diz, não entende os propósitos da empresa ao querer disponibilizar um produto desta natureza «num estabelecimento de confiança, onde trabalham pessoas sérias».
«Tentámos fazer um produto diferente, de uma empresa que existe e é nacional, e vendê-lo num local de confiança. Apostámos na segurança e na transparência e tentámos fugir aos meios de distribuição duvidosos como a Internet, mas pelos vistos isso não interessa nada para o Infarmed», disse.
O responsável da UNODNA anunciou que o produto vai continuar a ser vendido e que existem várias alternativas em análise, como sejam os super e hipermercados.
«Estamos a estudar outros canais de distribuição, como a Internet, meio que queríamos evitar por se desenvolver num terreno obscuro. Mas o Infarmed empurra-nos para tal», adiantou.
O teste em causa custa cerca de 250 euros e «não tem validade judicial».
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sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Tecnológicas impulsionam Wall Street
As principais praças norte-americanas encerraram em alta, lideradas pela escalada das tecnológicas, depois de a National Semiconductor Corp ter superado as estimativas para as vendas.
As bolsas tinham aberto em baixa, penalizadas pelo anúncio de que as vendas a retalho caíram inesperadamente em Maio. Depois, os bons dados relativos à confiança dos consumidores, superiores às previsões, ajudaram a conter os ganhos. Mas foi a forte subida das tecnológicas que acabou por ditar o fecho no verde.
O índice industrial Dow Jones terminou a ganhar 0,38%, fixando-se nos 10.211,07 pontos. O S&P 500 avançou 0,44% para se estabelecer nos 1.091,59 pontos.
Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq foi o que valorizou mais, ao subir 1,12% para 2.243,60 pontos.
As vendas a retalho nos EUA, em Maio, registaram a maior queda desde Setembro de 2009, o que pressionou as praças do outro lado do Atlântico e fez travar os ganhos na Europa, com algumas bolsas a entrarem mesmo no vermelho.
No entanto, a divulgação de que a confiança dos consumidores norte-americanos aumentou para um máximo de dois anos acabou por ofuscar os dados relativos às vendas a retalho e devolver algum optimismo às bolsas, tanto nos EUA como na Europa. O Velho Continente fechou mesmo com uma tónica positiva.
A subida dos títulos tecnológicos ajudou a melhorar tendência nos EUA e permitiu assegurar o fecho altista.
A National Semiconductor, que faz peças usadas pela Apple e pela RIM, ganhou 5,3% depois de anunciar vendas acima do esperado, o que animou as restantes cotadas do sector.
A Pfizer avançou 3,7%, depois de ser divulgado que um medicamento destinado a prevenir ataques cardíacos comprovou ser bem sucedido num estudo realizado.
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As bolsas tinham aberto em baixa, penalizadas pelo anúncio de que as vendas a retalho caíram inesperadamente em Maio. Depois, os bons dados relativos à confiança dos consumidores, superiores às previsões, ajudaram a conter os ganhos. Mas foi a forte subida das tecnológicas que acabou por ditar o fecho no verde.
O índice industrial Dow Jones terminou a ganhar 0,38%, fixando-se nos 10.211,07 pontos. O S&P 500 avançou 0,44% para se estabelecer nos 1.091,59 pontos.
Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq foi o que valorizou mais, ao subir 1,12% para 2.243,60 pontos.
As vendas a retalho nos EUA, em Maio, registaram a maior queda desde Setembro de 2009, o que pressionou as praças do outro lado do Atlântico e fez travar os ganhos na Europa, com algumas bolsas a entrarem mesmo no vermelho.
No entanto, a divulgação de que a confiança dos consumidores norte-americanos aumentou para um máximo de dois anos acabou por ofuscar os dados relativos às vendas a retalho e devolver algum optimismo às bolsas, tanto nos EUA como na Europa. O Velho Continente fechou mesmo com uma tónica positiva.
A subida dos títulos tecnológicos ajudou a melhorar tendência nos EUA e permitiu assegurar o fecho altista.
A National Semiconductor, que faz peças usadas pela Apple e pela RIM, ganhou 5,3% depois de anunciar vendas acima do esperado, o que animou as restantes cotadas do sector.
A Pfizer avançou 3,7%, depois de ser divulgado que um medicamento destinado a prevenir ataques cardíacos comprovou ser bem sucedido num estudo realizado.
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Mundial arranca com um empate
O Mundial de 2010 começou com um empate 1-1 entre a selecção da África do Sul (país organizador) e o México.
Os golos foram apontados aos 55 m por Siphiwe Tshabalala para a África do Sul e aos 74 minutos Rafael Marques, empatou a partida.
Embora o México dominasse o jogo, foi a vontade do querer por parte África do Sul que ditou este resultado.
México até acabou por ser feliz, pois mesmo ao cair do pano, Mphela, isolado atira ao poste.
Os golos foram apontados aos 55 m por Siphiwe Tshabalala para a África do Sul e aos 74 minutos Rafael Marques, empatou a partida.
Embora o México dominasse o jogo, foi a vontade do querer por parte África do Sul que ditou este resultado.
México até acabou por ser feliz, pois mesmo ao cair do pano, Mphela, isolado atira ao poste.
Merkel e Barroso sublinham que Europa "tem de falar a uma só voz" para impôr regras a mercados
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, afirmaram hoje em Berlim que a Europa "terá de falar a uma só voz", para impor uma regulamentação eficaz dos mercados financeiros.
"O nosso objectivo é conseguir que nenhuma praça financeira, nenhum actor financeiro e nenhum produto financeiro possa existir sem estar regulamentado", disse a chanceler alemã, antes de um jantar de trabalho com Durão Barroso para preparar o Conselho Europeu da próxima semana, e as cimeiras do G8 e do G20, no Canadá.
Referindo-se à crise orçamental na Zona Euro, Durão Barroso afirmou que é necessária uma outra cultura de estabilidade, para preservar o modelo social europeu.
"A prioridade é pôr ordem nas nossas finanças públicas. Precisamos de consolidação fiscal, de uma nova cultura de estabilidade financeira na Europa e de reformas estruturais", disse o ex-chefe de governo português.
"As regras tem de ser respeitadas, violar as regras não é um delito de cavalheiros", sublinhou.
Já quanto à necessidade de aplicar sanções a países que não respeitem os pressupostos do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), que impõe um limite para o défice das contas públicas de três por cento, e um endividamento máximo de 60 por cento em relação ao Produto Interno Bruto, Merkel e Barroso voltaram a ter opiniões diferentes.
"Prefiro falar de incentivos a conceder a Estados que cumpram as regras e a que os Estados que não cumpram não teriam acesso", afirmou o presidente da Comissão Europeia.
A chanceler alemã, no entanto, reafirmou que, independentemente da terminologia a utilizar, "é preciso haver sanções, e também mais controlo, para que se possa agir muito mais cedo" em situações de descontrolo financeiro de um dado país da Zona Euro.
Durão Barroso aproveitou ainda para lembrar que as dificuldades orçamentais em alguns países da zona Euro "não resultaram do cumprimento dos tratados, mas precisamente do facto de as regras não terem sido cumpridas".
No que se refere à necessidade de introduzir um travão à dívida nas constituições do estados membros, para evitar derrapagens financeiras nas contas públicas, Merkel e Barroso voltaram a concordar, sublinhando que se trata de uma decisão que compete a cada um dos Estados membros.
Visite aqui a fonte da informação
"O nosso objectivo é conseguir que nenhuma praça financeira, nenhum actor financeiro e nenhum produto financeiro possa existir sem estar regulamentado", disse a chanceler alemã, antes de um jantar de trabalho com Durão Barroso para preparar o Conselho Europeu da próxima semana, e as cimeiras do G8 e do G20, no Canadá.
Referindo-se à crise orçamental na Zona Euro, Durão Barroso afirmou que é necessária uma outra cultura de estabilidade, para preservar o modelo social europeu.
"A prioridade é pôr ordem nas nossas finanças públicas. Precisamos de consolidação fiscal, de uma nova cultura de estabilidade financeira na Europa e de reformas estruturais", disse o ex-chefe de governo português.
"As regras tem de ser respeitadas, violar as regras não é um delito de cavalheiros", sublinhou.
Já quanto à necessidade de aplicar sanções a países que não respeitem os pressupostos do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), que impõe um limite para o défice das contas públicas de três por cento, e um endividamento máximo de 60 por cento em relação ao Produto Interno Bruto, Merkel e Barroso voltaram a ter opiniões diferentes.
"Prefiro falar de incentivos a conceder a Estados que cumpram as regras e a que os Estados que não cumpram não teriam acesso", afirmou o presidente da Comissão Europeia.
A chanceler alemã, no entanto, reafirmou que, independentemente da terminologia a utilizar, "é preciso haver sanções, e também mais controlo, para que se possa agir muito mais cedo" em situações de descontrolo financeiro de um dado país da Zona Euro.
Durão Barroso aproveitou ainda para lembrar que as dificuldades orçamentais em alguns países da zona Euro "não resultaram do cumprimento dos tratados, mas precisamente do facto de as regras não terem sido cumpridas".
No que se refere à necessidade de introduzir um travão à dívida nas constituições do estados membros, para evitar derrapagens financeiras nas contas públicas, Merkel e Barroso voltaram a concordar, sublinhando que se trata de uma decisão que compete a cada um dos Estados membros.
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S&P mantém crédito da PT sob vigilância
Quer reunir-se com administração da operadora
A agência de notação financeira Standard & Poor’s manteve a Portugal Telecom sob vigilância, com implicações negativas, devido sobretudo ao endividamento da operadora.
Numa nota hoje divulgada, a Standard & Poor’s diz estar à espera que a PT se decida sobre a oferta de compra lançada pela espanhola Telefónica sobre a sua posição de 50% na Brasicel, a holding que é titular de 60% da operadora móvel brasileira Vivo.
A agência recorda que a oferta da Telefónica foi elevada para 6,5 mil milhões de euros e diz que a revisão do “Credit Watch” depende do desfecho desta oferta.
A S&P tinha colocado o “rating” da operadora portuguesa em “Credit Watch” com implicações negativas, no passado dia 13 de Maio, e hoje reiterou essa classificação.
Assim, a agência informa que os “ratings” do crédito da PT de longo e curto prazo permanecem também em ‘BBB/A-2’.
A Standard & Poor’s salienta que, dada a dimensão e importância, para a PT, da oferta da Telefónica, só reverá o “Credit Watch” depois de avaliar a decisão da empresa liderada por Zeinal Bava no que diz respeito a essa mesma oferta, após a Assembleia Geral de Accionistas agendada para 30 de Junho.
“Se a PT vender a sua participação na Vivo, consideramos que isso poderá enfraquecer o seu perfil de risco empresarial, atendendo aos sólidos desempenhos operacionais recentemente apresentados pela Vivo e às vantagens que oferece em termos de diversificação geográfica”, sublinha o comunicado da agência de notação financeira.
O que está em causa, no entender da agência, tem a ver com as receitas que a PT obterá se vender a sua participação na Vivo. Para a S&P, é crucial saber se a administração da operadora portuguesa pretende deixar essas receitas no grupo e quanto é que poderia ser distribuído aos accionistas.
S&P quer reunir-se com administração da PT
De qualquer das formas, antes de tomar qualquer nova decisão a S&P pretende reunir-se com a administração da PT – reunião essa que a agência que diz ser para breve – para avaliar até que ponto é provável uma desalavancagem e, caso isso aconteça, qual será a sua magnitude e “timing”.
Além disso, a agência pretende também debater com a administração da operadora portuguesa as medidas financeiras e estratégicas previstas no caso de a PT aceitar a proposta da Telefónica de compra da sua parte na Vivo.
Nesta fase, a agência considera que deverá reiterar o “rating” para o crédito de longo prazo da PT ou cortá-lo em um nível.
Na terça-feira, a S&P já tinha colocado a Telefónica em “Credit Watch”, nomeadamente devido à oferta de compra da posição da PT na Vivo, já que a transacção, se for em frente, irá aumentar o endividamento da operadora espanhola.
“Esta transacção poderá aumentar substancialmente a alavancagem financeira da Telefónica, se bem que a empresa ganharia o controlo da Vivo, que é uma grande operadora móvel em crescimento”, referiu o comunicado da agência de notação financeira no dia 8 deste mês.
Visite aqui a fonte da informação
A agência de notação financeira Standard & Poor’s manteve a Portugal Telecom sob vigilância, com implicações negativas, devido sobretudo ao endividamento da operadora.
Numa nota hoje divulgada, a Standard & Poor’s diz estar à espera que a PT se decida sobre a oferta de compra lançada pela espanhola Telefónica sobre a sua posição de 50% na Brasicel, a holding que é titular de 60% da operadora móvel brasileira Vivo.
A agência recorda que a oferta da Telefónica foi elevada para 6,5 mil milhões de euros e diz que a revisão do “Credit Watch” depende do desfecho desta oferta.
A S&P tinha colocado o “rating” da operadora portuguesa em “Credit Watch” com implicações negativas, no passado dia 13 de Maio, e hoje reiterou essa classificação.
Assim, a agência informa que os “ratings” do crédito da PT de longo e curto prazo permanecem também em ‘BBB/A-2’.
A Standard & Poor’s salienta que, dada a dimensão e importância, para a PT, da oferta da Telefónica, só reverá o “Credit Watch” depois de avaliar a decisão da empresa liderada por Zeinal Bava no que diz respeito a essa mesma oferta, após a Assembleia Geral de Accionistas agendada para 30 de Junho.
“Se a PT vender a sua participação na Vivo, consideramos que isso poderá enfraquecer o seu perfil de risco empresarial, atendendo aos sólidos desempenhos operacionais recentemente apresentados pela Vivo e às vantagens que oferece em termos de diversificação geográfica”, sublinha o comunicado da agência de notação financeira.
O que está em causa, no entender da agência, tem a ver com as receitas que a PT obterá se vender a sua participação na Vivo. Para a S&P, é crucial saber se a administração da operadora portuguesa pretende deixar essas receitas no grupo e quanto é que poderia ser distribuído aos accionistas.
S&P quer reunir-se com administração da PT
De qualquer das formas, antes de tomar qualquer nova decisão a S&P pretende reunir-se com a administração da PT – reunião essa que a agência que diz ser para breve – para avaliar até que ponto é provável uma desalavancagem e, caso isso aconteça, qual será a sua magnitude e “timing”.
Além disso, a agência pretende também debater com a administração da operadora portuguesa as medidas financeiras e estratégicas previstas no caso de a PT aceitar a proposta da Telefónica de compra da sua parte na Vivo.
Nesta fase, a agência considera que deverá reiterar o “rating” para o crédito de longo prazo da PT ou cortá-lo em um nível.
Na terça-feira, a S&P já tinha colocado a Telefónica em “Credit Watch”, nomeadamente devido à oferta de compra da posição da PT na Vivo, já que a transacção, se for em frente, irá aumentar o endividamento da operadora espanhola.
“Esta transacção poderá aumentar substancialmente a alavancagem financeira da Telefónica, se bem que a empresa ganharia o controlo da Vivo, que é uma grande operadora móvel em crescimento”, referiu o comunicado da agência de notação financeira no dia 8 deste mês.
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
Sábado é dia de vacinação contra paralisia infantil em todo o país
A primeira fase da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite (paralisia infantil) será realizada neste sábado, dia 12 de junho, em todo o Brasil.
A campanha tem como tema central a Copa do Mundo. A meta é imunizar, na primeira etapa, 95% das crianças menores de cinco anos, ou 14,6 milhões. Mesmo quem já tomou a vacina antes deve participar, segundo o Ministério da Saúde.
Serão disponibilizadas cerca 24 milhões de doses para esta primeira fase, e mais 24 milhões para a segunda, em agosto. A vacina é oferecida gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
Desde 1989, o Brasil não registra nenhum caso de poliomelite, mas ainda existe o risco da doença vir de um país estrangeiro.
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A campanha tem como tema central a Copa do Mundo. A meta é imunizar, na primeira etapa, 95% das crianças menores de cinco anos, ou 14,6 milhões. Mesmo quem já tomou a vacina antes deve participar, segundo o Ministério da Saúde.
Serão disponibilizadas cerca 24 milhões de doses para esta primeira fase, e mais 24 milhões para a segunda, em agosto. A vacina é oferecida gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
Desde 1989, o Brasil não registra nenhum caso de poliomelite, mas ainda existe o risco da doença vir de um país estrangeiro.
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PT despreza ameaças da Telefónica à eventual rejeição da oferta pela Vivo
A Portugal Telecom emitiu hoje um documento informativo aos accionistas sobre a oferta da Telefónica pela posição que detém na Vivo, onde, entre outras coisas, despreza as ameaças da operadora espanhola no caso de uma eventual rejeição. Para a PT, essas "insinuações não devem ser tomadas em consideração".
A Telefónica ameaçou travar os dividendos da Vivo ou dissolver a parceria da Brasilcel, empresa que controla a Vivo e que é detida em partes iguais pela Telefónica e a PT no caso de uma rejeição da oferta. O presidente executivo da Portugal Telecom (PT) reagiu, afirmando que "as ameaças da Telefónica são infundadas, totalmente inaceitáveis e temos pareceres jurídicos que o comprovam".
Hoje, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a PT afirma que que as “insinuações” da Telefónica relativamente à Brasilcel (sociedade ‘holding’ da Vivo) “não devem ser tomadas em consideração” na apreciação da oferta.
E para fundamentar esta posição, a operadora apresenta argumentos com base no parecer dos seus consultores jurídicos, sublinhando o facto da Brasicel ser uma empresa “bem sucedida” , de ter contribuído com muito valor para os seus accionistas e da Vivo ser líder no mercado no Brasil.
Além disso, tendo em conta o Acordo Parassocial e nos termos da legislação holandesa relativa às sociedades e aos contratos em geral, as partes “devem interagir umas com as outras em conformidade com as normas que decorrem dos princípios gerais de boa fé e de negociação justa e razoável”.
A PT explica ainda que o “recurso por qualquer das partes, aos direitos de veto ou outros poderes societários por motivos que não os melhores interesses da’ joint venture’, em benefício dos seus accionistas, ou no âmbito de um principio societário de boa fé equivaleria a uma violação do Acordo Parassocial e dos princípios gerais da legislação holandesa anteriormente referidos”.
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A Telefónica ameaçou travar os dividendos da Vivo ou dissolver a parceria da Brasilcel, empresa que controla a Vivo e que é detida em partes iguais pela Telefónica e a PT no caso de uma rejeição da oferta. O presidente executivo da Portugal Telecom (PT) reagiu, afirmando que "as ameaças da Telefónica são infundadas, totalmente inaceitáveis e temos pareceres jurídicos que o comprovam".
Hoje, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a PT afirma que que as “insinuações” da Telefónica relativamente à Brasilcel (sociedade ‘holding’ da Vivo) “não devem ser tomadas em consideração” na apreciação da oferta.
E para fundamentar esta posição, a operadora apresenta argumentos com base no parecer dos seus consultores jurídicos, sublinhando o facto da Brasicel ser uma empresa “bem sucedida” , de ter contribuído com muito valor para os seus accionistas e da Vivo ser líder no mercado no Brasil.
Além disso, tendo em conta o Acordo Parassocial e nos termos da legislação holandesa relativa às sociedades e aos contratos em geral, as partes “devem interagir umas com as outras em conformidade com as normas que decorrem dos princípios gerais de boa fé e de negociação justa e razoável”.
A PT explica ainda que o “recurso por qualquer das partes, aos direitos de veto ou outros poderes societários por motivos que não os melhores interesses da’ joint venture’, em benefício dos seus accionistas, ou no âmbito de um principio societário de boa fé equivaleria a uma violação do Acordo Parassocial e dos princípios gerais da legislação holandesa anteriormente referidos”.
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Jornal do dia do nosso nascimento
Visite este link e constate notícias e factos reais do dia em que você nasceu.
Link: Jornal do aniversário
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Saber apólice de seguro através da matrícula
Link do Instituto de Seguros de Portual - Verificar seguro através da matrícula em caso de acidente e outros motivos.
Link: Verificar seguro através da matrícula
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È um sítio útil sobre fontes ou tipos de letra que você pode usar nos seus documentos editados no PC.
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