Um preso americano condenado à morte foi executado, ontem, quinta-feira, no Estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, com um sedativo usado para animais. A substância normalmente utilizada, o tiopentato de sódio, está esgotado.
John David Duty, de 58 anos, foi o primeiro preso americano a ser executado com o uso do sedativo pentobarbital, que costuma ser utilizado, juntamente com outros medicamentos, na morte provocada de animais.
A escassez de tiopentato de sódio, droga normalmente usada na mistura letal, levou as autoridades de Oklahoma a procederem à sua substituição por pentobarbital.
John David Duty, que matou por estrangulamento o companheiro de cela Curtis Wise, de 22 anos, em 2001, foi declarado morto às 18.18 horas (00.18 horas em Lisboa). Na altura cumpria pena por violação, roubo e tentativa de assassínio.
Antes de ser executado, Duty pediu desculpa à família de Curtis Wise. "Espero que um dia sejam capazes de me perdoar", disse. "A minha família e amigos também estão aqui. Obrigado. Senhor Jesus, eu estou pronto para ir para casa ", foram as suas últimas palavras.
Decisão polémica
Os advogados de Duty e de dois outros condenados à morte criticaram o uso de pentobarbital na execução, considerando-o desumano e alegando que os presos poderiam ficar paralisados, mas conscientes, contrariamente ao tiopentato de sódio que provoca inconsciência.
"Nenhum executado pode retornar para testemunhar sobre como se sentiu", afirmou o advogado Jim Rowan, membro de uma organização que defende a abolição da pena de morte.
Os Estados da Califórnia, Arkansas, Tennessee e Maryland já adiaram execuções por causa dos problemas de abastecimento das drogas usadas nos "cocktails" letais.
O tiopentato de sódio é a primeira droga que incorpora o protocolo de injecções letais em Oklahoma. Segue-se o brometo de vecurónio, que provoca paralisia e paragem respiratória, e o cloreto de potássio que faz parar o coração.
Os 35 Estados americanos que aplicam a pena de morte por injecção letal estão a tentar encontrar alternativas face à escassez de tiopentato de sódio, após a Hospira, único fabricante desta substância nos Estados Unidos, ter anunciado que o próximo lote do produto só estará disponível em 2011.
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Preso executado com sedativo para animais
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Jogo de sexo para o Kinect
Está a ser desenvolvido um jogo de sexo virtual para o sensor de movimentos da Xbox 360.
A ThriXXX está a desenvolver um jogo de sexo virtual que tira partido da tecnologia de reconhecimento de movimentos do Kinect.A equipa que se encontra a trabalhar na obra está a utilizar ferramentas de código aberto, de forma a ligar o sensor a um PC com o Windows 7 como sistema operativo, pois não se trata de um produto autorizado pela Microsoft.
"Não temos qualquer tipo de autorização. Para criarmos um protótipo, temos estado a utilizar material vindo da comunidade hacker. Não fazemos ideia como [a Microsoft] irá reagir, mas pensamos que o génio acabou de sair da lâmpada," afirmou Brad Adams, vice-presidente da empresa, à CNET.
A ThriXXX é responsável por títulos como 3D Sexvilla 2 e 3D Slut, jogos cujos títulos dizem tudo.
Para assistirem ao primeiro vídeo com cenas de cariz sexual, cliquem aqui, sendo conveniente referir que não é aconselhável para os mais novos.
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Twitter «só» vale 2.800 milhões, Facebook muito mais à frente
Rede social alcança financiamento de 151 milhões para chegar ao patamar do Google e Facebook.
A rede social Twitter acaba de chegar a um acordo de financiamento que lhe permite estimar o seu valor em «apenas» 2.800 milhões de euros. «Apenas» porque está ainda muito atrás do Facebook, avaliado em 18 mil milhões de euros - o seu fundador até foi considerado personalidade do ano pela Time - e do hegemónico Google.
A empresa de capital de risco Kleiner Perkins Caufield & Byers, da Califórnia, gastou, juntamente com outros investidores, 151 milhões de euros no Twitter, segundo o «The Wall Street Journal».
Esta quantia vai ajudar o Twitter a crescer, assim espera a rede de microblogging,. E tem uma meta já definida: ser mais rentável, tentanto também alcançar o seu espaço nos lugares cimeiros ocupados pelo Google e pelo Facebook.
In' AF
A rede social Twitter acaba de chegar a um acordo de financiamento que lhe permite estimar o seu valor em «apenas» 2.800 milhões de euros. «Apenas» porque está ainda muito atrás do Facebook, avaliado em 18 mil milhões de euros - o seu fundador até foi considerado personalidade do ano pela Time - e do hegemónico Google.
A empresa de capital de risco Kleiner Perkins Caufield & Byers, da Califórnia, gastou, juntamente com outros investidores, 151 milhões de euros no Twitter, segundo o «The Wall Street Journal».
Esta quantia vai ajudar o Twitter a crescer, assim espera a rede de microblogging,. E tem uma meta já definida: ser mais rentável, tentanto também alcançar o seu espaço nos lugares cimeiros ocupados pelo Google e pelo Facebook.
In' AF
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Confira os principais dados publicados pelo WikiLeaks
A seguir um resumo das principais revelações feitas pelo site WikiLeaks tendo como base a troca de mensagens confidenciais de diplomatas americanos:
EUA monitoram relação nuclear entre Brasil e Irã
Os Estados Unidos estão atentos aos crescentes laços entre Brasil e Irã e suas implicações na área nuclear, revelam documentos diplomáticos americanos. Desde 2007 Washington investiga a possibilidade de incremento da produção de urânio na América Latina, especialmente na Venezuela e no Brasil, países que intensificaram suas relações com o Irã.
Leia mais aqui
EUA monitoram relação nuclear entre Brasil e Irã
Os Estados Unidos estão atentos aos crescentes laços entre Brasil e Irã e suas implicações na área nuclear, revelam documentos diplomáticos americanos. Desde 2007 Washington investiga a possibilidade de incremento da produção de urânio na América Latina, especialmente na Venezuela e no Brasil, países que intensificaram suas relações com o Irã.
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Mercado de telemóveis no Brasil com mais um concorrente nacional
O Brasil realizou ontem um leilão para frequências de terceira geração móvel. A Nextel foi a grande vencedora, passando agora a ser mais uma concorrente nacional de serviço móvel. A Oi ganhou um único lote.
A Oi ganhou, ontem, um lote do leilão promovido pelo Brasil para atribuir mais frequências móveis de terceira geração, onde a grande vencedora foi a Nextel.
No primeiro dia do leilão, que se realizou ontem e que prossegue hoje, a Anatel, regulador brasileiro das comunicações que promoveu o leilão, arrecadou 2,2 mil milhões de reais (967 milhões de euros) em 36 lotes para 27 áreas regionais de operação.
A Oi concorreu a pelo menos dois lotes, mas só ficou com o oitavo lote da Banda H (que permite voz e dados), que servia para os municípios de Paranaíba, no Estado do Mato Grosso do Sul, e alguns municípios no Estado de Goiás. A Oi teve de oferecer 1,35 milhões de reais (595 mil euros) por esse lote, mais 65,29% que o preço de licitação.
No décimo lote, para municípios no Estado de São Paulo, a Oi e a Nextel disputaram seis lances. A Nextel sairia vencedora com uma proposta de 18 milhões de reais. A Nextel foi, aliás, a grande vencedora do leilão que decorreu ontem, ao arrematar onze lotes de um total de 13. Um dos lotes perdidos foi para a Oi e o outro para a CTBC Celular. Ao todo, a Nextel desembolsou 1,2 mil milhões de reais (cerca de 530 milhões de euros).
Com estas frequências, a Nextel vai passar a ter uma operação nacional, criando mais concorrência nos serviços móveis no Brasil. Passará assim a ser a quinta operadora, concorrendo com a Vivo, Claro, TIM e Oi, onde a Portugal Telecom vai entrar. Actualmente, a Nextel tem uma operação limitada e apenas três milhões de clientes.
A Anatel colocou ainda em leilão faixas sobrantes, às quais só poderiam concorrer as actuais operadoras caso não fosse anteriormente licitado. Foi o que aconteceu, tendo a Nextel, Vivo a Claro e a TIM arrecadado essas frequências. Antes destas faixas sobrantes, as operadoras não podiam concorrer aos lotes em regiões onde já tivessem serviço.
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A Oi ganhou, ontem, um lote do leilão promovido pelo Brasil para atribuir mais frequências móveis de terceira geração, onde a grande vencedora foi a Nextel.
No primeiro dia do leilão, que se realizou ontem e que prossegue hoje, a Anatel, regulador brasileiro das comunicações que promoveu o leilão, arrecadou 2,2 mil milhões de reais (967 milhões de euros) em 36 lotes para 27 áreas regionais de operação.
A Oi concorreu a pelo menos dois lotes, mas só ficou com o oitavo lote da Banda H (que permite voz e dados), que servia para os municípios de Paranaíba, no Estado do Mato Grosso do Sul, e alguns municípios no Estado de Goiás. A Oi teve de oferecer 1,35 milhões de reais (595 mil euros) por esse lote, mais 65,29% que o preço de licitação.
No décimo lote, para municípios no Estado de São Paulo, a Oi e a Nextel disputaram seis lances. A Nextel sairia vencedora com uma proposta de 18 milhões de reais. A Nextel foi, aliás, a grande vencedora do leilão que decorreu ontem, ao arrematar onze lotes de um total de 13. Um dos lotes perdidos foi para a Oi e o outro para a CTBC Celular. Ao todo, a Nextel desembolsou 1,2 mil milhões de reais (cerca de 530 milhões de euros).
Com estas frequências, a Nextel vai passar a ter uma operação nacional, criando mais concorrência nos serviços móveis no Brasil. Passará assim a ser a quinta operadora, concorrendo com a Vivo, Claro, TIM e Oi, onde a Portugal Telecom vai entrar. Actualmente, a Nextel tem uma operação limitada e apenas três milhões de clientes.
A Anatel colocou ainda em leilão faixas sobrantes, às quais só poderiam concorrer as actuais operadoras caso não fosse anteriormente licitado. Foi o que aconteceu, tendo a Nextel, Vivo a Claro e a TIM arrecadado essas frequências. Antes destas faixas sobrantes, as operadoras não podiam concorrer aos lotes em regiões onde já tivessem serviço.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Vendas de ingressos para segundo show do U2 começam nesta quarta
Os ingressos para a segunda apresentação do U2 no Brasil começam a ser vendidos nesta quarta-feira (15), à 0h01, pela internet, por meio do site www.tickestforfun.com.br. A bilheteria oficial (Credicard Hall, na avenida das Nações Unidas, 17.981, Santo Amaro, São Paulo), os pontos de venda e o call center (4003-0806, para todo o Brasil) passam a operar às 10h.
Entre os pontos de vendas divulgados pela produtora Time For Fun, há quatro na cidade de São Paulo (Citibank Hall, Estádio do Morumbi, Estádio do Pacaembu e Ginásio do Ibirapuera); um em Campinas (Estádio da Ponte Preta); um em Belo Horizonte (Livraria Leitura Savassi); um em São Bernardo (Posto Central Park); e um no Rio de Janeiro (Citibank Hall). As entradas para o primeiro show, marcado para 9 de abril de 2011, acabaram pouco depois de uma hora após a abertura das bilhetererias.
Show extra do U2 em São Paulo
Quando: 10 de abril, às 20h (show de abertura da banda Muse)
Onde: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1
Quanto:
R$ 70 (cadeira superior amarela);
R$180 (pista);
R$ 220 (arquibancada amarela);
R$ 240 (arquibancadas azul, vermelha, vermelha especial e laranja);
R$ 340 (cadeira inferior A e B);
R$ 380 (cadeira superior azul 1, cadeira superior azul premium, cadeira superior vermelha e cadeira superior laranja);
R$ 1 mil ("red zone").
Para visitar a fonte da informação, click aqui
Entre os pontos de vendas divulgados pela produtora Time For Fun, há quatro na cidade de São Paulo (Citibank Hall, Estádio do Morumbi, Estádio do Pacaembu e Ginásio do Ibirapuera); um em Campinas (Estádio da Ponte Preta); um em Belo Horizonte (Livraria Leitura Savassi); um em São Bernardo (Posto Central Park); e um no Rio de Janeiro (Citibank Hall). As entradas para o primeiro show, marcado para 9 de abril de 2011, acabaram pouco depois de uma hora após a abertura das bilhetererias.
Show extra do U2 em São Paulo
Quando: 10 de abril, às 20h (show de abertura da banda Muse)
Onde: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1
Quanto:
R$ 70 (cadeira superior amarela);
R$180 (pista);
R$ 220 (arquibancada amarela);
R$ 240 (arquibancadas azul, vermelha, vermelha especial e laranja);
R$ 340 (cadeira inferior A e B);
R$ 380 (cadeira superior azul 1, cadeira superior azul premium, cadeira superior vermelha e cadeira superior laranja);
R$ 1 mil ("red zone").
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Descoberta uma nova espécie de lêmure
Um lemur, do tamanho de um esquilo, foi descoberto em uma das poucas florestas remanescentes de Madagascar.
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Voyager chega perto da fronteira do Sistema Solar
A sonda espacial Voyager 1, lançada há 33 anos, está perto da fronteira do Sistema Solar.
A 17,4 bilhões de quilômetros de casa, a sonda é o objeto feito pelo homem mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta.
Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente.
Isso significa que a Voyager deve estar muito perto de dar o salto para o espaço interestelar - o espaço entre as estrelas.
Edward Stone, cientista do projeto Voyager, elogiou a sonda e as incríveis descobertas que ela continua enviando à Terra.
"Quando a Voyager foi lançada, a era espacial tinha apenas 20 anos de idade, então não era possível prever que uma sonda espacial pudesse durar tanto tempo", disse ele à BBC.
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A 17,4 bilhões de quilômetros de casa, a sonda é o objeto feito pelo homem mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta.
Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente.
Isso significa que a Voyager deve estar muito perto de dar o salto para o espaço interestelar - o espaço entre as estrelas.
Edward Stone, cientista do projeto Voyager, elogiou a sonda e as incríveis descobertas que ela continua enviando à Terra.
"Quando a Voyager foi lançada, a era espacial tinha apenas 20 anos de idade, então não era possível prever que uma sonda espacial pudesse durar tanto tempo", disse ele à BBC.
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Banco de Portugal apela às empresas a procurarem financiamento externo
A administradora do Banco de Portugal, Teodora Cardoso, apelou hoje “à importância de as empresas portuguesas ganharem acesso directo a fontes de financiamento externo, pelo mérito da sua gestão e dos seus projectos, ficando menos dependentes do ‘rating’ da República".
Durante a primeira conferência da Central de Balanços do Banco de Portugal (BdP), que hoje se realiza na Fundação Engº António de Almeida, no Porto, a administradora do Banco de Portugal justificou a necessidade de procurar financiamento externo e deu a receita às empresas. Segundo esta responsável, “tal implica reestruturações e mudanças de comportamento significativas”.
“Melhorar a informação prestada pelas empresas com vista a reduzir a assimetria da informação que caracteriza as suas relações com os financiadores é reconhecido, por toda a parte, como um dos factores mais relevantes para aumentar o seu acesso ao crédito e reduzir o prémio de risco que lhes é atribuído”, afirmou Teodora Cardoso.
Ainda durante a sua intervenção, intitulada “Desafios às empresas portuguesas na actual conjuntura”, a administradora do BdP reflectiu sobre o impacto que a discussão do Orçamento do Estado teve na economia portuguesa. “O debate político em torno das medidas orçamentais e da necessidade de reformas estruturais não contribuiu para o reforço de confiança na economia portuguesa, que teria sido indispensável para obviar a essa evolução”.
“Pelo contrário, as notícias relativas à execução orçamental em 2010 apontaram para a insuficiência da correcção e aumentaram não só o prémio de risco atribuído à dívida portuguesa, como a dificuldade de acesso dos bancos portugueses às fontes de financiamento estáveis e a que normalmente recorriam”.
Teodora Cardoso analisa ainda que o final do ano de 2010 deixa Portugal confrontado com um novo período de ajustamento especialmente difícil porque o País precisa de corrigir a trajectória de endividamento face ao exterior. “Nessa correcção estará directamente implicado o Estado, mas também as empresas e os particulares, através da sua dívida aos bancos. Estas não são boas notícias para os empresários, mas seria pior alimentar ilusões que não podem fundamentar-se”, disse ainda a economista.
Fonte: Jornal de Negócios
“Melhorar a informação prestada pelas empresas com vista a reduzir a assimetria da informação que caracteriza as suas relações com os financiadores é reconhecido, por toda a parte, como um dos factores mais relevantes para aumentar o seu acesso ao crédito e reduzir o prémio de risco que lhes é atribuído”, afirmou Teodora Cardoso.
Ainda durante a sua intervenção, intitulada “Desafios às empresas portuguesas na actual conjuntura”, a administradora do BdP reflectiu sobre o impacto que a discussão do Orçamento do Estado teve na economia portuguesa. “O debate político em torno das medidas orçamentais e da necessidade de reformas estruturais não contribuiu para o reforço de confiança na economia portuguesa, que teria sido indispensável para obviar a essa evolução”.
“Pelo contrário, as notícias relativas à execução orçamental em 2010 apontaram para a insuficiência da correcção e aumentaram não só o prémio de risco atribuído à dívida portuguesa, como a dificuldade de acesso dos bancos portugueses às fontes de financiamento estáveis e a que normalmente recorriam”.
Teodora Cardoso analisa ainda que o final do ano de 2010 deixa Portugal confrontado com um novo período de ajustamento especialmente difícil porque o País precisa de corrigir a trajectória de endividamento face ao exterior. “Nessa correcção estará directamente implicado o Estado, mas também as empresas e os particulares, através da sua dívida aos bancos. Estas não são boas notícias para os empresários, mas seria pior alimentar ilusões que não podem fundamentar-se”, disse ainda a economista.
Fonte: Jornal de Negócios
18,5% dos portugueses estavam em risco de pobreza em 2008
Mais de 1,9 milhões de portugueses encontravam-se em risco de pobreza, em 2008. O que corresponde a 18,5% da população. Portugal é o décimo país da União Europeia com o índice mais elevado.
O Eurostat publicou um estudo onde revela quais os níveis de pobreza e exclusão social, com os números a reportarem-se a 2008.
Portugal tinha 1,96 milhões de pessoas em risco de pobreza, já considerando o pagamento de apoios sociais. Este número representa 18,5% da população, e corresponde ao 10º país entre os 27 membros da União Europeia.
A média da região era de 16,5%, em 2008, com os valores a variarem entre 25,6% na Letónia e 9% na República Checa. Isto no indicador de risco de pobreza. No total da União Europeia existiam na altura mais de 81 milhões de pessoas com este risco.
O Eurostat analisou ainda a população que tem privações materiais relevantes, como não serem capazes de pagar as suas contas, manter as suas casas aquecidas de forma adequada, ter um carro ou um telefone. Nestas condições encontrava-se 8,5% da população da União Europeia, em 2008.
Em Portugal 9,7% das pessoas tinham estas carências, o que representa a 1,02 milhões de pessoas. E corresponde ao 11º país entre os 27.
Neste indicador, as percentagens variam entre 41,2%, no caso da Bulgária, e os 0,7% do Luxemburgo. Ao todo eram mais de 41,5 milhões de pessoas.
Por fim, o Eurostat analisou ainda casos em que os adultos, de um agregado familiar, trabalharam menos de 20% do seu potencial de trabalho no ano anterior. No caso de Portugal, 6,3% da população, ou seja, cerca de 517 mil pessoas, encontravam-se nesta situação. Este valor percentual corresponde ao 19º entre os 27 estados-membros.
Estes números reportam-se a 2008, ano em que a crise financeira assolou os mercados e provocou uma crise mundial. Um cenário que levou ao aumento da taxa de desemprego um pouco por todo o mundo e à deterioração das condições sociais para muitas famílias. O que aponta para uma deterioração destes números. Valores que só deverão ser conhecidos daqui a uns anos.
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O Eurostat publicou um estudo onde revela quais os níveis de pobreza e exclusão social, com os números a reportarem-se a 2008.
Portugal tinha 1,96 milhões de pessoas em risco de pobreza, já considerando o pagamento de apoios sociais. Este número representa 18,5% da população, e corresponde ao 10º país entre os 27 membros da União Europeia.
A média da região era de 16,5%, em 2008, com os valores a variarem entre 25,6% na Letónia e 9% na República Checa. Isto no indicador de risco de pobreza. No total da União Europeia existiam na altura mais de 81 milhões de pessoas com este risco.
O Eurostat analisou ainda a população que tem privações materiais relevantes, como não serem capazes de pagar as suas contas, manter as suas casas aquecidas de forma adequada, ter um carro ou um telefone. Nestas condições encontrava-se 8,5% da população da União Europeia, em 2008.
Em Portugal 9,7% das pessoas tinham estas carências, o que representa a 1,02 milhões de pessoas. E corresponde ao 11º país entre os 27.
Neste indicador, as percentagens variam entre 41,2%, no caso da Bulgária, e os 0,7% do Luxemburgo. Ao todo eram mais de 41,5 milhões de pessoas.
Por fim, o Eurostat analisou ainda casos em que os adultos, de um agregado familiar, trabalharam menos de 20% do seu potencial de trabalho no ano anterior. No caso de Portugal, 6,3% da população, ou seja, cerca de 517 mil pessoas, encontravam-se nesta situação. Este valor percentual corresponde ao 19º entre os 27 estados-membros.
Estes números reportam-se a 2008, ano em que a crise financeira assolou os mercados e provocou uma crise mundial. Um cenário que levou ao aumento da taxa de desemprego um pouco por todo o mundo e à deterioração das condições sociais para muitas famílias. O que aponta para uma deterioração destes números. Valores que só deverão ser conhecidos daqui a uns anos.
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