As acções dos dois bancos regressaram hoje à negociação com fortes valorizações. O presidente do National Bank já manifestou a sua surpresa com a resposta do Alpha Bank.
Após ter rejeitado a oferta de 2,8 mil milhões de euros do National Bank of Greece, o Alpha Bank regressou à negociação com uma valorização de 14,82%. O banco já disparou um máximo de 18,58% e segue agora a valorizar 15,03% para os 5,51 euros.
Já os títulos do National Bank of Greece abriram a sessão a ganhar 4,36%, e já valorizaram um máximo de 7%. Seguem agora a ganhar 5,68% para os 8 euros.
Na última sexta-feira, os títulos dos dois bancos estiveram suspensos na bolsa grega devido à oferta lançada pelo National Bank of Greece. No final do dia de sexta-feira, o Alpha Bank anunciou que rejeitava a oferta por a considerar "inadequada".
O National Bank of Greece ofereceu 2,8 mil milhões de euros pelo Alpha Bank.
A oferta do National Bank of Greece avaliava as acções do Alpha Bank a 5,50 euros cada, ou seja, 18,9% acima do preço médio dos títulos nos últimos 20 dias.
O National Bank of Greece oferecia oito novas acções por 11 títulos já existentes do Alpha, o que representa um rácio de troca de 0,727, refere a agência Bloomberg que cita um comunicado do banco.
O presidente do National Bank of Greece afirmou esta manhã em conferência de imprensa que está "surpreendido" com a reposta negativa do Alpha Bank.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Milos Teodosic eleito jogador europeu do ano
O basquetebolista sérvio, Milos Teodosic, foi eleito pela FIBA como jogador europeu do ano de 2010
Milos, joga actualmente no Olympiacos, venceu o espanhol Pau Gasol, bem como o alemão Dirk Nowitzki, que actuam na NBA.
Atlético de Madrid de olho em Jesus
O técnico do Benfica é um dos nomes referenciados para substituir Quique Flores no Real Madrid.
Segundo o jornal Record, o Atlético de Madrid vê em Jorge Jesus um dos treinadores que poderá substituir Quique Flores no final da temporada.
O técnico espanhol é cada vez mais contestado em Madrid e dificilmente renovará contrato para a próxima época, depois de já estar afastado da Liga Europa e Taça do Rei.
Assim, jornal desportivo adianta que Jorge Jesus é uma possibilidade equacionada por Enrique Cerezo, a par de Rafa Benítez e Gregorio Manzano.
O empresário do técnico português é Jorge Mendes, que mantém boas relações com os colchoneros, o que poderá ser uma boa base para o negócio. No entanto, convém relembrar que Jorge Jesus tem contrato com as águias até 2013 e uma cláusula de rescisão de 7 milhões de euros.
A par disso, a boa relação com Luís Filipe Vieira e os bons resultados pelos encarnados tornarão improvável que o Benfica queira deixar sair o seu treinador, que pode conseguir em Alvalade a décima vitória consecutiva na Liga, mais uma do que a melhor série da época passada.
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Segundo o jornal Record, o Atlético de Madrid vê em Jorge Jesus um dos treinadores que poderá substituir Quique Flores no final da temporada.
O técnico espanhol é cada vez mais contestado em Madrid e dificilmente renovará contrato para a próxima época, depois de já estar afastado da Liga Europa e Taça do Rei.
Assim, jornal desportivo adianta que Jorge Jesus é uma possibilidade equacionada por Enrique Cerezo, a par de Rafa Benítez e Gregorio Manzano.
O empresário do técnico português é Jorge Mendes, que mantém boas relações com os colchoneros, o que poderá ser uma boa base para o negócio. No entanto, convém relembrar que Jorge Jesus tem contrato com as águias até 2013 e uma cláusula de rescisão de 7 milhões de euros.
A par disso, a boa relação com Luís Filipe Vieira e os bons resultados pelos encarnados tornarão improvável que o Benfica queira deixar sair o seu treinador, que pode conseguir em Alvalade a décima vitória consecutiva na Liga, mais uma do que a melhor série da época passada.
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Modelo de subscrição da Apple debaixo de fogo
O modelo de subscrição apresentado pela Apple para conteúdos na loja de aplicações está a ser bastante criticado e poderá vir a ser investigado na Europa e EUA
O novo modelo foi apresentado esta semana e permite aos produtores de conteúdos, sobretudo publicações digitais, venderem os conteúdos com uma subscrição para um determinado período de tempo, que pode ir de uma semana a um ano.
Uma das principais críticas reside no facto de 30 por cento do preço cobrado ficar nos cofres da Apple.
Para a empresa de Steve Jobs, este modelo é bom para os utilizadores e permite dar aos editores novas oportunidades de negócio.
Outra das alterações debaixo de fogo é que a partir de Julho passa a ser proibido incluir links para as aplicações para iPhone e iPad fora da App Store.
Quem já veio a público criticar esta proposta da Apple foi a International Newspaper Marketing Association, que em comunicado sublinha que «os editores simplesmente não podem aguentar um investimento em novas tecnologias, produtos e serviços quando as plataformas cobram 30 por cento dos lucros totais».
Entretanto o Wall Street Journal está a avançar que tanto a Federal Trade Commission, nos EUA, como a Comissão Europeia, na Europa, poderão vir a lançar em breve investigações sobre o novo modelo, que poderá ser considerado abuso de posição dominante.
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O novo modelo foi apresentado esta semana e permite aos produtores de conteúdos, sobretudo publicações digitais, venderem os conteúdos com uma subscrição para um determinado período de tempo, que pode ir de uma semana a um ano.
Uma das principais críticas reside no facto de 30 por cento do preço cobrado ficar nos cofres da Apple.
Para a empresa de Steve Jobs, este modelo é bom para os utilizadores e permite dar aos editores novas oportunidades de negócio.
Outra das alterações debaixo de fogo é que a partir de Julho passa a ser proibido incluir links para as aplicações para iPhone e iPad fora da App Store.
Quem já veio a público criticar esta proposta da Apple foi a International Newspaper Marketing Association, que em comunicado sublinha que «os editores simplesmente não podem aguentar um investimento em novas tecnologias, produtos e serviços quando as plataformas cobram 30 por cento dos lucros totais».
Entretanto o Wall Street Journal está a avançar que tanto a Federal Trade Commission, nos EUA, como a Comissão Europeia, na Europa, poderão vir a lançar em breve investigações sobre o novo modelo, que poderá ser considerado abuso de posição dominante.
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Sony prepara tablet compatível com conteúdos da PlayStation
A Sony poderá em breve deixar de ser uma das únicas grandes fabricantes sem um tablet no portefólio. A aposta: um tablet compatível com conteúdos da PlayStation
A notícia está a ser avançada pelo portal Engadget e surge na semana em que foi apresentado o primeiro smartphone com funcionalidades da PlayStation Portable, o Xperia Play da Sony Ericsson.
Segundo o site especializado, que cita «duas fontes independentes e de alta confiança», o tablet da Sony já está a ser desenvolvido pelos engenheiros da Sony e tem como nome de código S1.
O dispositivo em causa tem um ecrã de 9.4 polegadas e baseia-se no Android 3.0, a primeira versão do sistema operativo móvel da Google desenvolvida exclusivamente a pensar em tablets.
O Engadget adianta que o aparelho poderá vir a ser lançado na família Vaio, a mesma dos computadores portáteis da fabricante, e terá integração com outros equipamentos e serviços da Sony, incluindo a PlayStation.
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A notícia está a ser avançada pelo portal Engadget e surge na semana em que foi apresentado o primeiro smartphone com funcionalidades da PlayStation Portable, o Xperia Play da Sony Ericsson.
Segundo o site especializado, que cita «duas fontes independentes e de alta confiança», o tablet da Sony já está a ser desenvolvido pelos engenheiros da Sony e tem como nome de código S1.
O dispositivo em causa tem um ecrã de 9.4 polegadas e baseia-se no Android 3.0, a primeira versão do sistema operativo móvel da Google desenvolvida exclusivamente a pensar em tablets.
O Engadget adianta que o aparelho poderá vir a ser lançado na família Vaio, a mesma dos computadores portáteis da fabricante, e terá integração com outros equipamentos e serviços da Sony, incluindo a PlayStation.
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Combate ao aumento dos preços dos alimentos afasta países do G-20
G-20 reúnem-se em Paris mas força dos mercados emergentes não deverá deixar que sejam os países desenvolvidos a ditar as decisões.
O G-20 foi criado para estabilizar o mercado financeiro global mas a reunião que se inicia hoje parece não ir no sentido do cumprimento desse objectivo. O aumento dos preços das matérias-primas, que ameaça uma futura crise alimentar, é um dos temas que mais alarga o fosso de interesses entre as economias desenvolvidas e as emergentes.
O aumento dos preços das matérias-primas tem levantado preocupações e ainda no início do mês o índice de 55 produtos alimentares calculado pela FAO, das Nações Unidas, atingiu um novo máximo histórico em Janeiro, tendo aumentando pelo sétimo mês consecutivo. O Banco Mundial já disse que os preços estão em “níveis perigosos” e que já levaram mais 44 milhões de pessoas para a pobreza desde Junho.
Tem-se falado em controlo dos custos mas os produtores e exportadores de matérias-primas, como o Brasil e a China, não querem a fixação de um preço nos produtos, já que defendem que tal pode limitar os seus ganhos e o crescimento substancial que os países têm registado. Guido Mantega, ministro das finanças brasileiro, já veio dizer que “o Brasil é totalmente contra um mecanismo de controlo ou de regulação dos preços das ‘commodities’”, cita o “Le Fígaro.
Já a Alemanha e a França pretendem uma intervenção que reduza as desigualdades. “O objectivo é corrigir os desequilíbrios, não ditar uma política económica a este ou àquele país”, disse Christine Lagarde, ministra das finanças de França, o país anfitrião. “Não queremos dizer a este países que deixe de ser competitivo, que deixe de exportar ou que deixe de consumir. Isto é apenas um melhor equilíbrio que nos beneficie a todos”, referiu a ministra.
Não há portanto uma decisão que alinhe todos os intervenientes e, segundo a “BBC News”, Lagarde quer alcançar durante a reunião “a identificação da lista dos indicadores, de instrumentos de medição que irá permitir identificar os desequilíbrios, e, em consequência, as causas dos mesmos". Isto para que os G-20 possam "propor métodos para coordenar as políticas económicas”.
Em Paris, o G-20 vai encontrar-se mais numa base de desacordo do que de acordo, resume o espanhol “Expansión”. Esta reunião pode ser a prova de que efectivamente o poder já não está na mão dos países desenvolvidos, como já a ministra Lagarde tinha salientado: “No mundo, houve uma mudança significativa ao passar de um para vários centros de gravidade”.
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O G-20 foi criado para estabilizar o mercado financeiro global mas a reunião que se inicia hoje parece não ir no sentido do cumprimento desse objectivo. O aumento dos preços das matérias-primas, que ameaça uma futura crise alimentar, é um dos temas que mais alarga o fosso de interesses entre as economias desenvolvidas e as emergentes.
O aumento dos preços das matérias-primas tem levantado preocupações e ainda no início do mês o índice de 55 produtos alimentares calculado pela FAO, das Nações Unidas, atingiu um novo máximo histórico em Janeiro, tendo aumentando pelo sétimo mês consecutivo. O Banco Mundial já disse que os preços estão em “níveis perigosos” e que já levaram mais 44 milhões de pessoas para a pobreza desde Junho.
Tem-se falado em controlo dos custos mas os produtores e exportadores de matérias-primas, como o Brasil e a China, não querem a fixação de um preço nos produtos, já que defendem que tal pode limitar os seus ganhos e o crescimento substancial que os países têm registado. Guido Mantega, ministro das finanças brasileiro, já veio dizer que “o Brasil é totalmente contra um mecanismo de controlo ou de regulação dos preços das ‘commodities’”, cita o “Le Fígaro.
Já a Alemanha e a França pretendem uma intervenção que reduza as desigualdades. “O objectivo é corrigir os desequilíbrios, não ditar uma política económica a este ou àquele país”, disse Christine Lagarde, ministra das finanças de França, o país anfitrião. “Não queremos dizer a este países que deixe de ser competitivo, que deixe de exportar ou que deixe de consumir. Isto é apenas um melhor equilíbrio que nos beneficie a todos”, referiu a ministra.
Não há portanto uma decisão que alinhe todos os intervenientes e, segundo a “BBC News”, Lagarde quer alcançar durante a reunião “a identificação da lista dos indicadores, de instrumentos de medição que irá permitir identificar os desequilíbrios, e, em consequência, as causas dos mesmos". Isto para que os G-20 possam "propor métodos para coordenar as políticas económicas”.
Em Paris, o G-20 vai encontrar-se mais numa base de desacordo do que de acordo, resume o espanhol “Expansión”. Esta reunião pode ser a prova de que efectivamente o poder já não está na mão dos países desenvolvidos, como já a ministra Lagarde tinha salientado: “No mundo, houve uma mudança significativa ao passar de um para vários centros de gravidade”.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
China poderá comprar mais dívida de Portugal
A China poderá aumentar a sua carteira de títulos do Tesouro de Portugal e de outras nações europeias, admitiu hoje o jornal "China Daily" a propósito da redução do montante da divida norte-americana detido pelo país.
"A China prometeu comprar 6.000 milhões de euros de títulos do Tesouro espanhol e manifestou interesse em comprar dívida portuguesa e grega", escreve o jornal, sem precisar outros montantes.
Em Dezembro passado, pelo segundo mês consecutivo, a carteira chinesa de títulos do Tesouro norte-americano diminuiu 0,4 por cento, para 892.000 milhões de dólares, menos 3.600 milhões de dólares do que em novembro, anunciou hoje a imprensa oficial.
A redução confirma o interesse de Pequim em "diversificar" a aplicação das enormes reservas chinesas em divisas, mas a China continua a ser o maior detentor da dívida norte-americana, seguida do Japão.
Um vice-governador do Banco Central, Yi Gang, citado hoje pelo "China Daily" considerou que "a curto prazo, as outras opções de compra de dívidas (soberanas) não conseguem competir com a força e a segurança da dívida dos Estados Unidos".
As reservas da China, as maiores do mundo, aumentaram 18,7% em 2010, para 2,85 biliões de dólares (2,2 biliões de euros), anunciou o Banco Central chinês em Janeiro passado.
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"A China prometeu comprar 6.000 milhões de euros de títulos do Tesouro espanhol e manifestou interesse em comprar dívida portuguesa e grega", escreve o jornal, sem precisar outros montantes.
Em Dezembro passado, pelo segundo mês consecutivo, a carteira chinesa de títulos do Tesouro norte-americano diminuiu 0,4 por cento, para 892.000 milhões de dólares, menos 3.600 milhões de dólares do que em novembro, anunciou hoje a imprensa oficial.
A redução confirma o interesse de Pequim em "diversificar" a aplicação das enormes reservas chinesas em divisas, mas a China continua a ser o maior detentor da dívida norte-americana, seguida do Japão.
Um vice-governador do Banco Central, Yi Gang, citado hoje pelo "China Daily" considerou que "a curto prazo, as outras opções de compra de dívidas (soberanas) não conseguem competir com a força e a segurança da dívida dos Estados Unidos".
As reservas da China, as maiores do mundo, aumentaram 18,7% em 2010, para 2,85 biliões de dólares (2,2 biliões de euros), anunciou o Banco Central chinês em Janeiro passado.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Escalada de 10% da Dell impulsiona Nasdaq para máximos de 2007
O três principais índices norte-americanos estão em valores que não registavam há mais de dois anos.
A Dell apresentou ontem à noite os seus resultados anuais e está a liderar os ganhos no índice tecnológico Nasdaq, cuja pontuação não era tão elevada desde Novembro de 2007. Também o Dow Jones e o S&P 500 estão em máximos, mas referentes a 2008.
A empresa tecnológica apresentou ontem lucros de 53 cêntimos, acima da estimativa média de 37 cêntimos, o que animou a abertura das bolsas norte-americanas e que está agora a ser a maior contribuição para os máximos do Nasdaq.
A própria Dell está a subir 10,71% para os 15,40 dólares, tendo já tocado nos 15,49 dólares, sendo que ainda não esteve hoje a valorizar abaixo dos 5%. O número máximo é o mais alto desde 13 de Maio de 2010.
“A Dell apresentou ontem os seus números, que me levam a dizer que teremos um aumento poderoso nas despesas tecnológicas”, segundo declarou Philip Orlando, da Federated Investors, à Bloomberg.
O índice tecnológico dos EUA sobe 0,51% para os 2818,62 pontos mas já esteve nos 2828,05 pontos, valor que tinha sido superado pela última vez a 6 de Novembro de 2007.
Por sua vez, o Dow Jones também esteve hoje num “recorde” de 17 de Junho de 2008, estando a subir 0,33% para os 12.267,21 pontos.
Já o S&P 500 avança 0,42% para os 1.333,53 pontos, tendo alcançado um pico que não marcava desde 25 de Junho de 2008. Este ano já valorizou 5,6%, apreciação estimulada pelos ganhos das empresas: 73% das 371 companhias no índice superaram as estimativas de resultados da Bloomberg.
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A Dell apresentou ontem à noite os seus resultados anuais e está a liderar os ganhos no índice tecnológico Nasdaq, cuja pontuação não era tão elevada desde Novembro de 2007. Também o Dow Jones e o S&P 500 estão em máximos, mas referentes a 2008.
A empresa tecnológica apresentou ontem lucros de 53 cêntimos, acima da estimativa média de 37 cêntimos, o que animou a abertura das bolsas norte-americanas e que está agora a ser a maior contribuição para os máximos do Nasdaq.
A própria Dell está a subir 10,71% para os 15,40 dólares, tendo já tocado nos 15,49 dólares, sendo que ainda não esteve hoje a valorizar abaixo dos 5%. O número máximo é o mais alto desde 13 de Maio de 2010.
“A Dell apresentou ontem os seus números, que me levam a dizer que teremos um aumento poderoso nas despesas tecnológicas”, segundo declarou Philip Orlando, da Federated Investors, à Bloomberg.
O índice tecnológico dos EUA sobe 0,51% para os 2818,62 pontos mas já esteve nos 2828,05 pontos, valor que tinha sido superado pela última vez a 6 de Novembro de 2007.
Por sua vez, o Dow Jones também esteve hoje num “recorde” de 17 de Junho de 2008, estando a subir 0,33% para os 12.267,21 pontos.
Já o S&P 500 avança 0,42% para os 1.333,53 pontos, tendo alcançado um pico que não marcava desde 25 de Junho de 2008. Este ano já valorizou 5,6%, apreciação estimulada pelos ganhos das empresas: 73% das 371 companhias no índice superaram as estimativas de resultados da Bloomberg.
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Pepe próximo da renovação com o Real Madrid
Depois de um ano de intensas negociações, Pepe deverá renovar com o Real Madrid, assegura o jornal As. O defesa vai receber 3,8 milhões de euros por ano até 2015.
O actual contrato de Pepe termina no próximo ano. O defesa pediu no início das negociações seis milhões de euros/temporada. José Mourinho foi fundamental para o fim das conversações, já que o treinador disse que o Real Madrid não poderia perder Pepe, que recebe actualmente 1,8 milhões por ano.
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O actual contrato de Pepe termina no próximo ano. O defesa pediu no início das negociações seis milhões de euros/temporada. José Mourinho foi fundamental para o fim das conversações, já que o treinador disse que o Real Madrid não poderia perder Pepe, que recebe actualmente 1,8 milhões por ano.
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Queda de 14% do índice bolsista do Egipto poderá ser anulada
Grupo de investidores pede que negociações do dia 27 de Janeiro não sejam contabilizadas, mas quebra de 9% do dia 26 já não poderá ser invalidada.
Os investidores que perderam dinheiro com a queda do índice da bolsa do Egipto querem que as transacções do dia 27 de Janeiro sejam anuladas. Os reguladores daquele país afirmaram que estão a analisar essa possibilidade, revela a agência Bloomberg.
Numa reunião com o vice-presidente da bolsa, Mohamed Farid Saleh, os investidores mostraram-se preocupados com a situação negocial da nação, particularmente com as perdas que sentiram com a quebra de 14% do índice egípcio EGX 100 para os 884,79 pontos a 27 de Janeiro, o que levou ao encerramento da bolsa, entretanto ainda não reaberta.
No dia anterior, a 26 de Janeiro, o índice tinha caído 9,1%, mas estas transacções já foram executadas, o que impede o seu cancelamento.
“Estou surpreendido por ouvir que podem cancelar algumas negociações, naquele que parece ser um ambiente anormal para o país, mas um ambiente bastante normal para a bolsa”, argumentou Sven Richter, responsável da Renaissance Asset Managers, de Londres, em declarações à Bloomberg.
O mesmo analista afirma mesmo que preferia que as acções mantivessem o valor com que terminaram a sessão naquele dia, já que “há pessoas à espera para investir assim que o mercado abra portas”.
Essa abertura deverá acontecer a 20 de Fevereiro, mas qualquer desenvolvimento inesperado pode levar ao prolongamento do fecho do mercado, de acordo com o vice-presidente. Um porta-voz da bolsa, Hisham Turk, afirmou que, a concretizar-se o início de negociações naquele dia, a bolsa poderá ser interrompida por 30 minutos se o índice EGX 100 apreciar ou depreciar mais de 5%, ao passo que o fecho acontecerá se as oscilações forem acima de 10% tanto no terreno positivo como no negativo.
Além da anulação, os investidores pedem que a abertura seja feita de forma condicional, tendo solicitado a suspensão da negociação de 13 empresas associadas ao regime de Mubarak, o antigo presidente que se acabou por demitir após a pressão dos cidadãos do Egipto. Solicitam os investidores também uma nova gestão na reguladora da bolsa, a Autoridade Egípcia de Serviços Financeiros.
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Os investidores que perderam dinheiro com a queda do índice da bolsa do Egipto querem que as transacções do dia 27 de Janeiro sejam anuladas. Os reguladores daquele país afirmaram que estão a analisar essa possibilidade, revela a agência Bloomberg.
Numa reunião com o vice-presidente da bolsa, Mohamed Farid Saleh, os investidores mostraram-se preocupados com a situação negocial da nação, particularmente com as perdas que sentiram com a quebra de 14% do índice egípcio EGX 100 para os 884,79 pontos a 27 de Janeiro, o que levou ao encerramento da bolsa, entretanto ainda não reaberta.
No dia anterior, a 26 de Janeiro, o índice tinha caído 9,1%, mas estas transacções já foram executadas, o que impede o seu cancelamento.
“Estou surpreendido por ouvir que podem cancelar algumas negociações, naquele que parece ser um ambiente anormal para o país, mas um ambiente bastante normal para a bolsa”, argumentou Sven Richter, responsável da Renaissance Asset Managers, de Londres, em declarações à Bloomberg.
O mesmo analista afirma mesmo que preferia que as acções mantivessem o valor com que terminaram a sessão naquele dia, já que “há pessoas à espera para investir assim que o mercado abra portas”.
Essa abertura deverá acontecer a 20 de Fevereiro, mas qualquer desenvolvimento inesperado pode levar ao prolongamento do fecho do mercado, de acordo com o vice-presidente. Um porta-voz da bolsa, Hisham Turk, afirmou que, a concretizar-se o início de negociações naquele dia, a bolsa poderá ser interrompida por 30 minutos se o índice EGX 100 apreciar ou depreciar mais de 5%, ao passo que o fecho acontecerá se as oscilações forem acima de 10% tanto no terreno positivo como no negativo.
Além da anulação, os investidores pedem que a abertura seja feita de forma condicional, tendo solicitado a suspensão da negociação de 13 empresas associadas ao regime de Mubarak, o antigo presidente que se acabou por demitir após a pressão dos cidadãos do Egipto. Solicitam os investidores também uma nova gestão na reguladora da bolsa, a Autoridade Egípcia de Serviços Financeiros.
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