Nunca foi segredo que ambos os países encaram diferentemente o papel que pode ser desempenhado pelo BCE para tentar serenar os investidores. Mas a guerra de palavras começa a ser ensurdecedora. Hoje voltaram a ser trocados recados no seio de um motor que parece cada vez mais desalinhado.
A chanceler alemã Angela Merkel voltou hoje a afirmar que não concorda com a possibilidade de o Banco Central Europeu funcionar como credor de último recurso dos Estados do euro, nem com a ideia de avançar com a emissão conjunta de dívida públuca (eurobonds), considerando que ambos os expedientes não resolveriam problema algum no contexto actual.
Falando em Berlim, Merkel insistiu que não há soluções mágicas nem rápidas para combater os sintomas de um processo de endividamento excessivo que vem de longe. “Estou, por isso, convencida de que nenhuma destas duas abordagens, se aplicadas neste momento, trará uma solução para esta crise”.
A advertência da chanceler alemã surge depois de ainda ontem à noite o ministro das Finanças francês, François Baroin, ter voltado a defender um maior envolvimento do Banco Central Europeu (BCE) no combate a uma crise “sistémica”, em que a França se vê cada vez mais mergulhada.
“Consideramos que a melhor forma de evitar o contágio é ter um mecanismo de segurança sólido”, argumentou Baroin, ao defender, de novo, que o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) seja transformado num banco, com capacidade, portanto, de se refinanciar junto do BCE.
“Não faremos disto uma causa de guerra, mas naturalmente continuamos a pensar que seria a melhor forma de trazer estabilidade à Europa”, precisou o ministro francês.
A discórdia entre a França e a Alemanha em torno do papel do BCE vem de longe, mas regressou à praça pública em força, à medida que os juros da dívida pública francesa e o “spread” face aos alemães começaram a bater recordes sucessivos, à semelhança do que sucede com os de Itália, Espanha, Bélgica e Áustria. Paris teme que, em breve, o aumento das taxas de juro acabe por lhe custar a descida do "rating" máximo de que dispõe, ficando com uma nota inferior à da Alemanha, que comprometerá ainda mais o tradicional (ainda que frágil) equilíbrio político entre os dois países.
"Efeito dominó" da crise
A crise da dívida da Zona Euro está a agravar-se, frustrando as esperanças dos líderes europeus e evidenciando a insuficiência dos compromissos políticos assumidos até agora. A par das dúvidas sobre o regresso de Grécia, Irlanda e Portugal aos mercados, a indefinição quanto ao futuro da união monetária contribuiu para que economias como a italiana e a espanhola estejam "sob fogo". Os últimos dias trouxeram sinais de preocupação sobre outros países "suspeitos", como a França, a Áustria e a Bélgica.
Os alarmes soaram ontem na Bélgica. O Tesouro local, que este ano nunca havia pago um juro superior a 1,88% por dívida de curto prazo, teve de entregar uma rendibilidade de 3,34% para atrair investidores na sua dívida com prazo a 12 meses. Por pouco que o montante mínimo pretendido no leilão (2,7 mil milhões de euros) não era conseguido, o que corresponderia a um fracasso da operação.
O episódio mostra que começam a materializar-se os receios de que possam perder o acesso aos mercados mais países da Zona Euro além dos já intervencionados. Com Itália na "zona de perigo" e Espanha a dar novos sinais de vulnerabilidade, as atenções viram-se para outros países da chamada "segunda linha de periféricos".
Há vários meses apontada como vulnerável pelo facto de não ter governo há ano e meio, a Bélgica começa agora a "sentir na pele" um agravamento dos juros da dívida que levou mesmo a uma intervenção do Rei.
Já o Chipre continua a ser visto como "resgatável" depois da catástrofe nuclear e devido à ligação dos bancos com a Grécia, ao passo que também a Áustria tem vindo a ser penalizada pela exposição às dificuldades económicas da Hungria.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
PJ faz buscas na casa de Duarte Lima em Lisboa
O ex-deputado deverá ser ainda hoje conduzido ao Tribunal Central de Investigação Criminal, em Lisboa, para um primeiro interrogatório judicial.
A Polícia Judiciária está hoje a efectuar buscas na casa de Lisboa do advogado Duarte Lima, detido ao início da manhã no âmbito de um caso relacionado com o BPN por alegados crimes de fraude, disse fonte ligada ao processo.
O juiz Carlos Alexandre estará igualmente no interior na casa/escritório, acompanhado por um elemento da Ordem dos Advogados, uma medida necessária no caso de buscas ao local de trabalho destes profissionais.
Juntamente com Duarte Lima terá sido detido o seu filho, Pedro Lima.
O ex-deputado deverá ser ainda hoje conduzido ao Tribunal Central de Investigação Criminal, em Lisboa, para um primeiro interrogatório judicial pelo juiz Carlos Alexandre.
A detenção está relacionada com uma compra de terrenos na zona de Oeiras que estariam destinados à construção de instalações do Instituto Português de Oncologia (IPO).
O crime que consta do mandado de detenção é fraude, acrescentou uma outra fonte.
Após o interrogatório, o juiz Carlos Alexandre vai definir quais as medidas de coacção para o arguido, que tem pendente no Brasil uma acusação de homicídio de Rosalina Ribeiro.
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Barack Obama e Hugo Chávez mais amigos!
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Beyoncé rejeitou canção escrita por Chris Martin
Chris Martin revelou que Beyoncé rejeitou uma canção escrita por si.
«Eu compus para ela mas a equipa de A&R rejeitou. A da Rihanna não foi rejeitada», explicou o vocalista dos Coldplay à Maxim.
Martin queixou-se das distâncias que ainda separam o rock e o hip hop. «Ainda há muito tribalismo», definiu na conversa.
Certo é que «Princess of China», com Rihanna acabou por entrar em «Mylo Xyloto».
Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação
«Eu compus para ela mas a equipa de A&R rejeitou. A da Rihanna não foi rejeitada», explicou o vocalista dos Coldplay à Maxim.
Martin queixou-se das distâncias que ainda separam o rock e o hip hop. «Ainda há muito tribalismo», definiu na conversa.
Certo é que «Princess of China», com Rihanna acabou por entrar em «Mylo Xyloto».
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Fitch adverte para contágio da banca americana e penaliza Wall Street
As bolsas norte-americanas intensificaram o movimento de queda depois de a agência de notação financeira dizer que um maior contágio da crise da dívida soberana europeia colocará em risco os bancos dos EUA.
As praças do outro lado do Atlântico encerraram em terreno negativo, pressionadas pelo facto de a Fitch Ratings ter referido, em comunicado, que os bancos norte-americanos enfrentam um “sério risco” de deterioração da sua capacidade creditícia se a crise da dívida na Zona Euro se agravar.
Esta comunicação, aliada ao facto de o Banco de Inglaterra ter referido que o panorama para o crescimento britânico se deteriorou, contribuiu para reforçar a queda das bolsas dos EUA.
Além disso, os resultados de algumas empresas, como a Dell e a Abercrombie & Fitch, desapontaram os investidores.
O índice industrial Dow Jones fechou a cair 1,57%, fixando-se nos 11.906,43 pontos, enquanto o índice tecnológico Nasdaq desvalorizou 1,73% a negociar nos 2.639,61 pontos.
O S&P 500, por seu lado, perdeu 1,65% para se estabelecer nos 1.237 pontos.
Apesar dos bons dados económicos hoje revelados – inflação e produção industrial – as bolsas norte-americanas conseguiram reproduzir a tendência de ganhos registada ontem.
A Fitch referiu, no comunicado citado pela Bloomberg, que apesar de as entidades financeiras norte-americanas terem uma “exposição directa manuseável” à Grécia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha, poderão correr “sérios riscos” se houver uma turbulência adicional nestes mercados.
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As praças do outro lado do Atlântico encerraram em terreno negativo, pressionadas pelo facto de a Fitch Ratings ter referido, em comunicado, que os bancos norte-americanos enfrentam um “sério risco” de deterioração da sua capacidade creditícia se a crise da dívida na Zona Euro se agravar.
Esta comunicação, aliada ao facto de o Banco de Inglaterra ter referido que o panorama para o crescimento britânico se deteriorou, contribuiu para reforçar a queda das bolsas dos EUA.
Além disso, os resultados de algumas empresas, como a Dell e a Abercrombie & Fitch, desapontaram os investidores.
O índice industrial Dow Jones fechou a cair 1,57%, fixando-se nos 11.906,43 pontos, enquanto o índice tecnológico Nasdaq desvalorizou 1,73% a negociar nos 2.639,61 pontos.
O S&P 500, por seu lado, perdeu 1,65% para se estabelecer nos 1.237 pontos.
Apesar dos bons dados económicos hoje revelados – inflação e produção industrial – as bolsas norte-americanas conseguiram reproduzir a tendência de ganhos registada ontem.
A Fitch referiu, no comunicado citado pela Bloomberg, que apesar de as entidades financeiras norte-americanas terem uma “exposição directa manuseável” à Grécia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha, poderão correr “sérios riscos” se houver uma turbulência adicional nestes mercados.
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Novo álbum de Tyler, The Creator em Maio
Tyler, The Creator revelou à Spin que vai editar um novo álbum em Maio de título «Wolf».
Na entrevista, o rapper anuncia que «falar de violação e corpos cortados» já não o atrai. Uma nova direcção lírica está para vir, possivelmente mais amigável para os cépticos de «Goblin».
«O que me interessa é fazer música hippie estranha para as pessoas se divertirem. No Wolf, vou falar de dinheiro e comprar merdas mas não como outro rapper qualquer», declarou.
«Não posso dar o primeiro álbum às pessoas que o esperam. Eu tinha 18 anos e estava falido como o raio. No terceiro álbum, tenho dinheiro e páro com os meus ídolos. Não posso rappar da mesma forma», explicou.
Tyler apontou os Stepkids, banda ligada à editora Stones Throw, como uma referência a seguir na produção do disco.
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Na entrevista, o rapper anuncia que «falar de violação e corpos cortados» já não o atrai. Uma nova direcção lírica está para vir, possivelmente mais amigável para os cépticos de «Goblin».
«O que me interessa é fazer música hippie estranha para as pessoas se divertirem. No Wolf, vou falar de dinheiro e comprar merdas mas não como outro rapper qualquer», declarou.
«Não posso dar o primeiro álbum às pessoas que o esperam. Eu tinha 18 anos e estava falido como o raio. No terceiro álbum, tenho dinheiro e páro com os meus ídolos. Não posso rappar da mesma forma», explicou.
Tyler apontou os Stepkids, banda ligada à editora Stones Throw, como uma referência a seguir na produção do disco.
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«Smile Sessions», The Beach Boys
«Smile Sessions» recompõe uma história que não estava completa sem aquele que deveria ter sido um dos grandes álbuns pop do Séc. XX, de uma banda ainda hoje determinante no mapa pop actual.
Sorriam todos os que há muito ouvem falar de «Smile» como um dos segredos guardados pela pop do século XX. Não se trata apenas de uma espreitadela pela fechadura como de um abrir de portas a um tesouro que o acervo da canção americano só havia permitido de forma muito relativa.
De facto, em 2004 Brian Wilson havia regravado as canções que deveria ter determinado «Smile» como um dos discos determinante de uma época de transformação no mundo. A resposta californiana a «Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band» ganhou misticismo e a Internet ajudou a adensar o mito com a troca de bootlegs.
À versão recontextualizada, faltou mais do que a mera recomposição histórica e é essa falha que o «Smile» verdadeiro corrige. O alinhamento não é o idealizado originalmente, o som está tratado mas esta é a aproximação mais fiel ao barroquismo que Brian Wilson planeou antes de, por um lado, se perder na imensidão do ego e, por consequência, se desentender com o resto da banda.
Tanto que «Smile» é uma obra assinada colectivamente mas concebida praticamente a uma só mão. E percebe-se porque razão valeu a pena esperar. Não só está pejado de canções imortais como uma fonte muito importante de refrões pop nasceu aqui. Que seria de uns Animal Collective sem os Beach Boys?
O brilhantismo desta edição é superior a uma importância histórica irrebatível apesar da impossibilidade de transferir o contexto de então para o presente. Junte-se a divindade da escrita de Brian Wilson, o sentido arqueológico empregue, a possibilidade de escutar a evolução das canções em estúdio e aperitivos de coleccionador para se ter em mãos um dos acontecimentos musicais de 2011.
Beach Boys
«Smile Sessions»
Capitol/EMI Music Portugal
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Sorriam todos os que há muito ouvem falar de «Smile» como um dos segredos guardados pela pop do século XX. Não se trata apenas de uma espreitadela pela fechadura como de um abrir de portas a um tesouro que o acervo da canção americano só havia permitido de forma muito relativa.
De facto, em 2004 Brian Wilson havia regravado as canções que deveria ter determinado «Smile» como um dos discos determinante de uma época de transformação no mundo. A resposta californiana a «Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band» ganhou misticismo e a Internet ajudou a adensar o mito com a troca de bootlegs.
À versão recontextualizada, faltou mais do que a mera recomposição histórica e é essa falha que o «Smile» verdadeiro corrige. O alinhamento não é o idealizado originalmente, o som está tratado mas esta é a aproximação mais fiel ao barroquismo que Brian Wilson planeou antes de, por um lado, se perder na imensidão do ego e, por consequência, se desentender com o resto da banda.
Tanto que «Smile» é uma obra assinada colectivamente mas concebida praticamente a uma só mão. E percebe-se porque razão valeu a pena esperar. Não só está pejado de canções imortais como uma fonte muito importante de refrões pop nasceu aqui. Que seria de uns Animal Collective sem os Beach Boys?
O brilhantismo desta edição é superior a uma importância histórica irrebatível apesar da impossibilidade de transferir o contexto de então para o presente. Junte-se a divindade da escrita de Brian Wilson, o sentido arqueológico empregue, a possibilidade de escutar a evolução das canções em estúdio e aperitivos de coleccionador para se ter em mãos um dos acontecimentos musicais de 2011.
Beach Boys
«Smile Sessions»
Capitol/EMI Music Portugal
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Fábrica lança bolo-rei dietético para o Natal de 2012
A fábrica Douromel, sedeada em Tabuaço, lança
no mercado, em 2012, um bolo-rei feito com fruta confitada sem açúcar,
um produto «inovador» desenvolvido pela universidade de Vila Real ao
qual foi incorporado fibras dietéticas.
Pilar Santos, responsável pela empresa, disse hoje que, no Natal de 2012, já vai estar disponível este bolo-rei mais saudável para quem não dispensa os doces ou não pode mesmo ingerir açúcar.
A Douromel nasceu em 1991, na vila de Tabuaço, localizada no coração da região do Douro, produzindo anualmente mais de mil toneladas de frutas confitadas, o que representa cerca de 80 por cento do volume de vendas.
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Pilar Santos, responsável pela empresa, disse hoje que, no Natal de 2012, já vai estar disponível este bolo-rei mais saudável para quem não dispensa os doces ou não pode mesmo ingerir açúcar.
A Douromel nasceu em 1991, na vila de Tabuaço, localizada no coração da região do Douro, produzindo anualmente mais de mil toneladas de frutas confitadas, o que representa cerca de 80 por cento do volume de vendas.
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Usaram jipe para assaltar ourivesaria em centro comercial
A ourivesaria "Ourivesaria Fiel", no centro comercial do Pingo Doce, em Penafiel, foi assaltada esta madrugada, por um grupo de indivíduos que usaram um jipe para partir três portas de segurança e levar jóias e ouro.
Cerca das quatro da manhã desta quarta-feira, ao que tudo indica, dois veículos entraram no parque de estacionamento do Pingo Doce, em Penafiel.
Com um jipe da marca Nissan Terrano, furtado em Matosinhos, os ladrões arrombaram as duas portas do hall de entrada do centro comercial e ainda furaram o gradeamento da ourivesaria.
Rapidamente, esvaziaram as gavetas da loja e puseram-se em fuga. Levaram jóias e ouro.
O alarme do centro comercial disparou, dando o alerta às autoridades.
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Cerca das quatro da manhã desta quarta-feira, ao que tudo indica, dois veículos entraram no parque de estacionamento do Pingo Doce, em Penafiel.
Com um jipe da marca Nissan Terrano, furtado em Matosinhos, os ladrões arrombaram as duas portas do hall de entrada do centro comercial e ainda furaram o gradeamento da ourivesaria.
Rapidamente, esvaziaram as gavetas da loja e puseram-se em fuga. Levaram jóias e ouro.
O alarme do centro comercial disparou, dando o alerta às autoridades.
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65 baleias morrem encalhadas em praia da Nova Zelândia
Sessenta
e cinco baleias, também conhecidas como baleias-piloto morreram depois
de terem encalhado nas águas pouco profundas da Ilha Sul da Nova
Zelândia, informaram hoje autoridades locais.
As
autoridades indicaram que os veterinários tiveram de abater 18 dos 65
mamíferos mortos, dadas as condições em que os animais se encontravam.
Os cetáceos foram descobertos na segunda-feira por funcionários do Ministério do Ambiente a dois ou três quilómetros da praia em Golden Bay, na costa norte da ilha Sul.
Na terça-feira, as autoridades tinham reportado a morte de 31 baleias, indicando que 34 estavam em perigo.
Na Austrália, os veterinários estão a tentar salvar um cachalote, depois da morte de 23 animais desta espécie e de duas baleias anãs na ilha da Tasmânia durante o fim-de-semana.
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Os cetáceos foram descobertos na segunda-feira por funcionários do Ministério do Ambiente a dois ou três quilómetros da praia em Golden Bay, na costa norte da ilha Sul.
Na terça-feira, as autoridades tinham reportado a morte de 31 baleias, indicando que 34 estavam em perigo.
Na Austrália, os veterinários estão a tentar salvar um cachalote, depois da morte de 23 animais desta espécie e de duas baleias anãs na ilha da Tasmânia durante o fim-de-semana.
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