A Câmara de Vinhais, no distrito de Bragança, anunciou hoje que vai pagar a vacina da meningite a todas as crianças do concelho depois de constatar uma “redução” na imunização contra a doença devido à crise.
A vacina não é comparticipada pelo Serviço Nacional de Saúde e a imunização implica a administração de quatro doses, que implicam um encargo financeiro de 300 euros, “cada vez mais incomportável por cada vez mais famílias”, segundo a autarquia liderada pelo socialista Américo Pereira.
A Câmara de Vinhais aprovou “uma verba de 10 mil euros para financiar a administração das doses gratuitas da vacina contra a meningite a todas as crianças do concelho”.
A verba estipulada teve em conta, segundo o autarca, o custo da vacina e o número médio de nascimentos por ano no concelho de Vinhais.
O município constatou que “a crise económica e social instalada em Portugal tem levado a um profundo agravamento das condições económicas das famílias, que se reflete na redução da percentagem de crianças imunizadas contra a meningite”.
Como a doença, que “progride rapidamente e é de alta perigosidade, não faz parte do Plano Nacional de Vacinação nem é comparticipada pelo Estado”, a Câmara de Vinhais decidiu avançar com esta medida, “considerando de grande importância a melhoria da saúde infantil do concelho”.
“Esta medida representa uma melhoria dos cuidados de saúde para as crianças do concelho, sendo, simultaneamente, um importante contributo para as bolsas das famílias vinhaenses”, indicou.
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Soares do Santos aproveita queda das acções para reforçar na Jerónimo Martins
O presidente do conselho de administração da Jerónimo Martins comprou 15 mil acções da retalhista no dia em que, em bolsa, os títulos chegaram a desvalorizar-se perto de 7%. Nessa sessão, os investidores estavam a reagir ao facto de a segunda maior accionista da dona do Pingo Doce ter vendido metade da sua participação.
Alexandre Soares dos Santos aproveitou a descida do valor das acções da Jerónimo Martins, da qual é presidente do conselho de administração, para comprar 15 mil títulos. O investimento do empresário, que mantém ainda assim apenas uma posição residual, foi de 254 mil euros.
O presidente do conselho de administração da retalhista portuguesa reforçou a sua posição a 14 de Maio, dia em que os investidores reagiam à notícia de que a Asteck, a segunda maior accionista, vendeu 5% do capital social da Jerónimo Martins.
A Asteck, detida pela Heerema, “holding” do sector petrolífero, tinha uma participação de 10% no capital da detentora dos supermercados Pingo Doce, sendo a segunda maior accionista. Vendeu 5% a 13 de Maio, num procedimento feito fora do mercado regulamento. Ficou com outros 5%.
Falou-se que a venda de metade da participação da Asteck tinha acontecido por um valor entre 16,50 euros e 17,25 euros. A empresa indicou hoje, através de um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que a operação foi concretizada por uma transacção de 16,60 euros por título.
As acções da Jerónimo Martins fecharam a cotar nos 17,87 euros a 13 de Maio, um dia antes desta operação ser comunicada ao mercado. Como o preço de venda, não confirmado nessa altura, era inferior ao valor de mercado, os títulos corrigiram na sessão seguinte - marcaram uma desvalorização de 5,99%, fechando nos 16,80 euros por acção.
Foi nesse dia, em que as acções da retalhista variaram entre os 16,63 euros e os 17,005 euros ao longo da sessão (quedas compreendidas entre os 4,8% e os 6,9%), que Alexandre Soares dos Santos reforçou a sua presença na Jerónimo Martins
O “chairman” adquiriu 15 mil acções da empresa que preside a um preço de 16,945 euros, segundo indica a empresa num comunicado emitido através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). A cotação reflecte um desconto de 5,2% face ao valor de fecho da sessão anterior mas fica acima dos 16,60 euros a que foram vendidas as acções detidas pela Asteck. O investimento total de Soares dos Santos foi de 254 mil euros.
Os analistas consideraram que a venda por parte da segunda maior accionista trazia uma pressão no curto prazo para os títulos da companhia portuguesa, que tem uma presença internacional na Polónia e na Colômbia. Contudo, afirmaram que a descida do valor das acções representava uma “boa oportunidade” para entrar no capital da empresa. Soares dos Santos aproveitou a oportunidade para reforçar, embora mantenha uma posição tímida.
Após a transacção, o presidente do conselho de administração da cotada passou a deter 171.531 acções da empresa, 0,027% do capital social.
De acordo com um comunicado de Março, o presidente executivo da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos (filho de Alexandre Soares dos Santos) detém 235.805 acções da detentora dos supermercados Pingo Doce, representativas de 0,037% do seu capital social.
De acordo com o artigo 248º B do código de valores mobiliários, os dirigentes de uma empresa que tem acções admitidas em bolsa devem informar, no prazo de cinco dias úteis, as transacções feitas com as acções dessa companhia.
As acções da Jerónimo Martins encerraram a sessão de terça-feira, 21 de Maio, nos 17,09 euros, resultado de uma descida de 0,18%.
Para visitar a fonte da informação clique aqui
O presidente do conselho de administração da retalhista portuguesa reforçou a sua posição a 14 de Maio, dia em que os investidores reagiam à notícia de que a Asteck, a segunda maior accionista, vendeu 5% do capital social da Jerónimo Martins.
A Asteck, detida pela Heerema, “holding” do sector petrolífero, tinha uma participação de 10% no capital da detentora dos supermercados Pingo Doce, sendo a segunda maior accionista. Vendeu 5% a 13 de Maio, num procedimento feito fora do mercado regulamento. Ficou com outros 5%.
Falou-se que a venda de metade da participação da Asteck tinha acontecido por um valor entre 16,50 euros e 17,25 euros. A empresa indicou hoje, através de um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que a operação foi concretizada por uma transacção de 16,60 euros por título.
As acções da Jerónimo Martins fecharam a cotar nos 17,87 euros a 13 de Maio, um dia antes desta operação ser comunicada ao mercado. Como o preço de venda, não confirmado nessa altura, era inferior ao valor de mercado, os títulos corrigiram na sessão seguinte - marcaram uma desvalorização de 5,99%, fechando nos 16,80 euros por acção.
Foi nesse dia, em que as acções da retalhista variaram entre os 16,63 euros e os 17,005 euros ao longo da sessão (quedas compreendidas entre os 4,8% e os 6,9%), que Alexandre Soares dos Santos reforçou a sua presença na Jerónimo Martins
O “chairman” adquiriu 15 mil acções da empresa que preside a um preço de 16,945 euros, segundo indica a empresa num comunicado emitido através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). A cotação reflecte um desconto de 5,2% face ao valor de fecho da sessão anterior mas fica acima dos 16,60 euros a que foram vendidas as acções detidas pela Asteck. O investimento total de Soares dos Santos foi de 254 mil euros.
Os analistas consideraram que a venda por parte da segunda maior accionista trazia uma pressão no curto prazo para os títulos da companhia portuguesa, que tem uma presença internacional na Polónia e na Colômbia. Contudo, afirmaram que a descida do valor das acções representava uma “boa oportunidade” para entrar no capital da empresa. Soares dos Santos aproveitou a oportunidade para reforçar, embora mantenha uma posição tímida.
Após a transacção, o presidente do conselho de administração da cotada passou a deter 171.531 acções da empresa, 0,027% do capital social.
De acordo com um comunicado de Março, o presidente executivo da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos (filho de Alexandre Soares dos Santos) detém 235.805 acções da detentora dos supermercados Pingo Doce, representativas de 0,037% do seu capital social.
De acordo com o artigo 248º B do código de valores mobiliários, os dirigentes de uma empresa que tem acções admitidas em bolsa devem informar, no prazo de cinco dias úteis, as transacções feitas com as acções dessa companhia.
As acções da Jerónimo Martins encerraram a sessão de terça-feira, 21 de Maio, nos 17,09 euros, resultado de uma descida de 0,18%.
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segunda-feira, 20 de maio de 2013
Venda de smartphones cresce mais de 30% em Portugal e alavanca crescimento do sector de tecnologias
A área das telecomunicações cresceu mais de 30%, no primeiro trimestre de 2013, atingindo vendas de 98 milhões de euros, o que alavancou todo o sector de tecnologias de informação e comunicação no período em análise, segundo o GfK TEMAX Portugal.
Este crescimento fez com que todo o sector, no primeiro trimestre de 2013, registasse um incremento de 0,4%, para os 493 milhões de euros.
“Se as telecomunicações continuam com boa performance, já a imagem apresenta as quebras mais fortes; os electrodomésticos acabam por se mostrar estáveis, acompanhando a tendência do mercado. Na realidade, se subtrairmos os tablet e os smartphones deste universo, tudo o resto se mantém ou negativo ou com volumes de negócio anormalmente baixos”, explica a Gfk.
Quanto ao segmento das telecomunicações, “nem o aumento de 5% do preço médio dos smartphones retraiu os consumidores, fazendo o sector das telecomunicações continuar a crescer, representando a maior subida face ao período homólogo (30,3%)”, segundo o mesmo estudo.
O segundo maior crescimento, no período em análise, foi da área de tecnologias de informação, registando um incremento de 9,2%, para os 136 milhões de euros, seguindo-se a área dos pequenos electrodoméstico com um aumento de 1,6%, para os 37 milhões de euros.
Todas as restantes aéreas, no período em análise, registaram uma quebra. A maior descida foi dos electrodomésticos de consumo, com uma descida de 23,3%, para os 85 milhões de euros.
A Gfk explicou que “se no ano passado o sector foi potencializado pelo apagão analógico ou o processo da Televisão Digital Terrestre (TDT), este ano não existiu nenhum evento de particular importância neste mesmo período“.
De uma forma global, os produtos de imagem principalmente descodificadores de TV e os LCD/Plasmas caíram muito relativamente ao primeiro trimestre de 2012, levando a uma quebra de facturação global do sector de 30%.
Os equipamentos para escritório cairam 16,6%, para os 24 milhões de euros e a fotografia registou uma quebra de 5,5%, para os 15 milhões de euros. Por fim, os grandes electrodomésticos registaram uma facturação de 99 milhões de euros, menos 1,4% do que no homólogo.
Excluindo os produtos sazonais, o mercado de pequenos domésticos no primeiro trimestre do ano consegue facturar mais 1,6 por cento atingindo os 37 milhões de euros.
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“Se as telecomunicações continuam com boa performance, já a imagem apresenta as quebras mais fortes; os electrodomésticos acabam por se mostrar estáveis, acompanhando a tendência do mercado. Na realidade, se subtrairmos os tablet e os smartphones deste universo, tudo o resto se mantém ou negativo ou com volumes de negócio anormalmente baixos”, explica a Gfk.
Quanto ao segmento das telecomunicações, “nem o aumento de 5% do preço médio dos smartphones retraiu os consumidores, fazendo o sector das telecomunicações continuar a crescer, representando a maior subida face ao período homólogo (30,3%)”, segundo o mesmo estudo.
O segundo maior crescimento, no período em análise, foi da área de tecnologias de informação, registando um incremento de 9,2%, para os 136 milhões de euros, seguindo-se a área dos pequenos electrodoméstico com um aumento de 1,6%, para os 37 milhões de euros.
Todas as restantes aéreas, no período em análise, registaram uma quebra. A maior descida foi dos electrodomésticos de consumo, com uma descida de 23,3%, para os 85 milhões de euros.
A Gfk explicou que “se no ano passado o sector foi potencializado pelo apagão analógico ou o processo da Televisão Digital Terrestre (TDT), este ano não existiu nenhum evento de particular importância neste mesmo período“.
De uma forma global, os produtos de imagem principalmente descodificadores de TV e os LCD/Plasmas caíram muito relativamente ao primeiro trimestre de 2012, levando a uma quebra de facturação global do sector de 30%.
Os equipamentos para escritório cairam 16,6%, para os 24 milhões de euros e a fotografia registou uma quebra de 5,5%, para os 15 milhões de euros. Por fim, os grandes electrodomésticos registaram uma facturação de 99 milhões de euros, menos 1,4% do que no homólogo.
Excluindo os produtos sazonais, o mercado de pequenos domésticos no primeiro trimestre do ano consegue facturar mais 1,6 por cento atingindo os 37 milhões de euros.
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
Proença apita o clássico no Dragão
O árbitro português mais cotado no ranking da UEFA vai apitar o jogo do ano no Estádio do Dragão.
É oficial: Pedro Proença é o árbitro designado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol.para apitar o clássico do próximo sábado entre FC Porto e Benfica.
Desde esta manhã que o nome de Pedro Proença era adiantado como provável pelos órgãos de comunicação social, e agora é confirmada essa “suspeita” que pode dar um novo mote para a polémica em torno deste jogo decisivo.
Proença esteve o ano passado no Benfica-FC Porto, em que Maicon marcou o golo decisivo (2-3) em posição de fora de jogo, e já esta época esteve no Nacional-Benfica, também muito contestado pelos encarnados e que acabou com a expulsão de Matic e Cardozo.
Para além desse jogo na Choupana, Pedro Proença já arbitrou dois jogos do FC Porto, em Setúbal (3-0 para os portistas) e na receção ao Sporting de Braga (triunfo por 3-1).
O jogo entre FC Porto e Benfica, da 29.ª jornada do campeonato, está marcado para as 20h30 do próximo sábado, no Estádio do Dragão.
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É oficial: Pedro Proença é o árbitro designado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol.para apitar o clássico do próximo sábado entre FC Porto e Benfica.
Desde esta manhã que o nome de Pedro Proença era adiantado como provável pelos órgãos de comunicação social, e agora é confirmada essa “suspeita” que pode dar um novo mote para a polémica em torno deste jogo decisivo.
Proença esteve o ano passado no Benfica-FC Porto, em que Maicon marcou o golo decisivo (2-3) em posição de fora de jogo, e já esta época esteve no Nacional-Benfica, também muito contestado pelos encarnados e que acabou com a expulsão de Matic e Cardozo.
Para além desse jogo na Choupana, Pedro Proença já arbitrou dois jogos do FC Porto, em Setúbal (3-0 para os portistas) e na receção ao Sporting de Braga (triunfo por 3-1).
O jogo entre FC Porto e Benfica, da 29.ª jornada do campeonato, está marcado para as 20h30 do próximo sábado, no Estádio do Dragão.
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sábado, 4 de maio de 2013
Grávidas que fazem exercício fortalecem coração do bebé
As mulheres grávidas que fazem exercício físico aeróbico, pelo menos três vezes por semana e no mínimo durante 30 minutos, fortalecem não só o seu coração como também o do bebé.
A constatação foi feita num estudo realizado por investigadores da Universidade de Medicina e Biociências de Kansas City, nos Estados Unidos, e envolveu 61 grávidas, entre os 20 e os 35 anos, das quais 26 praticavam exercício físico regularmente.O estudo demonstra que as endorfinas produzidas pelo organismo quando se pratica exercício físico conseguem atravessar a placenta e aumentar a saúde do sistema cardiovascular do feto, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.
As mulheres realizaram um magnetocardiograma às 28, 32 e 36 semanas de gravidez, para medir a frequência cardíaca do bebé. Os testes mostraram, sobretudo o último, que o ritmo cardíaco dos bebés cujas mães tinham feito exercício era mais baixo do que os das mulheres que não praticavam atividades aeróbicas regulares.
Foi constatado também que o benefício não era circunstancial e se mantinha durante toda a gestação e, pelo menos, no primeiro mês após o nascimento.
A Federação Espanhola do Coração, que divulgou o estudo, alertou, no entanto, que nem todas as grávidas beneficiam com o exercício físico, aconselhando a consulta a um médico especializado.
No caso de o médico recomendar o exercício, as melhores atividades são a caminhada, o yoga e o pilates.
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Síria é o país mais perigoso para jornalistas
A Síria é o país mais letal do mundo para os jornalistas, conclui um relatório da Amnistia Internacional, que relata como dezenas de profissionais foram mortos, presos e torturados nos últimos dois anos de guerra daquele país. “Matar o mensageiro: os jornalistas atacados por todos os lados na Síria” é o título do relatório da Amnistia Internacional (AI) tornado público no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e segundo o qual o Governo sírio “cometeu violações sérias da lei humanitária internacional”, perante a actividade de jornalistas profissionais e cidadãos naquele país.
O relatório, baseado em entrevistas e pesquisas feitas entre o início dos protestos em 2011 e Março de 2013, conclui ainda que as autoridades sírias “violaram os direitos dos jornalistas” e relata como dezenas de profissionais “que denunciaram abusos de direitos humanos na Síria foram mortos, arbitrariamente presos, detidos, sujeitos a desaparecimentos forçados e torturados nos últimos dois anos” “Mais uma vez documentámos como todos os lados do conflito estão a violar as leis da guerra, embora a escala de abusos por parte das forças governamentais seja muito mais elevada”, afirma Ann Harrison, vice-directora do Programa da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e Norte de África”
Pelo menos 46 jornalistas, maioritariamente sírios, foram mortos nos últimos dois anos e ainda que alguns tenham sido apanhados em fogo cruzado, acredita-se que 36 tenham sido alvos de ataques direccionados, quer pelas forças governamentais, quer pelos rebeldes. De acordo com organizações internacionais de liberdade de imprensa, desde 2011 morrem mais jornalistas em serviço na Síria que em qualquer outro país, tornando-o o mais perigoso para estes profissionais. O relatório também detalha o papel crucial desempenhado pelos jornalistas, muitos dos quais arriscam as suas vidas para garantir que a informação sobre a situação no país chegue ao resto do mundo.
Perante as conclusões, a Amnistia Internacional apela a Damasco que pare com a detenção arbitrária “daqueles que de forma pacífica expressam a sua oposição ao governo, incluindo jornalistas e activistas de meios de comunicação”, que “liberte imediatamente e incondicionalmente” todos os que foram detidos apenas por exercer o direito de liberdade de expressão e ainda que “garanta aos jornalistas e monitores de direitos humanos (…) acesso legal e livre ao país”.
A AI pede também aos grupos armados da oposição ao regime para “condenar publicamente (…) todas as violações a direitos humanos e lei humanitária internacional” e para “parar de tratar qualquer um, incluindo jornalistas ou trabalhadores mediáticos, como reféns”. “Nos últimos dois anos temos apelado à comunidade internacional que tome as medidas necessárias para assegurar que todas as partes no conflito sejam responsabilizadas pelos crimes e por outros abusos cometidos e para que as vitimas recebam compensação, mas o povo sírio continua à espera”, assinala Ann Harrison em comunicado.
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
TVI mantém liderança de audiências pelo 81º mês consecutivo
A transmissão da meia-final da Liga dos Campeões e o “Big Brother VIP” foram as emissões que mais contribuíram para a manutenção da liderança da TVI. Nos canais noticiosos, a SIC Notícias lidera em Abril.
Os canais do Grupo TVI lideraram as audições televisivas por mais um mês, atingindo em Abril 28,0% do share televisivo contra 26,2% dos canais SIC e 15,2% da RTP.
A TVI é o canal que mais contribui para do desempenho do grupo, atingindo 25,7% das audiências diárias, segundo os últimos dados divulgados pela GfK e a CAEM.
A contribuir para a manutenção da liderança da TVI está a transmissão da segunda mão da meia-final da “Champions League” entre o Real Madrid e o Borussia de Dortmund. A transmissão deste jogo foi vista por um milhão e 946 mil telespectadores, o que corresponde a 74% de share.
As emissões da TVI ficaram também marcadas neste mês de Abril pelo regresso aos “realities shows”, com a estreia do “Big Brother VIP” no dia 21 de Abril. De acordo com um comunicado da estação televisiva, as duas primeiras galas do programa registaram um valor médio de 1,3 milhões de espectadores e 40% de share.
Com os resultados do último mês, a TVI garantiu pelo 81º mês consecutivo a liderança mensal, posição que assegura desde Agosto de 2006.
Já a SIC é o segundo canal mais visto diariamente, com 22,6% de audiências, seguida pela RTP1 com 11,4% e, por fim, a RTP2 com 2,2%. No campo das audiências diárias, tanto como a TVI como a SIC conseguiram aumentar o seu share de telespectadores face ao mês de Março. Por outro lado, a RTP1 e RTP2 perderam audiências, uma vez que em Março tinham alcançado 12,4% e 2,7%, respectivamente.
Olhando para o horário nobre televisivo, o período em que os canais televisivos têm mais audiências, a TVI continua a ser a líder, com 29,4% dos telespectadores, seguida pela SIC com 28,1% e dos canais por subscrição, com 24,2%. A RTP1 conseguiu 8,4% dos telespectadores no horário nobre em Abril e a RTP2 2,3%.
Se reduzirmos a análise das audiências em horário nobre apenas para os dias úteis, o pódio altera-se, passando a SIC a liderar com 30,5% dos telespectadores contra 27,8% da TVI e 23,4% dos canais por subscrição.
O bom desempenho da SIC no horário nobre aos dias úteis, que lidera nos últimos quatro meses, deve-se ao “Jornal da Noite” e às novelas “Dancin’ Days” – a novela mais vista da televisão portuguesa, com 33,8% de share –, “Avenida Brasil” e “Páginas da Vida”. O último mês ficou ainda marcado pela transmissão das competições da Liga Europa, nomeadamente dos jogos do Benfica, que conseguiram bater o recorde do final da novela “Gabriela”.
Quanto aos canais de notícias dos três grupos televisivos, a SIC Notícias lidera as audiências, com 52,6% dos espectadores. Segue-se a TVI24 com 26,0% e a RTP Informação 21,5%.
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Bayern Munique deixa jogador em Camp Nou… por esquecimento
O Bayern Munique esqueceu-se de Javi Martínez no estádio do Barcelona. Os colegas de Javi partiram no autocarro do clube para o hotel, mas deixaram aquele que tem sido considerado um dos melhores jogadores da época 2012/13 em Camp Nou.
A equipa deixou o jogador no estádio porque Javi Martínez demorou mais tempo do que os colegas na zona de entrevistas, por estar a jogar no seu país e ser o mais solicitado pelos jornalistas.
Javi Martínez acabou por ir para o hotel de táxi e a sua sorte foi o facto de a equipa ter pernoitado na cidade catalã.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Gwyneth Paltrow recomenda sexo oral a casais que estão a discutir
Gwyneth Paltrow deu um insólito conselho a uma amiga sua que teve uma grande discussão com o marido: sexo oral.
Entrevistada por Chelsea Handler no programa «Chelsea Lately» na segunda-feira, a actriz foi confrontada com o conselho que teria dado a uma amiga.
«Uma amiga dela disse «tive uma grande discussão com o meu marido e fui para casa e só me apetecia gritar», mas Gwyneth aconselhou-a «o que quer que esteja a sentir, faz o contrário. Vai ter com ele com amor e faz-lhe sexo oral», disse a apresentadora.
A actriz mostrou-se embaraçada após esta inconfidência, dizendo: «E se a minha mãe está a ver isto?».
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Ana Drago defende que Maria Luís Albuquerque deveria ter-se demitido
Os deputados do Bloco e do PCP criticaram a secretária de Estado por estar a tutelar uma investigação que a envolve. Maria Luís Albuquerque reitera que todas as operações que fez na Refer “foram inteiramente adequadas e transparentes”. O PCP perguntou se não seria isso que diriam os secretários de Estado que saíram do Governo por conta deste escândalo.
Ana Drago considera que Maria Luís Albuquerque se devia ter demitido do seu cargo pelo seu envolvimento naquele que considera ser o “maior escândalo financeiro no sector empresarial do Estado de que há memória”. A secretária de Estado do Tesouro defende que os produtos que contratou na Refer, enquanto foi directora financeira, não contêm “qualquer inadequação de custos”.
“A senhora secretária de Estado deveria ter-se afastado. Não sei se conduziu bem ou mal os contratos da Refer mas deveria ter-se afastado”, defendeu a deputada do Bloco de Esquerda na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, que se realizou na tarde desta terça-feira, 29 de Abril, na Assembleia da República.
Para Ana Drago, a governante deveria ter abandonado o cargo porque não deveria ter sido ela a definir quais os critérios de avaliação da análise do IGCP aos contratos assumidos pelas empresas do sector empresarial do Estado. A secretária de Estado revelou os critérios que foram tidos em conta, nomeadamente o custo inicial ou o grau de alavancagem.
Maria Luís Albuquerque dirigiu o departamento financeiro da Refer entre 2001 e 2007 e defendeu, na comissão, que os contratos que fez para proteger títulos de dívida da empresa de uma evolução desfavorável das taxas de juro foram “sempre inteiramente adequados e transparentes”, acrescentando que trouxeram “benefícios duradouros para a empresa”.
Sobre as perdas potenciais da Refer, de 40 milhões de euros no terceiro trimestre, Ana Drago referiu que o montante não é reduzido. “Bem sei que em Portugal se compra um banco [por esse valor]”, ironizou a bloquista com referência implícita à venda do BPN ao angolano BIC. O valor de mercado desceu para -28,7 milhões de euros no final do ano.
“A Refer não tem qualquer cláusula de vencimento antecipado”, garantiram os membros do Governo na comissão. Ou seja, o contrato chega ao fim se a gestora da rede de infra-estruturas ferroviárias quiser ou porque chega ao seu vencimento, explicou a secretária de Estado aos deputados.
“Quando se fazem contratações de ‘swaps’, tem de se ter em atenção a forma como se liga ao comportamento de toda a carteira de dívida”, afirmou Maria Luís Albuquerque ao acrescentar que é necessário olhar para o “bolo global” de dívida para avaliar o risco.
Bruno Dias, do PCP, também criticou esta posição da secretária de Estado em que se avalia a si própria - as Finanças tutelam o IGCP, que fez a análise aos produtos financeiros derivados. E perguntou se, quando diz que as transacções tinham sido “adequadas e transparentes”, o fazia enquanto ex-directora financeira da Refer ou como secretária de Estado.
Para o deputado comunista, os dois secretários de Estado que abandonaram o Governo na sequência deste escândalo - Paulo Braga Lino e Juvenal Silva, que estiveram na liderança do Metro do Porto quando foram contratados alguns produtos - também iriam fazer, ali na Assembleia da República, uma avaliação idêntica à de Maria Luís Albuquerque.
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