sábado, 12 de dezembro de 2009

Oi anuncia chegada do iPhone 3GS desbloqueado e com crédito de R$ 2 mil

A Oi anunciou hoje o lançamento do iPhone 3GS desbloqueado no Brasil, com crédito de R$ 2 mil e vários planos tarifários 3G sob medida para os clientes do iPhone, da Apple. O equipamento estará disponível nas lojas Oi a partir da terça-feira, 15 de dezembro. De acordo com a operadora, o crédito poderá ser usado na compra do aparelho -- é dado na conta de telefone ou na fatura do cartão de crédito em 10 parcelas de até R$ 200. A oferta, no entanto, é válida apenas para os clientes da Região I (área de concessão da Telemar).

A empresa lançou planos de voz e dados, para a aquisição do iPhone, que variam de R$ 81,92 (Oi 60, com dados 3G) a R$ 484,82 (Oi 1250, com dados 3G), mensais, para compra de aparelhos iPhones 3G e 3GS. Os preços dos planos para outros estados podem ser consultados na internet ou através do teleatendimento 0800-2853131. A Oi também oferece aos clientes do iPhone bônus a partir de 1.000 minutos por mês e 150 SMS por mês, durante 1 ano, dependendo da região do país.

O preço total do equipamento varia de R$ 1.999,00 (3G de 8GB) até R$ 2.799,00 (3GS de 32GB).

Reivindicação na Anatel

Na próxima semana, a conselheira Emília Ribeiro vai apresentar ao conselho diretor da Anatel seu parecer sobre o pleito da Oi para que o desbloqueio de aparelhos seja tratado separadamente da fidelização estabelecida em contrato, dentro do entendimento de que fidelização não significa exclusividade. Ou seja, durante o prazo de carência de um contrato de fidelidade, o usuário poderá solicitar o desbloqueio sem sofrer penalidades.

À exceção da Oi, que não subsidia aparelhos e só vende chip, todas as demais operadoras são contra a obrigação do desbloqueio sem ônus.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

DIGITAL HD com 70 canais e ZON BOX HD+ por apenas €23,94

A Melhor Alta Definição é na ZON



A ZON, operadora líder na distribuição de canais TV em Alta Definição lança uma campanha multi-meios para promover a sua oferta de canais de Alta Definição e a criação de um novo pacote de canais, o DIGITAL HD, reforçando a sua liderança na oferta de Alta Definição e continuando a apostar em proporcionar a melhor experiência de TV aos seus Clientes.

Através do pacote DIGITAL HD os Clientes ZON terão acesso a 70 canais, 6 dos quais em Alta Definição e ao serviço de vídeo-on-demand nas zonas de Lisboa, Porto, Margem Sul, Coimbra, Azambuja, Leiria e Faro. No seu lançamento, o pacote DIGITAL HD estará disponível por 23,94€, incluindo este preço o aluguer da ZON BOX HD+ durante 12 meses.

A oferta da ZON em Alta Definição já conta com 11 canais em HD, nas seguintes temáticas:

Desporto (SPORT.TV HD e Eurosport HD), Filmes e Séries (TV Cine HD, MOV HD, AXN HD, FOX HD e FOX Life HD), Documentários (National Geographic HD e myzen.tv HD), Animação (Disney Cinemagic HD) e Música (Brava HDTV).


CAMPANHA CANAIS HD

PODIA VIVER SEM A ALTA DEFINIÇÃO DA ZON MAS NÃO ERA A MESMA COISA

“Podia viver sem a Alta Definição da ZON mas não era a mesma coisa” é o conceito
criativo da campanha multi-meios que decorre de 10 de Dezembro a 31 de Janeiro nos
suportes TV (Generalistas & Canais Cabo), rádio (TSF), imprensa e exterior (JC Decaux e Cemusa) e web.
Assinada pela BBDO, esta campanha é composta por nove spots de 35 segundos, um por
cada um dos seguintes canais de Alta Definição: Eurosport HD, FOX HD, FOX Life HD, AXN HD, MOV HD, NGC HD, Disney Cinemagic HD, TV Cine HD e Sport TV HD.

Cada um dos spots promove a programação de cada um dos canais enfocando a qualidade de imagem possibilitada pela Alta Definição da ZON. As potencialidades da Alta Definição são exageradas através de um filtro que desfoca toda a imagem com a excepção do lettering “HD” no centro do ecrã que permanece focado. Cada spot acaba com um pack-shot alusivo a cada um dos canais.

Informação proveniente da ZON

Clientes da TMN podem comunicar a partir da União Europeia como se estivessem em Portugal

A marcar uma das épocas do ano em que se verifica uma utilização mais intensiva das comunicações móveis, a TMN apresenta, até ao próximo dia 10 de Janeiro de 2010, a campanha promocional ‘Natal em Roaming’, no âmbito da qual os clientes da TMN podem falar em roaming pelo valor de um tarifário nacional Depois das campanhas promocionais anteriores, que contaram com uma extraordinária adesão, a TMN assinala o Natal de 2009 com a promoção ‘Natal em Roaming’ como forma de ajustar as soluções TMN ao tráfego de comunicações móveis, que se torna particularmente intenso na época de Natal.

Até ao próximo dia 10 de Janeiro de 2010, os clientes da TMN com cartões pré-pagos vão poder efectuar chamadas em roaming pelo valor de 0,361 euros no primeiro minuto e de 0,310 euros nos minutos seguintes. Os clientes com cartões pós-pagos poderão falar através do telemóvel, em roaming, pelo valor de 0,308 euros por minuto. A estes tarifários nacionais acrescem 0,50 euros, por chamada.

A campanha promocional ‘Natal em Roaming’ é válida para as chamadas efectuadas nos países da União Europeia, com destino a qualquer rede de Portugal. Para aderir, basta ligar grátis para o 12050. De salientar que esta campanha está disponível para clientes particulares e não apresenta custos de adesão.

A reforçar as vantagens desta campanha promocional está no ar uma campanha de comunicação TMN multimeios, com presença nos Aeroportos de Lisboa e Porto, na imprensa e na Web.

Informação proveniente da PT

Financiamento anunciado por Bruxelas é "insignificante"

A ajuda europeia de 7,2 mil milhões de euros em três anos para apoiar os países mais pobres na luta contra as alterações climáticas, hoje anunciada por Bruxelas, é "insignificante", disse o representante dos países do G77.

"Não só é insignificante, como também alimenta a desconfiança sobre as intenções dos líderes da União Europeia em matéria de alterações climáticas", afirmou o delegado sudanês, Lumumba Stanislas Dia-Ping, cujo país preside ao G77, grupo que integra 130 países em vias de desenvolvimento.

Os chefes de Estado e de Governo da UE chegaram hoje a acordo em Bruxelas sobre um contributo europeu de 2,4 mil milhões de euros por ano nas ajudas imediatas para os países pobres na luta contra as alterações climáticas.

A UE contribuirá assim com um montante global de 7,2 mil milhões de euros ao longo dos próximos três anos (2010-2012) para ajudar os países mais pobres a enfrentarem os esforços de redução da emissão de gases geradores do efeito de estufa, procurando assim contribuir decisivamente para o sucesso da conferência de Copenhaga.

Segundo o delegado sudanês, os fundos europeus anunciados não respondem à questão central do financiamento a longo prazo dos países mais pobres.

"Consideramos que os líderes europeus agem como cépticos face às alterações Climáticas", sublinhou o delegado, em declarações à comunicação social, em Copenhaga.

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EUA aprovam lei que aperta regulação em Wall Street

A Câmara dos Representantes aprovou hoje um plano apresentado pelos democratas que aperta de forma significativa a regulação federal de Wall Street e do sector financeiro, revela o New York Times.

A aprovação foi conseguida ao fim de três dias de debate. Cria uma nova agência para supervisionar os empréstimos ao consumo e estabelece novas regras para as transacções que contribuíram para a crise financeira. A nova legislação procura ainda reduzir a ameaça que uma ou duas empresas de grandes dimensões poderem derrubar a economia.

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Apple penaliza Nasdaq

Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos encerraram em alta, à excepção do Nasdaq, com o Standard & Poor’s 500 a conseguir anular a perda semanal. Os melhores dados do que o previsto relativos às vendas no retalho e à confiança dos consumidores intensificaram o optimismo de que a retoma económica está a fortalecer.

O Dow Jones terminou a ganhar 0,63%, fixando-se nos 10.471,50 pontos. O S&P 500 avançou 0,37%, para 1.106,42 pontos.

Em contrapartida, o índice tecnológico Nasdaq estabeleceu-se nos 2.190,31 pontos, com uma perda de 0,03%. Os títulos que mais peso tiveram neste movimento negativo foram a Apple, Intel e RIM.

A Macy’s e a Best Buy subiram mais de 2,5%, animadas pelo anúncio pelo Departamento norte-americano do Comércio de um aumento de 1,3% das vendas no retalho em Novembro – quando os economistas previam uma queda.

A Alcoa ganhou perto de 5%, depois de o JPMorgan Chase ter revisto em alta a estimativa para os lucros da empresa.

A Delta Airlines liderou o índice das companhias aéreas, devido ao facto de a valorização do dólar ter feito cair o petróleo para níveis inferiores a 70 dólares por barril nos Estados Unidos.

Fonte: Jornal de Negócios

«Fall Be Kind», Animal Collective

«Merryweather Post Pavillion» abriu o ano. «Fall Be Kind» fecha-o. 2009 é dos Animal Collective.

Há um feito extraordinário que os Animal Collective foram capazes de obter durante esta década. Desde «Sung Tongs» (2004) até hoje, não há um único disco menor, antes pelo contrário. Todos eles suscitaram largo consenso ao ponto de figurarem nas listas dos melhores dos anos 00.

Mais difícil que ter um ou dois álbuns com dimensão suficiente para alcançar tamanha relevância é chegar à bonita soma de quatro. E isto sem contar com este novo EP, «Fall Be Kind», que abraça o Outono e despede os Animal Collective do ano e da década.

Os próprios o anunciaram como um quinteto de temas «mais escuro» mas sem maquilhar o espírito psicadélico e experimental de um colectivo que, como poucos, define a arte contemporânea. Daí também o interesse que despertaram em áreas que estão para além da música. Como o cinema.

Se «Merryweather Post Pavillion» é um sério candidato a álbum do ano, «Fall Be Kind» também o poderia ser se os EP independentes (leia-se de material inédito) fossem classificados da mesma forma. 2009 dificilmente se poderia despedir de melhor forma.

Animal Collective
«Fall Be Kind»
Domino/Edel

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Petróleo em queda há oito sessões negoceia abaixo dos 70 dólares

Os preços do crude seguiam a acentuar o movimento de baixa, a negociar abaixo dos 70 dólares em Nova Iorque, penalizados pela valorização do dólar face ao euro e pelo aumento superior ao estimado dos inventários de gasolina e destilados nos EUA na semana passada.

O contrato de Janeiro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os EUA, seguia a ceder 1,05% em Nova Iorque, para 69,80 dólares por barril, depois de já terem estado num mínimo intradia de 69,58 dólares – o valor mais baixo desde 8 de Outubro.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, perdia 0,65%, para 71,39 dólares por barril.

Os preços do crude perderam 10% em oito sessões consecutivas, naquela que é a mais longa série de descidas em seis anos, salienta a Bloomberg.

As cotações reforçaram a queda com a apreciação da nota verde, que está a ser sustentada pela especulação de que a Reserva Federal norte-americana irá subir os juros no próximo ano com a melhoria da economia.

A divisa norte-americana seguia a negociar em alta de 0,7% face ao euro, nos 1,4628 dólares, tendo já atingido hoje o valor mais elevado desde 5 de Outubro, nos 1,4608 dólares.

“Se o dólar continuar a valorizar, veremos mais interesses financeiros a deixarem de apostar nas matérias-primas”, comentou à Bloomberg um especialista da Energy Security Markets, Rick Mueller. “Os inventários de combustível estão muito elevados nos EUA e a procura está fraca”.

Recorde-se que na quarta-feira o Departamento norte-americano da Energia (DoE) anunciou que os inventários da gasolina subiram em 2,253 milhões de barris na semana passada, para o nível mais alto desde Abril (nos 216,3 milhões de barris), quando se estimava um aumento de 1,6 milhões. Em três semanas de acréscimo dos inventários, as reservas registaram um avanço de 3,5%.

Quanto aos “stocks” de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 1,619 milhões de barris, para 167,3 milhões, contra a projecção de uma queda de 750.000 barris. As actuais reservas de destilados estão 25% acima da média quinquenal deste período.

“Há operadores em estado de ansiedade devido à probabilidade de os inventários de destilados não descerem rapidamente”, afirmou à Bloomberg um analista da PFC Energy, David Kirsch. “O sentimento do mercado mudou e está agora mais focalizado nos fracos fundamentais”, acrescentou.

Apesar de os “stocks” de crude terem 3,823 milhões de barris na semana passada, quando os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um acréscimo de 250.000 barris, e apesar dos bons dados económicos que têm estado a ser divulgados nos últimos dias para a economia norte-americana, o petróleo continua a ser fortemente penalizado pelo bom desempenho do dólar, com quem tem uma estreita correlação. Um dólar mais forte torna menos atractivas as “commodities” como investimento alternativo.

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Brasil vai atingir um telemóvel por habitante em 2010

Claro estima
Brasil vai atingir um telemóvel por habitante em 2010



O mercado móvel brasileiro deverá crescer 12% no próximo ano, atingindo um total de 190 milhões de aparelhos, o que corresponde a uma taxa de penetração de 100%, estima o presidente da Claro, operadora móvel concorrente da Vivo no Brasil.

Em entrevista à Bloomberg, João Cox, o CEO da Claro, operadora detida pelo mexicano Carlos Slim, estima que no final deste ano o Brasil conte com mais de 170 milhões de utilizadores de telefone móvel, um crescimento de 13% que colocará a taxa de penetração nos 90%.

No final de 2010, de acordo com a previsão do mesmo responsável, a taxa de penetração atingirá os 100%, com 190 milhões de clientes. Contudo, este número não implica que todos os brasileiros tenham telefone móvel, já que muitos detêm mais que um aparelho e a tecnologia móvel é também utilizada para aceder à internet em computadores.

“O Brasil ainda oferece uma alta oportunidade de crescimento”, disse João Cox, afirmando que o mercado móvel brasileiro “é um dos melhores locais para investir dinheiro nesta altura”.

A Claro controla 25% do mercado móvel brasileiro, que é liderado (30%) pela Vivo, operadora detida em partes iguais pela Portugal Telecom e Telefónica.

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Gripe A H1N1: Pandemia menos letal do que se pensava - Governo britânico

A pandemia da gripe A (H1N1) é "consideravelmente menos letal" do que se pensava inicialmente, afirmou hoje o assessor do governo britânico para a área da Saúde, Liam Donaldson, citando um estudo.


A investigação, publicada hoje na revista médica British Medical Journal, salienta que a taxa de mortalidade causada pela doença ronda os 0,026 por cento, com base na análise de dados oficiais de Novembro.


As conclusões do estudo foram conhecidas numa altura em que os contágios pelo H1N1 na Grã-Bretanha continuam a diminuir, contrariando as previsões iniciais.

Fonte: Jornal de Notícias