O sorteio do concurso de hoje do Euromilhões deu a seguinte chave:
4 - 5 - 14 - 44 - 46
As estrelas são o 8 e 9
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Petróleo fecha em alta no Nymex e em queda em Londres
Os preços do petróleo terminaram a última sessão da semana com tendências distintas de cada lado do Atlântico.
Em Londres, o barrilde Brent para entrega em Fevereiro recuou 22 cêntimos, para os 81,29 dólares.
No mercado nova-iorquino, o West Texas Intermdiate subiu nove cêntimos, encerrando nos 82,75 dólares.
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Em Londres, o barrilde Brent para entrega em Fevereiro recuou 22 cêntimos, para os 81,29 dólares.
No mercado nova-iorquino, o West Texas Intermdiate subiu nove cêntimos, encerrando nos 82,75 dólares.
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Instituto Meteorologia prevê fim-de-semana com muito frio
O Instituto de Meteorologia (IM) prevê que os próximos dias se caracterizem pela diminuição acentuada das temperaturas, especialmente nas regiões do Norte, Centro e Interior do país.
De acordo com o IM, o fim-de-semana ficará marcado pelas baixas temperaturas em todo o país. Para sábado, as previsões são de descida das temperaturas mínimas, podendo chegar a valores negativos no Interior.
Em Lisboa, a temperatura mínima poderá chegar aos 0 graus e, no Porto, aos -3. A Guarda será a cidade mais fria, não devendo ultrapassar o 1 grau de máxima. Bragança vem logo a seguir, com a mínima a poder atingir os -6.
A partir do final da tarde, prevê-se um aumento da nebulosidade. Durante a madrugada o IM prevê queda de precipitação a começar nas regiões do Sul.
No domingo, o dia será especialmente frio, com a descida das temperaturas máximas, «com queda de neve a quotas muito baixas», nomeadamente no Interior, Norte e Centro.
Bragança e Guarda invertem os lugares, mas continuam a ser as mais frias. Em Lisboa, a máxima não deverá ultrapassar os 8 graus, e no Porto os termómetros podem descer até aos -2.
«A acentuada descida das temperaturas poderá, eventualmente, provocar queda de neve nas regiões do Litoral», adianta o IM.
Caso pretenda, visite a fonte da informação aqui
De acordo com o IM, o fim-de-semana ficará marcado pelas baixas temperaturas em todo o país. Para sábado, as previsões são de descida das temperaturas mínimas, podendo chegar a valores negativos no Interior.
Em Lisboa, a temperatura mínima poderá chegar aos 0 graus e, no Porto, aos -3. A Guarda será a cidade mais fria, não devendo ultrapassar o 1 grau de máxima. Bragança vem logo a seguir, com a mínima a poder atingir os -6.
A partir do final da tarde, prevê-se um aumento da nebulosidade. Durante a madrugada o IM prevê queda de precipitação a começar nas regiões do Sul.
No domingo, o dia será especialmente frio, com a descida das temperaturas máximas, «com queda de neve a quotas muito baixas», nomeadamente no Interior, Norte e Centro.
Bragança e Guarda invertem os lugares, mas continuam a ser as mais frias. Em Lisboa, a máxima não deverá ultrapassar os 8 graus, e no Porto os termómetros podem descer até aos -2.
«A acentuada descida das temperaturas poderá, eventualmente, provocar queda de neve nas regiões do Litoral», adianta o IM.
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Braço armado das FLEC reivindica ataque à selecção do Togo
As Forças de Libertação do Estado de Cabinda/Posição Militar (FLEC/PM) reivindicaram hoje um ataque à escolta militar da comitiva da selecção de futebol do Togo esta tarde na região de Massabi, naquela província angolana disputada pelo movimento separatista.
"Às 15:00 de quinta-feira, a resistência das FLEC/PM realizou um ataque no sector de Massabi contra as Forças Armadas Angolanas, que escoltavam a selecção nacional do Togo", diz um comunicado enviado para a agência Lusa, assinado por Rodrigues Mingas, secretário-geral da organização, "em representação do Estado maior operacional das FLEC/PM".
Do ataque, resultou "um morto e três feridos graves nas fileiras inimigas" e nenhuma baixa do lado da resistência, indica o mesmo comunicado, que não refere nenhuma vítima entre a comitiva togolesa.
"Esta operação comando não é mais do que o começo de uma série de acções dirigidas que vão continuar em todo o território de Cabinda", conclui o texto.
O braço político das FLEC no exterior ainda não se pronunciou.
O autocarro que transportava a selecção do Togo foi hoje metralhado ao atravessar a fronteira entre o Congo e o enclave Angola, onde se vai realizar a Taça das Nações Africanas (CAN2010) em futebol, tendo sido feridos dois jogadores.
A revelação foi feita por um dos internacionais togoleses, Thomas Dossevi, ao telefone com a cadeia de televisão francesa Infosport.
O Togo devia estrear-se segunda-feira na CAN2010 frente à selecção do Gana, em Cabinda.
O gabinete do ministro sem pasta e presidente do Fórum Cabindês para o Diálogo, Bento Bembe, não quis ainda confirmar nenhuma informação oficial à Lusa.
Fonte: Diário Digital
"Às 15:00 de quinta-feira, a resistência das FLEC/PM realizou um ataque no sector de Massabi contra as Forças Armadas Angolanas, que escoltavam a selecção nacional do Togo", diz um comunicado enviado para a agência Lusa, assinado por Rodrigues Mingas, secretário-geral da organização, "em representação do Estado maior operacional das FLEC/PM".
Do ataque, resultou "um morto e três feridos graves nas fileiras inimigas" e nenhuma baixa do lado da resistência, indica o mesmo comunicado, que não refere nenhuma vítima entre a comitiva togolesa.
"Esta operação comando não é mais do que o começo de uma série de acções dirigidas que vão continuar em todo o território de Cabinda", conclui o texto.
O braço político das FLEC no exterior ainda não se pronunciou.
O autocarro que transportava a selecção do Togo foi hoje metralhado ao atravessar a fronteira entre o Congo e o enclave Angola, onde se vai realizar a Taça das Nações Africanas (CAN2010) em futebol, tendo sido feridos dois jogadores.
A revelação foi feita por um dos internacionais togoleses, Thomas Dossevi, ao telefone com a cadeia de televisão francesa Infosport.
O Togo devia estrear-se segunda-feira na CAN2010 frente à selecção do Gana, em Cabinda.
O gabinete do ministro sem pasta e presidente do Fórum Cabindês para o Diálogo, Bento Bembe, não quis ainda confirmar nenhuma informação oficial à Lusa.
Fonte: Diário Digital
Parlamento aprova casamento entre pessoas do mesmo sexo
A proposta do Governo que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado no Parlamento. É um "momento histórico", segundo o primeiro-ministro José Sócrates.
O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado no Parlamento, ao início da tarde de hoje, sexta-feira, com os votos favoráveis do PS, BE, PCP, e PEV.
O PSD e o CDS-PP votaram contra. Também as deputadas do Movimento Humanismo e Democracia (independentes mas eleitas nas listas do PS), Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda, votaram contra a proposta do Governo.
Sete deputados do PSD abstiveram-se, tendo o partido dado liberdade de voto aos membros da sua bancada.
O diploma do Governo permite o casamento homossexual mas exclui a possibilidade de adopção por casais homossexuais, tendo esta questão estado no centro do debate parlamentar. O BE acusou mesmo o Executivo de criar um "imbróglio jurídico" ao violar o artigo 13.º da Constituição, que "garante o princípio da igualdade e, em consequência, que ninguém pode ser descriminado por razão da sua orientação sexual".
Na votação estavam presentes 224 dos 230 deputados: 94 do PS, 78 do PSD, 21 do CDS-PP, 16 do BE, 13 do PCP e 2 do PEV.
"Um momento histórico"
O primeiro-ministro, José Sócrates, que participou no debate no Parlamento mas não esteve presente na votação, afirmou que é “um momento histórico” para a Assembleia da República no combate à "discriminação e injustiça".
"Damos um passo da maior importância no sentido de combater a discriminação e a injustiça que existia na sociedade portuguesa", disse, afirmando a sua satisfação por liderar o PS "no sentido de fazer aquilo que um humanista deve fazer", ou seja, "combater as injustiças dos outros como se fossem injustiças contra nós, combater as normas legais que impedem a igualdade como se nos atingisse a nós próprios".
"É um momento histórico para a Assembleia da República e estou muito satisfeito por ter participado", destacou o primeiro-ministro.
Festejos nas galerias e exterior do Parlamento
As muitas pessoas que encheram as galerias do Parlamento para assistir à discussão das propostas sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo suspiraram de alívio e algumas abraçaram-se após a aprovação do projecto do Governo.
Dado que estas manifestações são proibidas dentro das instalações da Assembleia, os defensores do acesso ao casamento por casais homossexuais manifestaram-se com palmas, enquanto desciam a escadaria do Parlamento.
Algumas dezenas de pessoas reuniram-se depois na rua para celebrarem com um brinde o alargamento do casamento a pares homossexuais.
Diplomas BE, PEV e PSD chumbados
O Parlamento chumbou os diplomas do BE e do PEV que legalizavam o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e incluíam a adopção e o projecto do PSD para a criação da união civil registada.
Os diplomas do BE e do PEV tiveram os votos contra do CDS-PP, do PSD e da maioria dos deputados do PS, a quem tinha sido imposta disciplina de voto.
A bancada do PCP absteve-se, assim como o deputado social-democrata Pedro Duarte.
Oito deputados socialistas votaram a favor, tal como o deputado do PSD José Eduardo Martins.
Os deputados socialistas que foram autorizados pela direcção parlamentar a quebrar a disciplina de voto foram os deputados independentes Miguel Vale de Almeida, João Galamba e Inês de Medeiros, o líder da Juventude Socialista (JS), Duarte Cordeiro, e os deputados Sérgio Sousa Pinto, Jamila Madeira e João Soares.
O diploma do PSD para a instituição da união civil registada foi igualmente 'chumbada' com os votos contra do PS, BE, PCP, PEV, alguns deputados do CDS-PP e do social-democrata José Pacheco Pereira.
Abstiveram-se oito deputados do CDS-PP e três do PSD.
Votaram favoravelmente a união civil registada o PSD, o CDS-PP e as duas deputadas do Movimento Humanismo e Democracia.
Dezenas de deputados de todas as bancadas do PS, PSD e CDS-PP anunciaram no final das votações que irão entregar declarações de voto.
Esquerda chumba proposta de referendo
A proposta de referendo sobre o casamento homossexual, contida numa petição subscrita por mais de 90 mil cidadãos, foi chumbada pelas bancadas de esquerda - PS, PCP, BE e PEV.
PSD, CDS-PP e as duas deputadas do Movimento Humanismo e Democracia (Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda) votaram a favor.
Abstiveram-se três deputados do PSD.
Visite a fonte da informação aqui
O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado no Parlamento, ao início da tarde de hoje, sexta-feira, com os votos favoráveis do PS, BE, PCP, e PEV.
O PSD e o CDS-PP votaram contra. Também as deputadas do Movimento Humanismo e Democracia (independentes mas eleitas nas listas do PS), Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda, votaram contra a proposta do Governo.
Sete deputados do PSD abstiveram-se, tendo o partido dado liberdade de voto aos membros da sua bancada.
O diploma do Governo permite o casamento homossexual mas exclui a possibilidade de adopção por casais homossexuais, tendo esta questão estado no centro do debate parlamentar. O BE acusou mesmo o Executivo de criar um "imbróglio jurídico" ao violar o artigo 13.º da Constituição, que "garante o princípio da igualdade e, em consequência, que ninguém pode ser descriminado por razão da sua orientação sexual".
Na votação estavam presentes 224 dos 230 deputados: 94 do PS, 78 do PSD, 21 do CDS-PP, 16 do BE, 13 do PCP e 2 do PEV.
"Um momento histórico"
O primeiro-ministro, José Sócrates, que participou no debate no Parlamento mas não esteve presente na votação, afirmou que é “um momento histórico” para a Assembleia da República no combate à "discriminação e injustiça".
"Damos um passo da maior importância no sentido de combater a discriminação e a injustiça que existia na sociedade portuguesa", disse, afirmando a sua satisfação por liderar o PS "no sentido de fazer aquilo que um humanista deve fazer", ou seja, "combater as injustiças dos outros como se fossem injustiças contra nós, combater as normas legais que impedem a igualdade como se nos atingisse a nós próprios".
"É um momento histórico para a Assembleia da República e estou muito satisfeito por ter participado", destacou o primeiro-ministro.
Festejos nas galerias e exterior do Parlamento
As muitas pessoas que encheram as galerias do Parlamento para assistir à discussão das propostas sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo suspiraram de alívio e algumas abraçaram-se após a aprovação do projecto do Governo.
Dado que estas manifestações são proibidas dentro das instalações da Assembleia, os defensores do acesso ao casamento por casais homossexuais manifestaram-se com palmas, enquanto desciam a escadaria do Parlamento.
Algumas dezenas de pessoas reuniram-se depois na rua para celebrarem com um brinde o alargamento do casamento a pares homossexuais.
Diplomas BE, PEV e PSD chumbados
O Parlamento chumbou os diplomas do BE e do PEV que legalizavam o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e incluíam a adopção e o projecto do PSD para a criação da união civil registada.
Os diplomas do BE e do PEV tiveram os votos contra do CDS-PP, do PSD e da maioria dos deputados do PS, a quem tinha sido imposta disciplina de voto.
A bancada do PCP absteve-se, assim como o deputado social-democrata Pedro Duarte.
Oito deputados socialistas votaram a favor, tal como o deputado do PSD José Eduardo Martins.
Os deputados socialistas que foram autorizados pela direcção parlamentar a quebrar a disciplina de voto foram os deputados independentes Miguel Vale de Almeida, João Galamba e Inês de Medeiros, o líder da Juventude Socialista (JS), Duarte Cordeiro, e os deputados Sérgio Sousa Pinto, Jamila Madeira e João Soares.
O diploma do PSD para a instituição da união civil registada foi igualmente 'chumbada' com os votos contra do PS, BE, PCP, PEV, alguns deputados do CDS-PP e do social-democrata José Pacheco Pereira.
Abstiveram-se oito deputados do CDS-PP e três do PSD.
Votaram favoravelmente a união civil registada o PSD, o CDS-PP e as duas deputadas do Movimento Humanismo e Democracia.
Dezenas de deputados de todas as bancadas do PS, PSD e CDS-PP anunciaram no final das votações que irão entregar declarações de voto.
Esquerda chumba proposta de referendo
A proposta de referendo sobre o casamento homossexual, contida numa petição subscrita por mais de 90 mil cidadãos, foi chumbada pelas bancadas de esquerda - PS, PCP, BE e PEV.
PSD, CDS-PP e as duas deputadas do Movimento Humanismo e Democracia (Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda) votaram a favor.
Abstiveram-se três deputados do PSD.
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Ataque à selecção do Togo durou 20 minutos: Um morto e 5 feridos
O autocarro que transportava a selecção do Togo foi metralhado ao atravessar a fronteira entre o Congo e Angola, onde se vai realizar a Taça das Nações Africanas. O ataque na região de Massabi, Cabinda, causou um morto e cinco feridos.
Segundo o porta-voz do ministro do Desporto do Togo, o motorista do autocarro morreu no ataque. Mais cinco pessoas ficaram feridas, duas das quais jogadores da selecção.
Os jogadores feridos no tiroteio são o guarda-redes Kodjovi Obilale e o defesa Serge Akakpo. Os outros feridos são, segundo um futebolista, um elemento da equipa técnica, um médico e um jornalista.
Algumas testemunhas dizem que o ataque foi brutal e que o autocarro foi baleado durante 20 minutos. Os mesmo testemunhos relatam que a grande figura da selecção, o jogador do Manchester City, Emmanuel Adebayor, desatou a chorar.
O Togo devia estrear-se segunda-feira na CAN2010 frente à selecção do Gana, em Cabinda.
Angola é país organizador do Campeonato Africano das Nações que arranca este domingo.
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Segundo o porta-voz do ministro do Desporto do Togo, o motorista do autocarro morreu no ataque. Mais cinco pessoas ficaram feridas, duas das quais jogadores da selecção.
Os jogadores feridos no tiroteio são o guarda-redes Kodjovi Obilale e o defesa Serge Akakpo. Os outros feridos são, segundo um futebolista, um elemento da equipa técnica, um médico e um jornalista.
Algumas testemunhas dizem que o ataque foi brutal e que o autocarro foi baleado durante 20 minutos. Os mesmo testemunhos relatam que a grande figura da selecção, o jogador do Manchester City, Emmanuel Adebayor, desatou a chorar.
O Togo devia estrear-se segunda-feira na CAN2010 frente à selecção do Gana, em Cabinda.
Angola é país organizador do Campeonato Africano das Nações que arranca este domingo.
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Menino morre após apanhar do pai por urinar nas calças no Chile
Um menino de 2 anos morreu nesta quinta-feira no Hospital de Iquique, no Chile, por causa de uma surra dada seu pai por ter urinado nas calças. O garoto chegou ao hospital em coma.
Segundo o promotor Víctor Ávila, responsável pela investigação do caso, o pai da criança, um boliviano sem residência legal no Chile, "sacudiu o menino repetidamente, bateu nele com um tubo de PVC e depois o jogou no chão". O crime ocorreu na cidade de Apamilca, na municipalidade de Pozo Almonte, no norte do Chile.
O menino ficou inconsciente, teve fraturas múltiplas e lesões internas, acrescentou Ávila.
De acordo com o promotor, no momento da detenção, o pai disse que "estava educando" seu filho. A agressão foi denunciada por vizinhos. O menino recebeu um primeiro atendimento no consultório médico de Apamilca, mas, devido à gravidade, foi levado ao hospital de Iquique. Ávila disse que a companheira do pai do menino, que não é sua mãe, também foi detida porque pode ter tido participação no crime.
O pai contou à polícia que o menino era fruto de uma relação anterior que teve em Oruro, na Bolívia, e que tem uma filha de 1 ano e quatro meses com a atual companheira.
Este é o segundo caso do gênero no Chile nas últimas semanas. Em 21 de dezembro passado, um menino de dois anos morreu depois de uma surra de seu padrasto. Segundo o último estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, na sigla em inglês) sobre maus-tratos no Chile, três em cada quatro crianças do país são vítimas de agressões físicas ou psicológicas em casa e uma em cada quatro é vítima de violência grave.
Caso pretenda, visite a fonte da informação aqui
Segundo o promotor Víctor Ávila, responsável pela investigação do caso, o pai da criança, um boliviano sem residência legal no Chile, "sacudiu o menino repetidamente, bateu nele com um tubo de PVC e depois o jogou no chão". O crime ocorreu na cidade de Apamilca, na municipalidade de Pozo Almonte, no norte do Chile.
O menino ficou inconsciente, teve fraturas múltiplas e lesões internas, acrescentou Ávila.
De acordo com o promotor, no momento da detenção, o pai disse que "estava educando" seu filho. A agressão foi denunciada por vizinhos. O menino recebeu um primeiro atendimento no consultório médico de Apamilca, mas, devido à gravidade, foi levado ao hospital de Iquique. Ávila disse que a companheira do pai do menino, que não é sua mãe, também foi detida porque pode ter tido participação no crime.
O pai contou à polícia que o menino era fruto de uma relação anterior que teve em Oruro, na Bolívia, e que tem uma filha de 1 ano e quatro meses com a atual companheira.
Este é o segundo caso do gênero no Chile nas últimas semanas. Em 21 de dezembro passado, um menino de dois anos morreu depois de uma surra de seu padrasto. Segundo o último estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, na sigla em inglês) sobre maus-tratos no Chile, três em cada quatro crianças do país são vítimas de agressões físicas ou psicológicas em casa e uma em cada quatro é vítima de violência grave.
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Atirador se suicida após matar três em fábrica, diz polícia
Um trabalhador descontente envolvido em uma disputa sobre aposentadoria com a sua empresa foi responsabilizado pela morte a tiros de três pessoas em uma fábrica de Saint-Louis nesta quinta-feira. Cinco pessoas ficaram feridas e o atirador aparentemente se matou, disseram autoridades locais.
Bombeiros identificaram o atirador como Timothy Hendron, 51. A polícia não divulgou o nome dele, mas disse que um homem suspeito de ser o atirador foi encontrado morto no interior da fábrica com uma marca de tiro aparentemente autoinfligido.
A motivação para o ataque não foi imediatamente identificada. Mas em 2006, Hendron e outros trabalhadores da ABB processou a empresa por perdas de aposentadoria. O processo federal acusa a empresa e seu comitê de revisão de pensões de incluir em suas contas de aposentadoria opções de investimento com taxas "injustificadas e excessivas".
A audiência da causa contra a empresa tinha começado na última terça na cidade do Kansas, no estado do Missouri.
Os tiros começaram por volta das 6h30 (13h30 em Brasília), durante uma mudança de turno, e 40 a 50 pessoas provavelmente estavam na fábrica no momento, disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros Bob Keuss.
"Muitos deles [funcionários] procuraram segurança no telhado, nas caldeiras e armários de vassoura", disse Dotson.
Os nomes das vítimas não foram imediatamente divulgados. A polícia disse que três dos feridos estavam em estado grave e dois estavam em condições estáveis.
O site do "The St. Louis Post-Dispatch" diz que alguns dos funcionários correram para o telhado para escapar dos tiros, enquanto outros permaneceram escondidos nas salas do escritório.
O Grupo ABB fabrica transmissores de energia e equipamentos de automação industrial. A unidade de Saint-Louis emprega cerca de 270 pessoas. A empresa tem operações em aproximadamente cem países, empregando cerca de 120 mil pessoas. Em outubro passado, a ABB informou de mais de US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.
Thomas Schmidt, porta-voz da ABB em Zurique, na Suíça, disse que a empresa recebeu relatos dos tiros. "O bem estar dos nossos funcionários é a coisa mais importante para nós", disse Schmidt, sem dar mais detalhes.
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Bombeiros identificaram o atirador como Timothy Hendron, 51. A polícia não divulgou o nome dele, mas disse que um homem suspeito de ser o atirador foi encontrado morto no interior da fábrica com uma marca de tiro aparentemente autoinfligido.
A motivação para o ataque não foi imediatamente identificada. Mas em 2006, Hendron e outros trabalhadores da ABB processou a empresa por perdas de aposentadoria. O processo federal acusa a empresa e seu comitê de revisão de pensões de incluir em suas contas de aposentadoria opções de investimento com taxas "injustificadas e excessivas".
A audiência da causa contra a empresa tinha começado na última terça na cidade do Kansas, no estado do Missouri.
Os tiros começaram por volta das 6h30 (13h30 em Brasília), durante uma mudança de turno, e 40 a 50 pessoas provavelmente estavam na fábrica no momento, disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros Bob Keuss.
"Muitos deles [funcionários] procuraram segurança no telhado, nas caldeiras e armários de vassoura", disse Dotson.
Os nomes das vítimas não foram imediatamente divulgados. A polícia disse que três dos feridos estavam em estado grave e dois estavam em condições estáveis.
O site do "The St. Louis Post-Dispatch" diz que alguns dos funcionários correram para o telhado para escapar dos tiros, enquanto outros permaneceram escondidos nas salas do escritório.
O Grupo ABB fabrica transmissores de energia e equipamentos de automação industrial. A unidade de Saint-Louis emprega cerca de 270 pessoas. A empresa tem operações em aproximadamente cem países, empregando cerca de 120 mil pessoas. Em outubro passado, a ABB informou de mais de US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.
Thomas Schmidt, porta-voz da ABB em Zurique, na Suíça, disse que a empresa recebeu relatos dos tiros. "O bem estar dos nossos funcionários é a coisa mais importante para nós", disse Schmidt, sem dar mais detalhes.
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Ilha australiana é invadida por migração de milhões de caranguejos
A migração anual de mais de 100 milhões de caranguejos fechou estradas e transformou as ruas da Ilha Christmas, na Austrália, em enormes tapetes vermelhos.Os cerca de 120 milhões de caranguejos, segundo o Parque Nacional da Ilha Christmas, no sudoeste da Austrália, migram todos os anos das florestas para o mar, para a reprodução e desova.
O movimento rumo ao oceano começa entre os meses de novembro e janeiro, dependendo das chuvas. Os caranguejos apenas prosseguem a migração com chuva. Esse ano, devido ao fato de a estação úmida ter vindo mais tarde, houve apenas uma desova, iniciada no meio de dezembro.
A migração é tão intensa que ruas e estradas são fechadas na ilha, para impedir que os crustáceos sejam esmagados. Guardas-florestais também constroem pontes plásticas sobre as estradas para que os caranguejos atravessem sem perigo.
Tricia Ho, guarda-florestal na ilha, disse à BBC Brasil que os filhotes de caranguejos já estão emergindo aos poucos e logo deverão começar o caminho para as florestas.
A movimentação da natureza, no entanto, não impede que os 1,2 mil moradores locais prossigam com suas atividades diárias. "Não é difícil ver caranguejos dentro das casas", disse Linda Cash, moradora local, à BBC Brasil.
'Galápagos do Índico'
O pequeno pedaço de terra no Oceano Índico foi descoberto e nomeado Ilha Christmas por um capitão britânico, que passava pela região no dia de Natal em 1643.
O local é conhecido como a "Galápagos do Oceano Índico", devido à sua grande biodiversidade, comparável à do arquipélago que fica no Oceano Pacífico.
A Ilha Christmas é um paraíso para pássaros e 14 espécies de caranguejos, incluindo o maior invertebrado no mundo, o caranguejo coco.
Dois terços da ilha formam um parque nacional, atraindo 1.500 visitantes por ano, principalmente mergulhadores e observadores de pássaros e caranguejos.
Apesar de fazer parte do território australiano, a ilha está a apenas 370 quilômetros da costa sul da Indonésia e a maioria de sua população pertence às etnias chinesa e malaia.
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Lésbica «invade» apresentação de livro contra casamento gay
Helena Martins deu um ramo de flores aos autores do livro e confrontou os presentes: «Olhem para mim. Sou um ser humano»
Helena Martins tinha prometido uma manifestação pacífica à porta da editora que apresentou, esta quarta-feira, o livro «Porque não, casamento entre pessoas do mesmo sexo». No entanto, «a montanha pariu um rato», como disse a própria, e apenas Helena apareceu.
Depois das palavras dos autores, assumidamente contra o casamento homossexual, a lésbica interveio: «Vim aqui dar-vos um ramo de flores, o ramo da noiva, ironicamente.
Não podia deixar de vir aqui dialogar convosco e dar-vos o meu próprio livro: Porque sim.»
À plateia, Helena deixou um desafio: «Olhem para mim. Vejam pessoas concretas. Eu sou um ser humano.»
Criada no seio de uma família católica, a homossexual admitiu que os seus familiares «foram os primeiros a dizer que queriam era que eu fosse feliz». «Mas como é que posso ser feliz sem poder dizer: a minha mulher...», comentou.
Ao tvi24.pt, Helena Martins revelou que não vai poder ir à Assembleia da República na próxima sexta-feira, quando se adivinha a aprovação do casamento gay pela esquerda parlamentar. «No entanto, a minha companheira vai lá estar e temos planos de casar depois», disse.
«Mas mesmo que eu não quisesse casar, o importante é ter essa liberdade de escolha. Eu, aos 18 anos, achava que era heterossexual, tinha o sonho de casar. Por que é que esse direito me foi negado a partir do momento em que me assumi como gay?», questionou.
Helena Martins tinha prometido uma manifestação pacífica à porta da editora que apresentou, esta quarta-feira, o livro «Porque não, casamento entre pessoas do mesmo sexo». No entanto, «a montanha pariu um rato», como disse a própria, e apenas Helena apareceu.
Depois das palavras dos autores, assumidamente contra o casamento homossexual, a lésbica interveio: «Vim aqui dar-vos um ramo de flores, o ramo da noiva, ironicamente.
Não podia deixar de vir aqui dialogar convosco e dar-vos o meu próprio livro: Porque sim.»
À plateia, Helena deixou um desafio: «Olhem para mim. Vejam pessoas concretas. Eu sou um ser humano.»
Criada no seio de uma família católica, a homossexual admitiu que os seus familiares «foram os primeiros a dizer que queriam era que eu fosse feliz». «Mas como é que posso ser feliz sem poder dizer: a minha mulher...», comentou.
Ao tvi24.pt, Helena Martins revelou que não vai poder ir à Assembleia da República na próxima sexta-feira, quando se adivinha a aprovação do casamento gay pela esquerda parlamentar. «No entanto, a minha companheira vai lá estar e temos planos de casar depois», disse.
«Mas mesmo que eu não quisesse casar, o importante é ter essa liberdade de escolha. Eu, aos 18 anos, achava que era heterossexual, tinha o sonho de casar. Por que é que esse direito me foi negado a partir do momento em que me assumi como gay?», questionou.
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