A bolsa nacional encerrou em forte alta, a registar o maior ganho de fecho desde 4 de Novembro de 2008. A sustentar o índice de referência nacional esteve sobretudo a banca, num dia em que todos os mercados da Europa estiveram a ser sustentados pelo optimismo em torno das ajudas à Grécia.
Os mercados accionistas dispararam depois o comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros ter anunciado que o pacote de ajuda à Grécia está “praticamente concluído”.
O PSI-20 fechou a valorizar 4,59%, para se fixar nos 7.339,20 pontos, com os 20 títulos em alta, numa sessão em que mudaram de mãos 138,5 milhões de acções. A praça lisboeta foi a segunda que mais terreno ganhou na sessão de hoje na Europa.
Mais de 10 cotadas do PSI-20 encerraram a subir mais de 6%, tendo a Altri e a Sonae Indústria subido ao pódio com ganhos superiores a 10%.
No resto do Velho Continente, o movimento foi também generalizadamente positivo, com destaque para a Grécia, que fechou a escalar 8,83%. O terceiro maior ganho do dia na Europa foi da bolsa madrilena, com uma subida de 2,20%.
As acções mundiais estiveram a ser pressionadas nos últimos dias pelos receios de que a crise orçamental europeia penalize a retoma da economia global, com as atenções dos investidores centradas na Grécia, Portugal e Espanha. O anúncio de que a ajuda à Grécia chegará “dentro de dias” inverteu esta tendência, especialmente nas bolsas dos países com maiores défices públicos.
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Toyota vai recolher SUV s por apresentarem problemas na aceleração
A Toyota anunciou que vai recolher cerca de 50 mil SUVs (jipes) do modelo Sequoia que apresentam um problema no sistema de Controlo de Estabilidade dos Veículos. O defeito pode causar o aumento ou o abrandamento das baixas velocidades.
Os modelos dos SUV’s que vão ser recolhidos são os que foram fabricados no ano de 2003. O plano de recolha dos veículos tem como objectivo fazer um “upgrade” do Sistema de Controlo de Estabilidade.
“Os veículos que não tenham o ‘upgrade’, em situações limites, o sistema de Controlo de Estabilidade pode activar a baixa velocidade por alguns segundos depois da aceleração, o que pode fazer com que o carro possa não acelerar tão depressa como o condutor espera”, segundo o comunicado da empresa citado pela CNN.
Ainda não foram denunciados problemas por parte dos consumidores, anunciou a Toyota.
A empresa vai começar a comunicar os donos dos veículos afectados no final de Maio, e garantiu que se algum comprador reparou o defeito, a empresa reembolsa o custo da reparação.
Visite a fonte da informação aqui
Os modelos dos SUV’s que vão ser recolhidos são os que foram fabricados no ano de 2003. O plano de recolha dos veículos tem como objectivo fazer um “upgrade” do Sistema de Controlo de Estabilidade.
“Os veículos que não tenham o ‘upgrade’, em situações limites, o sistema de Controlo de Estabilidade pode activar a baixa velocidade por alguns segundos depois da aceleração, o que pode fazer com que o carro possa não acelerar tão depressa como o condutor espera”, segundo o comunicado da empresa citado pela CNN.
Ainda não foram denunciados problemas por parte dos consumidores, anunciou a Toyota.
A empresa vai começar a comunicar os donos dos veículos afectados no final de Maio, e garantiu que se algum comprador reparou o defeito, a empresa reembolsa o custo da reparação.
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Ciclismo - Volta às Astúrias começou hoje
Começou hoje a 54ª Volta às Astúrias com a participação da equipa algarvia Palmeiras Resort/Prio/Tavira. Até domingo, dia 2 de Maio, os ciclistas pedalam nesta importante corrida espanhola.
A arrancar em Oviedo e a terminar em Llanes, a primeira etapa, de 156,3 quilómetros ditou André Cardoso como o mais rápido corredor tavirense, terminando a sua jornada em 20º posto, com o mesmo tempo do vencedor, numa chegada ao sprint. Na classificação geral Cardoso é o melhor português no terreno, no 6º lugar, a 11 segundos do líder, tendo conseguido um ponto de bonificação na última meta volante.
Amanhã, quinta-feira, a segunda tirada une Llanes e Gijón, ao longo de 142,5 quilómetros, contemplando dois prémios de terceira categoria e outro de segunda.
David Blanco, Alejandro Marque, Luís Silva, David Livramento, Tomas Metcalfe, André Cardoso, Nelson Vitorino, e Ricardo Mestre são os atletas em prova.
Fonte: O Jogo
A arrancar em Oviedo e a terminar em Llanes, a primeira etapa, de 156,3 quilómetros ditou André Cardoso como o mais rápido corredor tavirense, terminando a sua jornada em 20º posto, com o mesmo tempo do vencedor, numa chegada ao sprint. Na classificação geral Cardoso é o melhor português no terreno, no 6º lugar, a 11 segundos do líder, tendo conseguido um ponto de bonificação na última meta volante.
Amanhã, quinta-feira, a segunda tirada une Llanes e Gijón, ao longo de 142,5 quilómetros, contemplando dois prémios de terceira categoria e outro de segunda.
David Blanco, Alejandro Marque, Luís Silva, David Livramento, Tomas Metcalfe, André Cardoso, Nelson Vitorino, e Ricardo Mestre são os atletas em prova.
Fonte: O Jogo
Ténis - Tunis: Frederico Gil e Marcelo Melo qualificaram-se para as meias-finais
O tenista português, Frederico Gil, e o brasileiro Marcelo Melo qualificaram-se, esta quarta-feira, para as meias-finais de pares do Challenger de Tunis, na Tunísia.
A dupla luso-brasileira foi superior no jogo com o indiano Bopanna e o paquistanês Qureshi (7-5, 3-6 e 11-9).
Frederico Gil defronta o marroquino Reda El Amrani, em singulares, na quinta-feira.
Rui Machado formando dupla com o francês Roger Vasselin procura, esta tarde, um lugar nas meias-finais do torneio africano, onde compete também no quadro de singulares.
Visite a fonte da informação aqui
A dupla luso-brasileira foi superior no jogo com o indiano Bopanna e o paquistanês Qureshi (7-5, 3-6 e 11-9).
Frederico Gil defronta o marroquino Reda El Amrani, em singulares, na quinta-feira.
Rui Machado formando dupla com o francês Roger Vasselin procura, esta tarde, um lugar nas meias-finais do torneio africano, onde compete também no quadro de singulares.
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Portugal é o sexto país do mundo com mais computadores infectados por vírus
Segundo o Relatório da Microsoft “Security Intelligence Report” Portugal é o sexto país do mundo com maior taxa de computadores infectados por vírus.
O Relatório de Segurança da Microsoft, realizado entre Julho e Dezembro de 2009, analisou mais de 500 milhões de computadores em todo o mundo. De acordo com o mesmo relatório, “os computadores domésticos são os que estão mais expostos a software malicioso e ameaças nas redes sociais”.
Além disso, o relatório concluiu que os “hackers” estão cada vez “mais profissionais e organizados” na maneira como actuam e que as redes empresariais continuam a ser mais susceptíveis a ataques.
O Relatório confirma que os criminosos estão agora mais motivados pelos ganhos financeiros e que raramente actuam sozinhos. Durante a metade de 2009 foram registadas 2,500 vulnerabilidades pela indústria de software.
Segundo o comunicado da Microsoft Portugal, “Os vírus da classe “worm” são os mais preocupantes para as redes corporativas, pois são os mais utilizados pelos criminosos para tirar proveito das vulnerabilidades. O “Adware” e os vírus da classe cavalo-de-tróia são as maiores ameaças para os consumidores. Os falsos programas de segurança são um problema que afecta todos os segmentos, mas especialmente os utilizadores domésticos.”
O Relatório mostra ainda, que o Windows Vista SP2 e o Windows 7, são os sistemas operativos que têm as taxas mais baixas de infecção por vírus. Enquanto que o Windows XP é o mais afectado.
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O Relatório de Segurança da Microsoft, realizado entre Julho e Dezembro de 2009, analisou mais de 500 milhões de computadores em todo o mundo. De acordo com o mesmo relatório, “os computadores domésticos são os que estão mais expostos a software malicioso e ameaças nas redes sociais”.
Além disso, o relatório concluiu que os “hackers” estão cada vez “mais profissionais e organizados” na maneira como actuam e que as redes empresariais continuam a ser mais susceptíveis a ataques.
O Relatório confirma que os criminosos estão agora mais motivados pelos ganhos financeiros e que raramente actuam sozinhos. Durante a metade de 2009 foram registadas 2,500 vulnerabilidades pela indústria de software.
Segundo o comunicado da Microsoft Portugal, “Os vírus da classe “worm” são os mais preocupantes para as redes corporativas, pois são os mais utilizados pelos criminosos para tirar proveito das vulnerabilidades. O “Adware” e os vírus da classe cavalo-de-tróia são as maiores ameaças para os consumidores. Os falsos programas de segurança são um problema que afecta todos os segmentos, mas especialmente os utilizadores domésticos.”
O Relatório mostra ainda, que o Windows Vista SP2 e o Windows 7, são os sistemas operativos que têm as taxas mais baixas de infecção por vírus. Enquanto que o Windows XP é o mais afectado.
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Alemanha quer que credores da Grécia assumam parte das ajudas
As conversações sobre o montante e o "timing" das ajudas à Grécia estão a intensificar-se e têm sido diariamente acrescentadas ao debate novas propostas. Uma delas é que os credores de Atenas também assumam parte do resgate. A acontecer, serão os bancos franceses os mais penalizados.
Numa altura em que já se fala em valores como 120 mil milhões de euros de ajuda à Grécia para evitar que esta entre em incumprimento, Berlim veio propor uma nova condição para a atribuição das referidas ajudas: que os credores da Grécia assumam parte do custo da operação.
Um porta voz do partido de Merkel (CDU), em declarações recolhidas pela Reuters, solicitou que os bancos que beneficiaram da dívida grega aceitem agora um desconto no valor dos seus títulos de dívida, o que equivale a uma renegociação, avança o “Cinco Días”.
Os mais afectados por esta eventual redução de valor seriam os bancos franceses, que – segundo os dados do Banco de Pagamentos Internacionais – acumulavam em finais de 2009 o equivalente a 55.000 milhões de euros de dívida grega.
No entanto, esta exposição poderá ser maior, devido ao crédito concedido pelo Emporiki Bank of Greece, subsidiária do Crédit Agricole, referiu o Citigroup numa nota de análise citada pelo "The Wall Street Journal".
Em segundo lugar em matéria de exposição à dívida grega, figuram as entidades suíças, com 47.000 milhões de euros, seguindo-se os alemães com 31 mil milhões. A exposição do Reino Unido era de 11,3 mil milhões no final do ano passado.
Fonte: Jornal de Negócios
Numa altura em que já se fala em valores como 120 mil milhões de euros de ajuda à Grécia para evitar que esta entre em incumprimento, Berlim veio propor uma nova condição para a atribuição das referidas ajudas: que os credores da Grécia assumam parte do custo da operação.
Um porta voz do partido de Merkel (CDU), em declarações recolhidas pela Reuters, solicitou que os bancos que beneficiaram da dívida grega aceitem agora um desconto no valor dos seus títulos de dívida, o que equivale a uma renegociação, avança o “Cinco Días”.
Os mais afectados por esta eventual redução de valor seriam os bancos franceses, que – segundo os dados do Banco de Pagamentos Internacionais – acumulavam em finais de 2009 o equivalente a 55.000 milhões de euros de dívida grega.
No entanto, esta exposição poderá ser maior, devido ao crédito concedido pelo Emporiki Bank of Greece, subsidiária do Crédit Agricole, referiu o Citigroup numa nota de análise citada pelo "The Wall Street Journal".
Em segundo lugar em matéria de exposição à dívida grega, figuram as entidades suíças, com 47.000 milhões de euros, seguindo-se os alemães com 31 mil milhões. A exposição do Reino Unido era de 11,3 mil milhões no final do ano passado.
Fonte: Jornal de Negócios
terça-feira, 27 de abril de 2010
«Fifa World Cup 2010» poderá ser lançado hoje
Fifa World Cup 2010» tem lançamento previsto para esta terça-feira, incluindo uma série de novidades na jogabilidade e elementos cénicos que aludem ao nível do clima da África do Sul.
Neste quarto jogo oficial de uma Taça do Mundo, produção paralela ao «Fifa Soccer», a distribuidora Electronic Arts (EA) aproveita para testar eventuais alterações à jogabilidade de outras edições.
Nas novidades, destaca-se o efeito de altitude dos estádios, que influenciará a velocidade da bola e o cansaço dos jogadores; e os «novos» estádios, com torcidas adequadas às equipas em campo, incluindo as tradicionais vuvuzelas e a presença de público feminino.
Os treinadores têm agora um papel mais preponderante, sendo representados com as suas características próprias e manifestando contentamento ou desagrado conforme as jogadas. Pode-se, inclusivamente, jogar como treinador.
Os cenários, agora mais realistas, contarão com banco de suplentes, placas de patrocinadores, letreiros da Fifa, entre outros. Com 199 selecções à escolha, é ainda possível jogar no modo «Eliminatórias».
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Neste quarto jogo oficial de uma Taça do Mundo, produção paralela ao «Fifa Soccer», a distribuidora Electronic Arts (EA) aproveita para testar eventuais alterações à jogabilidade de outras edições.
Nas novidades, destaca-se o efeito de altitude dos estádios, que influenciará a velocidade da bola e o cansaço dos jogadores; e os «novos» estádios, com torcidas adequadas às equipas em campo, incluindo as tradicionais vuvuzelas e a presença de público feminino.
Os treinadores têm agora um papel mais preponderante, sendo representados com as suas características próprias e manifestando contentamento ou desagrado conforme as jogadas. Pode-se, inclusivamente, jogar como treinador.
Os cenários, agora mais realistas, contarão com banco de suplentes, placas de patrocinadores, letreiros da Fifa, entre outros. Com 199 selecções à escolha, é ainda possível jogar no modo «Eliminatórias».
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Microsoft: 42% do software utilizado em Portugal é ilegal
Mais de 40% do software utilizado em Portugal é ilegal, perdendo-se cerca de um quarto do valor do setor das tecnologias de informação, revelou esta terça-feira o responsável de Propriedade Intelectual da Microsoft Portugal.
«A taxa de pirataria de software em Portugal é de 42%», disse Artur Amaral, à margem do III Fórum «Marcas e Patentes - Chave do Sucesso», em Lisboa, realçando que «é uma taxa superior à média europeia, que ronda os 35%».
Segundo o responsável da Microsoft, «os impactos da utilização ilegal de software totalizam cerca de um quarto de todo o setor de tecnologias de informação», apontando como consequência «o enfraquecimento das indústrias de software e de serviços adicionais».
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«A taxa de pirataria de software em Portugal é de 42%», disse Artur Amaral, à margem do III Fórum «Marcas e Patentes - Chave do Sucesso», em Lisboa, realçando que «é uma taxa superior à média europeia, que ronda os 35%».
Segundo o responsável da Microsoft, «os impactos da utilização ilegal de software totalizam cerca de um quarto de todo o setor de tecnologias de informação», apontando como consequência «o enfraquecimento das indústrias de software e de serviços adicionais».
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Ahmadinejad: Irão e Brasil devem criar «nova ordem mundial»
O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, disse hoje, em Teerão, durante um encontro com o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, que o seu país e o Brasil devem trabalhar em conjunto para criar uma "nova ordem mundial".
"Irão e Brasil devem desempenhar juntos um papel para a criação de uma nova ordem mundial justa", disse Ahmadinejad a Amorim, citado pela agência de notícias iraniana Irna.
Amorim encontra-se no Irão desde segunda feira para preparar a visita do presidente brasileiro, Lula da Silva, prevista para os dias 16 e 17 de maio.
Além de Ahmadinejad, o ministro brasileiro teve encontros com o seu homólogo iraniano, Manuchehr Mottaki, e com o presidente do parlamento iraniano, Ari Larijani.
Na segunda feira, Amorim reuniu-se com o secretário geral do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Said Jalili, o principal negociador iraniano para a questão nuclear.
Nesta visita a Teerão, Celso Amorim reforçou a posição brasileira de apoio ao programa nuclear iraniano para fins pacíficos, mas insistiu com as autoridades do país para que deem garantias de que não haverá desvio para finalidades militares e para que sejam flexíveis nas negociações com o Ocidente.
Uma forma de garantir que o Irão não tem intenção de desenvolver armas atómicas seria o enriquecimento de urânio noutros países, na avaliação de Amorim.
O chanceler pediu ao Irão e às potências ocidentais que finalizem, portanto, um acordo apoiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para que seja enviado combustível nuclear para o reator de pesquisas em Teerão.
"Esse acordo é importante e cria confiança entre o Irão e a AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica), mas, como qualquer outra negociação, deve haver flexibilidade em todos os lados", assinalou o ministro brasileiro.
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"Irão e Brasil devem desempenhar juntos um papel para a criação de uma nova ordem mundial justa", disse Ahmadinejad a Amorim, citado pela agência de notícias iraniana Irna.
Amorim encontra-se no Irão desde segunda feira para preparar a visita do presidente brasileiro, Lula da Silva, prevista para os dias 16 e 17 de maio.
Além de Ahmadinejad, o ministro brasileiro teve encontros com o seu homólogo iraniano, Manuchehr Mottaki, e com o presidente do parlamento iraniano, Ari Larijani.
Na segunda feira, Amorim reuniu-se com o secretário geral do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Said Jalili, o principal negociador iraniano para a questão nuclear.
Nesta visita a Teerão, Celso Amorim reforçou a posição brasileira de apoio ao programa nuclear iraniano para fins pacíficos, mas insistiu com as autoridades do país para que deem garantias de que não haverá desvio para finalidades militares e para que sejam flexíveis nas negociações com o Ocidente.
Uma forma de garantir que o Irão não tem intenção de desenvolver armas atómicas seria o enriquecimento de urânio noutros países, na avaliação de Amorim.
O chanceler pediu ao Irão e às potências ocidentais que finalizem, portanto, um acordo apoiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para que seja enviado combustível nuclear para o reator de pesquisas em Teerão.
"Esse acordo é importante e cria confiança entre o Irão e a AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica), mas, como qualquer outra negociação, deve haver flexibilidade em todos os lados", assinalou o ministro brasileiro.
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Lucros da Portucel crescem 15,6% e superam previsões
A Portucel registou um resultado líquido de 32,2 milhões de euros no primeiro trimestre de 2010, um aumento de 15,6% face aos 27,9 milhões de euros do mesmo período do ano passado.
Analistas consultados pela Reuters aguardavam lucros de 28 milhões de euros, em minha com o obtido no mesmo período do ano passado.
O volume de negócios da papeleira atingiu os 294,3 milhões de euros até Março, subindo 11,6% face ao primeiro trimestre de 2009.
Um aumento que, refere a empresa em comunicado, “resulta essencialmente de um maior volume de papel vendido, sustentado pela produção da nova fábrica de papel, e do aumento de produção e venda de energia”. A Portucel destaca que no negócio do papel, “o forte aumento registado nas quantidades colocadas no mercado, proporcionado pelo arranque da nova fábrica, mais do que compensou a redução de cerca de 6% do preço médio de venda”.
A actividade de energia do grupo, por seu lado, aumento no primeiro trimestre cerca de 79,4% face ao período homólogo, “um aumento explicado pela entrada em funcionamento da nova central de cogeração a gás natural em Setúbal, em Agosto de 2009, e pelas novas centrais termoeléctricas a biomassa de Cacia e Setúbal, que entraram em funcionamento no final de 2009”, refere a Portucel.
O EBITDA da papeleira subiu, nos primeiros três meses de 2010, 25,9% para os 72,4 milhões de euros.
Já os resultados operacionais cresceram 4,4% para 41,2 milhões de euros.
Até Março passado o grupo investiu 24,4 milhões de euros, menos 86,5 milhões do que os 110,9 milhões que tinha investido nos primeiros três meses de 2009.
A dívida líquida remunerada do grupo aumentou para os 661,1 milhões de euros.
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Analistas consultados pela Reuters aguardavam lucros de 28 milhões de euros, em minha com o obtido no mesmo período do ano passado.
O volume de negócios da papeleira atingiu os 294,3 milhões de euros até Março, subindo 11,6% face ao primeiro trimestre de 2009.
Um aumento que, refere a empresa em comunicado, “resulta essencialmente de um maior volume de papel vendido, sustentado pela produção da nova fábrica de papel, e do aumento de produção e venda de energia”. A Portucel destaca que no negócio do papel, “o forte aumento registado nas quantidades colocadas no mercado, proporcionado pelo arranque da nova fábrica, mais do que compensou a redução de cerca de 6% do preço médio de venda”.
A actividade de energia do grupo, por seu lado, aumento no primeiro trimestre cerca de 79,4% face ao período homólogo, “um aumento explicado pela entrada em funcionamento da nova central de cogeração a gás natural em Setúbal, em Agosto de 2009, e pelas novas centrais termoeléctricas a biomassa de Cacia e Setúbal, que entraram em funcionamento no final de 2009”, refere a Portucel.
O EBITDA da papeleira subiu, nos primeiros três meses de 2010, 25,9% para os 72,4 milhões de euros.
Já os resultados operacionais cresceram 4,4% para 41,2 milhões de euros.
Até Março passado o grupo investiu 24,4 milhões de euros, menos 86,5 milhões do que os 110,9 milhões que tinha investido nos primeiros três meses de 2009.
A dívida líquida remunerada do grupo aumentou para os 661,1 milhões de euros.
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