A Organização das Nações Unidas (ONU) informou nesta terça-feira (5) que mais de 400 crianças menores de cinco anos morreram desde março pelo envenenamento por chumbo no norte da Nigéria, o dobro do anunciado no mês passado. A ONU estima que 18 mil pessoas podem ter sido afetadas pelo produto químico na região. A intoxicação foi causada pela mineração ilegal de ouro no Estado de Zamfara.
Segundo Elizabeth Byrs, porta-voz do Departamento de Coordenação dos Assuntos Humanitários do órgão (Ocha), o número de mortes tem como base os relatórios da agência humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF). Segundo a ONG, outras 500 foram atendidas nos quatro consultórios da MSF. El-Shafi Muhammad Ahmad, coordenador do MSF em uma das cidades da região, o número de mortos pode ser muito maior, já que alguns casos não são registrados, como a contaminação de nigerianos com mais de cinco anos.
Grande parte da população não informa sobre os novos casos de contaminação porque "tem medo de não poder continuar com a atividade", que foi proibida na semana passada pelo governo nigeriano após a informação sobre as mortes. O envenenamento foi descoberto no início do ano durante o programa de imunização anual, quando os médicos perceberam que a maioria das crianças da região estava morrendo. Algumas vilas não tinham crianças com menos de cinco anos. Os moradores disseram que as mortes foram causadas pela malária, mas os exames de sangue feitos pelo MSF apontaram a contaminação por produtos químicos.
O minério garimpado nas redondezas é levado aos vilarejos para processamento adicional, trabalho que com frequência é feito por mulheres e crianças pequenas. Os produtos químicos contaminaram o solo, a água e os que inalaram as partículas de poeira.
Uma missão de avaliação da ONU descobriu que o abastecimento de água em quatro das cinco aldeias visitadas foi contaminado por níveis elevados de chumbo. As concentrações de mercúrio no ar também foram elevadas nas cinco aldeias, cem vezes superior ao índice estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Intoxicação por chumbo mata 400 crianças na Nigéria
Príncipe ataca serviçal no elevador
A promotoria britânica acusou nesta terça-feira um príncipe saudita de ter espancado, estrangulado e assassinado um serviçal em um hotel de luxo em Londres em um crime que teria elementos sexuais.
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Euro próximo dos 1,40 dólares impulsiona petróleo para máximos de Maio
A queda da divida norte-americana para mínimos de Fevereiro está a aumentar a procura por matérias-primas cotadas em dólares. O petróleo já negoceia perto dos 86 dólares no mercado londrino.
Esta é sétima sessão em nove que o euro está a ganhar terreno face à moeda norte-americana. A moeda da Zona Euro aproxima-se do 1,40 dólares e segue a negociar em máximos de Fevereiro deste ano, 1,3921 dólares.
Este desempenho é explicado pela queda da divisa norte-americana, numa altura em que o mercado antecipa novas medidas de estímulo económico por parte da Reserva Federal norte-americana.
A economia dos Estados Unidos abrandou no segundo trimestre do ano e as previsões dos economistas apontam para novos abrandamentos no terceiro e quarto trimestre do ano.
Com a queda da divisa norte-americana, aumenta a procura por matérias-primas cotadas em dólares, como é o caso do petróleo. A matéria-prima sobe mais de 1% tanto em Londres, como em Nova Iorque, apesar de se ter registado um aumento acima do esperado das reservas de crude.
O West Texas Intermediate (WTI) avança 1,09% para os 83,72 dólares e o barril de Brent ganha 1,01% para os 85,70 dólares. Tanto o WTI, como o Brent, negoceiam em máximos de Maio de 2010.
A matéria-prima não reagiu à subida superior ao esperado das reservas de crude no mercado norte-americano. Na semana passada, os "stocks" de crude subiram em 3,09 milhões de barris para um total de 360,9 milhões de barris, de acordo com os dados do Departamento de Energia dos Estados Unidos.
As previsões dos analistas contactados pela Bloomberg apontavam para uma subida de apenas 413 mil barris.
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
Internet Explorer detém menos de 50% do mercado pela 1ª vez
A história da internet pode não ser mais a mesma após a divulgação de um relatório da empresa de estatísticas StatCounter nesta terça-feira (5). Em marco inédito, o Internet Explorer, navegador feito pela Microsoft, registrou menos de 50% de participação no mercado mundial.
Segundo as contagens do relatório, a participação do IE caiu para 49,87% em setembro. O browser é seguido pelo Firefox, com 31,5% de participação no mercado.
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Segundo as contagens do relatório, a participação do IE caiu para 49,87% em setembro. O browser é seguido pelo Firefox, com 31,5% de participação no mercado.
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Especialistas alertam sobre tratamento humanizado aos animais de estimação
Os cães estão mais humanos. Demasiadamente humanos. Com roupas e nomes de gente, vão à creche de perua escolar, passeiam no shopping, fazem sessões de spa. De melhores amigos foram promovidos a filhos.
"O cachorro é o centro de muitas famílias. É a nova televisão. É ele quem une as pessoas", diz a antropóloga Mirian Goldenberg, autora de, entre outros livros, "De Perto Ninguém é Normal".
Na casa de Ully Caroline Sousa, 27, e Alessandro Alla, 29, ele médico radiologista e ela estudante de medicina, é assim: viagens e restaurantes, só quando a Diva pode.
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"O cachorro é o centro de muitas famílias. É a nova televisão. É ele quem une as pessoas", diz a antropóloga Mirian Goldenberg, autora de, entre outros livros, "De Perto Ninguém é Normal".
Na casa de Ully Caroline Sousa, 27, e Alessandro Alla, 29, ele médico radiologista e ela estudante de medicina, é assim: viagens e restaurantes, só quando a Diva pode.
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Japão e serviços levam Wall Street para máximos de Maio
Expectativa de mais medidas de apoio à economia por parte da Fed e expansão no sector dos serviços impulsionaram as bolsas-norte americanas, com os índices a subirem mais de 2%.
As bolsas norte-americanas fecharam em máximos de Maio deste ano, com os investidores a aguardarem que a Fed siga o Banco Central do Japão no anúncio de mais medidas de estímulo e agradados com o dado económico hoje revelado
O Dow Jones subiu 1,8% para 10.944,72 pontos e o Nasdaq avançou 2,36% para 2.399,83,68 pontos. Também a recuperar das perdas de ontem, o S&P 500 valorizou 2,08% para 1.160,72 pontos. Os índices registaram a maior subida desde 1 de Setembro e estão agora em máximos de Maio do ano passado
Os mercados accionistas mundiais foram hoje a ser impulsionados pelo anúncio surpresa do banco central do Japão, que apresentou mais medidas para estimular o crescimento da economia nipónica.
O Banco do Japão fixou hoje a taxa de juro para o país entre zero e 0,1%, o que corresponde ao nível mais baixo desde 2006 e anunciou ainda que vai disponibilizar cinco biliões de ienes (43,7 mil milhões de euros) para financiar a compra de obrigações governamentais, entre outros activos.
Os investidores aguardam que o movimento do Banco do Japão seja seguido por outras autoridades monetárias, entre elas a reserva Federal, o que animou a sessão de hoje.
“Esta medida aumenta a confiança que os bancos centrais vão agir para manter a recuperação da economia e eleva também a especulação de que a Reserva Federal e o Banco de Inglaterra vão anunciar no próximo mês uma segunda ronda de medidas de apoio à economia”, comentou um analista à Bloomberg.
O dado económico revelado logo após a abertura também impulsionou os índices, pois o índice do ISM para medir a evolução do sector dos serviços subiu em Setembro para 53,2 pontos, quando os economistas estimavam um aumento mais ténue para 52 pontos.
A Boeing, DuPont e a Caterpillar, empresas mais dependentes do ciclo económico, foram das que mais beneficiaram com este indicador, registando valorizações na ordem dos 3%.
No sector financeiro o dia foi também positivo, depois de o JPMorgan ter revelado que deverá apresentar lucros acima do esperado. O JPMorgan somou 1,82% e o Bank of América avançou 3,19% para 13,57 dólares.
A Apple lidera os ganhos entre as tecnológicas, depois de a Jefferies Group ter recomendado aos seus clientes a compra das acções. Os títulos da fabricante do iPad avançaram 3,7% para 288,94 dólares.
A petrolífera Chevron somou 2,57% para 83,40 dólares depois de ter anunciado que vai efectuar uma recompra de acções de 500 milhões de dólares.
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Hungria declara estado de emergência após derrame de areias tóxicas
As autoridades húngaras declararam o estado de emergência em três condados do país depois de um derrame de cerca de um milhão de metros cúbicos de areias tóxicas.
A Hungria declarou, esta terça-feira, o estado de emergência em três condados do país na sequência de uma inundação de areias vermelhas tóxicas vindas de uma fábrica de alumínio, que fez quatro mortos e 120 feridos.
Numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro húngaro, o ministro do Interior Sandor Pinter garantiu que esta inundação não afectou os lençóis freáticos da região, o que não impediu uma «catástrofe ecológica» que ameaça a fauna e a flora da área do Danúbio.
O chefe do governo húngaro disse, por seu turno, que acreditava que esta inundação poderá ter sido provocado por erro humano, dado que «não há sinais de que este desastre tenha tido causas naturais».
«Se o desastre não teve causas naturais, então tem de ser considerado um desastre provocado por pessoas. Suspeitamos que seja este o caso», acrescentou Viktor Orban, referente a este acidente que provocou o derrame de cerca de um milhão de metros cúbicos de areias tóxicas.
Este derrame, que aconteceu na segunda-feira, provocou entre cinco a dez milhões de euros de prejuízos e a retirada de cerca de 400 pessoas das áreas afectadas situadas em Kolontar e regiões vizinhas.
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A Hungria declarou, esta terça-feira, o estado de emergência em três condados do país na sequência de uma inundação de areias vermelhas tóxicas vindas de uma fábrica de alumínio, que fez quatro mortos e 120 feridos.
Numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro húngaro, o ministro do Interior Sandor Pinter garantiu que esta inundação não afectou os lençóis freáticos da região, o que não impediu uma «catástrofe ecológica» que ameaça a fauna e a flora da área do Danúbio.
O chefe do governo húngaro disse, por seu turno, que acreditava que esta inundação poderá ter sido provocado por erro humano, dado que «não há sinais de que este desastre tenha tido causas naturais».
«Se o desastre não teve causas naturais, então tem de ser considerado um desastre provocado por pessoas. Suspeitamos que seja este o caso», acrescentou Viktor Orban, referente a este acidente que provocou o derrame de cerca de um milhão de metros cúbicos de areias tóxicas.
Este derrame, que aconteceu na segunda-feira, provocou entre cinco a dez milhões de euros de prejuízos e a retirada de cerca de 400 pessoas das áreas afectadas situadas em Kolontar e regiões vizinhas.
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Fusões e aquisições no Brasil disparam 81,9% no ano até setembro
A combinação de farto acesso a capital internacional por grandes empresas domésticas, crescente interesse de estrangeiros pelo Brasil e consolidação em vários setores da economia fez o mercado de fusões e aquisições no país apresentar forte crescimento no acumulado deste ano até setembro.
Segundo levantamento da Thomson Reuters, o giro financeiro de operações envolvendo companhias brasileiras anunciadas nos nove primeiros meses de 2010 totalizou US$ 88,8 bilhões, um salto de 81,9% em relação ao registrado em igual período de 2009.
Entre os mercados emergentes, o Brasil ficou em posição de destaque ao lado de China e México. As fusões e aquisições anunciadas em países em desenvolvimento totalizaram US$ 480,7 bilhões de janeiro a setembro, aumento de 63% contra um ano antes. A cifra representa mais de um quarto das operações globais do período.
Para especialistas, o movimento reflete um cenário positivo, incluindo a perspectiva de crescimento da economia brasileira acima da média internacional por vários anos e o movimento de consolidação em vários setores, como varejo, petróleo e gás e açúcar e álcool.
"Está todo mundo voltando os canhões para o Brasil", disse Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions do BTG Pactual, líder no ranking de instituições financeiras coordenadoras de fusões envolvendo empresas brasileiras no ano.
De um lado, o país é uma das poucas alternativas para grandes empresas globais para continuar expandindo suas atividades, já que a perspectiva para economias desenvolvidas é de baixo crescimento por um período prolongado.
É o que explicaria, por exemplo, a compra da fatia na operadora móvel Vivo que pertencia à Portugal Telecom pela espanhola Telefónica, a anunciada OPA (Oferta Pública de Aquisição) das ações preferenciais da empresa de TV por assinatura Net pela Embratel (do grupo mexicano América Móvil) ou ainda as seguidas compras feitas por fundos de private equity.
Na semana passada, o Blackstone, um dos maiores gestores de fundos de private equity do mundo, anunciou a compra de 40% da brasileira Pátria Investimentos.
"Todos querem ficar posicionados no Brasil", disse o vice-presidente e chefe da área de banco de investimentos do Itaú BBA, Jean-Marc Etlin.
Segundo os executivos, o interesse dos estrangeiros se mantém, mesmo com o real valorizado frente ao dólar, o que encarece os ativos brasileiros no exterior. "O que eles estão comprando é crescimento da economia", disse Gonçalves, do BTG Pactual.
Em todo o mundo, a atividade de fusões e aquisições totalizou US$ 1,75 trilhão nos nove meses iniciais de 2010, alta de 21% contra um ano antes. A quantidade de operações cresceu 3,8%, para 29 mil transações.
Considerando apenas o intervalo de julho a setembro, as fusões e aquisições no mundo avançaram 21% contra um ano antes, para US$ 676,9 bilhões, trimestre mais forte desde os mesmos três meses em 2008, quando a quebra do Lehman Brothers desencadeou uma crise global.
In' Folha.com
Segundo levantamento da Thomson Reuters, o giro financeiro de operações envolvendo companhias brasileiras anunciadas nos nove primeiros meses de 2010 totalizou US$ 88,8 bilhões, um salto de 81,9% em relação ao registrado em igual período de 2009.
Entre os mercados emergentes, o Brasil ficou em posição de destaque ao lado de China e México. As fusões e aquisições anunciadas em países em desenvolvimento totalizaram US$ 480,7 bilhões de janeiro a setembro, aumento de 63% contra um ano antes. A cifra representa mais de um quarto das operações globais do período.
Para especialistas, o movimento reflete um cenário positivo, incluindo a perspectiva de crescimento da economia brasileira acima da média internacional por vários anos e o movimento de consolidação em vários setores, como varejo, petróleo e gás e açúcar e álcool.
"Está todo mundo voltando os canhões para o Brasil", disse Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions do BTG Pactual, líder no ranking de instituições financeiras coordenadoras de fusões envolvendo empresas brasileiras no ano.
De um lado, o país é uma das poucas alternativas para grandes empresas globais para continuar expandindo suas atividades, já que a perspectiva para economias desenvolvidas é de baixo crescimento por um período prolongado.
É o que explicaria, por exemplo, a compra da fatia na operadora móvel Vivo que pertencia à Portugal Telecom pela espanhola Telefónica, a anunciada OPA (Oferta Pública de Aquisição) das ações preferenciais da empresa de TV por assinatura Net pela Embratel (do grupo mexicano América Móvil) ou ainda as seguidas compras feitas por fundos de private equity.
Na semana passada, o Blackstone, um dos maiores gestores de fundos de private equity do mundo, anunciou a compra de 40% da brasileira Pátria Investimentos.
"Todos querem ficar posicionados no Brasil", disse o vice-presidente e chefe da área de banco de investimentos do Itaú BBA, Jean-Marc Etlin.
Segundo os executivos, o interesse dos estrangeiros se mantém, mesmo com o real valorizado frente ao dólar, o que encarece os ativos brasileiros no exterior. "O que eles estão comprando é crescimento da economia", disse Gonçalves, do BTG Pactual.
Em todo o mundo, a atividade de fusões e aquisições totalizou US$ 1,75 trilhão nos nove meses iniciais de 2010, alta de 21% contra um ano antes. A quantidade de operações cresceu 3,8%, para 29 mil transações.
Considerando apenas o intervalo de julho a setembro, as fusões e aquisições no mundo avançaram 21% contra um ano antes, para US$ 676,9 bilhões, trimestre mais forte desde os mesmos três meses em 2008, quando a quebra do Lehman Brothers desencadeou uma crise global.
In' Folha.com
Ouro em recorde com queda da moeda dos EUA
Metal precioso fixou novo máximo histórico, acima dos 1.300 dólares. A prata está a ser negociada no valor mais elevado dos últimos 30 anos e o petróleo transacciona em máximos de oito semanas.
O ouro está novamente em recorde. Atingiu a fasquia dos 1.338,80 dólares a onça, em Nova Iorque, num movimento “patrocinado” pela queda da moeda norte-americana que veio tornar este metal precioso ainda mais apetecível.
A onça segue a cotar nos 1.330,7 dólares, acumulando já um ganho de 20% em 2010. Em Londres, no mercado “spot”, o ouro seguia a negociar nos 1334,18 dólares, subindo 21% desde o início do ano. Este é já o décimo ano consecutivo de subida.
A contribuir para a subida do ouro, e também para a forte valorização de outros metais, como a prata que está em máximos de 30 anos, está a queda da moeda dos EUA. O dólar está a perder valor. Contra o euro cai quase 1%.
O factor cambial torna ainda mais atractivo o investimento nestes metais preciosos, mas também noutras matérias-primas como é o caso do petróleo. O “ouro negro” está a ganhar quase 1% em Nova Iorque, para 82,23 dólares, fixando um máximo de oito semanas. Em Londres segue nos 83 dólares.
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Sono pode ajudar a perder peso
Pesquisa mostra que quem dorme menos também emagrece menos
Quem quer perder peso, além de seguir a clássica recomendação de cortar calorias e praticar exercícios, terá que incluir mais uma dica: dormir bem. Um estudo, publicado na revista Annals of Internal Medicine, mostra que a falta de sono pode dificultar a eliminação do excesso de gordura em quem faz dietas.
Os pesquisadores estudaram dez adultos saudáveis, mas que estavam acima do peso. Alguns participantes dormiram apenas cinco horas e meia por noite e os outros tinham oito horas e meia de sono, em um ambiente vigiado pelos pesquisadores.
Depois de duas semanas, eles compararam os níveis de gordura corporal e massa magra das pessoas. Quem dormiu as oito horas e meia por noite perdeu 56% mais gordura, enquanto os que tiveram o tempo de sono menor perderam menos gordura e mais massa magra, como músculos.
A ideia inicial era medir perda de gordura, mas os pesquisadores também perceberam a alteração de outros fatores, como hormônios que afetam apetite e peso. Os participantes tiveram também seu nível de fome avaliado. "Entre outros efeitos hormonais, nós descobrimos que a restrição do sono causou um aumento dos níveis de grelina no sangue. É um hormônio que reduz o gasto de energia, estimula fome e a ingestão de comida, promove a retenção da gordura e aumenta a produção de glicose no corpo. Isso pode explicar por que os que dormiram menos disseram sentir mais fome", conta Plamen Penev, pesquisador da Universidade de Chicago e líder do estudo.
E para quem acha que dormir pouco temporariamente não tem impactos no corpo, os pesquisadores concluíram que, mesmo períodos curtos de privação do sono podem atrapalhar a perda de peso. Assim, quando cortar calorias, quem faz regime deve também dormir corretamente para conseguir emagrecer com mais facilidade.
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Quem quer perder peso, além de seguir a clássica recomendação de cortar calorias e praticar exercícios, terá que incluir mais uma dica: dormir bem. Um estudo, publicado na revista Annals of Internal Medicine, mostra que a falta de sono pode dificultar a eliminação do excesso de gordura em quem faz dietas.
Os pesquisadores estudaram dez adultos saudáveis, mas que estavam acima do peso. Alguns participantes dormiram apenas cinco horas e meia por noite e os outros tinham oito horas e meia de sono, em um ambiente vigiado pelos pesquisadores.
Depois de duas semanas, eles compararam os níveis de gordura corporal e massa magra das pessoas. Quem dormiu as oito horas e meia por noite perdeu 56% mais gordura, enquanto os que tiveram o tempo de sono menor perderam menos gordura e mais massa magra, como músculos.
A ideia inicial era medir perda de gordura, mas os pesquisadores também perceberam a alteração de outros fatores, como hormônios que afetam apetite e peso. Os participantes tiveram também seu nível de fome avaliado. "Entre outros efeitos hormonais, nós descobrimos que a restrição do sono causou um aumento dos níveis de grelina no sangue. É um hormônio que reduz o gasto de energia, estimula fome e a ingestão de comida, promove a retenção da gordura e aumenta a produção de glicose no corpo. Isso pode explicar por que os que dormiram menos disseram sentir mais fome", conta Plamen Penev, pesquisador da Universidade de Chicago e líder do estudo.
E para quem acha que dormir pouco temporariamente não tem impactos no corpo, os pesquisadores concluíram que, mesmo períodos curtos de privação do sono podem atrapalhar a perda de peso. Assim, quando cortar calorias, quem faz regime deve também dormir corretamente para conseguir emagrecer com mais facilidade.
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