Adriano, avançado brasileiro que rescindiu contrato com a Roma ontem, afirma estar de cabeça erguida. Regressado ao Brasil, o avançado é alvo do Flamengo e do Corinthians.
“Volto ao Brasil de cabeça erguida. Senti muita falta dos meus filhos. Quando estava ao telefone com eles, chorava muito”, afirmou Adriano, em declarações no portal brasileiro Terra.
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quarta-feira, 9 de março de 2011
Adriano de regresso ao Brasil
Surf : Kelly Slater vence na Austrália e alcança o tri
O norte-americano, que derrotou o português Tiago Pires nas meias-finais, levou a melhor sobre o australiano Taj Burrow na final do Quiksilver Pro Gold Coast, primeira etapa do Circuito Mundial ASP. Com esta vitória, Kelly Slater tornou-se no primeiro surfista a vencer por três vezes a prova australiana.
O atleta, já dez vezes campeão do Mundo, contabilizou 11,20 pontos na final, batendo assim Burrow, finalista pelo segundo ano consecutivo e que conseguiu 10,17 pontos no somatório das duas melhores ondas.
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O atleta, já dez vezes campeão do Mundo, contabilizou 11,20 pontos na final, batendo assim Burrow, finalista pelo segundo ano consecutivo e que conseguiu 10,17 pontos no somatório das duas melhores ondas.
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terça-feira, 8 de março de 2011
Governo moçambicano anuncia construção de 100 mil casas para classes pobres
Jovens, funcionários públicos e ex-combatentes são os principais beneficiários.
O governo moçambicano aprovou hoje a Política e Estratégia de Habitação, a primeira desde a independência de Moçambique, em 1975, que prevê a construção de 100 mil casas de baixo custo para grupos sociais pobres, até 2014.
O ministro das Obras Públicas e Habitação de Moçambique, Cadmiel Muthemba, disse que o executivo de Maputo trabalhará com os 43 municípios e os governos distritais do país na delimitação de 300 lotes de terreno onde serão erguidas as habitações nos próximos quatro anos.
Falando aos jornalistas no final da sétima sessão ordinária do conselho de ministros, Cadmiel Muthemba afirmou que os principais beneficiários das "habitações de interesse social" são "os jovens (existem cinco milhões no país), funcionários públicos (180 mil) e os ex-combatentes de guerra (160 mil)".
Contudo, as autoridades moçambicanas ainda não têm verbas necessárias para construir os prédios e as casas térreas definidas, disse o titular da pasta das Obras Públicas e Habitação de Moçambique. Actualmente, assinalou, o pelouro das Obras Públicas e Habitação está a discutir os critérios de financiamento da construção das casas, devendo o Estado recorrer ao exterior.
"Primeiro estamos a procurar financiamento a nível interno. Há capacidades (internas), já começámos a identificar algumas fontes, mas agora não vamos falar sobre isso", referiu o governante.
"O governo vai ocupar-se na construção de casas de custos acessíveis" a todos os grupos sociais, de modo a promover assentamentos humanos sustentáveis, garantiu Cadmiel Muthemba.
A sétima sessão ordinária do conselho de ministros discutiu ainda a aplicação do Acordo Ortográfico da língua portuguesa, cuja proposta será submetida à Assembleia da República, para a ratificação, "no primeiro trimestre de 2012", segundo o ministro da Educação de Moçambique, Zeferino Martins.
O governo moçambicano estima em 100 milhões de dólares (72 milhões de euros) o custo mínimo para modificar os livros de todo o sistema de ensino, formar professores, jornalistas, funcionários públicos e produzir brochuras, visando a implementação do acordo, segundo Zeferino Martins.
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O governo moçambicano aprovou hoje a Política e Estratégia de Habitação, a primeira desde a independência de Moçambique, em 1975, que prevê a construção de 100 mil casas de baixo custo para grupos sociais pobres, até 2014.
O ministro das Obras Públicas e Habitação de Moçambique, Cadmiel Muthemba, disse que o executivo de Maputo trabalhará com os 43 municípios e os governos distritais do país na delimitação de 300 lotes de terreno onde serão erguidas as habitações nos próximos quatro anos.
Falando aos jornalistas no final da sétima sessão ordinária do conselho de ministros, Cadmiel Muthemba afirmou que os principais beneficiários das "habitações de interesse social" são "os jovens (existem cinco milhões no país), funcionários públicos (180 mil) e os ex-combatentes de guerra (160 mil)".
Contudo, as autoridades moçambicanas ainda não têm verbas necessárias para construir os prédios e as casas térreas definidas, disse o titular da pasta das Obras Públicas e Habitação de Moçambique. Actualmente, assinalou, o pelouro das Obras Públicas e Habitação está a discutir os critérios de financiamento da construção das casas, devendo o Estado recorrer ao exterior.
"Primeiro estamos a procurar financiamento a nível interno. Há capacidades (internas), já começámos a identificar algumas fontes, mas agora não vamos falar sobre isso", referiu o governante.
"O governo vai ocupar-se na construção de casas de custos acessíveis" a todos os grupos sociais, de modo a promover assentamentos humanos sustentáveis, garantiu Cadmiel Muthemba.
A sétima sessão ordinária do conselho de ministros discutiu ainda a aplicação do Acordo Ortográfico da língua portuguesa, cuja proposta será submetida à Assembleia da República, para a ratificação, "no primeiro trimestre de 2012", segundo o ministro da Educação de Moçambique, Zeferino Martins.
O governo moçambicano estima em 100 milhões de dólares (72 milhões de euros) o custo mínimo para modificar os livros de todo o sistema de ensino, formar professores, jornalistas, funcionários públicos e produzir brochuras, visando a implementação do acordo, segundo Zeferino Martins.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Encarecimento da energia e queda das tecnológicas pressionam Wall Street
As bolsas norte-americanas encerraram no vermelho. Os elevados níveis do preço do petróleo contribuíram para a tendência.
As principais praças do outro lado do Atlântico fecharam em queda, devido ao aumento das cotações do petróleo derivado da escalada de violência na Líbia, o que ofuscou a perspectiva de que as fusões e aquisições continuem a contribuir para valorizar os preços das acções.
Além disso, os títulos das fabricantes de “chips” caíram depois de o Wells Fargo ter revisto em baixa a recomendação para o sector, o que ajudou a penalizar ainda mais a generalidade das bolsas.
O índice industrial Dow Jones terminou a perder 0,66% fixando-se nos 12.090,03 pontos. O S&P 500 cedeu 0,83% para se estabelecer nos 1.310,13 pontos.
Por seu lado, o Nasdaq desvalorizou 1,40%, a negociar nos 2.745,63 pontos. As cotadas que mais penalizaram o índice tecnológico foram a Apple, Oracle e Google.
Os preços do petróleo reforçaram o movimento de subida, negociando em máximos do Verão de 2008, devido ao intensificar dos combates entre os rebeldes líbios e as tropas leais a Muammar Kadhafi. Ao final do dia, o crude londrino corrigiu e inverteu para terreno negativo, mas o petróleo negociado em Nova Iorque continuou a valorizar, o que manteve as bolsas no vermelho.
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As principais praças do outro lado do Atlântico fecharam em queda, devido ao aumento das cotações do petróleo derivado da escalada de violência na Líbia, o que ofuscou a perspectiva de que as fusões e aquisições continuem a contribuir para valorizar os preços das acções.
Além disso, os títulos das fabricantes de “chips” caíram depois de o Wells Fargo ter revisto em baixa a recomendação para o sector, o que ajudou a penalizar ainda mais a generalidade das bolsas.
O índice industrial Dow Jones terminou a perder 0,66% fixando-se nos 12.090,03 pontos. O S&P 500 cedeu 0,83% para se estabelecer nos 1.310,13 pontos.
Por seu lado, o Nasdaq desvalorizou 1,40%, a negociar nos 2.745,63 pontos. As cotadas que mais penalizaram o índice tecnológico foram a Apple, Oracle e Google.
Os preços do petróleo reforçaram o movimento de subida, negociando em máximos do Verão de 2008, devido ao intensificar dos combates entre os rebeldes líbios e as tropas leais a Muammar Kadhafi. Ao final do dia, o crude londrino corrigiu e inverteu para terreno negativo, mas o petróleo negociado em Nova Iorque continuou a valorizar, o que manteve as bolsas no vermelho.
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domingo, 6 de março de 2011
Obikwelu: "Eu parti bem e acabei melhor"
Francis Obikwelu confessou a sua satisfação com a conquista da medalha de ouro nos 60 metros em pista coberta, este domingo, nos Europeus que decorrem em Paris. "O João Ganço (treinador) disse-me que eu poderia ganhar. Precisava era de partir melhor do que o francês. Eu parti bem e acabei melhor", recordou o atleta português, citado pela Agência Lusa.
"Dormi bem. De manhã disse para começarem a contar comigo, sentia-me bem e o meu treinador disse-me para não pensar em nada, e para correr. A partida foi boa, como já disse. O Chambers, que eu sabia ser o mais perigoso, saiu à frente, mas depois, na aceleração, fui mais forte", admitiu o Obikwelu, depois de vencer a prova, em 6,53 segundos.
Questionado sobre a participação nos Mundiais de Daegu, na Coreia do Sul, no próximo mês de Agosto, o velocista garantiu: "como sempre faço, darei o meu melhor, para agradecer o apoio de Portugal e do público português. Um atleta não deve falar de medalhas, e eu já não tenho nada a provar...".
Também João Ganço, treinador de Obikwelu, comentou a vitória do atleta, considerando que este ainda "não deu tudo" à modalidade e que na meia-final sentiu que Obikwelu poderia chegar longe. "Nessa corrida, vi que estava mesmo para ganhar. Nos Mundiais ele pode voltar a baixar dos dez segundos, e, se assim for, até pode ser mais uma medalha para Portugal".
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"Dormi bem. De manhã disse para começarem a contar comigo, sentia-me bem e o meu treinador disse-me para não pensar em nada, e para correr. A partida foi boa, como já disse. O Chambers, que eu sabia ser o mais perigoso, saiu à frente, mas depois, na aceleração, fui mais forte", admitiu o Obikwelu, depois de vencer a prova, em 6,53 segundos.
Questionado sobre a participação nos Mundiais de Daegu, na Coreia do Sul, no próximo mês de Agosto, o velocista garantiu: "como sempre faço, darei o meu melhor, para agradecer o apoio de Portugal e do público português. Um atleta não deve falar de medalhas, e eu já não tenho nada a provar...".
Também João Ganço, treinador de Obikwelu, comentou a vitória do atleta, considerando que este ainda "não deu tudo" à modalidade e que na meia-final sentiu que Obikwelu poderia chegar longe. "Nessa corrida, vi que estava mesmo para ganhar. Nos Mundiais ele pode voltar a baixar dos dez segundos, e, se assim for, até pode ser mais uma medalha para Portugal".
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Ogier na liderança do Rali do México
O piloto francês ao comando do Citroën foi o mais rápido no primeiro dia do Rali do México, vencendo duas das quatro especiais cumpridas esta sexta-feira. De realçar que a marca gaulesa conquistou os três primeiros postos da classificação.
Com um tempo de 42:05.4, Sébastien Ogier ficou apenas a pouco mais de um segundo do seu compatriota Sébastien Loeb, e a18 segundos do norueguês Petter Solberg, segundo e terceiro, respectivamente.
Classificação após a primeira etapa:
1. Sébastien Ogier-Julien Ingrassia (FRA/Citroën DS3) 42:05.4
2. Sébastien Loeb-Daniel Elena (FRA-MON/Citroën DS3) à 1.2
3. Petter Solberg-Chris Patterson (NOR-GBR/Citroën DS3) 18.3
4. Mikko Hirvonen-Jarmo Lehtinen (FIN/Ford Fiesta RS) 39.2
5. Matthew Wilson-Scott Martin (GBR/Ford Fiesta RS) 1:36.4
6. Evgueny Novikov-Stéphane Prévot (RUS-BEL/Ford Fiesta RS) 1:40.4
7. Henning Solberg-Ilka Minor (NOR-AUT/Ford Fiesta RS) 1:54.2
8. Dennis Kuipers-Frédéric Miclotte (HOL-BEL/Ford Fiesta RS) 2:28.9
9. Nasser Al-Attiyah-Giovanni Bernacchini (EAU-ITA/Ford Fiesta) 2:36.5
10. Jari-Matti Latvala-Miikka Anttila (FIN/Ford Fiesta RS) 2:38.9
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Com um tempo de 42:05.4, Sébastien Ogier ficou apenas a pouco mais de um segundo do seu compatriota Sébastien Loeb, e a18 segundos do norueguês Petter Solberg, segundo e terceiro, respectivamente.
Classificação após a primeira etapa:
1. Sébastien Ogier-Julien Ingrassia (FRA/Citroën DS3) 42:05.4
2. Sébastien Loeb-Daniel Elena (FRA-MON/Citroën DS3) à 1.2
3. Petter Solberg-Chris Patterson (NOR-GBR/Citroën DS3) 18.3
4. Mikko Hirvonen-Jarmo Lehtinen (FIN/Ford Fiesta RS) 39.2
5. Matthew Wilson-Scott Martin (GBR/Ford Fiesta RS) 1:36.4
6. Evgueny Novikov-Stéphane Prévot (RUS-BEL/Ford Fiesta RS) 1:40.4
7. Henning Solberg-Ilka Minor (NOR-AUT/Ford Fiesta RS) 1:54.2
8. Dennis Kuipers-Frédéric Miclotte (HOL-BEL/Ford Fiesta RS) 2:28.9
9. Nasser Al-Attiyah-Giovanni Bernacchini (EAU-ITA/Ford Fiesta) 2:36.5
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PT e EDP pressionam praça lisboeta
A bolsa nacional fechou em baixa, pela quarta sessão consecutiva, a acompanhar a tendência das restantes congéneres da Europa, penalizada sobretudo pela Portugal Telecom e pela EDP.
As restantes bolsas do Velho Continente também encerraram a perder terreno de forma generalizada, pressionadas pela subida das cotações do petróleo e pelo anúncio de que o aumento de salários nos EUA não acompanhou a subida de preços da energia.
Por cá, o PSI-20 encerrou a cair 0,57%, para 7.902,62 pontos, com 13 cotadas em alta, seis em baixa e uma inalterada, numa sessão em que mudaram de mãos 42,1 milhões de acções.
O título que mais penalizou o índice de referência nacional foi a Portugal Telecom. A operadora liderada por Zeinal Bava cedeu 2,12% para 8,20 euros.
No restante sector, o movimento foi positivo. A Zon Multimédia fechou a subir 0,24% para 3,788 euros, ao passo que a Sonaecom avançou 0,47% para 1,487 euros.
A Sonaecom estendeu assim os ganhos de ontem, animada pela divulgação dos resultados relativos a 2010, números que ficaram acima da expectativa dos analistas. A subida das acções da empresa liderada por Ângelo Paupério reflecte também o anúncio de que pagará dividendos pela primeira vez. A remuneração proposta é de 0,05 euros por acção.
O segundo título que mais contribuiu para deixar a bolsa no vermelho foi a EDP. Apesar de a empresa comandada por António Mexia ter apresentado ontem resultados líquidos acima dos mil milhões de euros, a sua dívida aumentou para os 16,3 mil milhões de euros – o que deixou os analistas de sobreaviso.
Esta evolução da dívida foi sublinhada pelos analistas nas várias reacções aos números da eléctrica. O UBS disse que o “endividamento é excessivo” e o BPI referiu que “a EDP pode ser uma armadilha de valor”.
No restante sector, a Galp terminou inalterada face a ontem, a negociar nos 15,22 euros. A REN registou um acréscimo de 0,28% para 2,508 euros e a EDP Renováveis, em contrapartida, cedeu 0,92% para se fixar nos 4,295 euros.
A Jerónimo Martins esteve também do lado das quedas. A dona do Pingo Doce recuou 0,74% para 11,40 euros.
A banca, por seu turno, esteve mista, num dia em que os juros da dívida a 10 anos estabilizaram abaixo dos 7,5%.
O BCP resvalou 0,16% para 0,624 euros, ao passo que o BPI e o BES avançaram 0,29% para 1,40 euros e 0,25% para 3,226 euros, respectivamente.
Recorde-se que ontem o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, afirmou que é possível que haja uma subida dos juros já em Abril, o que penalizou o sector financeiro.
Do lado dos ganhos, destaque para a maior valorização do dia: a Altri. A empresa de pasta e papel subiu 1,76% para 1,679 euros. Segundo estimativas do Caixa BI, a Altri terá fechado o exercício de 2010 com lucros de 55,5 milhões de euros.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Força Aérea da Líbia ataca cidade petrolífera controlada por rebeldes
Aviões da Força Aérea da Líbia lançaram novos ataques contra a cidade produtora de petróleo de Brega, no leste do país.
Um porta-voz dos oposicionistas ao regime do líder líbio Muamar Khadafi afirmou que os aviões bombardearam o aeroporto da cidade, onde fica um importante terminal de petróleo, além de atacar também forças rebeldes na cidade próxima de Ajdabiya. Não há informações de mortos ou feridos.
Leia mais aqui
Um porta-voz dos oposicionistas ao regime do líder líbio Muamar Khadafi afirmou que os aviões bombardearam o aeroporto da cidade, onde fica um importante terminal de petróleo, além de atacar também forças rebeldes na cidade próxima de Ajdabiya. Não há informações de mortos ou feridos.
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Kolo Touré acusa doping
O atleta costa-marfinense ao serviço do Manchester City foi afastado da equipa liderada por Roberto Mancini, na sequência de ter acusado positivo num controlo anti-doping conduzido pela Federação Inglesa de Futebol.
Kolo Touré fica assim impedido de actuar nas partidas da sua equipa até que o processo fique concluído.
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Kolo Touré fica assim impedido de actuar nas partidas da sua equipa até que o processo fique concluído.
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Brasil ultrapassa França e Reino Unido com crescimento de 7,5%
O Brasil ultrapassou a França e o Reino Unido e é agora a sétima maior economia mundial, após o resultado preliminar de 7,5% de crescimento em 2010.
Guido Mantega, ministro brasileiro da Fazenda, disse, com base em dados preliminares, que o crescimento de 7,5% da economia brasileira, em 2010, o melhor resultado desde 1986, demonstra a "capacidade [de o país] crescer cada vez mais".
Entre os países do G20, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi o quinto maior, atrás apenas da China, Índia, Argentina e Turquia.
"Isso mostra a capacidade produtiva da economia brasileira, o potencial que vem sendo realizado nesses últimos anos", salientou o ministro.
Segundo Guido Mantega, o resultado de 2010 "habilita [o país] a continuar o crescimento nos próximos anos, com mais oferta de produto afastando problemas de abastecimento e de inflação".
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, também comemorou o desempenho da economia, no ano passado, mas demonstrou cautela quanto ao futuro crescimento do PIB.
"Eu esperava que o crescimento fosse elevado. Então, 7,5% é um número bastante razoável", disse, ao afirmar que Brasil ficará "numa faixa entre 4,5% e 5%, tranquilamente", nos próximos anos.
Em 2009, a economia brasileira registou uma quebra de 0,6%, resultado do impacto negativo da crise financeira global.
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Guido Mantega, ministro brasileiro da Fazenda, disse, com base em dados preliminares, que o crescimento de 7,5% da economia brasileira, em 2010, o melhor resultado desde 1986, demonstra a "capacidade [de o país] crescer cada vez mais".
Entre os países do G20, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi o quinto maior, atrás apenas da China, Índia, Argentina e Turquia.
"Isso mostra a capacidade produtiva da economia brasileira, o potencial que vem sendo realizado nesses últimos anos", salientou o ministro.
Segundo Guido Mantega, o resultado de 2010 "habilita [o país] a continuar o crescimento nos próximos anos, com mais oferta de produto afastando problemas de abastecimento e de inflação".
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, também comemorou o desempenho da economia, no ano passado, mas demonstrou cautela quanto ao futuro crescimento do PIB.
"Eu esperava que o crescimento fosse elevado. Então, 7,5% é um número bastante razoável", disse, ao afirmar que Brasil ficará "numa faixa entre 4,5% e 5%, tranquilamente", nos próximos anos.
Em 2009, a economia brasileira registou uma quebra de 0,6%, resultado do impacto negativo da crise financeira global.
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