quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Renault escolhe Portugal para apresentação mundial de carros eléctricos

Para a escolha de Portugal como palco mundial da apresentação dos carros eléctricos contribuiu a aposta do país numa rede de postos de carregamento.

A Renault escolheu Portugal para a apresentação mundial dos seus modelos elétricos Fluence Z.E. e Kangoo Z.E., um evento que conta com mais de 750 jornalistas de todo o mundo e que terá como pano de fundo as paisagens de Cascais.

O evento, que se iniciou a 29 de Setembro, vai permitir que jornalistas de mais de 40 nacionalidades façam os primeiros testes dos carros eléctricos do grupo francês num percurso entre o aeroporto de Lisboa e Cascais.

Segundo informações veiculadas pela própria Renault, para a escolha de Portugal como palco mundial da apresentação dos carros eléctricos contribuiu a aposta do país numa rede de postos de carregamento, um processo iniciado pelo anterior governo quando assinou acordos com o grupo francês no sentido de promover este tipo de automóvel.

Ricardo Oliveira, director de comunicação da Renault Portugal, afirmou à Lusa que esta evento "também está ligado ao nível de desenvolvimento e de envolvimento de Portugal sobre a mobilidade eléctrica", recusando, no entanto qualquer ligação "ao acordo assinado entre o anterior governo e a aliança Renault-Nissan".

Na altura, o grupo automóvel lançou o Nissan Leaf, o primeiro carro eléctrico de produção em massa, e anunciou um investimento de 160 milhões de euros numa fábrica de baterias de lítio em Aveiro, criando 200 postos de trabalho.

Os jornalistas presentes em Portugal são provenientes de toda a Europa e outros países como China, Austrália, Rússia, Brasil, Índia, Singapura, Israel, Marrocos, Argélia, Argentina e México.

O responsável da Renault refere que "a cidade de Lisboa, e de alguma forma Portugal, reúnem um conjunto de condições, como a hotelaria, boa rede rodoviárias, preços abaixo da Europa Central e clima ameno, muito adaptadas à realização deste tipo de acções".

Ricardo Oliveira adianta que, no caso concreto desta acção de apresentação dos primeiros veículos eléctricos da Renault "pesou a aposta que foi feita sobre os carros eléctricos no nosso país", acrescentando que "Portugal é, neste domínio, claramente um dos países melhor preparados para a comercialização dos veículos eléctricos".

A aliança Renault-Nissan anunciou recentemente que espera vender 1,5 milhões de carros eléctricos em todo o mundo dentro de cinco anos, sendo que, para Portugal, Ricardo Oliveira diz que a marca francesa tem como objectivo "liderar as vendas de veículos eléctricos já a partir de 2012".

A aliança Renault-Nissan já investiu mais de 4 mil milhões de euros nos carros eléctricos e representa o eixo central de sua estratégia mundial.

Os dois novos modelos eléctricos, que serão anunciados aos jornalistas portugueses na próxima segunda-feira, começarão a ser comercializados ainda durante o mês de Novembro. Tanto o familiar Fluence como o comercial Kangoo terão um preço aproximado de 20 mil euros, a que acresce um pagamento mensal de 70 euros pelo aluguer da bateria.


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Durão Barroso: Gregos perto de não poderem pagar escolas e hospitais

O presidente da Comissão Europeia alertou hoje para a difícil situação da Grécia – as escolas e os hospitais podem ficar sem financiamento. Por isso, falou na necessidade de uma "unidade nacional". Sobre a situação europeia, Durão Barroso mostrou-se "satisfeito" com o corte de juros pelo BCE.

“Eles estão perto de se tornarem incapazes de pagar as escolas e os hospitais”. “Eles” são os gregos, e a frase foi hoje dita por Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia.

Barroso avisou, numa entrevista à estação radiofónica Europe 1 citada pela Bloomberg, que este “é o tipo de situação que, obviamente, exige uma unidade nacional”.

Nessa entrevista, o presidente do braço executivo da União Europeia assegurou que pretende que a Grécia continue a fazer parte do euro, como disse também na declaração conjunta com Herman Van Rompuy.

Uma saída da Grécia da união monetária iria criar precedentes, defendeu, num dia em que ainda não é certo se um referendo à nova ajuda externa na Grécia vai para a frente.

Durão Barroso deixou, contudo, uma mensagem à Grécia, dizendo que o acordo alcançado a 27 de Outubro não está aberto para novas negociações : “Vocês aprovaram um plano com toda a Europa. Agora devem respeitá-lo. Se o respeitarem, nós continuaremos convosco”.

Na mesma entrevista à estação de rádio, o antigo primeiro-ministro português afirmou que a Itália pode ultrapassar as dificuldades económicas que hoje enfrenta porque se comprometeu a fazer esforços “significativos”.

Relativamente à decisão de cortar a taxa de juro de referência para a Zona Euro de 1,5% para 1,25%, tomada hoje pelo novo presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, Durão Barroso mostrou-se “satisfeito”. A redução do juro vai ajudar a impulsionar o crescimento numa altura de crise, afirmou o responsável.


Fonte: Jornal de Negócios

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Tribunal da ONU pede colaboração na caçada a filho de Khadafi

O promotor do Tribunal Penal Internacional, o argentino Luis Moreno Ocampo, pediu nesta quarta-feira que os governos de países vizinhos à Líbia colaborem para a caçada a Saif al-Islam, filho do líder líbio Muamar Khadafi.

Segundo informações do Conselho Nacional de Transição, Saif estaria tentando fugir da Líbia.

Saif era considerado o virtual herdeiro de Khadafi na chefia do regime líbio. Desde a morte do pai, na última semana, Saif teria negociado sua entrega ao tribunal.

O filho de Khadafi é procurado por crimes contra a humanidade durante o conflito civil que derrubou o regime autoritário de 42 anos.

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Líder supremo do Irão acusa Estados Unidos de terrorismo

“Temos documentos indesmentíveis”, garante Ali Khamenei.

O líder supremo do Irão, o Ayatollah Ali Khamenei, diz ter provas de que os Estados Unidos estão por detrás de “acções terroristas” na República Islâmica e no Médio Oriente.

“Temos documentos indesmentíveis que mostram que a América esteve atrás da cortina de terror no Irão e na região”, declarou Ali Khamenei nas comemorações da ocupação da embaixada dos Estados Unidos em Teerão, em 1979.

“Ao apresentarmos estes 100 documentos, nós vamos desgraçar a América aos olhos do mundo”, acrescentou.

Em Washington, a porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland, rejeitou as acusações de  Ali Khamenei e disse que o objectivo é desviar as atenções dos problemas que afectam o povo iraniano.

Por seu lado, o líder supremo do Irão aproveitou para desmentir que o país esteja envolvido no alegado plano para realizar atentados nos Estados Unidos, tornado público no mês passado.

“A América tentou colocar pressão no Irão e salvar-se dos movimentos de Wall Street e dos seus problemas levantando um absurdo cenário terrorista”, afirmou num discurso transmitido pela televisão.

No mês passado, as autoridades norte-americanas desvendaram um plano para assassinar o embaixador da Arábia Saudita e atacar a embaixada. As suspeitas recaem sobre dois homens com ligações à Guarda Revolucionária do Irão.


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Mercado dos ultrabooks pouco expressivo

As vendas dos computadores portáteis super-finos, os ultrabooks, têm tido um fraco crescimento

Estes dados levaram as empresas fabricantes destes equipamentos, entre elas a Asus e a Acer, a rever em baixa as suas expectativas de vendas.

Segundo a Diditimes, as previsões apontavam para vendas entre as 200 e as 300 mil unidades este ano, mas agora as expectativas baixaram para as 100 mil.

Uma das mais valias dos ultrabooks era o preço, que deveria ser abaixo dos mil dólares, mas tal não está a acontecer, o que de acordo com os analistas está a afastar os consumidores. O factor preço serviria para lutar contra a concorrência, ou seja com o MacBook Air da Apple.

Segundo alguns analistas as condições de crescimento deste mercado poderão alterar-se no próximo ano, com as previsões de lançamento de ultrabooks por parte da Dell e da HP, equipados com o novo processador da Intel, o Ivy Bridge. Se tal se verificar os preços dos modelos que já estão no mercado deverão descer substancialmente.

Para a Intel, os ultrabooks irão ter o seu ponto alto em 2013, aparecendo como alternativa aos tablets. A empresa tem mesmo um fundo de 212 milhões de euros para incentivar os fabricantes a produzir este tipo de equipamentos.


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Não compras, mas foi Manduca que tramou o FC Porto

"Não compramos Manducas".
Pinto da Costa em entrevista à SIC em 2007.

(Visite o local de origem aqui)

BCP comprou hoje dívida pública portuguesa

O BCP comprou dívida portuguesa de curto prazo no leilão do Tesouro português realizado hoje, adiantou o presidente do banco na apresentação de resultados do banco.
 


Na apresentação das contas dos primeiros nove meses do ano, em que o BCP registou um resultado de 59,4 milhões de euros (menos 72,7 por cento do que em período homólogo de 2010), Santos Ferreira foi questionado sobre se irá continuar a comprar dívida soberana de Portugal.


«Nós ainda hoje compramos dívida pública portuguesa no leilão», respondeu o presidente do BCP, referindo-se ao leilão desta manhã, em que o Estado português colocou 1.244 milhões de euros em dívida, a três meses, a um juro de quase 4,997 por cento, superior à última emissão com prazo semelhante.


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Polícia portuguesa vigia Duarte Lima

PJ tem vigiado os passos de Duarte Lima e, informalmente, tem dado conhecimento do destino do advogado às autoridades brasileiras. Clique para aceder ao índice do dossiê Herança de Feteira

A Polícia Judiciária (PJ) tem seguido os passos de Duarte Lima. O jornal "Diário de Notícias" avança hoje, na sua edição impressa, que o ex-deputado do PSD começou a ser seguido pelas autoridades portuguesas depois de se tornar claro que ia ser acusado de homicídio no Brasil.

As autoridades terão vigiado as deslocações do advogado da sua casa no Campo Pequeno, em Lisboa, para a morada da atual companheira, no Parque das Nações, também na capital.

O diário diz ainda que Duarte Lima está a ser investigado, em Portugal, no âmbito de empréstimos do BPN.

A polícia brasileira foi avisada, informalmente, pela PJ dos passos do ex-deputado, garante o mesmo jornal.


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Ajuda à Grécia bloqueada até ao referendo

A sexta tranche de ajuda à Grécia, já aprovada pela União Europeia e que deveria ser entregue no início de Novembro, será novamente retida até que seja conhecido o resultado do referendo. 

A informação está a ser avançada pela Reuters, que cita fontes da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.

A sexta tranche do plano de ajuda à Grécia, no valor de 8 mil milhões de euros, foi aprovada no Eurogrupo do passado dia 21 de Outubro. Faltava apenas a aprovação do Fundo Monetário Internacional (FMI) para que este montante fosse desbloqueado já este mês.

Mas na última Cimeira Europeia, Christine Lagarde, directora-geral do FMI, garantiu que, em resultado do acordo alcançado no encontro, iria propor ao Conselho Executivo do FMI a aprovação da sexta tranche.

Com a convocação de um referendo, este processo fica agora suspenso a aguardar o resultado da consulta popular.

"O Conselho Executivo do FMI não quer dar dinheiro à Grécia sem saber o que vai acontecer depois. O conselho quer ter a garantia que a Grécia vai cumprir os seus compromissos e, neste momento, Papandreou não pode garantir isso", afirmou uma fonte ligada ao Conselho Executivo do FMI, citada pela Reuters.

Este referendo apanhou a Europa de surpresa e levou Angela Merkel e Nicolas Sarkozy a agendaram uma reunião de emergência com o primeiro-ministro grego para esta noite, em Cannes, onde amanhã começa a reunião do G20.

"Na semana passada, chegamos a um acordo sobre a Grécia. Queremos colocar este plano em prática mas para isso precisamos de clareza. A reunião desta noite poderá ajudar nesse sentido", afirmou Angela Merkel durante uma conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan.


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Natação: Ian Thorpe volta a competir seis anos depois

O penta-campeão olímpico de natação Ian Thorpe vai regressar à competição após seis anos de ausência, aferindo a sua condição este fim-de-semana na etapa de Singapura da Taça do Mundo de piscina curta.

O ‘torpedo’ australiano, agora com 29 anos, não voltou a competir depois dos Jogos da Commonwealth em Março de 2006, em Melbourne: em Fevereiro, anunciou o regresso com o objectivo de participar nos Jogos Olímpicos Londres2012.

Thorpe conquistou cinco medalhas de ouro olímpicas e 11 vezes o lugar mais alto do pódio em mundiais de natação.

"É uma mistura de excitação e nervosismo. Estou muito feliz de estar aqui, em Singapura, onde nunca competi", afirmou Thorpe.

Para fugir à pressão dos fãs australianos, o nadador radicou-se no centro de estágio de Tenero, na Suíça, onde trabalha com Gennadi Touretski, igualmente treinador do russo Alexander Popov.

O australiano livrou-se dos 10 quilos que tinha ganho durante a sua ausência das piscinas, mas no regresso não vai competir nas suas especialidades, os 200 e 400 metros livres: Thorpe vai fazer os 100 metros mariposa e as estafetas 4x100 metros.

"Cumpri um duro programa de treino. Sinto-me bem fisicamente. Em breve volto à competição. Estou nervoso, pois não sei o que esperar. É a grande incógnita", reconhece.

Depois de Singapura, vai nadar as últimas etapas em Pequim (08 e 09 Novembro) e Tóquio (12 e 13 Novembro), sendo que nesta já deverá fazer as suas especialidades.

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