Vitor Pereira deu um murro na mesa e, entre outras frases disse: Nesta altura da época, se quisermos comparar com factos, o
ano passado, nesta mesma jornada, tínhamos empatado dois jogos e
tínhamos ganho a Supertaça [n.d.r.: o FC Porto tinha
apenas um empate]. É exactamente o mesmo registo que temos este
ano e acrescentamos-lhe o melhor ataque no campeonato. A única
diferença é da Liga dos Campeões para a Liga
Europa. Mas as duas provas, nomeadamente nos grupos que nos calharam,
são realidades completamente incomparáveis.
Agora pergunto:
Será que este murro na mesa vai fazer com que a equipa do FC Porto pratique melhor futebol?
Será que as substituições a efectuar serão aquelas que realmente devem ser efetivadas?
Esperemos para ver o que nos reserva já a partir do jogo de logo à noite frente ao Olhanense!
sábado, 5 de novembro de 2011
Vítor Pereira vs FC Porto
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Opinião
Aumento gigantesto de gases de estufa
Os níveis de gases de estufa na atmosfera são
superiores aos que tinham sido estimados pelos especialistas no pior
cenário. O crescimento de emissões de gases de estufa, de 2009 para
2010, bateu o recorde.
O Departamento de Energia dos EUA
determinou que a taxa de acumulação de dióxido de carbono global na
atmosfera aumentou para um registo recorde, apesar dos programas e
esforços internacionais para a redução de emissões de carbono. Esta
análise refere-se aos dados para 2010 e indica que os níveis de gases de
estufa são mesmo superiores aos do pior cenário que os especialistas
climáticos tinham delineado há apenas quatro anos.
Em 2010 emitiu-se mais 564 milhões de
toneladas de carbono do que em 2009. Num ano, as emissões cresceram 6%. A
quantidade de poluição extra de 2010 é superior às quantidades emitidas
por qualquer país, com excepção dos três mais poluentes (China, EUA e
Índia). Mais de metade deste aumento deve-se exclusivamente à China e
aos EUA. Os representantes do Departamento de Energia norte-americano
consideram este aumento um salto de tal ordem que, se falarmos de uma
crise climática, junto desta, a crise económica já terminou.
Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação
Zezé e Luciano se apresentam no Rio após briga: 'Vamos ficar juntos para sempre'
Zezé Di Camargo e Luciano se
apresentaram pela primeira vez juntos, na noite desta sexta-feira, no
Citibank Hall, Barra da Tijuca, Zona Oeste, após a briga que tiveram na
semana passada durante um show em Curitiba.
"Cadê o Luciano?", brincou Zezé antes deles cantarem a música de abertura. Ansiosos, os fãs aplaudiram muito os irmãos quando eles abriram o show. "Vamos ficar juntos para sempre. Nada é maior do que nosso amor", disse Zezé que foi respondido com gritaria e empolgação pelo público.
Luciano concordou. "Estamos juntos para sempre". Com a histeria, uma fã chegou a desmaiar e foi carregada pelos seguranças. Zezé explicou que todos que têm irmãos, família, sabem bem que desentendimentos acontecem. "Daqui para frente vamos fazer tudo o que o Sr. Francisco nos ensinou", disse referindo-se ao pai da dupla. Os irmãos se abraçaram e beijavam durante boa parte do show, mostrando que voltaram mesmo às boas.
Leia mais aqui
"Cadê o Luciano?", brincou Zezé antes deles cantarem a música de abertura. Ansiosos, os fãs aplaudiram muito os irmãos quando eles abriram o show. "Vamos ficar juntos para sempre. Nada é maior do que nosso amor", disse Zezé que foi respondido com gritaria e empolgação pelo público.
Luciano concordou. "Estamos juntos para sempre". Com a histeria, uma fã chegou a desmaiar e foi carregada pelos seguranças. Zezé explicou que todos que têm irmãos, família, sabem bem que desentendimentos acontecem. "Daqui para frente vamos fazer tudo o que o Sr. Francisco nos ensinou", disse referindo-se ao pai da dupla. Os irmãos se abraçaram e beijavam durante boa parte do show, mostrando que voltaram mesmo às boas.
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FC Porto vai ao Olhanense para ganhar?
Será que o FC Porto vai ao Olhanense para ganhar?
Já começo a ter dúvidas, pois tanto as exibições como as substituições, têm deixado muito a desejar, mas......
Esperemos para ver como se vão comportar logo (tanto jogadores, como treinador) à noite!
O início do jogo está marcado para 20:30 no Estádio José Arcanjo em Olhão.
Já começo a ter dúvidas, pois tanto as exibições como as substituições, têm deixado muito a desejar, mas......
Esperemos para ver como se vão comportar logo (tanto jogadores, como treinador) à noite!
O início do jogo está marcado para 20:30 no Estádio José Arcanjo em Olhão.
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Opinião
Obras de Berardo desde 1960 em exposição
O Museu Colecção Berardo, em Belém, vai inaugurar quarta-feira um novo
núcleo da exposição permanente, com obras de artistas portugueses e
estrangeiros que percorrem o período desde os anos 1960 até 2010.
Intitulada ‘Colecção Berardo (1960 -2010)’, a exposição dá continuidade às obras que estão em exposição desde abril deste ano no museu referentes ao período de 1900 até 1960.
O novo núcleo inicia-se com obras que se integram no Minimalismo, o Conceptualismo e a Arte Povera, movimentos que originaram uma pluralidade de atitudes modificadoras do estatuto do objecto artístico, refere o Museu Berardo numa nota de imprensa sobre a exposição.
Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação
Intitulada ‘Colecção Berardo (1960 -2010)’, a exposição dá continuidade às obras que estão em exposição desde abril deste ano no museu referentes ao período de 1900 até 1960.
O novo núcleo inicia-se com obras que se integram no Minimalismo, o Conceptualismo e a Arte Povera, movimentos que originaram uma pluralidade de atitudes modificadoras do estatuto do objecto artístico, refere o Museu Berardo numa nota de imprensa sobre a exposição.
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‘Tintin’, ‘Rango’ e ‘Rio’ correm para Óscar
A Academia de Artes e Ciências anunciou esta sexta-feira os 18 filmes que estão pré-seleccionados para o Óscar de Melhor Filme de Animação.
Apesar do vencedor só ser conhecido em Fevereiro, antes só cinco irão constar nos nomeados.
Entre as obras que têm mais possibilidade de levar uma estatueta dourada para casa está ‘As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne’, de Steven Spielberg’, ainda em exibição nas salas nacionais.
Na lista estão ainda ‘Rango’, ‘Carros 2’, ‘Happy Feet 2’ ou o filme passado no Rio de Janeiro ‘Rio’, além de ‘Gnomeu e Julieta’, ‘Chico & Rita’, ‘Kung Fu Panda 2’ e ‘O Gato das Botas’, animação da Dreamworks que chega aos cinemas a 1 de Dezembro.
Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação
Apesar do vencedor só ser conhecido em Fevereiro, antes só cinco irão constar nos nomeados.
Entre as obras que têm mais possibilidade de levar uma estatueta dourada para casa está ‘As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne’, de Steven Spielberg’, ainda em exibição nas salas nacionais.
Na lista estão ainda ‘Rango’, ‘Carros 2’, ‘Happy Feet 2’ ou o filme passado no Rio de Janeiro ‘Rio’, além de ‘Gnomeu e Julieta’, ‘Chico & Rita’, ‘Kung Fu Panda 2’ e ‘O Gato das Botas’, animação da Dreamworks que chega aos cinemas a 1 de Dezembro.
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Lady Gaga, Coldplay e Justin Bieber actuam no domingo em Belfast
Lady Gaga, Coldplay, Justin Bieber e os Red Hot Chili Peppers vão actuar
no domingo em Belfast, Irlanda do Norte, na entrega dos Prémios
Europeus de Música da MTV, uma cerimónia que terá transmissão em direto
na MTV Portugal.
A 18.ª edição dos prémios EMA, como são conhecidos, decorrerá este ano em Belfast e contará com a participação musical de vários artistas internacionais, a maior parte deles nomeados.
A cerimónia será conduzida pela cantora pop adolescente Selena Gomez e contará com actuações da artista norte-americana Lady Gaga, do grupo britânico Coldplay, que acaba de lançar o álbum "Xylo Myloto", e dos Red Hot Chili Peppers.
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A 18.ª edição dos prémios EMA, como são conhecidos, decorrerá este ano em Belfast e contará com a participação musical de vários artistas internacionais, a maior parte deles nomeados.
A cerimónia será conduzida pela cantora pop adolescente Selena Gomez e contará com actuações da artista norte-americana Lady Gaga, do grupo britânico Coldplay, que acaba de lançar o álbum "Xylo Myloto", e dos Red Hot Chili Peppers.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
África do Sul: ministra vê acordo climático como improvável
A ministra de Meio Ambiente da África do Sul não espera que os países cheguem a um acordo de cumprimento obrigatório sobre o clima na cúpula de Durban, no final do mês, mas acredita que as negociações ao menos ajudem a manter a estrutura do Protocolo de Kyoto e a avançar as discussões em andamento.
A África do Sul receberá os negociadores internacionais na cidade portuária de Durban entre 28 de novembro e 9 de dezembro para trabalhar em um novo tratado climático global que sucederá o Protocolo de Kyoto, mas as expectativas são baixas já que prosseguem as diferenças de encontros anteriores.
"O mundo inteiro está consciente que não será possível obter um acordo juridicamente vinculante em Durban, porque não tem havido muita discussão ou acordo sobre a forma que esse pacto deve ter, e não há qualquer tipo de esboço agora", disse Edna Molewa, ministra do Meio Ambiente e da Água, em entrevista à agência Reuters.
Mas ela afirmou que a África do Sul está confiante que um "acordo político" pode ser alcançado para preservar as bases de Kyoto até que um acordo vinculante possa surgir até 2015. O primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto, de 1997, termina no próximo ano. O pacto foi destinado a limitar os efeitos adversos da mudança climática, mas apenas os países desenvolvidos foram obrigados a reduzir as emissões de gases do efeito estufa.
"É importante salvar essa arquitetura, porque é o único sistema baseado em regras que temos", disse Molewa. "Uma abordagem criativa vai nos ajudar a ter até mesmo os japoneses, os Estados Unidos e os russos a bordo, para que pelo menos possamos ter uma discussão sobre como chegar a algo que vai salvar essas conversas e concordar em continuar a esclarecer a forma jurídica até 2015."
Molewa estava otimista sobre o Fundo Clima Verde, que pretende canalizar até US$ 100 bilhões por ano até 2020 para ajudar países mais pobres a limitar suas emissões de gases de efeito estufa e lidar com os efeitos da elevação dos mares e inundações. "Há uma probabilidade de que ele seja aprovado", disse ela, descartando preocupações de que os Estados Unidos e a Arábia Saudita, que levantaram objeções sobre a concepção do fundo, possam tentar bloqueá-lo.
"No final, ambos os países disseram que iriam deixar o relatório passar. Isso é muito importante para nós, porque eles não iriam ficar no caminho do relatório a ser entregue (para a discussão)", disse ela. Com a atenção do mundo voltada principalmente para reanimar a economia global e lidar com a crise da dívida soberana europeia, poucos esperam quaisquer avanços em Durban, mas Molewa disse que as questões climáticas ainda precisam receber atenção.
"Os países em desenvolvimento têm feito muito para reduzir suas emissões, mesmo com os escassos recursos que tinham", disse ela. "Devemos continuar a fazer o que deveríamos em termos de emissões." As conversas em Durban não devem ser uma repetição da última cúpula do clima realizada em solo africano, em Nairóbi, no Quênia, em 2006, onde promessas foram feitas, mas não cumpridas, disse Molewa.
A África do Sul, que está entre os 20 maiores poluidores do mundo, tem investido até 30 bilhões de rands (US$ 3,8 bilhões) por ano para a adaptação e mitigação do clima, mas é preciso mais para cortar as emissões em 34 por cento na próxima década.
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A África do Sul receberá os negociadores internacionais na cidade portuária de Durban entre 28 de novembro e 9 de dezembro para trabalhar em um novo tratado climático global que sucederá o Protocolo de Kyoto, mas as expectativas são baixas já que prosseguem as diferenças de encontros anteriores.
"O mundo inteiro está consciente que não será possível obter um acordo juridicamente vinculante em Durban, porque não tem havido muita discussão ou acordo sobre a forma que esse pacto deve ter, e não há qualquer tipo de esboço agora", disse Edna Molewa, ministra do Meio Ambiente e da Água, em entrevista à agência Reuters.
Mas ela afirmou que a África do Sul está confiante que um "acordo político" pode ser alcançado para preservar as bases de Kyoto até que um acordo vinculante possa surgir até 2015. O primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto, de 1997, termina no próximo ano. O pacto foi destinado a limitar os efeitos adversos da mudança climática, mas apenas os países desenvolvidos foram obrigados a reduzir as emissões de gases do efeito estufa.
"É importante salvar essa arquitetura, porque é o único sistema baseado em regras que temos", disse Molewa. "Uma abordagem criativa vai nos ajudar a ter até mesmo os japoneses, os Estados Unidos e os russos a bordo, para que pelo menos possamos ter uma discussão sobre como chegar a algo que vai salvar essas conversas e concordar em continuar a esclarecer a forma jurídica até 2015."
Molewa estava otimista sobre o Fundo Clima Verde, que pretende canalizar até US$ 100 bilhões por ano até 2020 para ajudar países mais pobres a limitar suas emissões de gases de efeito estufa e lidar com os efeitos da elevação dos mares e inundações. "Há uma probabilidade de que ele seja aprovado", disse ela, descartando preocupações de que os Estados Unidos e a Arábia Saudita, que levantaram objeções sobre a concepção do fundo, possam tentar bloqueá-lo.
"No final, ambos os países disseram que iriam deixar o relatório passar. Isso é muito importante para nós, porque eles não iriam ficar no caminho do relatório a ser entregue (para a discussão)", disse ela. Com a atenção do mundo voltada principalmente para reanimar a economia global e lidar com a crise da dívida soberana europeia, poucos esperam quaisquer avanços em Durban, mas Molewa disse que as questões climáticas ainda precisam receber atenção.
"Os países em desenvolvimento têm feito muito para reduzir suas emissões, mesmo com os escassos recursos que tinham", disse ela. "Devemos continuar a fazer o que deveríamos em termos de emissões." As conversas em Durban não devem ser uma repetição da última cúpula do clima realizada em solo africano, em Nairóbi, no Quênia, em 2006, onde promessas foram feitas, mas não cumpridas, disse Molewa.
A África do Sul, que está entre os 20 maiores poluidores do mundo, tem investido até 30 bilhões de rands (US$ 3,8 bilhões) por ano para a adaptação e mitigação do clima, mas é preciso mais para cortar as emissões em 34 por cento na próxima década.
Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação
Governo diz que fecho do metro de Lisboa às 23h00 é "pura especulação"
Propostas são propostas e não são decisões, garante o ministro da Economia.
O ministro da Economia garante que não há qualquer decisão tomada sobre encerramentos de estações do metro de Lisboa ou a supressão de carreiras, propostos pelo grupo de trabalho que está a estudar o sector dos transportes.
Álvaro Santos Pereira garantiu qu,e por enquanto, está-se apenas no domínio das propostas: “Nunca ouviram ninguém do Governo dizer que o Metro vai fechar às 23h00. Propostas são propostas, que iremos consultar, iremos analisar todas as situações e vamos decidir. Não vale a pena dizer que as propostas do grupo de trabalho são decisões, porque não são”.
As afirmações do ministro foram feitas hoje, quando esteve reunido com os autarcas do Grande Porto. A ocasião serviu para discutir a igualdade no tratamento de todas as regiões do país.
Álvaro Santos Pereira ressalvou que as grandes obras, como a ligação rodoviária entre Arouca e Santa Maria da Feira e a conclusão de toda a rede do metro do Porto, só avançam quando houver dinheiro para o fazer.
In' RR
O ministro da Economia garante que não há qualquer decisão tomada sobre encerramentos de estações do metro de Lisboa ou a supressão de carreiras, propostos pelo grupo de trabalho que está a estudar o sector dos transportes.
Álvaro Santos Pereira garantiu qu,e por enquanto, está-se apenas no domínio das propostas: “Nunca ouviram ninguém do Governo dizer que o Metro vai fechar às 23h00. Propostas são propostas, que iremos consultar, iremos analisar todas as situações e vamos decidir. Não vale a pena dizer que as propostas do grupo de trabalho são decisões, porque não são”.
As afirmações do ministro foram feitas hoje, quando esteve reunido com os autarcas do Grande Porto. A ocasião serviu para discutir a igualdade no tratamento de todas as regiões do país.
Álvaro Santos Pereira ressalvou que as grandes obras, como a ligação rodoviária entre Arouca e Santa Maria da Feira e a conclusão de toda a rede do metro do Porto, só avançam quando houver dinheiro para o fazer.
In' RR
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Renault escolhe Portugal para apresentação mundial de carros eléctricos
Para a escolha de Portugal como palco mundial da apresentação dos carros eléctricos contribuiu a aposta do país numa rede de postos de carregamento.
A Renault escolheu Portugal para a apresentação mundial dos seus modelos elétricos Fluence Z.E. e Kangoo Z.E., um evento que conta com mais de 750 jornalistas de todo o mundo e que terá como pano de fundo as paisagens de Cascais.
O evento, que se iniciou a 29 de Setembro, vai permitir que jornalistas de mais de 40 nacionalidades façam os primeiros testes dos carros eléctricos do grupo francês num percurso entre o aeroporto de Lisboa e Cascais.
Segundo informações veiculadas pela própria Renault, para a escolha de Portugal como palco mundial da apresentação dos carros eléctricos contribuiu a aposta do país numa rede de postos de carregamento, um processo iniciado pelo anterior governo quando assinou acordos com o grupo francês no sentido de promover este tipo de automóvel.
Ricardo Oliveira, director de comunicação da Renault Portugal, afirmou à Lusa que esta evento "também está ligado ao nível de desenvolvimento e de envolvimento de Portugal sobre a mobilidade eléctrica", recusando, no entanto qualquer ligação "ao acordo assinado entre o anterior governo e a aliança Renault-Nissan".
Na altura, o grupo automóvel lançou o Nissan Leaf, o primeiro carro eléctrico de produção em massa, e anunciou um investimento de 160 milhões de euros numa fábrica de baterias de lítio em Aveiro, criando 200 postos de trabalho.
Os jornalistas presentes em Portugal são provenientes de toda a Europa e outros países como China, Austrália, Rússia, Brasil, Índia, Singapura, Israel, Marrocos, Argélia, Argentina e México.
O responsável da Renault refere que "a cidade de Lisboa, e de alguma forma Portugal, reúnem um conjunto de condições, como a hotelaria, boa rede rodoviárias, preços abaixo da Europa Central e clima ameno, muito adaptadas à realização deste tipo de acções".
Ricardo Oliveira adianta que, no caso concreto desta acção de apresentação dos primeiros veículos eléctricos da Renault "pesou a aposta que foi feita sobre os carros eléctricos no nosso país", acrescentando que "Portugal é, neste domínio, claramente um dos países melhor preparados para a comercialização dos veículos eléctricos".
A aliança Renault-Nissan anunciou recentemente que espera vender 1,5 milhões de carros eléctricos em todo o mundo dentro de cinco anos, sendo que, para Portugal, Ricardo Oliveira diz que a marca francesa tem como objectivo "liderar as vendas de veículos eléctricos já a partir de 2012".
A aliança Renault-Nissan já investiu mais de 4 mil milhões de euros nos carros eléctricos e representa o eixo central de sua estratégia mundial.
Os dois novos modelos eléctricos, que serão anunciados aos jornalistas portugueses na próxima segunda-feira, começarão a ser comercializados ainda durante o mês de Novembro. Tanto o familiar Fluence como o comercial Kangoo terão um preço aproximado de 20 mil euros, a que acresce um pagamento mensal de 70 euros pelo aluguer da bateria.
Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação
A Renault escolheu Portugal para a apresentação mundial dos seus modelos elétricos Fluence Z.E. e Kangoo Z.E., um evento que conta com mais de 750 jornalistas de todo o mundo e que terá como pano de fundo as paisagens de Cascais.
O evento, que se iniciou a 29 de Setembro, vai permitir que jornalistas de mais de 40 nacionalidades façam os primeiros testes dos carros eléctricos do grupo francês num percurso entre o aeroporto de Lisboa e Cascais.
Segundo informações veiculadas pela própria Renault, para a escolha de Portugal como palco mundial da apresentação dos carros eléctricos contribuiu a aposta do país numa rede de postos de carregamento, um processo iniciado pelo anterior governo quando assinou acordos com o grupo francês no sentido de promover este tipo de automóvel.
Ricardo Oliveira, director de comunicação da Renault Portugal, afirmou à Lusa que esta evento "também está ligado ao nível de desenvolvimento e de envolvimento de Portugal sobre a mobilidade eléctrica", recusando, no entanto qualquer ligação "ao acordo assinado entre o anterior governo e a aliança Renault-Nissan".
Na altura, o grupo automóvel lançou o Nissan Leaf, o primeiro carro eléctrico de produção em massa, e anunciou um investimento de 160 milhões de euros numa fábrica de baterias de lítio em Aveiro, criando 200 postos de trabalho.
Os jornalistas presentes em Portugal são provenientes de toda a Europa e outros países como China, Austrália, Rússia, Brasil, Índia, Singapura, Israel, Marrocos, Argélia, Argentina e México.
O responsável da Renault refere que "a cidade de Lisboa, e de alguma forma Portugal, reúnem um conjunto de condições, como a hotelaria, boa rede rodoviárias, preços abaixo da Europa Central e clima ameno, muito adaptadas à realização deste tipo de acções".
Ricardo Oliveira adianta que, no caso concreto desta acção de apresentação dos primeiros veículos eléctricos da Renault "pesou a aposta que foi feita sobre os carros eléctricos no nosso país", acrescentando que "Portugal é, neste domínio, claramente um dos países melhor preparados para a comercialização dos veículos eléctricos".
A aliança Renault-Nissan anunciou recentemente que espera vender 1,5 milhões de carros eléctricos em todo o mundo dentro de cinco anos, sendo que, para Portugal, Ricardo Oliveira diz que a marca francesa tem como objectivo "liderar as vendas de veículos eléctricos já a partir de 2012".
A aliança Renault-Nissan já investiu mais de 4 mil milhões de euros nos carros eléctricos e representa o eixo central de sua estratégia mundial.
Os dois novos modelos eléctricos, que serão anunciados aos jornalistas portugueses na próxima segunda-feira, começarão a ser comercializados ainda durante o mês de Novembro. Tanto o familiar Fluence como o comercial Kangoo terão um preço aproximado de 20 mil euros, a que acresce um pagamento mensal de 70 euros pelo aluguer da bateria.
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