À hora que os mercados norte-americanos encerraram a sessão ainda não
era conhecida a decisão da Fitch de baixar o "outlook" do rating dos
Estados Unidos para "negativo", o que indica que agência poderá baixar a
avaliação da dívida norte-americana. Os mercados fecharam em forte alta
animados pelas vendas registadas no fim-de-semana de Acção de Graças.
O S&P 500 valoriza 2,92% para os 1.192,55 pontos, o Dow Jones avança 2,59% para os 11.523,01 pontos e o Nasdaq ganhou 3,52% para os 2.527,34 pontos.
Os mercados norte-americanos encerraram assim um ciclo de sete sessões consecutivas em queda. Os fortes ganhos da sessão de hoje devem-se ao "animado" fim-de-semana de Acção de Graças. Os norte-americanos gastaram 52,4 mil milhões de dólares, um aumento de 16% face a 2010. Em média cada consumidor gastou, no último fim-de-semana, 398,62 dólares.
Fitch baixa "outlook" do rating dos Estados Unidos para "negativo"
Wall Street encerrou poucos minutos antes da agência de notação financeira Fitch baixar o "outlook" do rating dos Estados Unidos de "estável" para "negativo", tal como já fizeram a S&P e a Moody’s.
Na base desta redução está o falhanço nas negociações sobre a redução do défice orçamental, justifica a agência. A Fitch considera que são cada vez menos as hipóteses dos Estados Unidos alcançarem, em útil, um acordo que permita colocar as contas públicas em ordem.
(Para visitar a fonte da informação, click aqui)
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
PSI-20 encerra a ganhar quase 3% impulsionado por Jerónimo Martins e EDP
A bolsa nacional encerrou a sessão a negociar em forte alta, animada com maior impacto pela Jerónimo Martins e pela EDP. Na Europa a tónica foi igualmente positiva, com os mercados animados pelo optimismo dos investidores em torno da resolução da crise da dívida soberana.
O PSI-20 fechou a sessão a ganhar 2,83% para 5.353,50 pontos, com 19 cotadas em alta e uma cotada em queda.
Os mercados do Velho Continente estiveram também ao longo do dia a somar avanços, dado que os investidores acreditam que os líderes europeus estão a intensificar os esforços para controlar a crise da dívida na Europa.
Por cá, a Jerónimo Martins e a EDP foram as cotadas que mais impulsionaram o índice nacional. A retalhista avançou 5,04% para 12,91 euros, e a energética ganhou 3,37% para 2,301 euros.
A Portugal Telecom foi a terceira cotada que mais animou o índice no fecho da sessão, a subir 1,92% para 4,57 euros. Seguiu-se a EDP Renováveis, a valorizar 2,83% para 4,19 euros.
No restante sector energético a tónica foi também positiva. A Galp Energia apreciou 0,65% para 11,66 euros, e a REN subiu 0,21% para 1,937 euros.
No sector da banca a tendência foi também verde. O BCP cresceu 1,56% para 0,13 euros, e o BES somou 3,14% para 1,181 euros. O BPI aumentou 5,15% para 0,449 euros, e o Banif avançou 3,03% para 0,272 euros.
A Brisa apreciou 3,40% para 2,46 euros, e a Cimpor valorizou 2,88% para 4,786 euros. A Portucel ganhou 1,41% para 1,792 euros.
A Mota-Engil cresceu 0,48% para 1,049 euros, e a Semapa acelerou 5,17% para 5,49 euros. A Sonae Indústria subiu 10,49% para 0,59 euros, e a Sonaecom ganhou 3,10% para 1,23 euros. A Zon valorizou 6,95% para 2,001 euros.
Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação
O PSI-20 fechou a sessão a ganhar 2,83% para 5.353,50 pontos, com 19 cotadas em alta e uma cotada em queda.
Os mercados do Velho Continente estiveram também ao longo do dia a somar avanços, dado que os investidores acreditam que os líderes europeus estão a intensificar os esforços para controlar a crise da dívida na Europa.
Por cá, a Jerónimo Martins e a EDP foram as cotadas que mais impulsionaram o índice nacional. A retalhista avançou 5,04% para 12,91 euros, e a energética ganhou 3,37% para 2,301 euros.
A Portugal Telecom foi a terceira cotada que mais animou o índice no fecho da sessão, a subir 1,92% para 4,57 euros. Seguiu-se a EDP Renováveis, a valorizar 2,83% para 4,19 euros.
No restante sector energético a tónica foi também positiva. A Galp Energia apreciou 0,65% para 11,66 euros, e a REN subiu 0,21% para 1,937 euros.
No sector da banca a tendência foi também verde. O BCP cresceu 1,56% para 0,13 euros, e o BES somou 3,14% para 1,181 euros. O BPI aumentou 5,15% para 0,449 euros, e o Banif avançou 3,03% para 0,272 euros.
A Brisa apreciou 3,40% para 2,46 euros, e a Cimpor valorizou 2,88% para 4,786 euros. A Portucel ganhou 1,41% para 1,792 euros.
A Mota-Engil cresceu 0,48% para 1,049 euros, e a Semapa acelerou 5,17% para 5,49 euros. A Sonae Indústria subiu 10,49% para 0,59 euros, e a Sonaecom ganhou 3,10% para 1,23 euros. A Zon valorizou 6,95% para 2,001 euros.
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domingo, 27 de novembro de 2011
«Pearl Jam Twenty», Pearl Jam
Na história do rock, os bastidores sempre foram um fruto proibido poucas vezes filmado. Os Pearl Jam escancararam as portas a Cameron Crowe e este contou a história de forma brilhante.
Poucas vezes um documentário pôs a nu uma banda com a dimensão dos Pearl Jam. Sim, porque é de Liga dos Campeões que se trata e, conforme «Pearl Jam Twenty» demonstra, o caminho é o das estrelas. Por outras palavras, uma dimensão à Rolling Stones.
Para trás, há um caminho de duas décadas que Cameron Crowe recolheu e selecciou para um filme construído de trás para a frente onde o passado jornalístico do realizador está presente na construção narrativa.
Não há capítulo posto de parte nem sequer os mais dolorosos para uma banda que apesar de movida pelo mesmo combustível dos Nirvana, sempre se comportou de forma a sobreviver aos excessos de uma banda rock que cresce para mais infinito.
Vacinados pela morte de Andy Wood - vocalista dos Mother Love Bone, de onde viriam a transitar Stone Gossard e Jeff Ament - os Pearl Jam ascenderam a pulso, imunes, por exemplo, à antipatia de Kurt Cobain, entretanto resolvida.
Crowe soube perceber que o essencial dos Pearl Jam está na década de 90 e praticamente ignorou o período pós-tragédia de Roskilde para cá sem, contudo, deixar de mostrar, subtilmente, uma banda menos apaixonada e mais profissional.
Excertos de uma história que apaixona mesmo os mais cépticos em relação ao passado recente. No início, era o verbo, as guitarras e um Eddie Vedder tímido mas imbuído de raiva por nunca ter conhecido o pai verdadeiro.
«Pearl Jam Twenty» não transporta apenas uma dignidade admirável. Poucas vezes se conheceram os bastidores desta forma, tão reveladora e introspectiva de quatro homens (e um quinto, Matt Cameron, efectivamente apenas desde 1998) eternizados pelas canções.
Pearl Jam
«Pearl Jam Twenty»
Columbia/Sony Music
(Se assim o desejar, visite a fonte da informação clicando aqui)
Poucas vezes um documentário pôs a nu uma banda com a dimensão dos Pearl Jam. Sim, porque é de Liga dos Campeões que se trata e, conforme «Pearl Jam Twenty» demonstra, o caminho é o das estrelas. Por outras palavras, uma dimensão à Rolling Stones.
Para trás, há um caminho de duas décadas que Cameron Crowe recolheu e selecciou para um filme construído de trás para a frente onde o passado jornalístico do realizador está presente na construção narrativa.
Não há capítulo posto de parte nem sequer os mais dolorosos para uma banda que apesar de movida pelo mesmo combustível dos Nirvana, sempre se comportou de forma a sobreviver aos excessos de uma banda rock que cresce para mais infinito.
Vacinados pela morte de Andy Wood - vocalista dos Mother Love Bone, de onde viriam a transitar Stone Gossard e Jeff Ament - os Pearl Jam ascenderam a pulso, imunes, por exemplo, à antipatia de Kurt Cobain, entretanto resolvida.
Crowe soube perceber que o essencial dos Pearl Jam está na década de 90 e praticamente ignorou o período pós-tragédia de Roskilde para cá sem, contudo, deixar de mostrar, subtilmente, uma banda menos apaixonada e mais profissional.
Excertos de uma história que apaixona mesmo os mais cépticos em relação ao passado recente. No início, era o verbo, as guitarras e um Eddie Vedder tímido mas imbuído de raiva por nunca ter conhecido o pai verdadeiro.
«Pearl Jam Twenty» não transporta apenas uma dignidade admirável. Poucas vezes se conheceram os bastidores desta forma, tão reveladora e introspectiva de quatro homens (e um quinto, Matt Cameron, efectivamente apenas desde 1998) eternizados pelas canções.
Pearl Jam
«Pearl Jam Twenty»
Columbia/Sony Music
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sábado, 26 de novembro de 2011
A história de Martinho da Vila contada em livro
Sambista de Vila Isabel e embaixador cultural do Brasil nos países africanos de língua portuguesa, Martinho da Vila terá sua trajetória musical contada em livro. Escrito a quatro mãos pelo pesquisador André Conforte e pelo doutor em letras João Baptista M. Vargens, ‘Martinho da Vila: Tradição e Renovação’ (ed. Almádena, 208 págs., R$ 39) será lançado hoje, na feira literária ‘Primavera dos Livros’, nos jardins do Palácio do Catete. “O livro é um estudo crítico da obra musical ligada às escolas de samba do Rio, nas vertentes de terreiro, partido alto e samba de enredo. Além disso, traz a discografia e musicografia completa do artista”, explica João.
(Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação)
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Benfica vs Sporting - Online
O jogo entre o Benfica e o Sporting, a contar para a 11ª Jornada da Liga Zon Sagres, pode ser visto através da SportTV1, ou então Online, para
isso, siga o link abaixo indicado.
Transmissão agendada para as 20:15
Link: Benfica vs Sporting
Transmissão agendada para as 20:15
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Ágata Ónix vermemelho mosaico (fêmea)
O Mundo à espera do fado como Património da Humanidade
Ainda este sábado ou amanhã, a UNESCO poderá anunciar o fado como Património Imaterial da Humanidade. Os responsáveis da candidatura estão bastante confiantes e destacam as vantagens de todo um processo que vem defender a tradição e preparar o futuro.
A candidatura portuguesa está ser avaliada na VI reunião do Comité Internacional da UNESCO, em Bali, na Indonésia, por um comité inter-governamental constituído por 24 países.
O presidente da Comissão Científica da candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade, Rui Vieira Nery, está no local e disse, ao JN, estar "muito confiante" na distinção. O musicólogo lembrou que "a candidatura do fado foi umas das sete consideradas exemplares. Não prevemos que haja nenhuma objecção", afirmou, revelando que têm acontecido "contactos bilaterais e informais com os vários países e as respostas que temos são muito positivas".
Mas, afinal, o que é que esta classificação traz de mais-valia?
"A mais-valia é o reconhecimento do fado como uma expressão que tem conhecido uma grande internacionalização e o facto de esta candidatura levar à preservação e ao estudo de uma memória muita rica", respondeu Miguel Honrado, administrador da Egeac, a empresa municipal que gere o Museu do Fado, em Lisboa, e responsável pelo empurrão da candidatura.
Rui Vieira Nery também destacou a própria candidatura como sendo, por si só, uma mais-valia, ao apostar em iniciativas como uma rede de arquivos, um plano de edições e, sobretudo, a criação de um programa educativo "desde o ensino básico até à universidade" que vai "propor módulos pedagógicos que possam ser utilizados pelos professores de História, de línguas, de estudos sociais ou de estudos artísticos." O musicólogo sublinha, ainda assim, que uma das grandes vantagens deste processo passa pela reconciliação do público português com o fado, bastas vezes conotado com a ditadura de Salazar. "Criou-se um movimento de apoio à escala nacional", rematou.
"O fado será colocado em lugar de destaque no Mundo, preservando, ao mesmo tempo, as suas características únicas nunca perdendo as suas raízes. Será algo que orgulhará, certamente, todos os portugueses", afirmou, por seu turno, a fadista Carminho, desde Espanha, onde actualmente ocupa o primeiro lugar das listas de vendas.
A opinião é corroborada, ao JN, pelo fadista Camané, que salienta o culminar "de um caminho que se percorreu para dar a conhecer esta música ao Mundo inteiro".
"Naturalmente que esta classificação vai suscitar maior interesse no público estrangeiro", apontou a fadista Kátia Guerreiro, considerando que, por cá, "também vai haver mais curiosidade e vamos captar mais público". Todavia, diz que a maior vantagem será "conseguir que o fado faça parte dos programas educativos".
"É, também, uma questão de auto-estima, numa altura em que estamos um bocadinho em baixo", comentou Ana Moura, para quem a distinção "vai mostrar ao Mundo que o fado não é só défice nem dívida pública e que temos uma cultura enriquecedora que vale a pena conhecer".
Rui Vieira Nery defendeu também que esta candidatura acabou por ajudar ao aniquilamento "daquelas ideias antigas de que o fado era uma música pobre e uma poesia pobre. Tudo isso, diz, já foi ultrapassado e a candidatura contribuiu".
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A candidatura portuguesa está ser avaliada na VI reunião do Comité Internacional da UNESCO, em Bali, na Indonésia, por um comité inter-governamental constituído por 24 países.
O presidente da Comissão Científica da candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade, Rui Vieira Nery, está no local e disse, ao JN, estar "muito confiante" na distinção. O musicólogo lembrou que "a candidatura do fado foi umas das sete consideradas exemplares. Não prevemos que haja nenhuma objecção", afirmou, revelando que têm acontecido "contactos bilaterais e informais com os vários países e as respostas que temos são muito positivas".
Mas, afinal, o que é que esta classificação traz de mais-valia?
"A mais-valia é o reconhecimento do fado como uma expressão que tem conhecido uma grande internacionalização e o facto de esta candidatura levar à preservação e ao estudo de uma memória muita rica", respondeu Miguel Honrado, administrador da Egeac, a empresa municipal que gere o Museu do Fado, em Lisboa, e responsável pelo empurrão da candidatura.
Rui Vieira Nery também destacou a própria candidatura como sendo, por si só, uma mais-valia, ao apostar em iniciativas como uma rede de arquivos, um plano de edições e, sobretudo, a criação de um programa educativo "desde o ensino básico até à universidade" que vai "propor módulos pedagógicos que possam ser utilizados pelos professores de História, de línguas, de estudos sociais ou de estudos artísticos." O musicólogo sublinha, ainda assim, que uma das grandes vantagens deste processo passa pela reconciliação do público português com o fado, bastas vezes conotado com a ditadura de Salazar. "Criou-se um movimento de apoio à escala nacional", rematou.
"O fado será colocado em lugar de destaque no Mundo, preservando, ao mesmo tempo, as suas características únicas nunca perdendo as suas raízes. Será algo que orgulhará, certamente, todos os portugueses", afirmou, por seu turno, a fadista Carminho, desde Espanha, onde actualmente ocupa o primeiro lugar das listas de vendas.
A opinião é corroborada, ao JN, pelo fadista Camané, que salienta o culminar "de um caminho que se percorreu para dar a conhecer esta música ao Mundo inteiro".
"Naturalmente que esta classificação vai suscitar maior interesse no público estrangeiro", apontou a fadista Kátia Guerreiro, considerando que, por cá, "também vai haver mais curiosidade e vamos captar mais público". Todavia, diz que a maior vantagem será "conseguir que o fado faça parte dos programas educativos".
"É, também, uma questão de auto-estima, numa altura em que estamos um bocadinho em baixo", comentou Ana Moura, para quem a distinção "vai mostrar ao Mundo que o fado não é só défice nem dívida pública e que temos uma cultura enriquecedora que vale a pena conhecer".
Rui Vieira Nery defendeu também que esta candidatura acabou por ajudar ao aniquilamento "daquelas ideias antigas de que o fado era uma música pobre e uma poesia pobre. Tudo isso, diz, já foi ultrapassado e a candidatura contribuiu".
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
S&P regista pior semana de Acção de Graças da sua história
As bolsas norte-americanas encerraram em queda, penalizadas pela crise
da dívida na Zona Euro e pelas ameaças ao "rating" soberano dos EUA.
Além disso, a Grécia terá pedido que os investidores assumam perdas mais
elevadas nas novas emissões de dívida.
As praças do outro lado do Atlântico fecharam no vermelho, continuando a ser pressionadas pela crise da dívida na Zona Euro. Um dia depois de Portugal ter sofrido uma redução de “rating” para lixo, pela Fitch, a Bélgica viu a sua notação soberana ser cortada pela Standard & Poor’s.
Os mercados accionistas dos EUA chegaram a negociar em alta, depois de ter sido noticiado que a maioria dos membros da Zona Euro quer deixar cair a cláusula que prevê o envolvimento do sector privado no fundo de resgate permanente da região, contrariando assim a vontade da Alemanha.
No entanto, a notícia de que a Grécia estará a pedir aos investidores privados para aceitarem maiores perdas sobre a dívida soberana grega, nas novas emissões, voltou a pressionar a tendência, bem como a ameaça da Moody’s de cortar a notação financeira da dívida dos EUA se houver um recuo no plano de redução do défice do país.
O índice industrial Dow Jones encerrou a cair 0,23% para 11.231,94 pontos, ao passo que o tecnológico Nasdaq desvalorizou 0,75%, a negociar nos 2.441,51 pontos.
O S&P 500, por seu lado, perdeu 0,27% para se estabelecer nos 1.158,67 pontos. No acumulado da semana, a queda foi de 4,7%, o que faz com que o índice tenha registado a pior semana de Acção de Graças (Thanksgiving) da sua história.
Esta foi a sétima sessão de quedas consecutivas do S&P 500 e a segunda semana seguida de perdas – a mais longa série de cedências desde Setembro.
(Se assim o desejar, visite a fonte da informação clicando aqui)
As praças do outro lado do Atlântico fecharam no vermelho, continuando a ser pressionadas pela crise da dívida na Zona Euro. Um dia depois de Portugal ter sofrido uma redução de “rating” para lixo, pela Fitch, a Bélgica viu a sua notação soberana ser cortada pela Standard & Poor’s.
Os mercados accionistas dos EUA chegaram a negociar em alta, depois de ter sido noticiado que a maioria dos membros da Zona Euro quer deixar cair a cláusula que prevê o envolvimento do sector privado no fundo de resgate permanente da região, contrariando assim a vontade da Alemanha.
No entanto, a notícia de que a Grécia estará a pedir aos investidores privados para aceitarem maiores perdas sobre a dívida soberana grega, nas novas emissões, voltou a pressionar a tendência, bem como a ameaça da Moody’s de cortar a notação financeira da dívida dos EUA se houver um recuo no plano de redução do défice do país.
O índice industrial Dow Jones encerrou a cair 0,23% para 11.231,94 pontos, ao passo que o tecnológico Nasdaq desvalorizou 0,75%, a negociar nos 2.441,51 pontos.
O S&P 500, por seu lado, perdeu 0,27% para se estabelecer nos 1.158,67 pontos. No acumulado da semana, a queda foi de 4,7%, o que faz com que o índice tenha registado a pior semana de Acção de Graças (Thanksgiving) da sua história.
Esta foi a sétima sessão de quedas consecutivas do S&P 500 e a segunda semana seguida de perdas – a mais longa série de cedências desde Setembro.
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