sábado, 9 de novembro de 2013

Edição do "El País" em português disponível em novembro


O editor executivo-adjunto do "El País" anunciou este sábado, em Lisboa, que a edição em português do sítio do jornal espanhol, feita numa redação instalada em São Paulo, no Brasil, estará disponível ainda em novembro. 

Borja Echevarría falava este sábado no segundo dia da conferência internacional "O Regresso do Jornalismo", que termina no domingo, na Escola Superior de Comunicação Social. 

O responsável anunciou que a edição do "El País" em português, que será elaborada em São Paulo, numa redação com cerca de 15 jornalistas, estará disponível dentro de cerca de duas semanas. 


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Cães e gatos de todas as raças com répteis à porta



A Expoanimal encerra domingo, em Braga, com concursos e demonstrações. Os mais belos exemplares de cães e gatos estão patentes no Parque de Exposições de Braga, onde este domingo prosseguem os concursos, demonstrações de obediência ou danças com cães. 

São cerca de 1500 cães, quase tantos portugueses quantos os espanhóis que marcam presença, mas também há criadores da Finlândia, França ou Inglaterra, num evento onde a crise "não provocou a diminuição dos participantes", assegura Hugo Pinto, do Clube Português de Canicultura, responsável pelas 22 exposições anuais e os 70 a 80 eventos específicos, de raças.

"Aqui em Braga temos registado um aumento contínuo, de edição para edição", diz.

Na mesma linha, mas com ligeira inflexão, responde Filipe Costa, da Banhos e Tosquias. "Se calhar as pessoas estão a cuidar um pouco menos dos animais. Antes vinham todas as semanas e agora vêm quinzenalmente".

Em crescendo está a adopção de répteis, como animais de companhia. Por isso, a Expoanimal deste ano destinou importante área, à entrada da grande nave, para cobras, iguanas, tarântulas e escorpiões.
Manuel Alves e Sandra Silva, da Alves Pets destacam a procura, à qual respondem com criação própria. "Temos um centro de criação, com ligação a outros criadores de todo o mundo, o que permite disponibilizar diferentes espécies". Além do fascínio que as cobras provocam nos mais novos, o casal de Diabo Espinhoso ocupa o pódio dos mais valiosos, seguidos pelo Morcegos da Fruta do Egipto e dos Porcos Espinhos.

In' JN

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

FMI aprova desembolso de 1,91 mil milhões de euros para Portugal

 Após a conclusão da oitava e nona avaliações ao programa de ajustamento de Portugal, o Conselho de Administração do Fundo Monetário Internacional aprovou o pagamento de mais 1,9 mil milhões de euros ao país.

Após a conclusão da oitava e nona avaliações ao programa de ajustamento de Portugal, o Conselho de Administração do Fundo Monetário Internacional aprovou o pagamento de mais 1,9 mil milhões de euros ao país. 

Esta nova tranche é entregue no contexto do programa económico apoiado por um acordo trienal ao abrigo do Programa de Financiamento Ampliado (EFF, na sigla inglesa) no montante de cerca de 27,03 mil milhões de euros, recorda o FMI em comunicado.

“Concluída a avaliação, um montante equivalente a cerca de 1,91 mil milhões de euros fica imediatamente disponível, perfazendo um total de cerca de 24,34 mil milhões de euros em desembolsos ao abrigo do EFF”, refere o documento.

Ainda hoje o FMI vai emitir um comunicado, onde fará uma breve avaliação aos resultados das oitava e nova avaliações, sendo que o relatório final só será publicado dentro de algumas semanas.

Recorde-se que a mais recente missão da troika (Comissão, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) de revisão do programa de assistência financeira a Portugal terminou a 3 de Outubro e nesta avaliação fez-se uma fusão entre as oitava e nona revisões.

A oitava revisão foi atrasada devido à crise política em Portugal, que já tinha atrasado a sétima avaliação. Decidiu-se assim que a oitava e a nona seriam fundidas.

No passado dia 14 de Outubro, o director-executivo do mecanismo de resgate europeu (MEE), Klaus Regling, disse que seriam desembolsados no âmbito desse mecanismo 3,7 mil milhões de euros para Portugal “nas próximas semanas”, ficando por desembolsar apenas 1,2 mil milhões do empréstimo, em 2014.

O desembolso dos 3,7 mil milhões de euros só pode ter lugar após a adopção formal da mais recente revisão do programa de ajustamento, o que só deverá ocorrer na reunião de ministros das Finanças europeus de 14 de Novembro.


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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Wall Street fecha em queda com receios de retirada de estímulos por parte da Fed

As bolsas norte-americanas encerraram no vermelho, com o crescimento económico acima do previsto a renovar os receios de que a Reserva Federal comece a retirar os estímulos mais cedo do que o esperado. O Twitter foi a estrela da sessão, pela positiva, no seu dia de estreia em bolsa. 

O Standard & Poor’s 500 cedeu 1,3% para 1.748,08 pontos, ao passo que o industrial Dow Jones recuou 0,97% para 15.593,98 pontos.

O tecnológico Nasdaq, por seu lado, desvalorizou 1,90% para 3.857,33 pontos.

O PIB dos EUA cresceu 2,8% a uma taxa anualizada, quando a previsão média dos analistas apontava para uma expansão da economia na ordem dos 2%.

Este dado melhor do que o esperado intensificou os receios de que a Fed possa decidir começar a retirar os estímulos à economia (flexibilização quantitativa, actualmente na terceira ronda) mais cedo do que o previsto.

Do lado dos ganhos, destaque para a rede social das micromensagens. O Twitter, cujo preço de lançamento em bolsa ficou ontem fixado em 26 dólares, chegou a disparar durante a sessão para 50,09 dólares, a disparar 92,6%, e encerrou o dia com um ganho de 72,69% para 44,90 dólares.


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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

BCE diz que banca portuguesa foi das que mais emagreceu

Desde o início da crise, desapareceram quase 600 instituições financeiras da Zona Euro. Essa redução do universo de bancos foi acompanhada de um esforço de racionalização que passou por fecho de balcões. Portugal está entre os países onde esse processo foi mais acentuado.

Segundo dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco Central Europeu (BCE), desde o início da crise financeira em 2008 até ao fim de 2012 desapareceram ou saíram da Zona Euro 592 instituições de crédito (9% do total), 191 só no ano passado. Os dados constam do relatório anual do Banco Central Europeu sobre a evolução das estruturas dos bancos dos países da Zona Euro.

Segundo o documento, divulgado nesta segunda-feira, a redução do universo de instituições financeiras foi acompanhada de um movimento de racionalização de balcões e trabalhadores entre os que permaneceram no mercado, destacando o BCE que, desde o início da crise, Grécia, Espanha e Portugal registaram, neste domínio, “a maior queda” .

No caso português, alguns indicadores permanecem, ainda assim, acima da média europeia. É o caso do rácio da população por cada balcão (1.694 em Portugal contra 1.945 na média da Zona Euro) e o rácio que pondera o valor dos activos por empregado bancário: quase 9,7 milhões de euros em Portugal contra 15 milhões na Zona Euro.

Portugal permanece, por outro lado, como o país onde é mais densa a rede de ATM, havendo um terminal por cada 616 habitantes, valor que fica aquém do rácio de 629 apurado em 2010 mas que permanece distante da média da Zona Euro (1.035).


In' Jornal de Negócios

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Lucros da Altri aumentam 8,7% nos primeiros nove meses do ano

 A Altri registou uma subida dos lucros, nos primeiros nove meses do ano, num período em que as receitas aumentaram e as vendas de pasta atingiram um recorde.

O resultado líquido da Altri aumentou 8,7% para 43,1 milhões de euros, nos nove meses terminados em Setembro, de acordo com o comunicado emitido pela empresa para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

As receitas da empresa liderada por Paulo Fernandes, que detém também a Cofina – dona de publicações como o Negócios – cresceram 8% para 424,5 milhões de euros. Em termos de volume, a empresa revela ter atingido um “recorde”, ao vender “cerca de 736 mil toneladas de pasta, mais 6% do que as vendas de pasta realizadas no período homólogo de 2012.”

A contribuir para esta evolução estiveram a Celbi, responsável pela maior parte das vendas (505,9 mil toneladas), bem como a Celtejo, cujas vendas acresceram para 163,7 mil toneladas. Já a Caima viu diminuir as vendas para 66,3 mil toneladas.

A empresa realça o aumento das exportações. “A Altri reforçou o seu posicionamento como uma empresa fortemente exportadora, num sector de elevado valor acrescentado para o País, já que a incorporação de importações é muito reduzida. Neste período as vendas da empresa para os mercados externos atingiram 94% das vendas totais de pasta de papel, equivalente a um volume de vendas de 345,5 milhões de euros e a 692,3 mil toneladas. A Europa continua a ser a principal região de destino dessas vendas.”

Já os custos operacionais cresceram 10,9% para 328,1 milhões de euros. O EBITDA da empresa aumentou 4,5% para 111,6 milhões de euros, enquanto a margem de EBITDA caiu 1,1 ponto percentual para 25,4%.

“Nos primeiros nove meses de 2013, a empresa realizou investimentos totais de 14,7 milhões de euros ao mesmo tempo que reduziu o seu endividamento líquido em 44 milhões de euros face a Dezembro de 2012 para 576 milhões de euros, adianta a mesma fonte.

As acções da Altri fecharam a subir 2,37% para 2,38 euros.


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Sonaecom lança OPA sobre acções detidas pelos accionistas minoritários

 Contrapartida da oferta parcial são acções da Zon Optimus, que equivale a 2,45 euros por acção, o que corresponde a um prémio de 10%. Com esta oferta de 216 milhões de euros, o objectivo passa por permitir aos accionistas da Sonaecom passarem a ser accionistas da Zon Optimus.

A Sonaecom lançou esta terça-feira uma oferta pública de aquisição (OPA) parcial sobre 24,16% do seu próprio capital, oferecendo como contrapartida acções da Zon Optimus, que correspondem a 2,45 euros por acção. Tendo em conta este valor, o montante da oferta é de 216 milhões de euros.

Segundo o comunicado com o lançamento da oferta, publicado na CMVM, a oferta incide sobre um máximo de 88.479.803 acções da Sonaecom, representativas de 24,16% do capital da empresa. Ou seja, sobre as acções que não são detidas pelos dois maiores accionistas da empresa, ambos do grupo Sonae (Sonae SGPS com 20,94% e a Sontel com 52,99%).

Em troca a Sonaecom oferece as 37.489.324 acções que detém de forma directa na Zon Optimus, que equivalem a 7,28% do capital da empresa que resultou da fusão entre a Zon Multimédia e a Optimus.

Num outro comunicado, a Sonaecom justifica esta oferta com objectivo de “conferir a opção aos seus accionistas de alienar, em condições de igualdade”, as suas acções na Sonaecom, trocando-as por acções da Zon Optimus, permitindo assim aos seus accionistas “a exposição directa dos accionistas à Zon Optimus, activo de referência do portfólio da Sonaecom”.
As acções que a Sonaecom venha a comprar aos seus accionistas serão depois alvo de amortização, através de uma redução de capital social. No anúncio da oferta a Sonaecom não o refere, mas o objectivo da operação deverá também passar pela saída de bolsa da empresa actualmente liderada por Angelo Paupério.

Em termos agregados, a Sonaecom está na prática a oferecer aos seus accionistas minoritários, com 24,16% do capital, a possibilidade de passarem a deter 7,28% da Zon Optimus. A concretizar-se esta operação com um sucesso de 100%, as empresas do Grupo Sonae passarão a deter 100% da Sonaecom (depois da redução de capital), enquanto a Zon Optimus ganha mais accionistas e mais “free float” (acções dispersas em bolsa). A Sonaecom ficará accionista indirecta da Zon Optimus, com uma posição de 25%, devido à posição de 50% na Zopt, que controla 50% da Zon Optimus.

A contrapartida oferecida resulta de uma complexa operação, que a Sonaecom garante equivaler a um preço de 2,45 euros. A contrapartida é de acções da Zon Optimus, à qual pode ser somada uma contrapartida em dinheiro, sendo que tal está dependente do nível de aceitação da oferta por parte dos accionistas da Sonaecom. Ou seja, nesta altura os accionistas da Sonaecom não sabem ao certo o número de acções da Zon que podem receber. 

Caso a OPS seja aceite por todos os accionistas, receberão 0,42370488 acções da Zon Optimus por cada uma da Sonaecom detida, sendo que nest caso receberão também uma contrapartida em dinheiro, tendo por referência o valor de 5,08 euros para cada acção da Zon. Caso a oferta fique longe dos 100% de sucesso, cada acção da Sonaecom será trocada por 0,48228346 acções da Zon.

A Sonaecom adianta que a contrapartida equivale a um prémio de 10% sobre a cotação de fecho de ontem e sobre a média ponderada da cotação de fecho dos 30 dias anteriores.
Para efeitos de determinação da relação de troca entre acções Sonaecom e acções Zon Optimus, “relevou-se a média ponderada da cotação de fecho das acções Zon Optimus nas cinco últimas sessões de mercado regulamentado, de 5,08 euros por acção Zon Optimus”.


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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Tribunal de Contas pede rigor e transparência no Orçamento do Estado

 Guilherme d’Oliveira Martins pede aos deputados que, durante a discussão e votação do Orçamento do Estado, tenham em conta os alertas feitos no passado pelo Tribunal de Contas, sobre as “fragilidades, irregularidades e inconsistências” que sistematicamente são detectadas nos pareceres do Tribunal.

Guilherme d’Oliveira Martins escreveu a Assunção Esteves, presidente da Assembleia da República, sobre as “fragilidades, irregularidades e inconsistências” que o Tribunal de Contas (TdC) tem detectado nas sucessivas apreciações às Contas Gerais do Estado (CGE). O objectivo é sensibilizar os deputados para a importância de um processo orçamental mais transparente e rigoroso.

O alerta foi formalizado por carta, a que o Negócios teve acesso, que foi endereçada a 16 de Outubro, precisamente no dia posterior à entrega da proposta do Orçamento do Estado (OE) na Assembleia da República.

Oliveira Martins justifica a missiva com o objectivo de contribuir para “a discussão e eventual melhoria” do Orçamento do Estado, pedindo que aos deputados que no âmbito da discussão e votação do Orçamento assumam essa preocupação com as “fragilidades, irregularidades e inconsistências” que o TdC tem detectado.

Dado que não foi fechado o parecer do TdC sobre a CGE do ano passado, Oliveira Martins lembra as recomendações formuladas sobre a CGE de 2011, onde se destaca a necessidade de reforçar o rigor e transparência nos documentos de finanças públicas formulados pelo Governo.

“Assumem particular relevância as [recomendações] que respeitam à sustentabilidade das finanças públicas e da segurança social e ainda todas as que têm motivado a formulação de reservas quanto à fiabilidade e integralidade dos valores inscritos na Conta Geral do Estado e na Conta da Segurança Social”, refere a carta.

Oliveira Martins cita também “a necessidade de o planeamento e a elaboração do OE se basearem em previsões realistas de natureza macroeconómica”, bem como as “substanciais e vultuosas alterações que, ao longo do ano, são introduzidas no Orçamento inicialmente aprovado”.

Numa lista extensa de recomendações já inscritas em pareceres antigos, Oliveira Martins integra também a necessidade incluir no OE “informação sobre a previsão das transferências orçamentais para as empresas públicas bem como de informação completa e agregada sobre os fluxos financeiros para as Regiões Autónomas e para as Autarquias Locais”. 

A carta do Presidente do Tribunal de Contas deverá ser analisada na Comissão e Orçamento e Finanças na sessão da próxima quarta-feira.


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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Bancos só poderão recorrer ao Estado depois de accionistas assumirem parte dos prejuízos

Os bancos que, no futuro, precisem de recorrer a dinheiro público para se recapitalizarem só poderão fazê-lo depois de parte dos prejuízos serem assumidos entre accionistas e credores subordinados, enquanto os depositantes ficam protegidos.
 
A proposta de lei, que entrou a semana passada no parlamento e a que a Lusa teve acesso, altera a legislação de 2008 que regula a recapitalização bancária com recurso a fundos públicos de modo a "conter" os montantes que um banco em dificuldade vai buscar aos cofres públicos.

Assim, a instituição tem primeiro de levar a cabo medidas que reduzam as necessidades de capital e que passam pela "repartição de encargos pelos respectivos accionistas e credores subordinados". Entram, neste caso, os "titulares de instrumentos financeiros ou contratos que sejam, ou tenham sido em algum momento, elegíveis para fundos próprios da instituição".

Em termos de prioridades, a lei prevê que "os accionistas da instituição de crédito assumam prioritariamente os prejuízos da instituição em causa, assumindo-os de seguida os titulares dos referidos instrumentos financeiros ou contratos", lê-se na exposição de motivos.

O texto sublinha que estas regras "não abrangem os depositantes", excluindo também os "obrigacionistas comuns ou os titulares de qualquer outro tipo de dívida comum ou garantida". Esta garantia surge depois de, com a crise de Chipre, se ter aberto a possibilidade de os depositantes serem chamados a participar no resgate do banco de que sejam clientes.

Será ao responsável pela pasta das Finanças que caberá determinar a repartição dos encargos, sendo que ninguém "poderá assumir um prejuízo maior" do que o que teria caso o banco fosse à falência.

Os bancos que tenham de recorrer a fundos públicos têm de apresentar primeiro um plano de reestruturação e só depois de esse ser aprovado por Bruxelas é que acedem às verbas de que necessitam. Só em "casos excepcionais" pode ser injectado dinheiro dos contribuintes antes da existência desse plano. Os bancos que em Portugal receberam ajuda tiveram primeiro o dinheiro e só depois começaram a negociar os respectivos planos com a Comissão Europeia.

A proposta de lei, votada no Conselho de Ministros da semana passada, estipula ainda que em caso de recapitalização pública sejam definidos em portaria os limites aos vencimentos não só dos administradores como dos quadros superiores.

Segundo as orientações publicadas pela Comissão Europeia a 30 de Julho e que serviram de base a esta proposta de lei, a remuneração total (fixa e variável) "não pode exceder 15 vezes o salário médio nacional no Estado-membro onde o beneficiário está constituído em sociedade ou 10 vezes o salário médio dos trabalhadores do banco beneficiário".

No segundo trimestre deste ano, o salário médio nacional líquido foi de 803 euros, de acordo com dados publicados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). Já segundo dados do Banco de Portugal, em 2012, foi de 1.018 euros o salário médio mensal medido pelas transferências bancárias para pagamento de remunerações do trabalho.

O pagamento de indemnizações por cessação de funções terá ainda de ficar limitado "ao montante devido nos termos da lei ou do contrato".

As alterações à lei, que deverão ser aprovadas no parlamento, aplicam-se apenas a novas operação de recapitalização pública e não as que estão já em curso.

Em 2012, três bancos recorreram ao Estado para aumentar capital e cumprir as exigências dos reguladores. O Estado português injectou 3.000 milhões de euros no BCP e 1.500 milhões no BPI através de obrigações convertíveis em acções. Foram colocados ainda 1.650 milhões de euros na Caixa Geral de Depósitos.

Já em Janeiro deste ano, o Banif foi buscar 1.100 milhões de euros aos cofres públicos. Ao contrário dos outros bancos, parte do aumento de capital público foi feito em acções, pelo que o Estado é actualmente accionista maioritário da instituição.


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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Nouvelle Vague regressam a Portugal em dezembro

 Lisboa e Fundão recebem concertos da banda francesa liderada por Marc Collin e Olivier Libaux

Os franceses Nouvelle Vague vão regressar a Portugal no final do ano para dois concertos no TMN ao Vivo, em Lisboa, e no Pavilhão Multiusos do Fundão, nos dias 12 e 13 de dezembro.

Nestes novos espetáculos no nosso país, Marc Collin e Olivier Libaux estarão acompanhados das vozes de Mélanie Pain, Zula e Liset Alea.

Criado em 2003 por Collin e Libaux, o projeto Nouvelle Vague pega em êxitos de décadas passadas, transformando-os em versões bossa nova. «Just Can't Get Enough», dos Depeche Mode, «Too Drunk To Fuck», dos Dead Kennedys, e «Dancing With Myself», de Billy Idol, são algumas das versões mais conhecidas assinadas pela banda francesa.

 Os bilhetes para os dois concertos estão à venda nos locais habituais.

Recorde-se que, no final de novembro, Olivier Libaux vai estar em Lisboa para apresentar o seu novo projeto, «Uncovered QOTSA», em que recria temas dos Queens of the Stone Age. O concerto fará parte do festival Vodafone Mexefest, a realizar nos dias 29 e 30 de novembro.

 
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