A ajuda europeia de 7,2 mil milhões de euros em três anos para apoiar os países mais pobres na luta contra as alterações climáticas, hoje anunciada por Bruxelas, é "insignificante", disse o representante dos países do G77.
"Não só é insignificante, como também alimenta a desconfiança sobre as intenções dos líderes da União Europeia em matéria de alterações climáticas", afirmou o delegado sudanês, Lumumba Stanislas Dia-Ping, cujo país preside ao G77, grupo que integra 130 países em vias de desenvolvimento.
Os chefes de Estado e de Governo da UE chegaram hoje a acordo em Bruxelas sobre um contributo europeu de 2,4 mil milhões de euros por ano nas ajudas imediatas para os países pobres na luta contra as alterações climáticas.
A UE contribuirá assim com um montante global de 7,2 mil milhões de euros ao longo dos próximos três anos (2010-2012) para ajudar os países mais pobres a enfrentarem os esforços de redução da emissão de gases geradores do efeito de estufa, procurando assim contribuir decisivamente para o sucesso da conferência de Copenhaga.
Segundo o delegado sudanês, os fundos europeus anunciados não respondem à questão central do financiamento a longo prazo dos países mais pobres.
"Consideramos que os líderes europeus agem como cépticos face às alterações Climáticas", sublinhou o delegado, em declarações à comunicação social, em Copenhaga.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
EUA aprovam lei que aperta regulação em Wall Street
A Câmara dos Representantes aprovou hoje um plano apresentado pelos democratas que aperta de forma significativa a regulação federal de Wall Street e do sector financeiro, revela o New York Times.
A aprovação foi conseguida ao fim de três dias de debate. Cria uma nova agência para supervisionar os empréstimos ao consumo e estabelece novas regras para as transacções que contribuíram para a crise financeira. A nova legislação procura ainda reduzir a ameaça que uma ou duas empresas de grandes dimensões poderem derrubar a economia.
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A aprovação foi conseguida ao fim de três dias de debate. Cria uma nova agência para supervisionar os empréstimos ao consumo e estabelece novas regras para as transacções que contribuíram para a crise financeira. A nova legislação procura ainda reduzir a ameaça que uma ou duas empresas de grandes dimensões poderem derrubar a economia.
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Apple penaliza Nasdaq
Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos encerraram em alta, à excepção do Nasdaq, com o Standard & Poor’s 500 a conseguir anular a perda semanal. Os melhores dados do que o previsto relativos às vendas no retalho e à confiança dos consumidores intensificaram o optimismo de que a retoma económica está a fortalecer.
O Dow Jones terminou a ganhar 0,63%, fixando-se nos 10.471,50 pontos. O S&P 500 avançou 0,37%, para 1.106,42 pontos.
Em contrapartida, o índice tecnológico Nasdaq estabeleceu-se nos 2.190,31 pontos, com uma perda de 0,03%. Os títulos que mais peso tiveram neste movimento negativo foram a Apple, Intel e RIM.
A Macy’s e a Best Buy subiram mais de 2,5%, animadas pelo anúncio pelo Departamento norte-americano do Comércio de um aumento de 1,3% das vendas no retalho em Novembro – quando os economistas previam uma queda.
A Alcoa ganhou perto de 5%, depois de o JPMorgan Chase ter revisto em alta a estimativa para os lucros da empresa.
A Delta Airlines liderou o índice das companhias aéreas, devido ao facto de a valorização do dólar ter feito cair o petróleo para níveis inferiores a 70 dólares por barril nos Estados Unidos.
Fonte: Jornal de Negócios
O Dow Jones terminou a ganhar 0,63%, fixando-se nos 10.471,50 pontos. O S&P 500 avançou 0,37%, para 1.106,42 pontos.
Em contrapartida, o índice tecnológico Nasdaq estabeleceu-se nos 2.190,31 pontos, com uma perda de 0,03%. Os títulos que mais peso tiveram neste movimento negativo foram a Apple, Intel e RIM.
A Macy’s e a Best Buy subiram mais de 2,5%, animadas pelo anúncio pelo Departamento norte-americano do Comércio de um aumento de 1,3% das vendas no retalho em Novembro – quando os economistas previam uma queda.
A Alcoa ganhou perto de 5%, depois de o JPMorgan Chase ter revisto em alta a estimativa para os lucros da empresa.
A Delta Airlines liderou o índice das companhias aéreas, devido ao facto de a valorização do dólar ter feito cair o petróleo para níveis inferiores a 70 dólares por barril nos Estados Unidos.
Fonte: Jornal de Negócios
«Fall Be Kind», Animal Collective
«Merryweather Post Pavillion» abriu o ano. «Fall Be Kind» fecha-o. 2009 é dos Animal Collective.
Há um feito extraordinário que os Animal Collective foram capazes de obter durante esta década. Desde «Sung Tongs» (2004) até hoje, não há um único disco menor, antes pelo contrário. Todos eles suscitaram largo consenso ao ponto de figurarem nas listas dos melhores dos anos 00.
Mais difícil que ter um ou dois álbuns com dimensão suficiente para alcançar tamanha relevância é chegar à bonita soma de quatro. E isto sem contar com este novo EP, «Fall Be Kind», que abraça o Outono e despede os Animal Collective do ano e da década.
Os próprios o anunciaram como um quinteto de temas «mais escuro» mas sem maquilhar o espírito psicadélico e experimental de um colectivo que, como poucos, define a arte contemporânea. Daí também o interesse que despertaram em áreas que estão para além da música. Como o cinema.
Se «Merryweather Post Pavillion» é um sério candidato a álbum do ano, «Fall Be Kind» também o poderia ser se os EP independentes (leia-se de material inédito) fossem classificados da mesma forma. 2009 dificilmente se poderia despedir de melhor forma.
Animal Collective
«Fall Be Kind»
Domino/Edel
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Há um feito extraordinário que os Animal Collective foram capazes de obter durante esta década. Desde «Sung Tongs» (2004) até hoje, não há um único disco menor, antes pelo contrário. Todos eles suscitaram largo consenso ao ponto de figurarem nas listas dos melhores dos anos 00.
Mais difícil que ter um ou dois álbuns com dimensão suficiente para alcançar tamanha relevância é chegar à bonita soma de quatro. E isto sem contar com este novo EP, «Fall Be Kind», que abraça o Outono e despede os Animal Collective do ano e da década.
Os próprios o anunciaram como um quinteto de temas «mais escuro» mas sem maquilhar o espírito psicadélico e experimental de um colectivo que, como poucos, define a arte contemporânea. Daí também o interesse que despertaram em áreas que estão para além da música. Como o cinema.
Se «Merryweather Post Pavillion» é um sério candidato a álbum do ano, «Fall Be Kind» também o poderia ser se os EP independentes (leia-se de material inédito) fossem classificados da mesma forma. 2009 dificilmente se poderia despedir de melhor forma.
Animal Collective
«Fall Be Kind»
Domino/Edel
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Petróleo em queda há oito sessões negoceia abaixo dos 70 dólares
Os preços do crude seguiam a acentuar o movimento de baixa, a negociar abaixo dos 70 dólares em Nova Iorque, penalizados pela valorização do dólar face ao euro e pelo aumento superior ao estimado dos inventários de gasolina e destilados nos EUA na semana passada.
O contrato de Janeiro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os EUA, seguia a ceder 1,05% em Nova Iorque, para 69,80 dólares por barril, depois de já terem estado num mínimo intradia de 69,58 dólares – o valor mais baixo desde 8 de Outubro.
Em Londres, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, perdia 0,65%, para 71,39 dólares por barril.
Os preços do crude perderam 10% em oito sessões consecutivas, naquela que é a mais longa série de descidas em seis anos, salienta a Bloomberg.
As cotações reforçaram a queda com a apreciação da nota verde, que está a ser sustentada pela especulação de que a Reserva Federal norte-americana irá subir os juros no próximo ano com a melhoria da economia.
A divisa norte-americana seguia a negociar em alta de 0,7% face ao euro, nos 1,4628 dólares, tendo já atingido hoje o valor mais elevado desde 5 de Outubro, nos 1,4608 dólares.
“Se o dólar continuar a valorizar, veremos mais interesses financeiros a deixarem de apostar nas matérias-primas”, comentou à Bloomberg um especialista da Energy Security Markets, Rick Mueller. “Os inventários de combustível estão muito elevados nos EUA e a procura está fraca”.
Recorde-se que na quarta-feira o Departamento norte-americano da Energia (DoE) anunciou que os inventários da gasolina subiram em 2,253 milhões de barris na semana passada, para o nível mais alto desde Abril (nos 216,3 milhões de barris), quando se estimava um aumento de 1,6 milhões. Em três semanas de acréscimo dos inventários, as reservas registaram um avanço de 3,5%.
Quanto aos “stocks” de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 1,619 milhões de barris, para 167,3 milhões, contra a projecção de uma queda de 750.000 barris. As actuais reservas de destilados estão 25% acima da média quinquenal deste período.
“Há operadores em estado de ansiedade devido à probabilidade de os inventários de destilados não descerem rapidamente”, afirmou à Bloomberg um analista da PFC Energy, David Kirsch. “O sentimento do mercado mudou e está agora mais focalizado nos fracos fundamentais”, acrescentou.
Apesar de os “stocks” de crude terem 3,823 milhões de barris na semana passada, quando os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um acréscimo de 250.000 barris, e apesar dos bons dados económicos que têm estado a ser divulgados nos últimos dias para a economia norte-americana, o petróleo continua a ser fortemente penalizado pelo bom desempenho do dólar, com quem tem uma estreita correlação. Um dólar mais forte torna menos atractivas as “commodities” como investimento alternativo.
Dentro das suas possibilidades, visite a fonte da informação aqui
O contrato de Janeiro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os EUA, seguia a ceder 1,05% em Nova Iorque, para 69,80 dólares por barril, depois de já terem estado num mínimo intradia de 69,58 dólares – o valor mais baixo desde 8 de Outubro.
Em Londres, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, perdia 0,65%, para 71,39 dólares por barril.
Os preços do crude perderam 10% em oito sessões consecutivas, naquela que é a mais longa série de descidas em seis anos, salienta a Bloomberg.
As cotações reforçaram a queda com a apreciação da nota verde, que está a ser sustentada pela especulação de que a Reserva Federal norte-americana irá subir os juros no próximo ano com a melhoria da economia.
A divisa norte-americana seguia a negociar em alta de 0,7% face ao euro, nos 1,4628 dólares, tendo já atingido hoje o valor mais elevado desde 5 de Outubro, nos 1,4608 dólares.
“Se o dólar continuar a valorizar, veremos mais interesses financeiros a deixarem de apostar nas matérias-primas”, comentou à Bloomberg um especialista da Energy Security Markets, Rick Mueller. “Os inventários de combustível estão muito elevados nos EUA e a procura está fraca”.
Recorde-se que na quarta-feira o Departamento norte-americano da Energia (DoE) anunciou que os inventários da gasolina subiram em 2,253 milhões de barris na semana passada, para o nível mais alto desde Abril (nos 216,3 milhões de barris), quando se estimava um aumento de 1,6 milhões. Em três semanas de acréscimo dos inventários, as reservas registaram um avanço de 3,5%.
Quanto aos “stocks” de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 1,619 milhões de barris, para 167,3 milhões, contra a projecção de uma queda de 750.000 barris. As actuais reservas de destilados estão 25% acima da média quinquenal deste período.
“Há operadores em estado de ansiedade devido à probabilidade de os inventários de destilados não descerem rapidamente”, afirmou à Bloomberg um analista da PFC Energy, David Kirsch. “O sentimento do mercado mudou e está agora mais focalizado nos fracos fundamentais”, acrescentou.
Apesar de os “stocks” de crude terem 3,823 milhões de barris na semana passada, quando os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um acréscimo de 250.000 barris, e apesar dos bons dados económicos que têm estado a ser divulgados nos últimos dias para a economia norte-americana, o petróleo continua a ser fortemente penalizado pelo bom desempenho do dólar, com quem tem uma estreita correlação. Um dólar mais forte torna menos atractivas as “commodities” como investimento alternativo.
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Brasil vai atingir um telemóvel por habitante em 2010
Claro estima
Brasil vai atingir um telemóvel por habitante em 2010
O mercado móvel brasileiro deverá crescer 12% no próximo ano, atingindo um total de 190 milhões de aparelhos, o que corresponde a uma taxa de penetração de 100%, estima o presidente da Claro, operadora móvel concorrente da Vivo no Brasil.
Em entrevista à Bloomberg, João Cox, o CEO da Claro, operadora detida pelo mexicano Carlos Slim, estima que no final deste ano o Brasil conte com mais de 170 milhões de utilizadores de telefone móvel, um crescimento de 13% que colocará a taxa de penetração nos 90%.
No final de 2010, de acordo com a previsão do mesmo responsável, a taxa de penetração atingirá os 100%, com 190 milhões de clientes. Contudo, este número não implica que todos os brasileiros tenham telefone móvel, já que muitos detêm mais que um aparelho e a tecnologia móvel é também utilizada para aceder à internet em computadores.
“O Brasil ainda oferece uma alta oportunidade de crescimento”, disse João Cox, afirmando que o mercado móvel brasileiro “é um dos melhores locais para investir dinheiro nesta altura”.
A Claro controla 25% do mercado móvel brasileiro, que é liderado (30%) pela Vivo, operadora detida em partes iguais pela Portugal Telecom e Telefónica.
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Brasil vai atingir um telemóvel por habitante em 2010
O mercado móvel brasileiro deverá crescer 12% no próximo ano, atingindo um total de 190 milhões de aparelhos, o que corresponde a uma taxa de penetração de 100%, estima o presidente da Claro, operadora móvel concorrente da Vivo no Brasil.
Em entrevista à Bloomberg, João Cox, o CEO da Claro, operadora detida pelo mexicano Carlos Slim, estima que no final deste ano o Brasil conte com mais de 170 milhões de utilizadores de telefone móvel, um crescimento de 13% que colocará a taxa de penetração nos 90%.
No final de 2010, de acordo com a previsão do mesmo responsável, a taxa de penetração atingirá os 100%, com 190 milhões de clientes. Contudo, este número não implica que todos os brasileiros tenham telefone móvel, já que muitos detêm mais que um aparelho e a tecnologia móvel é também utilizada para aceder à internet em computadores.
“O Brasil ainda oferece uma alta oportunidade de crescimento”, disse João Cox, afirmando que o mercado móvel brasileiro “é um dos melhores locais para investir dinheiro nesta altura”.
A Claro controla 25% do mercado móvel brasileiro, que é liderado (30%) pela Vivo, operadora detida em partes iguais pela Portugal Telecom e Telefónica.
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Gripe A H1N1: Pandemia menos letal do que se pensava - Governo britânico
A pandemia da gripe A (H1N1) é "consideravelmente menos letal" do que se pensava inicialmente, afirmou hoje o assessor do governo britânico para a área da Saúde, Liam Donaldson, citando um estudo.
A investigação, publicada hoje na revista médica British Medical Journal, salienta que a taxa de mortalidade causada pela doença ronda os 0,026 por cento, com base na análise de dados oficiais de Novembro.
As conclusões do estudo foram conhecidas numa altura em que os contágios pelo H1N1 na Grã-Bretanha continuam a diminuir, contrariando as previsões iniciais.
Fonte: Jornal de Notícias
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Militares: governo garante cumprir a lei
Já o presidente da Associação Nacional de Sargentos sublinha que é preciso «passar das palavras aos actos»
O secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar afirmou, esta quinta-feira, que o ministério irá «cumprir rigorosamente o que a lei determina» sobre os direitos das associações militares na discussão de matérias sócio-profissionais.
Em declarações à agência «Lusa», Marcos Perestrello disse desejar que exista um «clima de bom relacionamento e de confiança mútua entre todos os intervenientes, algo que considerou «ser útil para o bom funcionamento na área da Defesa».
Perestrello assegurou que o ministério da Defesa irá «cumprir rigorosamente o que a lei determina» em relação aos direitos de audição e de participação em grupos de trabalho das associações.
Ao longo dos anos, as associações militares têm criticado recorrentemente os vários governantes responsáveis pela pasta da Defesa, dizendo serem «excluídas» da discussão de alguns diplomas de âmbito sócio-profissional.
O presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), António Lima Coelho, que esta quinta-feira ao início da tarde esteve reunido com o ministro Augusto Santos Silva e com Marcos Perestrello, afirmou à «Lusa» que o facto de os novos governantes «dizerem pretender cumprir a lei» é «uma notícia importante», mas sublinhou que «é preciso que se passe das palavras aos actos».
«Não queremos tratamentos preferenciais, apenas o estrito cumprimento da lei», referiu.
O presidente da ANS adiantou que entregou um documento de apoio sobre o sistema retributivo, aprovado no final da anterior legislatura, e voltou a afirmar que este será um diploma «que vai trazer problemas» se não for alterado.
Por seu lado, o secretário de Estado da Defesa considerou que a nova tabela se traduz num «aumento significativo das remunerações» aos militares.
«Isso foi resultado desta revisão, que foi feita num cenário de contenção orçamental e de inflação eventualmente negativa, no sentido de dignificar a carreira militar», acrescentou.
Fonte: TVI 24
O secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar afirmou, esta quinta-feira, que o ministério irá «cumprir rigorosamente o que a lei determina» sobre os direitos das associações militares na discussão de matérias sócio-profissionais.
Em declarações à agência «Lusa», Marcos Perestrello disse desejar que exista um «clima de bom relacionamento e de confiança mútua entre todos os intervenientes, algo que considerou «ser útil para o bom funcionamento na área da Defesa».
Perestrello assegurou que o ministério da Defesa irá «cumprir rigorosamente o que a lei determina» em relação aos direitos de audição e de participação em grupos de trabalho das associações.
Ao longo dos anos, as associações militares têm criticado recorrentemente os vários governantes responsáveis pela pasta da Defesa, dizendo serem «excluídas» da discussão de alguns diplomas de âmbito sócio-profissional.
O presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), António Lima Coelho, que esta quinta-feira ao início da tarde esteve reunido com o ministro Augusto Santos Silva e com Marcos Perestrello, afirmou à «Lusa» que o facto de os novos governantes «dizerem pretender cumprir a lei» é «uma notícia importante», mas sublinhou que «é preciso que se passe das palavras aos actos».
«Não queremos tratamentos preferenciais, apenas o estrito cumprimento da lei», referiu.
O presidente da ANS adiantou que entregou um documento de apoio sobre o sistema retributivo, aprovado no final da anterior legislatura, e voltou a afirmar que este será um diploma «que vai trazer problemas» se não for alterado.
Por seu lado, o secretário de Estado da Defesa considerou que a nova tabela se traduz num «aumento significativo das remunerações» aos militares.
«Isso foi resultado desta revisão, que foi feita num cenário de contenção orçamental e de inflação eventualmente negativa, no sentido de dignificar a carreira militar», acrescentou.
Fonte: TVI 24
BlackRock detém 2,35% da PT
A BlackRock Inc. passou a deter uma participação superior a 2% dos direitos de voto correspondentes ao capital social da Portugal Telecom, informou a operadora de telecomunicações em comunicado à CMVM.
Esta participação resultou da aquisição, no passado dia 1 de Dezembro, do negócio da Barclays Global Investors pela BlackRock Inc.
“Adicionalmente, a PT foi informada de que, na sequência da transacção acima referida, esta entidade passou a deter uma participação qualificada na PT de 21.025.118 acções correspondentes a 2,35% dos direitos de votos na PT”, refere o documento da empresa liderada por Zeinal Bava.
De acordo com a informação recebida da BlackRock, Inc., as acções e os direitos de voto acima referidos são detidos através da BlackRock Investment Management (UK) Limited, acrescenta o comunicado.
A *PT* encerrou a sessão de hoje a ganhar 1,79%, para 8,297 euros.
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Esta participação resultou da aquisição, no passado dia 1 de Dezembro, do negócio da Barclays Global Investors pela BlackRock Inc.
“Adicionalmente, a PT foi informada de que, na sequência da transacção acima referida, esta entidade passou a deter uma participação qualificada na PT de 21.025.118 acções correspondentes a 2,35% dos direitos de votos na PT”, refere o documento da empresa liderada por Zeinal Bava.
De acordo com a informação recebida da BlackRock, Inc., as acções e os direitos de voto acima referidos são detidos através da BlackRock Investment Management (UK) Limited, acrescenta o comunicado.
A *PT* encerrou a sessão de hoje a ganhar 1,79%, para 8,297 euros.
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F.C. Porto: Mario Kempes ajuda a encontrar o terceiro passageiro
Campeão do Mundo de 78 fala da luta entre Belluschi, Valeri e Guarin
Mario Kempes, lembra-se? Foi o melhor jogador e melhor marcador do Mundial 78. Apontou seis golos que guiaram à Argentina ao título mundial, pelo que se tornou naturalmente a grande figura da selecção celeste na era pré-Maradona.
O avançado alto, forte e dono de um pé esquerdo admirável é agora comentador da ESPN nos Estados Unidos. Comentador de futebol, lá está. O que o obriga a ter um olhar atento sobre o futebol e a ter uma opinião pertinente sobre tudo.
Ora por isso o Maisfutebol foi falar com Mario Kempes. Acima de tudo para tentar perceber, olhando pelo lado mais inocente do futebol, por onde pode o F.C. Porto encontrar mais sucesso na procura do terceiro passageiro do meio-campo.
«Guarín é mais defensivo»
Belluschi, Valeri ou Guarin... quanto vale cada um? «São três grandes jogadores, que jogam numa grande equipa e que sempre foram figuras», garante Kempes. «Por isso é natural que não joguem os três. Deve haver alguma concorrência, mas é boa.»
O argentino acrescenta que «depende muito do que o treinador quiser para cada jogo específico». «Ao Guarín conheço-o menos bem, praticamente só da selecção, mas é um jogador com mais capacidade defensiva do que Valeri e Belluschi», acrescenta.
«O Valeri, por outro lado, é dos três o que tem maior capacidade de aparecer na zona de remate. Já o Belluschi é um talento, foi grande destaque no River Plate logo que chegou e é um jogador que se movimenta muito bem em todo o meio-campo de ataque.»
«Valeri é um jogador distinto»
Mario Kempes confessa, de resto, um especial prazer em ver Valeri jogar. «O Valeri era um jogador distinto. Foi muito importante no título do Lanús», recorda o antigo campeão mundial. «É um jogador com grande capacidade de passe e um bom remate.»
«O que se passa é que é complicado mudar de país e de liga. Foi encontrar hábitos e costumes diferentes, tanto na cultura do país quanto na forma de jogar futebol, por isso é normal que esteja a encontrar algumas dificuldades. Mas é um excelente jogador.»
«Belluschi tem a vantagem de conhecer a Europa»
Já Fernando Belluschi brilhou num dos clubes que mais viveu o talento de Mario Kempes. «É um grande jogador, um grande jogador.» Pode levar alguma vantagem sobre Valeri, pergunta-se. «Belluschi tem a vantagem de já ter jogado no Olympiacos.»
«Foi uma experiência que não lhe correu muito bem, ele era um grande valor do River, deu muito nas vistas, na Grécia não teve o mesmo sucesso, mas ajudou-o a ambientar-se à Europa e por isso pode ter-se adaptado melhor a Portugal.» Palavra de Kempes.
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