Um menino de 2 anos morreu nesta quinta-feira no Hospital de Iquique, no Chile, por causa de uma surra dada seu pai por ter urinado nas calças. O garoto chegou ao hospital em coma.
Segundo o promotor Víctor Ávila, responsável pela investigação do caso, o pai da criança, um boliviano sem residência legal no Chile, "sacudiu o menino repetidamente, bateu nele com um tubo de PVC e depois o jogou no chão". O crime ocorreu na cidade de Apamilca, na municipalidade de Pozo Almonte, no norte do Chile.
O menino ficou inconsciente, teve fraturas múltiplas e lesões internas, acrescentou Ávila.
De acordo com o promotor, no momento da detenção, o pai disse que "estava educando" seu filho. A agressão foi denunciada por vizinhos. O menino recebeu um primeiro atendimento no consultório médico de Apamilca, mas, devido à gravidade, foi levado ao hospital de Iquique. Ávila disse que a companheira do pai do menino, que não é sua mãe, também foi detida porque pode ter tido participação no crime.
O pai contou à polícia que o menino era fruto de uma relação anterior que teve em Oruro, na Bolívia, e que tem uma filha de 1 ano e quatro meses com a atual companheira.
Este é o segundo caso do gênero no Chile nas últimas semanas. Em 21 de dezembro passado, um menino de dois anos morreu depois de uma surra de seu padrasto. Segundo o último estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, na sigla em inglês) sobre maus-tratos no Chile, três em cada quatro crianças do país são vítimas de agressões físicas ou psicológicas em casa e uma em cada quatro é vítima de violência grave.
Caso pretenda, visite a fonte da informação aqui
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Atirador se suicida após matar três em fábrica, diz polícia
Um trabalhador descontente envolvido em uma disputa sobre aposentadoria com a sua empresa foi responsabilizado pela morte a tiros de três pessoas em uma fábrica de Saint-Louis nesta quinta-feira. Cinco pessoas ficaram feridas e o atirador aparentemente se matou, disseram autoridades locais.
Bombeiros identificaram o atirador como Timothy Hendron, 51. A polícia não divulgou o nome dele, mas disse que um homem suspeito de ser o atirador foi encontrado morto no interior da fábrica com uma marca de tiro aparentemente autoinfligido.
A motivação para o ataque não foi imediatamente identificada. Mas em 2006, Hendron e outros trabalhadores da ABB processou a empresa por perdas de aposentadoria. O processo federal acusa a empresa e seu comitê de revisão de pensões de incluir em suas contas de aposentadoria opções de investimento com taxas "injustificadas e excessivas".
A audiência da causa contra a empresa tinha começado na última terça na cidade do Kansas, no estado do Missouri.
Os tiros começaram por volta das 6h30 (13h30 em Brasília), durante uma mudança de turno, e 40 a 50 pessoas provavelmente estavam na fábrica no momento, disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros Bob Keuss.
"Muitos deles [funcionários] procuraram segurança no telhado, nas caldeiras e armários de vassoura", disse Dotson.
Os nomes das vítimas não foram imediatamente divulgados. A polícia disse que três dos feridos estavam em estado grave e dois estavam em condições estáveis.
O site do "The St. Louis Post-Dispatch" diz que alguns dos funcionários correram para o telhado para escapar dos tiros, enquanto outros permaneceram escondidos nas salas do escritório.
O Grupo ABB fabrica transmissores de energia e equipamentos de automação industrial. A unidade de Saint-Louis emprega cerca de 270 pessoas. A empresa tem operações em aproximadamente cem países, empregando cerca de 120 mil pessoas. Em outubro passado, a ABB informou de mais de US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.
Thomas Schmidt, porta-voz da ABB em Zurique, na Suíça, disse que a empresa recebeu relatos dos tiros. "O bem estar dos nossos funcionários é a coisa mais importante para nós", disse Schmidt, sem dar mais detalhes.
Faça uma visita à fonte da informação clicando aqui
Bombeiros identificaram o atirador como Timothy Hendron, 51. A polícia não divulgou o nome dele, mas disse que um homem suspeito de ser o atirador foi encontrado morto no interior da fábrica com uma marca de tiro aparentemente autoinfligido.
A motivação para o ataque não foi imediatamente identificada. Mas em 2006, Hendron e outros trabalhadores da ABB processou a empresa por perdas de aposentadoria. O processo federal acusa a empresa e seu comitê de revisão de pensões de incluir em suas contas de aposentadoria opções de investimento com taxas "injustificadas e excessivas".
A audiência da causa contra a empresa tinha começado na última terça na cidade do Kansas, no estado do Missouri.
Os tiros começaram por volta das 6h30 (13h30 em Brasília), durante uma mudança de turno, e 40 a 50 pessoas provavelmente estavam na fábrica no momento, disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros Bob Keuss.
"Muitos deles [funcionários] procuraram segurança no telhado, nas caldeiras e armários de vassoura", disse Dotson.
Os nomes das vítimas não foram imediatamente divulgados. A polícia disse que três dos feridos estavam em estado grave e dois estavam em condições estáveis.
O site do "The St. Louis Post-Dispatch" diz que alguns dos funcionários correram para o telhado para escapar dos tiros, enquanto outros permaneceram escondidos nas salas do escritório.
O Grupo ABB fabrica transmissores de energia e equipamentos de automação industrial. A unidade de Saint-Louis emprega cerca de 270 pessoas. A empresa tem operações em aproximadamente cem países, empregando cerca de 120 mil pessoas. Em outubro passado, a ABB informou de mais de US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.
Thomas Schmidt, porta-voz da ABB em Zurique, na Suíça, disse que a empresa recebeu relatos dos tiros. "O bem estar dos nossos funcionários é a coisa mais importante para nós", disse Schmidt, sem dar mais detalhes.
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Ilha australiana é invadida por migração de milhões de caranguejos
A migração anual de mais de 100 milhões de caranguejos fechou estradas e transformou as ruas da Ilha Christmas, na Austrália, em enormes tapetes vermelhos.Os cerca de 120 milhões de caranguejos, segundo o Parque Nacional da Ilha Christmas, no sudoeste da Austrália, migram todos os anos das florestas para o mar, para a reprodução e desova.
O movimento rumo ao oceano começa entre os meses de novembro e janeiro, dependendo das chuvas. Os caranguejos apenas prosseguem a migração com chuva. Esse ano, devido ao fato de a estação úmida ter vindo mais tarde, houve apenas uma desova, iniciada no meio de dezembro.
A migração é tão intensa que ruas e estradas são fechadas na ilha, para impedir que os crustáceos sejam esmagados. Guardas-florestais também constroem pontes plásticas sobre as estradas para que os caranguejos atravessem sem perigo.
Tricia Ho, guarda-florestal na ilha, disse à BBC Brasil que os filhotes de caranguejos já estão emergindo aos poucos e logo deverão começar o caminho para as florestas.
A movimentação da natureza, no entanto, não impede que os 1,2 mil moradores locais prossigam com suas atividades diárias. "Não é difícil ver caranguejos dentro das casas", disse Linda Cash, moradora local, à BBC Brasil.
'Galápagos do Índico'
O pequeno pedaço de terra no Oceano Índico foi descoberto e nomeado Ilha Christmas por um capitão britânico, que passava pela região no dia de Natal em 1643.
O local é conhecido como a "Galápagos do Oceano Índico", devido à sua grande biodiversidade, comparável à do arquipélago que fica no Oceano Pacífico.
A Ilha Christmas é um paraíso para pássaros e 14 espécies de caranguejos, incluindo o maior invertebrado no mundo, o caranguejo coco.
Dois terços da ilha formam um parque nacional, atraindo 1.500 visitantes por ano, principalmente mergulhadores e observadores de pássaros e caranguejos.
Apesar de fazer parte do território australiano, a ilha está a apenas 370 quilômetros da costa sul da Indonésia e a maioria de sua população pertence às etnias chinesa e malaia.
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Lésbica «invade» apresentação de livro contra casamento gay
Helena Martins deu um ramo de flores aos autores do livro e confrontou os presentes: «Olhem para mim. Sou um ser humano»
Helena Martins tinha prometido uma manifestação pacífica à porta da editora que apresentou, esta quarta-feira, o livro «Porque não, casamento entre pessoas do mesmo sexo». No entanto, «a montanha pariu um rato», como disse a própria, e apenas Helena apareceu.
Depois das palavras dos autores, assumidamente contra o casamento homossexual, a lésbica interveio: «Vim aqui dar-vos um ramo de flores, o ramo da noiva, ironicamente.
Não podia deixar de vir aqui dialogar convosco e dar-vos o meu próprio livro: Porque sim.»
À plateia, Helena deixou um desafio: «Olhem para mim. Vejam pessoas concretas. Eu sou um ser humano.»
Criada no seio de uma família católica, a homossexual admitiu que os seus familiares «foram os primeiros a dizer que queriam era que eu fosse feliz». «Mas como é que posso ser feliz sem poder dizer: a minha mulher...», comentou.
Ao tvi24.pt, Helena Martins revelou que não vai poder ir à Assembleia da República na próxima sexta-feira, quando se adivinha a aprovação do casamento gay pela esquerda parlamentar. «No entanto, a minha companheira vai lá estar e temos planos de casar depois», disse.
«Mas mesmo que eu não quisesse casar, o importante é ter essa liberdade de escolha. Eu, aos 18 anos, achava que era heterossexual, tinha o sonho de casar. Por que é que esse direito me foi negado a partir do momento em que me assumi como gay?», questionou.
Helena Martins tinha prometido uma manifestação pacífica à porta da editora que apresentou, esta quarta-feira, o livro «Porque não, casamento entre pessoas do mesmo sexo». No entanto, «a montanha pariu um rato», como disse a própria, e apenas Helena apareceu.
Depois das palavras dos autores, assumidamente contra o casamento homossexual, a lésbica interveio: «Vim aqui dar-vos um ramo de flores, o ramo da noiva, ironicamente.
Não podia deixar de vir aqui dialogar convosco e dar-vos o meu próprio livro: Porque sim.»
À plateia, Helena deixou um desafio: «Olhem para mim. Vejam pessoas concretas. Eu sou um ser humano.»
Criada no seio de uma família católica, a homossexual admitiu que os seus familiares «foram os primeiros a dizer que queriam era que eu fosse feliz». «Mas como é que posso ser feliz sem poder dizer: a minha mulher...», comentou.
Ao tvi24.pt, Helena Martins revelou que não vai poder ir à Assembleia da República na próxima sexta-feira, quando se adivinha a aprovação do casamento gay pela esquerda parlamentar. «No entanto, a minha companheira vai lá estar e temos planos de casar depois», disse.
«Mas mesmo que eu não quisesse casar, o importante é ter essa liberdade de escolha. Eu, aos 18 anos, achava que era heterossexual, tinha o sonho de casar. Por que é que esse direito me foi negado a partir do momento em que me assumi como gay?», questionou.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Google et "carte musique", Sarkozy valide l'essentiel des propositions de la mission Zelnik
L'autorité de la concurrence sera saisie sur un éventuel abus de position dominante de Google dans le secteur de la publicité en ligne, et une expertise sera lancée pour tenter de mieux "appréhender fiscalement" les revenus publicitaires des moteurs de recherche et des portails Web. Nicolas Sarkozy a validé, jeudi, l'une des principales propositions de la mission Zelnik, chargée de réfléchir au moyen de développer l'offre culturelle sur Internet, lors de ses vœux au monde de la culture.
La mission présidée par le PDG du label Naïve, Patrick Zelnik, éditeur notamment de Mirwais ou de Carla Bruni, avait rendu mercredi ses conclusions, contenant des propositions dans les domaines du livre numérique et de la vidéo ou de la musique en ligne. Parmi ces ajustements fiscaux ou législatifs, qui pourraient donner lieu à une proposition de loi visant à compléter le volet répressif de la loi Hadopi, la mission recommandait notamment la création d'une "taxe Google", sur les revenus publicitaires réalisés pas les portails et moteurs de recherche (Yahoo!, Facebook...), de l'ordre de 1 % à 2 %. Estimant que "ces entreprises sont taxées dans le pays siège, alors qu'elles ponctionnent une part importante de notre marché publicitaire", le chef de l'Etat a souhaité qu'une taxation plus précise soit mise en place, sans préciser s'il s'agirait d'une nouvelle taxe.
UNE CARTE DE TÉLÉCHARGEMENT POUR LES JEUNES
Le président de la République a également validé une autre des propositions clef de la mission Zelnik : une "carte musique jeune", financée en partie par l'Etat, pour inciter les jeunes à utiliser les services de téléchargement légaux, devrait voir le jour d'ici à l'été 2010. Concrètement, cette carte, d'une valeur de 50 euros, permettrait de télécharger de la musique sur tous les sites qui s'associeront à l'opération. Ces partenaires contribueraient au financement de la carte, à hauteur de 5 à 10 euros, tandis que l'Etat prendrait 20 euros à sa charge. L'internaute ne paierait ainsi que la moitié du prix.
La mission, présidée par Patrick Zelnik et codirigée par l'ancien ministre Jacques Toubon et le PDG de Sotheby's France Cerrutti, estime que cette mesure créera un effet vertueux en encourageant les internautes les plus jeunes à passer par les sites de vente de musique plutôt que par le téléchargement illégal. S'appuyant sur un sondage mené auprès d'un millier de personne, la mission Zelnik constate que le prix de la musique en ligne est l'obstacle le plus souvent cité à l'achat de musique sur les sites de vente. Le coût de la mesure est estimé à 20 millions d'euros par an.
(Le Monde)
La mission présidée par le PDG du label Naïve, Patrick Zelnik, éditeur notamment de Mirwais ou de Carla Bruni, avait rendu mercredi ses conclusions, contenant des propositions dans les domaines du livre numérique et de la vidéo ou de la musique en ligne. Parmi ces ajustements fiscaux ou législatifs, qui pourraient donner lieu à une proposition de loi visant à compléter le volet répressif de la loi Hadopi, la mission recommandait notamment la création d'une "taxe Google", sur les revenus publicitaires réalisés pas les portails et moteurs de recherche (Yahoo!, Facebook...), de l'ordre de 1 % à 2 %. Estimant que "ces entreprises sont taxées dans le pays siège, alors qu'elles ponctionnent une part importante de notre marché publicitaire", le chef de l'Etat a souhaité qu'une taxation plus précise soit mise en place, sans préciser s'il s'agirait d'une nouvelle taxe.
UNE CARTE DE TÉLÉCHARGEMENT POUR LES JEUNES
Le président de la République a également validé une autre des propositions clef de la mission Zelnik : une "carte musique jeune", financée en partie par l'Etat, pour inciter les jeunes à utiliser les services de téléchargement légaux, devrait voir le jour d'ici à l'été 2010. Concrètement, cette carte, d'une valeur de 50 euros, permettrait de télécharger de la musique sur tous les sites qui s'associeront à l'opération. Ces partenaires contribueraient au financement de la carte, à hauteur de 5 à 10 euros, tandis que l'Etat prendrait 20 euros à sa charge. L'internaute ne paierait ainsi que la moitié du prix.
La mission, présidée par Patrick Zelnik et codirigée par l'ancien ministre Jacques Toubon et le PDG de Sotheby's France Cerrutti, estime que cette mesure créera un effet vertueux en encourageant les internautes les plus jeunes à passer par les sites de vente de musique plutôt que par le téléchargement illégal. S'appuyant sur un sondage mené auprès d'un millier de personne, la mission Zelnik constate que le prix de la musique en ligne est l'obstacle le plus souvent cité à l'achat de musique sur les sites de vente. Le coût de la mesure est estimé à 20 millions d'euros par an.
(Le Monde)
Butantan cria nova vacina contra gripe suína
O Instituto Butantan começa a realizar nos próximos dias ensaios clínicos para testar a eficiência de uma substância que pode dobrar o poder da vacina contra a influenza A H1N1 – gripe suína.
Isso faria com que o custo das doses caísse pela metade. Desenvolvida e patenteada pelo instituto, a substância adjuvante já foi testada em outras vacinas e mostrou eficiência.
“Com esse produto, a vacina fica com o poder imunogênico duplicado, ou seja, com metade da dose, imuniza-se uma pessoa”, explicou ontem o secretário de Saúde do estado de São Paulo, Luiz Roberto Barradas Barata.
Para o início dos testes, é necessária ainda a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Barata espera uma aprovação rápida da agência e o início da produção com a substância em março. “Se o teste der certo – já sabemos que vai dar certo, porque fizemos testes para outras vacinas – vamos pôr o adjuvante e, com isso, conseguiremos multiplicar o número de doses da vacina”, disse. Segundo ele, é possível que a campanha nacional de vacinação, que deverá ter início em março ou abril, já conte com doses da vacina produzida com a substância.
O Butantan ainda não tem capacidade de produzir totalmente a vacina contra a gripe A a partir de uma cepa do vírus. A substância desenvolvida no instituto faz com que, partindo de doses produzidas por outros países - como os Estados Unidos e a França -, a vacina possa ser replicada. Apenas em 2011, o instituto prevê a conclusão de sua fábrica própria da vacina contra a gripe suína, que terá tecnologia transferida da França. Neste ano o instituto deverá estar pronto para produzir, também com tecnologia transferida da França, a vacina contra a gripe comum.
O Ministério da Saúde informou ontem que já adquiriu 83 milhões de doses de vacina contra a gripe suína. Em novembro do ano passado, o ministério havia comprado 40 milhões de doses do Glaxo Smith Kline (GSK). Além disso, comprou 33 milhões de doses, importadas pelo Instituto Butantan, que serão entregues até o mês de março. Na última semana, firmou contrato para a obtenção de 10 milhões de doses do Fundo Rotatório de Vacinas da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).
Oito milhões de doses foram adquiridas pelo Butantan no contrato de transferência de tecnologia do laboratório francês Sanofi-Pasteur para produção de vacinas no instituto.
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Isso faria com que o custo das doses caísse pela metade. Desenvolvida e patenteada pelo instituto, a substância adjuvante já foi testada em outras vacinas e mostrou eficiência.
“Com esse produto, a vacina fica com o poder imunogênico duplicado, ou seja, com metade da dose, imuniza-se uma pessoa”, explicou ontem o secretário de Saúde do estado de São Paulo, Luiz Roberto Barradas Barata.
Para o início dos testes, é necessária ainda a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Barata espera uma aprovação rápida da agência e o início da produção com a substância em março. “Se o teste der certo – já sabemos que vai dar certo, porque fizemos testes para outras vacinas – vamos pôr o adjuvante e, com isso, conseguiremos multiplicar o número de doses da vacina”, disse. Segundo ele, é possível que a campanha nacional de vacinação, que deverá ter início em março ou abril, já conte com doses da vacina produzida com a substância.
O Butantan ainda não tem capacidade de produzir totalmente a vacina contra a gripe A a partir de uma cepa do vírus. A substância desenvolvida no instituto faz com que, partindo de doses produzidas por outros países - como os Estados Unidos e a França -, a vacina possa ser replicada. Apenas em 2011, o instituto prevê a conclusão de sua fábrica própria da vacina contra a gripe suína, que terá tecnologia transferida da França. Neste ano o instituto deverá estar pronto para produzir, também com tecnologia transferida da França, a vacina contra a gripe comum.
O Ministério da Saúde informou ontem que já adquiriu 83 milhões de doses de vacina contra a gripe suína. Em novembro do ano passado, o ministério havia comprado 40 milhões de doses do Glaxo Smith Kline (GSK). Além disso, comprou 33 milhões de doses, importadas pelo Instituto Butantan, que serão entregues até o mês de março. Na última semana, firmou contrato para a obtenção de 10 milhões de doses do Fundo Rotatório de Vacinas da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).
Oito milhões de doses foram adquiridas pelo Butantan no contrato de transferência de tecnologia do laboratório francês Sanofi-Pasteur para produção de vacinas no instituto.
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TMN disponibiliza “Widgets” no telemóvel
Como forma de dar resposta à tendência de convergência entre as diversas plataformas de acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação, a TMN acaba de lançar um amplo conjunto de widgets gratuitos para telemóvel. Com os widgets, aplicações adaptadas à usabilidade do telemóvel, os clientes da TMN poderão aceder no ecrã do seu telefone a conteúdos tipicamente visualizados através da Internet. A partir deste momento, os clientes da TMN podem aceder, no seu telemóvel, sob a forma de widgets, a uma grande quantidade de informações relevantes, para todos os interesses e gostos:
•Notícias de futebol: abrangendo diversos clubes, como o Sport Lisboa e Benfica, o Sporting Clube de Portugal e o Futebol Clube do Porto e a Selecção Nacional de Futebol;
•Notícias de Desporto em geral, contemplando diferentes modalidades;
•Notícias de Economia;
•Oportunidades de Emprego (disponibilizadas no Sapo Emprego);
•Notícias Locais (organizadas por cidade);
•Notícias Gerais de última hora (Breaking news);
•Estado do Trânsito;
•Resultados dos Jogos Santa Casa.
Este catálogo de widgets será constantemente enriquecido, podendo os clientes da TMN contar com a disponibilização a breve trecho de mais widgets, nomeadamente, nas áreas da meteorologia e horóscopo, entre outras. Para poderem aceder a estas pequenas mas extremamente úteis aplicações, os utilizadores apenas terão de entrar na App Store TMN através do seu PC (www.tmn.pt) ou do seu telemóvel (http://m.tmn.pt) e fazer o download dos widgets para o seu telefone. A partir daí terão acesso fácil, à distância de um simples clique, a conteúdos variados e sempre actualizados.
Widgets – o que são?
Os widgets são pequenas aplicações desenhadas em função de uma melhor adaptação de conteúdos de Internet às capacidades do telemóvel, visando quer o aumento da componente gráfica, quer a usabilidade desses mesmos conteúdos que passam a ser acedidos no ecrã dos telefones, em plena mobilidade. A disponibilização de widgets no telemóvel constitui, assim, uma forma directa e cómoda de permitir aceder aos principais temas que os clientes pretendem, em cada momento, acompanhar.
O lançamento da oferta de widgets agora apresentada pela TMN é sintomático da diversidade de conteúdos móveis TMN que visam simplificar e facilitar o dia-a-dia dos utilizadores e, simultaneamente, democratizar o acesso à informação, em qualquer lugar, em qualquer momento.
Fonte. PT
•Notícias de futebol: abrangendo diversos clubes, como o Sport Lisboa e Benfica, o Sporting Clube de Portugal e o Futebol Clube do Porto e a Selecção Nacional de Futebol;
•Notícias de Desporto em geral, contemplando diferentes modalidades;
•Notícias de Economia;
•Oportunidades de Emprego (disponibilizadas no Sapo Emprego);
•Notícias Locais (organizadas por cidade);
•Notícias Gerais de última hora (Breaking news);
•Estado do Trânsito;
•Resultados dos Jogos Santa Casa.
Este catálogo de widgets será constantemente enriquecido, podendo os clientes da TMN contar com a disponibilização a breve trecho de mais widgets, nomeadamente, nas áreas da meteorologia e horóscopo, entre outras. Para poderem aceder a estas pequenas mas extremamente úteis aplicações, os utilizadores apenas terão de entrar na App Store TMN através do seu PC (www.tmn.pt) ou do seu telemóvel (http://m.tmn.pt) e fazer o download dos widgets para o seu telefone. A partir daí terão acesso fácil, à distância de um simples clique, a conteúdos variados e sempre actualizados.
Widgets – o que são?
Os widgets são pequenas aplicações desenhadas em função de uma melhor adaptação de conteúdos de Internet às capacidades do telemóvel, visando quer o aumento da componente gráfica, quer a usabilidade desses mesmos conteúdos que passam a ser acedidos no ecrã dos telefones, em plena mobilidade. A disponibilização de widgets no telemóvel constitui, assim, uma forma directa e cómoda de permitir aceder aos principais temas que os clientes pretendem, em cada momento, acompanhar.
O lançamento da oferta de widgets agora apresentada pela TMN é sintomático da diversidade de conteúdos móveis TMN que visam simplificar e facilitar o dia-a-dia dos utilizadores e, simultaneamente, democratizar o acesso à informação, em qualquer lugar, em qualquer momento.
Fonte. PT
Sócrates vai a plenário defender casamento gay
O primeiro-ministro resolveu assumir, ele mesmo, a defesa da proposta do Governo que legaliza os casamentos homossexuais, no debate que ocorrerá amanhã na Assembleia da República, confirmou o DN.
A decisão de Sócrates pretende dar um sinal político de que a proposta é central para o Governo.Pela bancada socialista falarão também Francisco Assis, Miguel Vale de Almeida (o primeiro deputado português assumidamente gay) e Ana Catarina Mendes.
Fonte: DN
A decisão de Sócrates pretende dar um sinal político de que a proposta é central para o Governo.Pela bancada socialista falarão também Francisco Assis, Miguel Vale de Almeida (o primeiro deputado português assumidamente gay) e Ana Catarina Mendes.
Fonte: DN
Nasdaq incapaz de acompanhar ganhos de congéneres norte-americanas
Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos terminaram mistos, com o Dow Jones e o S&P500 a fecharem em terreno positivo e o Nasdaq a encerrar no vermelho.
As praças norte-americanas chegaram a estar a ganhar mais terreno, mas cederam nos ganhos depois de alguns reguladores, incluindo a Reserva Federal, terem advertido os bancos para se precaverem com uma subida dos juros e procederem a aumentos de capital se for necessário.
O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,31%, fixando-se nos 10.606,86 pontos. O S&P 500 avançou 0,40%, para se estabelecer nos 1.141,69 pontos.
Em contrapartida, o índice tecnológico Nasdaq terminou a valer 2.300,05 pontos, com uma desvalorização de 0,05%, penalizado sobretudo pela Google, Microsoft e Intel.
Os títulos dos produtores de matérias-primas estiveram em baixa, influenciados pela decisão da China de tomar medidas para “moderar” o crescimento do crédito no país durante este ano. O sector dos semicondutores também esteve em queda, o que pressionou o Nasdaq.
A ConocoPhillips e a Chevron perderam terreno, numa sessão em que o crude corrigiu de 10 dias de ganhos.
A MasterCard Inc. também caiu, depois de o Wells Fargo ter revisto em baixa a recomendação das suas acções para “market perform”.
A Alcoa acompanhou a tendência de perdas, depois de o Citigroup ter retirado a sua recomendação de “comprar” para as acções da maior fabricante norte-americana de alumínio e ter previsto que os resultados do quarto trimestre da empresa ficarão abaixo do estimado pelo consenso do mercado.
Pela positiva tivemos a Sears Holdings e a Bed Bath & Beyond, a subirem mais de 7,5%, depois de preverem lucros acima das projecções dos analistas. O bom desempenho do sector retalhista contribuiu para animar o resultado da sessão.
A General Electric pulou 5,7%, o máximo de dois meses, depois de o JPMorgan Chase rever em alta a estimativa para o preço-alvo das acções da empresa.
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As praças norte-americanas chegaram a estar a ganhar mais terreno, mas cederam nos ganhos depois de alguns reguladores, incluindo a Reserva Federal, terem advertido os bancos para se precaverem com uma subida dos juros e procederem a aumentos de capital se for necessário.
O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,31%, fixando-se nos 10.606,86 pontos. O S&P 500 avançou 0,40%, para se estabelecer nos 1.141,69 pontos.
Em contrapartida, o índice tecnológico Nasdaq terminou a valer 2.300,05 pontos, com uma desvalorização de 0,05%, penalizado sobretudo pela Google, Microsoft e Intel.
Os títulos dos produtores de matérias-primas estiveram em baixa, influenciados pela decisão da China de tomar medidas para “moderar” o crescimento do crédito no país durante este ano. O sector dos semicondutores também esteve em queda, o que pressionou o Nasdaq.
A ConocoPhillips e a Chevron perderam terreno, numa sessão em que o crude corrigiu de 10 dias de ganhos.
A MasterCard Inc. também caiu, depois de o Wells Fargo ter revisto em baixa a recomendação das suas acções para “market perform”.
A Alcoa acompanhou a tendência de perdas, depois de o Citigroup ter retirado a sua recomendação de “comprar” para as acções da maior fabricante norte-americana de alumínio e ter previsto que os resultados do quarto trimestre da empresa ficarão abaixo do estimado pelo consenso do mercado.
Pela positiva tivemos a Sears Holdings e a Bed Bath & Beyond, a subirem mais de 7,5%, depois de preverem lucros acima das projecções dos analistas. O bom desempenho do sector retalhista contribuiu para animar o resultado da sessão.
A General Electric pulou 5,7%, o máximo de dois meses, depois de o JPMorgan Chase rever em alta a estimativa para o preço-alvo das acções da empresa.
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Google lança programa AdSense em Portugal
O Google Portugal disponibiliza a partir de hoje um programa de publicidade que permite a qualquer proprietário de uma página de Internet obter receitas adicionais de forma simples e gratuita, foi hoje anunciado.
O programa Google AdSense disponibiliza, segundo a empresa, anúncios de texto e imagem nas páginas de Internet que integram a sua rede de conteúdos, bastando que o dono de uma página de Internet autorize a exibição de anúncios através do endereço AdSense.
A empresa do motor de busca explica ainda, numa nota à imprensa, que os anúncios de publicidade apresentados numa página de Internet estão directamente relacionados com o tema da página de modo a que estes se convertam em informação adicional para os utilizadores que navegam no Web site ou Blogue.
O Adsense existe em dois formatos, um que permite ao dono de uma página de Internet obter receitas adicionais ao mesmo tempo que ajuda os utilizadores a econtrarem a informação que procuram e outro onde o dono da página de Internet inclui uma caixa de pesquisa Google no seu Website e sempre que fizer uma pesquisa serão exibidos ao lado anúncios relacionados com a pesquisa.
Se o utilizador clicar num destes anúncios será assim dirigido para o website do anunciante e cada clique num anúncio gera receitas quer para o dono da página Web quer para a Google.
Entretanto, em França o produtor musical Patrick Zelnik - responsável pelos discos da primeira-dama francesa Carla Bruni - propôs ao governo local que passasse a cobrar ao Google um imposto, que reverteria para ajudar os produtores de conteúdos.
O produtor sugere, de acordo com o jornal Liberárion, que seja cobrada "uma pequena percentagem" a empresas com motores de busca na Internet, caso da Google.
Em Setembro do ano passado, Zelnik foi encarregado de apresentar ao governo francês propostas para melhorar as remunerações dos produtores de conteúdos, no âmbito da luta do executivo contra os "downloads" ilegais.
O "imposto Google", como o próprio lhe chama, "consistiria em cobrar uma pequena percentagem dos cerca de 800 milhões de euros de facturação do motor de busca em França".
O produtor musical sugere ainda que o imposto seja instaurado "a nível europeu".
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O programa Google AdSense disponibiliza, segundo a empresa, anúncios de texto e imagem nas páginas de Internet que integram a sua rede de conteúdos, bastando que o dono de uma página de Internet autorize a exibição de anúncios através do endereço AdSense.
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O Adsense existe em dois formatos, um que permite ao dono de uma página de Internet obter receitas adicionais ao mesmo tempo que ajuda os utilizadores a econtrarem a informação que procuram e outro onde o dono da página de Internet inclui uma caixa de pesquisa Google no seu Website e sempre que fizer uma pesquisa serão exibidos ao lado anúncios relacionados com a pesquisa.
Se o utilizador clicar num destes anúncios será assim dirigido para o website do anunciante e cada clique num anúncio gera receitas quer para o dono da página Web quer para a Google.
Entretanto, em França o produtor musical Patrick Zelnik - responsável pelos discos da primeira-dama francesa Carla Bruni - propôs ao governo local que passasse a cobrar ao Google um imposto, que reverteria para ajudar os produtores de conteúdos.
O produtor sugere, de acordo com o jornal Liberárion, que seja cobrada "uma pequena percentagem" a empresas com motores de busca na Internet, caso da Google.
Em Setembro do ano passado, Zelnik foi encarregado de apresentar ao governo francês propostas para melhorar as remunerações dos produtores de conteúdos, no âmbito da luta do executivo contra os "downloads" ilegais.
O "imposto Google", como o próprio lhe chama, "consistiria em cobrar uma pequena percentagem dos cerca de 800 milhões de euros de facturação do motor de busca em França".
O produtor musical sugere ainda que o imposto seja instaurado "a nível europeu".
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