A Band transmite ao vivo neste domingo, a partir das 16h, duas partidas da 25ª rodada do Brasileirão para diferentes regiões do país. O jogo Internacional x Corinthians , no Beira-Rio, será transmitido para SC, SP, BA, SE, PE, PA, DF.
Já o duelo entre Vitória e Fluminense, no Barradão, terá transmissão para RS, MG, RJ, ES, GO, TO, MS, MT, AL, PB, RN, CE, PI, MA, AM, RO, AC, RR, AP, PR.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Quem fizer downloads ilegais pode ficar sem net
Parlamento Europeu aprovou relatório que prevê a interdição de acesso por pirataria, mas deixa a decisão ao critério de cada governo.
O Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira o Relatório Gallo, que prevê a interdição de acesso à internet a quem faça downloads ilegais, embora deixe essa decisão ao critério de cada governo dos países da União Europeia (UE), avança a agência Lusa.
Elaborado pela deputada francesa Marielle Gallo, o relatório obteve 328 votos a favor, 245 contra e 81 abstenções e passa a servir de referência à legislação que os 27 estados-membros da UE venham a adoptar para combater a pirataria.
Partido Popular Europeu (PPE), Grupo dos Conservadores e Reformistas Europeus (ECR), Europa da Liberdade e da Democracia (EFD), Grupo da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa (ALDE) e Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (S&D) foram cinco dos sete grupos do PE que votaram a favor do relatório.
Em simultâneo com a aprovação do Relatório Gallo surgiram as primeiras notícias de que a lei Hadopi (que prevê a interdição de acesso à rede por parte de piratas informáticos) entrou em vigor esta sexta-feira, com os detentores de direitos de autor a enviarem dezenas de milhar de endereços de IP para os operadores de telecomunicações.
Estes operadores dispõem depois de oito dias para indicar nomes, moradas e contactos telefónicos associados a cada conta usada para descarregamentos ilegais.
Com a informação fornecida pelos operadores, autores e editores vão poder notificar os donos das contas de acesso à internet, sempre que detectem descarregamentos ilegais. No caso de se verificarem três, os casos serão enviados para um juiz que pode aplicar multas ou decidir interditar o acesso à internet.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
O Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira o Relatório Gallo, que prevê a interdição de acesso à internet a quem faça downloads ilegais, embora deixe essa decisão ao critério de cada governo dos países da União Europeia (UE), avança a agência Lusa.
Elaborado pela deputada francesa Marielle Gallo, o relatório obteve 328 votos a favor, 245 contra e 81 abstenções e passa a servir de referência à legislação que os 27 estados-membros da UE venham a adoptar para combater a pirataria.
Partido Popular Europeu (PPE), Grupo dos Conservadores e Reformistas Europeus (ECR), Europa da Liberdade e da Democracia (EFD), Grupo da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa (ALDE) e Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (S&D) foram cinco dos sete grupos do PE que votaram a favor do relatório.
Em simultâneo com a aprovação do Relatório Gallo surgiram as primeiras notícias de que a lei Hadopi (que prevê a interdição de acesso à rede por parte de piratas informáticos) entrou em vigor esta sexta-feira, com os detentores de direitos de autor a enviarem dezenas de milhar de endereços de IP para os operadores de telecomunicações.
Estes operadores dispõem depois de oito dias para indicar nomes, moradas e contactos telefónicos associados a cada conta usada para descarregamentos ilegais.
Com a informação fornecida pelos operadores, autores e editores vão poder notificar os donos das contas de acesso à internet, sempre que detectem descarregamentos ilegais. No caso de se verificarem três, os casos serão enviados para um juiz que pode aplicar multas ou decidir interditar o acesso à internet.
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Sonda Cassini revela características da aurora de Saturno
Novas imagens artificialmente coloridas da aurora brilhante de Saturno ao longo de dois dias está a ajudar os cientistas a compreender um dos fenómenos mais impressionantes do Sistema Solar. A composição foi feita a partir de dados da sonda Cassini, da Nasa.
As imagens serão apresentadas pelo cientista Tom Stallard esta sexta-feira no Congresso Europeu de Ciência Planetária, em Roma.
No filme produzido pela equipa de Stallard, o fenómeno da aurora claramente varia ao longo de um dia de Saturno, que dura cerca de 10 horas 47 minutos.
«As auroras de Saturno são muito complexas e estamos apenas a começar a compreender todos os factores envolvidos», diz Stallard. «Este estudo irá proporcionar uma visão mais ampla da grande variedade de características da aurora, e permitir-nos á compreender melhor o que controla essas mudanças na sua aparência», acrescenta.
As auroras ocorrem de forma semelhante às luzes do norte e do sul da Terra. Partículas do vento solar são canalizadas pelo campo magnético de Saturno para os pólos do planeta, onde interagem com partículas electricamente carregadas na atmosfera superior e emitem luz.
Em Saturno, no entanto, as características da aurora também podem ter relação com ondas electromagnéticas geradas quando as luas do planeta se movem através do plasma que ocupa a magnetosfera de Saturno.
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As imagens serão apresentadas pelo cientista Tom Stallard esta sexta-feira no Congresso Europeu de Ciência Planetária, em Roma.
No filme produzido pela equipa de Stallard, o fenómeno da aurora claramente varia ao longo de um dia de Saturno, que dura cerca de 10 horas 47 minutos.
«As auroras de Saturno são muito complexas e estamos apenas a começar a compreender todos os factores envolvidos», diz Stallard. «Este estudo irá proporcionar uma visão mais ampla da grande variedade de características da aurora, e permitir-nos á compreender melhor o que controla essas mudanças na sua aparência», acrescenta.
As auroras ocorrem de forma semelhante às luzes do norte e do sul da Terra. Partículas do vento solar são canalizadas pelo campo magnético de Saturno para os pólos do planeta, onde interagem com partículas electricamente carregadas na atmosfera superior e emitem luz.
Em Saturno, no entanto, as características da aurora também podem ter relação com ondas electromagnéticas geradas quando as luas do planeta se movem através do plasma que ocupa a magnetosfera de Saturno.
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Jovens acreditam que "coito interrompido" evita gravidez
Um estudo internacional divulgado por ocasião do Dia Mundial da Contracepção, que se celebra no domingo, revela que "quase um terço dos jovens acredita que retirar o pénis antes da ejaculação é eficaz [para evitar uma gravidez], quando na realidade é altamente falível".
O estudo "Contracepção: Afinal, de quem é a responsabilidade" refere que mais de 80 por cento dos jovens reconhecem a sua responsabilidade em usar um contraceptivo quando fazem sexo, mas 44 por cento dão mais importância à higiene pessoal (incluindo duche, depilação e aplicação de perfume) do que à contracepção quando se preparam para um encontro em que poderão ter relações sexuais.
O estudo multinacional, que abrangeu 25 países de quatro regiões do mundo e mais de 5000 jovens com idades entre os 15 e os 24 anos, concluiu que 45 por cento dos jovens sexualmente activos abrangidos pelo estudo já tiveram relações sem usar contraceptivos, um "aumento considerável de 25 por cento" em relação aos resultados de idêntico estudo realizado em 2009.
Apenas metade (51 por cento) dos jovens considerou estar muito bem informado sobre as opções da contracepção.
A razão mais apontada para a não utilização de contracepção é "não ter um método disponível no momento".
Contudo, as situações variam de região para a região. Na Tailândia, por exemplo, mais de um terço dos jovens que admitiram ter praticado relações sexuais desprotegidas com um novo parceiro disseram que a razão principal pela qual não usaram um contraceptivo é que "não é fixe".
No Reino Unido e na Noruega, onde os contraceptivos estão acessíveis a todos, um quinto dos jovens admitiu ter praticado relações sexuais desprotegidas com um novo parceiro porque "tinha bebido álcool e esqueceu-se".
Na Rússia, mais de metade dos inquiridos acredita que o "método do coito interrompido" é fiável e no Peru um quinto pensa que a prática de relações sexuais durante o período menstrual é uma forma eficaz de contracepção.
Na Turquia, mais de um terço dos jovens acredita que tomar um duche ou banho depois de praticar relações sexuais é uma forma eficaz de prevenir uma gravidez.
O estudo, apoiado por uma coligação de 10 organizações internacionais ligadas à saúde sexual, surge numa altura em que o número de gravidezes não planeadas constitui uma grande preocupação global, particularmente entre jovens. Cerca de um terço dos 205 milhões de gravidezes que se verificam anualmente são não planeadas, sendo as taxas mais elevadas observadas entre jovens dos 15 aos 24 anos.
Visite aqui a fonte da informação
O estudo "Contracepção: Afinal, de quem é a responsabilidade" refere que mais de 80 por cento dos jovens reconhecem a sua responsabilidade em usar um contraceptivo quando fazem sexo, mas 44 por cento dão mais importância à higiene pessoal (incluindo duche, depilação e aplicação de perfume) do que à contracepção quando se preparam para um encontro em que poderão ter relações sexuais.
O estudo multinacional, que abrangeu 25 países de quatro regiões do mundo e mais de 5000 jovens com idades entre os 15 e os 24 anos, concluiu que 45 por cento dos jovens sexualmente activos abrangidos pelo estudo já tiveram relações sem usar contraceptivos, um "aumento considerável de 25 por cento" em relação aos resultados de idêntico estudo realizado em 2009.
Apenas metade (51 por cento) dos jovens considerou estar muito bem informado sobre as opções da contracepção.
A razão mais apontada para a não utilização de contracepção é "não ter um método disponível no momento".
Contudo, as situações variam de região para a região. Na Tailândia, por exemplo, mais de um terço dos jovens que admitiram ter praticado relações sexuais desprotegidas com um novo parceiro disseram que a razão principal pela qual não usaram um contraceptivo é que "não é fixe".
No Reino Unido e na Noruega, onde os contraceptivos estão acessíveis a todos, um quinto dos jovens admitiu ter praticado relações sexuais desprotegidas com um novo parceiro porque "tinha bebido álcool e esqueceu-se".
Na Rússia, mais de metade dos inquiridos acredita que o "método do coito interrompido" é fiável e no Peru um quinto pensa que a prática de relações sexuais durante o período menstrual é uma forma eficaz de contracepção.
Na Turquia, mais de um terço dos jovens acredita que tomar um duche ou banho depois de praticar relações sexuais é uma forma eficaz de prevenir uma gravidez.
O estudo, apoiado por uma coligação de 10 organizações internacionais ligadas à saúde sexual, surge numa altura em que o número de gravidezes não planeadas constitui uma grande preocupação global, particularmente entre jovens. Cerca de um terço dos 205 milhões de gravidezes que se verificam anualmente são não planeadas, sendo as taxas mais elevadas observadas entre jovens dos 15 aos 24 anos.
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Under Siege: Jogo português chega em Novembro
O primeiro jogo nacional com destino à PlayStation3 tem lançamento agendado para Novembro próximo.
De acordo com um comunicado vindo da Seed Studios, Under Siege será colocado para venda na PSN em Novembro próximo, não tendo sido adiantado o preço do download.
Trata-se do primeiro jogo português criado de raiz para a PlayStation3, cuja mecânica aposta no estilo estratégia em tempo real. Como curiosidade, saibam que as acções poderão ser realizadas utilizando-se o DualShock3/Sixaxis ou o PlayStation Move, o recentemente lançado comando com sensor de movimentos.
Para além do habitual modo para um jogador, garantido está um multiplayer para quatro utilizadores online ou dois offline, sendo neste último caso utilizado o ecrã dividido.
Um editor de níveis fará também parte dos conteúdos, tornando possível a criação de mapas personalizados e modos únicos. Outro dos pontos fortes da obra é a sua integração com o YouTube e outras redes sociais, resultando numa partilha fácil e intuitiva de imagens e vídeos captados durante o jogo.
Under Siege contou com um investimento 1.2 milhões de euros e foi desenvolvido ao longo de 2 anos por uma equipa formada por 20 elementos.
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De acordo com um comunicado vindo da Seed Studios, Under Siege será colocado para venda na PSN em Novembro próximo, não tendo sido adiantado o preço do download.
Trata-se do primeiro jogo português criado de raiz para a PlayStation3, cuja mecânica aposta no estilo estratégia em tempo real. Como curiosidade, saibam que as acções poderão ser realizadas utilizando-se o DualShock3/Sixaxis ou o PlayStation Move, o recentemente lançado comando com sensor de movimentos.
Para além do habitual modo para um jogador, garantido está um multiplayer para quatro utilizadores online ou dois offline, sendo neste último caso utilizado o ecrã dividido.
Um editor de níveis fará também parte dos conteúdos, tornando possível a criação de mapas personalizados e modos únicos. Outro dos pontos fortes da obra é a sua integração com o YouTube e outras redes sociais, resultando numa partilha fácil e intuitiva de imagens e vídeos captados durante o jogo.
Under Siege contou com um investimento 1.2 milhões de euros e foi desenvolvido ao longo de 2 anos por uma equipa formada por 20 elementos.
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Bolsa nacional sobe perto de 1% em dia de novo recorde da Jerónimo Martins
Bons dados na Alemanha e Estados Unidos sustentaram a bolsa nacional e resto da Europa, no primeiro dia de ganhos na praça portuguesa em três sessões.
A bolsa nacional encerrou em alta, a acompanhar a tendência das restantes congéneres europeias, impulsionada sobretudo pela EDP e pela Jerónimo Martins, que atingiu um novo máximo histórico.
No resto do Velho Continente, a tendência foi animada pelo aumento inesperado da confiança dos empresários alemães e por uma retoma das encomendas de bens duradouros – excluindo transportes – nos EUA, o que diminuiu os receios de desaceleração do crescimento económico.
De todos os sectores negociados na Europa, apenas o da saúde esteve no vermelho.
Por cá, o PSI-20 fechou a ganhar 0,84% para 7.444,06 pontos, com 13 cotadas em alta e 7 em baixa, numa sessão em que mudaram de mãos 49,024 milhões de acções. Este foi o primeiro dia de valorização depois de dois a descer.
Os juros da dívida pública estiveram a subir durante a manhã, mas depois estabilizaram, o que acalmou a praça lisboeta.
A EDP foi o título que mais sustentou o índice de referência nacional, ao subir 2,52% para 2,52 3 euros. A EDP Renováveis registou um ganho mais tímido, a valorizar 0,07% para 4,131 euros, no dia em que o Santander reduziu o seu preço-alvo de 7,30 para 7 euros.
Ainda na energia, a Galp Energia avançou 0,57% para 12,41 euros, numa sessão de valorização dos preços do petróleo. A REN também viveu hoje um bom momento, encerrando nos 2,681 euros a apreciar-se 1,02%.
Em destaque pela positiva esteve também a Jerónimo Martins, que marcou um novo máximo histórico, nos 6,70 euros. Hoje, o Citigroup reviu em alta o seu “target” para a retalhista, de 9,50 para 10,50 euros, reflectindo a sua estimativa “conservadora” de crescimento dos resultados de 2% este ano e de 6% em 2011 e 2012.
Numa nota de “research” cujo título é “Polónia: Uma corrida a um só cavalo”, a equipa de analistas do Citigroup diz acreditar que a Jerónimo Martins tem uma vantagem difícil de compensar pela concorrência no mercado polaco.
O BCP completa o pódio das três cotadas que mais contribuíram para o bom desempenho do PSI-20. O banco encabeçado por Carlos Santos Ferreira pulou 1,64% para 0,621 euros.
Os restantes títulos da banca não conseguiram, contudo, revelar o mesmo optimismo. O BES cedeu 0,39% para 3,327 euros, enquanto o BPI recuou 0,64% para se fixar nos 1,56 euros.
A Cimpor foi o terceiro título que mais subiu hoje. A cimenteira terminou a sessão com um avanço de 1,84% para 4,77 euros. A tendência não foi acompanhada pela construtora Mota-Engil, que se depreciou 0,37% para 2,133 euros.
A Inapa, por sua vez, foi a cotada do PSI-20 que mais caiu hoje, ao perder 2,35% para 0,415 euros. A empresa de papel chegou a atingir mínimos de Maio de 2009, ao tocar nos 0,406 por acção.
Também a Zon registou mínimos de mais de um ano, quando negociou nos 2,83 euros, nível que não atingia desde Outubro de 2002. Acabou por fechar ligeiramente acima desse valor, a perder 1,18% para 2,84 euros, tendo sido a segunda cotada que mais penalizou a bolsa nacional.
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A bolsa nacional encerrou em alta, a acompanhar a tendência das restantes congéneres europeias, impulsionada sobretudo pela EDP e pela Jerónimo Martins, que atingiu um novo máximo histórico.
No resto do Velho Continente, a tendência foi animada pelo aumento inesperado da confiança dos empresários alemães e por uma retoma das encomendas de bens duradouros – excluindo transportes – nos EUA, o que diminuiu os receios de desaceleração do crescimento económico.
De todos os sectores negociados na Europa, apenas o da saúde esteve no vermelho.
Por cá, o PSI-20 fechou a ganhar 0,84% para 7.444,06 pontos, com 13 cotadas em alta e 7 em baixa, numa sessão em que mudaram de mãos 49,024 milhões de acções. Este foi o primeiro dia de valorização depois de dois a descer.
Os juros da dívida pública estiveram a subir durante a manhã, mas depois estabilizaram, o que acalmou a praça lisboeta.
A EDP foi o título que mais sustentou o índice de referência nacional, ao subir 2,52% para 2,52 3 euros. A EDP Renováveis registou um ganho mais tímido, a valorizar 0,07% para 4,131 euros, no dia em que o Santander reduziu o seu preço-alvo de 7,30 para 7 euros.
Ainda na energia, a Galp Energia avançou 0,57% para 12,41 euros, numa sessão de valorização dos preços do petróleo. A REN também viveu hoje um bom momento, encerrando nos 2,681 euros a apreciar-se 1,02%.
Em destaque pela positiva esteve também a Jerónimo Martins, que marcou um novo máximo histórico, nos 6,70 euros. Hoje, o Citigroup reviu em alta o seu “target” para a retalhista, de 9,50 para 10,50 euros, reflectindo a sua estimativa “conservadora” de crescimento dos resultados de 2% este ano e de 6% em 2011 e 2012.
Numa nota de “research” cujo título é “Polónia: Uma corrida a um só cavalo”, a equipa de analistas do Citigroup diz acreditar que a Jerónimo Martins tem uma vantagem difícil de compensar pela concorrência no mercado polaco.
O BCP completa o pódio das três cotadas que mais contribuíram para o bom desempenho do PSI-20. O banco encabeçado por Carlos Santos Ferreira pulou 1,64% para 0,621 euros.
Os restantes títulos da banca não conseguiram, contudo, revelar o mesmo optimismo. O BES cedeu 0,39% para 3,327 euros, enquanto o BPI recuou 0,64% para se fixar nos 1,56 euros.
A Cimpor foi o terceiro título que mais subiu hoje. A cimenteira terminou a sessão com um avanço de 1,84% para 4,77 euros. A tendência não foi acompanhada pela construtora Mota-Engil, que se depreciou 0,37% para 2,133 euros.
A Inapa, por sua vez, foi a cotada do PSI-20 que mais caiu hoje, ao perder 2,35% para 0,415 euros. A empresa de papel chegou a atingir mínimos de Maio de 2009, ao tocar nos 0,406 por acção.
Também a Zon registou mínimos de mais de um ano, quando negociou nos 2,83 euros, nível que não atingia desde Outubro de 2002. Acabou por fechar ligeiramente acima desse valor, a perder 1,18% para 2,84 euros, tendo sido a segunda cotada que mais penalizou a bolsa nacional.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Antonio Alves do Couto: Pressão fora de controle
Cardiologista do Hospital dos Servidores do Estado e professor da UFF
A hipertensão atinge normalmente pessoas a partir de 30 anos, e sua frequência aumenta com o envelhecimento — 80% dos com mais de 80 anos são hipertensos. Mas a doença vem atingindo também crianças e adolescentes devido ao sedentarismo e à obesidade. E a pressão alta pode causar danos a órgãos como cérebro (derrame), coração (infarto), rins (insuficiência renal) e artérias e veias.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o Brasil será o país com maior número de infartos do miocárdio em 2040. A previsão se baseia em tabagismo, colesterol, sedentarismo e estresse.
O uso de anabolizantes e bebidas alcoólicas também pode levar à pressão alta, assim como as drogas. As medidas que possam evitar que a hipertensão surja precocemente devem ser estimuladas. Entre as principais formas de prevenção estão alimentação saudável e atividades físicas.
Uma vez com a hipertensão, o tratamento com medicamentos que reduzem a pressão arterial e protegem os órgãos afetados por ela se torna necessário. A associação de medicamentos, como os inibidores da renina, bloqueadores do cálcio e diuréticos, obtém ótimos resultados.
Para diagnosticar a doença, além do histórico do paciente e do exame clínico, é possível avaliar biomarcadores que indicam possíveis complicações da hipertensão no futuro, verificando a dosagem do BNP (peptídeo natriurético B) no sangue e da albumina na urina.
É importante salientar que o médico representa o pilar maior da orientação e escolha da medicação. Esperamos ser um país de progresso e que chegue o momento em que possamos dizer que a hipertensão está sob controle.
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A hipertensão atinge normalmente pessoas a partir de 30 anos, e sua frequência aumenta com o envelhecimento — 80% dos com mais de 80 anos são hipertensos. Mas a doença vem atingindo também crianças e adolescentes devido ao sedentarismo e à obesidade. E a pressão alta pode causar danos a órgãos como cérebro (derrame), coração (infarto), rins (insuficiência renal) e artérias e veias.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o Brasil será o país com maior número de infartos do miocárdio em 2040. A previsão se baseia em tabagismo, colesterol, sedentarismo e estresse.
O uso de anabolizantes e bebidas alcoólicas também pode levar à pressão alta, assim como as drogas. As medidas que possam evitar que a hipertensão surja precocemente devem ser estimuladas. Entre as principais formas de prevenção estão alimentação saudável e atividades físicas.
Uma vez com a hipertensão, o tratamento com medicamentos que reduzem a pressão arterial e protegem os órgãos afetados por ela se torna necessário. A associação de medicamentos, como os inibidores da renina, bloqueadores do cálcio e diuréticos, obtém ótimos resultados.
Para diagnosticar a doença, além do histórico do paciente e do exame clínico, é possível avaliar biomarcadores que indicam possíveis complicações da hipertensão no futuro, verificando a dosagem do BNP (peptídeo natriurético B) no sangue e da albumina na urina.
É importante salientar que o médico representa o pilar maior da orientação e escolha da medicação. Esperamos ser um país de progresso e que chegue o momento em que possamos dizer que a hipertensão está sob controle.
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Médicos de Camaragibe em greve por tempo indeterminado
Após a assembleia geral realizada na noite dessa quarta-feira (22), os médicos da rede municipal de Camaragibe, Região Metropolitana do Recife, determinaram greve por tempo indeterminado. De acordo com o Sindicato dos Médicos de Pernambuco, como a Prefeitura não apresentou proposta definida na última rodada de negociação, o movimento grevista começa na próxima quarta (30).
Atendimentos em ambulatórios, postos de saúde da família, centros médicos e maternidades serão suspensos. Apenas urgências serão atendidas nas unidades de emergência. Na quarta, às 10h, será realizado um ato público em frente ao Centro de Especialidade Médica de Camaragibe (Cemec), localizado na Avenida Belmiro Correia, centro de Camaragibe. A categoria prepara também algumas mobilizações que serão realizadas nos locais de trabalho dos mesmos.
REIVINDICAÇÕES - Os médicos denunciam que, há nove meses, buscam diálogo e entendimento com a Prefeitura em relação às condições de trabalho, remuneração, produtividade e criação do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV). A categoria considera o tratamento do prefeito João Lemos desrespeitoso com os profissionais.
Como principais problemas na Saúde em Camaragibe, os médicos apontam a faltam médicos e remédios, equipamentos quebrados, escalas incompletas, insegurança e condições inadequadas para o exercício profissional.
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Atendimentos em ambulatórios, postos de saúde da família, centros médicos e maternidades serão suspensos. Apenas urgências serão atendidas nas unidades de emergência. Na quarta, às 10h, será realizado um ato público em frente ao Centro de Especialidade Médica de Camaragibe (Cemec), localizado na Avenida Belmiro Correia, centro de Camaragibe. A categoria prepara também algumas mobilizações que serão realizadas nos locais de trabalho dos mesmos.
REIVINDICAÇÕES - Os médicos denunciam que, há nove meses, buscam diálogo e entendimento com a Prefeitura em relação às condições de trabalho, remuneração, produtividade e criação do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV). A categoria considera o tratamento do prefeito João Lemos desrespeitoso com os profissionais.
Como principais problemas na Saúde em Camaragibe, os médicos apontam a faltam médicos e remédios, equipamentos quebrados, escalas incompletas, insegurança e condições inadequadas para o exercício profissional.
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Alunos enfrentam falta de vagas para estágio na área de Saúde
Estudantes de cursos de Saúde na Paraíba têm enfrentado problemas para conseguir estágios, um dos responsáveis pelo treinamento prático durante a graduação. Se em todas as áreas de conhecimento a teoria vista em sala de aula deve estar aliada à prática adquirida através de estágios, quando se fala na área de saúde e em lidar com vidas, isto se torna ainda mais importante. Mesmo sabendo da importância dos estágios, alunos e professores reconhecem que há uma defasagem na formação.
Leon Cartaxo é estudante do oitavo período do curso de Medicina na Universidade Federal da Paraíba e acredita que a quantidade de vagas de estágio oferecidas não está sendo suficiente. “São poucas vagas, tanto o estágio curricular obrigatório quanto o estágio que não é obrigatório estão muito deficientes. Muitas vezes, como não tem local, a disciplina que deveria ter estágio curricular não oferece esta opção”, revelou.
Coordenador-geral do Centro Acadêmico, Leon conta que a mesma apreensão também faz parte do cotidiano de colegas de curso. “Por causa da falta de locais disponíveis para estágio, alguns estudantes que conhecem um médico vão acompanhá-lo para ver como é o dia a dia, mas isto não é um estágio. Com a falta de vagas, eu considero que a universidade acaba formando médicos que não tiveram a experiência que deveriam ter tido”, opina.
O problema é confirmado também pelo diretor do Centro de Ciências Médicas (CCM) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Marco Antônio de Vivo. Para o professor, existem duas principais causas para o problema em encontrar vagas: a lei de estágios, sancionada em 2008, e o aumento de faculdades particulares com cursos na área de Saúde.
No caso da nova lei de estágios, Marco Antônio destaca que o prejuízo foi nos estágios extracurriculares - aqueles que não são obrigatórios para que o aluno consiga concluir o curso. “Com a nova lei de estágios existe uma série de requisitos que a empresa precisa cumprir no caso dos estágios extracurriculares, entre elas está o pagamento de uma bolsa, auxílio-transporte, seguro e alimentação. Diante de tantas exigências, as empresas começaram a oferecer menos vagas e a dificuldade aumenta”, destacou o professor, que acha importante que os alunos façam estágio extracurricular para ter mais contato com áreas que tenham mais aptidão e que não são contempladas com os estágios previstos na grade curricular do curso.
Já quanto aos estágios curriculares, o diretor do CCM da UFPB acredita que a proliferação dos cursos de Saúde em faculdades particulares – que não possuem hospitais próprios onde os estudantes possam trabalhar a parte prática – tem diminuído a oferta aos alunos das universidades públicas. “O que acontece é que os alunos das universidades públicas estão de certa forma disputando espaço com os alunos das faculdades particulares. Com o crescimento das escolas particulares, sobretudo de enfermagem, estas entidades estão lançando mão da rede pública de saúde, que antes era usada só por alunos das federais. Quer queira que não queira, isto trouxe um prejuízo”, frisou, acrescentando que mesmo com o Hospital Universitário, os estudantes da UFPB precisam cumprir estágio em outras unidades de Saúde.
Marco Antônio acredita que este problema poderia ser amenizado com a criação de hospitais-escola nas faculdades particulares. “Defendo que as faculdades particulares tenham seus próprios hospitais, assim com as públicas têm os Hospitais Universitários. Não basta ter policlínicas ou laboratórios. Atualmente, o Ministério da Educação (MEC) só permite a criação do curso de Medicina se a instituição tiver um hospital”, opinou o professor.
Para o diretor acadêmico da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) – instituição aprovada –, José Luís Perez, o problema de vagas de estágios pode ser resolvido com planejamento e acordos firmados com Secretarias de Saúde. “Depende muito da capacidade de negociação. Temos convênios com as Secretarias de Saúde dos Municípios de João Pessoa e Cabedelo e com Secretaria de Saúde do Estado. Além disto, também temos convênios com hospitais filantrópicos e particulares que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Não faltam vagas para estágio para os nossos alunos e acredito que não deve faltar também para outras instituições”, destacou.
A estudante Suênia Isabel Leite dos Santos, de 24 anos, está no 4º período do curso de enfermagem na FCM e confirma que até agora não teve problemas em encontrar vagas de estágio. “A professora nos divide em grupos e cada grupo vai para uma unidade de saúde. Nunca tivemos problemas com local para estagiar”, afirmou.
Antes da prática com pacientes em unidades de saúde, Suênia contou que passou algumas aulas ‘treinando’ com manequins. “Primeiro vemos a teoria na sala de aula, depois vamos para o laboratório com manequins e depois que a professora vê que estamos mais ou menos prontos ela nos libera para o estágio em unidades de saúde”, relatou. “O estágio é muito importante, é onde desperta em você o interesse pela profissão. É o momento de pactuar a teoria com a prática”, acredita.
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Leon Cartaxo é estudante do oitavo período do curso de Medicina na Universidade Federal da Paraíba e acredita que a quantidade de vagas de estágio oferecidas não está sendo suficiente. “São poucas vagas, tanto o estágio curricular obrigatório quanto o estágio que não é obrigatório estão muito deficientes. Muitas vezes, como não tem local, a disciplina que deveria ter estágio curricular não oferece esta opção”, revelou.
Coordenador-geral do Centro Acadêmico, Leon conta que a mesma apreensão também faz parte do cotidiano de colegas de curso. “Por causa da falta de locais disponíveis para estágio, alguns estudantes que conhecem um médico vão acompanhá-lo para ver como é o dia a dia, mas isto não é um estágio. Com a falta de vagas, eu considero que a universidade acaba formando médicos que não tiveram a experiência que deveriam ter tido”, opina.
O problema é confirmado também pelo diretor do Centro de Ciências Médicas (CCM) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Marco Antônio de Vivo. Para o professor, existem duas principais causas para o problema em encontrar vagas: a lei de estágios, sancionada em 2008, e o aumento de faculdades particulares com cursos na área de Saúde.
No caso da nova lei de estágios, Marco Antônio destaca que o prejuízo foi nos estágios extracurriculares - aqueles que não são obrigatórios para que o aluno consiga concluir o curso. “Com a nova lei de estágios existe uma série de requisitos que a empresa precisa cumprir no caso dos estágios extracurriculares, entre elas está o pagamento de uma bolsa, auxílio-transporte, seguro e alimentação. Diante de tantas exigências, as empresas começaram a oferecer menos vagas e a dificuldade aumenta”, destacou o professor, que acha importante que os alunos façam estágio extracurricular para ter mais contato com áreas que tenham mais aptidão e que não são contempladas com os estágios previstos na grade curricular do curso.
Já quanto aos estágios curriculares, o diretor do CCM da UFPB acredita que a proliferação dos cursos de Saúde em faculdades particulares – que não possuem hospitais próprios onde os estudantes possam trabalhar a parte prática – tem diminuído a oferta aos alunos das universidades públicas. “O que acontece é que os alunos das universidades públicas estão de certa forma disputando espaço com os alunos das faculdades particulares. Com o crescimento das escolas particulares, sobretudo de enfermagem, estas entidades estão lançando mão da rede pública de saúde, que antes era usada só por alunos das federais. Quer queira que não queira, isto trouxe um prejuízo”, frisou, acrescentando que mesmo com o Hospital Universitário, os estudantes da UFPB precisam cumprir estágio em outras unidades de Saúde.
Marco Antônio acredita que este problema poderia ser amenizado com a criação de hospitais-escola nas faculdades particulares. “Defendo que as faculdades particulares tenham seus próprios hospitais, assim com as públicas têm os Hospitais Universitários. Não basta ter policlínicas ou laboratórios. Atualmente, o Ministério da Educação (MEC) só permite a criação do curso de Medicina se a instituição tiver um hospital”, opinou o professor.
Para o diretor acadêmico da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) – instituição aprovada –, José Luís Perez, o problema de vagas de estágios pode ser resolvido com planejamento e acordos firmados com Secretarias de Saúde. “Depende muito da capacidade de negociação. Temos convênios com as Secretarias de Saúde dos Municípios de João Pessoa e Cabedelo e com Secretaria de Saúde do Estado. Além disto, também temos convênios com hospitais filantrópicos e particulares que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Não faltam vagas para estágio para os nossos alunos e acredito que não deve faltar também para outras instituições”, destacou.
A estudante Suênia Isabel Leite dos Santos, de 24 anos, está no 4º período do curso de enfermagem na FCM e confirma que até agora não teve problemas em encontrar vagas de estágio. “A professora nos divide em grupos e cada grupo vai para uma unidade de saúde. Nunca tivemos problemas com local para estagiar”, afirmou.
Antes da prática com pacientes em unidades de saúde, Suênia contou que passou algumas aulas ‘treinando’ com manequins. “Primeiro vemos a teoria na sala de aula, depois vamos para o laboratório com manequins e depois que a professora vê que estamos mais ou menos prontos ela nos libera para o estágio em unidades de saúde”, relatou. “O estágio é muito importante, é onde desperta em você o interesse pela profissão. É o momento de pactuar a teoria com a prática”, acredita.
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Agência Europeia recomenda retirada de medicamento antidiabético
A Agência Europeia do Medicamento recomendou hoje, quinta-feira, a retirada do mercado do antidiabético Avandia, que se vende em Portugal.
De acordo com um comunicado hoje, quinta-feira, divulgado pela Agência Europeia do Medicamento (EMEA), o Avandia deixará de estar disponível na Europa nos próximos meses.
A Agência recomenda aos pacientes que usam este fármaco que consultem os seus médicos para definirem tratamentos alternativos adequados. No entanto, a EMEA aconselha estas pessoas a que não deixem de tomar o medicamento sem antes consultarem um profissional.
O Avandia, utilizado em doentes adultos que sofrem de diabetes do tipo II e que tem como substância activa a Rosiglitazona, é comercializado em Portugal em embalagens de dois, quatro e oito miligramas.
Os efeitos secundários do Avandia no sistema cardiovascular têm sido objecto de acesas discussões.
Em Julho, a maioria dos peritos do conselho consultivo da agência norte-americana do medicamento votou pela manutenção do Avandia, mas recomendou medidas para restringir a prescrição do fármaco.
Segundo as agências internacionais de notícias, dos 33 peritos reunidos a pedido da autoridade norte-americana do medicamento (FDA) apenas 12 recomendaram a retirada do Avandia do mercado.
A FDA convocou o conselho consultivo de especialistas para ajudar a analisar os riscos do medicamento, depois de uma antiga responsável deste organismo ter acusado o laboratório GlaxoSmithKline de esconder informações sobre o aumento de risco cardíaco associado ao remédio vendido desde 1999.
Contactada pela Lusa, fonte do Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento) referiu que o organismo segue as recomendações da EMEA.
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De acordo com um comunicado hoje, quinta-feira, divulgado pela Agência Europeia do Medicamento (EMEA), o Avandia deixará de estar disponível na Europa nos próximos meses.
A Agência recomenda aos pacientes que usam este fármaco que consultem os seus médicos para definirem tratamentos alternativos adequados. No entanto, a EMEA aconselha estas pessoas a que não deixem de tomar o medicamento sem antes consultarem um profissional.
O Avandia, utilizado em doentes adultos que sofrem de diabetes do tipo II e que tem como substância activa a Rosiglitazona, é comercializado em Portugal em embalagens de dois, quatro e oito miligramas.
Os efeitos secundários do Avandia no sistema cardiovascular têm sido objecto de acesas discussões.
Em Julho, a maioria dos peritos do conselho consultivo da agência norte-americana do medicamento votou pela manutenção do Avandia, mas recomendou medidas para restringir a prescrição do fármaco.
Segundo as agências internacionais de notícias, dos 33 peritos reunidos a pedido da autoridade norte-americana do medicamento (FDA) apenas 12 recomendaram a retirada do Avandia do mercado.
A FDA convocou o conselho consultivo de especialistas para ajudar a analisar os riscos do medicamento, depois de uma antiga responsável deste organismo ter acusado o laboratório GlaxoSmithKline de esconder informações sobre o aumento de risco cardíaco associado ao remédio vendido desde 1999.
Contactada pela Lusa, fonte do Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento) referiu que o organismo segue as recomendações da EMEA.
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