As bolsas norte-americanas encerraram em queda, penalizadas pela crise
da dívida na Zona Euro e pelas ameaças ao "rating" soberano dos EUA.
Além disso, a Grécia terá pedido que os investidores assumam perdas mais
elevadas nas novas emissões de dívida.
As praças do outro lado do Atlântico fecharam no vermelho, continuando a ser pressionadas pela crise da dívida na Zona Euro. Um dia depois de Portugal ter sofrido uma redução de “rating” para lixo, pela Fitch, a Bélgica viu a sua notação soberana ser cortada pela Standard & Poor’s.
Os mercados accionistas dos EUA chegaram a negociar em alta, depois de ter sido noticiado que a maioria dos membros da Zona Euro quer deixar cair a cláusula que prevê o envolvimento do sector privado no fundo de resgate permanente da região, contrariando assim a vontade da Alemanha.
No entanto, a notícia de que a Grécia estará a pedir aos investidores privados para aceitarem maiores perdas sobre a dívida soberana grega, nas novas emissões, voltou a pressionar a tendência, bem como a ameaça da Moody’s de cortar a notação financeira da dívida dos EUA se houver um recuo no plano de redução do défice do país.
O índice industrial Dow Jones encerrou a cair 0,23% para 11.231,94 pontos, ao passo que o tecnológico Nasdaq desvalorizou 0,75%, a negociar nos 2.441,51 pontos.
O S&P 500, por seu lado, perdeu 0,27% para se estabelecer nos 1.158,67 pontos. No acumulado da semana, a queda foi de 4,7%, o que faz com que o índice tenha registado a pior semana de Acção de Graças (Thanksgiving) da sua história.
Esta foi a sétima sessão de quedas consecutivas do S&P 500 e a segunda semana seguida de perdas – a mais longa série de cedências desde Setembro.
(Se assim o desejar, visite a fonte da informação clicando aqui)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Vida selvagem ao vivo e online
Com uma câmara localizada no sudoeste de Pensilvânia - EUA, com ligação a uma fonte de alimentação de acesso à Internet, o site pretende deliciar quem é apreciador da vida selvagem ao vivo, para isso, click no link abaixo indicado!
Visitem e comentem!
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Novo filme «Twilight» causa convulsões
O novo filme da saga «Twilight», «Saga
Twilight: Amanhecer P.1», de Bill Condon, estará a causar a alguns
cinéfilos convulsões, particularmente a cena de um nascimento.
Um homem de Sacramento disse à Estação CBS13 que sofreu convulsões ao ver aquela cena. A sua mulher descreveu o que aconteceu: «[O meu marido estava] com convulsões, a ressonar e a tentar respirar».
Um homem de Utah disse à ABC-4 «Não me lembro de facto do que aconteceu, desmaiei. A minhamulher disse que eu estava a tremer e a sussurrar diferentes barulhos».
Julga-se que a causa seja epilepsia fotossensível, que pode ser despoletada nos pacientes por luzes a piscar, segundo o TMZ.
Visite a fonte da informação e veja o vídeo, clicando aqui
Um homem de Sacramento disse à Estação CBS13 que sofreu convulsões ao ver aquela cena. A sua mulher descreveu o que aconteceu: «[O meu marido estava] com convulsões, a ressonar e a tentar respirar».
Um homem de Utah disse à ABC-4 «Não me lembro de facto do que aconteceu, desmaiei. A minhamulher disse que eu estava a tremer e a sussurrar diferentes barulhos».
Julga-se que a causa seja epilepsia fotossensível, que pode ser despoletada nos pacientes por luzes a piscar, segundo o TMZ.
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Ryuichi Sakamoto grava novo álbum no estúdio de Abrunhosa
Ryuichi Sakamoto está no Boom Studios, no Porto, a gravar o próximo álbum do seu trio com Jaques Morelenbaum e Judy Kang.
As sessões estão a ser transmitidas ao vivo via internet desde terça-feira com acesso livre através do link: www.ustream.tv/channel/skmts no período entre as 13h00 e as 20h00. Depois de ter terminado a Ryuichi Sakamoto Trio Tour 2011 em Lisboa, na passada segunda-feira, dia 21, a equipa que o acompanha instalou-se durante uma semana no Porto para a gravação do seu próximo álbum nos estúdios de Pedro Abrunhosa.
«Na sequência da digressão Ryuichi Sakamoto Trio Tour 2011, planeámos gravar um álbum logo a seguir ao último concerto, que teve lugar em Lisboa, para manter a energia positiva da digressão. Enquanto pesquisámos estúdios de gravação em Portugal foi-nos altamente recomendado o Boom Studios», declara o compositor em comunicado.
«Quando aprofundámos essa pesquisa, ficámos muito bem impressionados com a qualidade do estúdio, a selecção de microfones e a equipa. Por forma a obtermos o melhor som acústico para o álbum, ficou claro que o Boom Studios seria a nossa melhor opção em Portugal. Adicionalmente, o afinador de piano de Ryuichi Sakamoto, José Fernando Neto da Rocha é natural do Porto, o que ajudou a facilitar a nossa decisão», explicou em conclusão.
(Se assim o desejar, visite aqui a fonte da informação)
As sessões estão a ser transmitidas ao vivo via internet desde terça-feira com acesso livre através do link: www.ustream.tv/channel/skmts no período entre as 13h00 e as 20h00. Depois de ter terminado a Ryuichi Sakamoto Trio Tour 2011 em Lisboa, na passada segunda-feira, dia 21, a equipa que o acompanha instalou-se durante uma semana no Porto para a gravação do seu próximo álbum nos estúdios de Pedro Abrunhosa.
«Na sequência da digressão Ryuichi Sakamoto Trio Tour 2011, planeámos gravar um álbum logo a seguir ao último concerto, que teve lugar em Lisboa, para manter a energia positiva da digressão. Enquanto pesquisámos estúdios de gravação em Portugal foi-nos altamente recomendado o Boom Studios», declara o compositor em comunicado.
«Quando aprofundámos essa pesquisa, ficámos muito bem impressionados com a qualidade do estúdio, a selecção de microfones e a equipa. Por forma a obtermos o melhor som acústico para o álbum, ficou claro que o Boom Studios seria a nossa melhor opção em Portugal. Adicionalmente, o afinador de piano de Ryuichi Sakamoto, José Fernando Neto da Rocha é natural do Porto, o que ajudou a facilitar a nossa decisão», explicou em conclusão.
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"Ilha do Tesouro" chega ao Rivoli
O Teatro Rivoli, no Porto, vai receber a "A
Ilha do Tesouro", de Liliana Moreira. A peça conta a aventura de três
crianças que encontram um livro mágico e iniciam uma aventura em busca
do Avô Falua. O teatro estará em exibição a partir desta sexta-feira e
conta com encenação de Rui Melo.
(Para visitar a fonte da informação, click aqui)
(Para visitar a fonte da informação, click aqui)
Colapso da Itália será fim do euro
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela
Merkel, disseram em Estrasburgo ao primeiro-ministro italiano, Mario
Monti, que "o colapso" de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro,
indicou hoje o governo italiano.
O chefe de Estado e a chanceler alemã reafirmaram "o seu apoio à Itália afirmando-se conscientes que o colapso de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro e a uma interrupção do processo de integração europeia com consequências imprevisíveis", de acordo com um comunicado do governo italiano publicado após um conselho de ministros.
Durante a mini-cimeira que reuniu na quinta-feira os três dirigentes em Estrasburgo (França), Merkel e Sarkozy manifestaram a sua confiança em Monti e no empenho de Itália "no esforço comum destinado a encontrar soluções para a grave crise financeira e económica da zona euro", acrescentou o governo italiano.
Monti confirmou o objectivo de Itália de atingir o equilíbrio orçamental em 2013 e assegurou que Roma vai aprovar rapidamente medidas destinadas a relançar o crescimento.
(Para visitar a fonte da informação, click aqui)
O chefe de Estado e a chanceler alemã reafirmaram "o seu apoio à Itália afirmando-se conscientes que o colapso de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro e a uma interrupção do processo de integração europeia com consequências imprevisíveis", de acordo com um comunicado do governo italiano publicado após um conselho de ministros.
Durante a mini-cimeira que reuniu na quinta-feira os três dirigentes em Estrasburgo (França), Merkel e Sarkozy manifestaram a sua confiança em Monti e no empenho de Itália "no esforço comum destinado a encontrar soluções para a grave crise financeira e económica da zona euro", acrescentou o governo italiano.
Monti confirmou o objectivo de Itália de atingir o equilíbrio orçamental em 2013 e assegurou que Roma vai aprovar rapidamente medidas destinadas a relançar o crescimento.
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Bolsas asiáticas completam quarta semana de quedas
Os mercados da Ásia e do Pacífico negociaram hoje em terreno negativo e fecharam a semana com uma desvalorização de 4,5%.
As bolsas da região foram, mais uma vez, penalizadas pela crise da
dívida soberana na Zona Euro. Na maioria dos países da região, tanto os
juros da dívida, como os CDS [seguros contra incumprimento] continuam em
níveis nunca registados.
Os investidores aguardam com expectativa a leilão de dívida que a Itália vai realizar esta manha.
A crise da divida soberana tem penalizado, não só, os mercados do Velho Continente, como também os mercados norte-americanos e asiáticos.
As bolsas asiáticas completaram hoje a quarta semana consecutiva em terreno negativo. O índice que reúne os principais mercados da região perdeu hoje 1% e acumula uma desvalorização de 4,5% na semana (a maior queda semanal desde 23 de Setembro).
As maiores quedas ocorreram nas bolsas da Austrália e da Coreia do Sul, ao registarem quedas superiores a 1%.
Os investidores aguardam com expectativa a leilão de dívida que a Itália vai realizar esta manha.
A crise da divida soberana tem penalizado, não só, os mercados do Velho Continente, como também os mercados norte-americanos e asiáticos.
As bolsas asiáticas completaram hoje a quarta semana consecutiva em terreno negativo. O índice que reúne os principais mercados da região perdeu hoje 1% e acumula uma desvalorização de 4,5% na semana (a maior queda semanal desde 23 de Setembro).
As maiores quedas ocorreram nas bolsas da Austrália e da Coreia do Sul, ao registarem quedas superiores a 1%.
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Ágata vermelho mosaico (melaninas)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
«Talk That Talk», Rihanna
Rihanna resiste ao cansaço num álbum celebratório da linguagem de clube e de tudo aquilo que pode acontecer no meio das pistas. Eufórico como só «Good Girl Gone Bad» havia sido.
Três álbuns para três outonos com climas assimétricos são o score de uma Rihanna incansável na nomeação de êxitos para a memória colectiva recente. Há dois anos, «Rated R» exorcisava os demónios criados pelo ataque do ex-namorado Chris Brown. À distância, esse foi um intervalo necessário nas incursões clubísticas. Uma entrada na vida adulta que «Loud» reforçou, reencontrado um outro olhar para a linguagem de clube.
Em «Talk That Talk», Rihanna reencontramo-la no meio da pista, rodeada de ravers, cultores do corpo e desinteressados da semântica. «We Found Love In a Hopeless Place» anuncia, mas todos sabemos que se trata de uma paixão momentânea e descomprometida, desprovida de eternidade.
«Talk That Talk» é o reflexo da pop americana actual, hedonista e imediata, contaminada pela electrónica europeia. Não apenas os choques electro de David Guetta ou Afrojack mas também a bass music - não é inocente o recurso a um sample dos XX, no que pode ser entendido como um aproximação entre as margens e o centro.
O estado de soltura é manifestado na sexualidade efervescente de «Cockiness», um depoimento hormonal sobre o vício sexual. «Talk That Talk» é o reencontro definitivo com o caminho apontado por aquele que é um dos melhores álbuns pop dos últimos anos, o já distante à velocidade da pop «Good Girl Gone Bad».
Se a música é também o que cada um sente - apesar de toda a equipa de produtores que constroem as canções em laboratório - então Rihanna está livre, não necessariamente disponível para amar, mas, pelo menos, excitada com a próxima saída à noite. Se aceitarem essa condição, «Talk That Talk» é um estimulante que não pede contra-indicações.
Rihanna
«Talk That Talk»
Def Jam/Universal
(Para visitar a fonte da informação, click aqui)
Três álbuns para três outonos com climas assimétricos são o score de uma Rihanna incansável na nomeação de êxitos para a memória colectiva recente. Há dois anos, «Rated R» exorcisava os demónios criados pelo ataque do ex-namorado Chris Brown. À distância, esse foi um intervalo necessário nas incursões clubísticas. Uma entrada na vida adulta que «Loud» reforçou, reencontrado um outro olhar para a linguagem de clube.
Em «Talk That Talk», Rihanna reencontramo-la no meio da pista, rodeada de ravers, cultores do corpo e desinteressados da semântica. «We Found Love In a Hopeless Place» anuncia, mas todos sabemos que se trata de uma paixão momentânea e descomprometida, desprovida de eternidade.
«Talk That Talk» é o reflexo da pop americana actual, hedonista e imediata, contaminada pela electrónica europeia. Não apenas os choques electro de David Guetta ou Afrojack mas também a bass music - não é inocente o recurso a um sample dos XX, no que pode ser entendido como um aproximação entre as margens e o centro.
O estado de soltura é manifestado na sexualidade efervescente de «Cockiness», um depoimento hormonal sobre o vício sexual. «Talk That Talk» é o reencontro definitivo com o caminho apontado por aquele que é um dos melhores álbuns pop dos últimos anos, o já distante à velocidade da pop «Good Girl Gone Bad».
Se a música é também o que cada um sente - apesar de toda a equipa de produtores que constroem as canções em laboratório - então Rihanna está livre, não necessariamente disponível para amar, mas, pelo menos, excitada com a próxima saída à noite. Se aceitarem essa condição, «Talk That Talk» é um estimulante que não pede contra-indicações.
Rihanna
«Talk That Talk»
Def Jam/Universal
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Cientistas desenvolvem «chip-humano» que reconstrói órgãos
Investigadores da Universidade da Florida Central, nos EUA, usaram, pela primeira vez, células embrionárias para fazer crescer ligações neuromusculares entre células humanas dos músculos e da medula espinhal, ambos conectores importantes usados pelo cérebro para comunicar e controlar o corpo.
Isso está a ser chamado de «human-on-a-chip», que é quando os sistemas artificiais recriam uma série de órgãos que funcionam perfeitamente no organismo, como se fossem os originais.
O objetivo do «human-on-a-chip» é produzir sistemas que simulam funções do corpo humano. Isso torna possível, por exemplo, testar medicamentos em células humanas antes de serem usadas segura e eticamente em pessoas vivas, além de ser potencialmente mais rápido e eficaz do que testes em ratos e outros animais.
As células embrionárias musculares foram recolhidas através de biópsia de adultos voluntários para a realização dos testes. Em seguida, foram exploradas diferentes concentrações das células e da medula espinhal, entre outros parâmetros, para então se juntarem e formarem ligações entre si.
«Esses tipos de sistemas têm de ser desenvolvidos se quiser obter um human-on-a-chip capaz de recriar a função de um orgão humano. Foram muitas as tentativas ao longo de vários anos para chegarmos às células que conhecemos hoje, mas esse trabalho mostra que, biologicamente, isso é viável», explica James Hickman, bioengenheiro da UCF que liderou a pesquisa.
(Para visitar a fonte da informação, click aqui)
Isso está a ser chamado de «human-on-a-chip», que é quando os sistemas artificiais recriam uma série de órgãos que funcionam perfeitamente no organismo, como se fossem os originais.
O objetivo do «human-on-a-chip» é produzir sistemas que simulam funções do corpo humano. Isso torna possível, por exemplo, testar medicamentos em células humanas antes de serem usadas segura e eticamente em pessoas vivas, além de ser potencialmente mais rápido e eficaz do que testes em ratos e outros animais.
As células embrionárias musculares foram recolhidas através de biópsia de adultos voluntários para a realização dos testes. Em seguida, foram exploradas diferentes concentrações das células e da medula espinhal, entre outros parâmetros, para então se juntarem e formarem ligações entre si.
«Esses tipos de sistemas têm de ser desenvolvidos se quiser obter um human-on-a-chip capaz de recriar a função de um orgão humano. Foram muitas as tentativas ao longo de vários anos para chegarmos às células que conhecemos hoje, mas esse trabalho mostra que, biologicamente, isso é viável», explica James Hickman, bioengenheiro da UCF que liderou a pesquisa.
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