A tecnológica apresentou o Folio 100, um ‘tablet’ multimédia e para usar em casa. E não só.
Em 2011 deverão existir cerca de 100 mil ‘tablets' em Portugal. Esta é, pelo menos, a expectativa da Toshiba, que lançou a sua versão do equipamento tecnológico do momento, o Folio 100. "O mercado dos ‘tablets' no próximo ano, em Portugal, deverá atingir as 100 mil unidades. E este é o potencial mínimo, olhando para os outros mercados", diz Jorge Borges, director de marketing da Toshiba Portugal, não especificando quantos destes equipamentos serão da marca japonesa. "Até ao final do ano esperamos vender milhares de Folios em Portugal. O ‘tablet' é o produto do Natal", antecipa o responsável da tecnológica.
O equipamento da Toshiba, que já está à venda em Portugal, "assume-se como o primeiro ‘tablet' de 10 polegadas a chegar ao mercado nacional", defende. Direccionado sobretudo para uso em casa como equipamento multimédia, o Folio custará 399 euros e só está disponível, para já, na versão ‘wi-fi'. "Dentro de alguns meses será lançada a versão 3G mas o preço não ultrapassará os 600 euros", refere Jorge Borges.
A versão 3G do Folio será lançada ao mesmo tempo que a versão 3.0 do Android Market, o mercado de aplicações do sistema operativo da Google. Até porque as aplicações existentes na versão actual do Android não existem para ‘tablet' de 10 polegadas, por uma questão de dimensão. Estas serão disponibilizadas na próxima versão do sistema operativo. Enquanto isso não acontece, a Toshiba criou a sua própria loja de aplicações, a Toshiba Marketplace. Para já tem disponíveis menos de 100 aplicações mas, com a colaboração dos programadores, espera chegar às mil até final do ano.
"O Folio é um ‘tablet' para consumo multimédia, em casa, e partilha de conteúdos", aponta Jorge Borges, referindo que será uma opção do consumidor escolher um ‘tablet' com estas características ou com outras. Actualmente, no mercado nacional, existe apenas o Samsung Galaxy Tab, em parceria com a Vodafone e a TMN, um ‘tablet' de 7 polegadas e com um preço acima de 600 euros. E, claro, o iPad da Apple, equipamento que iniciou a euforia em torno dos ‘tablets' e deverá chegar ao mercado nacional no final do ano.
Características Folio 100
- Ecrã ‘multitouch' tem 10,1 polegadas e peso de 760 gramas, com a possibilidade de ‘plug in' para ‘Flash'.
- Sistema operativo Android 2.2.
- Capacidade de armazenamento de 16GB, porta USB e autonomia da bateria até sete horas.
- Vem com o Toshiba_Media Player, o Fring, o Document to Go e o Evernote.
Visite aqui a fonte da informação
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Sexo é única actividade em que estamos concentrados
Fazer uma coisa e pensar noutra, ou noutras, é uma situação bastante comum. Um grupo de investigadores resolveu estudar a questão a fundo e concluiu que a única actividade em que os seres humanos estão realmente concentrados é o sexo.
O estudo, publicado na revista Science, mostra que a “vida mental é invadida a um nível considerável por quem não está presente” sublinha um dos investigadores, Matthew Killingsworth, citado pela Lusa. Durante todas as outras actividades, o espírito humano vagueia em pelo menos 30 por cento do tempo.
O inquérito questionou 2.250 pessoas através do iPhone sobre o seu estado de espírito actual e sobre a actividade que estavam a desenvolver. Os entrevistados deveriam indicar se estavam a pensar noutra coisa além da tarefa que estavam a desempenhar.
Visite aqui a fonte da informação
Economia portuguesa cresceu 0,4% no terceiro trimestre
A economia portuguesa cresceu 0,4% no terceiro trimestre face ao três meses anteriores e 1,5% face ao mesmo período do ano passado, de acordo com a estimativa rápida divulgada hoje, sexta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística.
"A Estimativa Rápida do Produto Interno Bruto aponta para um aumento de 1,5% em volume no terceiro trimestre de 2010 face ao período homólogo (1,4% trimestre anterior). Face ao trimestre precedente, o PIB terá registado um aumento de 0,4%", afirma o Instituto Nacional de Estatística.
O crescimento do PIB no terceiro trimestre "traduz o contributivo positiva da Procura Externa Líquida, ao contrário do sucedido no trimestre anterior, sobretudo em resultado do aumento expressivo das Exportações de Bens e Serviços", afirma o INE.
Já a Procura Interna, cujo contributo para a evolução do PIB "tinha sido positivo no segundo trimestre, foi negativo no terceiro trimestre de 2010, devido essencialmente ao comportamento do Investimento".
Os valores hoje apresentados fazem também uma revisão dos dados anteriores, devido a "revisões na informação de base utilizada", destacando-se "os dados mais recentes do comércio internacional de bens, com revisões em termos nominais desde 2009, e os novos deflactores para o segundo trimestre de 2010, implicando uma redução de 0,1 pontos percentuais na variação homóloga do PIB estimadas para os dois trimestre anteriores", explica o INE.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
"A Estimativa Rápida do Produto Interno Bruto aponta para um aumento de 1,5% em volume no terceiro trimestre de 2010 face ao período homólogo (1,4% trimestre anterior). Face ao trimestre precedente, o PIB terá registado um aumento de 0,4%", afirma o Instituto Nacional de Estatística.
O crescimento do PIB no terceiro trimestre "traduz o contributivo positiva da Procura Externa Líquida, ao contrário do sucedido no trimestre anterior, sobretudo em resultado do aumento expressivo das Exportações de Bens e Serviços", afirma o INE.
Já a Procura Interna, cujo contributo para a evolução do PIB "tinha sido positivo no segundo trimestre, foi negativo no terceiro trimestre de 2010, devido essencialmente ao comportamento do Investimento".
Os valores hoje apresentados fazem também uma revisão dos dados anteriores, devido a "revisões na informação de base utilizada", destacando-se "os dados mais recentes do comércio internacional de bens, com revisões em termos nominais desde 2009, e os novos deflactores para o segundo trimestre de 2010, implicando uma redução de 0,1 pontos percentuais na variação homóloga do PIB estimadas para os dois trimestre anteriores", explica o INE.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Avião cai perto de Darfur com vários sobreviventes
Um avião de uma companhia sudanesa com cerca de 30 passageiros a bordo despenhou-se hoje na região do Darfur, divulgaram responsáveis locais, que garantiram que existem vários sobreviventes.
“Um pequeno aparelho de uma companhia local com cerca de 35 pessoas a bordo despenhou-se ao final da tarde em Zalingei, no estado do Darfur oeste. Cerca de 90 por cento dos passageiros sobreviveram, não temos o número de vítimas”, disse o porta-voz da aviação civil sudanesa, Abdel Hafiz Abdel Rahim.
Um alto responsável da força conjunta ONU-União Africana no Darfur (Minuad) confirmou o acidente e assegurou, em declarações à agência noticiosa AFP, que o avião não estava ao serviço da missão de paz.
“Existem pelo menos 11 sobreviventes, mas não sei o número de vítimas”, referiu o mesmo responsável, que preferiu o anonimato.
“O aparelho pertence à companhia local Tabco. O avião incendiou-se no momento da aterragem no aeroporto de Zalingei. Existem sobreviventes, feridos e mortos, mas não temos, neste momento, um balanço preciso”, afirmou o governador do Darfur oeste, Jaafar AbdelHakim Ishaq Adam, também em declarações à AFP.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
“Um pequeno aparelho de uma companhia local com cerca de 35 pessoas a bordo despenhou-se ao final da tarde em Zalingei, no estado do Darfur oeste. Cerca de 90 por cento dos passageiros sobreviveram, não temos o número de vítimas”, disse o porta-voz da aviação civil sudanesa, Abdel Hafiz Abdel Rahim.
Um alto responsável da força conjunta ONU-União Africana no Darfur (Minuad) confirmou o acidente e assegurou, em declarações à agência noticiosa AFP, que o avião não estava ao serviço da missão de paz.
“Existem pelo menos 11 sobreviventes, mas não sei o número de vítimas”, referiu o mesmo responsável, que preferiu o anonimato.
“O aparelho pertence à companhia local Tabco. O avião incendiou-se no momento da aterragem no aeroporto de Zalingei. Existem sobreviventes, feridos e mortos, mas não temos, neste momento, um balanço preciso”, afirmou o governador do Darfur oeste, Jaafar AbdelHakim Ishaq Adam, também em declarações à AFP.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Professor de nutrição perde 13 quilos comendo "besteira"
O professor de nutrição Mark Haub, 41, da Universidade Estadual do Kansas (EUA), viveu à base de bolinhos recheados, salgadinhos e bolachas por dez semanas.
Resultado:
Ele perdeu 13 kg e ainda reduziu os níveis de colesterol, consumindo 1.800 calorias por dia.
Seu objetivo, segundo reportagem da CNN, era provar que o importante em uma dieta é a contagem de calorias e não o valor nutricional dos alimentos.
Segundo ele, falta uma definição do que é uma "dieta saudável" para emagrecer.
Visite aqui a fonte da informação
Resultado:
Ele perdeu 13 kg e ainda reduziu os níveis de colesterol, consumindo 1.800 calorias por dia.
Seu objetivo, segundo reportagem da CNN, era provar que o importante em uma dieta é a contagem de calorias e não o valor nutricional dos alimentos.
Segundo ele, falta uma definição do que é uma "dieta saudável" para emagrecer.
Visite aqui a fonte da informação
Especialistas pedem mais atenção para portadores de mania de arrancar cabelos
Especialistas britânicos defendem que os serviços públicos de saúde deveriam oferecer mais ajuda para pessoas que sofrem de tricotilomania - o impulso incontrolável de arrancar fios de cabelo e pelos.
Caracterizada como um distúrbio no controle de impulsos - como, por exemplo, a cleptomania e o vício em jogatinas - o problema afeta 1% da população britânica. Muitos dos pacientes de tricotilomania não se dão conta de que estão arrancando os cabelos. A mania deixa muitos com grandes falhas no seu cabelo.
Acredita-se que entre suas causas estejam ansiedade, depressão e estresse.
Leia mais aqui
Caracterizada como um distúrbio no controle de impulsos - como, por exemplo, a cleptomania e o vício em jogatinas - o problema afeta 1% da população britânica. Muitos dos pacientes de tricotilomania não se dão conta de que estão arrancando os cabelos. A mania deixa muitos com grandes falhas no seu cabelo.
Acredita-se que entre suas causas estejam ansiedade, depressão e estresse.
Leia mais aqui
Etiquetas:
Ciência,
Ciência e Saúde,
Saúde,
Vida e Estilo
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Suposto autor de vários homicídios em Itapissuma é assassinado
Um homem foi assassinado a tiros por volta das 23h dessa segunda-feira (8) em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife. A polícia ainda não tem pistas dos autores do crime, mas a suspeita é de que a motivação tenha sido vingança, pois a vítima, Sandegir José Soares, 29, era apontada como autor de vários homicídios no município.
Sandegir chegou a ser socorrido para o Hospital Miguel Arraes, em Paulista, mas não sobreviveu. Seu corpo está sendo encaminhado ao Instituto Médico Legal.
Visite aqui a fonte da informação
Sandegir chegou a ser socorrido para o Hospital Miguel Arraes, em Paulista, mas não sobreviveu. Seu corpo está sendo encaminhado ao Instituto Médico Legal.
Visite aqui a fonte da informação
Ouro renova máximos acima dos 1.400 dólares por onça
O ouro está hoje a negociar num novo máximo histórico. Depois de ontem ter superado pela primeira vez a fasquia dos 1.400 dólares por onça, o metal precioso alcançou um novo recorde, com os investidores a refugiarem-se na matéria-prima à medida que aumentam os receios em relação à dívida pública de vários países europeus.
O ouro está hoje a negociar num novo máximo histórico. Depois de ontem ter superado pela primeira vez a fasquia dos 1.400 dólares por onça, o metal precioso alcançou um novo recorde, com os investidores a refugiarem-se na matéria-prima à medida que aumentam os receios em relação à dívida pública de vários países europeus.
As cotações de ouro para entrega imediata valorizam 0,4% para um máximo de 1.414,85 dólares por onça. Também o contrato para entrega em Dezembro, negociado no Comex, em Nova Iorque, subiu para um recorde de 1.414,60 dólares por onça.
A impulsionar o metal dourado estão os novos receios em torno dos elevados défices de alguns países europeus, com os investidores a procurarem refúgio no ouro.
A Irlanda está a procurar apoio da União Europeia esta semana, para evitar ter que recorrer a um resgate, tal como aconteceu com a Grécia, num momento em que os investidores continuam a castigar a dívida pública do país.
O Citigroup aumentou as suas estimativas para 2011 para o metal precioso, antecipando um aumento dos preços do ouro de cerca de 18% para 1.444 dólares por onça.
O ouro tem estado assim a reafirmar o seu estatuto de valor-refúgio, até mesmo paradoxalmente, pois se há quem esteja a comprar este metal precioso como cobertura contra uma eventual inflação, também há quem esteja a investir nele como segurança perante uma desaceleração do crescimento económico mundial. Isto porque o ouro funciona simultaneamente como uma matéria-prima e como uma moeda.
Visite aqui a fonte da informação
As cotações de ouro para entrega imediata valorizam 0,4% para um máximo de 1.414,85 dólares por onça. Também o contrato para entrega em Dezembro, negociado no Comex, em Nova Iorque, subiu para um recorde de 1.414,60 dólares por onça.
A impulsionar o metal dourado estão os novos receios em torno dos elevados défices de alguns países europeus, com os investidores a procurarem refúgio no ouro.
A Irlanda está a procurar apoio da União Europeia esta semana, para evitar ter que recorrer a um resgate, tal como aconteceu com a Grécia, num momento em que os investidores continuam a castigar a dívida pública do país.
O Citigroup aumentou as suas estimativas para 2011 para o metal precioso, antecipando um aumento dos preços do ouro de cerca de 18% para 1.444 dólares por onça.
O ouro tem estado assim a reafirmar o seu estatuto de valor-refúgio, até mesmo paradoxalmente, pois se há quem esteja a comprar este metal precioso como cobertura contra uma eventual inflação, também há quem esteja a investir nele como segurança perante uma desaceleração do crescimento económico mundial. Isto porque o ouro funciona simultaneamente como uma matéria-prima e como uma moeda.
Visite aqui a fonte da informação
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Galp Energia e EDP Renováveis penalizam bolsa nacional
BCP e BPI impediram maiores quedas. O interesse manifestado por duas instituições financeiras chinesas impulsionou os títulos dos dois bancos portugueses.
O principal índice da bolsa nacional ( PSI-20) recuou hoje 0,47% para os 7.881,5 pontos, com quatro títulos em alta, 15 em queda e um inalterado.
O mercado português acompanhou o sentimento negativo dos restantes mercados europeus num dia em que os juros da dívida pública portuguesa e irlandesa renovaram novos máximos.
A taxa de juro que os investidores exigem para deter os títulos de dívida portuguesa a 10 anos já atingiu, durante o dia de hoje, os 6,8%. Uma taxa de juro que levou o prémio de risco da dívida portuguesa face às "bunds" alemãs, que servem de referência na Europa, para um novo máximo histórico de 441,6 pontos base.
Os mercados accionistas do Velho Continente, bem como a evolução da moeda única europeia, não estão a ser indiferentes ao desempenho do mercado da dívida.
O PSI-20 foi um dos índices que mais caiu, a par com o IBEX, que recuou 1,34%, penalizado pelos títulos da Galp Energia e da EDP Renováveis.
A petrolífera recuou 1,50% para os 14,405 euros, num dia em que o preço do petróleo também está em queda nos mercados internacionais e negoceia abaixo dos 88 dólares por barril em Londres.
No sector da energia da EDP Renováveis perdeu 2,44% para os 3,99euros, tendo atingido um mínimo desde Outubro de 2008, ao tocar nos 3,981 euros.
A Portugal Telecom perdeu 0,15% para os 10,015 euros. O sentimento negativo afectou os restantes títulos do sector das telecomunicações. A Zon Multimédia e a Sonaecom foram as cotadas do PSI-20 que mais desvalorizaram ao perderem, respectivamente, 2,97% e 3,75%.
Os acordos de cooperação comercial com congéneres chineses e o interesse manifestado por dois bancos chineses no capital do BPI e o BCP deixaram os títulos das duas cotadas em terreno positivo.
No caso do BPI, o vice-presidente executivo do Bank of China admitiu "discutir a entrada no capital" do banco português.
No caso do BCP, o interesse chega da parte do Industrial and Commercial Bank of China (ICBC). De acordo com o jornal "Público", as duas instituições têm mantido contactos com vista à tomada de posição do maior banco chinês no capital do grupo português. O banco chinês que é também a maior instituição financeira do mundo, por capitalização bolsista, poderá comprar 10% do BCP.
Os analistas qualificam a possível entrada do ICBC no capital do BCP como "positiva", ao colocá-lo numa situação mais confortável e garantindo maior estabilidade accionista.
Este fim-de-semana, durante a visita do presidente chinês Hu Jintao, o BCP e o BPI assinaram acordos de cooperação comercial com congéneres chineses, num aprofundar de relações que visa facilitar a captação de financiamento e de capital no mercado financeiro chinês por parte dos grupos nacionais
As acções do BCP subiram 1,28% para os 0,633 euros e os títulos do BPI ganharam 1,58% para os 1,545 euros.
A Inapa caiu 2,64% para 0,406 euros, tendo tocado no mínimo de Maio de 2009, ao negociar nos 0,40 euros.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
O mercado português acompanhou o sentimento negativo dos restantes mercados europeus num dia em que os juros da dívida pública portuguesa e irlandesa renovaram novos máximos.
A taxa de juro que os investidores exigem para deter os títulos de dívida portuguesa a 10 anos já atingiu, durante o dia de hoje, os 6,8%. Uma taxa de juro que levou o prémio de risco da dívida portuguesa face às "bunds" alemãs, que servem de referência na Europa, para um novo máximo histórico de 441,6 pontos base.
Os mercados accionistas do Velho Continente, bem como a evolução da moeda única europeia, não estão a ser indiferentes ao desempenho do mercado da dívida.
O PSI-20 foi um dos índices que mais caiu, a par com o IBEX, que recuou 1,34%, penalizado pelos títulos da Galp Energia e da EDP Renováveis.
A petrolífera recuou 1,50% para os 14,405 euros, num dia em que o preço do petróleo também está em queda nos mercados internacionais e negoceia abaixo dos 88 dólares por barril em Londres.
No sector da energia da EDP Renováveis perdeu 2,44% para os 3,99euros, tendo atingido um mínimo desde Outubro de 2008, ao tocar nos 3,981 euros.
A Portugal Telecom perdeu 0,15% para os 10,015 euros. O sentimento negativo afectou os restantes títulos do sector das telecomunicações. A Zon Multimédia e a Sonaecom foram as cotadas do PSI-20 que mais desvalorizaram ao perderem, respectivamente, 2,97% e 3,75%.
Os acordos de cooperação comercial com congéneres chineses e o interesse manifestado por dois bancos chineses no capital do BPI e o BCP deixaram os títulos das duas cotadas em terreno positivo.
No caso do BPI, o vice-presidente executivo do Bank of China admitiu "discutir a entrada no capital" do banco português.
No caso do BCP, o interesse chega da parte do Industrial and Commercial Bank of China (ICBC). De acordo com o jornal "Público", as duas instituições têm mantido contactos com vista à tomada de posição do maior banco chinês no capital do grupo português. O banco chinês que é também a maior instituição financeira do mundo, por capitalização bolsista, poderá comprar 10% do BCP.
Os analistas qualificam a possível entrada do ICBC no capital do BCP como "positiva", ao colocá-lo numa situação mais confortável e garantindo maior estabilidade accionista.
Este fim-de-semana, durante a visita do presidente chinês Hu Jintao, o BCP e o BPI assinaram acordos de cooperação comercial com congéneres chineses, num aprofundar de relações que visa facilitar a captação de financiamento e de capital no mercado financeiro chinês por parte dos grupos nacionais
As acções do BCP subiram 1,28% para os 0,633 euros e os títulos do BPI ganharam 1,58% para os 1,545 euros.
A Inapa caiu 2,64% para 0,406 euros, tendo tocado no mínimo de Maio de 2009, ao negociar nos 0,40 euros.
Para visitar a fonte da informação, click aqui
Fitch baixa "rating" de quatro bancos portugueses
Agência de notação financeira cita os riscos de financiamento e liquidez para rever em baixa o "rating" do BCP, BES, Banco BPI e Banif. Os dois primeiros foram os mais penalizados.
A Fitch Ratings reviu em baixa a notação financeira de quatro bancos portugueses - BCP, BES, Banco BPI e Banif – mantendo o “outlook” negativo para todos eles.
Este corte, segundo explica a Fitch, reflecte “o aumento do risco de financiamento e liquidez” destas instituições financeiras, dada a elevada dependência das fontes de financiamento de curto e médio prazo, bem como ao aumento do recurso ao Banco Central Europeu, no contexto de continuadas dificuldades de acesso aos mercados de capitais e deterioração da qualidade dos activos domésticos.
O IDR (issuer default rating) do BCP baixou dois níveis, de "A" para "BBB+" e o do BES sofreu a mesma redução, também para "BBB+".
O IDR do BPI baixou apenas um nível, de "A" para "A-", ficando assim com uma classificação de risco acima dos congéneres BCP e BES. O IDR do Banif baixou também um nível, passando de "BBB" para "BBB-".
Já o IDR da Caixa Geral de Depósitos foi mantido em "A+", a reflectir o facto de ser um banco 100% detido pelo Estado português.
Ainda assim, a Fitch decidiu cortar o “rating” individual da CGD, de "B/C" para "C". Também o “rating” individual do BES e do BCP foi revisto em baixa, enquanto o do BPI e Banif foi reafirmado.
Preocupações com Portugal podem dificultar acesso ao mercado de capitais
Na nota hoje divulgada, a Fitch nota que os bancos portugueses aumentaram o recurso ao financiamento junto do BCE desde Abril de 2010, com o pico a ser atingido em Agosto, perante “o aumento das dificuldades de acesso ao mercado interbancário em resultado das preocupações relacionadas com a dívida soberana de Portugal”.
De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, os bancos portugueses têm em dívida para com o BCE 40,04 mil milhões de euros, o que corresponde a uma queda face ao mês de Setembro e compara os perto de 50 mil milhões de euros registados em Agosto.
Apesar de reconhecer esta queda, a Fitch nota que os empréstimos do BCE aos bancos portugueses continuam num nível bem superior ao registado nos níveis pré-crise, “ilustrando os continuados constrangimentos de financiamento e liquidez”.
Estas dificuldades, em conjunto com as “consideráveis necessidades de financiamento face à dívida que chega à maturidade em 2011 e 2012, aumentam a pressão sobre as posições de liquidez e financiamento dos bancos”, assinala a Fitch.
Apesar das dificuldades, a Fitch nota que os bancos portugueses têm uma “base de depósitos estável” e que se assiste a uma “desaceleração significativa” na concessão de crédito desde meados deste ano. Contudo, reforça que o aumento das preocupações dos investidores com a situação das contas públicas de Portugal, bem como a deterioração das perspectivas económicas, “podem limitar o acesso dos bancos aos mercados de capitais e impedir os bancos de reduzir o acesso ao financiamento do BCE”.
Além disso, nota a Fitch, este constrangimento pode levar os bancos a intensificar a concorrência nos depósitos, o que conjugado com o risco de recessão económica em 2011, deverá originar uma queda na rentabilidade dos bancos.
Pela positiva a Fitch destaca também, além da base de depósitos, o controlo de custos e um capital adequado, “tendo sobretudo em conta que o recurso ao fundo de recapitalização do estado não foi utilizado”. O negócio da banca portuguesa no exterior é outros dos pontos positivos destacados pela agência de notação financeira.
Fonte: Jornal de Negócios
Este corte, segundo explica a Fitch, reflecte “o aumento do risco de financiamento e liquidez” destas instituições financeiras, dada a elevada dependência das fontes de financiamento de curto e médio prazo, bem como ao aumento do recurso ao Banco Central Europeu, no contexto de continuadas dificuldades de acesso aos mercados de capitais e deterioração da qualidade dos activos domésticos.
O IDR (issuer default rating) do BCP baixou dois níveis, de "A" para "BBB+" e o do BES sofreu a mesma redução, também para "BBB+".
O IDR do BPI baixou apenas um nível, de "A" para "A-", ficando assim com uma classificação de risco acima dos congéneres BCP e BES. O IDR do Banif baixou também um nível, passando de "BBB" para "BBB-".
Já o IDR da Caixa Geral de Depósitos foi mantido em "A+", a reflectir o facto de ser um banco 100% detido pelo Estado português.
Ainda assim, a Fitch decidiu cortar o “rating” individual da CGD, de "B/C" para "C". Também o “rating” individual do BES e do BCP foi revisto em baixa, enquanto o do BPI e Banif foi reafirmado.
Preocupações com Portugal podem dificultar acesso ao mercado de capitais
Na nota hoje divulgada, a Fitch nota que os bancos portugueses aumentaram o recurso ao financiamento junto do BCE desde Abril de 2010, com o pico a ser atingido em Agosto, perante “o aumento das dificuldades de acesso ao mercado interbancário em resultado das preocupações relacionadas com a dívida soberana de Portugal”.
De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, os bancos portugueses têm em dívida para com o BCE 40,04 mil milhões de euros, o que corresponde a uma queda face ao mês de Setembro e compara os perto de 50 mil milhões de euros registados em Agosto.
Apesar de reconhecer esta queda, a Fitch nota que os empréstimos do BCE aos bancos portugueses continuam num nível bem superior ao registado nos níveis pré-crise, “ilustrando os continuados constrangimentos de financiamento e liquidez”.
Estas dificuldades, em conjunto com as “consideráveis necessidades de financiamento face à dívida que chega à maturidade em 2011 e 2012, aumentam a pressão sobre as posições de liquidez e financiamento dos bancos”, assinala a Fitch.
Apesar das dificuldades, a Fitch nota que os bancos portugueses têm uma “base de depósitos estável” e que se assiste a uma “desaceleração significativa” na concessão de crédito desde meados deste ano. Contudo, reforça que o aumento das preocupações dos investidores com a situação das contas públicas de Portugal, bem como a deterioração das perspectivas económicas, “podem limitar o acesso dos bancos aos mercados de capitais e impedir os bancos de reduzir o acesso ao financiamento do BCE”.
Além disso, nota a Fitch, este constrangimento pode levar os bancos a intensificar a concorrência nos depósitos, o que conjugado com o risco de recessão económica em 2011, deverá originar uma queda na rentabilidade dos bancos.
Pela positiva a Fitch destaca também, além da base de depósitos, o controlo de custos e um capital adequado, “tendo sobretudo em conta que o recurso ao fundo de recapitalização do estado não foi utilizado”. O negócio da banca portuguesa no exterior é outros dos pontos positivos destacados pela agência de notação financeira.
Fonte: Jornal de Negócios
Subscrever:
Mensagens (Atom)

