terça-feira, 9 de julho de 2013

S&P corta “rating” de Itália em um nível

A agência de notação financeira decidiu cortar o “rating” da dívida de longo prazo de Itália em um nível, mantendo ainda a perspectiva “negativa” para o país, o que significa que poderá voltar a cortá-lo. As previsões para a evolução da economia são hoje mais sombrias, com a S&P a prever uma contracção económica de 1,9% este ano.
 
O “rating” da dívida de Itália foi reduzido em um nível de “BBB+” para “BBB”, com a agência a justificar a decisão com o enfraquecimento do crescimento da economia italiana.
 
“A nossa previsão é de uma maior deterioração das perspectivas económicas de Itália depois de uma década de crescimento real médio de -0,04%”, salienta a agência na nota de análise divulgada esta terça-feira, recordando vários indicadores económicos que apontam para a fragilidade da economia. A S&P reviu mesmo em baixa a estimativa para a evolução do produto interno bruto (PIB) italiano apontando agora para uma contracção de 1,9% este ano, o que compara com a previsão revelada em Março e que apontava para uma queda de -1,4%.
 
A S&P considera que o crescimento reduzido está, em parte, relacionado com a “rigidez do mercado de trabalho” .
 
A agência realça que poderá voltar a cortar o “rating” do país este ano ou em 2014. E dá algumas pistas sobre o que a pode levar a reduzir a notação financeira do país: “se concluirmos que o Governo não pode implementar as políticas que impeçam os indicadores orçamentais de se deteriorarem além das expectativas actuais”, se a “rigidez” observada no mercado de trabalho, serviço e na actividade produtiva do país não diminuir.”
 
Se, pelo contrário, o Governo liderado por Enrico Letta, conseguir introduzir as reformas necessárias para tornar a economia mais flexível, a S&P admite colocar o “rating” de Itália em “estável”.
 
 

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

FMI considera "imperativo" restaurar crescimento e emprego na Zona Euro

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que as ameaças imediatas à Zona Euro foram reduzidas, ainda que se mantenham, sendo agora "imperativo" restaurar o crescimento e emprego, em particular junto dos jovens.
 
Num comunicado de conclusão da missão do FMI à Zona Euro, no âmbito do chamado artigo IV, a organização liderada por Christine Lagarde alertou que o crédito continua a ser de difícil acesso para o sector privado e que a "necessária consolidação orçamental está a pesar sobre o crescimento", acrescentando que, junto com os níveis de desemprego, há um "risco de danos de longo prazo ao crescimento potencial e ao apoio político das reformas".
 
"Neste contexto, restaurar o crescimento e o emprego é imperativo. Isto requer acções em múltiplas frentes: reparar os balanços da banca, fazer progressos na união bancária, apoiar a procura e desenvolver reformas estruturais", sublinhou o FMI, realçando que estas medidas se "reforçam mutuamente", devendo, por isso, ser tomadas em conjunto.
 
Em termos das reformas estruturais necessárias para "erguer o crescimento e fomentar o reequilíbrio", o Fundo considera que a lista do que está por fazer é grande, mas "prometedora", defendendo que, no que diz respeito às mudanças ao nível nacional, deve ser abordada a "rigidez do mercado laboral", bem como a redução de barreiras reguladoras.
 
"O desafio de impulsionar o crescimento e criar empregos pede acção política concertada ao nível pan-europeu e nacional. Os benefícios de um esforço de reforma abrangente poderão ser significativos no médio prazo e ter efeitos positivos", escreve a instituição sediada em Washington, estimando que essas reformas podem levar a aumentos na produção na Zona Euro de 3% num prazo de cinco anos.
 
 
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PSI-20 soma 2% e fica perto de anular perdas causadas por Portas

O BCP subiu 6,9%, a Sonaecom avançou 5,9%. Foram as empresas que mais valorizaram o PSI-20 esta segunda-feira. Portugal esteve na linha da frente na Europa e foi a principal razão para os ganhos generalizados na região.
 
Foi um dia totalmente positivo em Lisboa. O PSI-20 esteve toda a sessão a registar valorizações sempre superiores a 1%. O fecho também foi com ganhos. O que permitiu quase compensar as perdas causadas pelo pedido de demissão de Paulo Portas.
 
O principal índice da Bolsa de Lisboa terminou o dia nos 5.529,02 pontos, com uma subida de 2,25%. Antes do pedido de demissão do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, entretanto revogado, o índice estava a cotar nos 5.530,42 pontos. Depois recuou 5%. Falta, por isso, pouco mais de um ponto para que essa descida seja anulada.
 
Lisboa marcou uma das maiores subidas na Europa. A contribuir para a evolução positiva das acções no Velho Continente esteve, precisamente, o acordo alcançado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e o líder do segundo partido que forma a coligação governamental, que, caso seja aprovado pelo Presidente da República, irá evitar o cenário de eleições antecipadas.
 
Foi hoje noticiado pelo "El País" que a Comissão Europeia estaria a preparar uma linha de crédito preventiva para o período em que Portugal regressar aos mercados, o que foi entretanto desmentido por Bruxelas. Mas as notícias não impediram os ganhos do PSI-20.
 
O BCP foi o banco que mais subiu e que mais sustentou o desempenho do índice. O banco liderado por Nuno Amado disparou 6,9% para os 9,3 cêntimos.
 
O BPI subiu 5,35% para 0,926 euros ao passo que o BES fechou nos 0,635 euros ao ganhar 4,79%. Os investidores retiraram alguma pressão da dívida portuguesa e as taxas de juro associadas às obrigações nacionais deslizaram. Esse movimento beneficia a banca (que foi o sector mais penalizado pelo aumento que se verificou na semana passada).
 
O Banif, que hoje arrancou um novo passo no plano de capitalização, subiu 1,18% para os 8,6 cêntimos. O Espírito Santo Financial Group não seguiu a tendência da restante banca nacional e terminou sem alterações nos 5,22 euros.

Empresas da Sonae em forte alta
 
As empresas da família Sonae também estiveram em evidência na sessão desta segunda-feira. A Sonae avançou 5,52% e está nos 0,727 euros. A concorrente Jerónimo Martins marcou uma subida menos expressiva, apenas de 0,25%, para fechar nos 16,01 euros.
 
Também a Sonaecom ganhou 5,91% para os 1,63 euros. A Zon Multimédia, com que a operadora Optimus está em processo de fusão, terminou o dia nos 3,82 euros ao somar 3,24%. A Portugal Telecom registou um avanço de 1,98% para os 2,878 euros.
 
Ainda do grupo Sonae, a Sonae Indústria apreciou 3,84% para os 0,487 euros. A Semapa, Altri, Mota-Engil, Cofina e Portucel também apresentaram avanços superiores a 2%.
 
Na energia, a EDP ganhou 1,73% para os 2,411 euros, a Renováveis somou 2,97% para os 3,99 euros e a Galp Energia subiu 0,17% para os 11,56 euros.
 
 
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Eurogrupo está preparado para continuar a ajudar Portugal nas suas reformas

No primeiro Eurogrupo em que Maria Luís Albuquerque participou como ministra das Finanças de Portugal, Jeroen Dijsselbloem deu as boas-vindas aos recentes passos dados em busca da estabilidade no País, depois da crise da semana passada. E disse que a Zona Euro continua preparada para auxiliar o país.

Os países da Zona Euro continuam prontos para ajudar Portugal no caminho de reforma da sua economia, segundo afirmou o presidente do Eurogrupo na conferência de imprensa que se seguiu à reunião que ocorreu esta segunda-feira em Bruxelas.
 
O líder do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, vê, com agrado, a estabilidade conseguida em Portugal nas últimas horas, de acordo com declarações citadas pelas agências Bloomberg e Lusa. Este foi o primeiro encontro em que Portugal foi representado por Maria Luís Albuquerque enquanto ministra das Finanças, depois da demissão de Vítor Gaspar, na segunda-feira da semana passada.
 
As palavras de que há um percurso para a estabilidade seguem-se ao acordo alcançado pelos dois partidos que dão suporte à coligação que governa Portugal mas que espera ainda o aval do Presidente da República, Cavaco Silva.
 
O presidente do Eurogrupo defendeu que o Governo português deve "continuar os bons resultados" e manter o "forte compromisso com o programa de ajustamento", sublinhando que o "consenso político e social" é um "activo importante" do plano de resgate português. "Estabilidade política, continuidade são essenciais, particularmente na situação actual", sublinhou Jeroen Dijsselbloem, em declarações citadas pela agência Lusa.
 
O Eurogrupo, que agrega os ministros das Finanças dos 17 países que partilham o euro, reuniu-se no dia em que o jornal espanhol “El País” noticiou que está a ser preparada uma linha preventiva para o período em que Portugal se tentará financiar nos mercados, sem a ajuda financeira da troika. A notícia foi entretanto negada por Bruxelas. Mas a região quer ajudar o País nas reformas a empreender.
 
A Zona Euro contribui para o resgate a Portugal através do fundo de resgate Mecanismo Europeu de Estabilidade (que veio substituir o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira).
 
Mas Jeroen Dijsselbloem não falou só de Portugal. Aliás, a Grécia concentrou parte das suas palavras. O político considera que os helénicos têm de fazer maiores esforços para cumprirem os objectivos inscritos no programa de resgate respectivo. Foi aprovada a libertação de uma tranche de financiamento, de 3 mil milhões de euros, mas falta ainda o FMI dar o mesmo sinal à sua parcela.
 
Também Espanha foi mencionada. O holandês considera que é essencial que o governo de Madrid mantenha o actual momento positivo no que diz respeito às reformas. O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, tinha também dito que Espanha está numa “fase positiva em termos económicos”.
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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Bolsa recupera 1,5 mil milhões com negociações políticas em Portugal e surpresa de Draghi

A banca liderou a recuperação das acções portuguesas, depois da CMVM ter determinado a proibição de “short selling”. Numa sessão de fortes ganhos na Europa, as cotadas do PSI-20 recuperaram mais de metade do valor perdido ontem.
 
A bolsa nacional fechou em forte alta, na melhor sessão desde 10 de Abril, beneficiando com as negociações entre o PSD e o CDS para que seja encontrada uma “solução viável para um Governo” em Portugal, bem como pelo compromisso inédito assumido pelo Banco Central Europeu, que irá manter os juros nos níveis actuais por um “longo período”.

O PSI-20, que ontem caiu mais de 5%, fechou a sessão desta quinta-feira a subir 3,73% para 5.431,6 pontos, com 18 cotadas em alta e duas em terreno negativo.

O valor de mercado das 20 cotadas do PSI-20 aumentou 1,53 mil milhões de euros, anulando assim mais de metade da perda de 2,3 mil milhões de euros sofrida na véspera.

A sessão arrancou logo de forma positiva, com o mercado a reagir às negociações que o CDS e o PSD encetaram para encontrar uma “solução viável” de governo, de forma a resolver o impasse criado com o pedido de demissão de Paulo Portas, que Passos Coelho não aceitou. Os dois líderes mantiveram três reuniões nas últimas 24 horas e o primeiro-ministro deverá apresentar a solução encontrada a Cavaco Silva, na reunião agendada com o Presidente da República para as 17h00 de hoje.

A contribuir para a tendência de alta do mercado português, o presidente do BCE voltou a fazer “história”, ao assumir um compromisso inédito por parte da autoridade monetária europeia. Na conferência de imprensa que se seguiu à reunião mensal do BCE, Mario Draghi afirmou que o banco central tenciona manter as taxas de juro de referência “no nível actual [0,5%] ou mais baixo durante um extenso período”. É a primeira vez que o BCE fornece sinais tão claros aos mercados sobre o rumo da política monetária, o que atirou os índices europeus para ganhos superiores a 2%.  

Banca lidera ganhos

Depois de ontem ter liderado as perdas, a banca esteve hoje à frente nos ganhos, beneficiando também com a decisão da CMVM, que decretou a suspensão do “short selling” nas acções do BCP, BES, Banif e Sonae Indústria. A decisão foi tomada ao abrigo de um regulamento europeu que permite esta proibição nos títulos que registem uma desvalorização de mais de 10% no fecho de uma sessão.

Hoje o BES ganhou 11,01% para 0,605 euros, o BCP subiu 9,88% para 0,089 euros, o Banco BPI valorizou 7,76% para 0,889 euros e o Banif ganhou 10,13% para 0,087 euros.

Entre os pesos pesados o dia foi também de subidas fortes. A EDP ganhou 2,6% para 2,368 euros, a Portugal Telecom somou 2,44% para 2,86 euros e a Galp Energia valorizou 2,67% para 11,55 euros. A Jerónimo Martins também alcançou ganhos acima de 2%, ao fechar nos 16,06 euros.

Altri e ESGF foram as únicas cotadas a fechar a sessão em terreno negativo.



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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Apple planeia construir nova unidade de produção de energia solar nos EUA

A fabricante norte-americana quer abastecer o centro de processamento de dados de Reno com energia limpa. O maior centro de processamento de informação da Apple, na Carolina do Norte funciona também através de energia solar.
 
A Apple planeia construir uma unidade de produção de energia solar no Nevada para fornecer o novo centro de processamento de dados de Reno, no mesmo Estado norte-americano.
 
Esta unidade deverá produzir 43,5 milhões de quilowatt-hora (kWh) de energia eléctrica limpa, por ano, de acordo com o comunicado da Apple, citado pela agência britânica. A energia entrará na rede da Sierra Pacific Power que fornece o centro de processamento de dados da companhia.
 
Na Carolina do Norte, o maior centro de processamento que a Apple detém nos Estados Unidos já funciona através de energia solar. A unidade produz 167 milhões de kWh, o equivalente ao necessário para abastecer 17.600 casas, no período de um ano.
 
Nos Estados Unidos da América, tecnológicas como a Apple, Amazon ou Microsoft que desenvolvem grandes servidores têm sido alvo de críticas devido ao elevado consumo de energia eléctrica.
 
Estes centros de processamento de dados visam responder ao aumento exponencial do tráfego na Internet, difusão de conteúdos através de serviços móveis e serviços de alojamento às empresas.
 
 
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terça-feira, 2 de julho de 2013

Generali acredita que cotadas do sul da Europa podem duplicar ou triplicar de valor

O presidente para a área de investimentos da seguradora Generali afirmou que o índice alemão, o DAX, atingiu o pico, considerando que está na altura de investir no sul da Europa.
 
Nikhil Srinivasan, o presidente para a área de investimentos da seguradora italiana Generali, que gere activos no valor de 500 mil milhões de euros, não tem dúvidas de que “o DAX tem tido um bom desempenho e que não parece agora tão bom como o sul da Europa ou os títulos franceses”, segundo noticia o "Financial Times".
 
Devido ao número de empresas no índice que depende das exportações para a Ásia, o índice alemão "assemelha-se mais a um mercado emergente. Penso que atingiu o pico. A minha recomendação é vender Alemanha e comprar Sul da Europa”.
 
A Generali tem sido vista como um gigante adormecido que tomou muitas decisões erradas, devido ao seu papel central nas participações cruzadas e nos conselhos de administração, que levaram ao "salotto buono", ou seja, à criação de uma elite que controlou a indústria italiana depois da guerra.
 
A escolha recente de Nikhil Srinivasan para o cargo na Generali deveu-se à sua experiência no mercado asiático, durante a crise que ocorreu há 15 anos atrás. Essa experiência ensinou o agora presidente para a área de investimentos que “as pessoas querem comprar coisas que tenham sido completamente esquecidas. A grande probabilidade de ganhar retornos vem de olhar para as coisas esquecidas, em vez de tentar adivinhar os mínimos".
 
Segundo Srinivasan, se recuarmos cinco anos, vemos que agora a Europa está muito melhor, com melhores políticas, e com mais investidores a quererem pôr mais dinheiro, gradualmente, na Europa.
 
“Se estivermos dispostos a apostar neste países nos próximos três ou quatro anos, teremos um grande retorno. As acções em Itália, Espanha, Grécia e Portugal estão 60 a 95% abaixo dos seus máximos. Irão recuperar os seus máximos? Penso que sim. Podem duplicar ou triplicar a partir daqui? Penso que sim”.
 
Nos Estados Unidos, Srinivasan acredita que é “preciso trabalhar a ideia de que a Reserva Federal é séria na questão de reduzir os estímulos mas também de aumentar as taxas de juro”. Contudo, aponta alguns receios face ao Banco Central Europeu, que poderá não seguir os Estados Unidos nesse aspecto.
 
Srinivasan crê que o Banco Central Europeu deve fazer duas coisas. “Tem de assegurar que as taxas reais estão em território negativo nas economias mais complicadas da Europa. Uma taxa real positiva não vai ajudar ninguém. A segunda coisa é apoiar a concessão de crédito onde ele é preciso e não retê-lo nos bancos”.
 
Entre as oportunidade no resto do mundo, o homem forte dos investimentos da Generali não acredita que a China seja tão apelativa quanto o resto da Ásia. “Estou muito mais interessado no sul da Ásia e no Japão, mesmo com a subida dos preços. Para uma tendência a cinco anos, os preços destes países estão muito interessantes. A América Latina também é uma grande oportunidade”.
 
Três quartos dos activos da Generali estão divididos, em partes iguais, pela Itália, França e Alemanha. Srinivasan afirmou que daqui a três anos os investimentos fora da Europa podem vir a duplicar, sendo que hoje representam apenas 3% do seu portefólio.
 
 

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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Windows 8.1 não resolve a crise nos PCs

 
A atualização que a Microsoft disponibilizou poderá ajudar a aumentar as vendas, mas deve ser insuficiente para travar o crescimento negativo previsto para este setor.
 
As empresas de analista Citi Research e IDC calcularam que o crescimento no setor dos PCs foi negativo em maio. «Os resultados de maio demasiado fracos para se atingirem o crescimento esperado no segundo trimestre de 2013», disse Loren Loverde, analista da IDC, citada pela Cnet. A IDC estima um crescimento anual negativo de 7,8% para 2013.
 
A Citi Research, por outro lado, reviu a sua previsão e estima que o mercado de PC deve ter um crescimento negatico de 10%. Mesmo esta previsão em baixa poderá ser revista e a crise no mercado de computadores poderá ainda ser mais acentuada.
 
O lançamento dos chips Haswell da Intel e a atualização do Windows para a versão 8.1 podem ajudar o segmento a crescer, mas não devem ser suficientes para inverter a tendência de um crescimento negativo.


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Planeamento de banda larga é vital para desenvolvimento das economias nacionais

Não basta apostar na Internet de banda larga, seja fixa ou móvel, é preciso apostar em consciência. Países com uma estratégia definida têm mais população ligada à rede mundial. No fim, beneficia a economia.

Os países que têm um plano nacional para a expansão da banda larga em diversos segmentos da sociedade têm um melhor desempenho a vários níveis do que os países que não têm qualquer estratégia ou visão futura nessa área.
 
 Esta é uma das conclusões do mais recente relatório da União Internacional das Telecomunicações (ITU), da responsabilidade da Comissão da Banda Larga para o Desenvolvimento Digital e da Cisco Systems.


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Bolsas dos EUA sobem após indicadores económicos

A actividade industrial está a dar sinais de recuperar um pouco por todo o mundo, nomeadamente nos EUA, o que levou os principais índices bolsistas norte-americanos a fecharem em terreno positivo.
 
O Dow Jones subiu 0,44% para 14.974,96 pontos, o Nasdaq avançou 0,92% para 3.434,49 pontos e o S&P500 cresceu 0,54% para 1.614,96 pontos.
 
A contribuir para esta evolução positiva esteve a divulgação de dados económicos relativos à actividade industrial nos EUA, Europa e Japão. A produção industrial na Zona Euro contraiu menos do que o previsto, em Junho, os industriais no Japão revelaram estar mais optimistas em relação à economia pela primeira vez desde Setembro de 2011 e, nos EUA, foi divulgado que a actividade industrial melhorou mais do que o esperado pelos economistas.
 
Estes dados estão a aumentar a expectativa em torno da recuperação da economia mundial, anulando assim o pessimismo gerado em torno da retirada de alguns estímulos por parte da Fed. E contribuíram para que as bolsas Europeias tenham fechado com ganhos superiores a 1%.
 
A marcar os próximos dias estará a apresentação de resultados do segundo trimestre por parte das cotadas americanas. A Alcoa será a empresa a dar o tiro de partida. Os analistas consultados pela Bloomberg prevêem que as 500 empresas que compõem o S&P500 apresentem um aumento médio de 2,4% dos lucros trimestrais.
 
 
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