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sábado, 5 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
PT sobe 6,5% e regista maior volume desde a rejeição da OPA da Sonaecom
A operadora nacional chegou a subir mais de 22% após o anúncio de fusão com a Oi, mas acabou por moderar os ganhos ao longo da sessão. Ainda assim, trocaram de mãos 72,29 milhões de acções da PT, o valor mais elevado desde Fevereiro de 2007.
A Portugal Telecom e a Oi anunciaram esta quarta-feira, ainda antes da abertura da bolsa, que celebraram um acordo com vista à fusão das duas companhias e que criará um novo operador luso-brasileiro de telecomunicações. Uma notícia bem recebida pelos investidores, já que a operadora chegou a disparar 22,79% para os 4,175 euros (máximos de 15 de Março deste ano).
Também a liquidez desde logo se acentuou. Pelas 12h, já o volume negociado estava tão elevado quanto em Setembro de 2009, fechando em níveis máximos desde que a Portugal Telecom rejeitou a OPA da Sonaecom, ou seja desde Fevereiro de 2007, com 72,29 milhões de títulos negociados.
Quanto à valorização, a Portugal Telecom acabou por encerrar a subir 6,50% para os 3,621 euros. Isto representa a maior valorização de fecho desde dia 4 de Junho deste ano e a cotação (também de fecho) mais elevada desde Maio deste ano.
Em média, costumam ser transaccionadas 6 milhões de acções por sessão (número que tem como base os últimos seis meses).
Um entusiasmo que foi extensível ao restante sector, já que a Zon Optimus subiu 3,22% para os 4,676 euros e a Sonaecom apreciou 1,25% para os 2,106 euros.
As acções da Oi também estão a registar uma subida acentuada, valorizando 11,14% para 4,69 reais.
Para visitar a fonte da informação clique aqui
A Portugal Telecom e a Oi anunciaram esta quarta-feira, ainda antes da abertura da bolsa, que celebraram um acordo com vista à fusão das duas companhias e que criará um novo operador luso-brasileiro de telecomunicações. Uma notícia bem recebida pelos investidores, já que a operadora chegou a disparar 22,79% para os 4,175 euros (máximos de 15 de Março deste ano).
Também a liquidez desde logo se acentuou. Pelas 12h, já o volume negociado estava tão elevado quanto em Setembro de 2009, fechando em níveis máximos desde que a Portugal Telecom rejeitou a OPA da Sonaecom, ou seja desde Fevereiro de 2007, com 72,29 milhões de títulos negociados.
Quanto à valorização, a Portugal Telecom acabou por encerrar a subir 6,50% para os 3,621 euros. Isto representa a maior valorização de fecho desde dia 4 de Junho deste ano e a cotação (também de fecho) mais elevada desde Maio deste ano.
Em média, costumam ser transaccionadas 6 milhões de acções por sessão (número que tem como base os últimos seis meses).
Um entusiasmo que foi extensível ao restante sector, já que a Zon Optimus subiu 3,22% para os 4,676 euros e a Sonaecom apreciou 1,25% para os 2,106 euros.
As acções da Oi também estão a registar uma subida acentuada, valorizando 11,14% para 4,69 reais.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
BES está nas preferências do Citigroup para estar exposto à periferia da Europa
Nas preferência do Citigroup para os bancos da periferia
da Europa estão o BES, o Bankinter, o BBVA e o UniCredit. Os analistas acreditam
que a reestruturação e respectiva recuperação dos ganhos são factores que estão
a ser subvalorizados pelo mercado.
Uma nota de “research” emitida pelo Citigroup reitera a recomendação de
“overweight” para o sector da banca, indicando aos clientes que adquiram uma
exposição a estas acções superior à média dos restantes títulos detidos. Os
analistas acreditam que o sector está num ponto de inflexão.
No caso particular do BES, os analistas do Citi acreditam que o banco
português possa atingir para o período compreendido entre 2013 e 2015 um RoE
(Return on Equity), ou seja, uma capacidade de crescimento usando os seus
próprios recursos, de duplos dígitos, num ambiente “normal”.
O Citigroup integra o BES na lista de bancos a que os investidores devem
investir, caso queiram estar expostos à periferia europeia.
Segundo a nota de “research”, os bancos têm cortes planeados nos custos de
cerca de 10%, sendo que nas instituições mais ambiciosas a percentagem anda
entre os 15% e os 20%. No caso do BES, o banco português anunciou um corte de
100 milhões, cerca de 14% dos seus custos, para o período entre 2013 e 2015.
Os analistas do Citi têm definido um preço-alvo de 1,30 euros por título do
BES, com a recomendação de “comprar”. No caso do BPI, a recomendação é
“neutral”, com um preço-alvo de 1,25 euros.
As acções do BES fecharam esta quarta-feira a subir 0,12% para os 0,82 euros.
Uma cotação que implica um potencial de subida de 58,53% face à nova avaliação
do Citigroup.
No caso do BPI, as acções fecharam a subir 0,11% para 0,948 euros. esta
cotação implica um potencial de valorização de 31,85% face à nova avaliação do
Citigroup.
In' Jornal de Negócios
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Moody’s alerta para aumento do malparado em Espanha
Em Julho, a morosidade de pagamento dos empréstimos à
habitação e do crédito concedido a pequenas e médias empresas (PME) em Espanha
fixou-se em 11,97%. Face a este valor, a agência de “rating” alerta para as
consequências negativas para a banca espanhola, que enfrenta uma “erosão
acelerada das receitas” e vê dificultada a tarefa de cumprir com as exigências
de capital.
O crédito malparado relativo a empréstimos à habitação e a empréstimos a PME
(com excepção das empresas do sector imobiliário) registou um “forte aumento” em
Junho e Julho.
Segundo os dados do Banco de Espanha, a morosidade de pagamento dos devedores
fixou-se em 11,6% em Junho, tendo avançado ainda mais em Julho, para 11,97%.
Durante o segundo trimestre do ano, só o crédito malparado dos empréstimos à
habitação avançou para 4,9%, quando no final de Março se fixava em 4%.
Face a este atraso crescente no pagamento dos créditos concedidos pelos
bancos espanhóis, a Moody’s alerta para as consequências negativas que tal
demora acarreta junto da banca.
“Os dados apontam para uma acelerada erosão das receitas da banca e da sua
capacidade em cumprir as exigências de capital”, indica a agência de notação,
citada pelo “El Mundo”. Em linha com os dados conhecidos, a Moody’s espera que o
crédito malparado continue em níveis elevados, em consequência da “persistente
debilidade económica” de Espanha.
“Este tipo de activos foi relativamente resistente durante as primeiras fases
da crise financeira, mas este aumento trimestral aponta para um aumento dos
empréstimos problemáticos”, refere a agência. Como explicação, a Moody’s recorda
que a recessão da economia espanhola e os elevados níveis de desemprego
“reduziram os rendimentos disponíveis dos tomadores de empréstimos para pagarem
as dívidas”.
Apesar das transferências de crédito malparado para a Sociedade de Gestão de
Activos Imobiliários Precedentes da Reestruturação Bancária (Sareb), a
morosidade das empresas do sector imobiliário também aumentou. No final de
Junho, o malparado fixou-se num novo máximo de 30,6%. No final de Março, o valor
era de 28%.
“Na nossa opinião, o ajuste antecipado do sector imobiliário ainda não se
materializou completamente e a depreciação dos preços dos imóveis vai
continuar”, indicam os analistas da Moody’s.
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terça-feira, 17 de setembro de 2013
“Swaps” em Portugal chegam ao Parlamento alemão
O Ministério das Finanças alemão enviou uma carta ao
Parlamento onde explica que o Governo português está a negociar com a banca
contratos “swaps”, mas ainda “não é possível” apurar o impacto no Orçamento do
Estado.
O Governo português está em negociações com os bancos “com o objectivo de
reduzir esses encargos”, revelou o Ministério das Finanças alemão numa carta,
datada de 16 de Setembro, enviada ao Parlamento alemão, a que a Bloomberg teve
acesso. Em causa está a negociação dos contratos de “swaps” realizados entre
empresas públicas e bancos que o Executivo português está a fazer para tentar
reduzir as perdas potenciais associadas a estes contratos.
No final do ano passado, as perdas potenciais destes contratos chegaram a ser
de três mil milhões de euros, tendo já sido reduzidas para cerca de 1,5 mil
milhões de euros.
“Ainda não é possível” saber qual o impacto estimado dos encargos com os
“swaps” no Orçamento português, adianta o Ministério, que cita a informação
cedida pelo próprio Executivo liderado por Passos Coelho.
A Bloomberg não explica em que contexto foi enviada a carta, não se
conseguindo perceber se foi a pedido dos deputados ou se iniciativa do próprio
Ministério. Sendo a Alemanha o maior fiador dos resgates europeus, esta carta
possivelmente terá sido fornecida no envio de informação regular que o
Ministério tem de prestar ao Parlamento alemão.
Na mesma carta, o Ministério tutelado por Wolfgang Schäuble salienta que, de
qualquer forma, as regras europeias determinam que as poupanças conseguidas
através de negociação de “swaps” não são consideradas como redução de dívida,
assumindo assim que, o impacto será limitado.
Na mesma carta é referido que Portugal está numa fase “determinante” do seu
programa de ajustamento.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Bill Gates volta a ser o homem mais rico do mundo
Bill Gates mantém o título de homem mais rico do mundo na
lista de milionários da revista Forbes publicada esta segunda-feira, que o
classifica como a pessoa com maior fortuna nos Estados Unidos pelo 20.º ano
consecutivo.
Com um património calculado em 72.000 milhões de dólares, Gates ultrapassou
Carlos Slim, depois de no ano passado o magnata mexicano ter superado em riqueza
o dono da Microsoft.
O especulador financeiro Waren Buffett voltou a ocupar o segundo lugar dos
mais ricos dos Estados Unidos, depois de ter somado 12.500 milhões de dólares à
sua fortuna, elevando-a a 58.500 milhões de dólares.
O presidente da câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, surge no décimo
lugar da lista, com 31.000 milhões de dólares.
Mark Zuckerberg somou 9.600 milhões de dólares ao seu património desde que as
acções da rede social Facebook aumentaram a sua cotação e tem agora na sua conta
19.000 milhões de dólares, com os quais regressou ao grupo das 20 pessoas mais
ricas do país, de que tinha sido excluído no ano passado.
"Cinco anos após a crise financeira que levou as fortunas de muitos nos
Estados Unidos e no mundo, os mais ricos, como grupo, recuperaram tudo o que
perderam", lê-se no artigo da Forbes.
"As 400 pessoas mais ricas dos Estados Unidos têm um valor combinado sem
precedentes de 2,02 biliões de dólares, mais ou menos equivalente ao Produto
Interno Bruto (PIB) da Rússia, acrescentou.
sábado, 14 de setembro de 2013
Alterações climáticas reduzem camuflagem da lebre americana
Os efeitos das alterações climáticas fazem-se frequentemente sentir em larga escala, como na seca ou no aumento do nível das águas do mar. Mas nas colinas fora de Missoula, Montana, nos Estados Unidos, os biólogos estão a debruçar-se sobre a mudança em algo muito mais pequeno: a lebre americana.
A vida desta lebre é extremamente stressante, visto que quase todos os seres vivos da floresta a querem comer. Os predadores são linces, raposas, coiotes, aves de rapina e, curiosamente, até esquilos vermelhos, no caso das lebres mais jovens.
Alex Kumar, estudante da Universidade de Montana, e Tucker Seitz, técnico no terreno, passam meses a investigar a vida destas lebres nos bosques. Estudam principalmente as transmissões daquelas a quem já colocaram coleiras emissoras de sinais de rádio, mas apanham também outras com recurso a armadilhas com iscos de maçã.
A maioria das lebres que a equipa acompanha vive menos de um ano – consequência de se ser “o cheeseburger do ecossistema”, segundo Kumar. Mas estes animais ainda guardam um pequeno truque na manga: a camuflagem.
Segundo os investigadores, esta adaptação ao meio funciona. “Há momentos em que sentimos que estão muito, muito perto, mas simplesmente não as conseguimos encontrar”, afirma Kumar.
A lebre americana muda de cor na Primavera e no Outono, em resposta à luz, quando os dias ficam mais longos ou mais curtos – são castanhas durante o Verão e tornam-se completamente brancas nos meses nevosos do Inverno. Isto significa que o animal está totalmente à mercê do tempo – se a neve chega tarde, num determinado ano, ficamos com lebres brancas num solo castanho. Apesar da discrepância com o cenário, elas acreditam continuar camufladas e agem como se os predadores não as conseguissem ver.
Kumar chama a este acontecimento de “incompatibilidade” – e tem-se tornado cada vez mais uma fonte de preocupação, devido às alterações climáticas. “Se as lebres estão constantemente a camuflar-se ao mesmo tempo, ano após ano, e a queda de neve vem mais tarde e derrete mais cedo, vão haver cada vez mais situações em que as lebres estão inadaptáveis.
Os investigadores estão a descobrir que os espécimes incompatíveis com o habitat morrem a taxas mais elevadas – resta-lhes agora perceber se serão capazes de se adaptar ao meio ao longo do tempo. Já há registos de algumas lebres no estado de Washington que não se tornam totalmente brancas, mas será que estes e outros animais selvagens se vão conseguir ajustar ao ritmo veloz das mudanças à sua volta sem antes desaparecerem definitivamente?
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Hacker rouba informações a 2 milhões de clientes Vodafone
Um hacker acedeu a um dos servidores da
Vodafone na Alemanha e roubou dados pessoais de cerca de dois milhões de
clientes, informou a empresa nesta quinta-feira.
De acordo com a Reuters, o pirata informático conseguiu obter nomes, moradas e até números de contas bancárias dos utilizadores da rede móvel. Contudo, a empresa já veio garantir que o indivíduo não teve acesso a quaisquer palavras-passe, números de segurança ou informações de ligação móvel.
«É muito difícil que consiga usar as informações a que acedeu para chegar às contas bancárias», defendeu a Vodafone em comunicado.
A empresa alertou, ainda, para a eventualidade de este hacker tentar aceder a mais conteúdos pessoais através de e-mails indesejados e outros mecanismos.
O caso já está a ser investigado pela polícia e a Vodafone identificou a entrada que o pirata usou para aceder ao servidor, tendo-a bloqueado para evitar ataques futuros.
De acordo com a Reuters, o pirata informático conseguiu obter nomes, moradas e até números de contas bancárias dos utilizadores da rede móvel. Contudo, a empresa já veio garantir que o indivíduo não teve acesso a quaisquer palavras-passe, números de segurança ou informações de ligação móvel.
«É muito difícil que consiga usar as informações a que acedeu para chegar às contas bancárias», defendeu a Vodafone em comunicado.
A empresa alertou, ainda, para a eventualidade de este hacker tentar aceder a mais conteúdos pessoais através de e-mails indesejados e outros mecanismos.
O caso já está a ser investigado pela polícia e a Vodafone identificou a entrada que o pirata usou para aceder ao servidor, tendo-a bloqueado para evitar ataques futuros.
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PS entrega no Tribunal Constitucional fiscalização do diploma das 40 horas de trabalho
O Grupo Parlamentar do PS entregou esta quinta-feira, dia
12 de Setembro, no Tribunal Constitucional o pedido de fiscalização sucessiva do
diploma do Governo que aumenta para 40 horas semanais o regime de trabalho na
administração pública.
O novo horário de trabalho da função pública deverá entrar em vigor no
próximo dia 28 e com esta nova medida o Governo estima poupar 204 milhões de
euros até 2014.
O pedido de fiscalização sucessiva do PS, ao qual a agência Lusa teve acesso,
é assinado por 37 deputados, entre os quais o secretário-geral, António José
Seguro, e o líder parlamentar, Carlos Zorrinho.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Galp e Portugal Telecom dão segunda sessão positiva ao PSI-20
A bolsa nacional fechou o dia em alta, num dia de
indefinições na Europa. Só duas das 20 empresas do PSI-20 apresentaram variações
acima de 1%. A Semapa caiu pela primeira vez desde que a disputa familiar na
empresa se tornou pública. O Banif encerrou pela primeira vez a valer 1 cêntimo
por acção.
A praça de Lisboa encerrou em terreno positivo, com os pesos pesados a
contribuírem para a valorização nacional. Foi o segundo dia consecutivo de
avanços.
Depois do ganho superior a 1% de ontem, o PSI-20 somou 0,23% para fechar nos
6.045,78 pontos. Das 20 cotadas, 11 terminaram em alta, sete em queda e duas
inalteradas.
O dia foi de indefinição na Europa com os índices nacionais a oscilarem entre
ganhos e perdas ao longo da sessão. O facto de os Estados Unidos terem mostrado
abertura para que não seja utilizada força no desarmamento nuclear da Síria
trouxe alguma calma aos mercados. Terça-feira foi dia de subidas e de máximos de
três meses para o Stoxx Europe 600. Esta quarta-feira, o índice geral do Velho
Continente somou 0,2%. Em Lisboa aconteceu o mesmo.
A contribuir para o ganho da praça portuguesa esteve, principalmente, a Galp
Energia. A petrolífera subiu 0,69% para os 13,215 euros.
Ainda na energia, a EDP terminou nos 2,715 euros ao ganhar 0,18% ao passo que
a Renováveis avançou 0,40% para 3,97 euros.
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